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PRIS�O DA ILHA McNEIL ESTADO DE WASHINGTON
OS TR�S FUGITIVOS
25 centimos por hora.
6 horas por dia.
Durante 5 anos.
S�o 1740 d�lares.
N�o � muito por tanta roupa lavada.
Boa sorte...
...e n�o voltes!
O Lucas est� em liberdade condicional. Abram o port�o.
Boa sorte, Lucas.
Achei que te sentirias s�.
Senti saudades. Cinco anos � muito tempo.
Concordo.
Deviam ser 10. Tinha sentido mais saudades.
Que esp�ctaculo deves ter dado na comiss�o da condicional.
J� acabou?
Tenta ver o lado bom, Lucas.
Assaltas um banco ou uma ourivesaria, prendo-te e subo a tenente.
N�o conte comigo para mais promo��es.
Acabou, Dugan. Sinto muito desapont�-lo.
N�o quero morrer na pris�o.
Ser�s o homem mais certinho do mundo.
At� passares por um banco e come�ares tudo de novo.
- Pensa isso? - Queres apostar?
Assalto um banco, Dugan. D�-me uma boleia.
Queres que te leve a um banco?
Aqui estamos, Banco Pacific National.
�timo. Obrigado pela boleia.
Acha que ele vai faz�-lo?
� doido, mas nem tanto. Pelo menos, acho que n�o.
Seria �timo se ele assaltasse este banco.
Seria �timo se calasses a boca. Vamos!
Gostava de abrir uma conta.
- Gostava de abrir uma conta. - Sente-se.
- Acha que ele se vai endireitar? - 14 assaltos � m�o armada!
Esses gajos n�o mudam de profiss�o.
- Acho que ele falou a s�rio. - Acho que tu �s um ing�nuo.
A pr�xima vez que o apanhar, n�o ser�o por uns meros 5 anos.
Emprego atual?
Estou a mudar de emprego.
Todos de m�o ao alto! � um assalto!
Disse para levant�-las!
Sabem o que � isto? � uma granada.
Vou arm�-la. Nada de espertalh�es.
Se eu soltar isto, explode. Ficam feitos em carne picada.
Andem! Para l�! Saiam da�!
Voc�s os dois! Despachem-se!
Mantenham as m�os em cima.
Tu, agarra isso.
Mete o dinheiro a� dentro, vamos!
A todas as unidades dispon�veis. Assalto em progresso.
Banco Pacific National, na 48 com a Wells.
Parados!
A todas as unidades. Assalto em progresso.
Banco Pacific National, na 48 com a Wells.
Aqui � o Dugan. Podes repetir?
Assalto em progresso no Banco Pacific National...
Com um cara�as!
Vamos! A andar!
Chega! Fecha-a e manda para c�.
- Fizeste de prop�sito! - Juro que n�o.
Ningu�m se mexe! Deixem as m�os para cima.
Tira o raio da mochila dali ou arrebento com este lugar!
V�o pelas portas dos fundos...
Vamos, tira-a.
Aqui � a pol�cia. O banco est� cercado.
Saia com as m�os ao alto e n�o se magoar�.
Repito. Saia com as m�os para cima e n�o ser� ferido.
- E n�s � que lhe demos boleia. - Cala-te.
A granada!
Ningu�m se mexe ou disparo!
- Tu vens comigo! - Escolhe outro!
O qu�?!
Entregue-se! N�o tem nenhuma hip�tese.
Anda. Vamos!
- A� vem ele. - Ainda n�o acredito.
Tenho um ref�m! Deixem-me passar!
Merda!
Tenho um ref�m!
Acalme-se, vamos conversar.
- J� acreditas, espertalh�o? - Com um cara�as!
Seu parvalh�o.
- Como? - �s um paravalh�o!
Qual � a dele?
Estou a ouvir. Diz o que queres, Lucas.
N�o quero nada. Sou o ref�m!
- O que � que ele disse? - Que � o ref�m.
Que esp�cie de parvo ele pensa que eu sou?
P�ra com essa estupidez, Lucas.
- Diz-lhes. - Dizer o qu�?
Que sou o teu ref�m, seu parvalh�o!
- Claro que �s. Pensas o qu�? - Diz a eles, n�o a mim, parvalh�o!
- Desculpa, mas vou desmaiar... - A granada!
Levanta-te, parvalh�o!
O que est� a acontecer?
Quem tem a arma, por amor de Deus? Quem?
Agarra a arma, parvalh�o!
Que desgra�a! Agarra a tua arma.
Segura a arma como um homem, por amor de Deus!
Cessar fogo!
Cessar fogo!
Parem de disparar!
Filhos da m�e!
S�o doidos! Isto foi sem raz�o nenhuma.
Eles querem o meu traseiro!
- O teu traseiro? - Dugan, est�-me a ouvir?
- Porque querem o teu traseiro? - Cala-te!
