All language subtitles for A Lady Takes a Chance(1943)

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ARRISCA-TE, MULHER!

Era uma vez...

Faz tanto tempo que

as pessoas conduziam a sessenta milhas por hora

as rodas derrapavam,

bebiam-se tr�s x�caras de caf� de uma s� vez,

se comiam colheradas de manteiga,

havia mais meninos que garotas

pela rua...

e todo mundo o passava bem sem saber.

Esta hist�ria se desenvolve naqueles tempos. No ano... 1938.

Tamb�m esperamos que a express�o

"Era uma vez" continue-se utilizando no futuro

Esperamos que sim.

Esta��o de �nibus de Nova Iorque. Rainbow Tours INC

Aventura rom�ntica. 14 dias espetaculares no Oeste.

Chamando os

passageiros do tour quarenta e nove com

com destino Arkansas, Cheyenne, Hamilton e as maravilhas do oeste.

- Ol�, Malcom. - Ol�, Molly.

- Que bonito. Hein.

- Vamos.

- Aqui.

- Onde coloco isto? - Coloque, aqui em cima.

- Muito bem. Onde est�o suas malas?

- O Gregg tem elas. - Gregg?

- Est� comprando algo para ler.

- Me trouxe em um t�xi. O que educado, n�o?

- N�o sei.

- Voc� n�o gosta do Gregg, n�o �? - Odeio ele.

- Malcom, por que n�o querem ser amigos?

- Porque lhe odeio.

- Malcom.

- Coloquei as malas no outro lado, querida.

- Certo, Gregg. - Ol�, Malcom.

- Que alegria. Tudo bem?

- Bem, obrigado. Para voc�. Um guia do oeste

- Que bom. - Com trezentas ilustra��es.

- Serio? - N�o me diga

Me pareceu uma

boa id�ia que visse as fotos antes de ir.

- Sim. - Ser� melhor assim.

- Desculpe, vou p�r isto aqui. - Precisa de ajuda?

- N�o, posso sozinho. O que � isto?

- � um presente do Malcom. N�o � lindo?

- Sim, mas n�o coma muitos, lhe far�o mal.

- Parece que j� estamos no Oeste.

- Sim. - Molly?

- N�o, obrigado. - Malcom?

- N�o, obrigado.

- Est� muito bonita, Molly, n�o �, Malcom?

- Eu sempre digo.

- Ser� pelas flores. Foi o senhor MacGonegall que me deu.

- Que grande homem, MacGonegall. - Sim.

- Ou�a, Molly, onde est�? - Ol�, Bob.

- J� vi que h� uma reuni�o. Bom, como est�o?

- Me alegro ver voc�.

- Pegue, Molly, desfruta-os. - Obrigado. N�o precisava.

- N�o diga tolices. - Coloque, a� com o outro

- Claro. - � meu.

- Me permite? - Perdoe.

- Me alegro de ter vindo...

...Pensei que n�o ia chegar a tempo.

Estava no t�xi, em um cruzamento, quando de repente...

- N�o, n�o nos conte isso. - N�o.

- Precisa de algo mais antes de ir. - Sim, se casar.

- Olhe, amigo... - Sente-se.

- Ou�a, n�o vou permitir que se comportem assim.

Bom... Bom, acho que deveriam descer agora.

- Vamos. - Bom, adeus, Molly.

- Adeus.

- E pense bem no que falamos na outra noite.

- Sim, pensarei. - Adeus.

- Molly, pense bem. - Sim, Gregg. - Sim, Gregg.

- Adeus, Bob.

- At� logo, Molly.

- Adeus, rapazes.

- Adeus. - Adeus.

- Se cuide muito. - Sim, se cuide.

- Me perdoe. Posso te fazer uma pergunta?

- Claro, em frente.

- Por que vai embora daqui?

- Espero n�o parecer uma intrometida, mas �

que depois de tudo o que lhe disseram...

...Eu n�o iria nunca. - Meu nome � Molly J. Truesdale

- Florrie Bendix. - Como est�?

- Encantada. - Igualmente.

- Est� gostando da viagem ate agora? - Muito.

- Eu n�o. Se soubesse, n�o teria vindo.

- Por que?

- Por que? Porque n�o h� homens. - Eu prefiro assim.

- Ol� a todos. Ol�, ol�, ol�, ol�, ol�...

...prestem aten��o um momento, n�o � muito

porque voc�s me ter�o por quatorze dias.

...O que voc�s acham? vou me apresentar, sou

Smiley Lambert, mas voc�s podem me chamar

de... Smiley Lambert.

- Isso mesmo. Tudo bem? - Bem.

- Quanto tempo. Tem quatorze dias de f�rias,

...que sorte voc�s tem. Tudo bem, garotas?

Me alegro de ver voc�s.

...Seremos uma grande fam�lia e nos daremos muito bem.

As brigas deixem para amanh�. � o meu lema.

