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N�o � o sonho de todos, no fundo?
Quero dizer, ver o pr�prio funeral.
Descobrir o que os outros pensavam de voc�...
sem que possam v�-lo.
Acho que consegui mover o cabelo da minha mulher.
Enquanto h� emo��es, sentimentos, existem energias.
As energias podem ser controladas...
Eu vi uma parte do futuro.
Eu vi minha mulher Anna amea�ada pelo cara que me matou.
N�o � poss�vel que um policial especialista
n�o teria imaginado que o Mexicano tinha duas pistolas.
Mas h� policiais que baixam a guarda.
N�o levamos em conta outra possibilidade.
Por exemplo, a presen�a de uma terceira pessoa.
N�o encontramos nada que fa�a pensar
na presen�a de um terceiro indiv�duo.
Esta � a �ltima chamada
que o Mexicano recebeu antes de morrer.
Liga.
- Como liga? - Vamos, liga.
- � voc�? - Sim.
Por que algu�m ligou para o Mexicano?
Talvez temiam que ele falasse.
N�o acredito que h� um infiltrado na minha equipe.
O telefonema saiu daqui.
Amor, o que foi?
Por que � t�o dif�cil fazer a coisa certa?
Agora n�o pode voltar atr�s. Entende, n�o?
Algo que voc� j� ouviu, sendo o espi�o que voc� �.
Parece que � um tipo de arquivo privado.
Como voc� descobriu?
Uma cobran�a. Ningu�m pagava o aluguel.
Seu marido teria feito o que quisesse de qualquer maneira...
Sabe o que voc� � para mim?
Fogo.
Cad� a menina?
Desde que te vi, tenho vis�es estranhas.
Ou�o gritos e vejo chamas.
Meus pais morreram quando eu era pequena.
Desculpe, n�o sabia.
Por que n�o sei quem era minha m�e?
Por que n�o h� nada para saber.
Encontrei um documento com a data.
Em 2002, quando foram para o Kosovo, eu estava com eles.
Quando uma cidad� italiana morre
por acidente em um pa�s estrangeiro
os dados ficam guardados na delegacia.
Bastaria entrar na delegacia.
O que voc� quer fazer? Quer entrar l�?
- Exatamente. - Como? - Com a sua ajuda.
Foi hospitalizada.
Est� viva.
Oi.
LA PORTA ROSSA S01E05
legendas @drcaio
N�o entendo porque minha tia n�o me contou a verdade.
Foi hospitalizada. Est� viva.
O que faz aqui? N�o vai na escola?
Assembleia.
Assembleia! Vanessa, n�o gosto nada
de como voc� est� se comportando.
N�o me obrigue a falar com seus pais.
De qualquer forma, sairei da equipe!
Por qu�?
Come pouco, dorme pouco. Agora nem vai � escola.
Para mim, o careca est� certo, isto n�o est� indo bem.
Como deve estar algu�m que v� um morto
e tem uma m�e que achava que estava morta e est� viva?
Existe algum manual para situa��es como esta?
Est� bem.
Pelo menos falou com sua tia?
Se descubro que sabia e n�o me disse nada,
o que devo fazer?
Eu te entendo um pouco.
Tamb�m tenho medo de descobrir como as coisas aconteceram.
Tem medo?
Sim, tamb�m tenho medo.
Acha que � a Stella que est� te sacaneando?
Tenho minhas d�vidas.
� melhor ter certeza antes que seja tarde demais.
Posso confiar e deixar voc� sozinha?
Seu amigo Cagliostro tinha muitas coisas escondidas.
Alguma novidade que possa ajudar com o tr�fico de Red Ghost?
- N�o. - Parece que n�o.
Encontramos outro.
Red?
Aguardamos o exame toxicol�gico.
- Enquanto isso, olhe. - Explique uma coisa para mim.
Nos �ltimos seis meses, chegamos a...
Fa�a a conta.
Vamos tentar n�o chegar a 15.
Com fome?
� meio-dia.
Pode me dar meio sandu�che ou recuperar o plant�o que me deu
me convidando para comer.
Agora.
- N�o topa? - N�o, tudo bem.
Uma investiga��o na casa de Cagliostro?
Com todas as pastas que encontramos � inevit�vel.
Tem de ser feito. Eu nunca vi ele assinar...
com tanto gosto um mandado.
N�o fale bobagem, tamb�m n�o gosto disso.
