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ROBIN DOS BOSQUES A REBELI�O
Nottingham, Inglaterra, S�culo 12 da nossa era.
Ap�s regressar das Cruzadas, Robin Hood e o seu melhor amigo,
Will Scarlett , encontraram a sua p�tria governada
por um tir�nico xerife.
Sob esta diab�lica governa��o ao bom povo de Nottingham,
restou apenas uma uma escolha: ou aliarem-se ao xerife,
ou tornarem-se foras da lei.
Robin, juntamente com o seu verdadeiro amor Lady Marian,
reuniram uma m�o cheia de foras da lei que o iriam ajudar a
combater esta injusti�a.
Ele conduziu os fora da lei ao fr�gil santu�rio pr�ximo da
Floresta de Sherwood, para recuperar for�as para lutar.
Indignado com o que via como uma trai��o, o xerife declarou guerra
a Robin Hood e a toda a rebeli�o.
Legendas traduzidas, revistas e sincronizadas por:
T�nius Lusitanus luso.legendas@gmail.com
Entra aqui antes que cheguem. Estou a ouvi-los.
Estou a ouvi-los.
Pega na minha espada.
Tens de continuar a fugir.
Robin!
Pai!
Pai!
O que aconteceu?
Eu estou bem, mas...
O que � que fizeste ao meu filho?
- Tu n�o escutas, pois n�o? - Eu n�o adivinhava.
- Mary, traz um pouco de �gua. - Vai.
O que aconteceu?
A impaci�ncia de Robin levou a isto!
- O que aconteceu? - Ele salvou-nos!
Mas primeiro colocou-vos em perigo, crian�a!
Imprudente!
Robin, tu �s imprudente!
Ensinava-os a ca�ar comida,
quando fomos atacados pelos homens do xerife!
Eu n�o os coloquei em perigo!
N�o me atires sempre com as culpas.
Est�s a assustar as crian�as.
Ele salvou-nos.
Cala-te, crian�a, p�ra de o defenderes!
Este � o meu filho!
John, p�ra.
Ele precisa de ti, neste momento, fica com ele.
Todos te respeitam, Robin.
Will, por favor, fica de vigia.
O guerreiro mais corajoso que eu j� vi.
Ele vai viver para lutar outro dia.
A sua cicatriz na batalha, estou com ci�mes.
Vem, vamos deix�-los � vontade.
Talvez ensin�-los t�o novos
seja uma indulg�ncia que ainda n�o podes pagar.
Uma indulg�ncia?
Eles t�m de aprender a defender-se sozinhos.
Somos cada vez mais e todos eles se tornaram alvos.
A tua rixa com o xerife n�o devia ser a disputa de todos.
N�o a invadimos, � uma floresta sem dono.
O que estamos a fazer � perigoso.
Irritamos quem n�o aceita como somos.
Os que se zangam por tomarmos apenas o que precisamos.
Mas eles ainda est�o com raiva.
E querem recuperar o que j� foi deles.
Tu n�o podes negar a verdade do que eu digo.
John receia que n�o te consigas controlar.
E as coisas s� v�o piorar.
Eu temo o que o futuro nos reserva.
Devemos posicionar-nos contra o xerife.
N�s devemos lutar.
Eu sei.
Mas estas pessoas n�o s�o guerreiros, Robin.
Tens de ter paci�ncia com eles.
Um passarinho disse-me que voc� tem fornecido
Robin Hood de cereais.
Ser� isso verdade?
N�o.
N�o �.
N�o � verdade.
Voc� gosta muito de hidromel, pelo que ou�o.
Ajuda a desprender a l�ngua.
Seu b�bado idiota!
Nunca se sabe quem pode estar a ouvir.
Vou perguntar outra vez.
Poderia...
...isto...
...ser...
...verdade?
Sim! Sim!
Sim, � verdade.
Leva-me at� ele
e n�o arranco as tripas � tua mulher.
Eu n�o sei onde ele est�!
Ah!
� a Mari.
Lady Marian e algumas crian�as, v�m buscar os cereais.
Robin Hood vai par�-lo.
Eu...
...eu n�o estou a v�-lo, a vir-te salvar.
Tu v�s?
Deixa-me falar sobre os meus novos impostos,
que ter�s de continuar a propiciar,
a mim e ao meu povo,
sem demasiadas interrup��es.
Esta... � a tua safra.
Estas s�o minhas.
E esta � para ti.
Mas se n�o me disseres onde posso encontrar a Lady Marian...
...bem, ent�o...
...pelo menos podes salvar a vida dos teus filhos.
Porque se n�o me disseres...
...eles s�o os pr�ximos.
Mary descreveu como eles lutaram ontem.
Como Robin os salvou.
Ela tem coragem.
Mas tem sorte, tamb�m.
Quando � que eu vou lutar?
