All language subtitles for Space.1999.S02E04.One.Moment.of.Humanity.720p.BluRay.DD5.1.x264-PLAiD

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Original subtitles

BASE LUNAR ALFA

EXPLOS�O NUCLEAR GIGANTESCA

A LUA � ARRANCADA DA �RBITA DA TERRA

� LAN�ADA PARA O ESPA�O

ALERTA VERMELHO

ESPA�O 1999

Isto � uma tolice. A festa � s� amanh� � noite.

Mas � divertido. O que acha?

Est� linda.

- Mas talvez... - O qu�?

� o seu cabelo. Em vez de encaracolado, uma vez usou preso

e eu por acaso sei que agradou muito ao Tony.

Ao Tony?

E quem se importa com o que agrada ao Tony?

Os circuitos de alarme dispararam.

Avalia��o da falha.

Avaria na Se��o F.

Avaria no sistema central.

Repor.

Negativo.

Ligar sistema de emerg�ncia.

- Negativo. - Tente de novo.

Falha total de energia.

Avaria geral.

- Sistema de Suporte Vital? - Avariado.

UM MOMENTO DE HUMANIDADE

Eles ficar�o bem.

Quem � voc�? De onde vem?

Sou Zamara, do planeta Vega.

O seu pequeno mundo entrou na nossa esfera de influ�ncia.

- E voc� �? - John Koenig, Comandante desta base.

Entramos na sua esfera de influ�ncia por acidente

sem qualquer inten��o hostil.

Aceito a sua explica��o.

Obrigado.

Os nossos Sistemas de Suporte Vitais continuam avariados.

Teremos de agir caso n�o desbloqueie...

Os seus sistemas est�o suspensos por um campo de energia el�trica

que tamb�m pode ser programado para afetar o seu sistema nervoso.

- Para nos imobilizar? - Sim.

Tal como agora presenciaram.

O nosso sistema nervoso � muito delicado.

N�o produz efeitos secund�rios, posso garantir.

Por agora lhes concederei

energia de suporte vital m�nima.

� necess�rio que dois de voc�s regressem comigo a Vega.

- Porqu�? - Porque assim � exigido.

J� lhe disse que n�o temos nada contra voc�s.

Ent�o desbloqueie os nossos sistemas.

Comandante, lhes dei suporte vital para sobreviverem por 48 horas.

J� desperdi�ou alguns minutos preciosos.

Que espera que fa�amos?

Que cruzemos os bra�os enquanto esvazia a nossa atmosfera?

A nossa �nica inten��o � garantir que n�o interfiram nos nossos planos.

N�o se metam conosco, que n�s n�o nos metemos com voc�s.

Que garantias tenho eu da sua boa f�?

E que garantia tenho eu da sua boa vontade?

Quem vier comigo regressar� no tempo limite.

T�m a palavra do povo de Vega.

E n�o t�m alternativa.

Muito bem, irei eu.

J� que pretende levar dois de n�s.

Penso que o Comandante deve ficar no seu posto, e voc� n�o serve.

Escolho voc�, e voc�.

Espere a�, ningu�m sai...

Viajar�o para Vega por transfer�ncia positr�nica.

S� t�m de o desejar.

Se d�o valor � vida de seus amigos em Alfa, v�o desej�-lo.

Est�o retraindo.

Continuem concentrados.

T�m de querer. De desejar.

Quero uma linha de comunica��o dispon�vel a qualquer tempo,

tal como disse.

Comunica��es normais.

- Est� bem? - Sim, e voc�?

Tamb�m.

- Se assustou? - Sim.

Traga comida para os nossos convidados.

Sou Zarl. Desejo a voc�s uma boa estadia em Vega.

L� fora a temperatura est� sempre abaixo de zero

e a atmosfera � muito rarefeita para se sobreviver.

Dentro da cidade encontrar� tudo o que precisa.

Aqui Base Lunar Alfa, na escuta!

Aqui Alfa, na escuta, Dra. Russell.

- N�o respondem, Comandante. - Continue a tentar.

Ela nos mentiu.

- N�o deixam nos comunicar. - Se eles mentiram quanto a isso,

tamb�m mentiram em rela��o... - A Helena e ao Tony!

- Temos de ir a Vega. - Sem energia n�o podemos.

N�o se tratar� apenas

de um simples mecanismo tentando afetar nosso sistema.

� pouco prov�vel.

S� por via das d�vidas, vou fazer uma pesquisa.

Aqui Base Lunar Alfa, na escuta!

Aqui Alfa, Dra. Russell, na escuta.

Refresquem-se.

Aconte�a o que acontecer, nunca reajam como eles esperam.

- Obrigada. - N�o � preciso agradecer a um N�mero.

- S�o Androides? - Rob�s.

Se mostrarem agressividade, eles os matam.

