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Original subtitles

FRAUDE 3� TEMPORADA - EPIS�DIO 1

- Legenda por Frederic -

Faz exerc�cios e tem uma alimenta��o saud�vel?

Sim, isso tamb�m.

Mas acabo dormindo 1 hora antes da hora de acordar.

Quando durmo...

N�o posso mais aguentar isso.

Tem sido assim todas as noites.

- Tem trabalhado menos? - Sim, mas isso n�o...

N�o pode me dar mais p�lulas para dormir?

Voc� parou h� apenas dois meses. N�o posso dar mais.

Como assim, n�o pode dar mais?

N�o tenho comprado de ningu�m, estou sem tomar nada.

Voc� ingeriu muita medica��o nos �ltimos anos.

N�o apenas son�fero, mas... outros tipos de rem�dio.

Acho que deve repensar a licen�a sa�de...

N�o vou tirar licen�a, diabos. Eu n�o estou doente,

s� n�o consigo dormir � noite, certo?

Os neurologistas encontraram uma altera��o no hipocampo, pelo MRI.

Tem acontecido cada vez mais desde o tiro.

Pessoas com sua rotina de sono morrem antes que as outras.

Escute, � a sua vida. Quero deixar claro que tem escolha.

N�o posso receitar mais p�lulas. Posso te dar isto.

Um atestado para licen�a sa�de. Leve com voc�.

Acho que vai precisar.

J�wer, est� em posi��o?

Estou em posi��o.

Bj�rn, qual a situa��o?

O objeto estacionou e segue a p�. Est� a 200 metros de voc�s.

- Logo devem v�-lo. - Certo. Isto � para todos...

O objeto est� indo ao encontro do mensageiro.

Ele deve ser identificado.

Se tivermos sorte, o mensageiro nos levar� acima no sistema.

A� est�.

O objeto chegou. Olhos e ouvidos abertos.

Qualquer um com quem conversar pode ser o mensageiro.

Concentra��o total.

- Deve ser o mensageiro. - Aquele ali, n�o?

O encontro est� ocorrendo no vesti�rio. Caracter�sticas:

Homem branco, 1,80m, f�sico comum. Em torno de 30 anos.

Traje e bon� pretos. Aguardem e mantenham dist�ncia.

Droga!

J�wer, n�o estamos vendo nada. Precisa ir at� o vesti�rio.

Entendido.

O que houve?

Tenho contato visual. Est�o nos chuveiros.

- No banho? - N�o. S� conversando.

Acho que n�o vou arriscar chegar muito perto.

Certo. Ent�o saia da�. Deixe o lugar.

- Entendido. - N�o podemos arriscar.

Ali. O que diabos � aquilo?

- Parece uma chave. - Sim, uma chave de carro.

Ent�o n�o � s� um encontro, � uma transa��o.

� o que parece.

Pessoal! N�o � um encontro. Est� havendo uma troca.

� uma transa��o. Uma transa��o.

- Temos que intervir. - N�o podemos.

Vamos observar e ver at� onde o mensageiro nos leva.

N�o podemos permitir algo assim.

Mas n�o podemos abordar, precisamos segui-los.

- O que devemos fazer? - Saiam do carro, vamos abordar.

O qu�? N�o, temos que esperar e segui-los!

Equipe 1, na entrada dos fundos. Equipe 2, para o vesti�rio.

- O que est� fazendo, cara? - Meu trabalho, Alf!

Katrine, Alf, v�o pela entrada lateral.

- Meninos, v�o por tr�s. - Merda!

Equipe 1, para o vesti�rio. Efetuem a pris�o.

Equipe 1 na escuta. Entendido.

Fique aqui.

Equipe 1, j� entraram?

Equipe 1, informem sua situa��o.

Equipe 1 entrando.

Fique no ch�o!

Merda!

Alf, pronto. Eu o vi pelo monitor...

V� com algu�m pelo outro lado. Pelo outro lado!

Merda!

- Diabos! - Quieto. Fique no ch�o!

Relaxa, porra!

- Deitado! - A situa��o est� sob controle.

Ent�o a conclus�o hoje � a seguinte:

O empreendedor deve ter a vis�o de mudar as coisas.

Se pensarem apenas em enriquecer, nunca ganhar�o dinheiro.

Ent�o � isso. Obrigado.

E lembrem, na pr�xima vez que trabalharem seus projetos.

Precisam ser mais incisivos e claros.

Pensem no que o Google fez. Na Apple, na General Electric...

Nos vemos aqui na Quarta-feira, �s 11h.

Obrigado.

E a�?

Preciso de 120 quilos extra.