Vai buscar mais alguns baldes.
- Eu tentei. - E perdeu.
Vim juntar-me a tua luta.
Desculpa, fui um tolo.
V�o! V�o!
Receio...
...receio ter conduzido o inimigo at� ti.
Pensei t�-los despistado, ao entrar na floresta, mas...
mas eles devem ter seguido as minhas pegadas.
Tem de dizer ao Robin Hood,
este lugar j� n�o � seguro.
Por favor.
Quantos?
Temos ordens para te manter viva!
Ent�o est�s em desvantagem.
N�o tenho d�vida nenhuma, de que ele o salvou.
Ele � um ladr�o imprudente, que nos levar� � morte.
Que est�s a fazer?
- Preciso do Robin. - Seja o que for, eu resolvo.
Que se passa?
Acho que eram os homens do xerife.
Fui emboscado.
N�o � meu.
Corri o mais r�pido que pude, para fugir da carnificina.
Matei um deles.
- Temos de arranjar ajuda. - N�o, n�o, n�o, n�o.
H� o risco de seres visto.
Vamos, rapaz, r�pido, mostra-me.
Vamos!
P�ra com isso!
A ti temos de manter viva,
mas quanto ao rapaz, n�o nos foi dito isso!
Lamento, Marian!
Quanto falta?
Quem �s tu?
Tu sabes quem sou.
Acho que vejo um fora da lei.
Turncoat.
Onde est� Robin Hood?
N�o consegui chegar at� ele.
Bem, vamos divertir-nos com o amigo dele.
Em breve, outros vir�o procur�-lo.
Ajoelha-te.
Ajoelha-te.
Olha para mim.
Olha para mim.
V�s como foi f�cil, para n�s, encontrar-te?
N�o �s assim t�o esperto, pois n�o?
Eu sei o que faria...
...se outro homem invadisse a minha casa.
Estamos sob ataque!
Leva os que n�o podem lutar, para as cavernas inferiores.
- Vai com os outros. - Eu posso lutar.
Teu irm�o precisa de ti e teu pai n�o aprovaria.
Por favor Mary, vai, vai!
Vais levar-me at� ao Robin Hood ou n�o?
Como � que consegues?
Sangue nas tuas m�os.
Pensa nisso.
Rastos.
Ele n�o est� muito preocupado contigo, pois n�o?
Ent�o?
Onde est� ele?
At� os teus homens te est�o a abandonar.
Ent�o, que hip�teses � que tu tens?
O melhor que tens a fazer,
e levar-me at� ao Robin Hood, agora!
Pensa.
Eu estou a ficar impaciente!
Vamos atacar o esconderijo.
Matar as crian�as.
Ent�o a lealdade deles vai vacilar.
E Robin Hood ser� encontrado em breve.
Pare!
Robin!
Finalmente!
Fui enviado aqui, para negociar.
A Lady Marian e o vermezinho do Much,
est�o na nossa posse.
E os termos da sua liberta��o, s�o:
a m�o dela em casamento
e a tua cabe�a num espig�o.
Will!
Achei que eras um de n�s, Brom.
Mas, agora, �s fiel ao xerife.
Eu queria protec��o.
Protec��o contra quem, os fora da lei?
Sim.
Como n�s?
Aqueles que cuidaram de ti?
Eu escolhi o xerife, em vez de ti, Robin.
Nada do que me possas fazer me assusta.
Tenho um filho rec�m-nascido.
Achei o castelo o �nico ref�gio seguro.
Apenas fiz o que achei melhor.
Robin! N�o!
Por favor, Robin!
Robin! N�o, n�o!
Tu vais ajudar-me?
Pelo teu filho?
Tra�ste-nos, Brom, mas dar-te-ei a chance de corrigires isso.
Come�a a falar.
Atr�s daquelas �rvores...
...os cavalos deles.
Como nos acharam eles?
N�o fui eu que lhes disse.
Eles sabiam exactamente onde procurar.
Eles assassinaram um fazendeiro.
Robin.
Isto tem de parar.
Pessoas inocentes est�o a morrer!
A floresta j� n�o nos pode proteger, John.
O Brom sa�u, porque j� n�o se sentia seguro.
E, agora, o xerife est� a usar os nossos aliados contra n�s.
Est� na hora de revidarmos.
Os nossos inimigos tem a Marian e o Much.
E eu pretendo resgat�-los.
Estamos em n�mero inferior, e imposs�vel.
Tu vais morrer!
- Tenho de fazer alguma coisa. - Vais-te matar!
Se eu for sozinho, ser� o mais certo.
Ontem aprendeste que estes homens
n�o se importam com quem magoem.
O teu pr�prio filho, John.
E a tua filha.
Os teus filhos s�o corajosos, muito parecidos com o pai deles.
Eles n�o s�o t�o imprudentes quanto tu pensas.
