All language subtitles for La.Porta.Rossa.S01E04.720p.HDTV.x264-DoKtor

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Original subtitles

LA PORTA ROSSA S01E04

Cad� a menina?

Onde ela est�?

Vanessa.

Vanessa!

Tudo bem?

Pesadelo?

Acho que s� comigo poderia acontecer isso,

ser acordada por um fantasma.

Outra vez o inc�ndio?

Sim, e n�o entendo o motivo.

Tudo parece t�o real... Eu sinto as chamas.

Sinto o calor.

Quando come�amos uma investiga��o,

temos que encontrar...

os detalhes que n�o se encaixam...

Como no seu caso?

O telefonema da delegacia. Por que algu�m ligou de l�...

para prevenir o Mexicano?

Talvez temiam que ele falasse.

Muito bem! Um dos meus colegas tem algo a esconder.

E por isso me eliminou.

Como se faz quando nada se encaixa?

O esquadr�o est� sendo investigado

e n�o me dizem nada? Est�o loucos?

N�o sabia. O procurador-chefe confirmou que as d�vidas

sobre vazamento de informa��es estavam sendo investigados...

- h� muito tempo. - Falaram para os Carabinieri.

- Eu n�o disse. - Claro!

N�o posso acreditar que h� um infiltrado na minha equipe.

O telefonema saiu daqui. Mas � estranho, as dela��es

geralmente s�o sobre extors�o, prostitui��o...

Mas o Mexicano trabalhava com drogas.

O que tem a ver com ele?

- O policial corrupto se vende para quem paga. - � verdade.

Me deixa o dossi�? Quero dar uma olhada.

- Por favor. - Est� bem.

Mas lhe pe�o, a not�cia sobre a investiga��o � confidencial.

Claro.

- Bom dia! - Para voc� tamb�m.

A veneziana do chefe funciona como a persiana do Paoletto...

- O que foi? - N�o sei. - Procuram um infiltrado.

- O que voc� ouviu? - Algo que voc� j� ouviu...

- sendo o espi�o que voc� �. - Mariani, at� poderia ser voc�.

Piras vai ver Rambelli e se ele

est� zangado � porque algo vai mal.

E agora come�ar�o a nos incomodar.

- Bom dia. - Oi.

- O que � isto? - Uma tatuagem.

- Sei que � uma tatuagem! - Voc� gosta? - N�o!

N�o gosto, por que fez?

Voc� sabe. Ando pensando muito nela.

Posso pensar nela...

- ou tenho que pedir permiss�o? - Outra vez com essa hist�ria?

Voc� est� imaginando. Estava aqui comigo!

Entendo. Mas continuo sonhando com o inc�ndio, tia.

A culpa � minha.

Falei muito sobre isso quando voc� era crian�a.

O que tem a ver? N�o! Pelo contr�rio,

gostaria de saber muito mais.

Por que n�o sei quem era minha m�e?

- Sua irm�! - N�o h� nada para saber.

V� se foder!

- Oi! - Oi...

- Obrigada por vir. - Bem, voc� sabe.

- Quer algo? - N�o, obrigado.

- Do que quer falar comigo? - Do Leo.

Tenho a impress�o de que h� algo estranho na morte dele.

- Em que sentido? - Faltam coisas.

Falta o computador. O caderno.

N�o est�o na delegacia e nem entre as coisas dele na pens�o.

Poderiam estar em qualquer lugar.

Mais cedo ou mais tarde, vamos encontrar.

E como explica o estranho que se incomoda

em enviar o telefone do Mexicano?

Ele quer permanecer an�nimo.

- H� outra coisa tamb�m. - Que coisa?

Esta.

� uma chave com o n�mero 188.

N�o consegui encontrar o que abre.

Anna. Est� muito chocada com tudo o que aconteceu.

� compreens�vel. Todos n�s estamos.

Mas devemos nos esfor�ar para permanecer l�cidos.