...Tenho a sensa��o de que voc� n�o gostou,

certo? O que vou fazer.

...Tudo bem, garotas? Bem? Me alegro de ver voc�s, tudo bem?

...Olhe, para este homem preparado para uma grande viagem. Vamos...

...V�, uma garota atraente.

Sim, senhor, muito atraente. Bonita, bonita, bonita.

...Bom, em dois minutos vamos, rapazes.

N�o fiquem impacientes que se sentir�o mal.

- Quer mudar de lugar? - Claro. N�o me importo.

- Esta � a �rea do amor, rapazes.

- Se por acaso algu�m se interessar.

- Sim, sim houve um tempo que o

cham�vamos o bar. Todos vinham com seu parceiro.

...Tudo bem? Que maravilhoso, hein? Amigos, esta viagem

vai ser a melhor de suas vidas.

...Ser� a viagem mais confort�vel e mais divertida

e eu me encarregarei disso.

- Vamos, motorista, vamos. Arranca.

Campeonato mundial de Rodeio. Fairfield. 12, 13, 14 de agosto.

- Um cachorro quente? - N�o, obrigado.

- Est� bem? - Estou bem.

Garota aterrissagem for�osa. Mas parece que

todos est�o bem. Continuamos com o espet�culo.

- Tem certeza que voc� est� bem? - Sim, eu tenho certeza.

- Muito bem.

- Ou�a, Duke, est� bem? - Sim, sim, Waco.

- O que aconteceu? - O cavalo...

- Se tivesse montado o outro cavalo, teria ganho.

- Sim, com certeza.

- Ou�a, cavalheiro. - Ol�.

- Se importaria de me der seu aut�grafo?

- Meu o que?

- Poderia assinar a foto? Quero uma lembran�a.

- Claro.

- Duke Hudkins. Muito obrigado, senhor Hudkins.

N�o, n�o me revistam cair em cima. Bom... Adeus.

- Ou�a, senhorita. Pode me assinar o programa?

- Eu? � que, senhor Hudkins, n�o acredito...

- N�o estou acostumado a dar em cima de algu�m.

- Claro.

- Claro. Saiu meio estranho, n�o sei

se vai ler.

- Molly J. Truesdale. - Mas...

- Vamos, Molly. - O que?

Voc� gosta de cerveja?

- Bom, tem gra�a que isto passe porque algu�m pode te cair em cima.

- De onde �? - Do leste.

- Verdade? - E voc�?

- Do oeste.

- Duas cervejas.

- Bom, na verdade � que isto n�o estava inclu�do na viagem.

- Como?

- Me Refiro � viagem organizada contudo inclu�do.

- Se importa que toque o seu bra�o? - Em frente.

- No que pensava.

- Bom, sa�de.

- Voc� n�o gosta de cerveja? - N�o.

- N�o? - N�o, n�o. Quero dizer que est� bom.

- � estupendo que duas pessoas se sentam e falem, n�o acha?

- Sim. Quando t�m alguma coisa do que falar.

- Mas, voc� deve ter um milh�o de coisas para contar.

- Muitas.

- Obrigado.

- Waco.. venha aqui..

...Quero que conhe�a um bom amigo. - O que voc� me pedir, Duke.

- Waco, esta � Molly. Sente-se, sente-se.

- Prazer em conhec�-la, Molly. Como vai?

- Muito bem. N�o... N�o me disse seu nome.

- Waco, como no Texas.

- Que interessante. Como lhe colocaram o nome de uma cidade do Texas?

- N�o. Ao inverso, o povoado se chama assim por mim.

- Ah, sim?

- � o mais mentiroso do mundo. Minta um pouco, Waco.

- Vamos ver. Lembra de um dia em que dormimos todos em uma cama.

- Ou�a, Linda Belle.

- Homem, Duke o desaparecido. Que tal est�?

- Bem. Sente-se, sente-se. - Ou�a, queremos uma cerveja.

- Molly, quero que conhe�a uma velha amiga minha, Linda Belle.

- Encantada, como vai? - Ol�, Molly.

- Era uma cama dobradi�a.

- Ou�a, por que enfatizou o da velha amiga?

- Porque esta aqui desde que expulsamos os �ndios.

- O que diz?

- Falando de �ndios, me lembrei de uma coisa...

...Sabe que antigamente os �ndios nos arrancavam a cabeleira?

...Foi id�ia minha que n�s o fiz�ssemos a eles.

- Verdade?

- Sim, senhora. E a primeira vez que o fiz foi

a menos de cem metros de onde estamos.

...Bom, pode ser que duzentos.

- Ol�, Duke. Tudo bem? - Pois muito bem. Carmencita.

- Ol�, querido. - Sentem-se, sentem-se.

- Sim, senhor. - Mais cerveja.

- Sabem? Quando eu... - Onde esteve, Duke?

- Molly, lhe apresento a Carmencita. - Um prazer.

- Ol�. - E a Lilly.

- Um prazer. - Lilly, ela � Molly.