N�o h� outra maneira?
A paz foi desfeita.
Isso pode piorar as coisas.
Se falharmos, pode acontecer.
Eu vim para casa...
...viemos para casa,
para uma terra atormentada pela injusti�a,
e pretendo enfrentar isso,
e n�o esconder-me na floresta.
O xerife for�ou-nos a isso.
Se nem protegemos quem amamos, ent�o para que servimos.
Eu estou contigo, Robin.
Sempre.
Eu n�o sou um soldado como voc�s dois.
Sou apenas um simples agricultor.
Nunca vi um lutador melhor que tu, John.
Quer gostemos, quer n�o, isso est� a acontecer.
Podes n�o gostar dos meus m�todos mas vou levar a luta ao inimigo.
Isto n�o � vida.
Eu apenas quero proteger a minha fam�lia, Robin,
tu sabes disso.
Ent�o, pega em armas.
Diz-me...
Qual era o plano?
Dev�amos capturar-te, ou matar-te,
e depois informar o xerife.
E o relat�rio diria que Robin Hood fora um covarde.
Que ouvira os termos de rendi��o e decidiu esconder-se.
Tu mataste o primo do xerife.
Ele � que deveria fazer o relat�rio.
Houve quatro homens que fugiram.
Ent�o os quatro voltar�o.
Eu vou contigo.
A escurid�o ser� nossa aliada.
Diz aos outros o que aconteceu.
Vai esconder-te nas cavernas.
Se n�o voltarmos at� amanh� ao p�r do sol,
talvez n�o regressemos.
E, por isso, ter�s de encontrar um novo abrigo.
S� corajosa.
Lembra-te do teu filho, Brom.
Abra o port�o!
Coelho!
A senha do port�o, para hoje.
Se isto n�o funcionar, como vai ser?
Ent�o, morremos todos, John.
Vai � frente, Brom.
Fiquem perto das sombras.
Talvez agora vejas o que acontece,
quando as pessoas me tiram aquilo que me pertence.
Robin Hood...
tem de olhar, enquanto outros, ao seu redor...
...sofrem e morrem.
Se o meu primo fez o seu trabalho...
...ent�o estar�o aqui, em breve.
Se ele falhou,
esperamos que o selvagem venha retaliar, agora, n�o �?
Fazer uma tentativa de resgate.
Vou cort�-lo em peda�os,
e desfilar com os seus peda�os descarnados, para todos verem.
Ver�o... do que o homem foi feito.
Tu �s um covarde.
E tu vives com o porco daquele selvagem.
Uma mulher da tua estatura, reduzida a viver com animais,
desistindo da sua nobre proveni�ncia, por pecado.
Estou curioso em saber por que fizeste isso.
Por amor, talvez.
Uma ideia est�pida, mas que posso usar.
Tu n�o tens medo, mulher.
Acho que subestimas a minha crueldade.
Eu vou-te despeda�ar.
Casa comigo.
Salva as pessoas, salva-te, salva este...
...mesti�o.
Repara que esta � a tua fraqueza e n�o � f�sica.
Ent�o? Vamos l�.
Agride-me.
Quando estiveres mais meiga...
...tomarei a tua m�o em casamento,
mas se n�o aceitares,
a primeira coisa que te tirarei, s�o as tuas m�os.
Se eles se mexerem, bate-lhes.
Informe o xerife.
Em boa hora, bom senhor.
Vamos aquecer as m�os ao lume, ap�s esta longa viagem.
As armas.
Brom, sabes onde est�o os prisioneiros?
Lamento, mas n�o sei.
O acesso a muitas zonas do castelo, � proibido.
Temos de descobrir.
N�o podemos defender-nos sem armas.
Isto � dado aos novos soldados.
O caminho para o �nico arsenal acess�vel.
Uma armaria interna, s� para treinar.
- N�o para os rigores da batalha. - Ter�o de servir.
Bom, adeus, Brom.
Tem cuidado.
E agora?
Despacha-te.
Quanto mais demorarmos, maior a hip�tese de nos descobrirem.
Robin...
...onde � que estamos?
Esta porta deve levar � armaria.
Ent�o?
Est� um homem enorme a vigiar a porta.
Ele � um homem mesmo grande.
Robin.
Isto � loucura!
O que devemos fazer, John?
Devemos voltar atr�s?
Devo entregar-me?
Alguma dessas hip�teses resolve o nosso problema?
Isto n�o � coragem, isto � estupidez!
Deixa-me dizer-te...
Eu sei que o John tem raz�o no que diz.
Mas que escolha temos?
N�o h� outra forma.
Faz o que achares melhor, Robin.
Eu vou contigo.
N�o h� volta a dar-lhe.
Meu bom homem.
Precisamos de entrar na armaria.
