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Original subtitles

UMA SÉRIE NETFLIX

Por favor!

Por favor, eu não vi nada!

Agora eu não conto nada, por favor!

O que que é isso?

Me deixa, por favor!

Por favor!

Eu não aguento mais!

Por favor! O que que é isso?

O que que é isso? Por favor!

O que que é isso?

Eu não aguento mais!

Não!

Não, não, não! Por favor, não!

Não!

A gente se vê na próxima vida.

JUDITH PARA SEMPRE

Você tá há tanto tempo na cama que tão achando que tá doente.

E eu tô.

- O Ulisses quer te fazer uns testes. - Quê?

- Que tipo de teste? - Eu não sei.

- Se você fingir, tudo vai ficar bem. - Não quero sair da cama.

Zoa, ei…

Temos que ser mais inteligentes, não podem suspeitar que sabemos de algo.

- Você quer acabar como a Judith? - Eu não sei.

Eu tô com medo.

Atenção! O ônibus procedente de Barcelona

está prestes a parar na plataforma número três.

- Oi. - Gabi?

- Você é parecida com a sua irmã. - É mesmo?

Os caras disseram que ainda tinha gente na ilha.

Difícil acreditar que não dá pra achar no mapa.

Não deixaram a gente levar o celular.

Quando perguntávamos onde estávamos, sempre diziam a mesma coisa

que era uma experiência imersiva pra aproveitar ao máximo.

E você aproveitou?

A verdade é que sim.

E além disso conheci a sua irmã.

E aí? Você ficou com ela?

Foi só um beijo.

Falou com a polícia?

Uhum, mas acham que ela sumiu porque quis.

- "Esquilinha"? - Para!

- Ela é a única que me chama assim. - Ninguém mais?

Ninguém.

Então a mensagem é verdadeira.

A Jéssica tá ficando cada vez mais nervosa.

Escuta!

O quê?

O silêncio.

Tá ouvindo?

Sempre que tem uma tempestade de raios, fica um silêncio total.

A última foi horrível.

Não foi, Ulisses?

Verdade.

Um raio causou um incêndio e 400 hectares de terreno foram destruídos.

Essa tá bem parecida.

O que você acha, Zoa?

Eu não sei de nada.

E o que você sabe?

Saul, examine bem,

acho que tem alguma coisa errada com ela.

Alguma tristeza recente?

Ela tá ótima.

Só a pressão que tá um pouco alta.

Não se preocupe, eu cuido dela.

Postei uma foto trabalhando aqui e veio um convite pro Éden logo depois.

Você ainda tem esse convite?

Sumiu!

Quando entrei nas redes sociais, o convite e o vídeo promocional tinham sumido.

Gastam a maior grana pra levar pessoas pra lá e mantêm segredo?

Disseram que iam lançar uma bebida chamada Blue Eden.

Todo mundo pensou que era figurante de campanha publicitária,

mas só deram a garrafa pra quem acendeu a pulseira.

A minha não acendeu, a da sua irmã, sim.

"Blue Eden bebida", a busca não dá nada.

- Não sei se ajudei muito. - Não, eu precisava saber mais.

Pena que precisa ir embora.

Um amigo meu vai dar uma festa em Etxekalte, um lugar perto do porto.

Deixa pra próxima.

A gente se vê, Esquilinha.

Esquilinha…

- O que aconteceu? - Espera aí!

África,

ontem eu vi uma coisa horrível.

O que foi que viu?

Ué, você não tá mais usando a pulseira?

Não, eles tiraram quando assinei o contrato.

- Mas, me conta, o que você viu? - Você não devia ter assinado nada.

Tô interrompendo?

- Não? Tudo em ordem, Zoa? - Tudo perfeito.

- Ótimo. - E essas flores?

Ah, você gostou?

São diferentes.

São lindas, olha!

Que noite mais estranha!

- Não? Tá. - Uhum.

