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Como contou-te a tua m�e, Caleb.
Est� cheio de facas e destruir-te-� o teu pico.
Sim... os dois fumamos.
Coincid�ncia.
Tens estado � minha espera?
- O que aconteceu-te l� dentro? - Eu...
Eu senti-me desconfort�vel.
Quem estava nua era eu.
Eu sei, eu sei.
Bem, o assunto �... Posso acompanhar-te a casa?
- �s um artista? - N�o sei.
Eu gosto... ou seja, desenhar.
Enfim... �s um modelo?
Pagam-me �20 por hora. N�o � grande coisa.
- E tens que estar sempre...? - Nua?
Por isso me pagam assim.
Gostas?
� melhor do que ser empregada de mesa ou mamar vergalhos.
Enfim...
A tua cabe�a � bonita.
Eu...
O que eu queria dizer � que a tua cara � bonita.
- Obrigado. - De nada!
Muitas pessoas dizem-me isso.
Posso ver o teu desenho?
Eu n�o sei... quero dizer outra coisa. Eu n�o sei.
Bem?
Toma!
Ent�o v�s-me?
Sim... sim.
� maravilhoso.
Quero dar-te.
- � para ti. - Eu vou cuidar muito, obrigado.
Bem? N�o me disseste o teu nome.
- Caleb. Chamo-me Caleb. - Caleb.
Sou a Ilene.
Eu quero tocar-te no peito.
- Porqu�? - Eu quero ver algo.
Poss�vel cliente?
Vai � merda.
LAGO PERVERSO
- Desculpa. - Onde estavas?
As aulas terminaram �s 6 e 30.
Eu n�o sei...
Ouve, merdinhas! Diz-lhe onde estavas!
Eu...
- Eu fiz-te uma pergunta. - Eu...
- Eu... Eu n�o... - Tira os p�s dos m�veis!
- Caleb. - Sim?
- Vem c�. - Ok.
N�s conversamos sobre isto antes. Lembraste?
Quando a m�e e pai morreram...
N�o morreram.
Quando a m�e e pai morreram, eu assumi uma grande responsabilidade, Caleb.
E fi-lo com gosto. A saber bem que haveriam sacrif�cios.
Eu fiz isso porque a fam�lia sempre devem de esta junta. A qualquer pre�o.
Pensei que t�nhamos um acordo sobre ti... Divers�o escolar.
- Ou n�o? - Sim, sim.
Sabes que n�o o apoiamos, mas toleramo-lo.
N�s toleramos.
- Porque te faz feliz. - Sim, fazia-te feliz Caleb maricas.
Tem de haver um limite, Caleb. Tudo tem o seu limite.
- Caso contr�rio... teremos... - Caos, caos!
Caos.
Pobre beb�. Est� tudo bem. Da pr�xima vez far�s melhor.
Fa�amos as pazes com um beijinho.
6 e 30 significa 6 e 30. 6 e 30, merdinhas!
- Caleb, p�ra. - Eu n�o quero choros nesta casa!
N�o fa�am tanto barulho aqui em baixo!
A minha veia... Isto est� bloqueado. Preciso de ajuda.
- Maldita seja, chupa-lo. - � verdade, est� denso.
- Jesus, maldita seja! - Olha, n�o h� nada a�!
Idiotas, eu disse isso! Vai buscar mais, vai, vai. Imbecil.
Est�s a chupar isto como caramelos, velho.
Como caramelos de cereja.
O que est�s a fazer?
- Quero fazer as pazes. - Jesus...
- Estou a ouvir. - Eu encontrei algu�m.
Para qu� que me deste isto?
Tenho a certeza de que vamos na direc��o correcta.
Ilene e eu temos feito isto muitas vezes.
Fica aqui com esta boa senhora, agora a m�e tem que ir.
Ser� um minuto.
Como te chamas?
Fiz-te uma pergunta.
Sabes o que acontece �s meninas que n�o respondem quando lhes falam?
V�o para o inferno.
O inferno n�o existe. � um mito.
Enganas-te, querida.
Cada um de n�s faz um.
E acredita em mim, s�o muito, muito reais.
Obrigado.
- Isso � tudo? - Tudo.
Quem est� a sangrar?
Ningu�m.
Ainda.
- Acaba de uma vez, tosco. - Cuida dessa boquinha, jovenzinha.
Por estes locais n�o se fala assim para os nativos.
N�o? Desculpe. Digam-me, rapazes.
