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Meu nome � George Gideon.
Sou inspetor-chefe no escrit�rio central
mais conhecido como "Scotland Yard."
Um dia comum em minha vida
geralmente come�a �s 7h da manh�
quando entregam o leite.
George!
George!
J� s�o 7:15h.
Eu sei, estou atrasado.
Prepare meu caf�, querida.
Apenas um ovo cozido.
Ei! Saia da�!
Est� na minha vez!
Hoje n�o, papai.
� o dia do meu concerto, lembra?
Mas eu n�o quero...
Nada at�pico para um Gideon.
Bom dia, querida.
Bom dia, querido.
J� falei com voc�s.
Papai, voc� n�o cumprimentou o Pequeno Tim.
Bom dia, Timothy no diminutivo.
Papai, serei o vigia do zool�gico.
E voc� o le�o-marinho.
Obrigado.
Oh, George, por enquanto,
poderia ligar para o Simmon e pedir salm�o?
Para quatro pessoas.
Salm�o? Para quem?
George.
Tio Dick e a tia May, obviamente.
N�o se esqueceu
que vamos todos ao concerto da Sally, certo?
Por que nessas ocasi�es especiais,
somos obrigados a lidar com os problemas de sua fam�lia?
- Nunca entenderei... - George!
Seria muita desconsidera��o n�o cham�-los...
Tudo bem, querida. Irei se puder.
Bem, ent�o se esforce, querido.
Pela Sally.
J� basta ter perdido a pe�a da escola.
Arrombador velho.
Assaltante.
Assaltante � de dia. Arrombador � noite.
Bom, est� aprendendo.
Por favor, n�o os estimule.
Basta um policial em casa.
Est� vendo?
Eu atendo, m�e!
Al�?
Oh.
Vou cham�-lo.
Para voc�, pai.
O dia que me deste, senhor, est� come�ando.
Aqui � o Gideon.
Sim.
Se manda.
Ol�, Birdie.
O que tem para mim?
Mesmo?
Uh-huh.
Kir...
Kirby?
Tem certeza?
Voc� me conhece.
Eu s� canto para um passarinho.
Quando se trata disso, eu n�o vacilo.
Ele � o sujeito.
Eu poderia fazer com alguns arranjos.
Bem, poderia ser fora da esta��o Aldywich.
�s 5:30h.
Certo, providenciarei.
Um carro, lembre-se. Estarei l�.
Certo.
Tudo bem, pai?
Tire o carro, Sally.
Vamos, apressem-se.
Mas papai, voc� disse...
Sim, mas agora n�o. Vamos.
N�o acabar de comer?
E os ingressos do concerto?
Melhor pegar o meu caso eu v� direto.
Disse para a Sally guardar os seus.
Voc�s dois. J� para o carro.
N�o se esque�a do salm�o, George.
- O qu�? - Salm�o, querido.
Ah, pode deixar...
E tente chegar cedo.
Kate, agradeceria se largasse
a ideia de que estou brincando l� fora.
E acredite, eu odeio fazer hora extra.
Sinto muito.
Eu tamb�m.
- Tchau. - Tchau, querido.
Sally!
Papai, deixe-me dirigir.
N�o, tenho pressa.
Sobra para todos quando algo d� errado.
Do que est� falando?
Sinal vermelho!
N�o viu o sinal fechado, senhor?
N�o aconteceu nada.
Ainda assim cometeu um delito.
Documentos, por favor?
Isso n�o � uma carteira de motorista.
N�o sabe o que � isso?
Claro. � um mandado.
Voc� � o inspetor-chefe Gideon,
da patrulha, acredito.
Ent�o...?
Agora posso ver sua carteira?
Quer irritar o meu pai?
A lei, Srta... Gideon?
...n�o distingue entre patentes
e cidad�os comuns.
A lei me permite cham�-lo de atrevidinho?
Quieta, Sally. Esse garoto...
policial est� apenas trabalhando.
Mesmo que atrase neg�cios importantes.
Voc� ser� convocado a depor, senhor.
Sem coment�rios.
At� a noite, Sally.
- Tchau, querida. - Tchau.
Pai, espere!
Policial...
Certifique-se que isso chegue
ao escrit�rio do inspetor Gideon, na Scotland Yard.
Richard Strauss!
Don Juan, claro.
Por que, claro?
S� pode ser.
Quem toca o solo de violino?
Sou eu.
Permita-me...
Estar� aberto ao p�blico?
O col�gio n�o os distingue
de oficiais com baixa patente.
Aqui � a Scotland Yard.
E aposto, como sempre, que n�o acharei uma vaga.
Sim.
Seu homem est� subindo, e furioso!
Eu j� sabia.
J� sabia.
Acordou com a unha encravada.
Problema � vista.
Obrigado, querida.
O velho est� agitado.
Esteja avisado.
Cad� o caf�...
Ah, sente-se! A guerra acabou.
J� basta esse bigode rid�culo todo dia.
Do que est� rindo?
Nariz entupido, adolescentes, e voc� ainda...
- Quero o Kirby aqui e agora! - Chamando!
Sargento detetive Kirby.
G.G. Pronto.
Kirby?
Louvado seja o Senhor, e todas as suas b�n��os.
N�o havia algu�m melhor.
Permite-me?
Bom dia, senhor.
Bom dia.
Certo. Deixe a�.
Mandou me chamar?
Sim, Kirby.
Para dizer umas coisas.
Chamei-o para dizer que � uma verdadeira desgra�a
para o departamento de investiga��o
e toda a pol�cia.
Com 25 anos de corpora��o,
j� conheci idiotas, patifes
e alguns ratos.
Voc� � um desses ratos,
e um dos piores.
Queria v�-lo exterminado.
� um desertor e traidor.
E se estiv�ssemos em guerra seria um prazer atirar em voc�.
Acha que est� falando com quem?
Agora com o sargento detetive Eric Kirby, C.I.D,
mas n�o por muito tempo.
Posso saber minhas acusa��es?
Resumindo...
Acuso-o de suborno e falhar com o seu dever.
- Escute-me! - N�o precisa negar!
Sei quem lhe paga e os motivos.
Quer saber como eu sei? Um bandido sincero me disse.
Um bandido que n�o hesita em arrombar cofres ou bater carteiras,
mas vender drogas �s crian�as...
� mentira! N�o existe droga!
Tudo bem.
Voc� n�o sabia que vendiam maconha no Lukie.
Achou que vendia apenas bebidas ap�s o expediente.
Acha que � esperto assim?
Tinha um dever,
e se abrisse os olhos veria o que estava acontecendo.
At� eu queria acreditar que n�o sabia da droga.
� claro que eu n�o sabia!
Tampouco sabia da venda de bebidas.
Kirby, nem para falar a verdade?
Suponho que precise mentir achando que assim... se salvar�.
E Lukie mentir� tamb�m.
N�o que irei aliviar com ele mais que a voc�.
Ele vir� � noite,
ent�o se ele nunca atrasou o pagamento...
Lukie nunca me deu um centavo!
Algu�m lhe disse isso. Quero saber quem.
Como se faz inimigos nesse ramo.
Sei quem pode ter feito, e faria a voc� tamb�m!
Macaco velho! Esc�ria que devia estar preso.
