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BASE A�REA DE LUKE
CONFIDENCIAL
- O que � isto? - Veja voc� mesmo, Senhor.
General Shepard.
Diga, coronel.
NORAD chamou-nos ontem de madrugada
para identificar um objecto cinzento.
Aterrou... neste sector.
Notificaram Florence?
Sim. Enviaram uma equipa de investiga��o.
- Muito bem. Mantenham-me informado. - Sim, senhor.
Destacamento standard de guarni��o
Cavalheiros, temos ordens de assegurar a �rea e assistir aos desenvolvimentos.
Nada especial, nada de mais.
A formar.
Bem, este elevador vai descer ao n�vel 50.
Vai demorar 5 minutos no m�ximo.
- Eddie, n�o �? - Sim, senhor.
� a tua primeira miss�o, n�o �?
A maioria dos objectos n�o identificados � lixo vindo do espa�o, sabias?
Desperd�cios dos dias da Guerra Fria que ca�ram sobre a terra.
Sim, eu ainda n�o vi nenhum homenzinho verde.
- Ent�o, para que serve isto? - Como eu disse... ainda.
Ridley, Chase...
mantenham a guarda.
Capit�o?
- Merda. - Isto n�o � lixo do espa�o.
Que diabos � isto?
Caray. Ridley, venham c�.
Olha para o tamanho das bolas deste animal.
Que raio se est� a passar?
Nunca me irei render, mesmo que seja o �ltimo.
Rezo para que tenha for�a para matar o meu inimigo.
Mantenham a forma��o! Mantenham a forma��o!
INVAS�O EXTRATERRESTRE ARIZONA
Nas not�cias desta noite... Extraterrestres.
Existem os homenzinhos verdes?
Rock Sanders em entrevista exclusiva
com o c�lebre autor Kyle Matthewson
quem nos explicar� este tema controverso.
Imagine umas Na��es Unidas,
onde todos se re�nem e...
h� gente do... nosso mundo e do mundo deles,
e presidente deles, o nosso presidente.
Juntam-se e debatam o que se vai passar.
Trabalham juntos. Mudam as regras e as leis.
H� coisas que se passam que nem sequer entendemos.
Pode ser mais espec�fico?
Por exemplo, JFK.
Foi eleito para ser presidente pelo povo Americano? N�o!
Pelas Na��es Unidas do espa�o.
Eles decidiram.
Ele quis falar da verdade, daquilo que se passava.
O terceiro pistoleiro de Gracino?
Sim. Deixa-me pensar.
Alguma coisa tem haver com eles.
Shh. Agora j� sabem.
PRIS�O ESTATAL DO ARIZONA LYNWOOD
PRIS�O DE LYNWOOD
Larry Kendall.
Ol�, parab�ns pela tua promo��o.
Sim. Golpeiam-se suficientes cabe�as em 20 anos, que se v�o fixando em ti.
Tens muita raz�o.
Ol�, Larry.
Bem, aqui est� o modelo exemplar do sistema prisional.
N�o esperava ver-te aqui, Porter.
Ouvi dizer que seguiste para coisas mais importantes.
O que � que ias fazer?
- Xerife do Condado. - Ah, sim. Xerife.
- Ent�o, o que se passou? - N�o era o meu destino.
Algu�m mais bonito do que tu ficou com o trabalho...
E com a tua namorada tamb�m.
Disseram-me que h� alguns criminosos terr�veis no corredor da morte.
Sim, senhor.
Muito terr�veis.
Mark, quem temos aqui?
Esse racista de Al�...
� Albany Gavin.
Jurou lealdade � na��o ariana.
Habituado a dar ao pessoal uma boleia na sua carrinha,
e condenado pela defesa.
Este v�ndalo tem um v�rus no cora��o. � isso.
Mas se me perguntares, n�o tem nada
que um tiro na cabe�a n�o possa curar.
Sr. Goombah, Brando Enzio.
Foi o assassino n�mero um da m�fia.
Nem sequer sabe onde est�o enterrados todos os corpos.
A fam�lia � a sua alma.
Tem um irm�o, Vincent,
t�o escumalha como ele.
Ainda n�o o apanhamos.
Aquele bonit�o ali �, Alano Martinez.
� um perigoso filho da obsess�o.
A sua arma favorita � uma navalha,
mas tamb�m sabe usar as m�os, assim h� que...
t�-lo muito bem vigiado.
Levanta-te!
N�o � hora da sesta!
Mark, n�o � necess�rio.