Dugan!
Sai, Lucas! Conheces o procedimento.
- Estou a sair! - Espera um minuto...
N�o tive nada a ver com isto. Estou desarmado!
- N�o te mexas! - A� vou eu!
- Que raios est�s a fazer? - Tens 5 segundos.
- Dugan, ou�a-me! - Um...dois...tr�s...
Parvalh�o! Ele vai faz�-lo.
N�o seja burro, eu mato o ref�m.
- Ouviu? Eu mato-o. - Matas o ref�m?
D�-me isso, cara�as!
Diz-nos o que queres. Estamos a ouvir.
Quero chegar at� ao meu carro! N�o tentem deter-me ou...
Cala-te!
Primeiro os gajos do telhado! Depois desbloqueie a rua!
- Onde est� o teu carro? - O que est� a acontecer?
- Onde est� o teu carro? - Ali.
Certo. Vamos.
- D�-me as chaves. - Antes d�-me a arma.
D�-me a chave, parvalh�o. Antes que nos matem.
� o meu assalto. N�o sei o que queres tramar.
Mas se pensas que me vais gamar o guito, enganas-te.
Devolve a minha arma ou arrebento connosco.
Eu ajudo.
Sinto muito. Lamento muito. Desculpa.
- Porque disparou? - Nunca disparou em ningu�m.
O suspeito dirige-se a oeste na 48, num Datsun amarelo de 78.
Estabelecer per�metro, fechar as estradas do estado. Desligo.
Apanh�mos aquele parvo.
Queres que eu conduza?
Se quiseres, terei prazer em...
Pedi desculpa, n�o?
Cuidado!
Lamento mesmo muito.
A granada!
N�o funcionou.
Funcionou!
Tu est�s bem?
Ol�.
Tu est�s bem?
5 anos em cana!
Sa� h� uma hora e enfiaste-me na merda at� ao pesco�o!
Entrega-te e diz que sou inocente ou estouro-te a cabe�a!
Ouve, deixa-me ir.
Cristo!
Tudo porque fiz um assalto.
Tudo porque fiz 14 assaltos, parvalh�o.
Como ia saber quem tu eras? S� te fiz de ref�m.
N�o era nada pessoal.
- Tamb�m estou entalado. - Cala-te!
Onde vamos?
O que est� a acontecer aqui?
Por favor, n�o posso ir para a pris�o!
Ele quer dar um depoimento. Fala!
N�o tenho nada a dizer! Larga-me!
Nada a dizer? Seu lixo! Seu merdas! Seu parvalh�o!
V� com calma! Apenas diga o seu caso.
Ele fez um assalto, fez-me de ref�m e acham que fui eu!
� mentira! � um completo mentiroso!
- O que � isto? - O assalto, � o Lucas!
M�os ao alto, os dois!
Eu n�o fiz nada! Ele planeou tudo. Foi ele!
Prendam os dois!
- O que � que acabaste de dizer? - Avisei-te. N�o vou para a pris�o.
Levantem-nas ou disparo!
Parado!
O meu dinheiro!
Eu podia ter saltado muito mais alto.
Jogo basquete. Sou baixo, mas sou muito r�pido.
- E ele? - O que � que tem ele?
Ele fez algo incomum?
- N�o falaram um com o outro? - N�o, era s� um cliente.
Olhem o que fa�o aqui. Merda, sa� fora da c�mera.
Muito obrigado. Sr. Philbrick.
Na boa. Posso ficar com uma c�pia do video?
- E ali? - Foi um momento perigoso.
Ele foi amea�ador. E este cliente?
Ficou com medo e gritou "a granada".
- Porqu�? - Como?
- Porque o ajudou? - Ficou com medo.
Qualquer um podia ser ref�m. Porqu� o Lucas?
Porque n�o aqui o Kareem?
J� sei, os dois formam uma dupla!
Desaparece, antes que eu mude de ideias.
Merda! Vai para o inferno. Tu s� arranjaste problemas.
Os ref�ns s�o levados para prote��o, mas tu s� foste um chato do cara�as.
S� fiz este assalto porque precisava do guito.
Mata-me! Mas n�o saio deste carro sem o dinheiro.
Sai daqui.
O que vais fazer? Perdeste muito sangue.
Para l�. Sei de quem pode tratar de ti. N�o � longe.
Vamos. Afasta-te.
- Vou cham�-lo. - A capa. Cobre o carro.
� amigo do meu pai. � muito fixe. Vai tratar de ti.
Espero que esteja em casa.
Dr. Horvath!
Deita-te. Vou busc�-lo.
� um m�dico? Vai chamar os b�fias!
- Tem de informar os ferimentos de balas. - � amigo do meu pai.
N�o existem amigos. Se for m�dico, informar�.
N�o � m�dico, � veterin�rio. E n�o � do estilo que chama policias.