E estaria se fizesse seu trabalho.
Mas n�o, deixa-os solto para acusar a todos. Pensa que n�o sei?
Acha que n�o sei de sua reputa��o em West End?
Desculpe, senhor.
N�o quis dizer isso.
Fiquei um pouco chocado.
Retiro o que disse, senhor.
Mas dou minha palavra, nunca aceitei suborno de Lukie
ou de qualquer outro!
Voc� foi desinformado, senhor. Eu juro.
Kirby, tenho mais de um informante.
Talvez lhe interesse saber que... tenho o vigiado.
- Tem me vigiado?! - Mm-hmm.
E o informante apenas confirmou minhas suspeitas.
Tenho o suficiente para suspend�-lo agora mesmo.
E certamente a acusa��o chegar� no chefe.
- Agora saia. - N�o tem como provar uma mentira!
J� perdi meu tempo. V� embora.
Kirby, por que fez isso?
Eu n�o fiz nada!
Est� perdendo seu tempo...
e cuidado onde pisa, Gideon.
Ou ent�o...
o processarei por difama��o.
Bem, nada escapa aos ouvidos mais afiados de Londres.
Surpresos?
N�o necessariamente.
Nunca achei que ele faria isso.
E voc�, Gully?
Nunca confiei em um homem que usasse um colete daquele.
Mas nada que ele disse chamou sua aten��o?
"Nunca aceitei suborno de Lukie...
Ou qualquer outro."
Esse "qualquer outro" pareceu falso.
Bem, se aceita de um por que n�o de outros?
Exato. E sabemos bem quem pega de Lukie.
Mas se nenhum outro envolve droga, n�o vir� mais nada do Birdie.
Esses boatos sobre a filha do Birdie, Sr...
s�o verdadeiras?
Sim.
Detida aos 16.
Porte de drogas dois anos depois.
Foi enterrada antes dos 20.
Isso faz de Birdie nosso mais valioso contato
quando se trata de narc�ticos.
Melhor suspender o Lukie, agora mesmo.
N�o posso arriscar o Birdie.
Chame a divis�o "G".
Certo. Divis�o "G".
Eis os inqu�ritos, senhor.
Algo importante?
N�o pude ler ainda.
Nada alarmante.
Apenas uns acidentes...
Por que sempre servem ch� gelado?
N�o sei, senhor
Outro prisioneiro fugiu de Dartmoor.
Algum conhecido?
N�o.
E um corpo achado no Palace Hotel. Eu mesmo chequei.
- Bem cuidadoso esse. - Sim, apenas bobagens.
Divis�o "G" na linha.
Harry? Frank Liggot.
Mais alguma "sa�da de banco"?
N�o, senhor
Gra�as a deus.
- Hoje est� adiantado. - Sim, mas � sexta-feira.
Mais trabalhos assim e a imprensa... O que divulgaram hoje?
Apenas bobagens, senhor.
Oh, como n�o estou surpreso?
Enviei seu alerta a todos os bancos, senhor.
Algum idiota ainda mandar� um garoto buscar uns trocados de bicicleta.
Gabinete do inspetor Gideon.
Sim.
Ah, perto de Manchester?
Sim, entendi.
Uma garota de 18 anos?
O de sempre?
Esse � pesado.
Sim, n�o o suficiente para ir l�.
Certo. Informe-nos.
Garota de 18 anos encontrada morta perto de Manchester.
H� um suspeito, mas a descri��o � vaga.
N�o nos serve.
Dizem que est� a caminho de Londres.
Espero que o peguem.
E acho que terei outra conversa com Birdie Sparrow.
Podem surgir mais coisas.
- Sabia que Birdie est� empregado? - Sim, voc� me disse.
Sabe onde?
St. Ethelburga, no alagado.
Uma igreja? Est� brincando?
Sim, senhor. Trabalha como zelador.
Usou voc� como refer�ncia.
Que atrevido...
- O vig�rio nos procurou. - Voc� o recomendou?
Certamente, senhor
O vig�rio estava louco para recuperar algu�m.
Ent�o conseguiu.
MARIQUINHA
V�o embora, seus...
V�o, antes que eu...
Bom dia, Sr. Small.
Bom dia, Srta. Courtney.
Sr. Small, tem uma mancha no queixo...
Ahn?
E as roupas? Santo deus!
- O que aconteceu? - Eu ca�!
Permita-me.
Segure. Obrigado.
- Lamba. - O qu�?!
Lamba.
Caindo nessa idade...
Tropecei, Srta. Courtney.
Mas admito, sou um fracasso. Um fracasso miser�vel.
N�o h� nada que possa fazer...
Aqueles garotos novamente?
Acho que n�o sirvo para o trabalho.
Apenas um idiota com boas inten��es.
- Ah, mas voc�... - Faria o mesmo no lugar deles...
N�o me cansaria de rir.
- E se eles... - Como posso exigir respeito sendo
- ...t�o pat�tico? - Se ao menos o conhecessem como eu...
Sabe o que acho, Srta. Courtney.
Mas Sr. Small, tem que falar a linguagem deles.
S�o trazidos para c� praticamente como animais.
Mas diga a eles que seu l�der j� foi um soldado...
N�o, Srta. Courtney. N�o.
Nunca entender� o meu lado.
Se visse o que eu vi, saberia que a guerra
� horr�vel demais para... se gabar.
- Sr. Small... - N�o, por favor, Srta. Courtney.
Foi por conta da guerra que entrei para a igreja.
E n�o recordarei esses anos terr�veis para tirar nenhum proveito agora.
Ent�o serei o de sempre: motivo de chacota.
Mariquinha.
Peguem as moedas, sil�ncio.
- Mandou me chamar, oficial? - N�o, n�o.
- Vim falar com Birdie. - Birdie?
Oh, um, Sr. Sparrow. Oh, est� ali.
- Espero que esteja tudo certo. - Oh, n�o, n�o.
Birdie Sparrow � um bom homem.
Oh, Sim, de fato, oficial.
- Oh, senhor... - Uh, Gideon.
- Uh, Gideon. - Srta. Courtney.
- Bom dia. - Como vai?
Se me permite...
Claro. Ser� breve.
"Bom homem", n�o?
N�o espalhe que um policial me chamou assim.
Um pequeno detalhe, s� isso. Afaste para l�.
Claro, sente-se.
Gentileza sua.
Sim, mas...
Tenha modos, est� numa igreja.
Mas que companhia...
Ent�o, o que quer?
Trocar umas palavrinhas, mais do que tivemos no telefone.
N�o tenho mais nada a dizer.
Certeza que n�o posso convenc�-lo a soltar nada...
Est� perdendo seu tempo.
N�o � novidade.
Mais um caso de narc�ticos, e saber�.
Droga, sim, mas n�o deduro nada mais.
Voc� bem sabe.
Oh, Sim, eu sei. Mas supondo que algu�m n�o saiba.
Eu aposto que Lukie n�o foi o �nico a subornar Kirby.
Supondo que os garotos das navalhas saibam do seu canto.
Eu... eu posso cuidar de mim mesmo.
- � o que dizem. - Bom dia!
Oh, bom dia.
Voc� � amigo de Herbert?
- Uh, uh... - N�o, sou eu.
Oh, Sim, Sim, Sei quem �.