Olhos para frente, pessoal!
- Mark. - �s t�o est�pido como feio?
Vamos! Sobe para o autocarro. N�o atrases a fila.
Vamos dar um passeio.
Subam!
Vamos. Mexam-se.
O que se passa contigo, rapaz?
Est�s um pouco distra�do hoje?
Qual � a hist�ria dele?
� o meu favorito... Colburn Waylon.
Matou uma fam�lia inteira com o carro em andamento.
Quem � ela?
A m�dica da pris�o, Dra. Taylor Kacey.
Meu deus, como � bom olhar para ela.
Vamos.
Que asquerosidade!
Perfeito.
Quanto � que falta?
Est� bem.
Diz a Gia que seja suave com ele.
MOEDA DE COBRE
Bem vindo a Salena, forasteiro.
O que vai tomar?
Martini, sem gelo.
Por aqui s� temos cerveja ou whisky.
D�-me o mais forte que tiver.
Nunca vi um homem como tu por estes lados.
O que te traz a esta humilde vila?
Neg�cios.
SEMENTE DE ALFALFA DE ALTA QUALIDADE
Raios!
Para onde � que est�s a olhar?
Nada.
Ouve, ningu�m te quer ouvir com essa boca aberta.
Ouve est�pido, n�o pedi a tua opini�o, pois n�o?
N�o te estou a ajudar, cabra.
- Tu nem um c�o poderias ajudar. - O qu� � que disseste?
Disse que nem um c�o poderias ajudar.
Todos calados,
ou entrego os vossos corpos numa bolsa de pl�stico.
- O que est�s a fazer? - Bola de bichos.
N�o valem a p�lvora que gastava para mand�-los ao inferno.
N�o valem o ar que est�o a respirar.
Desperdi�am os impostos do povo para os guardarmos todo este tempo.
Isso n�o te d� o direito...
Direito?
S�o criminosos loucos. J� perderam os seus direitos.
Senhores, tenho que administrar o tratamento ao Albany.
S� por curiosidade... O que acontece se n�o lho der?
Provavelmente teria uma paragem card�aca.
Que pena.
Ouviste a m�dica.
DEPARTAMENTO CORRECCIONAL
Ouve doutora, tenho aqui uma coisa que pode operar.
Ai! Calma!
Estou apenas a tirar uma pequena amostra de sangue.
Nunca vi nada igual.
Usem tipos como eu como ratos de laborat�rio.
Deveriam usar animais, como aquele macaco ali atr�s.
Essas s�o palavras valentes de um homem protegido.
- Sim? Vem at� aqui, negro. - Vai para o diabo, branco asqueroso!
Ouvem, j� chega! Acabou.
Como � que ele apanhou...?
Cardiomiopatia. Usando seringas sujas.
Fala o Capit�o John Bradley. Est�o a ouvir-me?
Fala o Capit�o John Bradley. Ouvem-me?
Est�o-me a ouvir?
Merda.
Fala o Capit�o John Bradley. Est� algu�m a ouvir-me?
Ouvem-me? Algum sinal?
O que � isso?
� uma nova tecnologia. Faz parte de um estudo cl�nico.
Eu n�o disse. Rato de laborat�rio.
Com uma pequena amostra, posso obter, a sua estrutura gen�tica em segundos.
N�o percebo.
A ci�ncia j� decifrou toda o genoma humano,
� poss�vel diagnosticar e curar doen�as a n�vel gen�tico.
� um passo mas falta a meta.
Continue a falar, doutora. Estou a ficar excitado.
� tudo?
- N�o me doeu nada. - Sim.
O que foi?
M�dica da pris�o, eh?
Como conseguiu este trabalho?
Por raz�es ego�stas, asseguro-lhe.
� f�cil fazer estudos experimentais em pessoas que n�o t�m nada a perder.
Vi como olhava para o Waylon l� na pris�o.
Preocupa-se.
Kevin Porter.
- Dra. Taylor Ka... - Kacey. Eu sei. Muito gosto em...
N�o confundas a minha piedade com debilidade.
Filho da m�e.
O Porter anda atr�s da m�dica!
Filho da m�e.
Vamos l� ver.
Fica atento.
Tira mas � esta est�pida roda.
Penso que voc�s rapazes, precisam de ajuda.
O que � que temos aqui?
Mam�! Tragam isso para aqui, bonecas.
Por favor, boneca.
Vamos. O pai est� muito sozinho, boneca.
Ah, boneca!
Vem aqui, boneca.