Vou repetir. Precisamos de entrar na armaria.
Tu �s surdo, ou idiota, ou ambos?
Apenas com ordem do xerife ou do seu primo,
eu abrirei os port�es.
Tu devias saber disso.
Ent�o vou chamar o Guy.
O xerife ficar� danado com o atraso.
O Robin Hood infiltrou-se no castelo.
Precisamos dessas armas, j�!
Porreiro e subtil, Robin, muito bem!
Obrigado.
Robin!
Ent�o, �s tu o Robin Hood!
John, uma ajudinha seria bom.
� uma pena que ele n�o esteja do nosso lado.
Revista-o.
- N�o tem as chaves. - O qu�?
Tem de ser alguma coisa.
H� quanto tempo est� ela ali?
O orvalho da noite n�o lhe ca�u bem.
Ele � sens�vel.
Abre essa porta rapidamente.
N�o �s um ladr�o esperto?
D�-me o teu cinto.
Tudo isto ser� in�til, a menos que o Will seja bem-sucedido.
Ainda n�o fomos descobertos, John.
Coragem.
Deixa-me entrar!
Vai-te embora, amigo, antes que seja tarde demais.
Tu n�o me reconheces?
Devia reconhecer?
Eu sou, Guy de Gisborne!
Atira uma tocha, e eu mostro-te o meu rosto!
Agora, abre o port�o!
- Despacha-te! - Isso n�o ajuda.
N�o dev�amos procurar noutro s�tio?
O que far�amos sem armas, John?
S� temos uma espada para os dois.
Apanhamos as armas, apanhamos a Marian e sa�mos.
Uma espada contra uma flecha,
� dist�ncia, n�o � brincadeira.
Que est�s a dizer?
Despacha-te.
Escapou.
N�o consegui apanh�-la a tempo.
Decerto vai espalhar a not�cia da nossa chegada, em breve.
Robin.
John.
Outras sa�das?
Nenhuma que tenha visto.
V� se abres essa porta, ou morremos todos.
Much.
Much!
Acorda.
Vamos.
Temos que sair daqui.
N�o h� como escapar daqui.
H� sempre um jeito.
V� l�! Pensa!
Est� ferido, senhor!
Sai da minha frente!
Tu... vem comigo.
Onde est� o meu primo?
Creio que est� no quarto dele, senhor.
E n�o quer ser incomodado.
Est� bem.
Vai aos meus aposentos, buscar-me umas roupas,
e vai ter comigo ao quarto do meu primo. Vai.
Sim, senhor.
D�-me a espada.
� o nosso �nico meio de defesa.
Mas temos de abrir esta porta. D�-me a espada.
N�s vamos morrer, porque o famoso ladr�o,
n�o conseguiu destrancar uma porta.
N�s n�o dev�amos ser incomodados!
Eu n�o dei instru��es expl�citas?
Sou eu, o Guy!
Tenho not�cias do Robin Hood!
Eu fui superado em combate, primo.
Eu disse-te para n�o subestimares os selvagens.
Os meus homens, est�o mortos.
E levaram os nossos uniformes.
Ent�o o Robin Hood, est� aqui.
Senhor, senhor!
Deixa-me adivinhar.
Tr�s homens est�o a tentar entrar na armaria de baixo.
Usando os nossos uni...
Re�ne alguns homens.
Deixa-me cuidar disto.
Deixa-me corrigir o meu erro.
Eu vou buscar a puta dele,
e, depois, vou faz�-la olhar, enquanto o esventro.
Se n�o estiveres aqui, quando eu voltar,
vou dar os teus olhos a comer aos porcos.
Much, chega aqui!
Much... escuta-me.
Eu sei que est�s cansado.
Eu sei que est�s ferido, mas pronto.
N�s vamos morrer aqui.
Lamento, Marian, por estares aqui sozinha comigo.
N�o � culpa tua.
Sei que est�s com medo, at� Robin fica com medo.
Todos n�s ficamos.
S� corajoso.
Bate nestas correntes, com toda a forca que tu puderes.
Apanhem-nos.
L� v�m eles.
Consegui!
Apanhem-no!
Onde est�o os meus arqueiros?
Oferecendo os teus servi�os ao xerife agora, Green?
Um homem tem de comer.
Pois, o xerife tira-nos toda a nossa comida.
N�s trancaremos a porta.
Bem...
Isto n�o correu bem, at� agora.
Nunca pensei que fosses assim!
- Voc�s dois conhecem-se? - Aquele � o Green.
Ele � um bom homem.
Destemido em batalha.
Oh, esse Green.
Pois bem, parece que ele nos quer matar.
Ol�.
Usem o ariete, agora.
Will.
Guarda, o rapaz fugiu!
Eu n�o te quero mal, Robin.
Estou simplesmente a cumprir ordens.