Gosta da arquitetura g�tica?
Sim, bastante, mas n�o tenho tempo agora...
- Lindo, n�o �? - Oh, sim, estupendo.
Estarei no vestu�rio, Herbert.
Bem, sim, vig�rio...
Agora, Herbert,
Passe.
Passe, passe.
- Senhor! - N�o.
O que foi, Duke?
Um incidente, senhor
- Onde? - Hoben.
Cuidado, Birdie.
"Sa�das de banco" s�o uma grande dor de cabe�a nossa.
Dessa vez realmente tiveram coragem...
Uma "sa�da de banco" no cora��o de Londres.
Oh, bom dia, senhor
Oh, Sim. Como vai?
Acme, Acme Carlisle. Irm�o de Charlie.
Aquele que costuma dirigir para voc�...
Charlie n�o teve muita sorte.
- Sofreu um acidente. - Acidente? Machucou-se?
Nada s�rio. Com ele n�o.
Mas o carro se estragou.
Ele me ligou e pediu outro.
Sim, Sim, entendo. Tem um cart�o?
Sim, sempre carrego.
Certo, estou vendo. Muito obrigado.
Por favor, senhor... sente-se atr�s.
Obrigado.
- Bem atr�s. - Grato.
Qual o problema?
Motorista!
Motorista!
Que azar, governador.
Aquele dali engui�ou.
Acho que precisaremos voltar. Importa-se?
O que � isso? Esse carro � particular!
Quando cheguei na �rea, os agentes locais j� tinham acabado...
fotos, impress�es digitais. Procedimento padr�o.
- Ol�, George. - Oi, Gil. Como est�?
D� uma olhada aqui.
H� pelo menos $50.000 nas ruas.
Lembre, que tipo de carro era?
Era verde, eu acho.
Ou talvez azul...
N�o sei a marca.
E o sujeito do outro carro, lembra-se dele?
Acho que n�o reparei.
V� com calma.
Como tem passado, Gil?
- Tudo certo. - E a Lucy?
Est� bem, com suas bugigangas.
Que sorte, n�o?
Sally tem um concerto � noite.
Espero chegar a tempo.
Estou surpreso como ele caiu nessa.
Um estranho aparece na sa�da do banco.
E ele n�o suspeita de nada?
Um sujeito amig�vel. Teve boa f�.
At� que percebeu algo suspeito nisso.
Hmm, Sim. Suspeito...
Lembrei que preciso fazer algo.
At� mais, Gil. Duke!
Ainda n�o voltou?
Com aquele maldito corte de cabelo.
Tivemos outra "sa�da de banco".
Eu sei que tivemos.
Preciso que me avisem, para variar.
A� est�.
Tive um contratempo.
- O que diabos � isso? - Salm�o.
- Isso fede. - Estava fresco...
N�o sei como banca isso com seu sal�rio. Quem est� te subornando?
O que significa isso?
Eu trouxe da...
ca�ada, sabe?
Tem um f�sforo?
Soube de "K"?
- Sim. maior sujeira. - Estou ficando louco.
� a primeira vez no meu departamento.
Bem, a imprensa vai se esbaldar.
Tivemos m�s not�cias, ultimamente.
Sabia que ele mora em Westwood Court?
� mesmo?
Bairro de salm�o fresco!
Acho que vou dar uma olhada.
A menos que tenha uma esposa rica, precisar� se explicar.
Ei, doutor.
Oh. Oh, desculpe.
O que far� com isso?
- Pendurar. - Onde? - Ali.
Ooh.
Vamos rapazes.
Organizar isso.
Vamos, puxe.
Oh, Sra. Kirby?
- Oh, Sim? - Sou o inspetor-chefe Gideon.
Acho que seu marido comentou.
- Sim. Entre. - Obrigado.
Aconteceu algo com Eric?
Oh, n�o, n�o. Ele est� bem. Na verdade esperava encontr�-lo aqui.
N�o entendo.
Ele foi trabalhar, como sempre.
Oh, Sim, Sim. Eu o vi.
Sra. Kirby, perguntou se aconteceu algo com seu marido.
Creio que sim. Ele est� em apuros.
Foi suspenso por aceitar subornos.
- Eu n�o acredito. - Acho que n�o h� d�vidas.
Sinto ter que inform�-la.
Onde ele est�? O que ele disse?
Ele nega, claro.
Ainda n�o foi acusado.
- Ent�o n�o tem certeza. - Estou certo.
Mas voc� pode ajud�-lo.
- Como? - Caso explique algumas coisas.
- Que tipo de coisas? - Esse apartamento, por exemplo.
N�o entendo nada de mob�lia.
mas reconhe�o coisas caras.
E tamb�m sei que o aluguel aqui
� mais que um ano de sal�rio.
O apartamento � meu, e tudo que h� dentro.
Tenho meus meios.
- Bastante rent�veis. - Sim, pode-se dizer.
Agora, j� que n�o te interessa...
Tem raz�o. Mas foi bom saber.
Sabe, Sra. Kirby...
a �ltima coisa que quero � ver um membro do meu departamento
sendo sentenciado.
Quanto menos evid�ncias tiverem contra seu marido, melhor.
Voc� pode provar, claro. Tem todo esse dinheiro.
Bem, n�o sobrou muito.
Gastamos quase tudo.
Sim, mas pode provar que j� teve.
- Refiro-me aos extratos banc�rios. - E-eu...
Acho que n�o est� sendo sincera, Sra. Kirby.
Eu n�o a culpo, acredite.
Tamb�m esperaria essa rea��o de minha esposa.
H� alguma raz�o para Eric n�o possuir bens?
Apenas por ser um... policial?
N�o, mas por que n�o diz de uma vez?
Eric est� apostando, Sr. Gideon.
N�o quis dizer por achar que � proibido nesse emprego.
E ele tem ganhado. Est� com sorte.
Boas quantias.
Sempre dinheiro, imagino.
Sim. Na corrida de c�es.
Certa vez saiu com alguns trocados, e voltou com $300.
- Oh, s�rio? - Sim.
Eric � um apostador.
Ele anda jogando.
Conheceu algu�m que lhe passa informa��es.
N�o � o tipo de amigo ideal para um policial mas...
n�o est� fazendo nada ilegal.
Sempre em White City?
N�o, acho que Wembley tamb�m.
E outras pistas tamb�m.
Stamford Bridge onde ganhou $100.
Desculpe-me Sra. Kirby, mas a cada noite nas �ltimas quatro semanas
tenho observado seu marido,
e ele nem chegou perto de uma pista de corrida.
- Mas ele jurou. - Ent�o est� mentindo.
N�o podemos acreditar que ele ganhou tanto dinheiro em lugares como Sardony.
ou o Clube Capricorn.
Do que est� falando?
S�o essas as "pistas" que ele vem jogando.
Restaurantes caros e clubes noturnos no West End,
e, sinto dizer, sempre com uma mulher ao lado.
Saia daqui!
- N�o era voc�? - V� embora!
Olhe, para o bem de seu marido,
- se h� outra mulher, � melhor dizer. - Saia daqui!
Ela pode estar envolvida nesses casos.
- E se voc�... - N�o quero ouvi-lo!
V� embora, e leve suas mentiras sujas.