Pode ser que seja o teu dia de sorte.
Sigam o vosso caminho, meninas. Aqui n�o � lugar para voc�s.
Qual � o teu problema? L� por tu n�o ligares nada
n�o quer dizer que os outros n�o se possam divertir um pouco.
- N�o deviam estar aqui. - Preocupas-te com elas ou connosco?
Vamos. Qual o mal de nos divertirmos um pouco?
Ouve, se vais ficar t�o stressado, porque n�o mudas tu a roda?
Iremos embora assim que terminares de mud�-la.
Muito bem.
O que fazem por aqui, lindas?
Bem, quer�amos dar um passeio, mas parece que est� muito calor.
Na verdade, creio que o nosso carro est� a aquecer.
Bem, vamos l� ver o que se passa.
Vamos deix�-los fazer o trabalho. Vamos para aqui.
Estou de acordo.
- Vejam, vejam, vejam. - Olha para isto.
Vamos ver.
Com que ent�o... �s policia?
N�o. Somos guardas prisionais.
Ah, guardas prisionais.
Que fascinante. Muito bem.
Quer dizer que aqueles ali s�o...
criminosos perigosos de verdade?
Sim, dos mais perigosos que h� em toda a gal�xia.
Uau. Interessante.
� t�o dura.
T�o grande.
Pensas que...
poderias ensinar-me como se pega?
Sim. Sim.
- Mas tens que vir�-la para ali. - Est� bem.
- Tem muito cuidado. - Est� bem.
- Est� bem. - Ent�o, senti-mo bem.
N�o metas o dedo no gatilho. � perigoso.
Aponta.
Aponta onde queres tirar.
Tens que apontar...
N�o te mexas. Ou dou-te um tiro na cabe�a.
O... o... o que est�s a fazer?
Merda.
- O que est�...? - N�o o fa�as.
N�o me provoques, cabr�o!
N�o v�s que estamos a ter um momento de ternura?
Atira a merda da pistola para o ch�o!
Atira-a para aqui.
Muito devagar.
Agora abre a merda da porta.
Abre a merda da porta!
R�pido, sua besta!
- Agora para tr�s. - Est� bem.
D�-me as chaves j�. D�-me as chaves!
Vem aqui.
- Vamos, vamos, vamos. - Est� bem, est� bem.
Ol�, amor.
A carruagem de boas vindas espera-te.
Amo esta mulher. Vamos. Tira-me aqui.
Estou a ir.
Deixa-o sair.
Deixa-o sair!
R�pido, suas bestas!
Por favor. Ai, por favor.
- Vamos. - Faz o que te dizem.
A mam� sempre disse: 'Cuidado com as lindas mulheres'.
'Ser�s sempre enganado.'
- Amor. - Vai para o Diabo.
- O que � que disseste? - Disse que...
Agora �s a minha cabra.
Sr. Kendall, n�o �? Porque que n�o te chamo Larry?
O que pensas que vais fazer, Larry?
Mantenham-se afastados! Falo a s�rio!
Se, se aproximam mais dou-lhe com 50.000 Volts.
Larry, n�o o fa�as!
Por amor de Deus, Brando!
- N�o vai mago�-la. - Isso dizes tu.
Feito.
Porque que diabo fizeste isto?
Sentes-te perturbado, filho da puta?
Era suposto ningu�m morrer. N�o fazia parte do plano.
Eu escrevo o plano! E tu calas essa boca.
Queres morrer, cabr�o?
Ningu�m se mete com o Martinez!
�s um filho da m�e! Podias-me ter matado!
Entra no maldito carro!
Brando, mais vale que venhas ver isto.
N�o, n�o, n�o... n�o!
Deus...! Maldito seja!
Merda! Est� furado tamb�m!
Parece que voc�s n�o v�o a lado nenhum.
Queres ir ter com o teu amigo, cabr�o? Eh?
E agora o que fazemos?
Preciso de um mapa.
Do que est�s a procura?
Bem, aqui est�... Salena.
Tragam os nossos amigos. Estivemos aqui demasiado tempo.
Vamos.
Transporte 6. Pede auxilio. Transporte 6.
Vir�o procurar-nos.
N�o, esqueceste-te.
Temos amigos com muita influ�ncia.
Ningu�m os procurar� at� amanh�.
E j� estaremos muito longe.
V�o l� para fora, junto aos outros.
J�, mexam-se.
Vamos.
Vamos, vamos! Andem! Saiam da�.