Quem �?
Dr. Horvath. Lembra-se de mim? Ned Perry.
George, que am�vel visitares-me.
Sou o Ned. O George era o meu pai.
- Preciso de ajuda. - O qu�?
Um amigo meu est� ferido. Est� na sala de exames.
N�o pratico h� anos, George.
Mas ele est� mal. E eu n�o sabia onde ir.
Por favor. Trate dele. � urgente!
Tratar dele? Mas j� n�o sei como �.
- De que ra�a � ele? - N�o � um c�o.
Venha ver.
- Vai fazer coc� em todo o lado. - Foi educado para n�o fazer dentro de casa.
O que � isto?
Um amigo. Foi ferido na coxa, perdeu muito sangue.
Mas n�o sou m�dico.
Eu sei. Pode extrair a bala e fazer um penso?
Bala? Porqu�? Quem o alvejou?
Pobre c�ozinho. Ele andava � ca�a?
Pensaram que era um coelho. Ca�adores est�pidos.
- Est� bem, Dr. Horvath? - Estou bem, George.
Muito quente!
- Que treta � esta? - Calma, rapaz.
� melhor lev�-lo a outro lugar.
- N�o o incomodamos mais. - George, vai buscar o �lcool.
Fica aqui. Cuido de ti.
Ficar�s bem. Fica a�. Vou tratar de ti.
Ficar�s bom num minuto. Ver�s.
- Vai conseguir, Dr. Horvath? - Farei o que puder.
� uma ferida feia. Pobre c�ozinho, n�o tenho analg�sicos.
Morde isto.
Tira-me daqui! Est�s-me a ouvir?
� melhor adormec�-lo.
Ned Perry, branco, 61 quilos. 32 anos. Sem ficha anterior.
Trabalhou 11 anos no Northwest Lumber, gerente de vendas.
H� dois anos a sua esposa morreu e ele ficou maluco.
Aparentemente, n�o conseguia trabalhar. Foi demitido.
Ultimamente, tem feito vendas por telefone. Revistas.
Porque n�o arranja um emprego melhor?
Colapso nervoso. Voc� contratava-o?
N�o para assaltar um banco.
A filha tem 6 anos. N�o � normal.
- Qual � o problema dela? - N�o sei.
Est� em uma escola especial. Deve ser muito cara.
N�o combina com o Lucas. N�o faz sentido.
Nada faz sentido com Lucas neste caso.
Manda um carro para a escola da menina.
Desculpa ter-me atrasado.
Esperaste muito?
� o carro do Dr. Horvath. Lembras-te? O veterin�rio?
Entra! R�pido!
O que � aquilo?
Vai!
Adam 1 a pedir refor�os. Estamos a perseguir o suspeito...
que se dirige para o norte na Wells, pela 54.
N�o tenhas medo. Est� tudo bem.
Ele ainda est� a dormir. N�o gosto disso.
- Est� a acordar. - N�o. Isso � l� de fora.
Tens raz�o. Que pena. Gostava que acordasse a ladrar assim.
Lembra-se da Meg? Trouxe-a aqui h� 2 ou 3 anos.
Sim...N�o...
Ela � t�o fofinha! Ol�, gatinha.
Lembras-te de mim?
- Parvalh�o? - Sim, sou eu.
Como te sentes?
Tamb�m n�o estou muito bem.
H� muitos b�fias por a�. Estou lixado.
E � tipo, culpa tua. Sabias?
� verdade. Sem ofensa.
Mas por tua causa, todos os b�fias do Estado est�o atr�s de mim.
- Queres que eu chore? - Quero que me ajudes.
O qu�?
Tenho que sair do pa�s. Preciso de uma identidade falsa.
N�o sei onde conseguir isso.
Tu �s um bandido, sabes dessas coisas.
- Tens de me ajudar. - Vai para o inferno.
Sabes porque assaltei o banco?
Para pagar uma escola especial para minha filha, que � doente.
N�o irei preso, n�o me v�o tir�-la.
E eu com isso?
N�o pude pagar a renda, ia para a rua.
E se n�o tens onde morar, tiram-te os filhos.
Por isso meti-me nisto. Por favor, ajuda-me.
Se for preso, arrasto-te comigo e vais parecer culpado.
N�o se faz, mas s� o que me importa � a minha filha.
Lamento por isso. A s�rio, adeus.
Parvalh�o!
Traz-me o telefone.
Espere. Chefe, � para si.
Charlie, faz 5 anos. Sabes quem �.
Sa� cedo. Preciso de uns documentos para um amigo.
Hoje, achas que � para quando? Certo, ele est� a ir.
Bar King Salmon. Fica na rua 4 com a Walter, fala com o Charlie.
� 200 a carta de condu��o. 500 o passaporte.
- Entendi. E obrigado. - Desaparece!
Levo isto?
Deixo aqui, ent�o.