Voc� armou para ele! Agora eu vejo.
Aposto que ele sabia algum podre seu. N�o �?
Sempre dizia que voc� era desonesto.
Disse para ir embora.
Sra. Kirby,
Tenho m�s not�cias para voc�. As piores.
- Ele morreu? - Sim.
E-ele se matou. Voc� armou tudo!
N�o, ele foi atropelado, h� 20 minutos.
Foi r�pido, sem sofrimento. Pelo menos.
H� algo que possa fazer, ligar para algu�m?
Apenas me deixe sozinha.
In�til dizer que sinto muito, mas � verdade.
- Viu a Sra. Kirby? - Sim.
- Foi dif�cil? - Sim.
Encontraram a garota que presenciou o atropelamento.
Uma datil�grafa que olhou pela janela.
Ela ouviu o carro frear?
N�o disseram. Ela est� vindo.
� a primeira coisa a perguntar.
- Sem ind�cios de freio, significa... - Sim. Assassinato.
Manchester acha que sabe quem matou aquela garota.
Um fugitivo de um hosp�cio.
Um londrino, chamado Arthur Sayer.
Senhor, posso sugerir mandar lavar seu palet�?
Obrigado, senhor
Hoje n�o.
Ol�, Rosie.
Mas se n�o � Arthur Sayer!
Bendito seja, depois de tanto tempo.
De onde voc� saiu? Entre.
Venha, Arthur.
Diga-me, de onde voc� vem?
Manchester. Tenho trabalhado no norte nos �ltimos cinco anos.
Cinco anos?
O tempo voa.
Oh, essa � a Dolly. Dolly, seu tio Arthur.
N�o se lembra? Morava em frente.
Oh sim, lembro do tio Arthur.
Vou lavar o cabelo agora, m�e.
Apresse-se querida.
Venha, tome um ch� conosco.
Sente-se, querido.
Parece que n�o envelheceu nada, Rosie.
E voc� como se n�o tivesse dormido.
Bem, tenho viajado muito. Estou com uma grande enxaqueca.
O que precisa � de um bom ch�
e alguns analg�sicos.
Estava indo comprar um couve-flor.
Lembra como o Jim adorava couve-flor?
Como est� o Jim?
Oh, est� bem. Um pouco velho, como todos.
Se aposenta em dois anos.
Rosie, estive hospitalizado.
Oh.
Acabei de sair.
Ah, fique � vontade.
Tome o ch� e os analg�sicos, passar� num instante.
Volto j�, Dolly.
Dentro de segundos, um chamado geral correu por toda a Londres.
� tudo? Certo.
- Ent�o ouviu? - Sim, senhor
- Uma desgra�a. - Eu n�o entendo.
Um assassinato comum eu entendo, mas crian�as?
Da idade dos nossos filhos.
Passe um f�sforo.
Bem, ele n�o vai longe.
Esperamos. Cad� o Frank?
No interrogat�rio com a testemunha do atropelamento.
Melhor eu ir tamb�m.
Um homem passou por aqui, com um pacote.
Isso. Est� aqui.
O que ele fez?
Srta.?
Voc� � Arthur Sayer?
Sim, sou Arthur Sayer,
Arthur Alexander Sayer.
N�o pude evitar.
N�o queria fazer isso.
N�o pude evitar. N�o queria fazer isso.
� a minha cabe�a.
Dr. Jennings poder� explicar.
Quando tenho uma enxaqueca...
Vamos, apronte-se.
Quero voltar ao hospital.
J� chega, vamos.
Sou Arthur Sayer, Arthur Alexander Sayer.
Dr. Jennings! Explique a eles.
Se perguntar ao Dr. Jennings, ele lhe dir�...
N�o, volte.
Ele o pegou?
Tem certeza que � Sayer? Arthur Sayer?
Bom, que al�vio.
Qual o nome desse policial brilhante?
Farn... Farnaby-Green?
Mande-o para c�, pode preencher aqui.
Certo.
Sim, verei a m�e pessoalmente.
Certo.
� para isso que somos pagos.
Tudo bem.
Sra. Saparelli.
Vim para dizer que ele foi pego.
Foi mesmo?
Sim, nos certificamos.
Se eu puder fazer algo... seu marido ou...
N�o.
Voc� foi muito bom.
Todos os policiais s�o.
Jim est� a caminho.
Muito bem.
Nada pode ser feito agora.
Nada pode ser feito.
E foi assim.
Passamos pela minha casa na volta,
ent�o decidir almo�ar com Kate.
Kate, querida!
O crime deve estar em apuros.
Pelo contr�rio, est� reinando tanto que n�o temos tempo para almo�ar.
Pegue a cerveja.
George. George, cad� meu salm�o?
Voc� esqueceu.
N�o me diga que voc� esqueceu o salm�o?
- Salm�o? Eu? - Sim.
Desculpe, Kate.
N�o sabia que vir�amos.
Cerveja, George?
Oh, George, como pode...
Est� no escrit�rio mas duvido que o pegue a tempo.
Se parasse de pensar no jogo e lembrasse do salm�o...
Uh-oh.
Sim, Gully. Pode falar.
Hoje? Eles me garantiram que n�o seria antes de segunda-feira.
Tudo bem.
Levaram adiante o caso Cunningham.
Preciso levar as evid�ncias at� Old Bailey nessa tarde.
- Oh, George. - Bebam, rapazes.
Teremos que comer no carro.
Duke, quero ligar para a central no caminho.
Obrigado pela cerveja, Kate.
- Tchau. - Kate querida, s� um milagre
para chegar em casa antes das 7h.
- Melhor nos vermos no concerto. - Pegou seu ingresso?
- Ingresso? - Para o concerto, querido.
Oh. Sally eu esqueci...
� um daqueles dias.
Tudo bem, ela deixar� na portaria.
Desculpe pelo Salm�o.
Tudo bem, eu dou um jeito.
Ol�, senhor. O chefe o procura.
Eu sei, desviei dele na imprensa.
Preciso chegar ao Bailey em dez minutos. O que tem de novo?
Oh, enviaram fotos.
A foto do pneu, o carro usado na "sa�da de banco".
Boa foto.
Os especialista dizem que � um Michelin 550.
Sim, h� apenas 20.000 na cidade.
Isso � do Kirby?
Sim. Nada, senhor.
Melhor ir acalmar o chefe.
O policial Farnaby-Green se apresenta.
Farnaby? Ah sim, lembro.
De p�, rapaz.
Inspetor-chefe Gideon.
Venha.
Mandou me chamar?
- Teve um bom almo�o? - Ainda n�o almocei.
Ent�o o que diabos faz aqui?
N�o lembro.
Preciso chegar no tribunal em cinco minutos.
Deixando uma "sa�da de banco" n�o resolvida,
um atropelamento no mist�rio...
e um psicopata perigoso na cadeia.
Depois de ser entregue numa bandeja.
Belo dia, George.
Infelizmente n�o acabou ainda.
Aquele jovem policial que prendeu Sayer est� l� fora.
- Poderia parabeniz�-lo. - Tudo bem.
Mas n�o exagere.
Teve a coragem de me multar hoje.
Um desses me intimou dia desses.
- Estacionamento indevido. - Entre.
Policial Farnaby Green, senhor.
Voc�?