- R�pido. - Vamos. Mexam-se!
- De joelhos, cabr�o. - Baixa-te.
Albany, a tua medica��o.
Gostas, eh?
Que se passa, doutora? J� sente algo por mim?
O melhor seria eu examin�-la a si.
- Levantem-nos. - Podem ir embora tranquilos.
- Cala-te. - N�o t�m que nos matar.
Cala-te!
Deixaremos que o meu irm�o Vincent decida o que fazer contigo.
Um pouco... de tiro ao alvo talvez.
Revistem-nos, podem ter mais armas.
Vamos, vamos. Vamos embora daqui.
Queres sair de aqui? Eu dou as ordens!
Ah, sim. A prop�sito,
n�o fa�as nada engra�ado.
Ele n�o tem sentido de humor.
N�o posso acreditar nisto. Deve estar a brincar
Deus, Vincent n�o responde.
Devemos estar perto... ali.
Bem, necessitamos de �gua.
O Albany n�o se sente bem.
N�o fales como que te preocupasses connosco, cabra.
Brando, por favor.
Est�s a mat�-lo.
N�o h� muitos brancos que podem recusar um trago,
mesmo quando o seu corpo n�o resista.
O que se passa, rapaz? Tens sede?
N�o me est�s a provocar.
Vamos. Agarra-o. Mata-o!
Eu disse-te, cabr�o, para n�o te meteres comigo!
Chega!
Afasta-te! Afasta-te!
Esteve a provocar-me todo o dia!
Volta a faz�-lo outra vez e n�o encontrar�o o teu cad�ver completo!
Deixa de desperdi�ar!
N�o h� tempo para estas merdas!
VILA DE SALENA ORGULHOSO POVO MINEIRO
Fiquem aqui. N�o me importa o que ir�s fazer com eles...
excepto com ela.
Tenho planos para esta.
Adreana, dispara se te derem problemas.
- Que plano. - Vamos.
N�o � bonito que castigues um, Colby?
Isto � alguma brincadeira, Vincent?
Querido, vamos ficar bem. Vamos encontr�-lo.
Vamos encontr�-lo, c�us. Amor, estamos juntos.
Vai tudo ficar bem. Vamos. Vamos.
Este lugar arrepia-me.
Onde est� todo a gente?
- Necessito ver os teus sinais vitais. - Estou bem.
Ele est� a brincar contigo, com todos.
Cala-me esta boca.
Pensas que v�o regressar?
V�o abandonar-vos quando encontrarem o Vincent.
Ainda n�o passaram por aqui.
Que parte de 'cala-te', � que n�o entendes?
Que engra�ado. Sempre pensei que eras um l�der.
Tenho que ir mijar.
SENHORAS FORA DE SERVI�O!
Gia?
- Onde diabos te meteste? - Eu disse-te que tinha que mijar.
Para a pr�xima vez n�o te percas.
- Merda. - Que diabo � isto?
N�o sei.
Encontraste alguma coisa?
Nada que valha para ti.
- Estou cansado das tuas atitudes. - E o que vais fazer acerca disso?
Ou�am, cada um para o seu lado.
- Cala a merda dessa boca. - Queres um pontap� no cu?
Brado...
- Merda. - Filho da m�e!
- Encontrem-nos! - Deixa-os ir. N�o podem ir longe.
Para qu�? Para que chamem os refor�os? Esquece!
Estavam melhor mortos.
� uma estupidez!
N�o vou voltar a dizer-to.
Ou vais procur�-los, ou vais correr! J�!
Eu prefiro que corra.
Vamos, vamos, vamos.
Diabos!
Vem algu�m a�.
Sai, sai de onde est�s.
Isto n�o est� bem. Isto n�o est� bem.
Vamos.
Apanhei-te!
Ol�, minha j�ia.
Penso que vou deixar-te para mim.
Diz ao teu amigo que saia.
Diz-lhe. Diz ao teu amigo.
- Diz-lhe que saia. - N�o.
- Queres morrer? - Estou aqui.
Levanta-te. Levanta-te.
Espera, homem. Pode ser que precisemos deles.
S� precisamos de um.
Ai, Meu Deus!
Ai, Meu Deus!
Que lhe aconteceu?
Que lhe aconteceu?
Quem fez isto? Quem fez isto?
� o carro do Vincent, certo?
Claro que �, imbecil!
Tu sabias do carro. Que brincadeira vem a ser esta, Brando?
Quem fez isto?
- Pensas que foi um de n�s? - Nenhum ser humano fez isto.