- Como preferem que lhes falem? - Bem...
Que tal com respeito?
Ah, respeito! Ok. Digo-te que.
Leva-nos as malas para o carro, e falaremos sobre respeito.
Fiquem com o troco. Senhor.
Agora. N�s est�vamos a falar de respeito.
Tira-o para fora.
Eu disse... que o tires para fora.
O que te parece isso?
Eu diria que s�o como 3 polegadas. Talvez 4.
Merda, isso s�o 7 polegadas de carne de homem.
- 7 polegadas! - 7 polegadas?
Eu n�o sei, teria de verificar.
Putas! Malditas putas da cidade!
Tu que caralhos est�s a olhar?
N�s estamos bem.
7 polegadas!
Porque n�o vejo?
Est� ao contr�rio.
Senta-te nisto e roda.
- Eu acho que te sentes sozinha. - Eu estou a conduzir!
S�o umas putas muito m�s. Est� bem, eu estou bem aqui.
Deixa-me em paz, n�o me mordas.
- D�-me isso. - Toma, toma.
- Chegamos. - Que bom!
Abra�o em grupo!
Saboroso.
Nada mau!
- Meu Deus! - Fant�stico.
- Bonito. Bonito. - N�o me disseste que tinhas vindo antes.
Um s� quarto.
O an�ncio dizia que era uma cabana de 4 quartos.
Sim, 4 quartos. Quarto, sala, casa de banho e cozinha.
- Meu Deus. - E nada de feij�es.
- Ellen. - O qu�?
Tens de fazer-me caso. A s�rio, p�e protector.
- Porqu�? - Podes ficar com cancro da mama.
- A s�rio, estou a falar a s�rio. - O sol n�o causa cancro de mama.
A s�rio, li sobre isso.
Vai � merda! J� deverias saber que estou protegido contra tudo.
Eu estou a apanhar sol! N�o!
- Que dia � hoje? - Eu acho que � 12.
Dentro de duas semanas � meu anivers�rio.
- Quantos anos fazes? - A grande.
Talvez seja o teu namorado da loja.
- � hora de bar aberto! - S�rio?
Aberto toda a noite. N�o?
Ol� Ilene.
Caleb?
- D�o-nos um segundo? - Claro.
Aqui estaremos, levar o teu tempo.
Relaxem, relaxem, calma.
Bem, rapazes, trouxeram bebida!
- De quem � esta cabana? - Cabana?
Sim, cabana, casa da �rvore. Qual de voc�s � a propriet�ria?
- � rendada. - Ol�.
T�o bonita.
- Como voc�s os dois se conhecem? - Estudamos juntos.
Eu sou um estudante de arte.
Sim, eu sei.
Suponho que ent�o tu tamb�m �s uma aspirante de artista.
O que � isso? Um lindo unic�rnio.
Sou modelo de nus.
- Desculpa, o qu�? - Sou modelo de nus.
Desculpa.
� por isso que te pago? Para que vejas tetas?
- Jesus! - Bebe-o, Caleb.
Pobre Caleb.
Um momento. O que � isto?
Olha para isto, Fred, temos raparigas selvagens.
- Meninas, querem algo mais... duro? - Duro!
Sim, o que tens em mente?
Fred, mostra �s meninas o que h� atr�s da porta n�mero 1.
Nada de especial, s� uma pequena surpresa atr�s da cortina.
O que �?
Quem quer chupar um pouco de vergalho?
Esta est� boa para isso.
Fala-lhe para o pau assim, mas n�o muito.
Hey, menina, olha o que tenho aqui. Acalma-te. Ok?
- Volta para o teu assento. - Espera que seja meia-noite.
Vaqueiro, largar a faca antes que algu�m se magoe.
- Algu�m como tu? - � melhor que esteja com quem goste dela.
- Nojento. - Nojento?
- Queres saber? Limpa-lo. - Vai-te foder.
Cuidado com essa linguagem, jovenzinha.
N�o te pedirei novamente.
Aqui o meu amiguinho n�o pede as coisas t�o suavemente como eu.
Mant�m a calma ou mexe-te. Vamos.
- Isso mesmo. Aonde vais? - Ele precisa de ajuda.
Eu estava a pensar que fazia-lo com a tua camisa.
- O qu�? - Lentamente, os bot�es, um por um.
- Ou eu farei por ti. - Seu doente.
Pode mover-te um pouco enquanto o fazes?
� isso! Vamos!
Tira a blusa.