O homem que te d� ordens � um covarde
que p�e inocentes em perigo.
For�a!
Forca!
Forca!
Parem!
Robin Hood.
Essas espadas de madeira ser�o �ptimas em batalha.
Melhor que nada.
Se te rendesses ao meu primo,
tenho a certeza de que ele seria razo�vel.
Assim como eu.
Tu roubas o que n�o te pertence.
N�o � essa a raz�o de roubar?
Ele � um falhado.
Mesmo que n�o tenha morrido.
E agora invadiste.
E n�o tens sa�da.
Como aconteceu isso?
Estarei a sonhar?
Estou a olhar para um homem morto.
Apenas mais um dos teus fracassos, Robin Hood.
O meu primo quer unir as pessoas
e tomar a m�o de Lady Marian em casamento, enquanto eu...
...preferia v�-la implorar pela morte.
N�o acreditas em mim?
Deixa-me mostrar.
- Green, chega aqui. - Sim, senhor. Senhor...
O que foi?
Eu n�o subestimaria Robin Hood.
Lutei ao lado dele muitas vezes.
Sei que estes homens te respeitam,
e isso �-me �til.
Faz o que te digo,
Ou corto a garganta � tua mulher gr�vida.
N�o te esque�as porque est�s aqui.
Rapaz!
Leva uma mensagem ao meu primo.
Diz-lhe que tenho Robin encurralado.
Ele vai libertar a puta, vai r�pido.
Espera.
Eu vou.
Falta-me o ar aqui em baixo.
Como quiser, senhor.
Isto � uma piada?
Encontra-os.
Leva os homens que precisares.
O Robin Hood foi encurralado.
O Guy tem-no trancado na armaria de cima.
Bem, acho que temos alguma coisa, pelo menos.
Traz o Brimstone.
Ele n�o me vai desiludir.
Brimstone?
Acho que precisamos de um homem que vai...
...obedecer a todas as ordens sem questionar.
Enquanto estamos ocupados com Robin Hood,
acho que precisamos de algu�m capaz de cuidar
deste pequeno contratempo!
Esta mulher in�til n�o ir� longe.
Diz ao Brimstone que, se ele matar Lady Marian,
n�o receber� comida durante uma semana.
Eu quero-a viva.
O que foi?
O xerife tem um pedido.
For�a!
For�a!
Parece que as minhas amea�as, ca�ram em ouvidos surdos.
Fui atingido!
Arqueiro!
Robin!
Que Deus esteja contigo se estas chamas te mandarem para ele.
Arrefece as espadas para...
Ardam, bastardos, ardam!
Agora apenas esperamos, e aguentamos.
Ser�s o primeiro a identificar o cad�ver carbonizado.
Menina...
...n�o tenhas medo.
Pousa a espada e vem comigo.
O xerife quer ver-te.
J� chega, agora.
Vamos l�, n�o passas de uma crian�a.
Vamos, Much!
O Green deu-nos indica��es.
Confias nele?
Ele n�o � amigo do xerife.
No entanto, luta a favor dele.
Sob coac��o, John.
Ele disse: arrefece as espadas para ficar no inferno.
Ele quer que sobrevivamos.
Como?
Ele ajudou-me a fazer um escape quando lut�vamos lado a lado.
Esta � a nossa sa�da.
Morre, morre!
Vai!
Desculpa, Robin.
N�o devia ter duvidado de ti.
Durante todo este tempo.
Pensei que ansiavas pelo campo de batalha
e estavas a conduzir-nos para a morte.
Essa nunca foi a minha inten��o, John.
Voc�s os dois partilham um v�nculo, criado apenas
sobrevivendo �s cruzadas, lutando uma guerra santa.
Eu vejo estes homens.
Decididos a matar, pelo desejo de matar.
Tudo isto � novo, para mim.
Por que existe tal prop�sito?
Por que essa escurid�o?
Um tirano distorceu as cren�as deles.
E agora todos temos de sofrer.
At� ele ser parado.
Se aqueles que podem lutar...
...n�o lutam...
n�s, realmente, j� perdemos, pois j�?
Onde est� a Marian?
Boa pergunta.
Uma coisa afiada?
Ah, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, n�o, primo!
Por favor, por favor, por favor, deixa isso comigo... comigo.
Comigo!
Comigo.
O Robin Hood est� morto.
Queimado vivo.
Apostarias a tua vida, por isso?
J� viste o cad�ver?
Se me voltares a trazer alguma not�cia falsa,
Eu mesmo te corto a garganta.
Trata j� desses ferimentos.
N�o te quero mais a sangrar em cima de mim.
- Arabella? - O que foi?
� o Robin Hood.
Continua sonhando.
Nem ele seria t�o est�pido para vir at� aqui.