- Ent�o foi um animal? - Nenhum animal pode fazer estas marcas.
Temos que sair de aqui.
Sou eu quem d� a merda das ordens aqui!
S�o aldrabices. N�o acredito em nada disto.
Nenhum humano fez isto? Nenhum animal pode fazer estas marcas?
Ent�o quem?
Um extraterrestre que veio do espa�o e que levou todo o maldito povo?
S�o aldrabices, Brando! Penso que planeaste tudo isto.
Estavas a tentar afastar-te de n�s e deixar-nos aqui. N�o � verdade?
- Vai a merda! - N�o, vai tu!
N�o nos ias dizer sobre o carro.
Pensaste que ia ajudar um latino, um negro, e um branco asqueroso?
- T�m sorte em vos deixar viver. - Vai a merda, filho de puta.
Vamos. Mexe-te, cabr�o!
Vou carregar no cabr�o do gatilho! Maldito maricas. Vamos!
Vamos. Anda. Anda.
O que foi isso?
- Que diabo foi isto? - Que diabo fazemos agora?
Que se est� a passar?
Colby.
Vai para al�m.
Vai ver.
Somente empregados
Para o diabo com voc�s todos.
N�o h� nada aqui.
Agarra uma perna.
J� vi o bastante!
Dale!
Vamos!
Abre a porta!
- Abre a porta! - Abre a porta!
- Abre a merda da porta! - Abre a porta!
Merda, n�o!
Dispara.
N�o consigo det�-lo!
- Det�m-no! - Espera, espera!
- Det�m-no! - Espera, espera, espera.
Sil�ncio.
Seu cabr�o! Por que n�o abriste a porta?
N�o faria isso. N�o tens uma arma.
- J� se foram? - Penso que os assustamos.
Duvido.
Ouve!
As janelas.
Vamos. Mete-te aqui!
- Vamos! - Vamos, vamos!
N�o posso acreditar. Temos que sair daqui.
- N�o podemos sair sem mais nem menos. - Que diabo era aquilo l� fora?
- Que armas temos? - N�o sei.
Um par de ca�adeiras, um par de pistolas, 50 balas.
50 balas?
- Como � que ele est�? - Perdeu muito sangue.
Brando, tens este frasco?
- O que posso fazer? - Necessitamos de sangue, do tipo O-.
- N�o sei o meu tipo de sangue. - Preciso que procures no computador.
Preciso quatro destes e quatro seringas.
- Lembras-te, no autocarro? - Sim.
V� em todos. Todos que d�em uma amostra. R�pido!
D�-me a tua m�o.
J� sei, j� sei.
Ok, o que fa�o eu?
Est�s no gozo? Nem penses nisso.
Bem.
- Vou ter com a Gia. - N�o te percas.
Bem. Tem as minhas. Toma estas duas.
Sim, entendido.
- Adreana, vem aqui. - Mete-te ali.
Senta-te na ponta da cama e faz press�o. Com tanta for�a n�o.
- Raios. - J� vou, Albany. J� vou, querido.
O que foi?
O que foi?
Claro que n�o!
- N�o vou aceitar o sangue dele! - Fica quieto.
J� o tenho, Adreana.
Colburn, por favor. Ele vai morrer.
- N�o podes fazer isto. N�o podes. - Albany!
Esta � a tua �ltima oportunidade.
Vai para o Diabo!
Bem, pelo menos n�o teremos que ouvir isso nunca mais.
Pena que n�o vai sentir isto.
� sempre o mesmo.
O Preto tem sempre que sofrer para beneficio do Branco.
Colburn, por favor. Vai morrer.
V�o-me for�ar a faz�-lo?
N�o.
Gi, o que est�s a fazer?
Estava tanto calor aqui. Que tive que sair.
D�-me gosto que estejas aqui, amor. Preciso de ti.
Gi, o que se est� a passar contigo?
Que raio se est� a passar aqui?
Fizeste-o, verdade?
Est�s vivo, n�o?
Deixa-me dizer-te um pequeno secreto.
O sangue dele � t�o vermelho como o teu.
Encontrei um par de lanternas.
Os telefones n�o funcionam.
- D� uma olhadela a isto. - O que �?
Esta � uma amostra que consegui da criatura que atacou o Albany.
O seu metabolismo � 10 vezes superior ao do ser humano.
Por isso tem que se alimentar t�o rapidamente.
� atra�do pelo sal dos nossos corpos.
Mas isso � o que mais me assusta.