Deixei a porta da casa aberta, você pode entrar quando quiser.

Tchau, tô indo.

E aí? O que queria me contar?

Toma cuidado.

Tá vindo uma tempestade.

Código azul!

Todos se abriguem no módulo um.

Código azul!

Todos se abriguem no módulo um.

Código azul! Todos se abriguem no módulo um.

Código azul! Todos se abriguem no módulo um.

O Ulisses tá organizando o confinamento.

- Você foi ver o Isaac? - Fui.

Disse como estão as coisas.

Ele tá bem ansioso.

- Será que ele tá orgulhoso de nós? - Ah, sim, com certeza!

- Sim. - Hum…

Você lembra que dia é amanhã?

Hum…

15 anos juntos.

15 anos…

E te amo como no primeiro dia.

Astrid, temos visita.

Deve ser importante pra você pedir pra me ver.

É sobre a Zoa.

Não gosto da atitude dela.

Ela tá sempre alerta, sempre na defensiva.

- A gente nunca sabe qual é a dela. - Ela é inteligente.

Ela é perigosa.

Quero a sua autorização pra vigiá-la.

- Você gostou dela? - Não é isso, Astrid.

Você tem uma grande concorrência no Nico.

Tudo bem, se aproxime dela.

Hum?

Bel…

Gostaria de te ver sorrindo uma vez.

Obrigada.

De nada.

Uma costela quebrada, tá vendo?

Suas vértebras torácicas levaram um baque.

Por sorte não pegou a cervical.

É grave ou não?

Cinta e repouso.

- Vou precisar de um relatório médico. - Relatório?

Não precisa disso.

Preciso de um relatório, sim.

Pra processar vocês!

Temos um seguro que cobre tudo isso.

Não é preciso nenhum relatório.

Vocês não têm uma agência de turismo?

- Quero voltar pra casa, entendeu? - Com a Jéssica perto? Não é boa ideia.

Que Jéssica? Não conheço nenhuma Jéssica!

- Ei, o que é isso? - Sedativo.

- Não, não quero sedativo nenhum. - Esse tipo de fratura dói.

Se preferir passar a noite sem nada, à vontade.

- Tá, manda. - Você vai me agradecer.

Ai!

Ibón,

você tem que vir comigo.

Como tá o Charly?

Ele vai sobreviver. Vamos!

Eu não acredito!

Ela tava aqui! Eu juro!

Eles levaram ela, levaram ela!

- A Judith? - Sim!

Ela tava aqui! Ela tinha um machucado na cabeça

e tava pelada, tava coberta com um lençol e com o braço azul.

E ela tava num barco.

Como assim num barco? Não faz sentido, aqui não tem água.

Faz sentido, sim!

Não tem água agora, mas, quando a maré sobe, tem.

Foi o que o Nico me falou.

Zoa…

Você não tá mentindo pra mim, né?

Por que eu ia mentir?

Sei lá, pra me colocar contra a fundação.

O Charly tem razão sobre a lavagem cerebral.

Olha, Zoa, acho que isso aqui já tá um pouco de mais pra mim, é sério.

Ah, e pra mim não? E isso?

Pode me abandonar também.

Zoa, você lembra em que posição tava a cabeça da Judith?

Eu não sei.

Zoa!

Tenta lembrar, é importante.

- Esquerda ou direita? - Não sei!

Patinir…

O que você viu foi a representação de um quadro.

Eles queriam que você visse ela assim.

O quê?

Quiseram te assustar.

Onde cê tava?

O Ibón tinha que saber da verdade, igual eu.

Levou ele na caverna?

- Não acredito que fez essa besteira! - E não acredito que ela não tá lá.

- Como? - É isso.

Nem ela, nem o barco e nem aquela parafernália toda.

A maré deve ter levado o barco.

Não sei se levou ou não, mas ela não tava lá.

E por que você confia tanto no Ibón?

Eu confio porque ele é uma boa pessoa.