Sim. Muito bonito.
Bem, p�e-te a limpar.
Sim, vamos, t�o limpo que possas com�-lo.
Espera! Aonde vais? N�o terminaste.
- Eu vou tirar isto. - N�o, n�o, n�o.
N�o removeste o soutien.
Os nossos namorados chegar�o a qualquer momento.
- N�s somos os vossos namorados! - N�s somos os namorados, namorados!
Bem, de volta a ti. Fa�amos um acordo, mamas doces.
Ou tiras o soutien ou...
Voltas a p�r a blusa com o v�mito do Caleb em cima.
� isso.
Sim.
Deus tem piedade.
Ajuda-nos, ajuda-nos.
N�o posso!
Tu �s o meu unic�rnio! Aonde vais?
� uma vergonha.
Acalmem-se todos ou meterei a bota no rabo de algu�m.
Jesus. Eu n�o sei como o fazes.
Estaria a vomitar se n�o pudesse com isto.
Tens sorte que te dei. Se fosses homem n�o te faria falta.
- Porqu�? - Porque terias pelos no nariz.
Assim n�o cheiras a peste.
- Tens fam�lia, Jake? - O que te disse o teu pai?
- Ele nunca me disse nada. - Sabes porqu�?
N�o.
Porque isso nunca se pergunta a outro pol�cia.
- Porqu�? - N�o queiras saber.
Se me acontecer algo, a tua consci�ncia matar-te-� se soubesses...
que tenho uma esposa e filhos. Como o teu pai. N�o dormirias um ano inteiro.
Sim
Ok.
Vamos tentar novamente. Bem?
Fred, Sir Jim, Caleb. � hora do plano B.
Plano B, Plano B!
Tu, cu doce. Tua vez.
Anda... vamos l�.
Agora.
Por Deus!
Fred, segura nisto por favor.
Bem, devolve-me a faca.
E agora...
Seja uma boa menina e abre as pernas.
Abre as pernas.
Dobra-te para a frente por favor.
Para a frente!
Assim eu gosto.
Fred, assume a posi��o porque este doce cu � todo teu, irm�o.
Vamos, vamos, olha para mim.
Olha para mim.
Respirar, respirar.
Est� tudo bem, est� tudo bem. N�o h� nada de que te envergonhes.
F�-lo, f�-lo, f�-lo!
N�o sintas vergonha, esse cu � uma obra de arte!
Lindo, est� na hora da fase dois.
Est�o a ver, meninas? Olhem bem.
Abaixo.
E fica assim.
Vamos querida, o Fred � um homem muito ocupado.
N�o o ponhas selvagem.
Se te mexes, tirar�s tu mesmo o olho.
E logo te parecer�s comigo.
- Olha, olha. - Feliz anivers�rio, Fred.
Hey, hey, hey!
- Vai atr�s dela, vai! - Maldita seja.
Vamos, regressa, vamos.
�s uma puta muito est�pida.
Isso � uma �rvore!
� o teu dia de sorte, menina.
Do que te ris?
J� chega... j� chega.
Tira-o fora!
Tira esse colar. Tira-o fora!
Maldita sejas.
Cala-te! Cala-te!
Cala-te! Maldita sejas!
Cala-te!
Podre. Cheiro-o.
Sim
Um raio dum s�t�o com todos esses tubos, cheira a pila.
A pila?
- Com quem dormes? - Eu gosto de sujas com cheiro a atum.
Por a�.
Merda, pisei algo.
Um dente.
Merda, toquei nisso, podem ser provas! Desculpa, n�o deveria ter feito!
Relaxa, relaxa, provavelmente s�o de animais.
- Deixa-me ver. - � um molar. Olha isto.
- Isso s�o c�ries? - N�o, esses buracos s�o de broca.
Vamos.
Bem, rapaz. Pronto para come�ar?
Cobre-me.
- Aqui o Sir Jim � um her�i de guerra. - Isso mesmo, caralho.
Antes de lutar pelo seu pa�s significava algo.
Infelizmente, esse j� n�o � o caso.
Mas n�o � o teu caso, cu doce!
- Tu aprecias o Sir Jim, verdade? - Eu sei que sim, eu sei que sim.
Fiz-te uma pergunta.
- Sim, eu aprecio-o. - Isso n�o � suficiente para mim. Vamos.
Eu quero que lhe mostres Sir Jim quanto o aprecias.
- O que queres que fa�a? - O que quero, o que quero?