A Sra. Mayer n�o aceitar� bem. Voc� a avisa?
Sim, obrigado.
- Ol�. - Bom dia. Vai entrar?
N�o, procuro pelo apartamento um.
Sabe qual �?
Sim, a janela no primeiro andar. Mas n�o tem ningu�m l� h� tempo.
- Obrigada. - Bom dia.
Como deve ter notado, n�o h� mensagens, s� uma liga��o.
H.C.
Eu estava contando sobre a caixa de ferramentas.
Pergunto: "O que tem dentro?" "Diga-me a verdade."
- Finalmente abre, o que havia? - Nada? - N�o, os envelopes.
Estavam debaixo.
- Contei mal, desculpe... - Traga outra, por favor? - Sim.
Obrigada.
- Tem certeza, todo esse vinho? - Obrigado. - Com certeza.
Certo.
Sabe, eu queria agradecer pelo que voc� fez por mim.
Apagar as mensagens de Cagliostro.
- N�o � nada - N�o, de verdade. Teria sido muito ruim.
Mas, ent�o... Bem, foi um gesto...
Foi um gesto nobre.
Obrigado.
Merece uma recompensa.
Entre.
Este � meu castelo.
Bonito.
Quer me dar o casaco?
Isso.
Ainda tem foto do sua ex?
Como sabia que eu estava aqui?
Eu vi voc� chegar na escola, mas n�o estava l� dentro.
- Vi a bolsa de nata��o... - Ent�o?
- Ent�o... - Voc� � muito inquietante.
Sim, me dizem.
Por que n�o vai � escola?
Quero cuidar das minhas coisas.
- Tem dois capacetes? - Por qu�?
A moto est� aqui.
Para chegar ao abrigo, pode passar tamb�m por ali.
Vem?
E ent�o?
Gostou?
O que faz com tudo isto?
Com o que tenho, posso sobreviver
pelo menos dois meses.
Est� louco. E os livros?
O que t�m a ver com sobreviv�ncia?
Est� zoando? O Che... Che Guevara.
Quando ia para guerrilha levava as armas, os livros e xadrez.
Claro, e talvez um pebolim que punha no bolso.
Como faz para jogar sozinho?
Quem disse que tenho que jogar sozinho?
- Certo. N�o trapaceie. - �bvio
Pode explicar do que tem medo?
N�o tenho medo, gosto de saber que estou
preparado para qualquer situa��o.
Cat�strofes, guerras, chegada de extraterrestres,
ataque de mortos-vivos.
Gol!
- Mortos-vivos? - Sim, mas...
Eu falo por falar, n�o acredito nisso, n�o sou t�o louco assim.
Eu mostrei o meu abrigo.
Me diz por que n�o vai � escola?
A �ltima vez que confiei em algu�m...
me deram para aquele lugar...
Eu n�o sou qualquer um.
Eu sempre acreditei que minha m�e estava morta.
Mas descobri que ela est� viva.
Todo esse tempo sem mim.
Est� em uma cl�nica nos arredores de Trieste.
Voc� j� foi v�-la?
Desculpe, voc� tem que ir v�-la imediatamente.
E se ela � louca e matou algu�m?
- Vamos at� l� e olhamos. - Voc� est� maluco.
Dizem que n�o podemos confiar nos Escorpi�es,
mais cedo ou mais tarde eles te picar�o.
Est� em sua natureza.
� apenas um signo do hor�scopo.
� tarde.
Eu estava brincando.
Est� bem.
- Vou tomar banho. - Boa.
- Vem tomar banho? - N�o, tomo banho mais tarde.
- Paoletto, onde voc� estava? - Fomos comer fora.
- Gostaria de um caf�. - Eu convido.
Voc� � o �nico aqui que cheira a gel de banho neste momento.
Montares 8668.
Voc� � boa.
Eu ca� na armadilha tamb�m.
- Caf�? - Obrigada.
Que vadia!
J� chegamos. Gra�as a voc�.
- O que faz aqui? O local est� fechado. - Oi...
- Voc� � do SIAE? Da pol�cia? - N�o, eu n�o sou policial.
- Ent�o quem � voc�? - Sou uma mulher.
Uma mulher? Talvez uma mulher tra�da ou com medo de ser.
Se fosse minha mulher, nunca trairia voc�.
- O que quer de mim? - Preciso de sua ajuda.