Apanho um autocarro? Vou a p�? O qu�?
- Vai a p�. - Certo.
- N�o olhes ningu�m nos olhos, na rua. - Porque n�o?
� a regra. Se est�s em fuga, queres passar despercebido.
- Cabe�a baixa, olhos no ch�o. - Entendi. Mais alguma coisa
J� n�o tens amigos. Lembra-te, suspeita de todos.
Percebi. Mais alguma coisa?
�s um parvalh�o.
Desaparece. Estou cansado.
Meg?
- Que raios � que est�s a fazer? - Vou apresentar-te a minha filha.
S� demora um segundo.
Nada de crian�as! Ainda por cima tuas.
Esta � a minha filha. O seu nome � Meg.
O pai tem de sair. Vou deixar-te com este senhor.
Ele est� doente, tens de cuidar dele.
- N�o preciso de nada. - Deixa-me fazer isto.
Entendes, meu amor? Est� muito fraco, como um beb�zinho.
E tens de proteg�-lo.
N�o quero uma crian�a para me aborrecer, quero ficar em paz!
N�o te ir� incomodar.
Ela n�o fala � quase dois anos, desde que a m�e morreu.
- Est� bem? - Estou �timo.
� melhor olhar por onde anda.
Com licen�a. Quero ver...
- Quem? - Charlie.
Porque queres ver o Sr. Charlie?
Um amigo ligou para ele, h� pouco.
- Um que desapareceu h� 5 anos. - Por aqui.
- Como vai o nosso amigo? - �timo.
Senta-te.
Ele n�o perdeu tempo. Sai e assalta um banco, que coragem.
- Estou com pressa. - Desculpa! N�o reparei que tinhas pressa.
Trouxeste as fotos para as identifica��es?
Ainda est�o frescas, tirei no caminho.
Est�o excelentes! Tu est�s lindo.
- E sabes o pre�o, � claro. - 500 pelo passaporte.
Isso foi h� 5 anos. Agora s�o 50 mil.
O qu�?
50 mil. Pre�o especial para amigos.
- D�lares? - N�o estou a falar de "pesos", lind�o.
N�o tenho isso! Onde arranjo 50 mil?
Talvez no Banco Pacific National?
- N�o havia 50 mil l�. - Quanto havia?
N�o estou a falar contigo.
Quanto havia?
Ouviste o que o Sr. Charlie disse?
Quanto havia?
- 13 mil. - Senta-te.
O Lucas n�o se envolveria em nada por 13 mil.
Ele n�o fez o assalto, era o meu ref�m.
O qu�?
Eu assaltei o banco e fiz dele ref�m.
Ele disse que fez o Lucas de ref�m.
� verdade!
N�o o feriste, espero!
- Bem, disparei nele. - Disparaste?
Onde?
No carro.
Diz ao Lucas 50 mil, ou entregamos-te para a policia.
Eu disse que queria ficar sozinho.
Estamos com o teu amigo, ele vai falar.
Querem 50 mil ou entregam-me � policia.
Diz-lhes que te fiz de ref�m.
Ent�o?
Este peidinho de merda fez-te de ref�m? A quem queres enganar?
Ouve-me, se n�o tiver os 50 mil em 24 horas...
Aqui o nosso Al Capone contar� a sua hist�ria � b�fia.
Sai daqui! Afasta-te de mim! Ouviste?
Algu�m em casa?
- Boa tarde. - Boa tarde.
O Dr. Horvath n�o est�?
Cheguei mais cedo. Ele disse-me para vir �s cinco.
N�o tenhas medo, n�o te vai morder. S� come ladr�es.
Sentado, Max! Deixa o homem em paz!
Ent�o, � amigo do Dr. Horvath?
Paciente.
Essa � boa. Ele tamb�m, certo Max?
Max, adoras o Dr. Horvath?
Ver� um verdadeiro encontro daqui a pouco.
O Dr. Horvath salvou-o. Um ladr�o de bancos alvejou-o.
Todos os meses � a mesma coisa.
Anda, Max!
N�o aborre�as o homem!
Gostavas de ter um c�o destes um dia?
O que foi? O gato comeu-te a lingua?
Sim...
K9-14 � 12 Adam-1, requisito K9 para busca de um suspeito.
Aqui � K9-14 a responder da Rua Barruws, estamos a caminho.
Adeus ao encontro.
� sobre o assalto. Estamos atr�s dele desde manh�.
Voltamos depois. O ladr�o est� ferido, n�o aguenta muito.
Um homem ferido � f�cil, certo Max? Vamos embora.
Ataca!
Lindo c�o!
Ataca, cara�as!
O que est� a acontecer a�?
Sentado, Max!
Sai daqui! Est�s no caminho.
Ouviste? Desaparece!
Ali em baixo.
Arranjas problemas e chamo a b�fia.