Se tivesses raz�o e eu n�o estivesse aqui,
ent�o ela estaria a mostrar os primeiros sinais de loucura,
e talvez uma ajudante de cozinha n�o pudesse ser confi�vel,
com a menor das facas da cozinha.
- Largue-me. - N�o precisas fugir.
N�o passam de ladr�es, saqueadores!
Largue-me, largue-me!
Acalma-te, mulher!
Podes ajudar-nos?
N�o confies neles, Millicent.
Acudam! Acudam!
Fala baixo.
Desculpa.
Precisamos de ir at� �s masmorras.
Eu posso levar-vos l�.
Podemos confiar em algu�m aqui, Robin?
O meu amigo tem raz�o.
Como sabemos que podemos confiar em ti?
Os seus homens salvaram a minha fam�lia.
Deram-lhe cereais, quando estavam a morrer de fome.
H� quem diga que sou apenas um ladr�o que s� penso em mim.
Que s� mendigos e bandidos beneficiam dos nossos crimes
e que as nossas ac��es p�em todos os outros em perigo.
Creio que eles estariam mortos
se n�o fosse voc�, Robin.
Vou lev�-lo atrav�s da armaria da ala oeste
e aponto-lhe o caminho a partir de l�.
Se eu f�r apanhada, o xerife vai-me matar.
Vamos fingir que fizeste isso sob coac��o.
N�o te assustes.
Mostra o caminho.
Ningu�m aqui.
Leva uma mensagem ao xerife.
Robin Hood ainda est� vivo.
Espera.
Vem comigo.
Preciso de algu�m para cuidar desta ferida, como deve ser.
Onde est�o eles?
- N�o passou por Lady Marian? - Obviamente n�o, seu idiota.
Se Hood estiver vivo, estar� � procura das celas.
Se esperarmos por eles l�, isto acabar� em breve.
N�o h� solu��o pac�fica para esta situa��o?
Gostaria que fosse esse o caso.
S� tiramos ao xerife o que ele tira aos outros.
O seu �nico desejo � o poder
e as suas ac��es n�o s�o para o bem do povo.
Mas, e as almas apanhadas no meio?
Elas t�m de lutar.
Como morreu ele?
O meu David, estava consigo, esta manh�.
Robin Hood apunhalou-o pelas costas, como um covarde,
- e estripou-o. - N�o.
Oh, ent�o?...
Sinto muito, pelo David.
Os selvagens n�o nos expulsaram, de maneira nenhuma.
Eles n�o escapar�o.
Eu fa�o das fraquezas for�as.
Ele era um bom homem.
Ele era um bom homem.
Obviamente, se ele tivesse sido um homem melhor,
ele ainda estaria vivo.
E ele ainda teria um cora��o pulsante.
Sim.
Talvez o que tu precises...
...seja de um homem, mais parecido...
...comigo.
Much!
Fica onde est�s.
J� n�o devias estar com o meu primo?
N�o o apertes, ou ele vai sufocar.
N�o � mais do que o que o rapaz merece.
Deveria ter-se afogado ao nascer.
Vou-te matar.
Se o teu ladr�o n�o conseguiu, o que te leva a crer
que terias sucesso, onde ele falhou, �h?
Matei-o na armaria.
N�o acredito em ti.
Uma malfadada tentativa de resgate, que correu muito mal.
Ardeu at� �s cinzas.
Repara, o meu primo, gosta de brincar.
Mas ele subestima a tua vontade.
A tua vontade de sobreviver.
Ele tem sido misericordioso.
Por causa do seu enganador desejo de se casar contigo.
Mas eu n�o vou cometer o mesmo erro.
Tu e o teu primo s�o uns covardes.
Tu envias homens bons para a morte.
Para lutar, enquanto tu ladras as ordens.
Tratas as pessoas como escravos.
Devemos ficar e lutar!
Se o Robin est� aqui, temos de o encontrar!
Vamos!
P�ra.
At� que ponto, conheces bem esta sa�da?
O castelo foi constru�do por cima das antigas cavernas
que agora comp�em as masmorras e celas.
A �gua que flui pelas c�maras mais baixas, alimenta o fosso.
Explor�mo-las em crian�a,
mas fomos avisados dos perigos das pedras soltas.
As celas principais s�o por aqui mas existem mais caminhos
por isso tenha cuidado.
N�s iremos por esta passagem.
� melhor ficarmos juntos.
N�o.
Assim podemos cobrir mais terreno.
Encontrar-nos-emos aqui, em breve.
Millicent, vem comigo.
Toma.
Pega nisto.
- Eu n�o posso lutar. - �s uma de n�s agora.
A rebeli�o leva a luta ao inimigo.
Eles s� t�m um pensamento: matar quem fica comigo.
Por isso, ou pegas em armas ou ficas indefesa.
Eu escolho n�o lutar, Robin.
O xerife n�o te mostrar� piedade.
