All language subtitles for The Worst Witch - 1x02 - Selection Day Part 2.WebRip.pt

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Original subtitles

UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX

Ol�! Bem-vindas. Encantada!

Ol�, m�e.

Sim, j� cheguei. O feiti�o de transfer�ncia correu bem.

N�o te preocupes que eu estou bem. Tamb�m te adoro.

Ent�o?

Porque fez isso ao meu telem�vel?

Este tipo de aparelhos � proibido c�.

Mas prometi � m�e ligar-lhe sempre que poss�vel.

Est�s c� � experi�ncia

e, para ser sincera, duvido que chegues ao fim da semana.

Maud!

Foi sem querer. Desculpa!

"Desculpa" por teres vindo contra mim como um hipop�tamo desajeitado

ou por teres sabotado a minha prova de acesso?

Foi sem querer, as duas vezes.

- Maud. - Mildred!

Foi a tua m�e que tricotou esse cachecol?

Foi. Porqu�?

As faixas das equipas.

A cor da vossa equipa diz-vos o corredor dos vossos quartos.

Bolas, n�o fic�mos juntas.

Lamento. � a HB que decide.

- Mas v�s a tua faixa? - Sim! O que significa?

Que tiveste a melhor nota na prova de acesso e, por isso,

�s a chefe do primeiro ano.

A melhor?

Sendo um pouco mais precisa, foste a menos m�,

mas sim.

Parab�ns, Maud!

Chega!

Chegou a hora da atribui��o dos vossos familiares.

Familiares?

Os nossos gatos!

Maud Spellbody.

Como chefe do primeiro ano, tens o direito de escolher primeiro.

Escolhe bem, querida.

Escolho este.

Vou chamar-lhe Meia-noite!

Bom nome.

Muito bem, Maud.

E � t�o fofinho!

Tens o pelo muito macio.

Despacha-te.

E, por �ltimo, Mildred Hubble.

Prof.� Cackle...

- Despacha-te, Mildred. - Mas n�o h� mais gatos!

N�o faz mal, Hecate, apanhei-o.

Apanhei este pequenote a fugir.

Toma.

Mas ele...

Ele n�o...

Ele � malhado.

Malhado! N�o � um nome comum, mas serve.

N�o era isso que...

Prof.� Cackle, por favor, n�o posso ter um gato preto?

Mildred, batizaste-o de Malhado e agora � teu.

Desculpa, Malhado. A culpa n�o � tua.

Sei que n�o � o que esperavas,

mas s� uma bruxa tola julga pelas apar�ncias.

A� est�s. J� a trabalhar.

- N�o quero ficar para tr�s. - Mas � o primeiro dia!

Porque n�o relaxas um pouco?

Est�s com medo da concorr�ncia?

Desculpa?

Eu teria arrasado naquela prova e reduzido o teu recorde a cacos,

se n�o fosse pela Mildred Hubble.

Ethie, foi sem querer. Ningu�m teve culpa.

Porque defendes a Mildred? Foste tu que a mandaste fazer aquilo?

Eu? Porque...

Porque n�o queres que bata o teu recorde! Por uma vez na vida, eu seria a favorita.

- Eu receberia as vassouras da av� Hallow. - � s� por ser mais velha.

S�o passadas � filha mais velha h�...

... treze gera��es.

Exato! Sempre tiveste tudo.

Lamento que sintas isso, mas n�o � justo descarregares na Mildred.

Azar. A vida n�o � justa.

Se fosse, eu seria a mais velha e teria tudo aquilo que tu tens.

Agora, por favor, deixa-me continuar a estudar.

A primeira aula de voo e � com a Prof.� Hardbroom.

N�o posso voar � frente dela.

Vou chumbar e falhar a experi�ncia.

Mas j� voaste, lembras-te?

H� meninas que nunca montaram uma vassoura.

Desculpem o atraso! Desculpem.

Desculpe, Prof.� Hardbroom. Desculpe.

V�, vassouras no ch�o, primeiro grupo.

Agora repitam comigo, alto e bom som.

Paira.

Paira!

- Perfeito. - Boa! Consegui...

Consegui.

Paira! Mas que raio se passa com ela?

Nada! S� precisas de ser mais firme. Mostra a essa vassoura quem manda.

V�, rapariga, com alma!

Paira!

Bom, j� est� melhor.

Hora de come�ar a voar.

�timo, Ethel. Bela postura, tanto a tua como a do gato.

Meninas, fa�am como a Ethel.

Posso voar agora, Prof.� Drill?

Sim, voa l�.

Brux�stico, Ethel.

Meninas, viram o que a Ethel fez.

Deem uma pancada seca na vassoura e voem.

V�o.

V�o!

- Mildred Hubble! - � o Malhado.

- Despacha-te, rapariga! - Ele n�o quer mesmo.

Menos desculpas, mais altura.

Socorro!

- Maud! N�o! - Desculpa, Ethel, foi sem querer.

Os gatos est�o bem?

Voltaram para os vossos quartos, suas tolas.

� o que acontece quando nos desleixamos.

Haver� um teste especial de aptid�es b�sicas de vassoura

no final da semana para as meninas e os gatos!

