All language subtitles for 1x01 - Lisa - Codename Yvette (Lisa - kodnamn Yvette)

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Original subtitles

O EX�RCITO SECRETO

S�rie 1 - Cap�tulo 01 - LISA - NOME C�DIGO YVETTE ( Lisa - Codename Yvette )

Aben�oa, � Deus, a comida nesta mesa que voc� nos deu.

Ensina-nos a sermos gratos pela colheita e pelo nosso p�o de cada dia...

R�pido.

Sente-se. Sente-se.

Todo mundo fica onde est�.

Meus homens v�o fazer uma busca e voc�s v�o cooperar.

Coloquem as suas m�os nas suas cabe�as.

Comece por aqui, Feldwebel.

Um, dois, tr�s, quatro, cinco. Quem voc� est� esperando?

- Ou quem est� fora? - Ningu�m.

Voc� cozinhou. De quem era esse prato extra?

Ele j� disse. Para ningu�m.

Foi um erro.

Voc� sabe?

N�o.

Cheira bem. Os agricultores comem melhor que a Luftwaffe.

E voc�, meu jovem? Sabe de quem � o quinto prato?

Voc� tem medo de mim?

Eu n�o vou te machucar. Apenas me diga de quem � o prato.

Ele ainda est� aqui?

Leve-me a ele.

Por favor. Se voc� fizer isso, todos esses homens v�o embora,

e voc� pode comer tranquilamente.

Mostre onde ele est�.

N�o encontrei nada em cima.

Eu n�o estou convencido.

De acordo com nossas informa��es

Este � um abrigo para fugitivos da RAF.

Voc� e sua esposa vir�o a nossa sede para interrogat�rio.

O que deve acontecer com voc�?

Voc� fica sozinha ou devo deixar algu�m aqui?

- Eu cuido do meu irm�o. - Muito bem.

Leve-os, Feldwebel.

Eles voltar�o. Os alem�es n�o podem provar nada.

Mais tarde, � noite eles estar�o em casa.

- Onde ela est�? - Eu estou dizendo a voc�, Kurt.

Helene est� em Antu�rpia. Bertha.

- Voc� n�o tocou no ensopado. - N�o.

- Ser� que n�o est� com fome? - Realmente n�o como o faz.

Quantas vezes, Andree? Eu fiz esse ensopado.

Eu n�o posso fazer nada. Algu�m tem que me ajudar a cozinhar.

Ela costumava ficar na minha cozinha.

- Encontre outra. - N�o h� mais ningu�m.

Os clientes gostam dela. Isso � o que importa.

Voc� sabe disso.

- Ela � boa para os neg�cios. - Ela ri de mim.

Agora ela ri, n�o come.

Ela est� com raiva que eu venho aqui muitas vezes e ela tem que atender no bar.

Quando o caf� fechar, eu trago algo para comer.

Eu mesmo preparo.

Ela n�o � muito velha.

O que voc� bebe muito, a noite inteira?

A noite inteira?

Guarde o seu dinheiro, voc� vai dormir a noite toda.

Voc� n�o vai ter ela.

Eu cuido de voc� a noite toda e dou-lhe um bom caf� da manh�.

- Algo errado? - Uma batida.

- Yvette est� segura? - N�o fa�o id�ia.

Ela foi conhecer os homens da RAF e lev�-los para a fazenda,

mas ningu�m veio. Onde est� Albert?

Com ela, como sempre, quando est� cheio. Entre, ele j� volta.

Uma cerveja.

O que deu errado?

Tudo. A Luftwaffe f�z uma batida.

- Yvette estava l� ainda? - N�o.

Eles fugiram em p�nico com os alem�es na �rea.

Acho que eles n�o encontraram os pilotos.

Devem ter entrado em p�nico com os alem�es na �rea.

O que aconteceu?

Eles prenderam o casal.

N�o encontraram nada. V�o solt�-los.

Agora n�o podemos mais usar a fazenda como abrigo.

Finalmente.

Eu mandei o cabo para Bertha no quarto.

Ela n�o tocou.

Ela n�o estava com apetite.

Ser� que ela sabe quanto tempo eu estive na cozinha?

Sinto muito por ela. Ela n�o se sente bem.

Como ela pode melhorar se ela n�o come?

Por que as pessoas devem ajud�-la se ela n�o ajuda a si mesma?