Est� apreciando a comida?

� diferente.

Sua mentirosa.

Nem consegue engoli-la, sua bruxa velha.

Quer provar?

A comida est� deliciosa, Tony.

- Deliciosa. - Seu cretino mentiroso.

Voc� � convidado.

Coma.

- Convidado? - Sim. Livre para fazer o que quiser.

Comer a refei��o, atir�-la em minha cara, o que quiser.

� homem suficiente para isso, ou n�o.

Seu linguarudo arrogante de meia-tigela!

Tony!

� que n�o estamos habituados a comida quente.

Esfrie-a.

Muito bem, esta se��o parece operacional. Vejamos a se��o 7.

Temos graves problemas: Baixa de temperatura e de oxig�nio.

- Quanto tempo nos resta? - 42 horas, no m�ximo.

N�o podemos montar um sistema de aquecimento tempor�rio?

Qualquer tipo de combust�o iria queimar oxig�nio.

E uma rea��o qu�mica que provoque calor?

- Vou estudar isso. - �timo. Alan?

N�o, nada. Passamos em revista todas as Se��es.

As baterias nas �guias.

- Inspecione a �rea e traga algumas. - Certo.

Acha que ele chegar� l�?

Talvez sim, talvez n�o. Mas temos de arranjar energia de alguma forma.

Talvez a atra��o magn�tica funcione.

Tente qualquer coisa.

Estes s�o os seus aposentos.

Encantadores. Ficaremos muito, muito confort�veis.

Vou os deixar aqui para refletirem sobre a sua falta de educa��o.

E lembrem-se, o tempo n�o corre a seu favor.

- Tempo para qu�? - Para fazerem o que queremos.

- E o que �? - Esque�am.

Ir�o faz�-lo.

Daqui Tony Verdeschi a chamar Base Lunar Alfa.

- Responda Alfa. Alfa, responda! - � in�til, Tony.

- Eles nunca permitir�o a comunica��o. - Tem raz�o.

Tenha cuidado. � isso o que eles querem.

Helena, o que est� dizendo? O que se passa?

Um dos N�meros avisou-me.

Era s� o que faltava, acreditarmos em rob�s!

Naquele acredito.

Ele disse que se demonstr�ssemos agressividade, eles nos matam.

- Nos matam, porqu�? - N�o sei. N�o sei nada.

� melhor encontrarmos a resposta. Temos de sair daqui.

Temos de encontrar aquele N�mero.

Certo.

Espere um minuto.

Porque ter�o me deixado ficar com a arma?

Eles querem que a usemos.

- Talvez n�o soubessem que a tinha. - S�o inteligentes demais para isso.

Seja como for, a� vai.

Vamos!

Estamos aqui como amigos.

N�o t�m nada a temer.

Aquele que me avisou, aquele que falou, onde est�?

Por favor, precisamos da sua ajuda.

Talvez possamos ajudar-nos mutuamente.

- N�o s�o Androides! - N�o. Eles � que s�o.

Os humanos somos n�s.

H� muito tempo atr�s, constru�mos os primeiros rob�s

ligados a um potente computador.

Esse computador desenvolveu rob�s ainda mais avan�ados,

que, por sua vez, constru�ram computadores mais avan�ados ainda.

- Um sistema auto-regenerativo. - Sim.

O ciclo continuou at� aos rob�s atingirem a forma humana perfeita.

Alcan�aram a perfei��o mec�nica a partir deles mesmos.

Sim.

E as suas emo��es?

As caracter�sticas humanas adquiriram-nas de n�s.

Tudo menos o amor e o �dio.

Por que andam de cara tapada?

Para que, caso sejamos apanhados desprevenidos,

n�o revelemos essas emo��es.

Por que � que eles n�o arrancam suas m�scaras?

Eles n�o podem usar a viol�ncia

porque nunca a viram ou experimentaram.

Eles querem matar-nos, mas n�o conseguem.

N�o possuem os sentimentos de raiva nem de agressividade.

� o que eles pretendem de voc�s. Que os ensinem a matar.

Por que eles querem matar?

- Porque somos uma amea�a. - Como?

Eles temem o engenho humano.

Enquanto estivermos vivos, haver� sempre a possibilidade

de chegarmos at� ao Computador Central

e destru�-los.

- Onde est� o Computador Central? - No fundo do corredor 6.

Mas est� protegido por uma barreira eletr�nica.

Obrigada.

Obrigado.

Lembrem-se,

eles far�o tudo para os provocar, para assim lhes mostrarem viol�ncia.

Se isso acontecer, eles matar�o a todos.

Vamos ver este escudo de energia.

S� est�o perdendo tempo.

Nem todo o poder da sua Base Lunar bastaria para causar um arranh�o.

E quanto ao seu brinquedo primitivo, � in�til contra n�s.

