Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
LA PORTA ROSSA S01E04
Cad� a menina?
Onde ela est�?
Vanessa.
Vanessa!
Tudo bem?
Pesadelo?
Acho que s� comigo poderia acontecer isso,
ser acordada por um fantasma.
Outra vez o inc�ndio?
Sim, e n�o entendo o motivo.
Tudo parece t�o real... Eu sinto as chamas.
Sinto o calor.
Quando come�amos uma investiga��o,
temos que encontrar...
os detalhes que n�o se encaixam...
Como no seu caso?
O telefonema da delegacia. Por que algu�m ligou de l�...
para prevenir o Mexicano?
Talvez temiam que ele falasse.
Muito bem! Um dos meus colegas tem algo a esconder.
E por isso me eliminou.
Como se faz quando nada se encaixa?
O esquadr�o est� sendo investigado
e n�o me dizem nada? Est�o loucos?
N�o sabia. O procurador-chefe confirmou que as d�vidas
sobre vazamento de informa��es estavam sendo investigados...
- h� muito tempo. - Falaram para os Carabinieri.
- Eu n�o disse. - Claro!
N�o posso acreditar que h� um infiltrado na minha equipe.
O telefonema saiu daqui. Mas � estranho, as dela��es
geralmente s�o sobre extors�o, prostitui��o...
Mas o Mexicano trabalhava com drogas.
O que tem a ver com ele?
- O policial corrupto se vende para quem paga. - � verdade.
Me deixa o dossi�? Quero dar uma olhada.
- Por favor. - Est� bem.
Mas lhe pe�o, a not�cia sobre a investiga��o � confidencial.
Claro.
- Bom dia! - Para voc� tamb�m.
A veneziana do chefe funciona como a persiana do Paoletto...
- O que foi? - N�o sei. - Procuram um infiltrado.
- O que voc� ouviu? - Algo que voc� j� ouviu...
- sendo o espi�o que voc� �. - Mariani, at� poderia ser voc�.
Piras vai ver Rambelli e se ele
est� zangado � porque algo vai mal.
E agora come�ar�o a nos incomodar.
- Bom dia. - Oi.
- O que � isto? - Uma tatuagem.
- Sei que � uma tatuagem! - Voc� gosta? - N�o!
N�o gosto, por que fez?
Voc� sabe. Ando pensando muito nela.
Posso pensar nela...
- ou tenho que pedir permiss�o? - Outra vez com essa hist�ria?
Voc� est� imaginando. Estava aqui comigo!
Entendo. Mas continuo sonhando com o inc�ndio, tia.
A culpa � minha.
Falei muito sobre isso quando voc� era crian�a.
O que tem a ver? N�o! Pelo contr�rio,
gostaria de saber muito mais.
Por que n�o sei quem era minha m�e?
- Sua irm�! - N�o h� nada para saber.
V� se foder!
- Oi! - Oi...
- Obrigada por vir. - Bem, voc� sabe.
- Quer algo? - N�o, obrigado.
- Do que quer falar comigo? - Do Leo.
Tenho a impress�o de que h� algo estranho na morte dele.
- Em que sentido? - Faltam coisas.
Falta o computador. O caderno.
N�o est�o na delegacia e nem entre as coisas dele na pens�o.
Poderiam estar em qualquer lugar.
Mais cedo ou mais tarde, vamos encontrar.
E como explica o estranho que se incomoda
em enviar o telefone do Mexicano?
Ele quer permanecer an�nimo.
- H� outra coisa tamb�m. - Que coisa?
Esta.
� uma chave com o n�mero 188.
N�o consegui encontrar o que abre.
Anna. Est� muito chocada com tudo o que aconteceu.
� compreens�vel. Todos n�s estamos.
Mas devemos nos esfor�ar para permanecer l�cidos.
Considerar os fatos.
Os fatos nos dizem que n�o h� elementos suficientes
que justifiquem abrir uma investiga��o.