120? N�o � muito para fazer a divis�o?

Estamos expandindo.

Esse n�o era o acordo.

O dinheiro est� pronto.

- � muita grana, n�o d� certo. - Do que est� falando?

� muito arriscado. Meu sistema n�o pode mexer com essa quantia.

Ter� que dar um jeito.

Ou eu compro em outro lugar. Certo? N�o � problema meu.

Voc� pode resolver isso.

Vai virar fuma�a. Se estiver tudo bem pra voc�, eu consigo.

Era o que eu queria ouvir.

Diga para n�o vir de Mercedes na pr�xima vez.

Ele fez isso?

Imbecil.

Eu direi.

Aqui tem 900.

120 CAMISETAS EXTRA.

- Aqui est�. Tenham um bom dia. - Igualmente.

Nick... pagou esta conta?

- Sim. - Legal.

- Quanto podemos ter de lucro? - Disse 40 por semana, certo?

J� temos 20.

- Vendemos 20 j�? - Sim. N�o � bom ganhar dinheiro?

N�o posso gerenciar o resto com tanto dinheiro no caixa.

V�o suspeitar se nossa loja de sucos tiver um lucro t�o alto.

N�o posso fazer nada se meu suco � bom.

Sim, poderia fazer um suco ruim.

Certo, mas n�o devia parecer real?

- Volto em algumas horas. - Antes de ir...

Sasha continua perguntando por voc�. Est� pressionando.

- N�o pode vir logo? - Estou meio ocupado.

Vamos dizer que vai na quinta? Para jantar. Certo?

- Sim. - Vai ser legal.

Legal. At� mais.

- Posso ver, Bj�rn? - Temos 350.

350 quilos?

Muito bem, pessoal. �timo trabalho. Grande equipe.

Bom ver o qu�o r�pido resolvemos tudo.

�s vezes pensamos que � um peixe pequeno, mas � um tubar�o.

Um carro com 350 quilos. Bj�rn, pode comer um donut hoje.

- � sua vez de pagar. - J�wer, um shake prot�ico.

- Hoje eu como um balde. - Os outros ficam na cerveja.

Alf, podemos conversar?

- O que diabos voc� tem? - O que quer dizer?

N�o pode se opor a mim no meio de uma opera��o.

Quando eu tomo uma decis�o, deve me apoiar 200%.

- 4 meses de trabalho no lixo... - S�o 350 quilos.

Ter�amos 2 toneladas, no m�nimo, se segu�ssemos o plano.

E ter�amos perdido 350 quilos.

Alem disso, n�o havia nenhum dinheiro, certo?

O que diabos estou fazendo aqui?

Pergunte ao Storm. Ele o quer aqui.

Mas o que aconteceu antes, eu n�o quer ver outra vez.

Muito bem.

Os meninos s�o bons policiais, gosto muito deles.

Mas tamb�m h� alguns garotos. Gostam de adrenalina. A��o.

N�o h� na de errado com isso. � como as coisas devem ser.

- Sim, certamente. - Voc� pode fazer mais, Alf.

Pode ver o quadro mais amplo. A estrutura da rede criminosa.

- Precisamos disso. - Ent�o me deixem trabalhar.

- Vai acontecer, seja paciente. - Interferimos por 350 quilos.

S�o 42 vigias. Quase 4 mil horas de trabalho pelo vaso.

N�o h� nada f�cil aqui. M�ller tomou uma decis�o dif�cil hoje.

Alf, preciso deste departamento funcionando.

Preciso da sua coopera��o.

S�o seus colegas. Muitos podem aprender com voc�.

Se continuarmos assim, seremos apenas os faxineiros

que limpam o que os chef�es deixam. N�o os atingiremos assim.

O dinheiro � o calcanhar de Aquiles. O resto n�o importa.

- Obrigado, eu sei disso. - �...

Encontramos telefones com o mensageiro.

Mandar�o para os t�cnicos.

Deve ter um estoque por a�. Devo falar com ele?

O advogado estar� aqui em 10 minutos.

- Quer um caf�? - N�o, nada de caf�.

Quero meu advogado, por favor.

Ela est� a caminho.

Temos uma grava��o sua.

Encontrou seu comprador, que seguimos h� meses.

Deu a ele a chave de um carro, onde havia 350 quilos de maconha.

- Diabos. N�o era minha. - N�o...

Mas voc� ser� condenado.

Se quer minha ajuda, quero saber quem est� por tr�s disso.

N�o tenho ideia do que est� falando. Posso ir agora?

Tem algo errado com esta sala. Ningu�m lembra de nada aqui.

