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CLUBE DE SENHORES CONSERVADORES
AVISO PARA OS MEMBROS DO CLUBE: SIL�NCIO!
POR ORDEM DO COMIT�
N�o posso acreditar nesse lixo! � um ultraje!
Eu vos pergunto: o que...
Est� completamente certo, Carl, devemos reclamar!
Esta � a terceira colher que ou�o sendo derrubada neste m�s.
Colher uma ova!
Queria que jogassem uma bomba para acordar este lugar.
Meu rapaz, as pessoas n�o fazem esse tipo de coisa!
Fazem se est�o t�o entediadas quanto eu.
Entediado, Drummond?
Estou t�o entediado que temo enloquecer aqui!
-Meu rapaz! -Falo s�rio!
Claro que fala, claro que fala.
Venha para o bar.
Pronto, est� melhor?
N�o, Algy, nem um pouco.
Estou entediado a muito tempo, n�o posso suportar mais.
Sou muito rico para trabalhar, muito inteligente para jogar... muito.
Estou dizendo, se algo n�o acontecer nos pr�ximos dias, irei explodir.
N�o sei o que sugerir, meu rapaz.
A n�o ser que coloque um an�ncio. Mas n�o pode fazer isso, certo?
Eu n�o sei, posso?
Acho que tive um ideia, Algy, inspirada por voc�! N�o achei que fosse poss�vel!
Barman, me d� um papel e uma caneta.
Vejamos...
"Para o editor...
An�ncios pessoais...
The Times, Londres...
Policial aposentado...
Acha a paz um t�dio...
...insuport�vel."
Meu rapaz, n�o pode estar falando s�rio!
"POLICIAL APOSENTADO, acha a paz um t�dio insuport�vel, aceitaria qualquer emo��o.
Leg�timo, se poss�vel, mas crimes com descri��o engra�ada, sem obje��es.
Responda imediatamente - Caixa X 10, The Times."
"Caixa X 10, The Times"
Est� errado, Algy, totalmente errado.
Esta � a melhor ideia que j� teve!
Nenhuma dessas cartas...
promete emo��o, aventura... e, quem sabe, romance!
Aqui tem uma de uma mulher cujo marido dedica todo o seu tempo
criando peixinhos dourados com pedigree.
Ela quer que voc� mate ou o marido ou os peixes.
Espero que assassinato seja o seu limite, senhor.
Ser�, Danny, eu prometo.
Obrigado, senhor! Isso � muito reconfortante!
-Agora voc� l� uma. -C�us!
Vamos! A minha era boa!
Esta � de uma garota que assina como Phyllis Benton.
Phyllis � um bom nome. Parece uma colegial.
Quer saber se minhas inten��es s�o reais e, se sim, se eu a encontraria no Greenbay Inn
a 6,5km de Godalming.
Na Langdon Road, meia noite.
-Hoje. -� um pedido de casamento?
Ela reservou alguns quartos para mim no nome de John Smith.
N�o gosto nada disso, senhor!
Ela diz que, se sou cavalheiro, n�o irei desapont�-la porque...
...porque, veja bem, ela corre grande perigo!
Eba eba!
-Agora eu escolho uma! -Espere, espere!
Ainda n�o terminei com a Phyllis.
Ela me interessa, Algy!
Posso v�-la, chegando no Greenbay Inn, obscura, lasciva... e dram�tica!
Querido, deveria ter cuidado com essa Phyllis. Voc� n�o teria, Danny?
Com certeza, senhor.
-Teria cuidado pela minha vida, senhor. -Meu Deus, se � t�o perigoso, � promissor!
Vou dar uma chance para Phyllis, Algy. Vou no Greenbay Inn.
Estou indo, Phyllis!
-Meu rapaz! -Meia-noite de hoje, certo?
Certo, estarei l�. Danny, prepare a minha mala.
Pijama, escova de dentes...
e uma arma.
Por favor, senhor!
O senhor acha mesmo que...
Sim, senhor.
Pensando bem, esque�a o pijama.
S� a escova de dentes e a arma.
-Danny! -Sim, senhor?
As botas, Danny, as botas!
Sim, senhor.
N�o essas. As botas de aventura.
A bota de sete leguas com tachas na sola.
Danny, como vamos impedi-lo?
Eu n�o sei, senhor.
Ele n�o vai mudar de ideia.
Deus! Precisamos fazer algo! Pela �ltima vez, Drummond, eu imploro!
Chega, Algy, j� estou decidido!
Muito bem ent�o.
Danny, o meu casaco!
Irei com voc�.
�, Algy? Sou eu quem est� entediado com a vida, n�o voc�.
Sou eu quem est� procurando uma aventura, n�o voc�!
Esta aventura � minha, rapaz, n�o sua!
Isso ser� perigoso, lascivo, obscuro... muito perigoso!
E Phyllis...
Um louco, � o que ele �!
Ele est� ficando louco de vez, senhor!
Danny, o Capit�o Drummond tem outro carros, n�o?
Sim, senhor. Muitos carros.
Vou precisar de um deles.
Agora voc� est� enlouquecendo, senhor!
Qual voc� recomenda?
-O Rolls-Royce, senhor. -O Rolls-Royce!
� um bom carro.