Considerar os fatos.

Os fatos nos dizem que n�o h� elementos suficientes

que justifiquem abrir uma investiga��o.

Agora temos que descobrir o infiltrado.

E uma vez descoberto...

poderemos entender o que aconteceu.

E eventualmente decidir o que fazer.

� que s� agora percebo o pouco que sabia sobre ele.

Sabe o que voc� tem que fazer agora?

Descansar.

Tire f�rias, desconecte-se do mundo.

Anna, pense um pouco em voc�.

Talvez voc� esteja certo.

Muito bem, pessoal!

- Ol� - Desculpe.

Rosic, achei que estava perdida.

Acomode-se. Vamos esperar voc� se sentar...

Ol�!

- Desculpe, mas o que � isso? - Voc� gosta?

Est� brincando, n�o?

- Terminaram? - Desculpe. - Agora,

como eu havia antecipado,

hoje iniciamos o estudo dos ecossistemas.

Mas desta vez trabalhar�o em duplas.

Fiquem quietos e calmos! Eu decido as duplas.

Voc� comigo.

Vincenzo, voc� vai trabalhar com Federica.

N�o!

Anna com Yap. Assim aprende algo.

Com ele?

Aselic! Volte conosco.

Sempre perdido... na �ltima carteira.

Dupla com Vanessa, j� que ela chegou. Vamos, levante.

Junte-se com a Vanessa.

Por favor, sempre com o mesmo entusiasmo!

- Oi. - Oi. - Erika com Giulio.

- Inspetor. - V�o comer? - Sim, esperamos? - N�o.

Acabamos de apreender em uma festa da faculdade.

J� se reorganizaram.

Quem ser� que pegou o lugar do Mexicano?

Talvez um dos seus homens tenha contatado o importador...

ou est� despachando por conta pr�pria.

E Leo morreu por nada.

Tudo bem, pessoal. Deixo voc�s sozinhos.

Por favor, n�o estraguem tudo.

Mariani, Mariani!

- Como voc� � t�o social! Inclusive com Lorenzi. - T�!

Posso falar uma coisa?

Mas o que voc� quer, Paoletto?

Poderia ter sido mais cuidadosa.

Todos n�s sab�amos.

Seu caso com Cagliostro.

- Acredita nessa bobagem? - Bobagem?

- O celular de Cagliostro estava cheio de mensagens. - Que merda!

- N�o h� mensagens. - Agora.

- Eu li e apaguei. - Por que fez isso?

Porque sei que os colegas

nesses casos enchem muito o saco.

- Ainda falam de mim! - A hist�ria da persiana...

que voc� tinha que consertar

enquanto sua mulher estava ocupada

com outras coisas...

- Est� informada. - Quer dizer, est� me dizendo...

que apagou as mensagens de Cagliostro...

s� para evitar as fofocas sobre n�s?

Sinto muito que n�o tenha entendido que sou generoso.

O que voc� quer, Paoletto?

Pelo menos um obrigado.

- Obrigado. - Um obrigado n�o basta.

Esta noite jantamos no Roby.

Roby?

- N�o gosta? - N�o, Roby est� �timo.

�s 8.

"Problemas com Michael."

Quem � Michael?

- Onde vai? - Nos vemos esta noite.

- O que digo a Rambelli? - Deixa o Rambelli comigo.

Mas o que voc� anda fazendo?

- Onde voc� est�? - Aqui.

� Vassili. Um que voc� meteu em cana.

- O que aconteceu? - Michael abandonou...

- O que significa? - O que voc� acha significa?

- Ele cansou e se foi. - E agora ficou pra voc�.

- N�o, desta vez n�o. - Sim, sim... desta vez, sim.

Toma e n�o vacila.

Mas esta noite eu...

Esta chave n�o � nossa.

Este � o quarto 1C, temos 26 quartos.

- N�o h� quarto 188. - Poderia ser de um cofre.

Um cofre aqui?

