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Original subtitles

Subrip: Pix Sincronia by DanDee

PROTOCOLO POLICIAL BREHNER SCHELL, ARQUIVO N�MERO 23KB11/02

AS IMAGENS FORAM FEITAS NA CENA DO CRIME NO CASTELO HOHNAU

Diga-me logo o que est� acontecendo.

Paci�ncia. Voc� logo descobrir�.

-Paci�ncia? -Sim.

Paci�ncia? N�o quero ter paci�ncia.

-O que estamos fazendo aqui? -Espere um pouco. Logo ver�.

O que � agora?

-Ainda tem lugar no carro? -Sim.

Oi.

-Oi. -O que est� havendo?

N�o pensaram que iam os dois sozinhos, pensaram?

Ent�o essa � a parte um da surpresa.

-Lukas ir� conosco. -� bom saber.

D�-me a c�mera.

Preciso gravar tal alegria imediatamente.

N�o poderia ter me dito antes que ele ia junto?

Lukas?

Isso faz parte do plano mestre.

Por que est� me olhando assim?

N�o fique decepcionada.

Poderia ter me contado.

-D�-me um beijo. -N�o.

Vamos.

Deveria estar feliz por nosso g�nio ter deixado o computador.

O g�nio e o lun�tico.

Que amizade.

Lun�tico? Quem, eu?

Markus, disse � Rebecca para onde vamos?

-N�o. -Nada?

N�o faz ideia?

Ela gosta assim.

Rebecca adora surpresas.

-Mais do que tudo. -Certo. E onde acha que iremos?

Como vou saber?

Por que n�o usa a imagina��o?

Iremos a uma pequena...

casa.

-Merda! -Caramba!

Merda! O que foi isso?

Cale a boca!

Ele mudou de faixa de repente! Imposs�vel! Droga!

Cara, foi por pouco!

Malditos motoristas de domingo.

Lukas nos conseguiu algo de novo.

Lukas nos conseguiu uma casa.

Na verdade, ningu�m pode entrar...

mas quem cuida � um amigo meu.

Est� dizendo que vamos invadir?

Tecnicamente n�o � invas�o.

� ilegal, certo? Quer dizer que os donos n�o sabem.

S� vamos usar emprestado. Cad� seu senso de aventura?

Essas chaves significam...

dez dias num castelo...

e s� n�s tr�s.

-O que diz? -Que tipo de castelo?

Voc� ver�!

Por que trouxe a c�mera grande?

N�o est� sabendo? Documenta��o di�ria. A �ltima moda.

Vou te dar a �ltima moda j� j�.

Rebecca, diga adeus � civiliza��o.

Parece que n�o estamos mais em Kansas.

Acho que temos de pegar a estrada de cascalho.

Tem certeza de que � o caminho certo?

N�o vejo uma estrada h� 30 minutos.

-N�o � demais? -� realmente um castelo!

Acha que eu mentiria?

Incr�vel.

E n�o mora ningu�m?

Est� vazio h� dois anos.

-� onde ficaremos agora? -Sim.

O que faremos aqui?

O que fazemos? Estamos inspecionando os dom�nios Rebecca.

Muito engra�ado.

Aqui est� o calabou�o!

Como sabe?

Calma, espere.

J� arrombou uma porta?

Est� maluco? N�o arrombaremos nada.

Agora contamos � Rebecca...

toda a verdade suja.

"Perto das 4h35 da manh� do quarto Advento, a pol�cia recebeu

uma chamada falando da descoberta de um corpo desfigurado no castelo Hohnau.

Era uma crian�a de seis anos coberta de sangue, deitada na neve...

em frente ao castelo.

At� agora, n�o h� explica��o l�gica

para os acontecimentos no castelo Hohnau.

Vozes, passos, barulhos e coisas se movendo sozinhas

fizeram das noites no castelo um pesadelo.

Disseram haver uma presen�a no castelo,

um ser paranormal que queria feri-los."