Prepare o carro. E pegue o seu chap�u e casaco.
Meu chap�u e casaco, senhor?
Tenho que enlouquecer tamb�m, senhor?
Claro que n�o! Eu vou cuidar do Drummond e voc� vai cuidar de mim.
Suponho que seja o Sr. Smith.
A Srta. Phy... ah sim! Claro! Como soube?
O quarto est� aquecido, senhor.
Tem tudo aqui, senhor. Para que n�o precise sair, senhor.
Esta � a sala de estar?
E ali � o quarto?
Tudo ali � o quarto, senhor.
Quer testar a cama, senhor? Para pode julgar melhor, senhor.
Sim, pode preparar uma.
E a varanda?
D� para o nosso jardim, senhor.
Entendo.
Algo mais, senhor?
N�o, obrigado.
Se quiser qualquer coisa, pode me chamar, senhor.
Vou me lembrar disso.
Espero que sim, senhor.
Pode me trazer uma sidra?
Sim, senhor.
Obrigado.
Perigos lascivos, obscuros, dram�ticos.
Bem, "sim" a isso.
C�us!
N�o h� ningu�m, chegamos a tempo.
Algy, voc� � um estraga-prazeres.
Meu rapaz!
Danny e eu decidimos que, se voc� quer ir em frente com essa mo�a lasciva
prometendo riquezas, potencialmente perigosa.
� melhor que o fa�a em Londres, perto do seu advogado.
Algy, se eu quisesse um guarda-costas, eu chamaria uma camareira.
-O que disse? -Por que n�o?
� mais homem que voc�.
� meia-noite agora e voc� acha que eu...
Entrem a� e fiquem quietos! V�o! Falo com voc�s mais tarde!
Que bom que n�o h� uma Sra. Drummond, senhor.
Temos mais com que nos preocupar agora, mas bem pensado, Danny, bem pensado!
Estou indo!
Est�o... me vigiando...
Vigiando?
Feche a porta!
E tranque.
E feche as cortinas.
Sou vigiada em todo lugar que vou!
Voc� quer dizer...
Apenas isso.
Danny, h� um buraco aqui!
Um buraco para espiar, senhor.
Vamos espiar!
Meu Deus!
Me perdoe por encarar.
-Pode v�-la, senhor? -Sim!
-Ela � obscura? -O bastante!
-Dram�tica? -E como!
Lasciva?
Deve achar que � muito estranho da minha parte.
N�o, acho que � encantador da sua parte.
Antes que eu explique, preciso saber:
voc� honra a sua palavra?
Voc� est� levando isso a s�rio?
Ou � s� uma piada?
Me diga! Voc� honra a sua palavra?
Admito que come�ou como uma piada, mas agora...
Agora � s�rio.
Te dou minha palavra.
Que al�vio!
Fico feliz que se sinta assim.
Vou tentar explicar.
-N�o! -Por que n�o?
Algumas pessoas podem... acordar.
-Sr. Smith, eu... -Isso tamb�m! N�o quero fingir para voc�.
Meu nome � Drummond. Capit�o Drummond. Hugh Drummond.
C�us! Ele disse o nome verdadeiro!
Por favor, acredite em mim, Capit�o. E que n�o havia outro jeito de v�-lo
sem que soubessem.
Mesmo a essa hora da noite, n�o tenho certeza...
Eu os coloquei para dormir!
Colocou para dormir?
-Tente explicar mais claramente. -Estou tentando!
Eu vim de Godalming. A 6,5km daqui.
Eu fugi pela portas dos fundos do hospital onde meu tio � um paciente.
S� que ele n�o � um paciente e aquilo n�o � um hospital.
-Voc� quer dizer... -Exatamente o que eu disse!
Pertence a um m�dico chamado Lakington.
E a um homem chamado Peterson.
E a sua irm�.
Mas ela n�o � irm� dele.
Ele n�o � um paciente e n�o � um hospital e ela n�o � irm� dele!
Danny, acredito nisso, com certeza!
Esse Dr. Lakington e Peterson
dizem estar tratando uma crise nervosa do meu tio.
Mas eu sei que ele est� sendo for�ado a ficar l�! E que est� sofrendo!
Esse... Dr. Fulano... ele � um m�dico de verdade?
Ah sim, claro que �, Capit�o Drummond! Devia v�-lo! Ele...
-N�o acredita em mim! -Acredito sim!
Talvez tenha interpretado mal as inten��es deles.
E as suas evid�ncias n�o s�o t�o claras.
Talvez esse hospital seja mesmo um hospital.
N�o fique ofendida!
S� estou me perguntando se essas pessoas s�o t�o m�s como voc� pensa.
Por que se dariam ao trabalho pelo seu tio?
Nos Estados Unidos, de onde viemos, ele � considerado um homem rico.
O nome dele � John Travers.
-Travers? O John Travers? -Sim, Capit�o. O John Travers.
Minha vez, senhor. N�o seja grosseiro, senhor.
Danny!
Sem distin��o de classe, senhor. Ideia sua, senhor.
Est� certo, Danny! Quer usar o meu mon�culo?
O que o seu tio diz sobre isso tudo?
Eu n�o posso v�-lo. S� o vi uma vez. E foi por acidente!