� o mesmo!
Exatamente.
Deixei o carro por apenas 2 minutos.
Admita que estava obstruindo o tr�nsito, senhor.
N�o admitirei nada.
Estou guardando o verbo para aquele maldito magistrado,
Sir. Cecile Birkenshaw.
- Voc� n�o est� na frente dele? - Sim, das antigas.
E o pior que foi meu colega de escola.
- Licen�a, senhor. - Huh?
Ver� que Sir Cecile � bastante simp�tico.
Seu bobo, n�o h� simpatia no tribunal.
Acontece, senhor...
Ele tem uma intima��o hoje.
O velho Birkenshaw? De voc�?
Sim, senhor
Para qu�?
Por ter andado... com o cachorro na cal�ada.
Esse jovem parece ser um ca�ador de le�es.
Espero que ele n�o v� patrulhar perto do Pal�cio de Buckingham.
Por hoje � s�. Tenha um bom trabalho.
Bom trabalho, Farnaby Green. Meus parab�ns.
- Obrigado. - Tudo bem.
Melhor voc� ir adiantando, estarei aqui se...
Ol�, Sim?
Sim, est�. Um momento.
Al�? Sim, Henry.
N�o posso ir agora. Fui intimado.
Tem certeza?
Chego em breve.
At� mais.
- Senhor? - Bom trabalho.
Senhor?
O que foi?
Surgiram alguma imagens coloridas.
Bem, j� vi isso antes.
Sim, mas agora com essas cores...
Aumente nas marcas.
Agora compare com o asfalto bem ao lado do pesco�o.
Henry, voc� est� certo.
Duvido que se trate do mesmo pneu.
Isso conecta Kirby com a "sa�da de banco".
N�o me diga que o atropelaram por coincid�ncia.
Ache esse pneu e poder� resolver outro assassinato.
Passe tudo para o Liggot, fa�a-lhe o favor.
Tem mais uma coisa.
Estou atrasado!
Inspetor-chefe George Gideon.
Inspetor-chefe George Gideon.
Inspetor George Gideon.
Inspetor-chefe George Gideon?
Inspetor-chefe Gideon?
Inspetor Gideon?
Inspetor-chefe Gideon, n�o h� desculpas para se atrasar na corte,
ainda mais um policial.
Eu sinto muito...
Eu disse sem desculpas.
N�o gastarei meus ouvidos enquanto inventa alguma.
Certamente foi avisado com anteced�ncia para chegar a tempo.
Agora devo registrar minha profunda insatisfa��o com seu atraso.
Se apetece o merit�ssimo, gostaria de registrar meu profundo arrependimento.
Leia segurando.
Juro por Deus Todo Poderoso que o depoimento que prestarei ser� a verdade,
a inteira verdade e nada al�m da verdade. Juro por Deus.
George Gideon, Inspetor-chefe, do escrit�rio central.
Prova N� 5.
Voc� esteve na delegacia de pol�cia
em Cannon Row no dia 24 de junho,
quando o detento fez esse testemunho, de forma volunt�ria e espont�nea?
Sim.
Sem perguntas, merit�ssimo.
Era s� para isso que me queriam.
Claro �s vezes temos um pouco de sorte.
Essa foi uma das vezes.
Sra. Kirby, senhor
Oh.
Sr. Gideon n�o est�.
Sou seu assistente. Me chamo Liggot.
Eric... j� falou de voc�.
Sr. Liggot, meu marido foi assassinado?
Sente-se, por favor.
O que te leva a pensar isso?
Ser atropelado logo ap�s...
Bem, voc� j� deve saber.
Eric estava lidando com uns elementos suspeitos.
N�o sei quem s�o. Ele n�o diria.
Insistia que era parte do trabalho.
Mas estava aflito.
N�o disse isso ao Sr. Gideon?
N�o. Mas nem importa agora... eu menti.
Andava muito preocupada com...
as companhias de Eric.
Encaremos os fatos...
Sou uns dois anos mais velha que Eric, e...
Havia outra mulher.
Com leite e a��car.
Sr. Gideon deve ouvir isso.
Ele voltar� em breve.
Pode esper�-lo?
Tudo o que quiser.
Volto j�.
Ela est� aqui.
Eu vi. E ent�o?
Ela admite que o ludibriou.
Kirby se meteu com uns bandidos que o assustaram.
Ela n�o os conhece mas acha que o mataram.
Eu tamb�m. O que mais?
- Ele a traia. - Traga o Duke.
Sim, senhor
Tudo isso veio do bolso de Kirby?
N�o. Nada demais.
Mabel, o Duke. Agora mesmo.
Se voc�s tivessem traindo sua esposa, voc�s dois
envergonhado, Frank?
Claro que n�o.
Est�, n�o �, Gully?
Com certeza, senhor.
Nada pessoal mas, quando se trai a esposa, onde se guarda, digamos,
as cartas da amante?
Conhece minha esposa, senhor. Certamente longe do Banco Central.
Quero algo �til.
Sugiro ent�o, Scotland Yard, senhor
Scotland.
Seu arm�rio.
Gully, lembre-me de promov�-lo.
Assim pode me beliscar quando eu estiver cego.
E ligue para minha casa.
Oh, Duke. Lembrei daquele dinheiro de Birdie Sparrow.
Des�a com isso e saque $25 do caixa.
- Mas isso... - Sim, tudo bem.
E v� com calma, Duke.
Ol�, Kate.
Como imaginei n�o chegarei em casa.
Eu sei que o tio Dick e tia May acham que � proposital, mas...
Um momento.
Gabinete do Inspetor Gideon.
Gideon falando.
Sim.
Verdade? �timo!
- O carro da fuga? - Sim.
E com os pneus do rastro.
Quando o dono aparecer quero que o segure.
Quero todos os detalhes do roubo do carro.
� muito importante saber quem roubou.
Muito obrigado, inspetor. Nos falamos.
Foi achado em Hamstead. O que tem a�?
Voc� vai gostar. Nenhuma carta, mas talvez isso seja melhor ainda.
Nada mal.
Traga a Sra. Kirby.
Nada mal mesmo.
O que acha, Gully?
- Olhe aqui... - Est� a�?
Desculpe querida.
Claro que n�o esqueci.
� que surgiu algo importante.
Ele n�o far�... O qu�?
Salm... peixe? N�o esquecerei. At� mais.
Sra. Kirby, senhor
Boa tarde.
Quero que olhe para essa foto. Reconhece essa mulher?
Sim.
Tem certeza que a viu com seu marido?
- Sim - Oh, por favor.
- Precisaremos disso. - Desculpe.
Por ora chega, Sra. Kirby. E obrigado.
- Sinto muito, querida. - Obrigado.
Estar� no mesmo endere�o caso precisemos...?
Farei tudo o que quiser,
mas prenda o... assassino de Eric.
Fechando.
At� um policial precisa comer,
ent�o desci at� o pub da esquina por um bolo de carne e salsicha.
Ali pensei poder ficar em paz e pensar no dia que tive,
com um pouco de cerveja.
Ah, Sr. Gideon.
Com licen�a. Sr. Gideon.
- Sr. Gideon, lembra-se de mim? - Sim, Sra. Birdie Sparrow.
- Isso mesmo. - Bebe algo?