Eu ignorei a salsicha porque ela n�o gosta.

- O que h� com Andree? - Como de costume. Ela odeia Monique.

Isso � m�tuo.

E eu fico entre as duas.

Chute a Monique, ela diz. E Monique quer chut�-la.

Voc� pode abandonar um inv�lido?

Eu n�o entendo por que elas ficam reclamando.

Eu sou o �nico que deve sempre apazigu�-las.

Eu vou pegar uma x�cara de caf�.

Voc� acha que Yvette conseguiu?

N�o sabemos se ela chegou em casa com seguran�a.

N�o sabemos o quanto os alem�es sabem.

Alto!

Sabe que horas s�o? Para onde vai?

- Voc� quebrou o toque de recolher. - Eu sou enfermeira. Tenho um passe.

- Lisa Colbert? - Sim.

Voc� � enfermeira? Nessas condi��es?

Parece que voc� esteve numa vala.

Um chiqueiro, cabo. Temos de ir a todos lugares.

Passei cinco horas com uma porca que dava � luz.

Vai.

Ou�a. Ouviu isso?

N�o.

C�es. Agora, eles apertaram mesmo.

- Eles v�o acabar nos encontrando. - Sim.

- E agora? - Vamos sair daqui. Vamos!

Por aqui.

N�o h� nenhuma chance. Estamos perdidos.

Aten��o, c�o porco, venha com as m�o para cima. Heil Hitler.

Bastardos malditos.

Chega. Saiam para interrogat�rio.

Voc�s usaram c�es! N�s ter�amos passado.

Isso n�o est� de acordo com as regras.

As regras n�o dizem nada sobre c�es.

Para o inimigo n�o h� regras, Sargento.

D� um n� nos ouvidos. Entendeu?

- E voc�, Sargento? - Sim Sr.

Voc�s vagabundaram dois dias por a�

andaram s� tem 17 km. O que fizeram exatamente?

Eu vou dizer.

Voc� est� desperdi�ando seu tempo, do ex�rcito e especialmente, o meu tempo.

Ap�s a entrevista, eu quero falar.

- Senhor? - Sim.

Podemos primeiro tomar um banho e comer alguma coisa?

N�o fui claro? O exerc�cio acabou.

Ap�s o interrogat�rio voc�s voltam.

Eu preciso que voc�s aprendam a sobreviver quando ca�rem.

N�o h� tempo para comer ou se lavar at� que voc�s aprendam isso.

Ele devia ter sido abatido e abandonado.

- Curtis? - Senhor.

Voc� n�o vai ficar aqui. Deve retornar para Londres.

- Sabe por qu�, Capit�o? - Ordem do Minist�rio.

Quando voc� tiver terminado, passe para o assessor.

- Eles querem que voc� l� amanh�. - Sim, senhor.

Deve esquecer todas as regras para o seu arranque e voo sobre terrenos abertos.

Esconda-se de dia e se mova apenas � noite.

Mantenha seu plano.

A menos que acabe em territ�rio inimigo,

voc� estar� entre amigos.

Muitas pessoas, na Holanda, na B�lgica e na Fran�a est�o do nosso lado.

Lembrem-se do que aprenderam aqui.

� t�o importante como aprenderem a voar.

Cinco de voc�s vai ser derrubado na Europa.

Isto n�o � um jogo. � de import�ncia vital.

Alto. Pare ou atiro.

Eu estava morrendo de fome.

Quando o seu marido volta?

N�o vai demorar muito.

Tenho sorte de encontrar algu�m da resist�ncia.

Eu nunca pensei que teria essa sorte.

Vou mandar um cart�o.

Ou talvez um telegrama...

N�o se preocupe. � o Peter.

Foi r�pido. O que eles disseram?

Levante-se e coloque as m�os em sua cabe�a. Devagar.

Sinto muito. Temos crian�as.

E netos. N�o queremos nos envolver.

Demos-lhe a nossa ra��o de bacon de duas semanas.

- Voc� gostou da comida? - Eu deveria saber.

Era bom demais para ser verdade.

Leve-me para longe, agente.

- Posso atender, Coronel? - Claro.

- Eu s� queria ajudar. - Claro, obrigada.

- Consult�rio do Dr. Keldermans. - Yvette?

Ol�. Sou eu Alain.

