All language subtitles for 1x05 - Second Chance (Andra chansen)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 1 - Cap�tulo 05 - SEGUNDA CHANCE ( Second Chance )

Duas sopas, duas cervejas, um ch�.

Que droga.

Eu sei. Sinto muito.

N�o se desculpe. Voc� � o meu patr�o.

- Foi importante, Monique. - E eu n�o?

Voc� n�o quer saber por que eu estou atrasado?

Eu sou s� a outra. Voc� tem uma esposa.

- Onde voc� vai? - Ver Nathalie.

- Ela est� em Anderlecht. - Pierre tamb�m.

Voc� est� errada sobre esta noite. N�o foi Andr�e.

Esqueceu sua bolsa.

Desta vez n�o foi Andr�e, voc� quer dizer.

N�o os deixe esperando. Pegou seu passe para o toque de recolher?

- Eu estava esperando h� uma hora. - Me desculpe.

Onde voc� estava?

Venha aqui.

Beije-me.

Seu...

- Tire o casaco. - Eu sou uma puta, hein?

De qualquer forma, eu mesmo n�o olho para tal Pierre.

Faz o cabelo crescer para fora de seu nariz.

Eu estava preocupada. Voc� nunca chega t�o tarde.

Eu pensei que tinha acontecido algo.

- Acho que algo aconteceu. - O que?

Conhece Marie-Louise ainda?

- Aquela com l�... - Fissura de l�bio?

- Eu estava com ela. - Ela ainda est� casada?

Eu estava na festa, quando ela se casou com o cafet�o de Picot seu bar.

Por que foi v�-la esta noite?

O homem com os �culos de lentes grossas no restaurante esta manh� era seu marido.

- Ele me parecia familiar. - Ontem ele estava l�.

E segunda-feira. Em uma semana ele veio todos os dias.

- Ele gosta de boa comida. - Eu n�o sabia de onde eu o conhecia.

N�o faz sentido. Embora eu n�o saiba o qu�.

Ele � bom de beber.

Eu tenho um presente para voc�.

Hoje eu fiz isso de novo.

Seu nome � Dupont.

Eu fui l� para saber por que ele est� interessado no Candide.

O que ela disse?

At� onde Marie-Louise sabe, ele trabalha ainda como o cafet�o Picot.

Talvez tenha brigado com o velho Picot.

- Ele � amigo dos nossos clientes alem�es. - E voc� tamb�m.

Vale a pena. Vamos l�, talvez queria outra coisa.

Talvez ele s� queria uma mudan�a. Ele pode gostar de Natalie.

Talvez ele esteja de olho no restaurante.

Devo advertir Yvette.

Amanh�, Albert. Fa�a isso amanh�.

Por que o cachorro latiu assim?

Ajude um minuto.

- Arroz. - N�o, arroz.

- Arroz. - Arroz?

- Puddink. - N�o, pudim.

Caf�.

- Parece agrad�vel. Quem � ele? - Amigo da minha m�e de Amsterdam.

Eles iam para a escola juntos. Eram como irm�os.

- Casado? - Realmente n�o sei.

- N�o importa. - Para alguns, no entanto.

- N�s gostamos dele. - Quando iria encontr�-los?

Amanh� de manh� � aparentemente minha �nica chance de v�-los.

Eles est�o em Bruxelas. Concordei encontr�-los fora da cidade.

V� de qualquer maneira. N�o precisa estar aqui o tempo todo.

- Amanh� � o casamento de Mallon. - Esqueci.

Eu prometi que iria ajudar.

Ou�a, sua m�e � mais importante. Deixe para mim e Albert.

Obrigado, pudim de arroz.

Voc� realmente tinha que salvar o meio-morto?

Eu n�o o toquei. Realmente n�o.

Uma pena jog�-lo. Ele � apenas um esqueleto.

Ajude-me com sua jaqueta.

Espere.

O que voc� est� fazendo? Levante-o novamente.

Bom Deus.