Gentileza sua.
- Uma dose de gin... - Gin para a senhorita.
- Pequeno ou grande? - Grande...
E um pouquinho de cerveja.
Faz tempo que n�o a vejo.
Sim, ele disse que estava aqui,
- o cara da entrada. - Oh, � mesmo?
Um brinde!
Estava fraco, n�o �?
O que faz por aqui?
Sr. Gideon, est�o atr�s do Birdie...
- Quem? - Aquele Feeney.
- Oh, Sim. - E Simmo.
E sabe muito bem o que isso significa.
Anda com uma navalha.
Se ganhasse uma moeda para cada retalho...
Olhe, eu...
Eu vi o Birdie essa manh�, e o avisei. Mas ele disse que sabia se cuidar.
Eu sei, Sr. Gideon.
Birdie nunca pediria prote��o policial.
� a �ltima coisa que faria.
Sr. Gideon, prenda-o. Para o seu pr�prio bem.
- Antes que tudo exploda. - Certo, farei.
...aquele pobre rapaz. Far� mesmo?
- Deus aben�oe. - Pare!
Por favor, contenha-se.
Oh, que gentil.
Mais uma dose de gin.
- A� est�. - E mais uma dose, senhor
Pronto.
Duke voltou? Preciso dele.
Sim, senhor
Retratos da mo�a em quest�o. Ainda precisam secar.
- Se me permite, estou indo... - Ao Clube Capricorn,
procurar conhecidos dela.
Mas tenho um compromisso...
No Clube Capricorn.
- Boa noite. - Oh.
Oh, Ol�, Duke. Viu o Birdie?
Sim, senhor. Entreguei a ele.
Quero ele preso. Ponha-o na cela pelo delito em Cheyne.
Est� brincando! Ele n�o tem nada a ver com isso.
Eu sei.
Mas quero que passe a noite preso.
Finney e os navalhas querem peg�-lo.
Pode ir Duke.
Se n�o ach�-lo, tente no Saint Ethelbert.
- O qu�? - Desculpe, senhor.
Tem raz�o. Devia ter pensado nisso.
- Quer me substituir, n�o �? - Oh, n�o, senhor.
� vontade.
Chame minha mulher.
Pensando bem, n�o me atreverei.
1, 2, 3, 4, 5... ...6, 7, 8, 9, 10.
Hei! Sr. Smalls!
Hei! Sr. Smalls! Espere. S�o eles.
O que foi, Abbot?
O que est�o fazendo aqui?
Sem problemas, reverendo.
S� queremos arrancar uma orelha daquele rato.
Cuidado! A navalha!
Certo, Simmo?
Sim.
Jonathan!
- Quem s�o voc�s? - Patrulha, Scotland Yard.
Tirem os chap�us. E levem-nos daqui.
- Mais um da navalha. - Vamos logo.
Vamos l�, levantem.
Afastem-se.
Venha conosco, Birdie. Venha.
Eu sou inocente...
- Venha, Birdie. - � uma arma��o.
O que querem com o Herbert?
Vamos rapazes, andando.
Andem. V�o para cima.
R�pido.
O clube noturno est� agitado. E todos ganhar�o bolo.
Boa noite, senhor.
Gideon.
Ol�, Duke?
Muito bom.
Aquele... Espere, o que disse?
O p�roco?
Aguarde um pouco.
Al�?
Sim, Frank. Correto.
Aguarde um pouco, tenho outra linha.
Bem, libere o Birdie.
Mm-hmm.
Traga-os aqui.
Teremos uma boa conversa.
Certo.
Pois n�o?
Estou no Capricorn, senhor
Eles a conhecem.
Sim.
Seu nome � Delafield.
Srta. Joanna Delafield.
Sim.
Mora no 9 Leely Place. Chelsea.
Sim, Chelsea.
Bom trabalho.
Agora pode voltar.
Eu sei que tem um encontro. Eu tamb�m tenho.
Mas o meu � com minha filha.
At� breve.
Oh!
Sra. Delafield?
Sim.
Meu nome � Gideon,
Inspetor Gideon da Scotland Yard.
Oh, meu deus.
O que eu fiz agora? Entre.
Sr. Inspetor?
Oh, obrigado.
Quer beber algo?
Ou "est� de servi�o"?
De maneira alguma... Um u�sque
- Sente-se, por favor. - Obrigado.
Mas est� em servi�o?
Sim, estou.
Sra. Delafield, eu...
Acha que conhece um colega meu...
o detetive Kirby.
Kirby?
Kirby.
Acho que n�o. Deveria?
Talvez o conhe�a por outro nome.
Esse homem.
Sim. J� o vi antes.
Mas onde...?
Esse rosto � muito familiar,
mas o nome eu nunca ouvi falar.
Espere um pouco...
Esse � o cara!
Oh...
Estava sentada no bar...
Oh, sente-se por favor.
Bem, estava nesse bar, aguardando meu marido.
Foi o... Capricorn?
Existe um...
- Clube Capricorn. - Sim.
At� que esse homem apareceu e come�ou a conversar.
Mas nunca o tinha visto.
Ah, pobrezinho.
Esqueceu sua bebida.
N�o, tudo bem.
Mas certamente n�o falei o meu nome.
Ent�o como entrei nessa?
Quer adicionar �gua ou soda? Tenho ginger ali.
- Ginger...? - Sim.
- Oh! Mas claro... - Tudo certo.
- Adoro ginger... - Com licen�a.
Importa-se que eu fume?
De modo algum.
Obrigado.
Chega!
Sabe, fiquei intrigada.
- Disse que ele � um detetive? - Ele era.
Fez uma bela conquista.
Achamos seu nome e endere�o nos pertences dele.
- Fala como se estivesse morto. - Ele est�.
Foi atropelado hoje.
Assassinato.
Bonito.
Parece que o outro n�o est� aqui.
Tudo bem, � suficiente.
Ol�, Jimmy. Boa noite.
- Novidade? - Sim, um pouco.
Sr. Walker reconheceu um homem que passou por ele de bicicleta
e virou quando chegou na esquina.
- Quem era? - Andy Simpson.
- Ou "Simmo." - Ah, maravilha.
Acabamos de prend�-lo. Uh, Sr. Walker...
Reconhece esse envelope?
Sim, � um dos nossos. Eu mesmo que escrevi.
Srta. Jade Drew.
Fale sobre a Srta. Drew.
Ela ficou apenas duas semanas. Uma �tima garota.
� mesmo?
Trabalha bem, quis dizer.
- Boa menina. - � ela?
Sim, a Srta. Drew.
E apenas duas semanas?
Voc� a contratou?
- A ag�ncia que a mandou... - Telefone?
Aqui, senhor
Pergunte � ag�ncia de empregos sobre mais trabalhos registrados
pela Srta. Jade Drew, na Clarion Advertising.
Talvez acharemos alguns conhecidos.
Empresas que pagaram o ordenado.
E quero que seu ex-chefe d� uma olhada na fotografia.
Ah, senhor, sua esposa perguntou novamente sobre o peixe.
Esque�a isso! N�o fale de peixe novamente!
Informa��es...
Detetive Hodge falando.
Ela foi empregada como Drew, e era ruiva.
E largou para cuidar de um tio doente em Bournemouth.