Os tr�s c�es que escaparam ontem do seu av�.

Eles capturaram mais um.

Eles s�o levados para o canil. O terceiro ainda est� sumido.

Obrigada, eu mantenho o m�dico informado. At� logo.

- Voc� n�o � a m�dica? - N�o.

- A encantadora recepcionista? - N�o, a fisioterapeuta.

Voc� pode me ajudar a corrigir.

Eu ca� do meu cavalo. Meu ombro d�i.

O m�dico ir� verificar. Eu n�o sou a pessoa certa.

Ah, n�o? Eu acho, Fr�ulein,

que a sua qualificca��o � �tima.

Obrigada, Coronel.

- Bom dia, Lisa. Coronel. - Eu cheguei um pouco mais cedo.

N�o, eu estou atrasado. Por favor entre e tire seu casaco e camisa. J� o atendo.

Senhorita?

Lisa?

- Espero v�-la novamente. - Ser� bom.

Bem, estou ansioso para isso.

Algu�m ligou?

Sim, sobre os filhos de Candide. O segundo foi internado.

O terceiro ainda n�o tem infec��o.

Espero que ele fique fora de perigo.

Eu vou dar um olhada no seu ombro, Coronel.

Kessler? Voc� conhece Kessler?

Sim, ele era Capit�o do servi�o de seguran�a antes da guerra.

Mas este Kessler trabalha para a Gestapo.

Sim, � ele! Ludwig Kessler. Um homem muito duro.

- Ser� que voc� o conhece bem? - N�o, ningu�m na verdade.

Ele era solit�rio. Ele n�o fuma nem bebe.

Ele nunca participa de festas.

Uma vez ele estava b�bado. No dia do anivers�rio do F�hrer.

Ele ent�o disse que, pessoalmente, executou onze homens...

em Lichterfelde na noite das Facas Longas.

Isso � poss�vel.

Kaltenbrunner pessoalmente o promoveu a Capit�o da SS.

E agora ele � Sturmbannf�hrer na Gestapo.

- Por que ele e n�o eu? - Voc� tem um bom hist�rico.

Nosso servi�o de seguran�a funciona perfeitamente.

Temos mais um piloto da RAF preso.

- Muito bem. Mas n�o eram tr�s? - Sim, de acordo com as fontes.

Acho que entraram em p�nico e se separaram. Eu esperarei.

As estradas est�o vigiadas. O terceiro n�o vai ficar muito longe.

Deve usar todos os seus homens

para t�-lo antes de Kessler chegar.

Se ele quiser mostrar for�a...

ele vai organizar uma busca em grande escala.

Mas se ele fizer. Ele vai precisar de qualquer jeito de mim.

Pilotos capturados s�o de responsabilidade da For�a A�rea,

- n�o da Gestapo. - Talvez.

Esse massacre em Lichterfelde tamb�m n�o era da sua jurisdi��o.

� pena que est� deixando-nos.

Para onde vai?

- Frente Oriental? - Acho que sim.

Ei, senhor. Aqui.

Ingl�s. RAF.

Eu preciso de ajuda.

Voc� sente o mesmo frio em seu trabalho do que eu.

Fique a�. � muito perigoso agora.

Volto depois que escurecer.

Entre.

- Capit�o-aviador Curtis? - Sim.

Voc� � a minha salva��o. Voc� tem um centavo?

Obrigado.

O Tenente-coronel Kingston queria me ver.

Eu sou Johnson. Obrigado pela moeda.

- Para que � isso? - Algumas informa��es sobre si mesmo.

John Curtis, 29 anos, nascido em Leeds, educado na escola de gram�tica l�.

Serviu por 18 meses.

Voc� gosta do curso de "fuga e sobreviv�ncia"?

O que o Minist�rio da Aeron�utica quer? Retornar ao servi�o ativo?

Um passo de cada vez. Por favor, responda as perguntas.

Feliz pelas li��es de sobreviv�ncia e t�cnicas de fuga?

Sente-se.

Eu prefiro voar novamente.

- Mas voc� percebe que isso � �til? - Acho que sim. Mas eu me pergunto.

- Eu acho que nem todos est�o conscientes. - Mas voc� percebe o quanto � importante?

Por que isso aconteceu com voc�. Voc� caiu e voltou.