E ent�o, Doutor? Parece bom, hein?

Eu sei que voc� disse que eu n�o ficaria, mas ficou �timo.

Uma moleza. Honesto. Sem dor.

Uma pequena quantidade talvez.

Eu n�o mentiria para voc�. Pergunte a qualquer um.

Eu andei sem mancar pelo quarto.

Voc� deve ser paciente, Alan.

Voc� tem muita sorte que ainda tenha o seu p�.

Sorte? Eu mancava a mais de seis semanas.

Olhe para mim... Eu estou verde. Como se eu tivesse estado na pris�o!

Mais uma semana, e voc� pode tentar alguns exerc�cios.

- Como vai seu franc�s? - �timo. Primeira classe.

Desculpe o atraso, doutor.

Ol�, Alan. Ele � um maravilhoso agricultor franc�s.

Eu n�o posso esperar.

Voc� chegou bem na hora. Ele me queria me atacar com suas muletas.

Vamos.

Voc� tem uma bela barba. Talvez lhe d� for�a.

Para um tratamento melhor fico mais um tempo.

Lembre-se. Sem press�o nesse p�.

- Volte quinta-feira. - Quinta-feira? Que dia � hoje?

Se estivesse preso em um s�t�o seis semanas...

- Poderia ser, Natal. - Voc� ganhar� uma massagem.

Massagem? Eu n�o sei nada de massagem.

- N�o quer que massageie seus p�s? - Sai. N�o encoraje-o n�o, Lisa.

Estou ansioso pela massagem.

- Problemas? - Pode ser.

De acordo com Albert o restaurante est� vigiado.

Continue.

Um tal de Michel Dupont comeu todos os dias em uma semana no restaurante.

�s vezes os viajantes ficam algumas vezes...

para jantar.

Mas este homem foi reconhecido. Eu o verifiquei.

DuPont trabalha como cafet�o em Picot, na rue Bara.

Normalmente, ele n�o come, exceto l�.

Se eles fossem inimigos, seria menos estranho.

- Voc� sabe se eles n�o s�o? - Beberam ontem, como melhores amigos.

- Ele trabalha para Picot? - Albert vai descobrir.

Se eles est�o vigiando o restaurante momentaneamente esquecem voc�.

Por que eles espionariam um consult�rio m�dico?

Talvez algu�m lhes deu uma dica?

- Se Dupont n�o serve para Picot... - Vamos saber hoje � noite.

Estranho...

- Herr Sturmbannf�hrer? - Feche a porta, Rennert.

- Senhor? - Venha aqui.

Na noite de quinta-feira passada houve o roubo de uma loja de roupas no Place du Grand Sablon.

Voc� sabia? Claro que voc� sabia disso.

Voc� achou importante e portanto, com raz�o escreveu um relat�rio.

Eu tenho ele aqui.

Voc� teve o cuidado de salientar que apenas roupas masculinas s�o roubadas.

Voc� n�o acha que uma descri��o das roupas seria interessante?

Eu posso explicar.

H� uma lista de roupas,

mas o funcion�rio do Major Brandt derramou tinta.

Eu pedi ao datil�grafo uma nova lista.

Caso queira eu pego agora. Me desculpe, Sturmbannf�hrer.

Ent�o o Major Brandt j� viu o relat�rio?

Sim, Senhor.

A Luftwaffeofficier pega um relat�rio da Gestapo e v� primeiro?

Como isso p�de acontecer?

Voc� n�o estava e o Major Brandt queria urgentemente.

Tal coisa nunca mais deve acontecer novamente. Sob nenhuma circunst�ncia. Isso est� claro?

- Eu sinto muito... - V� l� e....

traga-me a lista.

Brandt.

- Sim? - A lista das roupas.

N�o fique a� como um idiota. Traga a lista..

Voc� deve ficar deitado, meu amigo.

- Como se sente? - Onde est�o minhas roupas?

Voc� deve se preocupar com a sua sa�de.