N�o deviam ter sa�do dos seus aposentos.

Est�vamos preocupados com os nossos amigos.

Quer�amos descobrir uma maneira de os contactar.

Por favor, libertem Alfa.

Se est� assim t�o preocupada com os seus amigos,

porque n�o regressam?

Significa que nos deixariam ir?

Para regressarem s� precisam o desejar.

Est� bem?

- Onde est�o todos? - N�o sei.

Comandante!

Se��o de armamento, Petrov, porque n�o est� no seu posto?

Posto M�dico, Mathias?

John!

Somos os �nicos em Alfa.

- N�o pode ser! - Estamos completamente sozinhos.

Helena, veja o mapa.

Aquele ponto piscando somos n�s,

e aquela era a localiza��o da Base Lunar Alfa quando viemos para Vega.

Estamos a dois anos-luz de dist�ncia.

E nos distanciando mais a cada segundo.

Dois anos-luz?

Nunca chegaremos l�.

- Achei que talvez quisesse caf�. - Sim, obrigada.

Tony, estava pensando.

O �nico lugar onde o John e os outros podem estar � em Vega.

Sim, eu sei. Tenho pensado na mesma coisa.

Devem t�-los transferido todos para l�.

Se queremos voltar a v�-los, temos de voltar l�.

Como?

Da mesma maneira que fizemos da primeira vez.

- Desejando-o. - Helena!

Tenta, Tony.

Por favor.

Nada. N�o conseguimos sem eles.

O John vai arranjar uma forma de nos contactar. Tenho certeza.

Sim.

Claro que sim.

Vamos, beba o caf�. Vai relaxar.

Relat�rio da situa��o da Base Lunar Alfa.

Dra. Helena Russell gravando.

515 dias ap�s a sa�da da �rbita da terra.

N�o sabemos o que aconteceu a John Koenig,

Alan Carter, � Maya e a todos os outros.

Eu e o Tony estamos sozinhos em Alfa.

A solid�o come�a a revelar o seu terr�vel efeito.

Se eu tivesse tomado o sedativo que o Tony p�s no meu caf�,

eu estaria num sono profundo.

Sou forcada a concluir que ele foi afetado

pela viagem que efetuamos.

Tenho de consider�-lo

inst�vel e potencialmente perigoso.

Ela n�o aguentar� a press�o,

brevemente.

Muito em breve.

Sim. Mas parece t�o cruel.

Parece um humano, Zarl. Tenha cuidado, j� conhece os perigos.

Helena?

Helena?

Helena?

Tony.

Desculpe, n�o sabia que estava dormindo.

Vim ver se estava bem.

Estou bem. E voc�?

Um pouco nervoso.

Desculpe ter lhe incomodado.

Helena? Helena? Responda-me.

Helena?

Helena?

Helena, estamos perdendo oxig�nio. Onde est�?

N�o entre em p�nico, Helena.

N�o devo correr, tenho de poupar oxig�nio. Nada de p�nico.

Helena.

Sentem-se frustrados, com medo.

- N�s conhecemos essas emo��es. - Sim.

E em breve, eles v�o nos ensinar a matar.

Tony, largue a arma. Por favor.

- Calma, Helena. - N�o se aproxime.

- S� quero lhe ajudar. - Sim, claro que sim.

Foi por isso que voc� colocou aquele sedativo no meu caf�.

Sedativo?

Espere um minuto. Pensa que eu droguei o seu caf�?

Foi por isso que sabotou o Sistema de Suporte Vital?

Olhe, Tony, ou�a-me, por favor.

Est� alucinando.

Eu n�o sabotei o Sistema de Suporte Vital.

Estaria matando eu mesma. Porque faria isso?

N�o sei porqu�.

Solid�o, talvez.

- Desconfian�a? Medo? - N�o.

Helena, somos as �nicas pessoas em Alfa.

S� pode ter sido voc�.

Isto se formos os �nicos.

Se!

Ent�o, s� pode ter sido voc� que colocou o sedativo no meu caf�.

E agora, quem � que est� tendo alucina��es?

N�o estamos sozinhos.

Eles pensam que conseguem nos fazer odiar um ao outro.

Acham que vamos nos odiar.

Ou at� nos matar.

Essa � boa!

Pum, pum. Te matei!

Eles nem imaginam como gostamos de brincar disto.

Adoramos.

Acabou-se a festa, meninos. Saiam j�.

- Vamos l�, Zarl e Zamara. - Saiam da�, de onde quer que estejam.

Ent�o pensam que isto � um jogo?

Afinal n�o era?

Criaram esta r�plica perfeita de Alfa at� ao m�nimo detalhe,

e perderam.

Desta vez.

Cinco graus abaixo de zero.

N�o vamos aguentar muito mais.

N�o podes aumentar a temperatura?