Robin.
Ela era inocente!
Eu n�o a coloquei naquela posi��o.
Foste tu.
Aproxima-te.
Na hora certa.
Will!
John!
Will!
John!
Ouviste alguma coisa?
Talvez Robin a tenha encontrado.
Talvez n�o.
Baixem j� as armas.
Ou ser�o ambos mortos.
De joelhos.
Tu �s o pr�ximo.
Achas, na tua arrog�ncia que podes invadir o meu castelo
e pegar tudo o que tenho de melhor?
�s um simples ladr�o ego�sta.
Tenho pena de quem acredita que pensas para al�m de ti mesmo.
O que podes fazer para os salvar, Robin?
Eu guardo a rep�blica!
Os teus amigos n�o te podem ajudar, Robin.
Se Lady Marian n�o concordar com as minhas condi��es,
simplesmente, lhe vou cortar a garganta.
J� vais tarde.
Levem-nos.
Vamos descobrir quantos rebeldes escolheram opor-se a mim.
J� devias l� estar, agora.
Vamos l�, toca a andar!
Por aqui, Much, vamos l�.
Est� bem, Marian, vamos embora.
Acabei de ver os bandidos.
Quero que v�s dizer ao mordomo,
que v�o para os muros exteriores.
Vai, agora!
Morre, Robin Hood.
A Lady Marian � nossa.
E tu, Robin Hood, n�o tens como voltar atr�s.
Se acreditas no que dizes,
se o que dizes, dos meus amigos, � verdade,
ent�o n�o me deste nada a perder.
Voc�s est�o todos cegos!
Pela gan�ncia e pela gl�ria.
Isto � a morte.
Covarde.
Robin Hood est� morto.
E s� uma quest�o de tempo at� que
a sua amada Marian
e o seu ratinho, sejam recapturados.
A rebeli�o acabou.
Senhor. Senhor.
Diga.
Encontr�mos Lady Marian.
V�o para os muros exteriores.
Os muros exteriores.
Sim senhor.
Primo.
Primo.
Ningu�m toca nestes dois at� eu voltar.
Ser� que me fiz entender?
Arranja mais uns guardas.
P�ra!
O que foi?
O Robin, est� aqui.
Deve andar � nossa procura.
N�o podemos voltar, pelo caminho que viemos.
Deus do C�u!
S�o demasiados.
N�o posso ir mais longe, preciso de descansar.
Se tiv�ssemos uma corda pod�amos descer para o n�vel inferior.
E voltar.
N�s passamos por outra porta, l�.
Espera aqui.
N�o te mexas.
Voc�s j� armaram confus�o que chegue.
Por favor.
Por favor, o qu�?
Por favor, n�o te impedir?
Quero dizer, para n�o me magoares.
Ent�o devias ter ficado na masmorra
e aceitado o teu castigo.
- S� preciso desta corda. - N�o � tua, para a levares.
Afasta-te do meu caminho.
Os que est�o dentro do castelo
n�o compreendem a regra do medo
e do terror, � sua frente.
O xerife � que � o teu inimigo, n�o eu.
Ele apenas tenta trazer ordem a esta selvageria,
ao caos causado por pessoas como tu.
S�o pessoas como eu que o enfrentam.
Lutamos por aquilo em que acreditamos.
Ele � um bom homem, que alimenta a todos dentro destas paredes.
Tu deixa-lo guiar aqueles que tu amas.
Enviando-os para morrer...
...numa luta que n�o � deles.
Est�s disposta a morrer pela tua luta?
Estou.
Os homens do xerife estar�o aqui a qualquer momento.
Ent�o, n�o h� um momento a perder.
N�o!
Nada de jogar �s escondidas.
S� para ter a certeza.
Perdi a paci�ncia.
Captur�mos o teu pequeno bando de rebeldes.
Eu n�o te vou matar.
Eu s� te vou humilhar.
Matar � f�cil.
Eu matei o teu Robin Hood.
E estamos livres para os la�os sagrados do matrim�nio,
sem complica��es.
Vamos!
O que � que est� a�?
Procuras pela tua dignidade?
Temos neg�cios para tratar.
Belief.
Quem est� a�?
Sou o Belief.
Aparece.
Frade.
Correcto, Robin Hood.
Como � que sabias que era eu?
O Senhor escolheu tirar-me a vis�o,
mas n�o o meu ju�zo, Robin.
Eu ouvi a tua discuss�o com o bruto.
Creio que as exactas palavras dele foram: "Morre, Robin Hood".
Na verdade, foram.
V�s o que estes homens fazem?
Servindo o que eles acreditam?
A tua cren�a fortaleceu-se
na tua hora mais sombria.
Acreditavas que n�o tinhas nada a perder e tudo estava perdido.
Mas tu derrotaste o diabo.