Ent�o vamos jogar.
Para cada informa��o que eu lhe der, voc� bebe uma.
Tudo bem, eu aceito.
Isto serve s� para aquecer.
Vamos, bebe.
- Meninas. - O que foi? - O ensaio terminou.
Nos vemos dentro de tr�s horas. Obrigado.
Tchau. Boa sorte, linda.
Bom.
- Bom. Agora? - Como agora?
Agora entra e diz que quer ver sua m�e.
Ela � uma paciente e voc� � uma parente.
Que problema tem?
Claro a esta hora... Assim chamam minha tia...
e dizem que dois menores estavam
em um hospital psiqui�trico.
Venha comigo.
Vamos pular.
Vamos. Apoia aqui com a outra m�o...
Cuidado.
- Consegue? - Eu?
- Onde vai? - Por qu�? - Deve ter c�meras.
- Temos que desviar e tentar passar por tr�s. - Est� bem.
Vamos.
Est� fechado, merda.
Se n�o tiver tranca, isto deve ser suficiente.
N�o tem.
Quer a verdade crua ou a mentira piedosa?
A verdade.
Ent�o bebe, vamos.
Eu o conhe�o, veio aqui muitas vezes.
Vamos, continue.
Preciso de outra informa��o.
Ele me tra�a?
Se eu lhe der essa informa��o, o que me d� em troca?
Comece a pensar, j� veremos, certo?
- Al�? - Finalmente atende. Onde est�?
No Papagaio Azul.
- Papagaio Azul? O que � isso? - Um local de lap dance.
O que est� fazendo a�? Est� bem?
Estou cansada, minha cabe�a est� girando.
- Pode vir me buscar, por favor? - Certo, j� vou.
- Tudo bem? - Sim.
Seu marido comia esta. Nada mal, n�o?
N�o a vemos h� algum tempo. O nome dela � Helena.
- Helena. Com H? - Sim, por qu�?
HC.
Esta � ela.
Voc� tem a mesma tatuagem.
Precisa segurar, amor.
Como voc� gosta.
- O que foi? - Por aqui.
O que foi?
Vanessa, o que voc� viu? Espere, eu fecho a porta.
- Sabia que voc� estava aqui. - Como voc� sabia?
- Claro, voc� � um fantasma. - N�o, sou policial.
- E este quem �? - Assim n�o a encontraremos.
N�o � assunto seu.
- Nada. - Fez bem em traz�-lo.
Quando descobrirem voc�, ter� companhia.
Que ideia teve o g�nio?
Procurar em todos os quartos at� que sejam descobertos?
Tem uma melhor?
Do qu�?
No final do corredor h� um arquivo.
- Vanessa, melhor o qu�? - Uma ideia.
Talvez tenha um arquivo no final do corredor.
Exatamente.
Vamos.
- Se viam com frequ�ncia? - O que entende por frequ�ncia?
O que faziam?
Agora vou lhe mostrar o que faziam.
- Melhor eu ir para casa. - N�o.
- N�o vai a lugar nenhum. - Larga, tire suas m�os de mim.
N�o me toque. Afaste-se de mim.
- Poderia me dar um beijinho? - Por favor, me deixe ir.
- O que est� fazendo? - Mas quem � voc�?
- Antonio! - Vou te matar, idiota!
- N�o! - Onde voc� quer ir?
- N�o vou a lugar nenhum, juro. - N�o vai mesmo a lugar nenhum.
Vamos.
Deve haver uma lista.
Esta.
- Espera. Eleonora Pavesi. - � ela? - Sim.
Saiu h� tr�s anos? Onde est�?
Esconda-se, r�pido!
- O que foi? - Mova-se! - Anda logo.
A mochila.
Via livre.
Como sabia que estava vindo?
- Sexto sentido. - Me chama assim com os amigos?
Vamos...
Desculpe, tenho que ir ao banheiro.
Anna.
Anna, voc� est� bem? Anna!
- Escutei um barulho, como est�? - N�o, estou bem.
- Quer que chame um m�dico? - N�o, j� estou saindo.
- Tudo bem? - Sim, estou bem.
Deixe-me ver.
Venha, vou por um pouco de gelo.
Voc� nunca teria me machucado tanto.
Sente-se.
Anna, tenho que lhe contar uma coisa.
Amanh�,
Rambelli e a turma dele vir�o aqui.
V�o revistar o apartamento.