Este � o sangue humano que foi exposto ao extraterrestre.
O ADN humano tem quatro estruturas. Esta tem cinco.
O que significa isso?
Significa que algo agressivo est� a tomar o poder desse ser humano.
Diabos.
Bem, pelo menos sabemos o que se passou com as pessoas.
Sentas-te bem?
Sobreviverei.
Sabes? N�o posso estar doente com um neg...
homem de cor.
Acredita em mim homem, n�o quero nada de ti.
Sabes? Houve rumores que tu n�o cometeste o crime.
Dizem que assumiste a culpa por causa do teu irm�ozinho.
- Onde diabos ouviste isto? - Que diabos se est� a passar?
N�o o fez.
- Cala-te! - N�o matou aquelas pessoas.
� inocente, acredita!
Tinhas que provar que eras valente ou qu�? Porqu� mentir?
- � verdade? - N�o importa.
Como � que n�o importa?
Vais morrer por um delito de outro.
O meu irm�ozinho menor,
s� estava a tentar proteger-me.
Eu quero que ele viva.
Quem mais sabe?
O Colby sabia.
O qu�? Porque � que o Colby n�o me disse?
Eu confessei, homem.
E ao Colby...
Para ele era mais um bicho para ser exterminado,
um negro a menos a quem importa.
Onde est�o Gia e Brando?
Preciso da minha pistola.
Fica com ela.
Calada, calada, calada.
N�o te vou fazer mal. Est�s a salvo.
N�o te vou fazer mal. Est� bem?
N�o fa�as barulho, nada de ru�do.
N�o te vou fazer mal, est� bem?
N�o os podes salvar.
N�o os podes salvar.
Sinto muito mas j� n�o t�m hip�tese.
Agora, ouve-me.
Preciso que corras quando te disser.
De acordo? Quando eu te disser.
Vou tirar a minha m�o. Nada de barulho.
Quem �s tu?
Capit�o John Bradley, marines dos Estados Unidos.
Mant�m-te calada.
Corre.
N�o, espera! N�o!
Espera, espera, espera!
- Deixa a arma! - O que est�s a fazer?
- Que est�s a fazer? - Mexe-te, mexe-te, mexe-te.
Est� tudo bem. Est� tudo bem.
- Por que diabo fizeste isso? - Est� tudo bem.
Desculpa. Tinha que estar seguro.
J� viram o que se passou. Certo?
Brando?
Est� morto.
Senhor, isto chegou dirigido ao Coronel Peterson.
EM PERIGO A VIDA HUMANA DESTRUIR TUDO
- Obrigado, sargento. - Sim, senhor.
Quanto tempo j� passou desde a �ltima comunica��o?
12 horas, senhor.
Diabos.
N�o podemos esperar mais?
Vamos morrer todos.
O que sabes de tudo isto?
A minha equipa foi destacada para vigiar a �rea,
assegur�-la e limp�-la, se fosse necess�rio.
Foi tudo o que nos disseram.
E a tua equipa?
H� t�neis por baixo de toda a vila.
Sim, � verdade. Agora ou�am-me. Eu entro neste t�nel aqui.
Poderemos chegar ao buraco por onde me meti.
Talvez possamos sair por este t�nel lateral, certo?
N�o esperas que vamos ali abaixo.
- Sabes como usar isto? - Claro que sim.
Muito bem.
Est�s louco?
- Porqu� confiar nele? - Kevin.
Como � que sabemos que n�o � um destes seres?
N�o vimos nenhuma pessoa viva, e de repente sai este...
como prot�tipo, do her�i dos Estados Unidos da Am�rica.
- Perdeu toda a equipa. - Kevin!
N�o... me pressiones.
Se queres ficar aqui e morrer... for�a.
Consegues levant�-lo?
N�o est�o a falar a s�rio, em ir com ele.
Se j� acabaram com a luta de mach�o,
posso tirar uma amostra de sangue e por fim a tudo isto.
O que se passa?
Est�o c� dentro.
Muito bem, ou�am todos!
Podemos sair aqui, mas para isso t�m que confiar em mim.
Voc�s metem-se ao centro.
Tu! Sim.
Quero que vigies a retaguarda e que d�s uma co�a aos que vierem.
Entendeste?
- Prontos? - Sim.
Entremos em ac��o.
Este � o t�nel que vai dar � mina l� em baixo. Sigam-me.
Vamos, vamos, vamos.
Fica com ele.
Raios!
Por aqui, por aqui, por aqui!