N�o sem ajuda. Eu me alimentei em terra por 29 dias,

ent�o eu conheci uma rede de fuga na B�lgica.

Ah sim, Linha da Vida. Voc� tem, obviamente, uma vantagem em rela��o a maioria.

- Voc� � fluente em franc�s. - Eu sempre vim para o continente.

Seu alem�o e holand�s n�o s�o ruins.

Posso saber onde voc� quer chegar?

- Quer voltar? - E voar? Alegremente!

- Quero dizer, de volta para a Europa. - Est� perguntando se eu quero ser um espi�o?

N�o, pe�o-lhe para continuar o trabalho que voc� come�ou.

Garantir que os nossos rapazes voltem para casa.

Mas voc� poderia fazer isso l�, ao inv�s daqui. O que acha disso?

- Estou perplexo. - Esper�vamos por isso.

Pe�o desculpas pelo escrit�rio e o centavo.

Problemas iniciais de uma nova organiza��o.

Desfrute mais um pouco da licen�a.

- Posso te perguntar uma coisa? - Desculpe, n�o pode.

Tudo o que foi dito aqui, permanece entre n�s.

Pense nisso. Logo o chamaremos.

Al�. Apenas um segundo.

Todo mundo anda agora aqui t�o secretamente.

Voc� vai para o banco, como sempre.

Estou fico aqui todos os dias, e tudo est� diferente.

At� a minha sobrinha mudou.

Louise, � normal que ela mude.

Ela em uma semana perdeu seus pais e o noivo.

Mas ela n�o age normalmente.

Eu esperava que ela chorasse.

Ela n�o chorou. Nem uma vez.

Eu pensei que iria levar a sua antiga vida novamente.

Por que ela desistiu de seu trabalho?

Ela era professora. Tinha uma boa profiss�o.

E se algum dia a paz voltar de novo, precisaremos. especialmente dos professores.

Mas ela desiste de tudo para ser enfermeira.

Nem isso. Assistente de um m�dico.

Dia e noite ela � mandada.

Lisa sabe o que est� fazendo. N�o se preocupe.

Voc� sempre diz isso.

E o que voc� sabe?

O telefone toca e ningu�m diz coisa alguma.

Por que tudo aqui acontece t�o secretamente?

- Eu tenho que ir. - Foi o m�dico?

Sim. Voc�s n�o esperem por mim.

Eu pego uma lanterna e ando com voc�.

Por que mudar tudo, porque � guerra?

Foi Alain. Algu�m encontrou o �ltimo piloto.

- Quem? - Um fazendeiro no norte da cidade.

- � definitivamente piloto da RAF? - Eles est�o interrogando-o agora.

Eu vou lev�-lo � casa do doutor Keldermans.

Tenha muito cuidado.

Agora que o homem da Gestapo est� vindo, os alem�es est�o extremamente cuidadosos.

A bateria est� esgotada. Ficou ligada.

� melhor ir sem. Voc� pode apagar as luzes do sal�o?

A Linha da Vida ainda � executada por Yvette?

Seu verdadeiro nome � Lisa Colbert. Nome c�digo Yvette.

Ela vive com seu tio, Vice-Diretor de um banco.

Ele cuida de todos os documentos da organiza��o.

- Mesmo aqueles falsos que voc� usou. - Faz um bom trabalho.

A tia n�o tem conhecimento.

Poucas pessoas sabem a identidade real de Yvette.

E voc� pode ser a liga��o entre Lisa Colbert e Yvette.

Nunca revele isso em nenhuma circunst�ncia.

Sua sede � um caf� de Bruxelas.

Eu me lembro. Caf� Candide.

Voc� descobre mais tarde. Sua principal tarefa...

ser� interligar todas as redes.

A Lysander tem contato freq�ente com a resist�ncia.

Eles ir�o, em primeira inst�ncia cuidar de voc�.

S�o amadores competindo contra profissionais.

A pol�cia belga, a pol�cia da Luftwaffe e agora a Gestapo.

A Gestapo est� lutando contra as rotas de fuga.

Um dos seus melhores agentes, Ludwig Kessler, vai para Bruxelas.

Eu recomendo que voc� o leve muito a s�rio.

Posso entrar. Sim, Erwin?

Devo protestar, Dieter. Voc� levou dois prisioneiros para longe de mim, sem me informar.