N�o entendo... todas essas perguntas

j� foram feitas pela pol�cia.

Eu sou ju�za. Al�m disso

a mulher do policial assassinado.

Entendo. Sinto muito.

Senhora!

- Sim. - Alguns dias atr�s, chegou isto para o seu marido.

� uma peti��o de pagamento.

Eu abri para ver se havia alguma coisa �til para a pol�cia.

"188."

Com invernos que duram mais de 10 meses...

e temperaturas que podem atingir 45 graus abaixo de zero.

Por que algu�m moraria na floresta?

Por que n�o?

Por exemplo, meu pai teve que ir trabalhar em todos os lugares,

do Oriente M�dio ao Mar do Norte e minha m�e e eu sempre atr�s.

Tem sido muito dif�cil?

Sim, muito. Em compensa��o, aprendi a sobreviver...

a muitas situa��es, gra�as a isto.

O que �?

Meu kit pessoal de sobreviv�ncia.

O que �...?

Aqui dentro tem tudo para sobreviver em qualquer situa��o.

Cordas, lanterna, canivete su��o,

alicates, b�ssola...

- Voc� est� fora do mundo. - Por qu�?

Sai com um kit de sobreviv�ncia e tem...

um instrumento que parece um OVNI.

N�o convive com ningu�m...

Quem lhe disse isso?

Se n�o me v�, isso n�o significa que n�o existo.

Al�m disso tudo � para saber dos assuntos dos outros...

e isso n�o me interessa.

Se quer saber, seus amigos parecem

t�o banais para mim que...

poderia descobrir a senha deles em 5 minutos.

- Claro. - Sim.

- Tenta entrar no da Ilaria. - Est� bem.

Mas a responsabilidade � sua.

Ent�o... preciso apenas de um gerador

de senhas e algumas informa��es pessoais.

- Data de nascimento? - 20 de outubro de 2000.

S�o n�meros bonitos. Tenho certeza que os usou.

- Obsess�es? - Luca, o ex dela.

- "Luca"... N�o! - Tente com "Pepe", o gato.

Pepe? Ent�o... 2010 Pepe... 2000.

Olha a conversa com Federica.

Vanessa � uma idiota. Viu a tatuagem dela?

Eu gosto da sua tatuagem.

- Venha comigo.. - Aonde? - Venha.

Bom dia.

Por favor, fiquem a vontade.

- � muito iluminada. - Sim, bastante. Por favor.

Antonio. Antonio, olha que vista!

Parece perfeito para mim. O que voc� acha?

Sim. Sim, talvez esperemos um pouco mais...

Amor, n�o renunciei a proposta de Viena...

para sozinha. Quero uma casa para n�s.

Um novo come�o.

Mas por qu�? O que a minha casa tem que voc� n�o gosta?

� sua.

Com licen�a. Al�?

O terra�o tem 40 metros quadrados.

Est� bem, j� estou indo.

- Desculpe, tenho que ir. - Desculpe, quem era?

Trabalho, Anna.

- Descobriram algo importante. - N�o duvidava...

Eu ligo mais tarde.

Trago um caf�? V� para as outras caixas, vamos.

Parece um arquivo privado.

Acho que tudo isso deveria estar na delegacia.

Anna.

Voc� sabia?

N�o, mas n�o me surpreende. Como voc� descobriu?

Uma cobran�a. Ningu�m pagava o aluguel.

Eu vi o quarto onde ele morava desde que saiu de casa.

N�o parecia um lugar para ficar por muito tempo.

Quem sabe?

Talvez pensava em voltar para casa.

Sabe o que � pior?

Eu teria recebido ele de volta!

O trabalho anda bem, volto para o escrit�rio.

Eu te acompanho para casa?

N�o, obrigada. Vou � delegacia com voc�.

Tchau, Stefano.

N�o se preocupe, isso acontece com todo mundo, sabe?

Sabe o que � o sentimento de culpa?