Esperem! Tenho uma filha. Ela n�o est� bem.
Preciso de cuidar dela. Por favor!
Deixem-me ir!
Dormiste aqui, grandalh�o?
Este lugar � nosso. Quero o aluguer do quarto.
�s surdo? O dinheiro!
As tuas cal�as!
R�pido ou fa�o um buraco nelas.
Quero que me esperes aqui, est� bem? N�o saias daqui.
Porque n�o falas?
Que tal te mexeres um pouco? Vamos, sai da frente.
Espera aqui. Percebeste?
Como assim, estou a perder a calma?
Eu, a perder a calma? Vai-te lixar!
- Est�s a perder a tua calma. - S� digo, que o Lucas � um gajo muito duro!
- Vais aonde? - � casa de banho. Porqu�, � crime?
Ele est� a perder tudo.
Eu trato do valent�o, ok? N�o h� problema.
Quando est�s fugitivo. N�o te armas em importante.
Sentes-te pequeno. Como um an�ozinho deste tamanho, pequenino.
Ol�, Charlie!
Est�s maluco? H� b�fias por todo o lado.
Vai busc�-lo. Agora!
- Vai busc�-lo! - Vai busc�-lo!
Vai busc�-lo.
�s um fugitivo. �s doido em fazer isto.
Sou ref�m. Se ele n�o estiver aqui em 10 segundos...
Enfio-te uma bala no traseiro.
Vamos!
- Onde est� a Meg? - Entra no carro.
Foi um prazer ver-te, Charlie.
Foi um prazer ver-te tamb�m.
"Fui s� eu que pratiquei este assalto."
"Nenhuma acusa��o dever ser feita contra Daniel Lucas."
"Que � inocente. Atenciosamente, Ned Perry."
Est� tudo a�. Porque o fiz, como te fiz de ref�m.
N�o deves ter problemas.
Vamos.
Ent�o, � isso.
Acho que n�o nos veremos de novo.
Entrega-te. Viver a fugir � um inferno.
Ela � muito pequena. N�o aguenta.
O dinheiro est� no veterin�rio. S� esperto.
N�o �s visto como um criminoso. E n�o apanhas mais de 1 ano.
V�o met�-la num orfanato.
E qual � o drama? Tamb�m andei num.
Ves no que deu?
�s um parvalh�o.
Tenho de ir.
Obrigado por tudo. a s�rio.
N�o v�s.
H� algo que tenho de dizer a este homem, volto j�.
- O qu�? - Ela falou!
Ouvi. Porque est�s a falar baixo?
N�o quero bloque�-la, o m�dico disse para agir naturalmente.
N�o me deixes chorar.
N�o podemos ficar aqui. � perigoso.
� o dia mais feliz da minha vida. Espero h� dois anos.
- Tens um len�o? - N�o.
Nota-se que chorei?
Ela falou, gra�as a ti, a minha menina falou.
L� vou eu de novo.
- � melhor ir andando. - Tens raz�o.
Podias ficar mais um bocadinho connosco?
O qu�?!
� a primeira vez que fala em 2 anos. S� umas horas.
Est�s doido? Nem pensar!
Diremos a ela. Espero que n�o bloqueie.
- Diz tu. Tenho que ir. - Nem vais dizer adeus?
Merda! A� vem ela.
- S� uma hora. - Eu disse que n�o.
Ele n�o pode ficar, gostava, mas n�o pode.
Se ficar, a policia vai mago�-lo. Queres que seja ferido?
N�o v�s.
Ele tem raz�o, n�o posso ficar. Mas volto, prometo.
Agora, tens de me largar.
N�o chores, ele volta. O pap� est� aqui.
N�o chores.
Meg!
Por tua causa!
- Est� bem? - Est� doido?
- Quer matar-se? - N�o sabe onde o passeio?
- � o nosso homem! - Vamos apanh�-lo!
Entra!
Atr�s dela!
- R�pido. - Cala-te!
A todas as patrulhas. Localizamos o Lucas.
Est� numa carrinha creme, matricula 579S48.
Estamos sem sa�da.
- Espera! V�o disparar sobre n�s. - Tenho de encontrar a minha filha!
Por aqui.
Esconde-te!
- Por aqui e por ali. - Estamos lixados.
Onde est� ela? Sozinha, algo terr�vel pode acontecer-lhe.
V�o coloc�-la num orfanato, ela morrer�. N�o vai aguentar.
Eu mato-me. Ter�o duas mortes na consci�ncia, sacanas!
- Queres parar com isso? - Queres parar com a conversa fiada?
Parvalh�o de um cabr�o!
Ir� embora. Vou perd�-la.
� t�o fr�gil. Qualquer um pode fer�-la.
Quem � este?
- O que � que ele est� a fazer? - Cuidado.
- D� doces a meninas. - N�o sejas rid�culo.
E o que � aquilo, espertalh�o?