Com tudo o que est� saindo sobre seu marido...
� o procedimento que deve ser seguido,
sabe melhor do que ningu�m.
Sinto muito.
Perdoe-me, tenho que descansar.
Est� fora h� tr�s anos e nunca deu sinal de vida?
N�o sei o que dizer. Tente falar com sua tia.
Primeiro tenho que pensar.
Mas foi bom estarmos os dois juntos.
Obrigado por me trazer!
N�o tem nada melhor para fazer do que ficar atr�s de mim?
Pelo menos, agrade�a... Acho que fui �til para voc�.
- Onde voc� est�? - Estou no quarto.
Claro, poderia me ouvir.
- Oi. - Oi.
- Tudo bem? - Sim. - Como foi na escola? - Bem.
Hoje falamos sobre mania de persegui��o, alucina��es.
Todas essas coisas pelas quais as
pessoas s�o consideradas loucas.
Este � o programa do terceiro? O que dar�o no quinto?
- J� comeu? - N�o. - Preparo algo e comemos juntas.
- Certo. - Est� tudo bem mesmo? - Sim.
Bem... voc� j� fez a coisa mais dif�cil.
Por que n�o falou para ela?
Todo mundo me diz para ir at� o fim, mas tenho medo de saber...
minha m�e est� viva em algum lugar e n�o quer me ver.
Voc� � um policial, nunca teve medo...
- ou n�o lembra o que �. - N�o sei o que �? J� te disse.
Tenho medo, e muito! Tenho medo que algu�m machuque a Anna.
Ao nosso filho
Merda, � quase Natal e eu n�o pude fazer nada!
Voc� matou Leonardo?
Sempre tive medo de que me considerasse um imbecil.
Agora tamb�m tenho medo por voc�.
- O que fazia quando tinha medo? - Mentia.
Mas � a melhor maneira de perder tudo.
Amanh� de manh� voc� tem que me ajudar com Paoletto.
Finalmente voc� se deixa ver!
Podia pelo menos prevenir.
Mas o que aconteceu com voc�?
Dias complicados.
Uma noite normal.
Uma de nossas noites Voc� chegou tarde...
Como sempre se jogou no sof�.
Eu chego e voc� j� est� dormindo.
Desculpe. Desculpe se te deixei sozinha.
N�o tinha uma maneira mais simples de chegar at� Stella?
� f�cil, Paoletto tem um ritual simples pela manh�.
Toma caf�, depois vai ao banheiro.
Depois um suco e croissant com geleia.
Pode cronometrar, ver� que daqui a pouco se levanta.
Disse que era pat�tico, n�o parece mal para mim.
Sua colega n�o teve que fazer um grande sacrif�cio.
Fa�a-me o favor, vamos.
- Est� com ciumes? - Eu? Olhe!
Como? N�o! Deixe-me falar, deixe-me falar!
Deixa-me falar! Espera um momento.
- O que �, um suco? - Sim. - P�e para mim.
Os melhores rel�gios �s vezes n�o funcionam bem. Plano B.
Se Paoletto n�o vai ao banheiro...
N�o sei como isso aconteceu.
Tome.
N�o falava com voc�. Vamos, at� logo.
Quando quiser.
Desculpe.
Funciona.
- Chiara! - Sim.
Viu quem deixou este bilhete debaixo do croissant?
N�o. Desculpe, eu n�o sei.
- Marco, viu quem colocou? - N�o.
- Obrigado! - De nada. Posso ir agora?
Claro.
- Mas deve ir para a escola! - Onde iria se n�o l�? Tchau.
Bela surpresa, n�o?
Laura, obrigado por...
Mariani! Venha, venha.
Vem para a checagem na casa de Cagliostro?
Na verdade, prefiro n�o ir.
Al�m disso pedi uma hora de licen�a.
Tenho que fazer uma coisa.
Falamos que n�o ter�amos licen�as...
- mas n�o h� problema. Paoletto? - Tenho que verificar uma dica.
- Talvez n�o seja nada, mas... - Melhor verificar.
Acho que � in�til perguntar aos outros, ter�o algo para fazer.
- Oi. - Onde voc� estava?
Na escola. Onde queria que estivesse?
Voc� n�o foi � escola.
Eu fui para a escola.
N�o fui hoje porque n�o me sentia bem.
Vanessa, n�o � hoje... me disseram que n�o vai h� dias.