Conte o neg�cio dos pedreiros.

"Os pedreiros disseram ter ouvido vozes,

ferramentas sumirem e aparecerem em lugares inesperados."

Rebecca n�o parece muito impressionada.

Sabe que tenho medo dessas coisas.

Do que voc� tem medo?

� s�rio, querida.

N�o entendo nada dessas coisas psicocin�ticas, mas...

N�o sei por que me trouxe aqui.

-Poderia ser emocionante, n�o acha? -Acho que n�o.

Mas a hist�ria n�o terminou.

De acordo com a hist�ria, Conde Marian casou com a pr�pria filha,

resumindo, ele a estuprou,

e ela deu � luz uma crian�a deficiente...

ent�o ele as enterrou vivas no calabou�o.

Minha nossa.

-Em nosso calabou�o? -Em nosso calabou�o...

atr�s da porta trancada. Bem ali.

Pense que encontraremos algo aqui...

algo inexplic�vel, e que seremos os primeiros

a vivenciar algo assim.

Estou escrevendo, e voc�s trabalhando.

Est� fazendo um trabalho da universidade sobre isso?

E qual ser� o nome?

"Assombra��es e fen�menos paranormais...

do folclore europeu".

-Qu�? -Pode fazer isso?

Estudando antropologia, � permitido fazer isso.

Bem-vindo ao castelo da realidade.

Estou num castelo com meu namorado e o melhor amigo dele

e ele acha isso rom�ntico.

Quando Becky diz que n�o gosta de algo, acho que na verdade ela gosta.

Ela tem problemas para se expressar, ent�o...

ela realmente gosta.

Lukas!

N�o foi bacana?

Sim, foi �timo.

Uma boa experi�ncia.

Est� bem aquecida?

Est� tudo bem.

Boa noite, John-Boy.

Boa noite, Mary Ellen.

Boa noite, idiotas.

Meu nome � Rebecca Winter,

nascida em 29 de outubro de 1989,

e meu telefone � 017963764.

O que est� havendo?

Nada.

Tive um pesadelo.

Certo.

Tenho de fazer xixi.

Markus, preciso fazer xixi, acompanha?

-S�rio? -Sim, s�rio.

Tudo bem.

9 DE FEVEREIRO DE 2014 / DIA 2

-Presunto. -Presunto. Como sempre.

...nascida em 29 de outubro de 1989, e meu telefone �...

Bolinhos para voc� tamb�m?

Por favor. O que estava fazendo?

N�o sabe aquilo de que quando se tem um pesadelo...

voc� fala seu endere�o e data de nascimento

para voltar � realidade?

Isso ajuda?

-Markus, preciso fazer xixi. -Isso foi tao bonitinho.

Se gozar de mim agora, vou embora.

E os sandu�ches?

Belas vigas cruzadas, n�o? Rebecca?

Sim, �timas.

Uma �rea de fogueira para celebra��es.

� da �poca medieval, intocado.

Vai entrar em todos os c�modos?

Claro, somos os senhores do castelo.

-Sabe onde d�? -Deveria ter um s�t�o e uma torre.

Levando � c�mara das virgens, a sala de couro.

Espero que tenham uma cela acolchoada para voc�.

A mulher que matou os filhos...

se enforcou aqui nesse s�t�o.

Muito tranquilizador.

Veja isso.

Parecem ser os antigos habitantes.

� melhor do que ir �s montanhas, certo, Rebecca?

O topo da torre.

Aqui � onde aconteceu o grande evento. Onde ela matou as crian�as.

E por qu�? Os dois pequenos queriam queimar o castelo.

Com f�sforos.

Ela jogou a mais nova pela janela.

Eu preferiria que n�o me contasse essas coisas.

Preciso sair daqui.

O qu�? Becky...

N�o seja boba.

Vamos morar aqui agora ou n�o?

Tem sinal aqui em cima?

N�o, e voc�?

"Poltergeists normalmente s�o sutis no come�o...

e divididos em quatro partes para um melhor entendimento.