Por uma janela! S� por um momento. Ent�o duas m�os o puxaram de volta!
A express�o dele! Tenho certeza que est�o coagindo ele a ficar l�!
Duas vezes! Duas vezes eu o ouvir gritando, como se estivesse sendo torturado!
Srta. Benton!
Parece um caso para a pol�cia!
Por que n�o chamou a pol�cia?
Por que n�o tenho certeza que o est�o mantendo l�! Que o maltratam!
N�o quero estragar o nome do meu tio.
Entendo...
N�o entende! N�o acredita em mim!
Entendo, acredito, sim!
S� que... deve admitir que parece um livro de suspense!
Bom... acho que sim.
Obrigada, Capit�o Drummond. Sinto muito por desperdi�ar o seu tempo.
Por favor, me desculpe! Eu n�o quis dizer aquilo.
-Eu quero te ajudar, n�o importa o que... -Eu n�o sei o que fazer se n�o me ajudar!
Eu n�o tenho mais a quem recorrer! Estou sozinha!
Acha que devemos invadir? Antes que ela fique violenta.
A porta est� trancada, senhor.
Pobrezinha!
Voc� me diz o que quer que eu fa�a, e eu o farei!
Palavra de honra!
Me d� sua palavra de honra?
Temo n�o te ver novamente se n�o der!
Seria pedir muito se...
N�o se assuste!
Meu rapaz, n�o se assuste! Ainda estamos com voc�!
Srta. Benton, eu... Onde ela est�?
-N�o! Pegue-o, Danny! -Algy!
Meu rapaz, se controle!
Voc�s a assustaram!
-Voc� n�o percebe o que ela �, senhor? -Uma lun�tica, senhor!
Deve ter fugido da camisa de for�a h� semanas!
O hospital dela n�o � um hospital, isso est� certo. � um hosp�cio!
E esse Dr. Lakington � a pessoa que cuida dela!
N�o pode ser! Ela me contou tudo!
-Nunca ouvi mentira maior! -Coisas assim n�o acontecem, senhor.
-N�o na vida real... -Est� certo, Danny. Isso n�o...
O que aconteceu com voc�s?
Capit�o Drummond?
Capit�o Drummond?
A mo�a que estava aqui...
esqueceu a bolsa, creio eu.
N�o, ela n�o esqueceu...
Dr. Lakington.
Me enganei. Desculpe.
Sem problema. N�o ir� se esquecer de mim, ir�?
N�o.
Ela � louca? O que achou disso?
Algy, volte para Londres o mais r�pido poss�vel!
-Vou para Godalming, a 6,5km daqui. -Est� louco!
Tente me impedir! E voc� fique quieto.
Casa de repouso Dr. Lankington
Sabe, querida...
Podemos conversar mais confortavelmente.
Ent�o est� mostrando a sua cara de verdade finalmente.
Como ousa me espionar?
Espionar voc�? Voc� vai vir morar conosco, onde podemos ficar de olho em voc�.
E te proteger de mais comportamentos indiscretos.
O que o seu tio iria pensar se soubesse como se exp�s ao perigo esta noite?
O coitado do seu tio doente.
E confiamos, para o seu bem e o do Capit�o Drummond,
que n�o falou nenhuma asneira
que o faria se intrometer em assuntos que ele n�o pode, nem deve,
se interessar.
A quest�o �, Srta. Phyllis,
voc� pretende v�-lo novamente?
N�o, Sr. Peterson.
Fico feliz em saber, querida.
N�o deve se comunicar com ele novamente.
N�o deve tentar mais nada.
Boa noite!
A Srta. Benton est� acordada?
A Srta. Benton n�o avisou que esperava amigos.
Amigos? Eu sou um grande amigo do tio dela, ent�o creio que ela ir� me ver.
-Deseja entrar? -Adoraria, obrigado.
Me perdoe por aparecer t�o tarde, Srta. Benton.
Mas eu queria not�cias da sa�de do seu tio.
Eu estava passando, vi as luzes
-e ouvi a m�sica. -Phyllis, querida.
N�o vai nos apresentar?
Srta. Peterson, Capit�o Drummond.
Eu e meu irm�o amamos m�sica, Capit�o Drummond.
-Tentamos animar a querida Phyllis. -Seu irm�o?
Que irm�o grande!
N�o que seja grande mais para voc�!
Como est� o Sr. Travers?
Tratamentos psiqui�tricos demoram, Capit�o Drummond.
� mesmo? Eu nunca tive problemas com isso.
Mesmo? Meus parab�ns! Eu tamb�m n�o.
Que bom.
-Voc� � a m�dica respons�vel por ele? -Eu?! Por Deus! N�o!
Dr. Lakington � o respons�vel. Sinto muito que ele n�o esteja aqui agora.
Sinto muito tamb�m.
Srta. Benton, estarei na vizinhan�a por alguns dias.
Se precisar de �nimo, venha me visitar. Gostaria de ir?
-Gosta de apostar, Capit�o? -Jogos pequenos, vez ou outra.
Continue com os jogos pequenos, Capit�o.
-Os grandes s�o desastre na certa. -Exatamente como a minha av� dizia.
"S� aposte quando tiver ceteza de que vai ganhar. Agora coloque blusa!"