Agora temos que descobrir o infiltrado.
E uma vez descoberto...
poderemos entender o que aconteceu.
E eventualmente decidir o que fazer.
� que s� agora percebo o pouco que sabia sobre ele.
Sabe o que voc� tem que fazer agora?
Descansar.
Tire f�rias, desconecte-se do mundo.
Anna, pense um pouco em voc�.
Talvez voc� esteja certo.
Muito bem, pessoal!
- Ol� - Desculpe.
Rosic, achei que estava perdida.
Acomode-se. Vamos esperar voc� se sentar...
Ol�!
- Desculpe, mas o que � isso? - Voc� gosta?
Est� brincando, n�o?
- Terminaram? - Desculpe. - Agora,
como eu havia antecipado,
hoje iniciamos o estudo dos ecossistemas.
Mas desta vez trabalhar�o em duplas.
Fiquem quietos e calmos! Eu decido as duplas.
Voc� comigo.
Vincenzo, voc� vai trabalhar com Federica.
N�o!
Anna com Yap. Assim aprende algo.
Com ele?
Aselic! Volte conosco.
Sempre perdido... na �ltima carteira.
Dupla com Vanessa, j� que ela chegou. Vamos, levante.
Junte-se com a Vanessa.
Por favor, sempre com o mesmo entusiasmo!
- Oi. - Oi. - Erika com Giulio.
- Inspetor. - V�o comer? - Sim, esperamos? - N�o.
Acabamos de apreender em uma festa da faculdade.
J� se reorganizaram.
Quem ser� que pegou o lugar do Mexicano?
Talvez um dos seus homens tenha contatado o importador...
ou est� despachando por conta pr�pria.
E Leo morreu por nada.
Tudo bem, pessoal. Deixo voc�s sozinhos.
Por favor, n�o estraguem tudo.
Mariani, Mariani!
- Como voc� � t�o social! Inclusive com Lorenzi. - T�!
Posso falar uma coisa?
Mas o que voc� quer, Paoletto?
Poderia ter sido mais cuidadosa.
Todos n�s sab�amos.
Seu caso com Cagliostro.
- Acredita nessa bobagem? - Bobagem?
- O celular de Cagliostro estava cheio de mensagens. - Que merda!
- N�o h� mensagens. - Agora.
- Eu li e apaguei. - Por que fez isso?
Porque sei que os colegas
nesses casos enchem muito o saco.
- Ainda falam de mim! - A hist�ria da persiana...
que voc� tinha que consertar
enquanto sua mulher estava ocupada
com outras coisas...
- Est� informada. - Quer dizer, est� me dizendo...
que apagou as mensagens de Cagliostro...
s� para evitar as fofocas sobre n�s?
Sinto muito que n�o tenha entendido que sou generoso.
O que voc� quer, Paoletto?
Pelo menos um obrigado.
- Obrigado. - Um obrigado n�o basta.
Esta noite jantamos no Roby.
Roby?
- N�o gosta? - N�o, Roby est� �timo.
�s 8.
"Problemas com Michael."
Quem � Michael?
- Onde vai? - Nos vemos esta noite.
- O que digo a Rambelli? - Deixa o Rambelli comigo.
Mas o que voc� anda fazendo?
- Onde voc� est�? - Aqui.
� Vassili. Um que voc� meteu em cana.
- O que aconteceu? - Michael abandonou...
- O que significa? - O que voc� acha significa?
- Ele cansou e se foi. - E agora ficou pra voc�.
- N�o, desta vez n�o. - Sim, sim... desta vez, sim.
Toma e n�o vacila.
Mas esta noite eu...
Esta chave n�o � nossa.
Este � o quarto 1C, temos 26 quartos.
- N�o h� quarto 188. - Poderia ser de um cofre.
Um cofre aqui?
N�o entendo... todas essas perguntas
j� foram feitas pela pol�cia.