Queres calar a boca?
Ela aceitou! Disse-lhe para nunca aceitar doces de estranhos.
Aquele pervertido!
N�o!
Com licen�a, esta menina est� perdida.
Perguntei por os seus pais, ela n�o responde.
Anda comigo, menina.
A minha pequenina.
- A minha pequenina. - Agora � a nossa hip�tese.
Vamos!
Apanhas um ano no m�ximo, depois tens ela de volta.
Visito-a enquanto estiveres preso, ela n�o ficar� s�.
J� tens a minha confiss�o, desaparece. Adeus e boa sorte.
O que vais fazer? Estou a falar contigo!
Quando estiver no orfanato, rapto-a e fujo do pa�s.
- N�o sejas burro. - Por favor, deixa-me em paz.
Deixa-me em paz...
Sargento, para o senhor.
Contate a Assistente Social. A crian�a n�o pode ficar aqui.
�timo.
O que tens?
Eis o caso contra Lucas at� agora.
No dia em que sai, assalta um banco com pouco dinheiro...
- E demora mais tempo que nunca. - Talvez esteja enferrujado.
- Dispara na pr�pria perna. - Pode ter sido uma luta.
Explode o carro de fuga, tenta entregar o ref�m � pol�cia.
Foi tratar-se a um Dr. Horvath.
A prop�sito, ele � veterin�rio.
Dr. Horvath!
- Senhores. - Sente-se, Doutor.
Diga ao detetive Dugan, tudo o que me disse.
Ele foi alvejado num acidente de ca�a.
- O qu�? - Espere.
- Por favor, Dr. Horvath. - Na perna superior direita.
Pelo angulo da bala, parece que a perna estava erguida.
Fazia xixi no momento do impacto.
- Obrigado, doutor. - Espere, tenho mais.
Espere, ele tem mais.
N�o usava coleira e enraiveceu-se quando ganhou um osso de borracha.
Obrigado, doutor!
Mas o teste de raiva deu negativo.
Espere, tenho algo mais...
Passou o dia a ser alvejado, foi tratado como um c�o.
Fez de ama...
E desejou puder passar mais um dia na pris�o.
� o Lucas!
Ol�, Rover (nome de c�o).
Como vais, amigo? Entra.
As acusa��es contra o Sr. Lucas foram retiradas.
- Depoimento, Sr. Lucas? - Sendo livre, o que far�?
Trabalhar. Viver uma vida normal como todos.
- Como se sentiu como ref�m? - E o seu raptor?
Nada tenho a dizer sobre ele, o assunto est� encerrado.
CHAVEIRO
- O que faz aqui? - Desculpe.
Ande. Saia!
Vamos! Saia da�!
Vim visitar a, Meg Perry.
- � parente? - N�o. Sou amigo da fam�lia.
- O senhor... - Lucas.
O Senhor Lucas quer ver a menina Perry.
Um momento, por favor.
Chamou a policia?
Sr. Lucas?
Siga-me.
Olha o que eu te trouxe. Gostas?
Ela recuse-se a falar e a comer.
Se isto continuar, temos de aliment�-la atrav�s de soro.
Se n�o comeres, enfiamos uma agulha no teu bra�o, vai doer.
Posso falar a s�s com ela?
Precisa de uma autoriza��o do Tribunal de Menores...
Ou�a!
Ela precisa de muitas coisas.
Mas n�o precisa de uma policia a tratar dela.
Cinco minutos.
Meg?
Olha para mim, Meg.
Meg?
Tens de comer, ouviste?
S� uma boa menina, olha para mim.
Se quiseres venho todos os dias, mas olha para mim.
Olha para mim, por amor de Deus!
Estou a ir-me embora!
Vou-me embora.
Estou a ir.
Ok, adeus, Meg!
Lembras-te quando me disseste "n�o v�s"? Fala comigo de novo.
Diz "n�o v�s"! Isso fazia-me t�o feliz.
N�o queres?
N�o fales mas come, por favor, est�s t�o magra.
Trago-te um bolo amanh�, queres?
Eu alimento-te. A comida daqui dever ser horrivel.
Um bolo grande com creme por cima e tudo!
O que dizes?
Ent�o um beijo de despedida.
Vou deix�-lo contigo. Cuida dele como cuidaste de mim.
Porque n�o ligas o alarme? Espero que n�o esteja empenado.
Assustaste-me. O que fazes aqui?
E tu que cheiras a peixe?
- Cheiras muito mal. - Deve ser, dormi no porto.
Jesus!
Tomara que ela esteja bem.
- Eu vi-a ontem. - E ent�o?
- N�o estava muito bem. - Como assim?
Melhorar� ao sair, relaxa. Fa�amos isto certo.
Certo.
- Trancado? - Sem problemas.
F�cil para ti.
- H� uma b�fia com dela. - O qu�?