Eu j� vi caras mais gordos do que voc�. H� quanto tempo voc� n�o come?

Vamos lhe dar algo melhor do que aquele lixo.

- Estou com frio. Eu quero minhas roupas. - Porque voc� est� com fome.

N�s queimamos suas roupas.

Era muito perigoso. Destru�mos tudo.

Destru�ram? E meus documentos?

N�s somos seus amigos. N�o precisa ter medo.

Voc� tem que confiar em n�s, porque n�o tem escolha.

N�s sabemos quem e o que voc� �. Voc� tem que confiar em n�s.

N�s podemos dar comida, roupas e abrigo. E ajud�-lo.

Quem � voc�?

Minha esposa � belga, eu sou um verdadeiro holand�s.

H� tamb�m outros. Que seriam entregues para os alem�es.

Podemos ajud�-lo a voltar para casa.

- Eu quero ir para a Su��a. - Su��a?

- N�o para a Inglaterra? - N�o, eu quero ir para a Su��a.

Voc� pode me ajudar? Onde vamos?

- Amanh� vamos navegar atrav�s de Bruxelas. - Bruxelas?

Eles n�o v�o encontr�-lo. Ent�o voc� pode ir para a Su��a.

Mas primeiro voc� tem que comer.

O lugar onde ficar� escondido amanh�, n�o � t�o agrad�vel.

- Gostaria de uma x�cara de caldo de carne? - Por favor.

- Muito bem. Vou chamar minha esposa. - Obrigado.

Eu acho que voc� n�o confia em mim, Sr. Fish.

Finch.

Finch. Como um p�ssaro ingl�s.

- Um pardal? - Outro p�ssaro. Um Finch.

Voc� tem que me chamar Hans.

- Voc� n�o confia em mim, Sr. Finch. - N�o. Sinto muito.

� bom ser suspeito. Eu posso ser um pobre holand�s que finge ser bom.

Voc� �?

Voc� vai gostar caldo da minha esposa. Seu nome � Lena.

Ent�o?

- O que voc� acha? - A oficina de bicicleta?

- Isso � �bvio. - Ah, �?

Ele trabalha na sede da Gestapo.

Ele deve espiona o restaurante Albert.

Mais baixo. Eu n�o quero que Andr�e acorde.

O irm�o do Dr. Keldermans � int�rprete em Kommandantur.

E por isso ele � um colaborador?

Os alem�es n�o s�o t�o est�pidos para usar Dupont como espi�o.

Ele at� se parece com um espi�o.

O que � mais suspeito do que um belga trabalhando para a Gestapo?

Seria est�pido se n�o tomarmos medidas de precau��o.

Passamos nossas atividades para a oficina de Jacques?

Obrigada.

- O que h� de errado? - Sua atitude. Depois de tudo.

Pelo que faz, para mim, para a guerra.

Voc� ou Londres executando a linha de fuga, n�o.

Aqui eu dou as ordens. N�o voc�.

- D�-me as suas ordens? - Qualquer coisa que voc� diz soa como uma ordem

Desculpe, Albert. Ela acordou.

Sim.

Eu s� vou acalm�-la novamente.

Voc� parece assumir o controle, como se tivesse direito a isso.

A ilus�o do poder ou uma vingan�a pode nos fazer perder.

Irrita-me que seu julgamento seja afetado por sua antipatia por mim.

Isso � exatamente o que quero dizer.

Normalmente eu acharia que o deslocamento da base seria uma boa id�ia.

Agora eu resisti porque voc� age como chefe.

Eu n�o concordei com algo de bom. Voc� n�o v� qu�o perigoso que �?

Eu vejo uma garota sobrecarregada que precisa de uma boa noite de descanso.

Eu prefiro que gritem comigo, em vez de me dar tapinhas na cabe�a.

Hans, n�o quero brigar, mas precisamos conversar.

- Eu j� disse tudo. - Deixe-o ir.