Ir para a cama com uma garota como eu?

Muitos homens fazem isso ou gostariam de fazer.

- Inclusive os policiais. - Cale a boca!

O que foi? Tem medo de ir para o inferno?

Quem n�o tem medo?

Principalmente quando sabe que merece.

Devemos ter a for�a para pagar nossas culpas...

enquanto estamos vivos.

Sabe o que minha m�e sempre disse?

Para morrer e para pagar, sempre h� tempo.

- Pensa bem, e se depois da morte n�o h� nada... - Se manda.

- Faz tempo que toca o hang? - Sim, desde crian�a.

- Seus pais gostam de m�sica? - Meus pais? N�o.

Meu pai trabalha em navios e minha m�e,

se vira com pequenos trabalhos.

Garanto a voc� que a �nica m�sica...

que conhecem � as das sirenes dos navios.

Talvez comecei a tocar o hang porque me lembra delas.

E a sua fam�lia?

Meus pais morreram quando eu era pequena.

- Desculpe, n�o sabia. - Tranquilo. - Sinto muito.

Mas e a senhora que vejo sempre vir para a escola?

� minha tia. Moro com ela.

Nos anos 90, minha m�e foi para

Kosovo junto a outros volunt�rios de

uma associa��o humanit�ria...

e l� conheceu meu pai que era s�rvio.

Voc� � kosovar? Nasceu l�?

N�o, quando a guerra terminou, eles voltaram para a It�lia...

durante algum tempo. Depois meu pai

come�ou a sentir saudades do pa�s dele...

e retornaram. Eles tentaram

reformar a casa da fam�lia do meu pai.

Eu era muito pequena, tinha 2 anos.

Me levar teria sido um problema, ent�o eles me abandonaram...

com minha tia. Eles prometeram voltar para mim, mas...

nunca voltaram porque a casa que eles

estavam reformando pegou fogo...

e eles morreram no inc�ndio.

Hist�ria estranha, n�o?

Talvez se me contassem, eu n�o acreditaria.

Certo, n�o nos esfor�amos muito no trabalho sobre a floresta.

- Espero que Deus nos ajude. - Tchau. - Tchau...

- Vanessa, o capacete. - Leva na escola. - Tchau.

Eu deveria ter insistido em faz�-lo mudar de ideia.

Talvez agora ele estaria vivo.

Anna, me escute.

Seu marido teria feito o que quisesse de qualquer maneira...

com ou sem sua permiss�o ou de qualquer outra pessoa.

Tem que parar de criticar a si mesma.

As coisas aconteceram assim,

e voc� n�o podia fazer nada para evitar.

Mas voc� � bobo? Me assustou!

Queria saber se estava disposta a reagir.

Queria saber se estava disposta a reagir?

Eu tinha meia hora livre e pensei em ir ver minha mulher.

E o que acha que pode fazer em meia hora?

Tenho algumas ideias.

Faz tempo que passou meia hora.

Voc� acha?

N�o estou a fim de nada... mas tenho que ir!

Onde vai?

Eu, Paoletto e Lorenzi temos que fazer uma coisa...

Uma opera��o de rotina. Nada preocupante

V�o os tr�s?

Por isso que veio aqui? Caso n�o me veja de novo?

Meu Deus, Anna!

E se fosse assim?

Se algo tiver que acontecer, acontece!

� melhor assim, n�o?

N�o pensa em mim?

O que quer fazer? Voc� sempre diz isso.

Sou um imbecil!

� meu trabalho.

Al�m disso, sabe como eu sou.

Mas pode ficar tranquila que hoje n�o morro.

Torquato Tasso nasceu em 1544 em Sorrento...

Tem que aparecer sempre assim?

N�o poderia avisar de alguma forma?

Talvez sim, espere.

- Impressionante! - Viu?

Descobri um monte de coisas novas nestes dias.

- Para que te serve? - Tem que servir para algo?