Eu quero que d�s a um veterano inv�lido uma mamada que te salve a vida.
Porque te salvar� a vida, puta!
Acalma-te, vamos. Vamos!
F�-lo.
� isso.
Pelo servi�o, pelo servi�o!
Com honra, pelo meu pa�s, sa�do-te!
Fred, pareceste bem, muito sangue. Isso quer dizer que a apanhaste, certo?
- Apanhaste-a? - Freddy, senta-te!
- O Sir Jim est� a ter um momento especial. - Com a minha dama!
Onde foi a dama? Vem c�.
P�ra. E para baixo.
Agora... Onde est�vamos?
Agora!
� isso.
Aqui vai.
Deus!
O qu�, o que se passa? O que aconteceu?
Deus.
� uma peda�o, um peda�o, chupa esse peda�o!
Chupa o peda�o, vamos!
Vamos, chupa o peda�o, chupa-o!
O Sir Jim deu o seu p�nis ao seu pa�s.
Olha para ele.
Seja uma boa menina.
Assim mesmo.
Est� tudo bem.
Sim, eu disse-te amigo!
Quem � o teu menino? Quem � o teu favorito?
� isso.
Ela faz bem. Eh? Olha essa cara!
Outra vez n�o!
Porque n�o vigiaste a porta?
A culpa � dele, podia t�-la agarrado!
Maldita seja.
Cristo todo-poderoso, deixa de chorar!
Filha da puta!
Maldita sejas!
Vou dar-te amor!
Pergunto-me onde estar�s.
Vejamos.
Se eu fosse uma prostituta bonita...
Onde estaria?
Reza a Cristo, puta est�pida, �s mais tonta que o Caleb!
O que fazes a�?
Est�s louca tamb�m?
Est�o loucas.
Que raios � este s�tio?
N�o fa�o ideia.
Algo est� errado.
O qu�?
Um segundo, deixa-me verificar algo.
Aqui est�o, �culos infravermelhos, o �ltimo em tecnologia.
De certeza que conheces as velhas, com luzes de merc�rio.
Poderiam detectar calor corporal desde 400 p�s.
De que caralho falas?
Estas coisas podem detectar rastos de ADN em...
Olha.
Raios!
� sangue, Jake. Sangue.
Ou saliva, urina, o que seja, � org�nico.
Isto poderia ser t�o f�cil.
Sem guerras, sem dor.
N�s... S� quer�amos algum divertimento.
A nosso rapaz falou-nos das meninas universit�rias.
Dizia... N�o, s�o diferentes, compreensivas. Respeitosas.
Agora s� fica uma pergunta.
Como vou matar-vos �s duas?
- N�o, h� outra. - A s�rio?
- E qual �? - Qual ser� o seu sabor.
Sai da�, maldita sejas!
Ouve, se tenho que entrar e apanhar-te...
� isso.
- O qu�? - O podre.
� a tua primeira vez. Eh?
Sim. Para al�m das hist�rias do meu pai.
Olha para mim.
Ouve.
Eu preciso de ti. Eu preciso de ti nisto.
- �s o meu homem? - Conta comigo, Jake.
Como contavas com o meu pai.
Bem.
Vamos deter estas putas.
Cabana junto ao Lago. Renda-se.
A s�rio. Quem caralho s�o voc�s?
Umas meninas americanas comuns.
- Merdas. - Porqu�? O que te parecemos?
- Bruxas do caralho! - Assim o queres chamar.
- N�o montamos em vassouras. - Na verdade n�s gostamos dos carros.
Espera, tu conduzes gastadores de gasolina. Eu prefiro os que...
cuidam do meio ambiente. Eu protejo o planeta.
- Eu esqueci. - E voc�s o que preferem?
- O que � esta merda? - Merda. S� te ocorre isso?
Merda. O que me impede de mata-las � punhalada agora mesmo?
Deus, n�o sei. A nossa imortalidade?
Vos abrirei um buraco, putas, de 6 polegadas de largura!
E os mansos herdar�o a Terra. Acreditas nisso, av�?
Acho que isto te pertence.
Eu abro.
Eu n�o posso.
- Sim? - Ol�. Lembras-te de n�s?
- Da loja? - O que queres?
S� queria passar e dizer-te que n�o te guardo rancor.
- S� isso? - Sim
- Ok, eu tenho que ir. - Que caralho...?
- O que aconteceu? - Chate�mo-nos.