Voc� tem documentos adequados?

Em retrospectiva, sim.

Mas suas a��es est�o minando a minha autoridade.

Foi minha iniciativa, Major Brandt.

De agora em diante, eu sou pessoalmente respons�vel por todas as atividades da SS.

- Meu nome � Kessler. - Voc� � o Sturmbannf�hrer Kessler?

Coronel, deixe-me a s�s com o Major Brandt?

Claro, Kessler.

Eu n�o sabia que voc� j� tinha chegado de Bruxelas.

Cheguei aqui h� alguns dias.

Eu assumi minha fun��o sem muito barulho.

Decis�o s�bia. Posso ver os documentos?

Sim, foram minhas ordens. Elas est�o em ordem.

Gundell assinou-os.

Sturmbannf�hrer, pe�o-lhe retirar a ordem.

- Posso saber por qu�? - Claro.

Tenho investigado a fazenda que se esconderam.

Desde ent�o, interroguei-os duas vezes.

- Eu li o dossier. - Posso explicar?

Tenho certeza que eles usaram a fazenda como esconderijo dos homens da RAF.

Mas creio que mais interrogat�rio n�o trar� algo novo.

Suas t�cnicas de interrogat�rio ou a minha?

Eles s� sabem o codinome dos guias

que entraram em servi�o ou dos pilotos.

Quem os deixou ou os pegou. � informa��o in�til.

Concordo com voc�, Major.

Ontem eu passei algum tempo com os prisioneiros, separadamente.

Cheguei � mesma conclus�o.

Ent�o, pe�o-lhe que me devolva.

Se deix�-los voltar para a fazenda,

e manter uma vigil�ncia atenta neles,

poderemos pegar todos os membros da organiza��o.

Voc� pede o imposs�vel. A entrevista acabou.

Hoje, os fazendeiros e seus filhos foram para Vaterland.

Em um campo de trabalho, eles s�o �teis para o Terceiro Reich aqui.

Voc� cometeu um erro, se posso dizer isso.

Voc� n�o pode dizer isso!

Cidad�os suspeitos s�o minha responsabilidade.

E n�o h� tempo a perder.

Preciso certificar-me de que nenhum piloto da RAF escape.

Eu tamb�m quero isso.

Espero trabalhar juntos ao nosso objetivo comum.

Voc� mostrou pouco sucesso. Portanto, Berlim me enviou.

- Estudaram meus resultados? - Sim. Eles n�o s�o bons o suficiente.

Nossos esfor�os devem ser 100 por cento bem sucedidos.

Cada piloto brit�nico que escapou,

que pode voltar a bombardear � utilizado.

Cada bombardeio na Alemanha significa perda de produ��o

e perda de vidas alem�es.

Nenhum piloto abatido pode escapar da B�lgica.

Eu sei muito bem o qu�o importante nosso trabalho �.

Bom.

Voc� sabe como se erradica ratos, Major?

Voc� bloqueia todas as rotas de fuga exceto uma.

E, em seguida, deixa os c�es soltos.

Estou aqui para erradicar os ratos.

Rato ap�s o rato, rota de fuga ap�s rota de fuga,

at� que o �ltimo rato seja erradicado.

Ontem eu bloqueei uma rota de fuga.

Esses s�o os seus companheiros de viagem. Este � o seu terceiro homem.

Qual � o seu nome, cara?

Frank Howes, 150� Esquadr�o.

Eu sou Stan Phillips, piloto. Este � Stevie Harrison, Sarg. navegador.

12� esquadr�o. Quando voc� foi derrubado?

H� tr�s semanas. Viemos de D�sseldorf.

Esta � uma a��o de fuga.

Se voc� trair, vai a um campo de prisioneiros de guerra.

Os belgas arriscaram suas vidas por voc�...

levar�o um tiro. N�o se esque�a disso!

- Que horas s�o? - � mais de duas.

- Eu estou tentando dormir. - Eu sei.

- Quando voc� vai para a cama? - Logo.

J� fechamos. Mas ainda tenho alguma limpeza para fazer.

- Eu vou ficar bem. - Quem est� com voc�?

Ningu�m. Monique foi para casa.

- Eu estou sozinho. - Eu ouvi vozes. Sussurrando.

Voc� me ouviu, Andree. V� dormir agora.

Voc� quer que eu durma. � por isso que voc� me deu essa p�lula.