Voc� vem me ver somente quando precisa de algo.

Bem, voc� est� errada.

Precisava falar com algu�m e tenho pouca escolha!

- O que aconteceu? - Esquece.

Tem novidades sobre seus pais?

Ainda n�o. Mas cada vez estou mais convencida...

que minha tia n�o me contou toda a verdade.

N�o sei como n�o percebi antes.

Perde tempo, certas coisas � melhor n�o saber.

N�o!

N�o, a verdade � um direito. � mais, um dever.

Voc� me ensinou!

- Com quem est� falando? - Estou ensaiando.

- J� est� pronto. Venha - J� vou...

Parab�ns!

Mas tem raz�o. Tem que ir at� o fundo, tanto voc� como eu.

- Tanto... - Voc� tem uma pista?

Meu colega, que se chama Paoletto.

Tenho certeza que ele tem algo a esconder.

Certo!

Mantenha-me atualizada e na pr�xima vez que voc� chegar...

- fa�a aquele joguinho e nos veremos no terra�o. - Esse?

Que incr�vel!

Sou eu...

E ent�o?

E ent�o uma merda! Est� cada vez pior.

Vamos, espero voc� amanh� de manh�.

N�o vai me sacanear, n�o?

Cheguei!

E ent�o...

O que aconteceu?

- Seu Michael me fodeu. - Na verdade, se foi.

Ele nem queria o pagamento das �ltimas semanas.

Com esse s�o... quantos? Sete?

Ent�o? A culpa � minha? � isso que voc� diz?

- N�o tenho paci�ncia com seus presidi�rios? - D�ria!

Voc� mandou a merda todos os ajudantes que encontrei.

Pensava que os ex-presidi�rios pudessem lidar com voc�.

Mas perdoe-me se lhe disser que � um desafio imposs�vel.

O que voc� quer de mim?

Quer que lhe pe�a desculpas? Est� bem. Desculpe!

De qualquer forma, voc� n�o se importa se estou mal.

Sei que sou um peso para voc�.

Merda!

Pode falar!

O que � isso? Uma estrat�gia?

Primeiro me convida para jantar e depois me deixa esperando?

N�o, tive um contratempo.

Poderia avisar, estou aqui sentada.

- Quanto tempo demora? - N�o, n�o posso hoje. Desculpe.

Talvez outra hora, o que voc� acha?

- Sim, tudo bem. Tchau. - Al�?

- Que idiota eu sou! - Perfeito.

Muito bem!

- Aconteceu alguma coisa? - N�o.

Trouxe um sandu�che de atum e uma cerveja. Gosta?

- Mas como na cozinha. - Vamos!

Vamos.

Um, dois, tr�s.

O que est� acontecendo? Por que n�o atende o telefone?

Sei o que sente. Sente culpada. � normal.

Mas agora n�o pode voltar atr�s. Entende, n�o?

Al�m do que j� sabe, h� novidades?

Tenho que checar algumas coisas melhor.

� o que queria ouvir.

- Vou embora. - Sinto muito que tenha que trabalhar � noite.

Elia me pediu uma troca e eu n�o sabia como dizer n�o.

- Boa viagem. - Obrigada. N�o v� deitar tarde.

Amor, oi. Tudo bem?

- N�o muito. - Por qu�? O que aconteceu?

Descobrimos um arquivo secreto de Leo.

Dezenas e dezenas de pastas...

cheio de informa��es sobre delinquentes que s� ele tinha.

Fora de qualquer norma.

Mas por que � t�o dif�cil fazer a coisa certa?

Oi...

Quer se jogar?

- M�s not�cias? - Estou sabendo de muitas coisas n�o conhecia.

Principalmente de pessoas mais pr�ximas.

Se eu n�o tivesse morrido teria continuado assim,

tantos erros, tantos preconceitos...

Est� filos�fico esta noite.

Lembra do colega que eu estava seguindo?