Ele n�o era o diabo, apenas um homem.
N�o um homem, Robin Hood.
Transmitir-te medo � o trabalho do diabo.
Agora tens de lhe mostrar que n�o lutas por �dio,
ou vingan�a.
Eu luto para sobreviver.
Luta agora, n�o s� por ti, mas pelos outros
e por uma causa maior.
Os meus amigos j� est�o todos mortos, frade.
Tu n�o sabes disso, Robin.
E suspeito que n�o acreditas nisso.
Ningu�m ousa aventurar-se aqui.
Eu venho sempre aqui para recolher os meus pensamentos.
Parece que um velho frade cego, n�o traz preocupa��es,
por isso, ando livre.
Tu n�o deves ser subestimado.
Isso n�s temos em comum.
Este � um �ptimo lugar, para esconder coisas de valor,
coisas que seriam desperdi�adas nas m�os erradas,
incluindo o meu melhor hidromel.
Tu...
...faras melhor uso disto, do que eu. Leva-a.
Sim.
Imagina quem tu amas.
V�-os com os olhos da tua mente.
E luta por eles, luta por algo
maior que tu.
E ser�s impar�vel.
Obrigado, frade.
Que Deus te ajude. Que Deus te ajude.
Eu indicar-te-ei a sa�da.
Quando subires a escada, deves fazer o seguinte...
Pai nosso...
...que estais no c�u...
...santificado seja o teu nome...
Venha a n�s o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade.
Tanto na terra, como no c�u.
O p�o nosso de cada dia nos dai hoje
e perdoa-nos as nossas ofensas
assim como n�s perdoamos a quem nos tem ofendido.
E n�o nos deixes cair em tenta��o,
mas livrai-nos do mal,
porque teu � o reino, o poder e a gl�ria,
por toda a eternidade.
Am�m.
O que � que se passa?
Robin Hood, no piso inferior.
Imposs�vel.
Tu.
Tu ficas aqui. Certifica-te de que ningu�m lhes toca.
Tenho de ser eu a dizer ao meu primo.
Quero ver a cara dele quando ele perceber que falhou.
Senhor!
Robin Hood � esperto.
Se o encontrardes no caminho,
e tendo em conta vossos ferimentos...
Talvez devesse acompanh�-lo.
S� para o ver receber o golpe de miseric�rdia que tanto merece.
- Meu bom homem. - O qu�?
John!
Venham, temos de encontrar a Marian.
Eu estou bem, a prop�sito.
H� uma maneira de acabar com isto.
Ningu�m mais, tem de morrer.
N�s podemos unir as pessoas.
Robin Hood est� morto.
Eu fiz o que me propus fazer.
Trouxe-te aqui, atra� e venci o meu inimigo.
E a seguir...
...vou perseguir...
...e matar...
todos os teus fora da lei.
Por isso, peco-te outra vez...
...salva as pessoas.
Casa comigo.
N�o.
Primo.
Robin Hood est� vivo.
Larga-me!
Queres ver-me mat�-lo?
Como vamos encontr�-la, agora?
Desta forma.
Onde est�o eles agora, Hood?
Vai e traz os outros guardas, imediatamente, vai j�!
Matem-nos a todos!
Ele � meu!
Selvagem.
Isto � o fim.
Achas que �s imortal,
ou cego?
Esses arqueiros, n�o vacilam.
Seguem o comandante, mas podem falhar.
O bra�o deles j� est� cansado.
A sua for�a enfraquecida.
A vontade de sobreviver.
Fogo!
Robin!
Cuidado!
Green.
Devo ter prazer em ver-te, desta vez?
Diz aos teus homens que o xerife est� morto, a rebeli�o acabou.
Eles est�o �s tuas ordens, agora.
Tu sobreviveste mais uma vez, Robin.
Gra�as, em parte, a ti, velho amigo.
Est�s uma desgra�a.
Obrigado.
Eu disse-lhes para n�o te subestimarem.
Bem, parece que eles n�o seguiram o teu conselho.
E agora?
Agora voltamos, para lamentar a perda do nosso jovem amigo.
E para recuperar.
Mas devemos retornar.
Devemos devolver tudo o que o xerife tomou.
O rei vai saber disto.
Acho que deveria.
Eu s� respondo ao verdadeiro rei.
Se ele algum dia voltar.
Mando-te uma mensagem, se ele o fizer.
Por qu� o Much?
Ele lutou e morreu pelas suas cren�as.
E dev�amos estar a celebrar a sua vida
e n�o a lamentar a sua morte.
Para viver na nossa mem�ria.
Robin, ainda h� muitas coisas para tratar.
Talvez o nosso trabalho possa esperar.
Vamos descansar at� recuperarmos a energia, pode ser?
Obrigada.
N�o me agrade�as.
N�s ter-te-�amos deixado l�.
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