Quem chumbar sofrer� as consequ�ncias e acho que sabem quais s�o!

Prof.� Hardbroom, n�o consigo. N�o at� ao final da semana.

O Malhado assusta-se.

Sabes o que � uma bruxa, Mildred Hubble?

Sabes o que uma bruxa faz?

Feiti�os?

Faz as vassouras voar?

Usa um chap�u pontiagudo?

Uma bruxa assume a responsabilidade.

N�o choraminga quando as coisas n�o lhe correm bem.

Uma bruxa faz as coisas correrem bem.

Acabou a aula.

N�o te preocupes. N�s ensinamo-lo. Encorajamo-lo.

Isso, Meia-noite.

N�o consigo.

V� l�, Malhado. Por favor!

Admite, Maud, ela � uma causa perdida.

Ela � a minha melhor amiga.

Lembra-te do que te disse sobre a Mildred.

Ela esfor�ou-se imenso. Merece uma oportunidade.

Eu sei.

Ena...

Na verdade, vou ajud�-la a treinar o gato.

Vais ajud�-la?

Pareces surpreendida. Sempre me subestimaste.

Um teste na primeira semana?

Temos de eliminar a mais fraca.

- A Mildred Hubble? - Quanto mais cedo, melhor.

Temos de pensar no que � melhor para a escola.

E quando � que n�o fiz isso?

Sei que me achaste branda com a Agatha, mas ela � minha irm�.

E tentou roubar-te a escola.

Que s� � minha porque sou a mais velha.

Se as coisas tivessem sido diferentes, achas...

Acho que j� temos chatices suficientes

para ainda estarmos a pensar nos "ses".

Millie, ouve...

N�o � justo ter-te calhado o Malhado. Ainda agora come�aste a aprender a voar.

Eu tenho imensa pr�tica. O que me dizes a trocar de gatos?

Eu nunca poderia aceitar.

Talvez mo possas emprestar algum tempo

para ele mostrar ao Malhado como se faz.

Ada, finalmente voltaste a falar comigo.

Como est�s, Agatha?

P�ssima.

Todos os dias a m�e me chateia e diz como sou m� filha e a desiludo.

- Parece que voltei � inf�ncia! - A nossa inf�ncia n�o foi assim t�o m�.

A tua talvez n�o, mas tu sempre foste a boazinha.

E de quem � a culpa?

� f�cil ser-se boa quando tudo te corre de fei��o.

Se fosse eu a mais velha, serias tu a estar aqui e n�o eu!

Semeaste os ventos, Agatha.

Eu sei e lamento.

Mere�o ser castigada.

Tiraste-me os poderes, mas, por favor...

N�o me podes manter aqui para sempre.

Mant�m-te na vassoura. Olha como o Meia-noite faz!

V� l�, Malhado. Tu consegues!

V� l�, Malhado.

Entre.

Que quarto t�o interessante. Sabias que j� foi usado para tralhas?

Sim, deves ter muito que gozar, mas agora estou um pouco ocupada.

Eu sei.

Vim ajudar-te.

Sardinhas.

� um truque antigo.

P�e um pouco na vassoura. Ajuda-o a ultrapassar o medo.

� um gato amoroso. Tem um pelo bonito e brilhante.

N�o tem culpa de ter riscas. Pois n�o, Malhado?

Porque est�s a fazer isto? Nem gostas de mim.

Sei que come��mos mal,

mas eu odiaria que fosses expulsa logo na primeira semana.

Tamb�m eu.

Boa sorte para amanh�.

Para ti tamb�m.

Mete menos medo quando � m�.

Malhado?

Malhado?

Ol�, Meia-noite. Viste o Malhado?

A� est�s tu. Pensava que te tinha perdido.

Sei o que sentes, mas fugir n�o adianta nada.

Temos de passar neste teste.

Boa posi��o lateral.

O gato mant�m um equil�brio perfeito.

Tu consegues.

E que bela viragem.

E o desmontar perfeito.

Nove? No primeiro ano?

Espero que n�o estejas a amansar.

Seguinte!

Descola!

Boa!

Um c�rculo no sentido do rel�gio, por favor, Mildred.

Agarra-te, Malhado.

E vira.

E no sentido contr�rio!

E aterra.

- Pass�mos! - Por pouco.

- Pass�mos! - Mildred, conseguiste.

�s morceg�stica!

- Significa "fant�stica". - Sou morceg�stica!

Maud Spellbody.

� a tua vez.

Descola!

N�o, Meia-noite. Para tr�s!

N�o, Meia-noite, n�o consigo ver o caminho.

Vamos...

Estou muito desiludida, Maud.

Espero que ser chefe de ano n�o te tenha subido � cabe�a.

A culpa n�o foi da Maud, mas sim do gato.

Curioso, ele nunca tinha feito isto.

Pois n�o.

Por que raz�o o gato da Maud gosta tanto de ti, Mildred?

N�o sei!

Malhado, �s tu?

Meia-noite!

Algu�m trocou os nossos gatos.

Pois foi.

Incompet�ncia � uma coisa,

mas batota � muito pior.

Acha que fui eu que os troquei?