O primeiro est�gio � a sensa��o...

de estar sendo observado...

e ru�dos estranhos.

Est�gio dois: vento frio em c�modos fechados,

portas abrem e fecham.

Est�gio tr�s...

equipamentos el�tricos ligam e desligam sozinhos,

interruptores ligam e desligam.

Est�gio quatro...

h� princ�pio de fogo...

e objetos perigosos voando.

O poltergeist espalha medo e viol�ncia."

Acho que gostei do quarto est�gio.

Apesar de poltergeists n�o serem cientificamente comprovados...

uma coisa � certa: as pessoas os temem.

No passado, as pessoas tinham medo...

de magnetismo...

e da hipnose, que era considerado bruxaria.

O medo dos humanos...

no caso do castelo � tanto...

que num raio de 30 milhas...

desse castelo, n�o se encontra casas.

Por isso, ningu�m mora na regi�o.

Nem uma �nica pessoa.

Droga!

Markus, n�o ligo

de dormir no ch�o nem em gravetos,

mas qual � seu plano?

O que pombos fazem no por�o?

Poltergeists normalmente se apresentam atrav�s de ru�dos

ou de objetivos se movendo.

N�o me fa�a de besta.

Realmente n�o pensa que s�o fantasmas?

Legal, cemit�rio de pombos.

Aqui, mais um.

S� sei que algumas coisas estranhas aconteceram aqui.

Deve haver uma raz�o para isso.

Ela matou o marido no por�o.

As crian�as na torre e o marido aqui.

Uma mulher que nunca fora violenta.

E acha que isso tem a ver com o fantasma da casa?

Sim.

Que batida foi essa?

Caramba, Markus...

O que � isso?

-Essa n�o. -Que nojo.

-Voou de encontro � porta. -O qu�?

Veja isso.

Bateu aqui.

10 DE FEVEREIRO DE 2014 / DIA 3

Nossa!

Entre aqui.

O que � isso?

At� a fruta.

Inacredit�vel, estava tudo fresco.

Isso � nojento.

E quando acordei de manh�, a geladeira estava aberta.

O que �? Est� tentando me assustar?

N�o, mas � estranho, n�o �?

Espere, fa�a sil�ncio.

-Por qu�? -Ali.

Ouve esse barulho?

Ali.

O que � isso?

De onde vem?

Da parede.

Que barulho?

N�o est� ouvindo?

Agora parou de novo.

Ouviu isso?

Sim.

� a geladeira, certo?

Aqui tem uma hist�ria interessante...

de Esther Cox.

"A assombra��o por poltergeist de Esther Cox, 18 anos, come�ou em 1878,

ela morava no Canad�, Nova Esc�cia.

No come�ou, ouvia-se pequenos ru�dos, como um camundongo,

ent�o uma caixa come�ava a se mover no quarto dela

sem nenhuma raz�o �bvia.

Na noite seguinte, podia-se ouvir um enorme barulho

vindo do lado de fora."

Para explicar isso, a �nica coisa que se pode dizer �...

que essas atividades foram...

manifesta��es...

do subconsciente da Esther.

Ent�o me pergunto...

se um de n�s tr�s

atrair� coisas assim.

Lukas, n�o trouxe sua Ritalina?

Esqueci em casa.

Seu chato!

Cara!

Vou tomar um ar.

-Ei, espere! -Pode fazer isso com Markus.

N�o seja estraga prazeres.

Sei l�, n�o quero mais fazer isso.

Estamos aqui h� alguns dias e acho que j� deu.

Digo, vim aqui contigo e...

para ser franca, n�o � bem o que imaginei.

Achei que n�s dois ir�amos para longe.

N�o n�s e o Lukas.

� t�o ruim assim ele estar conosco?

S� n�o acho que � �timo.

Ele n�o � amigo meu, � seu.

Sim, mas n�o d� para pensar nas coisas boas?

E o que seria?

N�s estarmos juntos. Passarmos tempo juntos.