Pena que essa confiança não seja mútua, né?

Ele te contou que tava pensando em ficar no Éden?

Não.

Você descobriu junto com todo mundo.

Aonde vocês foram?

Você e a Zoa?

Dar uma volta por aí.

Na tempestade?

Sim.

Loira?

Não pode ficar aqui.

E você pode?

Como é que não tem medo dos raios?

Eu tenho medo de outras coisas.

Tipo o quê?

- Foi mal, eu não tô a fim de falar. - Tá.

Você prefere falar com o Nico, né?

Se eu fosse você, não confiaria nele.

O Nico é seu elo.

Meu o quê?

Sua conexão com o Éden.

Não sei do que você tá falando.

É a pessoa que te liga a esse lugar.

Afaste-se do Nico.

Porque não vou ter mais outra chance de te avisar.

QUER VIR AO PARAÍSO?

Difícil acreditar que não dá pra achar no mapa.

Não deixaram a gente levar o celular.

É…

Uma passagem pra Barcelona, só de ida.

Postei uma foto trabalhando aqui e veio um convite pro Éden logo depois.

QUER VIR AO PARAÍSO?

Eu sei que isso é uma merda, mas segura a onda.

Eu tô com você.

Quer comer alguma coisa?

Eu vi que tem mirtilo.

Nico, você é o meu elo?

Como assim?

Quero saber se te escolheram como meu elo aqui.

Olha, eu não tô entendendo, Zoa.

"Elo"?

- De onde tirou essa palavra? - É.

Igual a Alma é pro Ibón, e o Erick é pra África.

Com quem você falou?

Com ninguém, deixa pra lá.

Onde você aprendeu essa palavra?

Melhor conversar depois.

Eu vou comer alguma coisa.

Começou a coçar…

- O corpo inteiro. - É verdade.

Se tivesse dito, eu emprestaria um dos meus cremas.

- Agora foi. - Licença?

- Paciência. - Sim, claro, entra.

- Desculpa a interrupção. - Qual o motivo da visita?

Vamos pro escritório.

É a Zoa. Não tá funcionando.

Não é uma coisa pra você decidir.

Tentei, juro, muito mais do que com qualquer outra garota.

Você fez o que eu disse?

- Ela viu a amiga? - Ontem.

Mas ela não tá reagindo como o esperado, não tá assustada.

Pelo contrário, ela tá falando.

- Falando? - Tá fazendo perguntas.

Tem alguém ajudando, tenho certeza.

Tem uma prova do que está dizendo?

- Ainda não. - Nico…

Você sabe que não gosto quando você vem com suspeitas infundadas.

A Zoa perguntou se eu sou o elo dela.

Como foi o teste de hoje?

- O Saul aprovou. - E você?

Não se preocupe, a decisão é minha, mas quero saber sua opinião.

Eu acho que ela não vale a pena.

Tá bem.

Porque, se a flor não quer crescer, é melhor arrancá-la pela raiz.

Ulisses, vá pegá-la.

- Não, peraí! Que que você vai fazer? - Obrigada, Nico, pode se retirar.

Não precisa tomar uma atitude drástica, a Zoa é uma boa pessoa.

Não vou esquecer que isso também é responsabilidade sua.

Você acha?

África, sai!

- Quê? Pra onde? - Não sei, pra baixo.

Eu prefiro ficar aqui.

Se ela for discreta, eu acho que tudo bem ela ficar, né?

Sim. E aqui é a casa do Erick também.

- Se ele achar… - Erick!

Não é hora de discutir.

Tá, eu acho melhor você…

Zoa.

Vem comigo.

Calma, Zoa.

É só uma conversa de alguns minutos, nada de mais.

O que você acha do Éden?

Você gosta do lugar?

Gosta de nós?

Hum…

Sim.

Agora responda de um jeito que pareça convincente.

Olha, o que a Astrid que dizer é que…

Você tem estado meio fora de foco

nesses últimos dias.