R�pido, r�pido.
Fecham a porta.
Aqui L�der �guia para equipa Alfa.
Capit�o Bradley. Responda, Capit�o Bradley.
Est�-me a ouvir? Temos ordens de ataque.
Repito, temos ordens de ataque. Retire a sua equipa.
Para onde?
O que se passa?
Ok, est� todo bem. Vamos direito aquele t�nel.
Vai virar � esquerda, e depois � direita. Seguimos pela direita.
Vamos. Mantenham-se juntos. Mantenham-se juntos.
Andem. Vamos.
Vamos.
Bem, penso que este � o caminho at� l� abaixo.
Pensas?
Tens uma ideia melhor?
Ok, este � o plano. Porter.
- Sim? - Desce e vigia a �rea.
Eu vou atr�s. Vamos come�ar.
O que te faz pensar que aqui estamos a salvo?
Necessitamos de te levar a um hospital.
Ah, e eu perco toda esta divers�o? N�o obrigado.
Quantos destas malditas coisas � que haver�?
Contei 15 at� chegar ao grandalh�o.
N�o v�o ter que se preocupar com isto tudo.
De que diabos est�s a falar?
V�o bombardear.
V�o bombardear? Diz-lhes para abortarem.
N�o posso.
N�o podes ou n�o queres?
Mesmo que pudesse, n�o arriscariam por t�o pouca gente.
Sabem o que est� aqui em baixo. Por isso, estamos por nossa conta.
Talvez, tenhamos uma hora.
Que caminho tomamos?
Creio que por aquele.
N�o consigo ver nada.
Ouvem isso?
Precisamos ir em frente. Vamos.
Penso que encontrei alguma coisa.
Ei, est�s bem?
Sim.
Vamos.
Sinto ar aqui em baixo.
Temos que encontrar os outros. Vamos.
Eu n�o vou descer at� ali.
O qu�?
V�s algum can�rio por aqui? Eu n�o vejo nenhum.
- Como assim? - O meu tio trabalha nas minas
e disse que se n�o se v� um p�ssaro na jaula, h� que sair da mina.
Waylon, n�o podes estar a falar a s�rio.
Eu n�o quero ficar com uns pulm�es de ferro.
Queres dizer pulm�es negros, e n�o vamos ficar assim tanto tempo. Vamos.
Porque tinhas que chamar pulm�es negros?
Waylon...
Porter, tamb�m h� ratazanas e coisas ali em baixo.
- Ratazanas? - Ratazanas.
As ratazanas t�m medo da luz.
Luz? Que luz? Est� escuro como o inferno l� de baixo.
Porter, tenho muito medo do escuro
Waylon, cala-te.
Vamos.
Os brancos.
Kevin?
Capit�o Bradley?
- Preciso de uma camisa nova. - O que se passa com ela?
O que pensaria o Vincent se me visse assim?
- Adreana? - N�o!
P�ra com isso! Ouve-me.
Vamos tirar-te daqui mas preciso que te acalmes.
N�o, n�o! N�o quero morrer.
Adreana, vai tudo correr bem.
- N�o, n�o, n�o. - Diz-lhe para ficar calada.
Albany, cala-te.
Corre!
Vamos, vamos!
Toma estas.
Vamos, r�pido, r�pido!
- N�o tens medo de morrer? - Raios, assustaste-nos a todos.
Por pouco n�o levas um tiro.
Por aqui. Vamos.
O que diabo s�o estas coisas?
N�o sei. N�o estavam aqui antes.
Parecem como... ovos ou algo assim.
Fizeram isto em alguns dias?
Em algumas horas.
Ent�o s�o muito mais do que 15.
'Salena' significa 'sal' em latim.
Isto teve que ser uma mina de sal antes de extra�rem cobre.
Se estas coisa nascerem, acabar�o com todo o Arizona.
Podes esquecer o Arizona.
COMB�STIVEL
Mantenham-se em alerta.
- O que pensas que aconteceu aqui? - O que pensas que aconteceu aqui?
A Terra, �ltimo registo incompleto do capit�o.
Rota desviada para 6213 anos luz.
Macacos me mordem.
Por favor diga o seu nome e o pedido.
Capit�o John Bradley.
Que diabo se est� a passar aqui?
Capit�o John Bradley, marine dos Estados Unidos, for�as especiais,
bem vindo.
Est� numa nave espacial de classe 5
utilizada para transporte prisional dos seguintes:
Sycophant Leech. Origin�rio do planeta Kellan.