- Encantada, Molly.

- Molly, como te dizia, um dos �ndios me viu vindo.

- O que esteve fazendo ultimamente, Duke?

- Mas n�o sabia que eu tinha uma arma na

manga. Assim que me amea�ou com o machado...

- Acho que passei pior que voc�, n�o? - Sou a �nica que vai trabalhar aqui?

- Sente - se, homem.

- Levantou o machado e lhe atirei no peito.

- O que aconteceu contigo, vaqueiro? - Mas, Flossie.

- Sente-se, sente-se!

- Mais cerveja!

- O que aconteceu? - O que aconteceu?

- O que acha que aconteceu? - Pois n�o sei o que aconteceu.

- Pois ent�o, n�o importa.

- Levei voc� a um bar de mulheres, todas est�o acostumadas a gostar.

- Eu n�o gosto. - N�o pode ser.

- Para te dizer a verdade, senhor Hudkins,

n�o vim para oeste para isto.

estive sentada nesse �nibus muito tempo.

N�o chega ou seja qu�o grande � este pa�s at� que n�o o cruze sentada.

- Bom, n�o sei. Voc� apareceu e eu pensei que

- poder�amos nos divertir.

- Pois sinto muito.

- Eu tamb�m.

- Me daria outra oportunidade?

- Esta bem.

- Fa�am apostas, fa�am suas apostas, senhores.

Fa�am apostas, fa�am suas apostas, senhores.

- Vamos.

- N�o, n�o, n�o, espere que o recolha. Agora.

- Sorte. Precisamos de sorte.

- Vamos me d�em sorte. Quatro, ganhamos.

- Quer�amos um quatro? - Sim, claro... Logo lhe explico isso.

- Uma sobre a outra. - Quanto dinheiro temos?

- Temos 283 d�lares.

- Tem certeza? - Sim.

- Vamos. Por outros 77 d�lares. - Ganhamos.

- Venha, amigo, n�o temos todo o dia.

- Eu apostei tudo. - Tudo, tudo?

- Claro.

- Aposto dez. - E eu.

- Ou�a.

- O que?

- O que? O que aconteceu? - vai apostar contra mim?

- Eu troco.

- Espere, senhor.

- Algum problema? - N�o, s� quero lhe lembrar as normas.

- Que normas? - Que o limite est� em 25 d�lares.

- Desde quando?

- Espera. Pegue o dinheiro e todos ficamos contentes.

- Muito bem. me ajude com isto.

- Por que n�o deixa que ela jogue, cavalheiro?

- Molly? Claro. Venha, jogue.

- Vamos ver.

- Descemos para 50.

- J�, mas, como sabe? - Eu sei.

- Descemos para 5.

- S� um.

- Viu?

- N�o me deixe nunca, Molly. N�o me deixe nunca.

- Sim, vale a pena ter um bom tempo com voc�, hein?

- Ou�a, que horas s�o? Pode ser que j� tenha que voltar para �nibus.

- N�o, � breve. Um u�sque.

- Bem. Dois? - N�o, n�o. Eu quero leite de cactos.

- O que? - Leite de cactos.

Prove o leite de cactos, o n�ctar do oeste.

- Voc� gosta do leite de cactos?

- E o meu? E o meu?

- O que � o seu? - Um gin.

- Mas se voc� n�o pediu nada. "Voc� est� rindo de mim.

- N�o, nunca me colocaria contra voc�.

- Pois saia da�.

- Ol�. - Tudo bem?

- Melhor que nunca. - N�o.

- Ou�a, tem sorte. Alguma vez j� perdeu, hein?

- N�o.

- N�o me engane, s� tem sorte

se sua garota da sorte estiver contigo.

- Pode ser que sim. - Onde est�?

- Eu levei toda sua sorte.

- O que disse? - Disse que levou toda minha sorte.

- Por que n�o me empresta a sua garota da sorte?

- Eu tamb�m quero ganhar alguma coisa.

- Voc� n�o precisa disso, o que quer � encontrar a sua garota da sorte.

- Sim, isso que te disse, por que n�o me empresta a sua garota da sorte?

- Procura-se a - Garota da sorte. Garota da sorte.

- Oh. - Pobre homem, est� se divertindo.

- Eu tamb�m, Duke. - E eu.

- Bom.

- Bom.

- O que aconteceu?

- Voc� esta bem?

- Quer um copo de �gua?

- Deus, o que era isso? - Leite de cactos.

- Mas, o que vai nisso.

- Tequila, Applejack, genebra e leite de cactos.

- M�e.

- Me assustou. Estou tremendo. Me coloque outro u�sque.

- Muito bem. Voc� quer alguma coisa? - Leite de cactos.

- Que seja forte. Bom,

aqui est� sua fortuna, querido sortudo.

- J� vera, querida sortuda. Venha, jogue

um pouco de sorte nestes dados. Vamos.

- J� chega. Est� bem, querida?