Detetive Mcphearson falando.
A foto remete � "Srta. Drew," morena, boa datil�grafa
que se demitiu subitamente para cuidar de um tio doente em Eastbourne
Sim, ela mesma.
Era loira nessa �poca.
Sempre achei falso.
Ela ficou muito tempo?
N�o. Poucas semanas.
Mas o suficiente para mim.
Era muito altiva, com seu tom de voz e roupas de marca.
Tinha at� seu pr�prio carro.
Voc� suspeitou dela?
Claro, desde o come�o, mas os homens ficam cego.
Nunca agem quando o rosto � bonito,
apesar de eu nunca ter achado.
E tamb�m uma "sa�da de banco" no local dela.
Enquanto ela trabalhava.
Faz sentido...
Obrigado, Wendy. Precisava.
D� o qu�? Tr�s em cinco meses?
Eu disse, George.
- N�o est� ocupado, est�? - Ocupado, aqui?
Pode ir Duke. Fique por perto.
- Tem certeza que n�o atrapalho? - Estou s� relaxando.
Sobre esse meu discurso confuso na Mansion House,
poderia dar uma olhada...
- Oh. Desculpe. - Claro.
Est� tudo a�?
Na verdade n�o.
Queria contar algumas hist�rias pessoais, como aquele caso que resolvemos
com apenas um jornal rasgado.
Ou um envelope amassado?
Sim, Isso mesmo.
�tima hist�ria.
- Nunca ouvi essa. - Ainda n�o acabou.
Apresse-se, s� tenho meia hora.
Ainda n�o fiz a pris�o.
Ent�o v� logo.
- E os seus discursos? - Dane-se.
Posso sempre...
Improvisar.
- � muito bom nisso, senhor. - Muito obrigado.
Entretanto, � importante escolher uma boa imprensa.
- Estou certo que far�. - Sim.
J� preparou o mandado?
Sua esposa ligou, senhor.
Oh. Bem...
Boa noite, senhor
E boa ca�ada.
Desculpe, mas trabalhar� essa noite.
- Com licen�a, senhor - Permita-me.
Com um mandado em m�os, sa� para prender a Srta. Joanna Delafield,
26 anos, morena, loira, ruiva, com um tio doente
em Bournemouth, Liverpool, Dulwich, Cardiff
e tios por todos os lados.
Sra. Delafield?
Joanna Delafield, voc� est� presa
acusada de envolvimento no roubo e ataque do senhor James Norman Walker
aproximadamente �s 10:15 da sexta-feira.
Sem formalidades, inspetor. N�o ser� necess�rio.
- Paul! - Quieta Joanna. V� abrir o cofre.
- Pegue tudo, e algumas roupas. - O que est� fazendo?
Acha que estou sozinho?
Cometeu um grave erro, inspetor.
Entrou aqui sozinho.
H� dois policiais no carro l� fora.
E se for tolo o suficiente para atirar...
N�o precisa falar no subjuntivo.
Eu irei atirar.
Vai mesmo?
Sim. E quando seus homens ouvirem tentar�o entrar � for�a.
O que nos dar� dois minutos para fugir.
O que n�o � muito. Na verdade � uma medida desesperada.
Mas ainda � uma chance,
ainda mais que s� voc� nos viu, e estar� ca�do no ch�o.
Morto, acredito.
Como o Kirby?
Percebe que ser� enforcado por isso, Delafield?
Eu sei disso. Mas d� no mesmo que ir preso.
Ent�o por que n�o arriscar?
Eu s� vivo para uma coisa: meu trabalho, arte, minhas pinturas.
Por isso se envolveu na "sa�da de banco", n�o foi?
Mas precisava de dinheiro para poder come�ar a pintar.
N�o quero passar 8h por dia em um escrit�rio mofado.
Posso fumar?
V� em frente.
Veja, infelizmente... ainda n�o sou um artista reconhecido.
Ainda n�o fui "descoberto".
N�o quero o entediar com meu fracasso.
Eu gosto da pintura da sua esposa.
Gostou mesmo?
- N�o est� ruim, certo? - Bem interessante.
N�o v�? Tudo que eu fa�o � por isso. Preciso continuar... pintando.
� a �nica coisa que importa na minha vida.
N�o se importa que sua esposa ser� enforcada com voc�?
Enforcada?
Sim.
� a pena para morte com arma de fogo.
- Paul, � verdade? - Pegue a arma. Dedo no gatilho.
Segure firme, Joanne. Preciso pegar meu casaco.
E n�o caia no papo dele.
N�o parece muito feliz com essa arma.
Eu sei atirar.
- O que aconteceria se eu me mexesse... - N�o se mexa!
� o que ele quer, que fa�a o trabalho. Mas � indiferente.
Se me matar, e � sua �nica sa�da, os dois v�o para a forca.
- N�o darei ouvidos - � uma pena.
porque sei uns detalhes sobre execu��o.
N�o s�o dram�ticos. Na verdade estragam o clima ap�s o julgamento.
Tr�s semanas preso, at� a caminhada final.
E n�o ser� como imagina, uma hero�na de cabe�a erguida.
Ser� arrastada, dopada e vomitando terror.
- Paul, cad� voc�?! - � a pior parte da forca.
- T�o indigno. - Paul!
Ele n�o te ouvir�. J� est� longe.
Paul!
� in�til, j� est� nas ruas.
Ele jamais me deixaria!
Ele j� o fez...
E te deixou segurando o beb�.
Um velho truque.
Chame Delafield.
1,80m, cabelo liso,
casaco esportivo, cal�as bege e carrega uma mala.
Golly, sinto muito. Entre.
Acho que podemos dizer...
que acabou o expediente.
Ao fim de um dia perfeito.
E se permite, senhor,
muito bem sucedido!
Claro que pode.
Obrigado.
� sua sa�de.
E agora... vou para casa.
- Casaco, senhor - Oh.
- Se cuide. - Boa noite, sr.
Um momento, sr.
Seu peixe.
Sir!
Aquele peixe maldito!
Se n�o o tivesse esquecido
teria me poupado de mais essa...
desgra�a de um detetive!
Esses garotos finos, de Mayfair,
amadores que querem um crime perfeito.
Claro que escolheram arrombar o mais sagrado...
o cofre de St. James.
E fizeram!
Boa noite, Sr. Fitzhubert.
Desculpe a demora, senhor. Tomava um ch�.
N�o me deixe incomod�-lo, Mason.
S� quero as joias da mam�e.
D� a chave, eu sei o caminho.
Quer me despedir? N�o � permitido entrar sozinho no cofre.
Nem familiares, como voc�.
Estava o testando, s� isso.
Como est� a Srta. Fitzy, sr.?
Mam�e passa bem.
Estava com ela h� pouco, vendo Giselle.
Como �, senhor?
Giselle, o bal�.
She-zill, chizelle...
� o nome de um cavalo. Vai correr amanh�. Que tal?
N�o, Mason. Sem tenta��es. J� larguei.
Ainda estou devendo a �ltima.
Ent�o � sua chance.
Incr�vel como essas coisas acontecem, n�o �?
Minha senhora deu uma �tima dica outro dia.
- Achei que ela s� ficasse de joelhos. - Certamente, senhor.
Ela pregava mais um serm�o, todos meus pecados.