Eu sou ju�za. Al�m disso
a mulher do policial assassinado.
Entendo. Sinto muito.
Senhora!
- Sim. - Alguns dias atr�s, chegou isto para o seu marido.
� uma peti��o de pagamento.
Eu abri para ver se havia alguma coisa �til para a pol�cia.
"188."
Com invernos que duram mais de 10 meses...
e temperaturas que podem atingir 45 graus abaixo de zero.
Por que algu�m moraria na floresta?
Por que n�o?
Por exemplo, meu pai teve que ir trabalhar em todos os lugares,
do Oriente M�dio ao Mar do Norte e minha m�e e eu sempre atr�s.
Tem sido muito dif�cil?
Sim, muito. Em compensa��o, aprendi a sobreviver...
a muitas situa��es, gra�as a isto.
O que �?
Meu kit pessoal de sobreviv�ncia.
O que �...?
Aqui dentro tem tudo para sobreviver em qualquer situa��o.
Cordas, lanterna, canivete su��o,
alicates, b�ssola...
- Voc� est� fora do mundo. - Por qu�?
Sai com um kit de sobreviv�ncia e tem...
um instrumento que parece um OVNI.
N�o convive com ningu�m...
Quem lhe disse isso?
Se n�o me v�, isso n�o significa que n�o existo.
Al�m disso tudo � para saber dos assuntos dos outros...
e isso n�o me interessa.
Se quer saber, seus amigos parecem
t�o banais para mim que...
poderia descobrir a senha deles em 5 minutos.
- Claro. - Sim.
- Tenta entrar no da Ilaria. - Est� bem.
Mas a responsabilidade � sua.
Ent�o... preciso apenas de um gerador
de senhas e algumas informa��es pessoais.
- Data de nascimento? - 20 de outubro de 2000.
S�o n�meros bonitos. Tenho certeza que os usou.
- Obsess�es? - Luca, o ex dela.
- "Luca"... N�o! - Tente com "Pepe", o gato.
Pepe? Ent�o... 2010 Pepe... 2000.
Olha a conversa com Federica.
Vanessa � uma idiota. Viu a tatuagem dela?
Eu gosto da sua tatuagem.
- Venha comigo.. - Aonde? - Venha.
Bom dia.
Por favor, fiquem a vontade.
- � muito iluminada. - Sim, bastante. Por favor.
Antonio. Antonio, olha que vista!
Parece perfeito para mim. O que voc� acha?
Sim. Sim, talvez esperemos um pouco mais...
Amor, n�o renunciei a proposta de Viena...
para sozinha. Quero uma casa para n�s.
Um novo come�o.
Mas por qu�? O que a minha casa tem que voc� n�o gosta?
� sua.
Com licen�a. Al�?
O terra�o tem 40 metros quadrados.
Est� bem, j� estou indo.
- Desculpe, tenho que ir. - Desculpe, quem era?
Trabalho, Anna.
- Descobriram algo importante. - N�o duvidava...
Eu ligo mais tarde.
Trago um caf�? V� para as outras caixas, vamos.
Parece um arquivo privado.
Acho que tudo isso deveria estar na delegacia.
Anna.
Voc� sabia?
N�o, mas n�o me surpreende. Como voc� descobriu?
Uma cobran�a. Ningu�m pagava o aluguel.
Eu vi o quarto onde ele morava desde que saiu de casa.
N�o parecia um lugar para ficar por muito tempo.
Quem sabe?
Talvez pensava em voltar para casa.
Sabe o que � pior?
Eu teria recebido ele de volta!
O trabalho anda bem, volto para o escrit�rio.
Eu te acompanho para casa?
N�o, obrigada. Vou � delegacia com voc�.
Tchau, Stefano.
N�o se preocupe, isso acontece com todo mundo, sabe?
Sabe o que � o sentimento de culpa?
Ir para a cama com uma garota como eu?