A rea��o qu�mica est� produzindo o m�ximo de calor poss�vel.

N�o consigo chegar � rampa de lan�amento.

N�o h� energia nos tubos de liga��o.

E aposto que nenhuma das �guias consegue levantar.

Existir� alguma forma de produzir mais energia?

O escudo est� bloqueando a transfer�ncia de �ons

e a corrente el�trica simplesmente n�o flui.

Temos de ir at� Vega.

Mas sem os nossos scanners, nem sequer o podemos localizar.

Comandante, relat�rio de seguran�a.

Foi localizada uma forma alien�gena na Sala de Lazer.

Zamara.

N�o, Comandante. Eles n�o vieram comigo.

- Onde est�o? - Em seguran�a.

- Porque voltou? - Precisamos de mais material.

Porque insistem nessas jogadas in�teis?

Eu, o Zarl e todos os de Vega fazemos parte de um todo,

de uma corrente indestrut�vel.

N�o conseguem vencer-nos.

Shakespeare,

J�lio C�sar...

Assassinato.

"Amigos, Romanos e patr�cios, ou�am-me"?

Tem uma excelente mem�ria.

Visualizei todas as p�ginas.

Eles assassinaram J�lio C�sar. Porqu�?

Foi um ato pol�tico.

- E voc�s em Alfa n�o s�o pol�ticos? - N�o, n�o somos.

Ent�o J�lio C�sar n�o nos interessa.

O que pretendem?

Que interessante.

- O qu�? - Otelo.

Ent�o...

O ci�me pode matar?

Creio que sim.

- Os apaixonados s�o t�o emotivos? - Sim, Zamara.

- A Helena e o Tony. Quando podemos... - Era s� o que eu queria saber.

O que queria saber?

Que o ci�me gera viol�ncia.

E que os apaixonados podem tornar-se violentos a ponto de matarem.

Zamara, espere!

N�o vai funcionar. N�o com a Helena e o Tony.

N�o? Mas de acordo com Shakespeare,

o ci�me � a mais forte das paix�es.

Sim, mas apenas entre apaixonados, e o Tony n�o ama a Helena.

Quem � que a ama?

Eu.

- E o homem? - O Tony Verdeschi

est� apaixonado pela Maya.

N�o tem saudades dele?

- N�o gostariam de v�-los? - Claro que sim.

Ent�o t�m de quer�-lo, desej�-lo, aspir�-lo.

Concentrem-se.

- John! - Helena, como est�?

- Leu a pe�a Otelo? - Atrav�s de voc�. Todos lemos.

Desta vez j� sabemos.

Eles s�o androides. V�o tentar o usar.

- Como Otelo. - H� uma forma de os vencer.

Se conseguirmos chegar ao Computador Central.

Est� numa c�pula do outro lado da cidade.

- Est� protegido por um escudo. - � verdade.

Comecem os festejos.

Maya.

Em breve far� amor com a Helena.

Isso ir� enraivecer o seu apaixonado e assim venceremos.

- Atrav�s do ci�me que consome. - Sim.

Estava tudo l�. O lago maquiav�lico,

distorcendo o amor de um homem num violento ci�me

capaz de matar.

A forma como ele olha para ela.

Sentir algo t�o forte como o ci�me...

Estaremos perdendo tanto assim?

As emo��es s�o fraquezas.

Podemos us�-las,

mas nunca permitir que nos enganem.

O espet�culo come�a.

"Gelada como a neve,

"deslumbrado pelo mais puro gelo,

derret�-la-ei."

Fa�a amor com ela!

N�o sei por mais quanto tempo aguentarei isto.

Aguente, s� at� a Maya conseguir neutralizar o Computador.

Beije-a!

O Computador tem um sistema de seguran�a para falhas.

Se a fonte de alimenta��o � atingida, o planeta inteiro explode.

Voc�s j� viram. J� foi demonstrado.

Zarl, mate-o!

Tem de haver uma maneira de os impedir.

Eles est�o ligados entre si, como uma corrente.

- Basta quebrarmos um elo. - Como luzes de Natal.

Se uma se fundir,

apagam-se todas.

Mata!

Mate!

Pare, Zarl. Voc� j� n�o � como eles.

Mate-a! Mate-a!

- Pode tornar-se humano. - N�o v� o que ela quer? Mate-a!

Zarl, se voc� sentiu carinho, compaix�o,

sente agora o amor. - Mate-a!

V�. D� esse passo.

N�o continue a ser uma m�quina, torne-se humano.

- Mate-a! - Por favor.

N�o!

N�o!

Zarl.

- Ser� que o seu povo... - Eles ficar�o bem.

Ainda bem.

Eu senti mesmo alguma coisa...

Seria real?

- Lamento, Zarl. - N�o lamente.

Valeu a pena,

um momento

de humanidade.

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