Briga.

- At� mais tarde.

- At� mais tarde. - N�o n�o, �?

- Dever�amos. Isto � ruim.

- Feche os olhos.

- Est� bem, Duke? - Muito bem.

- Gra�as a Deus.

- Oh, acho que esta foi a melhor noite de minha vida.

- Ser� menos.

- Que horas s�o? - Relaxe.

- Voc� � casada? - Acha que faria isto se fosse?

- Por que? O que esta fazendo? - Pois... Isto.

- N�o � casada. - Claro que n�o.

- Mas n�o pense que j� n�o me pediram isso

nunca. Porque j� fizeram.

- E o que aconteceu? - N�o conheci � pessoa certa.

- Voc� � casado? - N�o.

- Mas n�o pense que eu pedi a ningu�m.

- Por que? - N�o acredito nisso.

- Muitas pessoas que est�o casadas parecem felizes.

- N�o � verdade. Fingem porque n�o querem admitir que se enganaram.

- Estava...

...pensando que teria sido genial que, em

vez da palha, estivesse seu cavalo aqui.

- Estar�amos cansado sobre ele e nos ter�amos ido cavalgando.

- Sim.

- Sim. Cavalgando na noite, livres. Como se chama seu cavalo?

- Sammy.

- Sammy. � um nome lindo. Arre, Sammy. Arre, Sammy.

- Eu tamb�m tenho uma �gua. - Ah, sim? Como se chama?

- Wendoline. - Wendoline. Deve ser muito elegante.

- E �. � branca, toda branca, mas tem uma mancha aqui.

- Que bonita. - Sim. Deveria ver como cavalga.

- Sim? Nunca vi um cavalo do leste que fosse bom.

- Wendoline pode fazer tudo.

- Sammy pode saltar muito? - N�o sei.

- N�o quero menosprezar o Sammy, mas Wendoline pode saltar tr�s metros.

- Minha m�e. - Salta muito.

- E corre? - Inclusive para tr�s.

- Para tr�s?

- Bom, mas n�o muito r�pido.

- � maravilhosa. Seu nariz � de seda. Seu cabelo � suave.

- E seus olhos, s�o incr�veis, como dois s�l.

- Grande �gua voc� tem. Onde est�?

- Em minha mente. � a �gua mais bonita do mundo. Com essa manchinha aqui...

- O �nico problema que tem � que s� eu posso v�-la.

- Como conheci uma mulher como voc�?

- Como conheci um homem como voc�?

- Acho que dever�amos ir a meu �nibus.

- Vamos.

- Acho que dever�amos ir.

- Muito bem, vamos. - Sim, ser� melhor.

- Est� pronto. - Parece que sim.

- Sempre chego cedo ao �nibus e ao trem.

Assim eu sou.

- Est� muito bem.

- Se for para o leste, a Nova Iorque...

- Claro que irei. Tem um l�pis? - N�o.

- Aqui esta.

- 0, 5, 0, 3, 3, 0, 9, 8. - Era 3, 3, 0...

- 9, 8. - 9, 8.

- Se chamar por volta das 6, estarei em casa.

- Bom n�o vou antes de um ano.

- Bom. Eu estarei em casa se chamar �s 6.

- Valeu.

- Onde estar� o �nibus? - Talvez do outro lado.

- S� queria perguntar. Ou�a. - O que?

- Minha mala. - Onde?

- A� dentro, no ch�o.

- Voc� acha que o �nibus foi antes das dez?

- Como sabe que � a sua?

- Meu pijama est� meio fora, sempre

deixo assim para reconhec�-lo. Ou�a, senhor...

- Voc� � a senhorita do Rainbow Tours? - O que aconteceu com meu �nibus?

- Bom, aqui est� a mala. Me pediram que lhe diga...

- Como � que foram embora antes das dez?

- O que? antes de...?

- Voc�s devem ter passado muito bem.

- O que vou fazer agora?

- Bom, disseram que podem recolher voc� na volta.

- Na volta? - Sim, voltar�o para Gold City.

- Gold City?

Estarei la quinta-feira, sexta-feira e s�bado.

- Pode pegar o �nibus la no s�bado �s 8.

- Perderei a garganta de Columbia, o oceano Pac�fico, a areia branca

- e as cataratas das sete quedas.

- Isso � o de menos.

- Waco e eu vamos amanh� para Gold City.

- Vim at� aqui e para ver o que? Gold City?

- Boa noite. Cuide-se.

- Minha m�e. N�o sabe a ilus�o que tinha

por ver as cataratas das 7 quedas.

- N�o � t�o ruim.

- Sim, mas quando s� viu uma com

uma queda... Bom, terei que procurar um hotel.

- N�o ser� f�cil. - Porque?

- Porque como esta � uma cidade de rodeios,

geralmente esta cheia. Mas te deixarei no meu quarto

- E onde voc� dormir�? - Eu n�o costumo ter problema.

- Duke,... - Sim?