Estamos num local quase m�gico.

Olhe.

-O besta parou. -Verdade.

Becky?

Becky?

Quer brincar de esconde-esconde?

Quer brincar de esconde-esconde?

Rebecca!

J� n�o tem mais gra�a.

Rebecca, j� n�o � mais brincadeira.

Rebecca!

Caramba!

Onde estava?

Espere s�!

Como pode perder uma bola aqui?

Sei l�.

Simplesmente sumiu?

-Est� brincando com a gente? -N�o!

Pare�o estar?

Talvez tenha ido para a cozinha.

Isso � imposs�vel.

Markus, seu idiota!

Socorro!

Porra!

Droga!

Voc� � um imbecil!

Ouviu isso?

N�o sei.

Est� sil�ncio agora.

O que est� havendo?

Sente-se. Ouve algo?

-N�o. -Nenhum vento?

Nenhum ranger, nada, certo?

Certo.

Olhe isso.

Eco.

Merda.

Merda!

O que foi isso?

O que... foi isso?

Isso foi diferente, Markus.

N�o sei o que era.

Markus!

Est� tudo bem.

N�o vamos ao s�t�o, por favor!

Markus, espere!

-Espere! -Algu�m a�?

Tem algo errado aqui. Posso sentir.

Vamos descer.

-Por favor! -Quer nos dizer alguma coisa?

Markus, por favor!

-Por favor! -Tem algu�m aqui?

Markus, o que est� fazendo? Pare!

Fique quieta.

-Markus, vamos voltar. -Espere.

Por favor!

Ali. O qu�?

Espere.

Markus!

Markus, venha comigo.

Venha comigo.

Tenho de pegar a c�mera.

Venha logo!

Eu ouvi.

-Ouviu o qu�? -Sim.

Est� vindo de l�. Do calabou�o.

Markus...

Merda!

Meu Deus!

Fique quieta, acalme-se.

Markus, vamos.

-Vamos embora. -Querida, acalme-se.

-Por favor. -Isso s� quer nos assustar.

Tem algo aqui.

Est� ouvindo?

Markus, estou com muito medo.

Becky, � s� barulho. S� barulho.

Sonhei com coisas horr�veis.

Becky.

Sonhei que coisas terr�veis aconteceram aqui.

Nada acontecer� conosco.

N�o quero ficar aqui. N�o podemos ir?

Est� exagerando!

O fantasma s� quer se comunicar, n�o percebe?

Por favor!

Tenho de saber mais sobre ele. Principalmente agora.

N�o, ele quer nos machucar. Eu sei.

Becky...

Me d� mais alguns dias, certo? Alguns dias.

Est� claro para mim agora que essa casa tem um fantasma...

e que ele quer conversar.

Agora.

Cuidado, n�o pise nisso.

Para que depois ningu�m possa dizer que as batidas

vinham de ratos nas paredes, colocaremos armadilhas.

E agora...

feliz ca�ada.

N�o est� inventando isso por um acaso?

Como?

N�o sei. Acho que as coisas que acontecem aqui...

estranhas...

e � exatamente o que voc� leu.

O que quer dizer?

N�o quero te acusar, mas...

n�o est� tentando deixar

seu trabalho mais emocionante, est�? �s custas da...

Rebecca e de mim?

Ent�o estou matando minha namorada de susto?

Sei l�.

Se pensa isso, venha dar uma olhada nessas imagens.

Tenho algo para voc�.

E agora?

Espere s�.

Veja.

Ali.

-N�o est� falando s�rio, certo? -Estou.

Foi isso que aconteceu ontem � noite.

Aqui. De novo.

Acho que algo assim nunca foi gravado.

Isso � um truque.

N�o � um truque.

� exatamente o que aconteceu ontem.

E... a�.

O que foi isso?

O que foi isso?

Veio da cozinha.

Merda. Markus.

Becky.

Merda.

Elas s� ca�ram do �m�.

Merda!