A tua filha. H� uma policia, complica as coisas.
Deve ser por aqui.
P�ra com isso.
- N�o fiz de prop�sito. - Olha onde pisas.
- O que h� contigo? - Este lugar est� uma confus�o.
- Espera por mim aqui. - N�o! Vou contigo.
N�o somos precisos os dois. Fica aqui!
N�o tenhas medo. Sou eu, o Lucas.
- Bom trabalho! - Vamos. Deixa que eu levo-a.
Vamos!
N�o � a minha!
- N�o � a minha filha. Enganaste-te. - Est�s a brincar.
Estou?
- Foi por causa do macaco. Vamos! - N�o quero esta, quero a minha.
Vamos sair daqui. Esconde-te!
Mas quero a minha filha!
Esconde-te!
N�o se mexa!
Meg, sou eu, o pap�. Anda c�.
- Onde est� ela? - Baixe a arma, s� piora as coisas.
Diga onde ela est� ou eu mato-a!
Est� na enfermaria, por aqui.
Mexa-se!
Vou p�r-te na cama. S� uma boa menina e n�o grites.
Basta n�o gritares.
Acusado de rapto. Sabe para onde isso o leva?
N�o tenhas medo, Meg. Sou eu, o pap�.
Tire-me daqui!
Calma. Est� cercado. V� com calma.
R�pido!
Meg, vamos!
Porque n�o acorda? Sente as m�os dela. Congeladas.
Cuidaremos dela. N�o te preocupes.
- Onde estamos? - Na casa de um cliente.
Instalei-lhes o alarme. Est�o de f�rias, voltam dentro de um m�s.
- N�o sei o que tenho. - D�-ma c�.
Estou bem. S� n�o tenho comido nem dormido muito, ultimamente.
D�-ma para mim. Vais deix�-la cair.
� a minha filha, n�o quero que a carregues.
Fica quieto.
- Somos muito pesados. - Eu aguento.
Mete-a na cama.
N�o vai morrer, pois n�o? Achas que vai?
Porqu�? N�o digas bosta. D� azar. Porque havia de morrer?
Estou com medo.
Est�s a deixar-me nervoso. Ficar� bem.
Meg! J� n�o est�s no orfanato. O teu pai e eu estamos aqui.
- Por n�s, abre os olhos, fogo! - P�ra! Vais aleij�-la.
Estou com fome!
- Ela est� com fome! - Ela est� com fome, por amor de Deus!
Frutas! Agarra-as!
Pl�stico!
N�o h� comida nesta casa.
Querias o qu�? Viajaram por um m�s.
- Ot�rios! Vou pedir uma pizza. - Ser� entregue pelo o FBI.
Aqui!
Ostras fumadas.
F�gado de ganso.
Trufas.
Que � isso?
- Caviar. - Quem � que s�o estas pessoas?
Ricos. As meninas gostam de caviar?
- Olha o que trouxemos! - Caviar! T�o bom!
Talvez seja melhor deix�-la dormir.
Muito bom!
Mesmo bom!
Muito bom!
Limpinha!
Bom dia, Meg.
Olha o que eu te trouxe.
Come tudo. Est�s a ouvir?
Mandei fazer de manh�.
Kowalski?
Novo nome. Viajo com a Sra. Kowalski e o nosso filho, Jonathan.
O qu�?
Procuram dois homens e uma menina.
Perfeito. � tudo o que precisamos.
N�o esperas que me vista de mulher, pois n�o?
Disse-te, procuram dois gajos e uma menina.
N�o podemos ficar aqui? Est�o fora por um m�s!
H� o FBI, a pol�cia, e o Dugan atr�s de n�s!
N�o podemos esperar sentados.
N�o passo por mulher. N�o sou feminino. � grotesco.
Antes grotesco que morto.
- Sou feio demais. N�o vou usar. - N�o faz mal, h� mulheres feias.
Eu sei, claro que h�. Mas n�o pare�o uma mulher feia.
Vais parecer.
N�o te preocupes, cresce de novo.
Ficarei rid�culo.
N�o s� nos v�o prender como v�o morrer a rir.
Veremos.
N�o darei 10 passos vestido assim.
At� numa conven��o de travestis seria preso.
- Qual � o teu nome? - Jonathan.
- Boa. E qual � o meu nome? - Pap�.
- E o nome dele? - Mam�.
N�o fales comigo.
Mete a peruca.
Meu Deus! O que ele fizeste ao cabelo?
- N�o faz mal, mam�, vai crescer. - N�o me chames de mam�.
- Chamas sim! - Est� bem, chama.
Deus, que vis�o!
Vais sair-te bem.
Nunca me senti t�o deprimido na vida.
Est�s muito bonita, mam�.
Odeio que me chames de mam�.
Vamos embora, Lucille.
Lucille?
Podes p�r isso de lado, n�o podes?
Disseste para ela se despachar?