Posso at� v�-la agora.
Com os raios dourados do sol poente iluminando seu rosto am�vel.
Socorro!
Socorro!
-Algu�m pisou no rabo de um gato? -N�o! � o meu tio!
Algu�m ajude! Socorro!
� o Travers sendo sequestrado?
Sequestrado, Capit�o Drummond?
N�o v� que � um paciente do hospital?
Paciente?
Claro, que estupidez a minha!
Quando ele melhorar, diga que eu liguei, sim?
J� est� indo?
N�o acha melhor que eu v�?
Talvez.
Se despe�a da Srta. Phyllis por mim tamb�m, sim?
-E au revoir para voc�! -Au reovir.
Markovich!
Quais s�o as regras dessa casa?
O que v�o pensar dessa casa de repouso
se ouvirem os pacientes gritando por socorro?
Idiota!
Saia!
Por que est� chorando?
Est�o torturando ele!
Se recomponha e deixaremos voc� ver o seu tio!
Voc�s n�o me deixar�o v�-lo!
-S� querem me calar e seguir com seu plano! -Acho que voc� est� certa!
S� quero que fique quieta! Voc� n�o consegue...
Drummond!
Srta. Benton, achei que esta seria a melhor hora para voc� ir me visitar!
Consegue se arrumar rapidamente?
-N�o, Capit�o Drummond! -N�o?
Phyllis n�o vai sair daqui hoje!
N�o sei nem se voc� ir� sair!
Pretende me impedir?
Eu irei impedir, Capit�o Drummond!
N�o quero ser curioso, mas pode me dizer como?
Prefiro mostrar.
Esqueci que amavam m�sica aqui. Ainda vou te levar daqui, Srta. Benton.
Saia com as m�os para cima.
Meu rapaz, era voc� assobiando?
-Era voc� respondendo? -Sim.
Ouvi um assobio e eu gosto de assobios,
ent�o achei que fosse Drummond, porque ele tamb�m gosta de assobios.
Ent�o assobiei de volta assim:
-C�us! -Vamos sair daqui!
Est� certo!
Espere! Quero pegar o telefone dessa loira!
Atr�s deles! Atr�s deles! Peguem o Drummond!
R�pido! Para o carro!
Algy!
Leve a Srta. Benton para o Greenbay Inn e vigie a noite toda!
Mas, Capit�o Drummond...
N�o tema, Srta. Benton!
Levarei o seu tio comigo!
Tente pegar o telefone daquela loira para mim, sim?
Eles fugiram e voc� nem tentou impedir!
O que eu podia ter feito? Aqueles seus c�es covardes!
-N�o pode me culpar! -N�o estamos te culpando!
-Agora o jogo come�ou. -Come�ou?
-Temos que nos livrar do Drummond logo! -Sim, mas temos outros problemas agora!
-Precisamos pegar o dinheiro logo! -E deixar o Travers?
Ele est� sob controle. Devemos agir agora!
Fa�am como quiser!
-Eu vou at� o fim! -Querida, � muito arriscado!
N�o para mim! Aquele Drummond me irritou!
Deixar o Travers ir? N�o, eu n�o.
Ele tem tudo o que queremos! Pense bem!
S� uma assinatura e tudo ser� nosso!
Onde est� o risco? Deixe a pol�cia vir!
Lakington n�o � um m�dico de verdade?
Quem pode provar que isso n�o � um hospital de verdade?
Qualquer um pode provar que Travers n�o � um paciente de verdade.
Ent�o fa�a com que seja!
Quebre as pernas dele! Frature o cr�nio se preicsar!
Mas n�o o deixe ir!
O que acha, Lakington?
Se forem r�pidos, podemos tentar de novo pegar a assinatura dele.
Ele vai assinar?
-Fatalmente! -Ent�o v� logo!
Markovich!
-Sim, senhor? -Sr. Travers, para a c�mara central.
Eu n�o seria nada sem voc�!
Coloque-o ali, Markovich.
As mo�as desmaiam s� de ver a inje��o.
N�o gosto de drogas.
Isso mesmo, Markovich.
Agora, voc� segura o bra�o,
enquanto eu administro o...
Isso � tudo, Markovich.
Sim... n�o deve demorar...
Mas precisam ser r�pidos, duvido que tenha mais de 10 minutos de consci�ncia!
� o bastante! � melhor voc� ir.
Deixe que ele nos encontre a s�s.
Certo.
Esse Lakington � um porco!
-Vou me arrepender, mas ele est� fora! -Maldita! Vai me trair tamb�m!
-N�o seja tolo! -Se eu desconfiar que voc�...
Eu n�o te trairia... com ningu�m!
Veja!
Ele j� est� ficando consciente.
J�?
Me d� outro cigarro.
Voc�!
-Voc�s dois... -Est� melhor, Sr. Travers?
Seus fals�rios! Fals�rios malditos!
-Vai usar palavras feias? -Vamos direto ao ponto, Sr. Travers!
As circunst�ncias nos obrigam a falar de neg�cios de novo.
-Mais dinheiro? -N�s gastamos muito com voc�, voc� sabe!
Eu escrevi uma carta instruindo os seus banqueiros londrinos
a me transferir certas garantias em joias, que guardar�o em seus cofres para voc�.