- � um transporte de prisioneiros. - Caracter�sticas:
- canibal, parasita. - Um amigo teu?
Crimes: Apoderam-se dos seres e governam cinco mundos.
Barbarous Deinos.
Alerta: o mais perigoso de toda a gal�xia.
Proceder com cuidado.
Origin�rio do planeta: Chandi.
Caracter�sticas: quase invenc�vel, determinado a matar todos os seres vivos.
Crimes: Acabou com toda a vida em 10 mundos.
- Isto est� lixado. - Alkali Vulturines.
Origin�rio de: Lua Lamia do sistema solar Div.
Caracter�sticas: predador, eficaz para modificar,
fundamentalmente embri�o, deficiente em s�dio.
Crimes: Matou 800 milh�es de seres em tr�s mundos.
- O que �? - Para onde diabo foi?
Tira-os da�, agora!
V�o, vamos, vamos!
N�o o podemos deixar!
Ou�am... aconte�a o que acontecer, continuem.
Eu vou contigo.
Waylon, tira-a da�.
- Precisas de ajuda? - Eu disse para irem embora!
Eu n�o sou um dos teus soldados.
D�-lhe a ca�adeira!
- Porque � que tenho que dar a minha arma - D�-lhe a tua arma!
- Toma! - Diabos, essa mulher � de armas!
Vamos!
Mexam-se! mexam-se!
- Vamos, homem! Vamos! - Sal! Sai daqui!
Agora n�o � o momento de te pores dif�cil, rapaz!
Olha, o meu medicamente acabou. Ambos sabemos que n�o vou sair daqui.
Eu disse-te. N�o posso estar ao lado de um homem negro.
Vai-te embora.
Venham c�.
Calma! Sou eu.
Albany?
Ouve.
N�o deixem que a sua morte tenha sido em v�o.
Vamos, vamos, vamos.
Mexam-se!
O carro de resgate vai chegar daqui a meia hora.
Obrigado, capit�o.
Obrigado... patroa.
Est�s seguro disso, n�o est�?
� uma vida cheia de aventura.
Obrigado.
Eu com isto j� me chega.
Que pena. Precisamos de bons homens como tu.
Cuida bem de ti.
Boa sorte.
Espero que nunca tenha que ver-te outra vez.
Eu tamb�m.
Vamos.
Desse Colburn Waylon, vou sentir saudades.
Era uma boa pessoa.
Sim.
- Pena n�o ter sobrevivido - Sim.
Kevin, verdade?
- Sim. - Sim.
Kevin Porter.
Sim.
� um prazer conhec�-lo.
Sim?
Sim, cancelem o ataque. Est� resolvido.
De acordo. Foi um triste acidente.
N�o poderemos guardar esta mentira por muito mais tempo.
Sim, irei faz�-lo.
Estaremos ansiosos pela sua pr�xima visita, embaixador.
ACIDENTE EM SALENA
INVESTIGA��O
Depois disto, acredita-se ter sido uma ruptura dos tubos de g�s
continua a limpeza da vila de Salena,
mas para alguns parece trazer mais perguntas do que respostas.
Se nada se est� a passar
e foi apenas uma simples explos�o debaixo de terra...
Tenho raz�o? Tenho raz�o? Percebes?
- Sim. - Agora, considera isso:
Por que est�o perdidas 900 pessoas civis?
Porque � que h� 12 soldados reservistas ou especialistas perdidos em ac��o?
Podes responder a essa pergunta? N�o? N�o podes responder...
Tenho mais perguntas do que respostas.
Podes dizer-me porqu�?
Porque o governo est� a ocultar tudo. Aquilo que n�o v�s?
Est�o a trabalhar para se desfazerem de todas as provas.
Sem provas, n�o h� teoria de conspira��o.
Assim, est�s-me a dizer que o governo est� a conspirar com os extraterrestres.
Sim. N�o est�s a entender?
Alguma coisa est� mal. Alguma coisa est� neste momento aqui.
Est�o a encobrir.
Sim camuflaram tudo, e n�o h� provas, est�o todos a salvo.
O Jo�ozinho pode dormir na sua cama. O lobo mau foi-se embora.
Compreendes o meu ponto de vista?
Entendes ao que me estou a referir?
Encobriram-nos para que n�o nos tenhamos que preocupar
e assim podem continuar.
� algo dif�cil de acreditar.
Eles... sabem a verdade.
Eles.
Mas e que tal voc�?
J C Castanheira
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