- Eu adoraria que todas as mulheres

com problemas tivessem algu�m como voc�.

- Vamos.

- Estou com vergonha.

- Ou�a, chefe, uma garrafa em dois minutos.

- Toma. Me d� dois.

- � um hotel muito bonito. - Fico feliz.

- Temos que ceder o quarto, Waco.

- Que detalhe.

- Sim.

- Quem vai?

- Duke, tenho passado muito bem. - Ajudarei voc�.

- Voc� sente-se.

- N�o, n�o se incomode. Posso faz�-lo depois.

- O arm�rio est� aqui. Tem lugar. - Sim. foi maravilhoso. N�o sabe...

- Vai amassar tudo aqui dentro. - N�o, n�o. J� cuidarei disso.

- H� uma c�moda e est� vazia. Aqui cabem as coisas pequenas.

- Entre.

- Duke.

- Duke. - Est� linda.

- Duke. - O que aconteceu?

- Voc� o que acha que aconteceu? - N�o sei o que aconteceu.

- Queria te dar um beijo.

- Onde vai?

- A dormir no bosque, ali s� h� ursos e hienas.

- Por aqui n�o h� bosque.

- Fique. Eu irei beber sozinho.

- Suba, vamos a Gold City. - D� igual.

- Venha, sobe. - N�o, obrigado.

- Est� louca. - Por que? Porque n�o o quis.

- N�o � meu tipo. Muito estranha. - � bonita.

- Est� louca.

- Na verdade � que me d� muita pena, da pobre. Sozinha, com esse calor�o.

Gold City 212 milhas. Rancho B. J.

- N�o quer ir conosco. - Por mim tudo bem...

- De onde �? - N�o sei. De perto de Nova Iorque.

- Bom, eles dizem: "Do Leste � o Leste, do

Oeste, � o Oeste e n�o devem se unir". Eu acho.

- Me deixe.

Gold City 115 milhas.

- C�moda.

- Muito obrigado.

- Nunca esquecerei o dia em... - v� lavar os pratos, Waco.

- O que voc� disser, Duke.

- Me perdoe, senhorita Truesdale, mas, h� alguma raz�o pela qual

devamos nos insultar assim?

- Eu lhe insultei, senhor Hudkins? Sinto muito.

- Me desculpe, por favor.

- Se estivesse, senhor Hudkins, n�o estaria

sendo uma senhorita educada.

- Uma noite linda. - Sim.

- lavou os pratos?

- Lavei os justo para que n�o se encham de moscas.

- Lembro me que uma vez...

- Eu vou dormir.

- Espero que n�o seja muito desagrad�vel

dormir no mesmo deserto que eu.

- � um afresco, n�o? - � que sempre est� ao ar livre.

- Ontem � noite, durante quatro longas horas

me pareceu o melhor homem do mundo.

- Isso � muitas vezes a primeira impress�o.

- Pegue, Waco.

- N�o, v�.

- O que aconteceu?

- Quer chamar nossa aten��o.

...Est� com ci�me.

- Relaxe.

.. Calma, Sammy. Ficou nervoso por

que, hein?

- Agora, relaxe.

- Boa noite, garoto.

- N�o vai amarrar ele?

- E voc� quer que te amarre? - Pois n�o.

- Ent�o... - � que eu n�o sou um cavalo.

- Que diferen�a h�?

- Muita.

- Quanto a isso, n�o.

- Bom, tudo depende de como se olhe.

- As cordas nunca s�o boas, como um trabalho fixo, um rancho ou...

- Pensei que todos os cowboys queriam ter um rancho algum dia.

- Todos os cowboys? Eu n�o. Se tivesse um

rancho poderia ir onde quisesse? hein?

- Bom, n�o acho.

- Sim, se al�m do Sammy, tivesse vinte cavalos, criaria.

...S� posso fazer o que fa�o.

- O que faz?

- Viver como quero, sozinho.

- � bom estar sozinho.

- N�o estou de acordo, � solit�rio.

- Pode...

.. Mas eu n�o quero cordas...

.. boa noite.

- Boa noite.

- Ou�a, Poderiam...?

- Sinto muito, Sammy, mas � voc� ou eu e voc� � mais forte.

- O que foi isso?

- Sammy.

- O que fez com sua manta, idiota?

O que est� acontecendo?

- N�o pode ser.

- Waco! Waco!

- Sammy est� ruim, prepare o carro.

- Agora mesmo ligo o motor.

- Vamos, temos que chegar a Gold City logo.

...Venha, garoto, sobe no trailer.

- Minha m�e.

- Sammy, sa�de.

- N�o respeita nada. tira a manta do cavalo...

Gold City

- Sammy espirra e n�o se come nem se bebe.

- Chega a tarde o �nibus? - N�o chega at� manh�...

...N�o tinha visto tanta confus�o, s� por que um

cavalo espirra...

...� simplesmente um resfriado, quem nunca teve um?