Bem, temos as grava��es. Seus telefones ser�o desbloqueados.

- Legal... - Os t�cnicos s�o bons nisso.

- Ent�o talvez lembre um pouco. - �...

Mas n�o sei do que est� falando. Ent�o...

N�o...

Voc� est� ferrado. Eu sei que a maconha n�o era sua.

Pertence ao seus chefes, e eles vir�o atr�s de voc�.

- 350 quilos. - �...

Daqui a pouco o promotor chegar�. Ele s� quer met�-lo num buraco,

jogar a chave fora e culp�-lo por tudo.

Ent�o, se quiser alguma ajuda, comece a falar agora.

- Acha gra�a? - Sim.

- Engra�ado mesmo ou...? - Voc� n�o sabe de nada, n�o?

Voc� n�o fazem ideia. Todos est�o rindo de voc�s.

- Quem est� rindo? - Toda a Copenhagen.

N�o venha com essa merda de policial bom e mau.

Que se dane isso. Traga meu advogado. Tchau.

Diabos!

- O que diabos est� fazendo? - Me desculpe...

- Quanto? - 900 mil.

- Nicky, Nicky, Nicky... - O que foi?

Voc� sabe muito bem. Isso � demais.

- Eu tenho faturas para isso. - O banco vai estranhar.

200 devem ser convertidos para euro.

E temos que mandar os outros 700 para fora do pa�s, n�o?

Quanto pode mandar agora?

150 no m�ximo. Nenhum euro.

150 n�o � suficiente.

- O que vou fazer? - Precisa dar um jeito.

O sistema que usamos n�o comporta esse dinheiro.

Meu sobrinho tamb�m tem uma casa de c�mbio.

Posso falar com ele.

- S� trabalho com voc�, Jawad. - N�o posso ajud�-lo agora.

Talvez em 3 ou 4 dias.

- N�o posso ficar com o dinheiro. - Isso seria problema meu?

Voc� costuma vir uma vez por semana, n�o todos os dias.

Ele � legal.

- Voc� garante? - Ele � da fam�lia. � claro.

Khaled!

Khaled!

Pode ir at� o Mohamed e ver se ele pode ajudar o Nicky?

Meu filho.

Fica l� em cima o dia todo. Ou desce para assistir futebol.

- Tem filhos? - N�o.

Eu disse a ele para ir � escola e fazer sua forma��o.

Ser algu�m...

Talvez ele fosse feliz ficando aqui.

Ele � muito inteligente para isso. Como voc�, Nicky.

N�o pretendo ficar muito tempo nisto.

Em meio ano eu terei metade da maconha da Dinamarca.

Ent�o irei para a Espanha e controlarei tudo de l�.

De uma mans�o � beira-mar.

Voc� nunca mais me ver�.

- Alf. Temos um problema. - Com o qu�?

- Vigil�ncia. - N�s conseguimos um mandado...

N�o para monitorar um vesti�rio.

- � interven��o excessiva. - Interven��o excessiva?

Apreendemos 350 quilos.

Mas n�o sabiam que encontrariam 350 quilos.

O juiz vai me enforcar. Por que n�o deixou claro?

Interceptamos a mensagem ontem � noite.

- Liguei para Emilie. - Eu era respons�vel.

- Eu levei isso em conta. - Devia estar claro.

- Sem mandado, deletem a fita. - N�o est� falando s�rio.

� assim que funciona.

Se era preciso registrar a entrega, n�s fizemos isso...

Voc�s deviam saber disso.

- Eu disse... - N�o!

Jawad disse que tem um problema.

- Quanto precisa trocar? - Vamos falar disso aqui?

Sim, aqui � tranquilo.

250 mil para euro, e 500 mil devem ir para companhias suecas.

Tenho as faturas.

- Certo. Isso � tudo? - Sim. Por enquanto.

Podemos fazer isso. Podemos pegar mais. Muito mais.

Podemos trocar tudo o que precisar.

- No momento � isso. - Certo.

Devia largar o Jawad. H� uma nova gera��o assumindo.

Minha gera��o, meus amigos.

Meu tio est� ficando velho, cara. N�o tem ambi��o.

Podemos dar tudo o que precisa. Mais r�pido, barato e melhor.

Esse rel�gio... � leg�timo?

- Claro que �. - � um Audemar, n�o?

- Demais, n�o? - �!

Devia dar uma volta pela cidade um dia. Conosco.

Compramos mesas e garrafas no Cali. Onde as safadas curtem.

Vai ser totalmente gringo!

Obrigado. E n�o, obrigado.

N�o o qu�?

