All language subtitles for Killers of Kilimanjaro (1959)

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Original subtitles

A MORTE VEM DO KILIMANJARO

- Obrigada, Pasha. - N�o h� de que, Sra. Jane.

O capit�o disse que eu poderia subir ao conv�s.

- N�o vai incomod�-lo agora. - N�o incomodarei, Srta. Jane.

Bom dia, capit�o.

Ol�, Pasha.

Estamos chegando a Mombasa, capit�o?

Isso mesmo filho. Que tal a impress�o de voltar para casa?

Eu n�o dormi a noite toda pensando nisso.

Sabe de uma coisa capit�o? Quando o Sr. Adamson...

construir a ferrovia, prometeu-me um passeio.

Isso ainda levar� tempo.

N�o vai demorar muito, n�o senhor.

O Sr. Adamson � um dos maiores engenheiros do mundo.

Ora, essa, o que est� falando?

Ele estava lhe fazendo grandes elogios, Sr. Adamson.

Sim, � o que parece.

Quando ter� pronta a ferrovia, Sr. Adamson?

Bem, Pasha, construir uma ferrovia n�o � t�o f�cil como parece.

Ainda temos muito trabalho a fazer.

O que aconteceu aos dois engenheiros que sua companhia mandou para c�?

Aparentemente eles desapareceram.

Um deles � o pai da Srta. Jane. Ela falou comigo sobre ele.

Sim, eu sei.

Conheci o Sr. Carlton.

E ela tamb�m me falou do Sr. Saxton.

� o noivo dela.

Bem, Pasha, � melhor dar uma volta por a�.

O capit�o vai estar muito ocupado.

Muito bem, vou conversar com a Srta. Jane.

A Srta. Carlton acredita que ainda est�o vivos.

- N�o acredito muito nisso. - Navio a bombordo, senhor.

Navio negreiro.

N�o est�o arriscando muito navegando assim a luz do dia?

Os navios de escravos continuam operando.

Uma coisa � aprovar uma lei, Sr. Adams.

Outra coisa � obedec�-la.

Obrigado.

Continuar nesse curso.

Continuar nesse curso, senhor.

Venha c�, veja algo que jamais viu antes.

O que �?

Uma galera �rabe, n�o mudaram nada nestes 2 mil anos.

� muito estranha, e bonita.

Qual � a carga?

Est� transportando escravos.

N�o podemos ajudar os pobres diabos, capit�o?

O que espera que eu fa�a, Sr. Adams?

Abaixe um dos botes, ou algo assim.

Veja voc� mesmo, n�o tem a menor chance.

- Sr. Adams? - Sim.

- Meu nome � Hooks, como vai? - Como tem passado?

- Essa � a Srta. Carlton. - Oh, como vai?

- Essa � sua bagagem, senhor. - Sim, � minha.

Disseram-me em Londres que estaria � minha espera.

Sim, senhor. Fez boa viagem, senhor?

Nada m�, n�o foi nada m�.

Quer ir direto para o hotel, senhor, ou quer passar primeiro no escrit�rio?

Fica a poucos metros daqui.

- Gostaria de ver o escrit�rio. - �timo.

Recebi sua carta, Srta. Carlton.

Alguma not�cia de meu pai?

N�o, receio que n�o. Anda tudo n�o confuso aqui...

que ningu�m sabe o que aconteceu.

Afinal continuam trabalhando na ferrovia?

Nada feito, senhor. Todo mundo abandonou o servi�o.

Eu receio que esteja tudo em desordem, senhor.

Estou sozinho desde que os outros sa�ram.

E mais ainda, ganho s� metade.

Pode imaginar isso senhor.

Com tanta coisa para fazer e a companhia diminui o sal�rio do �nico empregado.

- � voc�, n�o �? - Sim, senhor.

Onde estavam Carlton e Saxton da �ltima vez que os viu?

Ah, gostaria de vir aqui, senhor?

Bem aqui est� o fim da estrada. Fica a cerca de 100 milhas.

Bem, a �ltima not�cia que tivemos do velho Carlton e do Sr. Saxton...

Bem, diziam que estavam por aqui.

Eles pretendiam recrutar trabalhadores em uma tribo amiga.

E depois o Sr. Carlton viria para c�.

E continuaria a constru��o enquanto o Sr. Saxton completaria o exame do lago.

Ent�o iniciaram a ferrovia sem exame completo do local?

Seja o que for, eu fiquei aqui para por isto em ordem com metade do sal�rio.

O �nico motivo de minha vida � para buscar meu pai e o Sr. Saxton.

Tem alguma opini�o pr�pria sobre o desaparecimento deles?

N�o, eu receio que n�o.

Bem, o nosso primeiro problema � conseguir carregadores.

Isso � imposs�vel.

Os carregadores temem invadir o territ�rio Warush.

Os Warush s�o a tribo mais trai�oeira da �frica.

Isso explicaria o desaparecimento do Carlton?