- Só tô cansada. - Ah, que isso…

Seja sincera, Zoa, não julgamos ninguém aqui, hum?

Tem alguma coisa que queira compartilhar conosco?

O que é isso, outra avaliação?

Já não tiveram o suficiente?

Se quer saber mesmo a verdade, você não colabora muito.

Nós estamos abrindo as portas desta grande família, Zoa.

Isso não é uma família.

É um sequestro e vocês nem querem falar o porquê.

É do nosso interesse que os membros do Éden se sintam bem.

Isso inclui você também.

Não devo nada a vocês.

Eu não escolhi estar aqui, ficar presa.

E a Judith?

Porque a Judith só queria viajar com sua amiga, não é?

Mas tem um problema.

Você leu bem o contrato?

Brenda, lembra o que tinha no contrato?

Que é proibido trazer acompanhante.

Por que isso agora?

Vem!

Mesmo assim você decidiu que a Judith te acompanharia.

- Você desobedeceu o contrato. - Não.

- Ela quis vir. - Não minta.

Hum? Zoa, não minta.

Você foi avisada da proibição quando embarcou.

E você disse o quê?

Eu não lembro.

- Você não foi convidada. - Como não? É claro que sim!

Tenta de novo, essas coisas sempre falham.

Vai embora, por favor! Próxima.

Se ela não for, eu também não vou.

Nessa hora, a Judith podia estar em casa tranquila.

Ou numa festa com amigos.

Ou estudando pra uma prova.

Mas onde a Judith está agora?

Diga.

Morta.

Sei que é difícil, Zoa, mas de quem é a culpa?

Da Judith ter vindo a esta ilha?

Minha.

A culpa é minha.

Eu queria sair de casa.

Queria esquecer de tudo.

E aí eu contei pra ela.

Ela não devia ter vindo.

Onde você ouviu a palavra "elo"?

O Aldo me falou.

Ele escutou alguém falando.

Brenda!

Desculpa!

Desculpa…

De verdade, eu sinto muito.

Você tem razão.

Eu mereço este castigo.

Eu posso me esforçar.

Posso…

aprender a valorizar esse lugar e…

eu só preciso de uma oportunidade.

Acontece que já te demos várias oportunidades e…

é muito difícil acreditar que dessa vez dê certo, Zoa.

Eu vou provar pra vocês!

Eu…

quero viver no Éden.

Quero ser uma boa filha pra vocês.

Sei que não vai voltar a me decepcionar.

Não é?

Zoa, você tá bem? Por que te mandaram subir?

- Te fizeram alguma coisa? - Não, nada.

Nada?

Eu fiquei superpreocupado.

Eu falei pra você tomar cuidado.

Tá tudo bem.

Eu vou tirar você daqui.

Eu te prometo.

Pode vir aqui.

- Aqui. - Sim.

O que vai querer?

Assim.

Eu quero deixar assim.

Você tinha razão, Zoa.

Não podemos confiar em ninguém.

Vou seguir os seus passos pra te encontrar e podermos ficar juntas de novo.

Além disso, parecer com você não é tão ruim assim.

Tinhê!

Muito bem!

Continuem.

Sem baixar a intensidade.

Com esse exercício,

vamos recuperar a energia

que saiu da nossa esfera de luz

e, dessa forma, ela vai voltar ao nosso corpo físico.

Uh!

Ai, caralho… Que susto, porra!

Tudo bem? O raio te deu poderes, ou o quê?

E você, hein? Veio aqui fazer o quê?

Decidiu dar um tempo pra vir encher o meu saco?

Hunf…

Vai ver se não tem ninguém transando lá embaixo.

Uau! Tô vendo que não precisa de companhia.

Não! Espera, era brincadeira, por favor…

Por favor, me tira daqui, eu tô de saco cheio.

Não pode.

Tem que fazer repouso, ordens do médico.