L� estava eu, sentado, tentando adivinhar o vencedor.
Pronto.
At� que vi um cavalo correndo. Chamava-se "o disc�pulo".
Agora lhe pergunto:
Se n�o foi um presente dos c�us.
- Venceu? - Sim, 10/1.
At� que voc� chega com mais um, "Giselle."
Veremos o que tem...
Segunda corrida em Newmarket.
Sim, Sim. Aqui est�.
Giselle.
Perdeu tr�s vezes.
Significa um bom pr�mio.
Cinco jogos nesse, e poderei quitar minha televis�o.
Bem melhor que meu cavalo.
Sr. Fitzhube...
Algum problema, Fitz?
Disse que daria tudo certo.
- E quanto a esse Mason? - O que tem ele?
N�o ser� um problema.
Est� morto!
Fitz, voc� o matou!
Disse que n�o haveria tiros.
Ele me conhecia, certo? Precisei mat�-lo.
Aqui, segure.
- Pare com isso. - Estamos fritos.
Eles tem que nos pegar antes.
- Toque a campainha. - Estou tocando.
Saia da�. N�o sabe tocar nada.
Que disparate!
Est� fechado!
Bem estranho...
Capit�o, por favor.
R�pido. � urgente.
- E o discurso? - Foi muito bem.
Citei seu nome, George.
N�o precisava.
- Bateu a porta na minha cara! - Al�, Jacques?
Sim, cofre de St. James.
N�o gosto nada disso. Acho que devemos cercar.
Agora mesmo.
Certo.
J� est� encaminhado. Agora vou para casa.
Para casa, George?
Como assim? Isso � uma emerg�ncia!
Minhas joias. Policial...
Onde guardarei minhas coisas?
Com licen�a.
Mas que homem rude!
Vamos, Gully.
Volte, idiota.
� a pol�cia!
Voltem.
Aqui � a pol�cia.
Sinto informar, cavalheiros, mas o lugar est� cercado.
Seria melhor para todos se apenas abrissem.
Por favor, cavalheiros, est�o perdendo o seu tempo e o nosso.
Por qu�, Fitz? N�o temos chance.
Esqueceu que tenho uma arma?
- N�o, Fitz! - Largue-me...
- Temos que sair agora! - Para qu�?
Dar� no mesmo...
- Estou saindo j�. - Eu tamb�m.
Calem-se e saiam.
Ol�, Gil. Como vai o turno?
E o concerto da Sally?
Ah, �timo.
Acho que ficarei para ouvir o seu.
V�o rapazes, quebrem.
Pronto?
Arrombando e entrando. Cuidado onde pisam.
- Entrar e fazer o servi�o? - Certamente.
Ganhar� sua promo��o...
em dez ou vinte anos.
Aten��o a� dentro.
Aqui � a pol�cia.
Sinto informar, cavalheiros, mas o lugar est� cercado.
Repito: o lugar est� cercado.
Com quem fala?
- Cameron. - Cameron...
Vou dar uma olhada. Mudar a can��o.
Aten��o a� dentro.
Repito: o lugar est� cercado.
Saiam lentamente.
Aten��o a� dentro.
Entraremos em exatos dois minutos.
Saiam lentamente.
Por favor, cavalheiros.
N�o h� nada que possam fazer.
Odeio parecer rude, mas estamos ficando impacientes.
Est� bem, sr.?
Sim.
Nada convencional.
N�o seriam tolos em carregar armas.
Maldito amador.
Eu o lembrarei quando v�-lo novamente, em dez ou doze anos.
George.
Achamos o vigia com tr�s tiros.
Chummy � o suspeito.
Tire esse verme asqueroso da minha frente!
Pare!
Permita-me lev�-lo para casa.
Certo, Golly.
Boa noite.
Foi um lindo concerto.
Sally tocou muito bem o violino.
Boa noite, Kate.
Boa noite, tio Dickie.
Oh, George, � voc�?
Quem achou que fosse?
Que bom v�-lo em casa.
Vim por aqui porque vi o tio Dick e a tia May no terra�o.
Eu os amo, querida. S�o muito agrad�veis.
Mas por hoje chega.
George, rasgou a manga.
Fui descuidado, escorreguei.
Seu terno novo. Nem acabamos de pagar ainda.
Voc� andou bebendo?
B-bebendo?
Eu mal comi durante o dia.
- Bebendo, mas que... - Desculpe.
De qualquer forma, guardei um pouco para voc�.
Desculpe pelo concerto.
Como estava Sally?
Oh, George. Voc� ficaria orgulhoso.
Cad� ela?
Um rapaz ir� traz�-la em casa.
Um rapaz...
"Um rapaz"? Quem?
N�o sei o nome.
N�o sabe...
A garota s� tem 8 anos. Deve ser mais cuidadosa
com quem ela anda.
Mas est� tudo bem, ela nos apresentou.
Sabe como esque�o nomes.
Hmm. �timo cheiro.
- Imaginei que chegaria com fome. - Estou faminto!
Uma cerveja cai bem.
- Traga meus chinelos, querida. - Certo.
Sally chegou.
- Ol� m�e. Tia May gostou? - Ela achou incr�vel.
Cad� o papai?
Ol�, querida.
Pai, acho que j� conhece Simon.
Conhe�o?
Voc� acha?
Mais uma vez, senhor.
Certamente.
Imagino que meu assento era bom.
Oh, Sim, senhor �timo local.
E Sally tocou como um anjo.
N�o � uma gra�a, m�e? Sente-se, Simon.
Estamos famintos. Sobrou algo...?
Esse da� �... N�o v� sentando.
- Rasgou sua manga. - Eu j� sei...
� porque estava bebendo, de acordo com sua m�e...
sou um alc�olatra no �ltimo n�vel.
Quanto tempo para cozinhar isso?
N�o era esse, George. Eu pedi salm�o.
- N�o sabia a quantidade. - Um pequeno.
Gosta de peixe?
Na verdade, eu...
Na verdade.
- Oh, n�o. - Eu atendo.
Ol�?
Sim?
Sim, acabou de sentar para comer.
Quem?
Direi a ele. Aguarde.
� da Scotland Yard, querido.
Prenderam algu�m no aeroporto.
Um tal de "Paul, o pintor."
Por que esse idiota n�o podia ser pego amanh�?
Estava indo para Paris, querem que o identifique.
- Diga que estou indo. - Certo.
Nem consigo beber uma cerveja.
- Boa noite, senhor. - Ele volta.
Tchau querida.
Seu pobre pai, nunca tem um sossego.
Ent�o, tudo bem?
Esperem, estou sem carro!
Eu estou, senhor!
"Estaria". Vamos.
Sally querida, prometa-me uma coisa:
Nunca se case com um policial.
Sim, m�e.
N�o viu o sinal fechado, senhor?
Sim, mas n�o aconteceu nada.
N�o faz diferen�a, senhor.
Esse � o inspetor-chefe Gideon. Tem um chamado urgente no aeroporto.
Voc� cometeu um delito.
O policial est� apenas trabalhando.
Mas, senhor
A lei n�o distingue entre patentes e cidad�os comuns.
Agora posso ver sua carteira?
Eu n�o tenho.
Tradu��o PT-BR: gooz makingoff.org
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