Como assim, "n�o, obrigado"?

- Me mandou para um palha�o. - Est� falando do meu sobrinho?

Sim. Usa rel�gio de luxo e tem uma BMW de 1 milh�o.

Sim. Ele � jovem. Eu disse a ele. Devia ter trocado.

N�o com um idiota que ser� preso em cinco minutos!

- Vai ter que me ajudar. - N�o posso, Nicky.

- Precisa trocar para mim. - N�o posso, Nicky.

N�o posso.

Ouviu falar do Marco?

- Ouviu? - Talvez. Por qu�?

Eu trabalho para ele. Sou o homem dele na Dinamarca.

� para ele que estou montando a rede por aqui.

Diabos, Nicky.

Sabe que chamam ele de Mus Alhalaqua? L�mina de navalha.

N�o me importa do que o chamam.

- N�o vou ficar no caminho dele. - N�o, n�o vai.

E n�o devia ficar indiferente.

N�o. Ent�o precisa me ajudar.

Por que n�o disse que trabalhava para o Marco?

Porque n�o era importante. Preciso que me ajude.

Me d� meia hora.

E daqui para frente...

Com tanto dinheiro, vai precisar de outro sistema

para lavar seu maldito dinheiro. Certo?

Obrigado.

Do que me chamaram hoje, depois da reprimenda?

- N�o chamaram de nada. - Nada?

- N�o. Te amam de paix�o. - Mentira.

Muita, muita paix�o.

Foi boceta jur�ssica? Ou vulva mapeada?

Ou princesinha dos incisos?

N�o. Hoje foi...

O que foi?

- Uma galinha r�gida. - Certo. Essa � nova.

- E eu estou furioso com voc�. - Est�?

Acho que n�o posso ficar mais louco do que isso.

E se eu dissesse que tinha o mandado?

Voc� tinha?

Por serem a For�a Tarefa de N�rrebro,

precisam cumprir as regras.

- Voc� � uma galinha meio r�gida. - Sou?

N�o quer ficar um pouco?

N�o posso.

- Podemos pedir comida e... - Tenho que ir ver as crian�as.

E Lars vai ao notici�rio. E � assim...

Tenho que ir.

- Bom dia. - Bom dia. Obrigado.

N�o perguntei tudo sobre a consulta. Como foi?

- Foi bem. - Certo.

Mais do mesmo. Ela disse...

que achava que eu n�o devia trabalhar tanto.

O que diabos vou responder? Eu n�o sei.

N�o sabe?

Acha que preciso de uma licen�a?

Acho.

- Bom dia. - Bom dia.

- O que est� fazendo? - Vendo se deixamos algo passar.

- Encontrou alguma coisa? - N�o, acho que n�o.

Bom dia. Trouxe um presente.

O telefone do mensageiro, da t�cnica.

- Desbloquearam? - Sim. Veja se encontra algo.

Muito bem, pessoal...

O mensageiro ficou neste endere�o no m�s passado.

Parece se tratar de algum por�o.

Pode ser um dep�sito com dinheiro, maconha, vai saber.

N�o d� para saber onde �, mas trouxemos os c�es. Vamos.

� um lugar grande. Vamos fazer uma varredura.

Come�amos em cada canto e vamos fechando.

- J�wer, Per, v�o por aqui. - Entendido.

Bj�rn, pode come�ar do canto, por ali.

- Ent�o vamos por aqui? - Sim, vamos juntos.

- Levem os alicates, por aqui. - Venham comigo.

Mikkel, vem comigo?

Vamos ver aqui.

Alf! M�ller! Por aqui!

Encontramos alguma coisa!

- O que tem a�, Bj�rn? - Parece uma venda de garagem.

- Consegue abrir? - Est� trancado por dentro.

Precisamos de alicates.

Precisamos de alicate para arame.

- Que bagun�a. - Cara, � um chiqueiro.

Tacos de golfe, churrasqueira.. Que porra � essa?

Rapazes! Precisamos de mais gente aqui. Vamos esvaziar tudo.

Tem um quarto extra.

Veja se encontra algum interruptor.

- Tem algo aqui. - Aqui tem um interruptor.

O que tem a�, Alf?

Temos que descobrir quem � o dono do por�o, pra j�!

Alf, o dono mora no 3� andar. Vamos entrar.

- Cubra a retaguarda. - Sim.

Pol�cia!

Pol�cia!

Pol�cia!

Alf! Alf, o que houve?

Diga alguma coisa.

O que est� fazendo? Foi s� o vento.

Vamos, abaixe...

Certo?

Bom. Sente-se.