- Sinto ter demorado tanto. - N�o importa, mas...

- O cavalo est� doente. Primeiro, pensei que era um resfriado...

...e pode ser que sim, eu n�o sei com

certeza.

...N�o tenho certeza de nada, pode que amanh� esteja bem ou pode que n�o.

...Se estiver, tudo sair� bem. Mas se n�o,

n�o poderei fazer muito.

...N�o sei quais s�o suas possibilidades,

farei radiografias e uns exames.

...Quando voc�s voltarem, por volta das cinco ou

das seis da tarde pode ser que esteja bem ou n�o.

...Tenho que ver outro cavalo. Eu farei o que puder.

- Temos que ir, Duke.

- Conhe�o bem este cavalo, le direi onde d�i.

- Vamos.

- Duke, foi culpa minha. depois do

que aconteceu, n�o sei o que posso fazer.

- N�o aconteceu nada. Obrigado.

- Eu tinha raz�o. - O que?

- � o homem mais estranho do mundo. - � verdade.

- � o homem ideal para a garota certa.

- Ou�a, Molly.

- N�o... N�o vou, Waco. - Deveria.

- N�o, v� voc�. Eu fico. Se acontecer algo, eu aviso.

- Molly, vou lhe dar um conselho.

- O que? - V�.

- Irei amanh�. - N�o, agora.

- Por que?

- Molly, eu sou velho e tudo bem. Mas conhe�o o Duke e muitas mulheres...

...Sei como voc� �. � uma boa garota...

...Mas tome cuidado, para n�o machucar seu cora��o...

...O amor � o melhor do mundo. Mas este vaqueiro n�o � para voc�.

- Se pode gostar de um cavalo, pode gostar de uma mulher.

- Quer apostar?

- Aceito.

Segurou muito bem a vaca pelo pesco�o. E

est� aguentando perfeitamente...

Caiu no ch�o e conseguiu.

- Tome cuidado, n�o se aproxime da cabe�a,

porque � trai�oeiro.

- Que horas s�o? - Deve ser uma hora.

- Que horas s�o?

- Quatro e dez.

- N�o falta nem uma hora. disse que era �s cinco, n�o?

- Valeu, valeu.

- N�o se incline para a esquerda, tome cuidado.

- Tranquilo, obrigado.

- De nada, Duke. Sinto muito pelo Sammy.

- Me contaram do Sammy. - Sim?

- Quando saber� alguma coisa? - Logo.

O seguinte participante � Duke Hudkins. Eles

se colocam em suas posi��es...

...Cron�metros preparados, bandeiras acima...

...Estamos a ponto de presenciar um grande

espet�culo. Ent�o preparem-se.

- Pronto? - Pronto.

- Duke. Duke, Duke.

- O que aconteceu? - Sammy, Sammy...

- Sammy, o que?

Venha. L� vamos... Duke se lan�ou. Perfeito.

- Duke. N�o.

- Como esta?

- Est� bem. - Bem?

O m�dico disse que ficar� bom.

- Waco, est� bem. - Menos mal.

- N�o chore, Molly. Isto n�o � para

chorar. Vamos.

- Devolve o cavalo, por favor, Waco.

- Humboldt � um bom doutor.

- Sim, gra�as a ele Sammy est� bem.

- Se eu ficar doente quero que ele me trate.

- Vamos.

Motel Amaciam.

- Ol�, Garoto. Waco me pediu que lhe diga

que espera voc�s no restaurante...

...Tinha tanta fome que n�o p�de esperar.

- Uma amiga. - Encantada.

- Igualmente. - Tem algum quarto?

- N�o tenho nada, senhorita. - Oh. Esperava que tivesse algum.

- Oh. - Ser� s� por uma noite.

- Tem certeza? - Sim, amanh� vir� meu �nibus.

- Amanh� vem um casal mais ou menos as doze.

- As doze ent�o estarei fora.

- Esta bem.

- Mas se mudar de id�ia n�o poderei along�-lo.

- N�o meu �nibus... Tenho que...

- Oh. O quarto est� a�, perto do quarto do Duke.

- Obrigado.

- De nada.

- Quer jantar na cidade? - Mas, agora?

- � que Waco est� nos esperando. - Bom, eu queria ir mais tarde.

- Ou�a, Duke. Onde esteve? Estava esperando voc�s.

- N�o tenho fome. - Eu n�o acredito.

- Vamos comer aqui.

- Onde?

- Aqui. Vamos cozinhar algo caseiro para variar.

- Sim. - H� algum mercado perto?

- N�o. - Procure um, Waco. Eu vou me lavar.

- Vou pegar o carro.

- Vou em um minuto.

- Quatro costeletas de cordeiro.

- Sua vez.

- Me de quatro costeletas de cordeiro.

- Josefine, minha m�e � que mudada voc� est�.

- Bom... N�o me chamo Josefine.

- Mudou at� o nome, hein? Como � agora.