Voc� n�o precisa mat�-lo, tolo. Deve sair do barco.

Ele est� doente, cara.

D�-lhe comida, �gua, roupas... Mas certifique-se que ele se foi.

Em uma noite como esta?

Voc� sabe o que far�o se o encontrarem aqui?

V�o atirar em mim e nele. E em voc� provavelmente tamb�m.

Ele est� muito fraco para se salvar. Ele precisa de ajuda.

Estou com medo. Voc� n�o sabe o quanto � perigoso?

O que os ingleses j� fizeram para voc�?

Por que, mulher? Voc� j� esqueceu o que eu sou?

Exatamente por isso.

Puta miser�vel. Esse cara est� ferido.

Volte e deite-se antes que caia.

Voc� falava alem�o.

Isso � um crime?

Lena, traga o lampi�o.

Porra, voc� � agora holand�s ou alem�o?

Primeiro, meu jovem amigo, voc� precisa me dar alguma informa��o.

N�o.

Voc� quer ir para a Su��a, porque n�o mais iria participar na guerra. Estou certo?

Muito bem.

Agora eu digo uma coisa. Voc� vai ver que n�o fa�o mal.

Cala a boca.

Meu verdadeiro nome � Hans Joseph Fassler.

Hans van Broecken � um nome que eu tirei de uma l�pide na B�lgica em 1916

Eu desertei do ex�rcito alem�o.

Finch nesta guerra, Hans no anterior. Louco que nos encontramos.

A ironia � que voc� tem mais poder sobre mim do que eu sobre voc�.

Com uma palavra, voc� pode me tirar a minha liberdade.

Eu coloquei minha vida na minha m�o e lhe dei.

Eu confio em voc�. N�o � porque voc� � brit�nico,

mas porque n�s somos amigos.

Em 1916 eu encontrei Lena. Ela me ajudou.

Hoje voc� encontrou Hans Joseph Fassler.

Seu cabelo est� lindo.

Desculpe pelo transtorno. Eu realmente n�o queria incomodar ningu�m.

Eu queria me salvar sozinho.

Voc� � apenas um garoto. Foi a mesma coisa quando eu o conheci.

Jovem, assustado, cansado de lutar.

Ele n�o queria participar. Assim como voc�.

E agora � guerra novamente.

E aqui estou eu, no meio de uma guerra, 22 anos depois da �ltima, e fugindo ainda.

Desde que o conheci, vivo com medo. E ele tamb�m.

Ele quer ajud�-lo a abandonar a guerra para justificar-se.

Olhe para mim.

Este � o rosto de uma feliz mulher de meia-idade?

N�o, estou desgastada por uma longa vida em fuga.

Eu n�o vou voltar.

Eu estou com medo, admito. Todos est�o. Eu n�o estou mais do que eles.

Isso � tudo para mim.

Eu sei que tamb�m existem homens que gostam de uma guerra.

Mas a maioria est� cansada e com medo, assim como voc�.

Meu Hans desertou do ex�rcito, voc� espera ser internado na Su��a.

Isso n�o � a mesma coisa, eu sei.

Voc� n�o deve gastar toda a sua vida refugiado.

N�o fuja de pessoas ao longo de sua vida. Voc� s� vai fugir de si mesmo. Ou�a-me!

Voc� precisa me ouvir. Eu nunca tive um filho. Eu n�o pude.

Mas eu poderia ser sua m�e.

Sim, voc� � igual a ela. Ela n�o queria que eu viesse.

N�o � que eu n�o me importe com a guerra.

Mas me preocupo mais com as minhas coisas. Eles devem vir em primeiro lugar.

Voc� deve entender que eu...

Hans? Essa � a minha sobrinha, Nathalie. Ela n�o diz nada.

Ele � brit�nico. N�s demos-lhe abrigo. Voc� n�o fala nada?

� claro que n�o.

Tia Lena, voc� pintou a cabine.

- Isso n�o era azul? - Hans n�o gosta de azul.