Muitos homens fazem isso ou gostariam de fazer.
- Inclusive os policiais. - Cale a boca!
O que foi? Tem medo de ir para o inferno?
Quem n�o tem medo?
Principalmente quando sabe que merece.
Devemos ter a for�a para pagar nossas culpas...
enquanto estamos vivos.
Sabe o que minha m�e sempre disse?
Para morrer e para pagar, sempre h� tempo.
- Pensa bem, e se depois da morte n�o h� nada... - Se manda.
- Faz tempo que toca o hang? - Sim, desde crian�a.
- Seus pais gostam de m�sica? - Meus pais? N�o.
Meu pai trabalha em navios e minha m�e,
se vira com pequenos trabalhos.
Garanto a voc� que a �nica m�sica...
que conhecem � as das sirenes dos navios.
Talvez comecei a tocar o hang porque me lembra delas.
E a sua fam�lia?
Meus pais morreram quando eu era pequena.
- Desculpe, n�o sabia. - Tranquilo. - Sinto muito.
Mas e a senhora que vejo sempre vir para a escola?
� minha tia. Moro com ela.
Nos anos 90, minha m�e foi para
Kosovo junto a outros volunt�rios de
uma associa��o humanit�ria...
e l� conheceu meu pai que era s�rvio.
Voc� � kosovar? Nasceu l�?
N�o, quando a guerra terminou, eles voltaram para a It�lia...
durante algum tempo. Depois meu pai
come�ou a sentir saudades do pa�s dele...
e retornaram. Eles tentaram
reformar a casa da fam�lia do meu pai.
Eu era muito pequena, tinha 2 anos.
Me levar teria sido um problema, ent�o eles me abandonaram...
com minha tia. Eles prometeram voltar para mim, mas...
nunca voltaram porque a casa que eles
estavam reformando pegou fogo...
e eles morreram no inc�ndio.
Hist�ria estranha, n�o?
Talvez se me contassem, eu n�o acreditaria.
Certo, n�o nos esfor�amos muito no trabalho sobre a floresta.
- Espero que Deus nos ajude. - Tchau. - Tchau...
- Vanessa, o capacete. - Leva na escola. - Tchau.
Eu deveria ter insistido em faz�-lo mudar de ideia.
Talvez agora ele estaria vivo.
Anna, me escute.
Seu marido teria feito o que quisesse de qualquer maneira...
com ou sem sua permiss�o ou de qualquer outra pessoa.
Tem que parar de criticar a si mesma.
As coisas aconteceram assim,
e voc� n�o podia fazer nada para evitar.
Mas voc� � bobo? Me assustou!
Queria saber se estava disposta a reagir.
Queria saber se estava disposta a reagir?
Eu tinha meia hora livre e pensei em ir ver minha mulher.
E o que acha que pode fazer em meia hora?
Tenho algumas ideias.
Faz tempo que passou meia hora.
Voc� acha?
N�o estou a fim de nada... mas tenho que ir!
Onde vai?
Eu, Paoletto e Lorenzi temos que fazer uma coisa...
Uma opera��o de rotina. Nada preocupante
V�o os tr�s?
Por isso que veio aqui? Caso n�o me veja de novo?
Meu Deus, Anna!
E se fosse assim?
Se algo tiver que acontecer, acontece!
� melhor assim, n�o?
N�o pensa em mim?
O que quer fazer? Voc� sempre diz isso.
Sou um imbecil!
� meu trabalho.
Al�m disso, sabe como eu sou.
Mas pode ficar tranquila que hoje n�o morro.
Torquato Tasso nasceu em 1544 em Sorrento...
Tem que aparecer sempre assim?
N�o poderia avisar de alguma forma?
Talvez sim, espere.
- Impressionante! - Viu?
Descobri um monte de coisas novas nestes dias.
- Para que te serve? - Tem que servir para algo?
Voc� vem me ver somente quando precisa de algo.