Ah, que isso, vai! Todo mundo tá dormindo.

Além disso, você pode andar aí como bem entende, né?

Hum…

Vai, por favor.

A Astrid e eu ainda temos a mesma opinião sobre você.

Te adoramos.

A Astrid não gosta de mim nem a pau.

Ela me expulsou, é óbvio que não quer que eu fique perto de você.

Vocês ficam lá embaixo, e nós em cima. Sempre foi assim.

Eu tô me sentindo muito idiota.

Porque por um momento achei que eu era especial.

Pra mim, você é.

- Assim como todos. - Como todos.

Maravilha! Então ninguém aqui é especial.

Olha, África, pra isso dar certo é preciso haver uma hierarquia.

Você notou os pulsos dos seus colegas, né?

Sim, eles têm as estrelas.

Isso, alguns têm duas estrelas, são as pessoas de confiança.

Aqui por exemplo.

Olha, quantas tem?

- E o que fazer pra conseguir as estrelas? - É o que todos querem saber.

Depende de cada um.

Agora o Ulisses vai ter três estrelas.

Ele está conosco desde o começo.

Então vocês nos marcam conforme a nossa utilidade.

- Não é uma marca, é uma insígnia. - É só uma tatuagem.

O quarto de hóspedes está livre.

Uhum…

É, mas eu vou acabar subindo.

Por mim mesma.

Antes do que você imagina.

É assim que eu gosto.

Eu fiz o que pude com a Zoa, mereço mais a promoção do que qualquer um.

A ordem é clara.

Consiga resultados que você ganha a estrela.

Parece bem fácil, né?

Eu ia adorar te ver tentando, ainda mais com esse seu charme natural.

Você tem que se esforçar mais.

E eu acho que você tem uma rival.

- O que falou com o Ulisses? - Nada.

Tá. Conseguiu descobrir o que fizeram com o corpo da Judith?

Você não encontrou ela por acaso, né?

Você sabia que tinham matado ela.

Ninguém liga pra porra da Judith!

Ela tá morta!

Aceita logo e não enche o meu saco.

Não brinca!

- Você mora aqui? - Nada mal, né?

Caralho…

E eu dividindo o quarto com dois manés, não acredito!

- E aquela luz vermelha ali, hein? - Não é da sua conta.

Desculpaí.

Toda misteriosa ela…

Ai, cuidado, porra!

Ainda tá doendo.

Ei, você vai me deixar aqui sozinho?

Você manda bem pra caramba, hein?

Cadê o seu drone? Quero falar oi pra ele.

Droninho!

Droninho, vem cá!

Droninho, tenho uns petisquinhos pra você.

Aqui, é outro tipo de remédio.

Poxa, nem pra coar meu suco?

Tô brincando, tá ótimo.

E aí?

Como é que a gente vai fazer?

- Onde é que você vai dormir? - Hum…

- Eu não tô com sono. - Eu também não.

Mas a gente não cabe aqui junto.

Acha que eu trouxe você aqui pra ser sua enfermeira?

Ah, não?

Você tá muito estranho hoje.

No que você tá pensando?

É a Zoa.

Ela tá obcecada com a ideia de que a fundação matou a amiga dela.

Mas é uma ideia absurda, né?

Alma, por favor, diz que é mentira!

Alma?

Ibón, você ainda é novo aqui.

Você vai entender depois.

- As coisas aqui funcionam diferente. - Diferente?

Diferente a ponto de matar alguém?

A Astrid e o Erick sabem o que é melhor pra gente e pro Éden.

Confia neles.

Se quiser, amanhã com calma a gente pode falar com a Brenda.

Ela me explicou a situação muito bem.

Preciso sair daqui agora.

- E pra onde você iria? - Pra casa.

Não pode.

- Você assinou um contrato. - Que merda é esta?

- Ibón, por favor. - Me deixa!

Ah!

David?

Gabi?

Nem pense nisso!

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