N�o senhor, mas eu estive pensando no caso.

Todos os traficantes de escravos.

Eles fizeram o poss�vel para impedir a constru��o da ferrovia.

Tentaram at� organizar uma greve entre os africanos.

- Quem � o l�der? - Aqui? Um homem chamado Ben Ahmed.

Vamos visit�-lo.

Eu receio que n�o seja t�o f�cil assim senhor.

Sabe ele n�o � muito amig�vel.

Logo veremos isso. Basta mostrar onde mora.

Sim, senhor.

Sr. Hook, pode me levar ao hotel, por favor.

Sim, madame, cuidarei da bagagem e tudo mais.

Senhor, eu acaso disse que diminu�ram meu sal�rio?

Sim, j� disse.

J� disse.

Aqui estamos. Bom dia.

O Sheik Ben Ahmed est� em casa?

Que tal o seu Suarile?

Receio que n�o seja nada bom.

Espere. Pasha!

Sr. Adams, posso ajud�-lo?

Bem, talvez possa.

Estamos procurando um cavalheiro de nome Ben Ahmed.

- Ben Ahmed � meu honrado pai. - Ora, quem diria.

Estou certo que poderei ajud�-lo, senhor.

Voc� � um homem muito importante por aqui.

S� porque sou filho do meu pai?

Quer esperar aqui? Primeiro vou ver meu pai.

Ah, e n�o esque�a meu passeio na ferrovia.

N�o vou.

Parece que temos um amigo muito �til.

Talvez seja o �nico.

Gostaria que tivesse mais idade.

O conheceu a bordo do navio?

Vai estudar na Inglaterra.

Meu pai vai receb�-lo. Quer vir comigo, por favor?

Senhores. Sr. Adamson.

Sou da companhia de engenharia de Mombasa.

Esse � o Sr. Hook.

Sua reputa��o j� o precedeu. Sente-se, por favor, Sr. Adams.

- Obrigado. - Creio que j� conhece o Sr. Gunther.

Sim, j� conhe�o.

Irei diretamente ao assunto, Sr. Ahmed.

Ah, o Sr. � um homem do meu feitio, senhor.

Perde-se atualmente muito tempo em cerim�nias desnecess�rias.

Continue.

Estou aqui para apressar os trabalhos da ferrovia.

Preciso de carregadores, creio que o senhor pode conseguir alguns.

Onde pretende ir?

Pretendo examinar o local desde o fim da constru��o em linha reta at� o grande lago.

Espera construir uma ferrovia pelo territ�rio Warush?

Exato.

Creio que o senhor Adams � um otimista.

Talvez n�o saiba que poucas pessoas entraram no territ�rio Warush sobreviveram.

Isso explicaria o desaparecimento de nossos dois homens?

Eu n�o sou vidente, Sr. Adamson.

Nestes dias tormentosos tudo pode acontecer.

Agora quanto os carregadores...

Infelizmente eles est�o a pr�mio.

Receio n�o poder ajud�-lo.

Isto �, n�o quer me ajudar?

- Sim. - Por qu�?

Porque meu caro senhor, gosto de sua rude franqueza.

� uma caracter�stica de sua na��o que sempre admirei.

Estou certo de que o senhor Gunther responder� com prazer a pergunta.

Pareceria que estamos em concorr�ncia.

Minha companhia tamb�m tem interesse em construir uma ferrovia.

Sim, eu j� sabia disso. Que rota est� seguindo?

Isso � assunto nosso.

Mas n�o ser� pelo territ�rio Warush.

- Pretendemos sobreviver - N�s tamb�m.

Ao menos, algo temos em comum.

Obrigado senhores pela aten��o.

Um momento. H� uma poss�vel solu��o.

Voc� faz quest�o do empregador contanto que a paga seja suficientemente generosa?

Que solu��o o senhor tem em mente?

Uma alian�a fique conosco estou certo de que a...

companhia do Sr. Gunther ter� prazer em empreg�-lo.

Sem d�vida.

Bem, obrigado mas n�o me interessa construir ferrovias para o transporte de escravos.

Senhor Ahmed.

Rejeita a minha proposta?

Receio que sim.

Nesse caso permita uma palavra de advert�ncia.

Deixe Mombasa enquanto � tempo.

Eu sairei. Assim que encontrar alguns carregadores.

- Sinto muito senhor Adamson. - N�o faz mal, Pasha.

Voc� ainda ter� seu passeio de trem, prometo.

Muito obrigado.

Devemos persuadir o senhor Adamson para abandonar seu projeto.

Sem, mestre.

N�o pensei em encontrar uma oposi��o assim t�o forte.

Veremos se � mesmo forte quando Gaza terminar com ele.

Com licen�a.

Um dos mais velhos Fortes da �frica, senhor.

Constru�dos pelos portugueses em 1583.

N�o, minto 93. Em 94 foi defendido por 40 homens...

contra quatro mil homens.