O que voc� est� fazendo l�?

Voc� pediu p�lula para dormir.

Foi voc� quem bateu no ch�o.

- Eu sou um fardo para voc�. - N�o.

Desejo que voc� n�o me odeie.

Eu n�o odeio voc�. Voc� � minha esposa.

V� dormir agora.

Eu virei logo.

Eu prometo.

Concordo com o m�dico.

Os tr�s fugitivos devem sair o mais rapido poss�vel, de Bruxelas.

Eu lhe dei um comprimido para dormir.

Albert, Natalie pode lev�-los a Paris...

para Biarritz e eles poder�o atravessar os Piren�us.

Se o cara da Gestapo for realmente s�rio,

podemos esperar um pouco, talvez seja melhor.

Eu acho que s� vai piorar. Pelo que tenho ouvido falar de seguran�a, vai piorar.

Se os documentos estiverem prontos, eles podem partir depois de amanh�.

Por volta das cinco horas da tarde.

Voc� pode organizar o comboio para Paris?

� dif�cil, mas se eles n�o falam franc�s,

- precisam sair o mais r�pido poss�vel. - Eu concordo. Est� de acordo?

Albert?

Sim, concordo.

Quanto tempo vamos ficar aqui?

Kurt, est� sumido h� muito tempo. Eu pensei que foi transferido.

Tive proibi��o quartel.

� aquela mulher da �ltima vez aqui?

Big Bertha?

Voc� estava realmente b�bado. Voc� sabe o nome dela?

- N�o me lembro o que ela se parece. - Voc� vai ficar surpreso, caf� ou cerveja?

Cerveja.

Eu acho que me lembro dela. Fui com ela?

Ela n�o parece nem remotamente com Bertha.

Kurt, por que voc� est� procurando Bertha?

Ela tirava minha cal�a e botas. Quando o marido chegou em casa.

Eu n�o sabia que ela era casada.

Eu tenho ordens do Major: Proibido sair do Quartel e servi�o latrinas.

Para essa menina que eu gostei muito.

Aqui est� a sua cerveja, Kurt.

Demorou um tempo, mas eu li um artigo de jornal para ela.

Ela agora est� cega?

- Lisa. - Albert.

- Caf�? - Por favor.

Vai mandar sua fam�lia para longe de f�rias?

Eles agora devem estar na esta��o.

Onde voc� vai agora?

Os �culos de Andr�e. Vou levar a ela.

Tome.

Lisa.

John Curtis?

Sim.

Mandamos voc� de volta para a Inglaterra.

Voltei.

Estou vendo.

L� tr�s tem um c�modo onde podemos falar.

Conte at� vinte e me siga.

Coloque as m�os sobre sua cabe�a.

- Lisa, diga-lhe... - Fa�a o que ele diz.

Vire-se.

Eu sei que � arriscado, mas voc� me conhece.

Meus documentos.

Ele est� limpo.

- Quando voc� chegou? - Um dia antes de ontem.

Eu voei com Lysander.

As pessoas da resist�ncia me conhecem.

Eles me encontraram. Eles me arranjaram acomoda��o. Contate-os!

N�o temos nenhum contato com a resist�ncia

ou outras organiza��es de fuga.

N�s nem sequer sabemos o nome verdadeiro de nossos guias.

- Isso � rid�culo. - Levante as m�os.

Quando voc� esteve a primeira vez na B�lgica,

voc� dormiu um par de noites em uma fazenda.

O agricultor e sua fam�lia est�o agora em um campo de concentra��o.

No caminho para Paris, voc� ficou em um caf� em Valenciennes.

O barman no dia seguinte desapareceu.

Nunca mais ouvimos falar dele.

- L� vamos n�s. - At� agora tudo est� indo bem.

- N�o podemos falar muito cedo. - Voc� tem raz�o.

Desculpe-me? Estes compartimentos vazios...

Voc� por acaso sabe se est�o reservados?

Aqueles s�o reservados para militares

e encantadoras mo�as que querem fazer-lhes companhia.

- O p�nico acabou. - Respire novamente.

Espanha, aqui vamos n�s.

- FIM - S�rie 1 - Cap�tulo 01 LISA - NOME C�DIGO YVETTE ( Lisa - Codename Yvette )

Iwanaga, S�vio

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