Voc� sabe que n�o � verdade.

Querida.

Viu? N�o tem nada.

Est� aqui. Posso sentir.

Voc� n�o sente?

Est� aqui.

O que � agora?

-Aonde est� nos levando? -Espere e ver�.

Diga logo.

Fiz uma descoberta.

N�o acreditar� at� ver.

Apresentando... o lorde do castelo.

O pr�prio Conde Marian.

Inacredit�vel.

Realmente parece ser o t�mulo dele.

Por que ele iria querer ser enterrado t�o longe?

Talvez havia algo no castelo que o assustava.

Isso quer dizer que o que assombra o castelo...

o que ouvimos ontem � noite, � mais antigo que o conde.

Talvez tenha possu�do a condessa tamb�m...

e por isso ele a trancou.

Podemos voltar, por favor?

Sim. Vamos voltar.

Durma bem.

Certo.

Tem barulho vindo do s�t�o. Os outros est�o dormindo.

Ol�?

Apare�a.

Pode me dar um sinal de que est� aqui?

Estava fazendo barulho alto aqui da �ltima vez.

12 DE FEVEREIRO DE 2014 / DIA 5

Ouvi claramente ontem.

Todas bateram. Todas ao mesmo tempo.

Meu Deus. Imposs�vel.

Como p�de acontecer?

E n�o tem nada em nenhuma?

Deve ser um rato bem esperto ent�o.

Acha isso engra�ado? Vai se ferrar.

Escovando os dentes. A��o. Primeira grava��o.

Toma banho pelada?

� claro.

Ent�o quero filmar.

-Me conhece pelada. -Um pouquinho do quadril.

Mas a c�mera n�o conhece. Eu conhe�o, mas... meu Deus.

Abra a porta!

-Querida! O que est� fazendo? -Pare!

-Deixe-me entrar! -N�o agora.

Pare! N�o me toque. Deixe...

-Markus! -N�o agora.

-Vamos conversar, por favor. -D� para me deixar...

D�-me dez minutos. S� dez.

Lukas! Desligue a c�mera!

Essa � a c�mera escondida.

-Fale comigo! -Voc� sabe o que h� ,voc� viu!

Tem algo aqui. Tem algo!

Sim, por isso quero ficar. Est� ficando emocionante.

Quero saber o que �.

Ele quer ficar.

Sim, entendo que est� assutada, mas confie em mim...

n�o temos que ter medo de nada.

Isso � uma besteira.

N�o h� perigo. N�o temos de ter medo de nada.

Ela quer ir embora.

-N�o temos nada a temer. -N�o est� com medo?

N�o, n�o estou. De qu�? De algo que n�o conhe�o?

Sim, n�o podemos saber o que �. Isso n�o � brincadeira. � s�rio.

N�o � algo qualquer.

E � por isso que acho interessante.

-Quem est� vencendo? -E � por isso que temos de ficar.

Agora algo veio, apareceu.

N�o podemos ir embora.

� a nossa chance! Garanto... eu prometo...

que n�o estamos em perigo.

Sonhei com isso.

O qu�?

Com isso.

Merda.

Que merda � essa? Estava nos filmando escondido?

-Como um espreitador? -Que foi? Achei que filmar�amos tudo!

N�o me fode, Lukas! E fique fora da minha vida particular.

A assombra��o e o fato de sua namorada estar pirando

� o que chama de vida particular?

Que diabos est� havendo aqui?

Voltou do por�o escuro?

Voc� tem a boca grande.

Puta merda!

O lustre!

Porra!

Droga!

O que � isso?

Merda!

Estamos procurando h� uma hora!

N�o acha que encontraremos algo?

� s� um pressentimento.

Sabe o que dever�amos ter feito?

Dever�amos t�-la acordado.

Fique quieto.

Tem um barulho de bipe.

Merda, pode deixar.

Isso � assustador, cara.

� realmente assustador.

Sim, eu esperava que isso acontecesse.