� dif�cil acreditar nisso, n�o �?

Se essas paredes falassem.

Em 1790 foi transformado em pris�o e assim ficou at� hoje.

Sempre acho esses lugares interessantes, n�o acha?

Chegou a notar a espessura desses muros...

Esque�amos do guia tur�stico por um instante.

Sim, senhor.

Se Gunther planejar circunda a terra dos Warush,

a constru��o vai exigir um ano a mais.

- Far� tudo para nos deter. - Presumivelmente, senhor.

Se tiv�ssemos carregadores, usar�amos a ferrovia existente por 150 km.

Como estamos de material rodante.

Uns cinco vag�es e uma locomotiva.

- Em perfeitas condi��es? - Me parece que sim.

Prepare-se Hooky.

N�o perderam tempo, n�o acha?

Ei, essa pris�o da qual voc� falava. Quem a dirige?

O governador est� fora neste momento, senhor.

H� uma esp�cie de substituto chamado Mustaph.

- O que pretende fazer? - Voc� o conhece?

- Sim, mais ou menos. - Pois vamos v�-lo.

Todos esses homens logo ser�o libertados.

V�o querer trabalhar mas h� de compreender...

que alguns deles s�o violentos e indisciplinados.

- Quantos existem a�? - Sessenta.

Quer trabalhar?

- Safari, Bwana? - Sim.

Capataz.

- Pode ser, decidirei isso mais tarde. - E a recompensa?

Como vai pagar?

Pagamento usual e gratifica��o no fim da viagem.

Antes de come�ar, vai me dar uma arma?

Nada disso.

Se eu for capataz, preciso da arma.

As armas ficar�o comigo, n�o � obrigado a aceitar.

Portanto resolva.

Quando voltarmos eu ganho uma arma?

Parece razo�vel.

Ficarei com este aqui.

Esses dois. Esse outro.

Mas s�o homens perigosos que escolheu, Sr. Adams.

N�o estava procurando anjos.

Quando os terei?

Talvez daqui a duas semanas.

N�o posso esperar tanto, parto o mais cedo poss�vel.

Mustaph, n�o pode conseguir uma pequena redu��o da pena?

Significaria problemas para mim.

Mas para o senhor, Sr. Adams, farei isso.

Levarei este homem. Este aqui.

Este. Estes tr�s homens aqui.

Bem, foi um lindo bando de desesperados que escolheu, se posso dizer, senhor.

Precisaremos de homens que n�o t�m nada a perder Hooky.

N�s, senhor?

Claro, voc� vir� comigo. De agora em diante, ser� meu assistente.

� uma promo��o.

Ora, eu lhe fico muito agradecido O dinheiro extra chega bem na hora.

Falei alguma coisa sobre dinheiro?

N�o, eu...

Porque ser� que Mustaph nos auxiliou?

Talvez goste de ferrovias.

Quem �?

- Adamson. - Espere um minuto.

- Falou com Bem Ahmed? - Sim, apesar de n�o ter adiantado.

- E os carregadores? - Temos v�rios.

Diretamente da pris�o local, � uma turma da pesada.

Partiremos logo de manh� cedo, seguindo at� onde for pela ferrovia.

N�o quer entrar um pouco?

- Toma uma x�cara de ch�? - N�o, obrigado.

Botas de selva, hein?

Eu as trouxe da Inglaterra.

- Tem usado muito? - Ainda n�o.

- De que tamanho s�o. - 35.

- Que tamanho usa normalmente. - 35.

� melhor usar estas.

Obrigada.

Estou ansiosa para ver o territ�rio Warush.

O Sr. Hook disse que � muito perigoso.

N�o, s� para quem vai l�.

Antes de partir, Sr. Adamson, h� alguma coisa que queira me dizer?

Antes de partir? Ah, sim.

Pensando nos Warushs, nos carregadores que contratamos...

e nas sinistras inten��es de Ben Ahmed, n�o creio que voc� deva ir.

Sr. Adamson eu tenho inten��o de ir, que goste quer n�o.

N�o disse que n�o gostaria.

Boa noite, senhorita Carlton.

Pode subir, Jane. D�-lhe uma ajuda, Hooky.

Procure ficar � vontade, no come�o n�o � muito agrad�vel.

Ali, voc� ir� no �ltimo vag�o para que ningu�m tente escapar.

Sim, Bwana. Aonde vamos?

Saber� assim que chegarmos l�.

N�o confie nele, Sr. Adamson. � competente, mas muito maldoso.

Obrigado por tudo que fez Mustaph.

N�o � nada comparado ao que est� fazendo, senhor Adamson.

Apenas tento fazer o meu trabalho.

E quando terminar o seu trabalho ent�o...

ver� o grande benef�cio que fez ao nosso pa�s.

- Boa sorte. - Obrigado.

Estamos prontos para partir.

Ali, o que eles querem?

Eles est�o procurando algu�m, Bwana.