Disse-te que n�o dever�amos vir. Sabia que essas meninas eram problem�ticas.
Malditos bichos raros. Viste como tinham o namorado todo cortado?
Prostitutas da cidade. Loucas, arrogantes... malditas putas da cidade.
N�o. � um truque.
Um bom truque.
N�o � um truque.
Isto parece-se como um truque?
N�o, n�o.
E isto parece-se como um truque?
Que caralho...?
Parece que � essa hora da noite.
Queres que te mate?
Talvez apenas te tire o olho por seres t�o abelhudo.
V�o perguntar-te o que viste.
- O que lhes digo? - A verdade.
H� coisas perigosas durante a noite.
- Ocupaste-te disso? - Conclu�do.
- Aonde est�o? - Ainda tens espa�o na pan�a?
Um pouco.
- Voltou. - O qu�?
- Como � que voltou? - Voltou.
N�o dever�amos pedir refor�os?
Caralho, n�o.
- Sabes o que diria o teu pai disso? - O qu�?
Os refor�os s�o para a pol�cia na TV. Isso � para maricas.
O que tens? Est�s com medo?
- N�s n�o sabemos se h� aqui. - Um par de assassinos a sangue frio.
- Assassinas. - N�o creio.
Acho que n�o, e tenho uma estranha sensa��o.
Relaxa, temos a situa��o sob controlo.
E outra coisas que tivera dito o teu pai. Seja quem for, podemos disparar-lhe.
Porque somos a pol�cia.
Sim
A roda dan�a.
Ramalhetes no bolso.
Cinzas nas cinzas.
Todos ca�mos!
Sabes do que fala essa can��o? Da grande praga.
Ver�s, quando as pessoas ficavam doentes, saiam-lhes feridas vermelhos circulares.
Por todo o corpo.
E para cobrir a sua horr�vel, horr�vel cheiro...
Punham-se flores em cima.
Ramalhetes no bolso.
E quando essas pobres pessoas morriam da peste bub�nica...
Cinzas nas cinzas. Queimavam-nos.
Para que ningu�m mais se infectasse.
Todos ca�mos!
Tu fazes todas as coisas divertidas.
Mas igual se contagiavam.
Apesar de queimarem todos os corpos, as cinzas iam parar ao mar.
Igualmente viajavam!
Isto ajudar-te-�.
N�o � suposto que te do�a.
No c�rebro n�o h� nervos.
N�o �s t�o fr�gil. Jogas connosco?
Sinto muito.
Sinto muito, desculpa.
Nem sequer vos toquei, n�o fui eu.
- Desculpa. O que dizias? - N�o me matem.
N�o te ouvi bem.
Pai.
N�o o suporto.
J� est�s melhor?
- Temos que faze-lo por ela. - Eu sei.
Mas n�o � por isso que � mais f�cil.
Ela voltar�.
Eu prometo.
N�o podemos esperar um pouco?
Est� demasiado magoada.
Se n�o o fizermos antes do amanhecer, talvez nunca se recupere.
Enviem-me de volta.
Onde est�vamos?
Desculpa... velhinho. Fiz-te uma pergunta.
Onde cumpriste com o teu dever?
- Alasca. - Desculpa. Alasca?
Ouviste-me bem.
Lutei...
No...
Conflito do Alasca.
Em 55. Onde estou?
No Inferno.
- Estou morto? - Praticamente.
- Quem s�o voc�s? - A balan�a da justi�a.
O balan�a... da justi�a.
Jesus.
- N�o sinto as minhas pernas. - J� n�o tens pernas.
- Nem os meus bra�os! - N�o tens bra�os.
- Sou apenas uma alma? - N�o, �s apenas um tronco.
Arranc�mos-te as extremidades.
Sabe muito bem.
N�o sinto... n�o me sinto... nada.
Tens uma pin�a estrat�gica na coluna.
Ocup�mo-nos de que n�o sentisses nada do pesco�o para baixo.
O que aconteceu?
O que acontece se me tirarem isso do pesco�o?
Jesus! Jesus! Malditas!
Parecem meninas universit�rias.
- � o que s�o, sim. - N�o, como meninas reais.
- Com namorados. - Do tipo que nunca falariam comigo.
Toma isto.
Merda, maldito filho da puta!
Desculpa.
N�o te preocupes com esse imbecil.
Provavelmente ensinei-lhe uma li��o.
D�-me isso.
Faltam como 3 horas para o amanhecer?
Isso d�-nos bastante tempo.