- Esta me confundindo com algu�m.

- O que aconteceu? - Esta me confundindo com algu�m.

- Se confundiu.

- Bom, quero quatro costeletas de cordeiro, estou com muita pressa.

- Claro, cordeiro.

- O que vai comprar para o Duke? - As costeletas.

- N�o comer�. - Sim comer�, eu preparo muito bem.

- Perd�o.

- N�o importa como as prepare, lhe atirar� na cara.

- Em mim n�o. Mais � melhor n�o faz�-lo.

Por seu bem

- Vamos ver. Mais.

- Quando comemos? Estou com fome. - Ainda n�o.

- Est� elegante, muito elegante. Mas tenho

que te dizer que n�o estou de acordo com isto.

- A que se refere? - A que vai jantar com ela.

- Terei que comer, n�o?

- Mas assim n�o. Te aviso de que essa garota �

muita garota.

- J� sei.

- Olhe, Duke, voc� � um cavalo

selvagem xucro..

...Mas n�o significa que sempre v� ser assim.

- N�o se preocupe. - N�o te conv�m...

- Lembra o que me disse? "As mulheres

s�o meias tr�s - quartos, ter� que trocar"

...Ela � diferente.

- Para jantar! - Ela � diferente e j� te dar� conta.

- Parece minha m�e.

- Pode entrar.

- Sente-se aqui.

- Por que? Est� pronto o jantar?

- Sim, mas pensei que pod�amos tomar algo antes.

- Cheira bem. O que voc� fez? - J� ver�.

- Bom, sa�de.

- O que �? - Suco de tomate.

- N�o parece. - � que preparo com suco de lim�o.

- Est� bom, certo?

- Sim. Se voc� gosta de suco de tomate.

- Esta com fome? - Para falar a verdade, sim.

- Pois vamos comer.

- Sente-se aqui.

- Quer?

- O que aconteceu? - Costeletas.

- Sim.

- N�o como costeletas. - Est�o boas.

- Vamos a cidade comer um bife. - Experimente.

- � que eu n�o gosto. Nunca comi.

- Por que? - Eu n�o gosto. Quero um bife.

- Ou�a, est�o boas.

- Viu? - T�m sabor de bife.

- Claro.

- Acho que dever�amos comer la fora.

H� mais luz.

- O que tem de bom a luz?

- Nada, s� que assim n�o cortarei um dedo.

- Tem mais cerveja? - Sim, vou buscar.

- Voc� tem tudo. - Obrigado.

- H� mais carne? - N�o, n�o, mas come da minha. Pegue.

- Coma as verduras, s�o boas.

- Vou servir a sobremesa.

- Bolo de ma��? - N�o.

- Pudim de arroz? - N�o. � outra coisa.

- Eu n�o gosto de nenhuma outra coisa. - por que?

- Porque nunca como outra coisa.

- Pois espero que voc� goste disto, porque cheira maravilhoso.

- O que �?

- Bom, para mim tamb�m ser� uma surpresa.

Eu comprei.

- Eu comprei. chama-se "p�r-do-sol do deserto". Lembra voc�.

- A mim?

- Quer o caf� agora? - Tanto faz.

- Parece ser bom, certo?

- Que rico.

- Est� bom.

- Duke.

- Bom, sempre estivemos juntos e passamos muito bem.

...Me v�m � cabe�a muitas perguntas.

- O que aconteceu?

- Duke.

- Toma um pouco de caf�, anda.

- Est� bem? - Sim.

- Deus, eu sinto muito. - Calma.

- � que... queria que tudo sa�sse bem.

- Vamos lavar os pratos e logo podemos falar e...

- Sim.

- Ser� um momento.

- Vamos, depressa.

- Duke, O que aconteceu?

- Eu estou b�bado. - O que?

- B�bado. N�o bebi nada, mas estou b�bado.

- Mas eu pensei que...

- Sei o que pensava, mas esta enganada.

...Acho que quer o que todas as mulheres.

...Mas comigo n�o, eu n�o sou assim.

- Como "assim"?

- N�o quero ser amarrado, a isso me refiro...

...Pode que funcione em sua cidade, mas aqui

n�o funciona.

- Mas...

- me deixe em paz. Deixe de tentar me amarrar.

- N�o tento...

- Eu vivo a minha maneira e n�o quero que ningu�m mude.

- N�o quero... - E n�o chore.

- N�o estou chorando. - Me deixe falar...

- Se quisesse ficar amarrado, lhe deixaria. Mas n�o

posso... N�o quero ficar amarrado!

Esta��o de �nibus de Gold City.

- Hein! Olhe.

- Molly. - Ol�.

- Oh. - Ol�. O que aconteceu?

- Que perdi o �nibus. N�o � t�o estranho.

- Estava t�o preocupada que nem imagina.

- Sim, at� ligamos para sua casa. - E eu paguei.

- Bom, espero que tenha valido a pena, como se costuma dizer.