Bem, voc� est� errada.
Precisava falar com algu�m e tenho pouca escolha!
- O que aconteceu? - Esquece.
Tem novidades sobre seus pais?
Ainda n�o. Mas cada vez estou mais convencida...
que minha tia n�o me contou toda a verdade.
N�o sei como n�o percebi antes.
Perde tempo, certas coisas � melhor n�o saber.
N�o!
N�o, a verdade � um direito. � mais, um dever.
Voc� me ensinou!
- Com quem est� falando? - Estou ensaiando.
- J� est� pronto. Venha - J� vou...
Parab�ns!
Mas tem raz�o. Tem que ir at� o fundo, tanto voc� como eu.
- Tanto... - Voc� tem uma pista?
Meu colega, que se chama Paoletto.
Tenho certeza que ele tem algo a esconder.
Certo!
Mantenha-me atualizada e na pr�xima vez que voc� chegar...
- fa�a aquele joguinho e nos veremos no terra�o. - Esse?
Que incr�vel!
Sou eu...
E ent�o?
E ent�o uma merda! Est� cada vez pior.
Vamos, espero voc� amanh� de manh�.
N�o vai me sacanear, n�o?
Cheguei!
E ent�o...
O que aconteceu?
- Seu Michael me fodeu. - Na verdade, se foi.
Ele nem queria o pagamento das �ltimas semanas.
Com esse s�o... quantos? Sete?
Ent�o? A culpa � minha? � isso que voc� diz?
- N�o tenho paci�ncia com seus presidi�rios? - D�ria!
Voc� mandou a merda todos os ajudantes que encontrei.
Pensava que os ex-presidi�rios pudessem lidar com voc�.
Mas perdoe-me se lhe disser que � um desafio imposs�vel.
O que voc� quer de mim?
Quer que lhe pe�a desculpas? Est� bem. Desculpe!
De qualquer forma, voc� n�o se importa se estou mal.
Sei que sou um peso para voc�.
Merda!
Pode falar!
O que � isso? Uma estrat�gia?
Primeiro me convida para jantar e depois me deixa esperando?
N�o, tive um contratempo.
Poderia avisar, estou aqui sentada.
- Quanto tempo demora? - N�o, n�o posso hoje. Desculpe.
Talvez outra hora, o que voc� acha?
- Sim, tudo bem. Tchau. - Al�?
- Que idiota eu sou! - Perfeito.
Muito bem!
- Aconteceu alguma coisa? - N�o.
Trouxe um sandu�che de atum e uma cerveja. Gosta?
- Mas como na cozinha. - Vamos!
Vamos.
Um, dois, tr�s.
O que est� acontecendo? Por que n�o atende o telefone?
Sei o que sente. Sente culpada. � normal.
Mas agora n�o pode voltar atr�s. Entende, n�o?
Al�m do que j� sabe, h� novidades?
Tenho que checar algumas coisas melhor.
� o que queria ouvir.
- Vou embora. - Sinto muito que tenha que trabalhar � noite.
Elia me pediu uma troca e eu n�o sabia como dizer n�o.
- Boa viagem. - Obrigada. N�o v� deitar tarde.
Amor, oi. Tudo bem?
- N�o muito. - Por qu�? O que aconteceu?
Descobrimos um arquivo secreto de Leo.
Dezenas e dezenas de pastas...
cheio de informa��es sobre delinquentes que s� ele tinha.
Fora de qualquer norma.
Mas por que � t�o dif�cil fazer a coisa certa?
Oi...
Quer se jogar?
- M�s not�cias? - Estou sabendo de muitas coisas n�o conhecia.
Principalmente de pessoas mais pr�ximas.
Se eu n�o tivesse morrido teria continuado assim,
tantos erros, tantos preconceitos...
Est� filos�fico esta noite.
Lembra do colega que eu estava seguindo?
Sempre achei que ele era ego�sta e idiota.