- Onde ele est�? - Pegar �leo para os lampi�es.

- O que v�o fazer com ele? - Contrabande�-lo para a Su��a.

Ele n�o quer ser capturados pelos Krauts.

- Voc� viu a minha m�e? - Sim, querida.

Ela parecia dez anos mais jovem. Hans mesmo flertou com ela.

Sinto muito. Eu n�o quero que voc� se envolva.

Estamos todos envolvidos nesta guerra.

- Talvez eu possa ajudar. - Como?

� um grande jogo, para Hans mas estou com medo.

Eu conhe�o algumas pessoas. Eles podem ajudar.

- Albert. - Desculpem-me um momento.

Restaurante Candide. Quem? Fale um pouco mais alto.

Nathalie? Gra�as a Deus. Onde voc� est�? Eu preciso de voc� aqui.

O vidro certo, Yvonne.

N�o � meu trabalho.

� t�o f�cil como entrar e sair da cama. Pode muito bem aprender.

N�o � uma festa de casamento para pessoas canhotas.

- Voc� gostaria que fosse o seu casamento? - Uma cerveja, por favor!

- Quando eu me casar eu n�o vou estar aqui. - Se voc� se casar.

- Quando eu me casar eu n�o vou estar aqui. - Se voc� se casar.

Eu entendo. Fique onde est�.

Vou mandar algu�m. �timo. At� logo.

Monique.

- Tem mais um. - Quem �?

- Madame Dudet e seu menino. - Esse monstro pode esperar.

Voc� parece cansada, Lisa.

Eu estou preocupada com o restaurante Candide.

Voc� n�o precisa trabalhar tanto aqui. Tem de estar onde � preciso.

Voc� est� aqui para escapar do servi�o.

para n�o ser depedida.

Os alem�es me viram trabalhar como enfermeira.

Isso tamb�m � verdade. Como est� Albert e seu cliente de �culos?

Vou saber mais sobre isso. Eu vou ao casamento.

Eles prenderam Esnault. Meu vizinho.

Sua governanta viu um homem com uma c�mera que espionava a casa.

Ele apenas ficava sentado l� em seu carro.

Esnault veio me avisar. Ele pensou que a minha casa estava sendo vigiada.

- Esta manh�, ele foi preso. - Por qu�? Para qu�?

- Ser� que eles precisam de um motivo? - Ele era um bom homem.

- Ele � um judeu. - E o cara no carro?

- Desapareceu. - Gra�as a Deus.

Seu avi�o Whitley, foi derrubado em um p�ntano aproximadamente a 65 km daqui.

O resto da tripula��o foi preso imediatamente.

Voc� teve sorte que estava bem longe deles.

At� onde eu andei?

Voc� andou em seis dias de Bornem para o canal, 112 km.

- Isso � tudo? - E a sua b�ssola e mapas?

Eu achei muito perigoso ir procurar.

Voc� teve contato com algu�m? Algu�m o viu?

N�o. Os dois primeiros dias eu comi caramelos.

E quando acabou, eu tentei frutas e plantas.

Eu fiquei com uma erup��o cut�nea. N�o me fizeram bem.

Ent�o eu cavei cenouras.

Os dois �ltimos dias eu n�o comia nada. Apenas um pouco de leite de uma jarra.

O que aconteceu com seu bra�o?

Mordido por um enorme c�o pastor. Eu tive de bater nele com um tijolo.

Eu n�o o matei. Eu n�o gosto de morte.

Por que voc� quer ir para a Su��a?

Eu j� tive o suficiente. Eu n�o quero matar mais pessoas.

- Eu entendo isso. - N�s todos entendemos.

Eu sei o que voc� pensa. � meu dever voltar.

- N�s n�o podemos for��-lo. - Isso mesmo.

Quando voc� decidiu n�o retornar mais?

Ontem? Na semana passada?

Cerca de dois meses atr�s.

Eu decidi que eu n�o iria voltar quando eu fui derrubado.