Sempre achei que ele era ego�sta e idiota.

E em vez disso?

H� alguns anos sua mulher o deixou por outro.

Depois teve um acidente, eu n�o sabia como estava.

Est� paral�tica. Necessita assist�ncia cont�nua.

E adivinha quem faz o imposs�vel para ajud�-la?

O imbecil.

N�s o chamamos de corno. Paoletto.

A vida nunca termina de surpreend�-lo.

Nem mesmo morto.

Eu tamb�m tenho uma novidade.

Sobre seus pais?

Em 2002, quando foram para o Kosovo, eu estava com eles.

Encontrei um documento com a data.

Ent�o, finalmente, est� explicado

porque voc� se lembra do inc�ndio.

Mas n�o entendo porque minha tia n�o me contou a verdade.

Agora voc� tem algo concreto nas m�os, pergunte para ela.

Quero estar mais segura.

Seu pai era s�rvio, ent�o... Nada.

Mas quando uma cidad� italiana morre

por acidente em um pa�s estrangeiro...

os dados ficam guardados na delegacia.

- Bastaria entrar na delegacia. - Sim.

O que voc� quer fazer? Quer entrar l�?

- Exatamente. - Como?

Com sua ajuda.

Nem pense nisso, garota!

Que porra est� fazendo? Pare!

Cooperamos somente quando lhe conv�m?

Volte para dentro, por favor.

- N�o! - Vamos, n�o posso peg�-la.

- Vamos! - N�o!

- Saia daqui. - N�o.

- N�o posso peg�-la, saia daqui. - N�o!

Est� bem! Eu te ajudo, venha. Venha!

Voc� � a primeira pessoa que me faz fazer o que deseja.

Sempre h� uma primeira vez!

- E agora? - Venha, vou te mostrar.

Ali tem uma entrada secund�ria.

Acima h� uma c�mera de vigil�ncia.

N�o se vire.

- Certo, como fazemos? - Usaremos os c�digos.

Devem ter cancelado o meu mas podemos usar o de Lorenzi.

- Voc� se lembra? - Claro.

Aproxime-se da porta, mas n�o se vire. V�!

7, 9, 0, 0.

Perfeito. Nos vemos dentro.

Quieta! V� aquela?

- O que fazemos? - Fique aqui.

Distraio o seguran�a e desativo as c�meras de vigil�ncia.

Quando tornar a avis�-la, suba para o andar do meio.

Certo!

O que est� acontecendo?

Ande logo, campo liberado.

Estou aqui.

Quase chegou. Est� ali, no final do corredor.

V� a porta?

- Merda, fuja! Vamos vamos! - Merda.

- Entre na �ltima porta � direita e cale a boca! - Merda!

Merda!

Bosta!

Mas o que est� acontecendo?

Tamb�m a caixa de for�a!

N�o pode fazer essa confus�o toda!

Aquela porta. L� � o arquivo.

Vamos.

Entre e tranque-se com uma chave.

- Vou em seguida. - Vou sozinha?

Vou em seguida! V�...

V�!

Coragem!

- Encontrou alguma coisa? - Onde voc� estava?

Eu vi algo estranho. Depois eu te explico. Vamos!

N�o consigo entrar. N�o tenho a senha

Ponnha H, K, Esquadra M�vel 99.

- Agora? - Coloque o nome da sua m�e.

Quando voc� interroga um suspeito, as mentiras ele diz...

s�o sempre mais interessantes que a verdade.

S�o as mentiras que revelam nossa verdadeira natureza.

Mostram a parte mais profunda de n�s.

Mostram o lugar onde metemos nossos desejos.

As mentiras nos confundem, nos enojam...

Mas n�o podemos evitar.

Mas quando chega a hora, queiramos ou n�o...

Hospitalizada?

Mas ent�o, est� viva!

Tudo o que nos esfor�amos em esconder...

sai � superf�cie.

Oi...

legendas @drcaio

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