Agora, fa�a o favor de assinar na linha pontilhada.
Eu me lembro agora!
Voc�s drogaram o meu licor.
Me trancaram no quarto com ela.
Armaram para mim!
Seus fals�rios nojentos!
Sr. Travers, voc� deseja outro tratamento estimulante do Dr. Lakington?
Seus dem�nios desumanos!
-N�o podem fazer mais do que j� fizeram. -N�o?
Sabe, Sr. Travers, o Dr. Lakington � um especialista em drogas.
Est�vamos discutindo a possibilidade de um inje��o
que o tornaria um idiota pelo resto da sua vida.
Agora o que pensa sobre aquele pre�o?
N�o acredito em voc�!
N�o vou assinar nada!
Neste caso, Sr. Travers, � melhor vir comigo.
N�o n�o! Espere!
Eu assino! Fa�o qualquer coisa!
Essa foi por pouco!
Ele se foi de novo.
Eu quero que voc�s admitam que eu estava certa.
-Voc� est� sempre certa. -Voc� estava certa, Irma.
O que...
Acenda a luz! A luz!
Idiota!
Olhe! Lakington!
-Ele morreu? -N�o, desmaiou. Cad� o Travers?
Sumiu!
E o papel assinado tamb�m!
Bulldog Drummond!
J� s�o duas da manh�?
Como eu odeio dormir tarde!
Ol�! N�o foi dormir?
Como eu poderia?
Se voc� n�o pode, n�o seria muito educado eu ceder.
Qual o problema? N�s estamos seguros. E Drummond vai salvar o seu tio com certeza.
-Ele nunca falha. -N�o estou pensando no meu tio!
� o Capit�o Drummond! Est� correndo tanto perigo por minha causa!
N�o est� com Drummondtite tamb�m, est�?
O que � isso?
Um v�cio que aflige as mulheres que conhecem Drummond.
N�o estou entendendo.
N�o? Vou explicar melhor...
Quer dizer...
Ou�a!
� um carro?
N�o � s� um carro, � o carro!
Drummond!
Aqui estamos n�s! Aqui estamos n�s!
Danny! O Capit�o chegou e trouxe algu�m. V� ajud�-lo!
Muito bem, senhor.
Srta. Benton, aqui estamos de novo!
Tio! Voc� est� bem?
Ele s� est� um pouco molhado.
Mas n�o temos tempo para reuni�es agora.
Deixe que Danny cuide dele, Srta. Benton.
Danny, leve-o para o quarto e seque-o.
Iremos para Londres assim que eu comer algo.
Algy, por favor, pegue um pouco de p�o e queijo para mim.
-E um pouco de cerveja. -Cerveja?
Caf� � para mulheres e crian�as e os coitados que n�o sabem o que querem.
-Bebida forte, mas... -Mas...
-Para os s�brios honestos... -Que trabalham duro...
-E precisam de sa�de e for�a... -Para os trabalhos que vir�o...
-Cerveja! -Cerveja!
E voc�, Srta. Benton, como passou?
Conte-me, conte-me, por favor!
Foi muito f�cil! Eu o tirei de l�, o coloquei para dormir...
Greenbay Inn.
Toque de novo para mim. Volto em um instante.
E como eu j� disse: aqui estamos de novo.
Voc� � maravilhoso!
Obrigado. � muito gentil, mas n�o deve dizer isso.
Eu devo ter pego... Drummondtite.
Drummondtite?
� uma das piadas do Algy, certo?
� s� uma piada?
Eu nunca ouvi nada a respeito, mas n�o reclamaria que voc� pegasse.
Eu posso acabar cedendo.
Mesmo? Por favor!
F�cil assim?
Por que n�o?
Voc� tem um jeito pr�prio de ver as coisas.
Eu n�o quero ser precipitado.
Vamos esquecer essa brincadeira.
Eu estava procurando aventura.
Eu n�o esperava encontrar voc�... Phyllis.
Mas encontrei.
E agora... por favor, me leve a s�rio!
N�s j� fechamos. N�o podemos servir mais nada, senhor.
Pode nos servir.
Um copo de leite para mim.
Acredite que falo muito s�rio...
quando...
quando digo...
Meu rapaz, espero n�o estar interrompendo.
N�o, Algy, nem um pouco, foi genial voc� aparecer agora.
Me desculpe, mas achei que devia saber
que o seu amigo Lakington est� l� embaixo bebendo leite.
-O que? -Leite!
N�o achocolatado, s� leite de vaca puro.
Temo ter sido um pouco otimista.
-Danny! Danny! -Sim, senhor?
Preciso que tire o Sr. Travers do quarto e coloque-o...
-Coloque-o neste cub�culo aqui em cima. -Muito bem, senhor.
Algy, ajude-o, vou investigar!
-O que fa�o, Danny? -Pegue os p�s, senhor.
Cuidado com a cabe�a dele.
Tem mais algu�m aqui?
Sim, senhor. Meu pai.
Dormindo?
Sim, senhor.
E isso � tudo?
-Sr. Longworth, o que acha? -N�o acho nada!
Algy, ligue para a pol�cia.
Pe�a para mandarem mil homens. Grandes! Com bigodes!
Est� a�?
Esta a�?
Al�?