Eu tinha um plano concebido.

Minha decis�o n�o veio num piscar de olhos.

Eu pensei e planejei sobre isso.

Enviei minha esposa Nancy para amigos na Esc�cia.

Tenho dinheiro guardado para se algo acontecer.

O que voc� faria se n�o fossem baleados?

Iria em uma noite no avi�o.

- Sua mulher sabia do seu plano? - N�s estudamos tudo juntos.

O irm�o de Nancy se afogou em Dunquerque.

Sua esposa veio no Natal quando uma bomba caiu sobre sua casa.

Quando voc� est� l� em cima e solta as bombas n�o sabe onde elas caem...

Nos seres humanos, nos indiv�duos. Jogados do inimigo. Tr�s vivas.

Eles tiveram tr�s filhos pequenos.

Agora, tr�s �rf�os que est�o em orfanato.

Em mar�o, Nancy me disse que quer ter um filho.

Eu decidi que tal coisa n�o iria nos acontecer.

Meus filhos ter�o um pai, quando a guerra acabar,

se eu for para a Su��a e Nancy ficar na Esc�cia.

A guerra n�o vai durar.

N�o � um Phoenix que vai renascer das cinzas,

mas eu, Eric Finch, o pai, n�o o artilheiro.

Isso faz de mim um covarde?

Podemos ajud�-lo a fugir para a Su��a.

Eu posso fazer isso. Temos amigos na Su��a e na Fran�a.

Voc� e Natalie n�o precisavam se envolver.

- E na fronteira com a Fran�a? - O barco � revistado.

- N�s podemos esquivar. - N�o seja t�o teimoso.

Ele n�o pode ficar aqui.

Eu posso lev�-lo para um lugar seguro.

- Em Bruxelas? - Sim. Pegue suas roupas, e se arrume um pouco.

- Onde vamos? - N�o se preocupe, estar� seguro.

Voc� decide, Finch, mas voc� n�o vai botar essas pessoas em risco.

N�o tem nenhuma import�ncia. N�o nos importamos com o perigo.

Pode me emprestar sua navalha?

N�o precisa fazer a barba.

Alto.

Pare ou eu atiro.

Ele dir� a Gestapo sobre n�s.

Se ele for preso, n�s iremos tamb�m.

Sua culpa se ele for preso, mulher.

Era melhor com a sua pr�pria esp�cie. � sempre assim.

Por qu�?

Ele queria sair da guerra. Ele f�z sua escolha.

Por que voc� se comporta como um colaborador?

O soldado alem�o n�o estava ali por acaso.

Voc� viu como todos olharam para voc�?

Perdemos clientes. E o nosso espi�o de �culos.

N�s derrubamos um aviador hostil no restaurante.

- N�s somos t�o leais. - Colaboradores.

Chame do que quiser.

Eu pensei que voc� visse o que estamos fazendo.

E os nossos vizinhos?

O que voc� quer? Queremos oferecer ajuda real...

ou apenas o suficiente para ganhar um tapinha nas costas?

Estamos fechados. Voc� n�o consegue ler?

Desculpa. Eu n�o queria decidir s�.

- N�o houve tempo para a consulta. - Voc� fez a coisa certa.

Eu n�o entendo voc�. Por que devemos sentir pena?

Diariamente corremos o risco de vida pelos pilotos para envi�-los de volta para a Inglaterra.

Este ia cortar. Ele queria fugir.

Ele queria escapar. Eu n�o me importo sobre suas raz�es.

De qualquer forma, ele sabia da rede. N�o t�nhamos escolha.

Eu n�o me importo.

Acho que sim, por incr�vel que pare�a. Eu me sinto sujo.

Eu teria feito o mesmo.

- Dupont ainda volta, n�o acha? - Acho que n�o.

SEGUNDA CHANCE

- FIM - S�rie 1 - Cap�tulo 05 SEGUNDA CHANCE ( Second Chance )

Iwanaga, S�vio

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.