E em vez disso?
H� alguns anos sua mulher o deixou por outro.
Depois teve um acidente, eu n�o sabia como estava.
Est� paral�tica. Necessita assist�ncia cont�nua.
E adivinha quem faz o imposs�vel para ajud�-la?
O imbecil.
N�s o chamamos de corno. Paoletto.
A vida nunca termina de surpreend�-lo.
Nem mesmo morto.
Eu tamb�m tenho uma novidade.
Sobre seus pais?
Em 2002, quando foram para o Kosovo, eu estava com eles.
Encontrei um documento com a data.
Ent�o, finalmente, est� explicado
porque voc� se lembra do inc�ndio.
Mas n�o entendo porque minha tia n�o me contou a verdade.
Agora voc� tem algo concreto nas m�os, pergunte para ela.
Quero estar mais segura.
Seu pai era s�rvio, ent�o... Nada.
Mas quando uma cidad� italiana morre
por acidente em um pa�s estrangeiro...
os dados ficam guardados na delegacia.
- Bastaria entrar na delegacia. - Sim.
O que voc� quer fazer? Quer entrar l�?
- Exatamente. - Como?
Com sua ajuda.
Nem pense nisso, garota!
Que porra est� fazendo? Pare!
Cooperamos somente quando lhe conv�m?
Volte para dentro, por favor.
- N�o! - Vamos, n�o posso peg�-la.
- Vamos! - N�o!
- Saia daqui. - N�o.
- N�o posso peg�-la, saia daqui. - N�o!
Est� bem! Eu te ajudo, venha. Venha!
Voc� � a primeira pessoa que me faz fazer o que deseja.
Sempre h� uma primeira vez!
- E agora? - Venha, vou te mostrar.
Ali tem uma entrada secund�ria.
Acima h� uma c�mera de vigil�ncia.
N�o se vire.
- Certo, como fazemos? - Usaremos os c�digos.
Devem ter cancelado o meu mas podemos usar o de Lorenzi.
- Voc� se lembra? - Claro.
Aproxime-se da porta, mas n�o se vire. V�!
7, 9, 0, 0.
Perfeito. Nos vemos dentro.
Quieta! V� aquela?
- O que fazemos? - Fique aqui.
Distraio o seguran�a e desativo as c�meras de vigil�ncia.
Quando tornar a avis�-la, suba para o andar do meio.
Certo!
O que est� acontecendo?
Ande logo, campo liberado.
Estou aqui.
Quase chegou. Est� ali, no final do corredor.
V� a porta?
- Merda, fuja! Vamos vamos! - Merda.
- Entre na �ltima porta � direita e cale a boca! - Merda!
Merda!
Bosta!
Mas o que est� acontecendo?
Tamb�m a caixa de for�a!
N�o pode fazer essa confus�o toda!
Aquela porta. L� � o arquivo.
Vamos.
Entre e tranque-se com uma chave.
- Vou em seguida. - Vou sozinha?
Vou em seguida! V�...
V�!
Coragem!
- Encontrou alguma coisa? - Onde voc� estava?
Eu vi algo estranho. Depois eu te explico. Vamos!
N�o consigo entrar. N�o tenho a senha
Ponnha H, K, Esquadra M�vel 99.
- Agora? - Coloque o nome da sua m�e.
Quando voc� interroga um suspeito, as mentiras ele diz...
s�o sempre mais interessantes que a verdade.
S�o as mentiras que revelam nossa verdadeira natureza.
Mostram a parte mais profunda de n�s.
Mostram o lugar onde metemos nossos desejos.
As mentiras nos confundem, nos enojam...
Mas n�o podemos evitar.
Mas quando chega a hora, queiramos ou n�o...
Hospitalizada?
Mas ent�o, est� viva!
Tudo o que nos esfor�amos em esconder...
sai � superf�cie.
Oi...
legendas @drcaio
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.