- Quem? - N�o querem dizer.

Mande-os sair daqui.

Em frente.

Saiam daqui.

- O que aconteceu? - Parece que tentaram atrasar a partida.

Ei, Hook, n�o h� nada para comer?

J� vai, senhor. O que me diz, Srta. Carlton?

Estava com fome.

N�o olhe para mim, n�o sabia que estava aqui.

Era voc� a pessoa que eles procuravam agora a pouco?

Sim, senhor.

Porque, o que andou fazendo?

Ontem meu pai saiu para a habitual captura de escravos...

Bem, continue.

Ele me deixou com Gaza. � aquele que veio revistar o trem.

- Ele � muito mal e bate em mim. - Bate em voc�?

Sim, senhor. Eu estou todo marcado.

Acho que est� mentindo, Pasha.

O menino deve ter tido uma boa raz�o para fugir.

- N�o acredita nele? - N�o acredito n�o.

Agora quer comer o sanduiche, senhor?

Estamos com problemas, Bwana. Uma v�lvula quebrada.

Bem, trate de consert�-la o mais r�pido poss�vel.

Sim, Bwana.

Isso vai nos atrasar uma hora.

Fique de olhos nesses sujeitos aqui.

Pasha, venha at� aqui. Quero falar com voc�.

Venha at� aqui.

Vamos tratar de resolver esse caso.

Voc� apenas queria viajar no trem, n�o � verdade?

N�o, n�o senhor.

Isso � como um piquenique ingl�s. Com meu pai n�o � poss�vel.

Sim, mas n�o queira mudar de assunto.

Sei que os empregados do seu pai n�o ousariam bater em voc�,

ent�o porque est� fugindo?

Desde que fui � escola na Inglaterra, aprendi coisas que me pai n�o compreende.

Sim, o que foi que aprendeu?

Aprendi coisas boas. Ser bom para o povo � uma coisa boa, n�o �?

Sim, � claro.

Mas meu pai � diferente, ele n�o gosta do que aprendi.

Mas fazer deles escravos e bater neles como gado, isso n�o � bom.

Sim, leva-se muito tempo para aprender essas coisas, Pasha.

Seu pai n�o pode mudar t�o depressa.

Ele quer que eu mude.

Nesse caso precisa ter paci�ncia.

Quando ele descobrir que voc� fugiu ficar� muito preocupado por sua causa.

Ele s� se preocupa com compra de escravos e marfim.

Ele quer que Gaza me ensine a tomar conta desse neg�cio.

Muito bem, voc� est� em um dilema, meu filho, e tamb�m me deixa preocupado.

Eu quero ficar com voc�, Bwana. Por favor, n�o me fa�a voltar.

Poderia me ensinar as coisas que eu quero aprender.

Pena n�o podermos mandar seu pai a escola na Inglaterra para aprender tamb�m.

Sim, senhor, mas ele ficaria rid�culo sentado em um banco ao meu lado.

Bem, creio que ficarei com voc� at� que possa envi�-lo de volta.

Muito obrigado, Bwana. Muito obrigado.

Coma seu sanduiche, coma seu sanduiche.

N�s j� vimos muitas terras juntos, n�o acha?

Eles me lembram dos de meus tios.

Vamos andando!

Bem, ao menos sabemos agradecer a quem fez isso.

- Ahmed? - Ou Gunther.

- V� cuidar da Srta. Carlton, Hooky. - Sim.

Ali, � melhor mandar descarregar aqueles vag�es.

Sim, Bwana.

Obrigado, Sr. Hooky. Bem, o que faremos agora?

Parece que daqui iremos a p�.

Muito bem, Ali. Vamos partir.

Sim, mestre.

- Ei, Hooky? - Senhor?

Aonde voc� vai?

Bem, eu ia seguindo os trilhos.

Algu�m tentou nos matar.

Sup�e-se que quisessem tentar de novo, onde iriam agir?

- Posso fazer uma sugest�o? - Sim, � claro.

Creio que devemos evitar completamente os trilhos, senhor.

N�s podemos voltar a eles, se for necess�rio.

Porque n�o pensei nisso?

Ora, o senhor tem muita coisa em que pensar, senhor.

N�o?

Est� bem.

Veja como andam.

Bem, pelo menos os animais parecem amigos.

Comedor de gente, senhor?

Se estiver muito faminto.

Corram para as �rvores!

Obrigado, senhor.

Temos que tomar mais cuidado.

J� fizemos barulho suficiente para acordar todas as tribos hostis da regi�o.

Sim, senhor, foi por isso que n�o atirei.

Muito bem Ali, todos a caminho.

Sim, Bwana.

Acho melhor fazer outra contagem dos homens, Hooky.

- Faz tanto frio � noite. - Sim, faz muito frio.

- Que tal um cafezinho. - Sim, por favor.

Obrigado, Sr. Adamson.

Isso faz parte do servi�o da Companhia de Engenharia Mombasa, � claro.