Al�!
Drummond, n�o est�o respondendo.
N�o seja tolo, deixe-me tentar!
Al�!
Algy! Vai ouvir na porta.
Al�!
Al�!
-Est� tudo cercado. Vai subir? -Claro.
-Fa�a sil�ncio. Lembre-se: � uma pousada. -Farei sil�ncio, mas antes...
U�sque.
Dose dupla.
Puro.
Al�, como...
Algy, estava certo, n�o tem linha.
-Meu rapaz... -Isso foi planejado!
Isso vai ser emocionante! Mas acho melhor ir com seu tio, Srta. Benton.
Eu acho melhor n�o.
-Perd�o? -Eu acho melhor n�o!
Esse caso � mais meu que seu!
� todo seu. Mas ainda assim...
Fique fora da linha de tiros, por favor.
A Srta. Irma, se n�o me engano.
Apague as luzes, Algy.
Entre, Srta. Peterson.
Uma meretriz de luxo!
-Pare! Pare! -Certo! Acenda as luzes, Algy.
S� queria garantir que eu te veria primeiro.
Sinto muito me intrometer no seu ninho de amor, Capit�o Drummond.
Um paciente sumiu da cl�nica do Dr. Lakington.
Eu vim busc�-lo.
Est� pronto para entreg�-lo?
Ele deveria estar aqui?
Voc� o roubou, Capit�o Drummond, em seu carro superpotente.
Tem certeza?
Bastante!
Vai pedir desculpas?
Sabe, Capit�o Drummond, algu�m t�o inteligente
devia achar algo mais respeit�vel para fazer do que sequestrar pacientes de hospitais.
A pol�cia n�o aceita muito bem esse tipo de conduta.
N�o trouxe a pol�cia?
N�o. Achei que fosse ver a for�a do meu argumento sem eles.
Achei que a for�a do seu argumento fosse quebrar a janela.
Vai se desculpar e devolver o nosso paciente?
-Acho que devo. -Que bom.
Desculpe, Srta. Benton, mas o que eu posso fazer?
Nada. Eu entendo.
Certeza?
Enquanto eu estiver fora, acho que ficar� melhor no quarto.
N�o me traia.
N�o, mas onde est� indo?
Vou busc�-lo para voc�.
N�o vai, n�o.
Eu mesmo busco.
Tenho outros planos para voc�.
Tem?
Ent�o vou apront�-lo para a viagem.
Nada de truques, Bulldog Drummond.
S� um casaco de pele para aquecer.
Algy, d� algo para a senhorita beber. Cad� a sua educa��o? No que est� pensando?
Adivinhe! Adivinhe no que estou pensando!
� animal, vegetal ou mineral?
N�o importa! N�o estou jogando!
Nem mesmo o velho jogo do amor?
Bom, como... como voc� � t�o franca...
N�o perca o autocontrole.
C�us, n�o! Nunca perco.
Mas eu n�o sei...
Talvez eu perca um pouco... por voc�.
N�o deve!
Seria t�o perigoso. Iria me deixar com medo!
E voc� n�o gostaria disso.
N�o quero que se machuque.
Obrigado.
Algo mais?
Acho que n�o.
Agora que mostrou que entende a minha natureza rom�ntica,
parece que nos conectamos por um momento.
Mas deixe-me pensar... havia algo mais.
N�o me diga que perdeu um l�pis.
-N�o n�o n�o, est� aqui. -Fico feliz!
J� sei! O seu telefone!
N�o fale t�o alto!
O que voc� quer com o meu telefone?
Eu pensei em anot�-lo
e ligar para voc� algum dia.
Voc� ligaria?
Voc� gostaria que eu ligasse?
Algy...
Minha garota!
O Sr. Drummond pediu que levasse o u�sque, senhor.
O u�sque?
Tudo bem.
� voc�, Chan?
Entre pela janela do quarto. Ela est� l�.
O cachecol � assim.
E o chap�u...
assim.
Como est� o disfarce?
Perfeito, senhor.
�timo! Agora me ajude com o casaco e as luvas.
Phyllis? Phyllis, querida!
O que quer?
Abra a porta! Quero conversar! Abra a porta!
Como? S� vou abrir a porta para o Capit�o Drummond!
Vai abrir a porta se sabe o que � bom!
N�o vou, n�o vou! Voc�s s�o criminosos e fals�rios e tudo o que...
Coloquem-na no carro.
Chan! Voc�s dois, peguem o Drummond!
Drummond � o homem que eu quero.
Nunca ir�o reconhec�-lo, senhor!
Mas n�o � arriscado?
Para mim? Nem um pouco! Est�o atras de Drummond!
Meu rapaz!
Voc�s fiquem aqui at� tudo se acalmar.
Ent�o levem Travers e a Srta. Benton para Londres. Acomode-os em algum hotel.
E traga toda a Sctoland Yard para mim na cl�nica do Lakington.
-Tenho virar o jogo para n�s. -E se virarem contra voc�, senhor?
-Eu tenho uma arma. Eu saio atirando. -E se me perseguirem agora?
Tente n�o levar um tiro, Algy! Est� pronto?
-Um instante! -Vamos!
Isso mesmo. Cuidado com o canto.
Firme, Sr. Travers, fique firme.