Vamos! Temos de ir andando.
- Est�s bem? - Estou.
Tens de engordar, n�o quero um filho magrinho.
Vais ficar connosco?
Onde ela est�, o teu pai?
Lucille?
Estou a ir.
Se o destino fosse melhor...
Eu ainda trabalhava, e tinha uma vida normal.
Mas sou casado com um preso e a minha filha chama-se Jonathan.
Vamos! O sapato.
NORTE FRONTEIRA CANADIANA A 13 MILHAS
Se houver um bloqueio, nada de p�nico. Deixa comigo.
N�o entrarei em p�nico, n�o te preocupes. Ficarei �timo.
S� espero n�o sermos presos.
N�o quero ir de cana com este vestido.
- O meu est�mago. - O qu�?
Comi caviar e ostras ao pequeno-almo�o. Sinto-me p�ssimo.
- B�fias. - O qu�?
- Atr�s de n�s. B�fias. - Merda!
Limite de velocidade n�o � o problema. Fiquemos calmos.
- N�o me sinto bem. - O qu�?
- Estou enjoado. - Agora n�o!
- Deus, eu vou... - A janela, respira ar fresco.
- Vai sair. - Est�s melhor?
- Vou vomitar. - Mete a cabe�a de fora!
- A minha peruca! - Seu grande parvalh�o!
Est�s melhor?
Fica com ele.
Temos de encontr�-la. Nunca conseguiremos sair daqui assim.
Algumas mulheres t�m o cabelo curto.
Mas n�o com essa cara. Tu �s feio como a merda.
Temos de encontrar a peruca.
Nunca vamos encontr�-la.
- N�o precisavas de ter dito aquilo. - Aquilo o qu�?
Sobre a minha apar�ncia. Era mesmo preciso?
Disseste que tenho cara de merda.
Est� ali!
O que tem a peruca?
A peruca!
Um bocadinho levantada, n�o?
- Porque est� assim em p�? - Vou l� saber?
Merda! Um bloqueio!
N�o te preocupes. Nada de p�nico.
Lembra-te, o teu nome � Jonathan. Vamos sair-nos bem.
- Se te fizerem perguntas... - Se fizerem, estou tramado.
� s� responderes com voz de mulher.
O que achas deste tom?
Consegues melhorar?
J� disse! N�o tenho voz de mulher.
V�o prender-nos com certeza.
- Passa sem parar! - V�o disparar sobre n�s.
N�o quero que apanhem a minha filha. N�s vamos conseguir.
Ajeita a tua peruca, querida.
Posso ver a sua carta?
Estamos com pressa, ela est� gr�vida e n�o se sente bem.
Ela n�o parece bem. Est�o a ir para o hospital?
Espere um minuto,
H� uma senhora prestes a dar a luz. Escolta-os.
N�o precisa...
� mais seguro, n�o precisa preocupar-se com tr�nsito. Boa sorte!
O que fa�o agora? Dou � luz?
Deixa-me pensar.
- Queria ter um maninho. - N�o contes com isso.
D�-me o teu ursinho.
Ser� um beb� inesperado.
J� avis�mos pelo r�dio. V�o trazer uma maca.
A senhora, est� bem?
N�o tenhas medo, mam�.
Porque estes idiotas n�o se v�o embora?
Vai tudo ficar bem, tenha calma.
Cuidado onde pisa.
Deite-se!
Voc� est� bem? Aleijou-se?
O m�dico est� � espera.
Parem!
J� me sinto muito melhor! Muito obrigada.
Ela esquece-se de tudo.
- Como te sentes? - Como quem deu � luz.
- O que est�s a fazer? - Um atalho.
Estaremos no Canad� em 10 minutos.
Aqui estamos.
Aqui � o Canad�. Podes chamar-me de pap� de novo.
� de um amigo meu em Vancouver. Telefona-lhe, ele vai ajudar.
Toma, fica com isso. Leva tudo.
N�o sei o que dizer, Lucas.
N�o digas nada.
Troca por dinheiro canadiano. Preciso de gasolina.
Sai do carro, Meg.
Ouve, Meg...
N�o posso ficar contigo. N�o fiques triste.
Irei visitar-te. A s�rio.
Ser� como se nunca nos tiv�ssemos separado.
Vamos divertir-nos muito, n�s os tr�s.
N�o me olhes assim.
Estou a tentar come�ar uma vida nova. Percebes?
N�o!
Fugi durante muito tempo, n�o aguento mais.
- Entendes? - N�o!
Vou sentir saudades. Nunca te irei esquecer.
O banco est� cercado.
Saia com as m�os para cima e n�o ser� ferido.
Repito. O banco est� cercado.
Tenho um ref�m! Deixem-me passar ou mato-o!
Tenho um ref�m!
Talvez seja melhor ficar mais um tempo com voc�s.
Legendado por: Lander
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