Incidentalmente creio que � tempo de eliminarmos essas formalidades.

Meu nome � Robert.

Seu amigo, Saxton deve ser um bom homem.

Porque diz isso?

Ora, voc� est� enfrentando muitos riscos por causa dele.

Parece esquecer que meu pai est� com ele.

N�o, n�o esqueci.

Que tal � o seu noivo?

� um bom homem, inteligente, atleta e talvez um pouco inconstante.

Ele herdou muito dinheiro e perdeu tudo.

Ele aceitou esse emprego e prometeu perseverar nele por minha causa.

Esperamos que ele mantenha sua promessa para seu bem.

Porque esse interesse?

Pensei que me considerasse um excesso de bagagem neste servi�o.

E considero, mas sou respons�vel por voc�.

- Posso fazer uma pergunta direta? - Pode falar.

Estamos pr�ximos do fim da ferrovia, certo?

Certo.

Tem algum plano para encontrar meu pai e o Sr. Saxton?

N�o, n�o tenho planos quanto a isso.

Hooky disse que devem estar separados.

Continuaremos � procura deles enquanto houver alguma esperan�a.

Acho que n�o h� esperan�a, n�o �?

Sr. Adamson, Ali me disse que tr�s carregadores desapareceram.

Traga-o at� aqui.

Pasha, diga aos homens que eu e o Sr. Hooky...

ficaremos de vig�lia de agora em diante.

Isso n�o acontecer� novamente.

Ali, o que est� fazendo?

Por favor, n�o tente deter-me, senhorita.

Est� louco, abaixe isso.

Robert! Robert...

D�-me essa arma, Ali.

Voc�s t�m armas para se protegerem.

Quando chegam os le�es como poderemos enfrent�-los.

- N�o temos nada. - Entregue a arma.

N�o.

Agora saia daqui n�o tente nunca mais uma coisa dessas.

N�o podemos mand�-lo de volta?

Sab�amos o que nos esperava, temos que continuar com ele.

Eu ficarei com o primeiro turno, Hooky.

Certo.

Continuaremos ao nascer do sol, Jane. Durma um pouco.

E n�o se preocupe.

"N�o se preocupe", diz ele.

N�o me preocuparei. Bem, vou dormir.

- Boa noite. - Boa noite.

Parece que o fim da linha, senhor.

- Fique de olhos neles, Ali. - Sim, mestre.

Veja, Bwana!

Vamos, Pasha.

Pergunte o que houve com os brancos que trabalharam aqui na ferrovia.

- Ele disse que um homem morreu aqui. - E o outro?

Ele disse que um dos homens brancos vive ali, nas �rvores.

Saxton.

Quem � voc�?

Jane.

Eu pensei que fosse algu�m que eu conhecia.

- Quem � voc�? - Meu nome � Adamson.

Adamson.

Eles o mandaram aqui para me espionar mas...

Eu n�o aceito. Volte e avise-os.

Muito bem, Saxton, o que aconteceu?

O que aconteceu?

Voc� construiu uma estrada de ferro, o que foi que o deteve?

Estrada de ferro? Est� louco?

Nada me deteve, continuamos a construir, n�o est� vendo?

N�o est� vendo os nossos trabalhos?

Cada dia, tr�s quil�metros de trilhos.

Eu sei para que veio aqui.

Quer se livrar de mim.

- Voc� vai voltar e mentir. - O que aconteceu a Carlton?

Ele voltar�, ele trar� mil homens com ele, e ent�o avan�aremos para o lago.

- Como morreu Carlton? - Carlton? Carlton?

Ele estava doente.

Eles cortaram nosso suprimento de �gua.

Deram umas bebidas. S� t�nhamos bebidas alco�licas.

Que quer dizer com eles?

Vamos, tente lembrar-se.

Foi Ben Ahmed?

Sim, Ben, Ben Ahmed.

Ele nos deu bebida e nos amea�ou.

Mas ainda posso venc�-lo.

Volte e diga a ele.

Eu terminarei a ferrovia.

Ou�a o que digo, Saxton.

Voc� est� doente, preciso tirar voc� daqui.

N�o, n�o, esta gente tem sido boa para mim.

Este � meu lar.

Voc� n�o pode levar-me, Adamson, n�o pode.

Por favor, se eu sair daqui, eu morrerei.

Por favor, n�o me leve embora.

Est� bem, Saxton, a vida � sua.

Adamson.

Quem era aquela jovem?

Ela me lembra de algu�m.

Ela me lembra de Jane.

- Quem � ela? - Apenas uma garota.

Jane, voc� precisa compreender que ele est� mal.

N�o apenas doente, mas meio louco.

Ele n�o gostaria nada se tent�ssemos tir�-lo daqui.

Mas tamb�m n�o podemos deix�-lo.

E nem lev�-lo conosco, n�o aguentaria a viagem.

Para seu bem e para o dele � melhor que esque�a tudo o que viu hoje aqui.