Aqui est� a Srta. Peterson,
-desculpe n�o esperar... -Peguem Drummond, idiotas!
Pegue-o, Markovich! � o Drummond!
-Que noite ador�vel! -O que?
Vamos, Chan!
Queria pegar Drummond s� por um minuto.
Eu deixaria Lakington envenen�-lo!
Fez um �timo trabalho.
Mas queria que n�o tivesse perdido Drummond.
-N�o mais que eu. -Deixar esse homem solto!
-N�o pense em sair do jogo! -Eu ia dizer, querida,
que com Drummond por a�, seria melhor sairmos do pa�s!
Levando Travers, claro.
-N�o � uma m� ideia! -Nada de "se Travers vier com a gente"!
Quando ir�amos?
-Logo! Antes que piore para n�s de novo! -�timo!
Me d� tempo de juntar algumas drogas.
N�s devemos precisar...
Onde est� o Travers?
O que pensa que est� fazendo?
-Drummond! -Mostre a arma!
Nada!
Eu ficarei...
-n�o consegue ficar longe daqui? -Acho muito dif�cil!
Ent�o ficar� aqui de vez, Drummond!
Onde Travers est�?
-Quem � Travers? -Capit�o Drummond!
N�o � o �nico que sabe atirar!
-Aquela � a c�mara de tortura? -Mostre as m�os!
Nenhuma engana��o.
Pe�o desculpas pelo descontrole.
Sem problemas.
-N�o � melhor n�s... -Sim.
Pegue as suas coisas, Lakington.
Certo.
Mais utenc�lios do velho oeste?
N�o atire at� eu mandar, querida.
N�o at� ele mandar, querida.
Sinto muito por submet�-lo a esta pequena indignidade.
Sem problemas.
Se importa?
� um prazer.
Obrigado.
Pronto.
Se importa de virar esse bafo para l�?
Que bafo?
Nem os seus melhores amigos te avisam.
Onde Travers est�?
N�o sei.
Ainda na pousada?
Talvez sim, talvez n�o.
-Olha aqui, seu aventureiro de... -Por que n�o deixa isso comigo, Peterson?
Acho que sei como lidar com o Bulldog Drummond.
Markovich.
Traga a garota.
Que garota? Phyllis? Voc�s n�o est�o com a Phyllis!
N�o estamos?
Quando a pegaram? Como?
-N�o � o �nico que pensa r�pido. -C�us!
Eu s� sei que... Phyllis!
-O que voc�s querem, c�es dos infernos? -Que ela te ensine a responder as perguntas.
� s� um antigo costume espanhol.
Ali, Markovich.
Se tocar em um fio de cabelo dela, eu te mato, Lakington!
Vou arriscar. N�o h� nada que voc� possa fazer... agora.
O vai fazer com ela? Phyllis! Phyllis!
Ela n�o sabe onde Travers est�! Ela n�o sabe!
Pare com isso! Eu digo tudo o que quiserem saber!
Lakington!
Pare.
Funcionou.
Que pena.
Eu mal comecei.
Estamos esperando.
Bem, eu... deixei Travers na pousada.
No quarto acima do meu.
� a verdade?
�, sim.
Se n�o for...
n�o vai viver para mentir de novo.
Vamos deix�-lo, Capit�o Drummond,
ao cuidados do Dr. Lakington.
Eu me pergunto se sabe, Capit�o Drummond,
o quanto eu posso ser cuidadoso.
Phyllis...
Phyllis, querida!
Ela acordar�... logo.
Agora n�s...
n�s vamos no divertir.
Tenho um �timo lugar para nos divertirmos, Capit�o Drummond.
Sem interrup��es.
Voc� se interessa por engenhocas el�tricas?
N�o?
Deixe-me mostrar uma inven��o minha.
Um porta el�trica.
T�o bem fechada que ningu�m pode entrar...
ou sair desse c�modo
quando o interruptor � abertado.
Engenhoso, n�o �?
Eu me ofere�o para demonstrar isso, Capit�o Drummond.
Nem Peterson, aquele maldito,
sabe dessa porta.
Claro que eu n�o teria mostrado para voc�,
se houvesse alguma chance de voc� sair deste lugar... vivo.
N�o vamos mais falar disso.
Vamos nos divertir.
Encantadora.
Encantadora.
Eu nunca tinha reparado na Srta. Phyllis...
at� esta noite.
Felizmente,
temos tempo para compensar esse descuido.
Pare com isso seu... seu porco imundo!
Deixe que eu tenha a minha vingan�a.
T�o f�cil!
E agora, Capit�o Drummond...
vou coloc�-lo para dormir.
Entendeu?
Voc� pode sonhar...
e eu... terei mais liberdade.
Capit�o Drummond!
Parece que terei que cumprir aquela promessa, Dr. Lakington.
Que promessa?
A de te matar.
Seu...
Capit�o Drummond, vai mat�-lo!
N�o se preocupe, querida.
Estou sendo o mais gentil poss�vel.
Isso n�o foi bonito de se ver, querida.
Sinto muito que tenha visto.
Algo me diz que � o Algy.
Aposto que � o Algy.
"Meu rapaz!"
� o Algy.
Algy, eu tive que matar Lakington.