Ela jogar nossa c�mera fora e agir como se nada tivesse acontecido?

Isso � anormal!

N�o viemos aqui filmar algo normal.

Est� ficando interessante.

As pegadas levam at� o saco de dormir dela.

Ela andou descal�a no frio.

Est� ficando louco demais para mim.

Lembra do que aconteceu ontem � noite, Becky?

Sonhei que...

h� algo aqui no castelo.

Lembra de se levantar?

N�o, Markus.

Voc� sonambulou.

Diga novamente o que me disse.

-Voc� disse para mim h� um minuto. -N�o, cara.

Por qu�? Por causa da c�mera?

N�o, n�o direi.

S� quero documentar.

N�o.

S� isso.

Markus, eu disse n�o.

Voc� acordou e ouviu uma voz bem perto do ouvido.

O que a voz disse?

Rebecca.

Estou cansando dos seus jogos.

Isso � tudo que sabe fazer?

Certo.

Nada mal.

N�o tenho medo de voc�. Ouviu?

Isso � um truque.

Primeiro registro.

1h14 da manh�.

Caramba, voc� est� bizarra.

N�o a acorde!

Caramba!

14 DE FEVEREIRO DE 2014 / DIA 7

A bola estava ali?

N�o mudei nada. Estava assim.

S� quero saber como ela abriu a porta.

N�o sabemos se foi ela.

Sim, claro.

Tem algu�m aqui?

Tem algo a nos dizer? Algo que podemos gravar agora?

Markus, n�o est� falando s�rio, n�?

Isso deveria ser um sinal?

Percebeu algo? Est� falando com a parede.

Acha que tamb�m n�o foi a Rebecca?

Ou tem alguma explica��o normal?

Becky...

Acha que ela ainda est� do nosso lado?

Dos saud�veis?

Essa � minha pesquisa.

S�o desenhos de crian�as.

Como se ela desenhasse os pesadelos.

Isso � muito assustador, cara.

Quando ela fez isso?

Deve ter feito ontem � noite.

Os pap�is estavam na mesa ontem.

O que est� fazendo, Becky?

Claro, ela dormiu o dia todo, tem energia para fazer isso de noite.

Olha s� isso, ela ficou completamente insana.

Ei, Branca de Neve...

-Ei! O que est� fazendo? -Cara, eu sei o que est� acontecendo.

N�o a acorde.

Tem certeza de que ela est� dormindo?

Que droga � essa? Fique longe dela.

Meu nome � Rebecca Winter...

nasci no dia 29 de outubro de 1989 e meu telefone � 017963764.

Sim?

Becky, o que � isso?

O que � isso?

Merda!

-A porta est� fechada? -Qu�? Sim.

O que � isso?

-Puta merda! -Merda!

O que foi isso?

Est� l� em cima?

Apare�a!

Vamos!

Markus...

Ainda est� aqui.

Tem algu�m aqui?

Deve ter algo aqui.

Ainda est� aqui.

Est� ouvindo alguma coisa?

Ouve isso?

Merda, cara! Que merda!

O que est� acontecendo aqui?

Est� com medo?

Que pergunta idiota.

Tem algum problema conosco?

Algum problema em estarmos aqui?

N�o estamos com medo, se � o que pensa.

A chave do carro sumiu.

Rebecca disse que est� na bolsa que foi arremessada pelo c�modo.

Tem explica��o para isso, professor?

-Ouviu isso? -O qu�?

Aqui na est�tica.

� uma voz, certo?

� exatamente o que eu te disse, n�o �?

A�.

Tem explica��o para isso, professor?

-� est�tica normal. -O qu�?

Sim, est�tica normal.

N�o est� falando s�rio, n�?

N�o ficarei aqui. N�o quero mais ficar, beleza?

-Certo, quer ir embora? -Eu... preciso...

-E como quer ir embora? -A p�.

O que faremos se n�o encontrarmos a chave do carro?

-Rebecca n�o aguentar� essa. -Ent�o ela ficar�!