N�o � f�cil.

Temos que fazer muitas coisas contra nossa vontade.

Mas a quest�o � que... Mas a quest�o � que...

Jane, acredite-me, n�o h� nada a fazer por ele.

Eu sei.

- Agora est� melhor? - Vamos andando.

Ali, d�-lhes um descanso. Coloque seus instrumentos aqui.

Sim, mestre.

De acordo com seus c�lculos, Sr. Adamson, deve haver muito campo aberto pela frente.

Isso mesmo, isso nos levar� at� o rio Buri.

Se pegarmos a esta��o certa durante a constru��o...

poderemos avan�ar cerca de tr�s quil�metros por dia.

Como atravessar o rio?

Primeiro vamos procurar a passagem mais estreita.

- Hooky! - Senhor.

Ajude-me aqui, por favor. Vamos mudar isso daqui, mas...

O que houve? Ali?

O que est� havendo?

Est�o com medo.

Sabe que v�o atravessar o Buri para terra Warush.

Warush gente ruim.

N�o discuta com eles. Quem tentar desertar ser� morto.

- Diga-lhes isso. - Sim, Bwana.

Aquele homem me d� arrepios.

Lembra um de meus tios.

Agora transmita o que eu disse.

Sim, Bwana.

N�o sabia que falava, Suarile, senhor.

O bastante para saber que ele n�o repetiu o que eu disse.

Aqui � aonde vamos fazer as balsas.

J� pensou em uma ponte atravessando ali?

Estou pensando mais naqueles Warushs.

Sim, sei a que se refere.

Bem, ao menos ningu�m poder� nos seguir.

Acha que passaremos?

Estou certo que sim.

N�o creio que precisamos entrar em luta.

S� precisamos p�r l� eles que somos amigos.

Espero que eles nos deem essa oportunidade.

Dar�o. Enquanto admirarem voc� n�o v�o nos incomodar.

Sabe, acabar�o ajudando a terminar a constru��o da ferrovia.

- Agora voc� pegou a ideia. - Isso significa muito para voc�?

Sim, eu creio que sim.

Mais do que qualquer coisa?

Nem tanto estou come�ando a ter outros sonhos al�m dessa ferrovia.

O que representar� para muita gente.

Pensando nisso, meu trabalho adquire nova import�ncia.

E quando tiver terminado, o que pretende fazer?

� uma boa pergunta.

Creio que ficar sentado numa varanda descansando muito.

E recordando tudo isto.

N�o descansar� muito tempo.

Ter� mapas espalhados no assoalho, mostrando aos seus filhos...

como planejou o curso da primeira ferrovia para o lago.

Posso ver isso.

Ainda temos muito ch�o ainda para atingir o lago e as crian�as.

Tudo pronto, Sr. Adamson.

Muito bem, ent�o vamos carreg�-los.

Os rapazes parecem apavorados, senhor.

N�o haver� nada.

N�s vamos seguindo a corrente at� chegar a um...

remanso com um bom lugar para desembarcarmos.

Voc� ir� com Ali.

Se ele fizer algum movimento em falso, atire.

- Mas n�o a sangue frio. - O que prefere? Um duelo?

Levarei Jane e o garoto comigo. Vamos.

Pasha!

Muito bem, vamos embora.

Bem, essa parte j� acabou, iremos novamente a p�.

Foi delicioso, ao menos estava fresco.

Pena que a viagem n�o seja toda assim.

Se fosse assim n�o precisaria da ferrovia.

Est� certa.

Fujam, escondam-se depressa. Corram.

Pasha!

- Obrigado, Hooky. - Obrigado, senhor.

Voc� agiu depressa e com muita habilidade.

N�o perdem tempo, n�o � senhor.

N�o foram os Warush. Pena que tive que usar a arma.

As not�cias correm depressa. � melhor sairmos daqui.

Muito bem, apanhem tudo. Logo, logo.

- Voc� � religioso, Hooky? - N�o mais que o normal.

�s vezes aos domingos.

Hoje � domingo?

O rei disse para chegar mais perto, Bwana.

Diga o rei que desejamos ser amigos dos Warush.

Que tamb�m queremos construir uma ferrovia...

atrav�s do grande lago que fica al�m dessa terra.

Viagens que agora demoram meses levar�o alguns dias.

Ele vender� seu marfim e gado para os ricos comerciantes da costa.

A ferrovia ser� um milagre que trar� muita prosperidade a todo seu povo.

O rei diz, voc� � mentiroso ou louco.

Se faz milagres, mostre a ele.

D�-me o kit de primeiros socorros.

Diga-lhe que se quer ver um milagre. Ter� um.

Vou matar o feiticeiro e depois ressuscit�-lo.

Deus aben�oe o clorof�rmio, senhor.

Traga-me as lentes da caixa dois.

Tome mais cuidado com isso.

Com licen�a.

Assim � melhor.

Obrigado.