Ent�o, se puder trazer a pol�cia o quanto antes, melhor.
Eu...
Algy, preciso desligar agora.
Peterson acabou de entrar e parece n�o querer que eu diga mais nada.
Se mexer um m�sculo, eu atiro!
Ent�o n�o mexerei.
Lakington?
Lakington!
Vai ter que gritar mais alto.
Voc� o matou!
Sou um homem de palavra.
Eu disse que o mataria.
E eu disse que mataria voc�.
-Eu n�o acho que se comprometeu com isso. -Eu disse para n�o mentir!
-Eu n�o menti. -Travers n�o estava l�!
Eu n�o disse que estava, s� que o deixei l�.
Espere l� embaixo, Irma.
Venha comigo!
Isso n�o � bom, eu sei que n�o!
Fa�a o que mandei.
-Por favor. -Fa�a o que mandei!
Voc� salvou Travers.
N�o quer salvar a sobrinha dele tamb�m?
Como assim?
Voc�s sabem demais!
Serei for�ado a matar os dois.
Voc� pensa em tudo, n�o?
-Mas voc� n�o pode... -M�os para cima!
-Isso � assassinato a sangue frio! -Ser� homic�dio doloso!
Um casal baleado em um hospital.
O m�dico est� morto tamb�m, com uma arma na m�o. Entendeu?
N�o tem como ser mais claro. A menos que...
bem... que voc� seja encontrado aqui tamb�m.
-Eu vou estar longe daqui. -Tem certeza?
Tente escapar disso.
Ele matou os dois!
Est� tudo bem agora.
Agora... podemos esperar pela pol�cia aqui confortavelmente.
Tenho que dar o bra�o a torcer, Drummond.
Eu perdi. Voc� venceu.
Pode me fazer um favor?
Que favor?
N�o quero que minha garota v� presa.
Admiro isso, Pete.
Deixe-a ir, sim? S� me deixe falar com ela no telefone.
Fique � vontade.
Al�? Al�?
� voc�, Irma?
Ou�a, garota... eu perdi.
Drummond venceu.
Mas ele deixou voc� fugir.
Fa�a aquele truque de circo.
N�o chore!
Adeus, garota.
O truque de circo!
Vamos garotos! Trabalhem o mais r�pido poss�vel!
Qual � o... o truque de circo?
Ela sabe, meu filho.
Ela sabe, meu pai?
Espero que a pol�cia chegue logo.
N�o devem demorar.
Sente-se, Srta. Benton.
Fique � vontade, Pete.
Imagino que...
n�o se interessaria em se tornar nosso s�cio.
N�o fui feito para a vida de crimes.
Est� errado.
Voc� seria �timo nisso.
Voc�s precisam fazer isso certo, garotos.
Ent�o fiquem firmes!
Por que voc� se tornou criminoso?
Por que colocou aquele an�ncio no jornal?
Eu gosto de aventura.
Eu tamb�m.
J� vai!
Certo, Peterson...
Capit�o Drummond, senhor?
-Inspetor McAndrew, Scotland Yard. -Chegou r�pido, inspetor.
� ele. Pode lev�-lo?
Carl!
N�o chore, garota.
Ent�o pegaram ela? Desculpe, Pete, eu fiz o que pude.
Vamos.
Phyllis.
Desculpe, senhor, mas ter� que esperar at� que eu os leve.
Deixarei um dos meus homens na porta
para garantir que voc� n�o saia e ningu�m entre.
Adeus, Pete! Tchauzinho, Irma!
Veremos quem ri por �ltimo, Bulldog Drummond.
N�o ir� demorar, Phyllis.
"Capit�o Bulldog Drummond"
...e aqui estamos! Salvei um homem e tive toda a emo��o que queria.
S� me sinto mal por ter te arrastado para isso.
Mas enquanto esperamos...
vamos voltar para o assunto de ontem � noite
quando o idiota do Algy nos interrompeu.
Meu rapaz!
Como entrou?
Andando.
O homem na porta deixou?
N�o tem nenhum homem na porta.
-O que? -N�o tem ningu�m l�!
Tinha um recado na porta.
-Recado? -Para voc�!
"Caro Drummond,
Obrigado pelo jogo. A pol�cia era a minha equipe.
Esse era o truque de circo.
Sauda��es para a pol�cia de verdade, quando chegar. Peterson.
Pete, para voc�."
Que noite! E pensar que eu ca� nessa!
-Algy, v� ver para que lado foram! -Certo!
Telefonista!
Ainda tenho que pegar o telefone daquela loira.
Ligue para Scotland Yard!
O quartel da pol�cia em Londres! A pol�cia, sim!
R�pido, estou com pressa!
Idiota.
Desculpe! Sem ofen�as!
Voc�... deixe-os ir.
Londres, sim!
Eu quero que eles fiquem juntos.
� Londres?
Acho que ela ama mesmo ele.
Esperando por Scotland Yard, sim.
Mulheres amam os homens.
N�o as espanholas. Al�? Ligue para o quartel dos detetives. Estou esperando!
Eu amo voc�.
Esperando...
O que disse, Phyllis?
S� que... eu amo voc�!
Minha querida, por que n�o disse antes?
Fim
Traduzido e legendado por: Giovana Ishida
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