Agradece ao Deus em que acreditas que s� temos esse tempo.
- E n�o � a eternidade. - N�o, n�o � a eternidade.
Mas � bastante tempo para jogar.
Jesus! Porque demoraram tanto?
O Jesus n�o trabalha hoje, querido.
- Bem, aqui estamos n�s. E os outros? - As outras? Ah Ilene! Foi-se.
- Mas n�o te preocupes, em breve voltar�. - N�o, puta idiota. A minha fam�lia.
O velho sem p�nis e o idiota sem c�rebro?
Sim
- Mataram-nos? - Pede perd�o com todo o teu corpo.
Porqu�? O que me v�o fazer?
Jovem Mary. D�s-me a honra de come�ar?
Com prazer.
�s estudante das dinastias chinesas?
Hang, Luan, Ming, Chin.
N�o me parece, n�o.
Bem, na China do s�culo 16, os prestamistas eram muito importantes.
Para as suas fam�lias, a sua comunidade. At� para o Imperador.
Foram a base da sociedade mercantil chinesa.
Naturalmente os membros do gr�mio cuidavam da sa�de da sua organiza��o.
- E tomavam as medidas mais duras. - Abre bem.
O castigo por n�o pagar o correcto, ou dar menos aos outros membros do gr�mio...
amarravam o culpado... e cada membro do gr�mio mordia-os.
O castigo terminava quando a v�tima se dessangrava at� morrer.
Imaginas que devorei o teu pr�prio povo?
- Horr�vel. - Mas eficaz.
Sim. Muito eficaz.
Como o vejo... � o teu castigo.
Pelo contr�rio. Eu n�o lhes roubei nada.
Roubaste-nos a dignidade. A nossa inoc�ncia.
Vou precisar da tua ajuda, pai.
Vamos.
Abram, � a pol�cia!
Senhoras, abram! Ou entraremos!
Ok, vou entrar.
- Vai para o lado, eu mostro-te. - Ol� oficial.
- Adeusinho. - Jake.
Jake!
Jake resiste, Jake, vamos.
Jake. O que aconteceu?
Diz-me, Jake.
- O teu pai... estava... - O qu�?
- O teu pai estava orgulhoso de ti. - Resiste, Jake.
N�o, Jake, ficar�s bem.
Jake, ficar�s bem. Sim? Vamos, amigo, � isso.
Jake, fica comigo. Jake!
A Fam�lia � Para Sempre. Oh, Jake!
Ok, pai. Matemos estas putas.
Senhor.
Desculpa.
Desfruto o seu jantar.
Onde caralho estou?
Merda, merda, merda.
Que raios se passa aqui?
Vamos, acalma-te.
Aonde est�s?
- Atr�s de ti. - Onde?
Vejamos...
- Mataste o meu parceiro! - Descanse em paz.
Vamos.
O caralho duma boneca insufl�vel?
Muito simp�tico.
Merda.
Vamos!
Bem feito, querida.
Deves t�-la chateado!
Bem, aproxima-se o amanhecer, acabemos com isto.
Mary!
Ela regressar�, todas voltar�o, mas tu n�o.
Ser�s o jantar.
Est� quieto. Isto vai-te doer.
Disse para n�o te mexeres, n�o fa�as que seja mais dif�cil para ti!
O que fazes?
Preciso de mais uma coisa.
Mas ainda preciso de outro.
Isto n�o era necess�rio se n�o te tivesses interferido.
Isto n�o � culpa minha.
Que desastre! Todo sujo.
Faz-me um favor. Abre os olhos.
Vamos, vamos!
- O qu�? - O que fazes?
O qu�?
- R�pido. - Porqu�?
Porqu�?
N�o entendeste?
Eu tenho que matar-te para salvar a elas. S�o as regras do jogo.
Como chamas ao que te converteste?
Temos muitos nomes.
- E �s vidas? - As vidas? Um pequeno pre�o a pagar.
- N�o me chega. - Provavelmente n�o te teria matado.
J� saberei.
Por favor, n�o.
Sinto muito.
Esqueceste-te que nem todos s�o iguais?
- Para tr�s, filho da puta! - Gra�as a Deus, gra�as a Deus!
- N�o, a ela, a ela. - Mata-o, mata-o!
Dispara!
- Salvaste-me a vida. - N�o foi nada.
N�o sei como pagar-te.
Acho que temos bastante tempo.
Fecha os olhos.
Maldita!
Ol�?
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