Ele disse que quer presente especial de voc�.

Quer que fa�a beb� branco.

Primeiros socorros, senhor.

Traga-me um pouco d'�gua.

- O que � isso? - Sais.

Senhor, eu espero que resolva.

Resolver�, vai nos dar mais 12 horas.

Rei disse, "Esse � o m�todo do homem branco?".

Sim.

O rei disse que eles tem sistema diferente.

O rei quer provar a sua bravura, � muito perigoso, Bwana.

Bem, diga-lhe que estou pronto.

Ele disse que voc� fica aqui sozinho, Bwana.

Ele disse que voc� � um homem bravo, Bwana.

Ele dar� dez de seus guerreiros para ir atrav�s de sua terra.

Agrade�a por mim.

O rei disse, o grande lago perto no papel, muito longe a p�.

Diga a sua majestade que teremos mais algumas m�gicas brancas.

J� esgotei os truques.

� melhor sairmos daqui pela manh�.

Se mais uma das mulheres do rei pedir um desses sais, estaremos em apuros.

Pasha, pergunte ao rei quantas mulheres ele tem?

O rei disse, "uma mulher n�o � nada bom".

"Duas sempre brigam. Tr�s, duas ficam contra uma".

"Quatro � um n�mero perfeito".

Eu creio que � melhor avisar aos rapazes que se prepararem para uma partida r�pida.

Pasha, � melhor que voc� venha falar com eles.

Sim senhor, eu irei, Bwana Hooky.

Tenha muito cuidado com isso, � afiada.

Eu sei, � isso que estavam atirando em voc� hoje?

Bem, imagino que seja, n�o quis parar para verificar isso.

Bastaria um erro, e estaria ferido.

N�o penso assim.

Parecia que o lanceiro parecia conhecer o seu of�cio.

Robert. eu sei que � muito tarde para dizer isso, mas...

foi preciso muita coragem para ficar hoje l�.

Est� tentando me conferir uma medalha?

- N�o, eu estou apenas pensando... - Pois n�o diga.

Eu n�o gosto de medalhas.

Al�m disso voc� tamb�m merece elogios.

Passou muitos perigos nesse safari e perdeu muito.

Mas ganhei muito tamb�m.

Bem, eu acho que vou deix�-la em paz.

Voc� vai dormir aqui est� noite, sabe? Tudo em ordem?

Tudo em ordem.

- Tome, precisar� disso. - Obrigado.

� parte do servi�o.

O que est� fazendo? Socorro!

Pare! Pare! N�o pode det�-las? Ajude-me.

Bem, eu gostaria, mas n�o sei as palavras.

Fa�a alguma coisa.

Fa�a alguma coisa!

Noite de banho?

Diga as senhoritas que o Sr. Hooky est� pronto para o banho.

Boa noite.

Pasha, voc� quer perguntar �s senhoras o que elas desejam?

Senhoras, eu n�o sei se... Pasha, voc� quer... Pasha!

Pasha, quer dizer as senhoras que j� tomei banho e...

Senhoras, por favor... Madame, por favor.

Um pouco de... Senhoras o que � isso?

Por favor, n�o tem respeito pela moral?

Pasha, ser� que voc� pode explicar as senhoras que eu j� tomei banho?

Estou me divertindo muito mais...

Pasha explique a elas.

Pasha, voc� quer dizer a elas. Por favor, por favor.

Voc�s n�o tem moral?

Por favor, madame. Por favor.

� melhor se comportar.

Pasha, fa�a a gentileza de dizer... Fa�a a gentileza de dizer...

Eu estou me divertindo, mas...

Ora, ora, madame. Procurem comportar-se.

Madame, o que � isso. Desista disso, por favor.

Pasha! Pasha! Ajude-me!

O que � isso? Por favor, por favor.

Tenho raz�es para crer que a culpa � sua, Sr. Adamson.

Eu acho isso muito desagrad�vel.

- Ol� Ahmed. - Sr. Gunther.

� um prazer em v�-lo, meu amigo.

Entre em minha tenda para sair do sol.

Bem Ahmed, chegou mais cedo do que esperava.

Fez boa viagem?

- Obrigado e voc�? - Estou bem.

Not�cias de nosso amigo Adamson?

Eu n�o me preocupo com ele. N�o ir� muito longe.

Ao contr�rio, tive informa��es de que Adamson alcan�ou a trilha dos elefantes.

H� dois dias.

Ent�o est� atravessando a regi�o Warush?

- Exatamente. - Isso significa que a nossa rota � in�til.

Sr. Gunther, seus poderes de dedu��o s�o surpreendentes.

Nada poder� det�-lo. Nada.

A n�o ser unicamente os poderes de Alah.

E de alguma maneira sinto que Alah n�o est� do nosso lado.

Tem alguma raz�o para n�s n�o agirmos n�s mesmos?

Ainda nos resta uma chance.

Uma emboscada.