A minha escola n�o � lugar para bruxas indignas de confian�a.

A tua experi�ncia acabou.

Vai para o teu quarto fazer as malas.

Malhado, tens de sair. Desculpa.

A culpa � minha.

Devia ter percebido que n�o eras tu.

N�o admira que a Maud n�o acredite em mim.

Desculpa, mas tinha de falar contigo.

- Tinha de te dizer. - O qu�?

Juro que n�o troquei os gatos. Eu nunca te faria isso.

Se tivesse de escolher entre ser bruxa ou tua amiga,

escolher-te-ia sempre.

N�o te preocupes. Eu acredito em ti.

A s�rio?

Sim. O feiti�o era muito avan�ado para ti.

E, seja como for, eu disse-te que os podias trocar. Se quisesses,

bastava teres dito que sim. Logo, deve ter sido outra pessoa.

N�o � dif�cil perceber quem.

A Ethel! Mas, ontem, ela tratou-me bem.

Isso s� por si j� � suspeito.

Agora, temos de o provar.

Anda, Maud.

O que procuramos ao certo?

Provas. Po��es, ingredientes, feiti�os.

Malhado, est� quieto.

Acho que ele encontrou qualquer coisa.

O qu�?

Uma lata velha de sardinhas.

� isso!

Cuidado.

Desculpa.

Para a Ethel lhes ter lan�ado um feiti�o, teria de enganar os nossos gatos.

Com algo irresist�vel.

Achas que enfeiti�ou as sardinhas?

S�o uma prova. Podemos lev�-las � Prof.� Cackle.

E se forem apenas sardinhas?

S� h� uma forma de descobrir. Ainda tem molho.

Eu provo. J� est�s em sarilhos suficientes.

- J� que vou ser expulsa... - Provamos as duas.

Um, dois, tr�s.

N�o sinto nada.

Calma. N�o entres em p�nico. Pequena luzinha, acende-te sozinha.

Mildred?

Maud?

�s tu?

E tu �s eu?

Eu sou tu e tu �s eu.

Que estranho.

- N�o roas o meu cabelo. - Desculpa.

Mildred Hubble, proibi-te de sa�res do quarto,

mas j� sabia que te encontraria aqui.

- Prof.� Hardbroom! - N�o me interrompas.

- O que lhe fez? - Mandei-a para o quarto dela.

Um feiti�o de deten��o mant�m-na l� at� amanh� de manh�,

quando ser� expulsa.

- Mas n�o � a Mildred! - N�o a tentes desculpar.

Est�s confinada ao teu quarto at� amanh� de manh�

e depois espero que fa�as amigas melhores.

Ol�! O que queres?

Mildred, est� na hora.

Ainda nem fizeste as malas.

E o que fazes com os �culos da Maud?

Preciso deles para ver.

Deixa-te de fingimentos, Mildred Hubble.

Porque odeia tanto a Mildred? Ela n�o tem culpa dos pais que tem.

Eu n�o te odeio, tonta, mas esta escola n�o � para ti

e n�o quero que arrastes a Maud Spellbody contigo.

- Maud Spellbody? - Sim, Prof.� Cackle?

Bem me quis parecer.

Este caderno tem uma lista de ingredientes para um feiti�o de troca.

De quem � esta letra?

Da Ethel Hallow.

� o que tenho tentado dizer.

Ethel, este caderno � teu.

Trocaste a apar�ncia dos gatos?

Sim.

Um uso t�o perigoso e negligente de magia p�s a escola inteira em risco.

S� me ocorre uma medida.

Sim?

Eu ouvi o que aconteceu. N�o expulsem a Ethel.

De certeza que... deve haver um engano.

N�o, n�o h� engano nenhum.

Fui eu.

Mas s� para ajudar a Mildred.

- O qu�? - O qu�?

Ajud�-la?

Sim.

Ela nunca passaria no teste com o Malhado, por isso...

Desculpa. Foi com a melhor das inten��es.

Ela est� a mentir! Nem gosta da Mildred.

N�o, n�o est�.

Ontem a Ethel disse-me que ia ajudar a Mildred com o Malhado.

Esmerelda, � verdade?

N�o est�s a dizer isso s� por a Ethel ser tua irm�?

� verdade. Juro pelo C�digo.

Porque ajudarias a Mildred Hubble?

Ela arruinou a tua prova de acesso.

Sim, mas eu estava enganada.

Ela errou. Merece uma segunda oportunidade.

As pessoas podem mudar. Olhem para mim.

- Eu mudei. - Mudou mesmo.

Muito bem.

Ethel, desta vez, est�s desculpada.

Obrigada, Prof.� Cackle.

Quanto a ti, Mildred, se quiseres, podes continuar c� � experi�ncia.

Sim, Prof.� Cackle.

Mas o gato tem de aprender a voar. � a nossa regra.

Sim, Prof.� Hardbroom.

N�o � propriamente elegante.

Mas o gato est� a voar na vassoura. � ineg�vel.

Admite, Hecate. A Mildred foi bastante inteligente.

Inteligente talvez,

mas n�o chega para fazer dela uma bruxa.

Legendas: Ana Filipa Vieira

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