N�o adianta perdermos a cabe�a.

Mantemos a calma. Ficamos um pouco mais.

15 DE FEVEREIRO DE 2014 / DIA 8

Pois bem, divirta-se.

N�o preciso disso.

Uma coisa est� clara, n�o voltarei para l�...

mesmo que eu tenha de andar 12 milhas pela floresta.

Acharei uma estrada em algum lugar.

Sei que n�o est� dormindo.

Voc� n�o me engana.

N�o me engana, cora��o.

Mane. Mane. Mane.

Mane.

Rebecca!

Rebecca!

Becky!

Merda! Merda!

Becky!

Rebecca!

Rebecca!

Becky!

Merda! Droga!

Rebecca?

Becky, o que est� fazendo aqui? O que est� havendo?

Querida.

O que faz aqui fora?

Querida, vamos.

Mane. Mane! Mane!

-Mane. Mane! Mane! -Rebecca!

Mane! Mane!

-Mane! -Becky!

N�o!

-N�o! N�o! -O que aconteceu, Becky?

-Isso � muito ruim. -O qu�?

Becky, o que h� contigo?

Sonhei que voc� estava coberto de sangue.

Est� tudo bem.

-Venha, vamos embora. -N�o.

-Venha, agora. -N�o quero voltar!

-Vamos embora. -N�o quero voltar!

N�o, n�o quero.

-Por favor, Markus! -Est� tudo bem.

Querida, venha comigo. Est� tudo bem. Estou aqui.

Markus...

� muita loucura, inacredit�vel.

Espere.

O que �?

Que merda louca � essa?

Aqui. D� uma olhada no espelho.

Por que espalhou tudo aqui?

Eu?

Tamb�m est� enlouquecendo?

Quer me foder?

O que fez aqui?

Acha que sou louco agora?

Como vou saber?

-Voc� � doente! -Markus, acha mesmo...

Quer assustar a Rebecca?

-Por que est� fazendo isso? -O qu�?

Pergunte � sua namorada.

-Voc� estava aqui! -�? E onde voc� estava?

-As cadeiras, as mesas. -Isso significa "manh�" em latim.

Meu Deus... cara...

D� o fora.

Isso � da floresta. Adivinhe quem trouxe?

Qual �?

Acho que a Rebecca pirou de vez.

-Recomponha-se. -� verdade.

Ela � minha namorada.

Devo dizer que arrumou uma �tima namorada.

Nem voc� pode ser t�o cego.

Ficou maluco? N�o viu como ela est�?

Tem de for�ar mais a barra?

Vamos parar. Assim que clarear, vamos embora.

Becky!

Lukas! Lukas!

Rebecca? Becky!

Becky.

Querida.

Lukas!

Lukas!

Cad� voc�? Ei!

Ol�! Ol�!

Cad� voc�?

Querida, cad� voc�?

N�o!

Rebecca? Lukas?

Lukas!

-N�o! -Becky!

-N�o! -Deus, Lukas!

-N�o! -O que est� acontecendo?

-N�o! -O que est� acontecendo?

-N�o! -O que foi?

Por favor, eu n�o.

Quero sair daqui. Quero sair daqui.

Lukas.

Por favor, meu Senhor...

-N�o... -N�o!

Lukas!

N�o!

Meu Deus! Meu Deus!

N�o! N�o.

Meu Deus.

Vamos. Vamos!

Rebecca?

-Markus? -Porcaria!

Markus! O que voc� fez?

Subrip: Pix Sincronia by DanDee

O CORPO CARBONIZADO ENCONTRADO NO CASTELO

FOI IDENTIFICADO COMO LUKAS SCHELL.

REBECCA WINTER FOI ENCONTRADA CONFUSA

EM UMA FLORESTA PR�XIMA AO CASTELO HOHNAU.

EM 17 DE FEVEREIRO DE 2014.

ELA CONTINUA INCAPAZ DE SER QUESTIONADA AT� HOJE.

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