Sr. Gunther est� falando com um pac�fico mercador.

Eu jamais faria uma coisa dessas.

Sugiro que n�o perca demasiado tempo.

Voc� est� certo.

Muito bem. Vamos, vamos.

- Como estamos de �gua, Hooky? - Nada bem, senhor.

- Como est� se sentido, Jane? - �tima.

Meus p�s est�o me matando.

Os Warush disseram que alcan�aremos o pr�ximo po�o de �gua hoje ao meio-dia.

- Acha que pode aguentar? - Aguentaremos.

Bwana.

D�-lhe �gua.

De onde � que voc� veio?

Do safari de Adamson.

Ele me pegou na pris�o de Mombasa.

Ah, um condenado. Creio que est� mentido. Voc� fugiu da pris�o?

- Deveria mat�-lo. - N�o, chefe, digo a verdade.

E trago boas not�cias.

Que not�cias?

Primeiro eu quero ser recompensado.

Voc� me d� uma arma. Adamson foi morto pelos Warush.

- S� eu escapei. - Agora sim est� mentindo.

Adamson, est� vivo.

Mestre, seu filho, se Adamson est� vivo, seu filho est� vivo.

- Estava com ele. - Espere.

Meu filho com Adamson. Mas isso � imposs�vel.

Estava sim, chefe, eu falo a verdade.

Ele veio ao trem de Mombasa e depois com Adamson.

Temos que deter Gunther.

Chefe, voc� prometeu recompensa, eu trabalhei para o senhor.

- Uma arma. - Podem dar a recompensa.

Pasha!

Pergunte aos Warush onde fica o pr�ximo curso de �gua.

Warush disse que fica meio dia de viagem daqui Bwana,

- Temos que alcan��-lo. - Talvez tenhamos melhor sorte l�.

Kilimanjaro, os nativos pensam que a neve do cume � feita de prata.

Eu adoraria comer um pouco daquela neve.

Os Warush dizem que os homens dem�nio vivem na montanha.

Mesmo os Warush tem medo de homens dem�nio, Bwana.

Pois n�o s�o apenas eles.

Muito bem...

S�o machos. S�o elefantes machos.

Pasha, diga a eles para baixarem as cargas e ficarem calmos.

Jane, n�o saia daqui, fique quieta. Tudo acabar� bem.

Hooky!

Voltem aqui!

Por Deus.

- Ele n�o teve sorte, hein? - Sim senhor, est� morto que nem pedra.

Precisamos encontrar aquele po�o de �gua.

E se seguirmos aqueles impalas, senhor, eles nos levar�o at� l�.

Costumam ir beber no fim do dia.

Certo.

Vamos.

Vamos, vamos.

Terra estranha, n�o acha?

Sim, �s vezes parece cruel e,

de repente, se torna suave, bel�ssima.

Talvez Deus tenha esquecido de alguns lugares.

Deveria ter feito tudo assim.

Que acha de construir uma casa aqui nesse local?

Bem eu gostaria se... houvesse uma ferrovia.

A ferrovia chegar�.

Sim, eu sei que sim.

De que tamanho prefere a casa.

N�o sei, n�o muito grande.

Bem, eu espero que deseje uma casa bem constru�da.

Sim, sem d�vida.

N�o se preocupe com a hiena. Ela est� com ci�mes.

Ci�me de que?

Disto.

De que?

Tuma, avise a todos para n�o atirar at� que eu d� o sinal.

- Hooky! - Senhor.

Ajude-me aqui por favor.

Leve este medidor l� para cima.

Antes de atravessar esse passo, � melhor inspecionar a eleva��o.

Certo.

Volte!

Volte!

Volte!

Hooky, o que est� havendo com voc�, volte.

Procurem abrigo.

- Hooky, pegue os rifles. - Sim, senhor.

- Acha que estamos agindo apressadamente? - � uma boa ocasi�o para verificar.

Belo tiro, muito bem.

Ei Hooky, tiver uma ideia. Veja se pode fazer umas tochas da relva.

Sim, senhor.

- Hooky, mantenha fogo cerrado. - Aonde vai, senhor?

Vou tentar pegar Gunther, � nossa �nica chance.

Avancem! Ataquem e liquidem com eles!

Detenha seus homens.

N�o seja idiota podemos liquid�-los em poucos minutos.

- Meu filho est� com ele. - Seu filho?

Pasha, ele tamb�m pode ser morto.

Pasha pode correr esse risco como os outros.

Pasha, venha comigo. Jane.

- Que houve, senhorita? - � Ahmed.

- Venha, chegue mais perto. - Sim, pai.

Minha �poca terminou.

Porque os meus m�todos eram errados.

Voc� deve seguir o que lhe ensinaram.

Ou�a seus amigos. Com eles...

suas esperan�as para o futuro...

desta terra ser�o realizadas.

Pode confiar em n�s.

- Oraga. - Sim, Bwana.

Tome conta dele.

Legendas: Kilo

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