Certo. N�s subimos, arrombamos a porta, revistamos...

- Voc� ficou confuso. Ei? - Sim.

- Foi confus�o. - Sim, sim...

Eram romenos.

A menininha... tinha oito anos.

O risco ser� interno, daqui para frente

Voc� est� bem?

Estou.

Tem certeza?

Sim, tenho certeza.

Bom.

- Voc� deu uma olhada? - Sim.

Tem algo para mim?

Vamos acertar primeiro?

A� tem 100 mil.

Muito foi destru�do por um policial chamado Mads Justesen.

Houve uma grande confus�o com a pol�cia nesses meses.

S� h� um registro seu, de um policial

que voc� agrediu com um p� de cabra.

- N�o era um p� de cabra. - Certo.

Ele pediu demiss�o, ent�o � a �nica coisa que resta.

- Pode fazer desaparecer? - Vai custar muito caro.

Quanto?

300 mil.

Fa�a.

Tem outra coisa que o liga � cidade.

- O qu�? - Um garoto.

Foi tirado da m�e. Est� com uma fam�lia adotiva.

Uma c�pia do caso.

Tentaram encontr�-lo durante 6 meses. Com afinco.

- Isso � tudo? - Sim.

- Al�? - Lala. � o Nicky.

Oi, Nicky. Entre.

- Oi. - Oi. Pode entrar.

Querida, temos visita. Sofia, cumprimente o Nicky.

- Esta � Sasha. - Oi.

- Trouxe um... - Obrigada. Que legal.

- Oi, Sasha. - Oi...

- As meninas cozinham hoje. - Lala s� faz tr�s pratos.

- S�rio. - Seja gentil.

- Podemos ajudar? - Pode levar. Obrigada.

� legal que finalmente tenha vindo.

- Lamento ter demorado. - N�o foi nada.

- � legal que esteja aqui. - Ele n�o � do tipo soci�vel.

Lala fala muito de voc�.

- Certo... - Sa�de.

- Sa�de, querida. - Sa�de...

- Onde voc� mora? - Aqui. Em Copenhagen.

Num apartamento alugado.

E voc�?

Eu?

N�o, quer dizer... Onde voc� cresceu?

Cresci em Amager. Como o Lala.

- Sim, claro... - Foi onde nos conhecemos.

E estamos juntos desde...

O que foi isso? S�rio. Que coisa querida!

- � brincadeira, s� provocando. - Eu sei.

O que � isso na sua m�o?

- Uma cicatriz que eu tenho. - Por que tem uma cicatriz?

- Porque eu tinha tatuagens. - De que tipo?

- Do tipo desagrad�vel. - Querida, coma.

- Com as cores do arco-�ris? - �, podia ter sido...

- N�o tem filhos, n�? - N�o.

Devia tentar logo.

� muito divertido. E um pouco estressante.

Sim. � algo que precisa de tempo dispon�vel.

Precisa ter, Nicky. Filhos s�o incr�veis.

- Tenho que ir ao banheiro. - Sim.

O tiro que disparou no apartamento...

Precisa passar no DUP'en. Eles vir�o amanh�.

Sim, claro.

Foi voc� que encontrou tudo no por�o?

At� mais.

- Quer tomar um caf�? - Agora?

Podemos pegar um a caminho de casa.

Hoje n�o.

N�o...

Sim.

At� mais.

Quero sair. Quero deixar a For�a Tarefa.

- Sente-se, Alf... - N�o. Temos muitos casos.

Temos o dobro de casos neste ano, e foi assim nos �ltimos tr�s.

Algu�m aqui tem alguma import�ncia?

Temos poucas subst�ncias circulando?

Consegue ver alguma diferen�a?

Est� cansado. Nos vemos amanh�.

Sabe o que acontece quando confiscamos 400 kg de maconha.

O suprimento diminui, ent�o o pre�o nas ruas sobe.

Os chef�es ganham ainda mais dinheiro.

E como o assunto s�o coisas absurdas, os romenos...

Cala essa boca e senta a�, Alf!

Quero dar um caso a voc�. O controle ser� seu.

- Poder� ir atr�s dos chef�es. - Obrigado. Mas n�o, obrigado.

- N�o pode dar ao M�ller? - Este n�o.

Precisa rastrear o dinheiro.

Como?

Os romenos mortos.

Obviamente n�o eram t�o pobres como pareciam.

Eram todos diretores. Companhias milion�rias.

Ao menos no papel.

- Eram laranjas para lavagem? - Voc� me diz.

Quem era a menina?

S� a filha de uma das mulheres.

Preciso que assuma isso.

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