- A que se refere com isso, senhor Lambert?

- A nada. Minha m�e que irasc�vel.

- Venha, Molly. Venha aqui.

- Me conte tudo. - N�o h� nada que contar.

- Claro, garanto que tem mil hist�rias.

- N�o acho.

- Todos a bordo. Vamos, rapazes, que ainda

temos muito por fazer e muito por ver.

- � um pesado, n�o? - Voc� nem imagina.

- Vamos, senhoras. Temos que ir. Venha,

vamos. V�o entrando...

...Vamos, rapazes. Partimos. Todos para cima.

...Temos que voltar para casa, sinto muito,

mas � assim.

...Vamos, amigos que ainda temos coisas para fazer. Vamos.

Esta��o de �nibus de Nova Iorque. Rainbow Tours Inc.

- Tudo chega a seu fim. J� estamos de volta,

senhores. Lembre-se disto:

...Lar, doce lar. Lar, doce lar. Escute o que te digo.

- Lar, doce lar. Como se foi,

senhora? Precisa de ajuda com as malas?

- Isto � o que mais gosto das viagens. Se

algum dia quiser tomar um caf�, me chama...

...Tem meu n�mero, n�o? - Sim.

- Bom, adeus. - Adeus.

- Molly!

- Deus. - Ol�, Malcom.

- Obrigado. Que bonito.

- Deus.

- Ol�, querida. Bem-vinda em casa. - Bob.

- Vamos, tenho o t�xi a� fora. - Eu cheguei primeiro.

- Eu disse que tenho o t�xi a�. - Eu n�o me importo.

- Olhe, gordo. - N�o volte a me empurrar.

- Empurrarei e muito se n�o me der a mala.

- Todo mundo est�o nos olhando, por favor.

- Se voltar a me tocar... - me d� a mala.

- Tenho que te dizer, Bob, que n�o

estou gostando.

- Acho que n�o esta me entendendo. Tenho o

t�xi a� fora em fila dupla.

- Eu n�o me importo que esteja em fila dupla.

Eu n�o trouxe.

- N�o trouxe o t�xi. - N�o, seu asqueroso t�xi amarelo.

- Sim, o t�xi � amarelo. Vamos daqui.

- Gregg, largue.

- Ou�a, um momento.

- Escutem, ou vamos todos juntos ou vou sozinha.

- N�o, Molly. Espere. - cheguei primeiro, Molly.

- Molly, n�o de aten��o a estes animais.

- Deixem ela em paz.

- O que faz aqui? Pensei que estava...

- J� sei o que pensava, mas estava errada.

- Um momento. - Bom, lhe conheci no Oeste.

- Des�a me, Duke. Quero...

...Quero que conhe�am meu amigo. Senhor

Hudkins, ele � o senhor Stone.

- Encantado. - Igualmente.

- O senhor, Hastings. - Ol�.

- E o senhor Scott. - Um prazer.

- Quem � este sujeito, Molly? - Acabo de dizer que...

- Quem �? - Pois... N�o sei.

- Duke, o que est� fazendo em Nova Iorque?

- Eu vim por voc�.

- Agora? - J�.

Chamando os passageiros do tour quarenta e

nove com o destino...

...a Arkansas, Phoenix e Los Angeles.

- J�.

- Um momento, B�falo Bill. - Bob, me deixe decidir eu sozinha.

- Onde acha que est�? No campo? - N�o, eu...

- Duke!

- Que tenham uma boa viagem.

- Um momento, n�o vou a nenhum lugar...

...O que aconteceu? Est� louco? Eu n�o tenho nem

voz nem voto?

...Te digo uma coisa, n�o penso subir em

um �nibus sujo. Acabo de descer de um.

...Na verdade, acho que n�o deveria nem pensar

em falar contigo, depois de...

.. N�o, estou falando s�rio. Se quiser nos sentamos

e falamos um momento.

...Mas n�o penso subir no �nibus. Olhe, se

quiser podemos conversar.

...Est� cometendo um grande erro, Duke.

- Ol�, ol�, ol�. Prestem aten��o um momento,

...n�o pe�o muito j� que voc�s ter�o a

minha durante os pr�ximos quatorze dias.

- Se eu mudar de id�ia, se quisesse voltar

contigo, n�o poderia. Perderia meu trabalho.

- N�o importa, tenho trabalho para voc�.

- Deixei o Waco.

- Tenho a sensa��o de que voc� n�o gosta,

certo, amigo? O que vou fazer.

- Tudo bem, senhoritas?

...Outra vez? - Ol�.

- Em dois minutos j� vamos, rapazes. N�o fiquem

impacientes porque se sentir�o mal.

...Neste �nibus estar�o muito c�modos. � o

ve�culo mais c�modo do mundo.

...Ser� a viagem mais c�moda e mais divertida e

eu me encarregarei disso.

...Venha, condutor, vamos.

- Arranca.

FIM

Tradu��o Elton Agosto 2010

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