Precisava de um tempo sozinha, posso?
N�o, n�o pode.
Se soubesse o quanto eu quero ficar sozinha.
Mas eu tenho que trabalhar e fazer horas extras.
E sabe porqu�? Olhe para mim. Para fazer a compra.
Para comprar a porra da sua moto.
Tem que ir para a escola porque � seu dever.
- Eu confiava em voc�. - Eu tamb�m confiava em voc�.
Por que nunca me disse que minha m�e est� viva?
O que est� dizendo? N�o � verdade.
N�o me tome por boba.
Fui � cl�nica onde minha m�e estava.
Todos esses anos acreditei que estava morta, mas est� viva.
- H� uma explica��o. - Qual? - Fiz por voc�, para proteg�-la.
- Para me proteger, me enganou. - N�o.
- Eu te eduquei, cuidei de voc�, te sustentei. - Tome!
- Seu maldito dinheiro. - Sabe que n�o se trata disso.
- De que coisa? - Sempre te amei como uma filha.
- Eu te amo como uma filha. - Que pena. N�o � minha m�e.
E nunca foi.
Fora, fora...
Fora.
- Oi, Anna. - Oi, entrem.
Ser� r�pido.
- Com licen�a. - Conhe�o o procedimento.
Oi...
Pessoal, podemos come�ar. V�o com cuidado.
D� uma volta, n�o?
Desculpe, preciso fumar. Vou � cozinha?
Sim, v� onde quiser.
Desculpe, estou um pouco chateada.
- Sr. Piras. - Sim.
- Vamos colocar tudo no lugar e deixar a sala livre. - Est� bem.
- Como se chama aquele cara? - Vassili.
- Vassili Evtushenko. - Vassili Evtushenko.
Controlei as contas de Paoletto.
Ele retirou somas importantes...
com as quais acho que ele lhe paga.
Merda, tem algu�m.
- N�o! - Merda!
- Ponha a arma no ch�o. - N�o fa�a besteira, Paoletto.
- N�o, n�o fa�a voc�. - Vamos.
Chute ela.
Isso! De joelhos, idiota.
Sim, sim, tudo bem, mas fique calmo.
M�os na cabe�a M�os no vag�o.
Estique mais.
- Escute. - N�o, escute voc�. Se voc� se mexer, eu atiro.
E agora vamos passar para as apresenta��es.
"Sub-inspetor Ragusa."
Sr. Piras, estamos perdendo tempo.
N�o tem nada aqui.
Est� bem, vamos.
- Anna, n�o incomodaremos mais. - Perfeito!
- Lorenzi. - Chega, pessoal. Vamos.
Est� bom assim. Vamos.
- Sr. Piras. - Sim.
Zagaria. Albertini.
O quadro do meio, aquele torto. Veja-o.
Senhor.
Sabe alguma coisa?
O que est�o fazendo? O que querem de mim?
Quem disse para se virar?
Estou investigando o informante do celular.
Infiltrei a inspetora Mariani para descobrir.
E o que eu tenho a ver com isso?
Pensam que o informante do celular sou eu?
Vassili � um criminoso. Voc� o viu v�rias vezes...
e houve um movimento de dinheiro que rastreamos.
- Foram enganados! Que idiotas! - Agora explique.
Por que Vassili? Por que o dinheiro?
Isso � problema meu.
N�o tenho que prestar conta a ningu�m.
Toma.
Obrigado pela aten��o.
- Sub-inspetor. - Espera...
V� se foder!
Sim?
- N�o pode sair assim! - Envia uma medida cautelar.
Imediatamente. Agora pode ir!
Era a Central. N�o era ela a informante.
Vamos j�!
- E quem � o informante? - Cagliostro.
Acabam de encontrar uma grande
quantidade de dinheiro na casa dele.
L�gico que vamos ter que investigar
mas parece que foi ele quem organizou tudo.
Nem todas as investiga��es s�o como voc� esperava.
Os m�todos que voc� sempre usava j� n�o servem mais.
Ou descobre verdades que teria sido preferido n�o saber.
Naquele momento iria querer apagar tudo,
mas percebe que � tarde demais para voltar atr�s.
Por mais que se esforce, as d�vidas n�o lhe d�o folga.
E voc� se pergunta quem realmente �.
Mas n�o importa o quanto olhe...
em torno de voc� s� enxerga
uma grande e impenetr�vel escurid�o.
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