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Original subtitles

RAIVA SILENCIOSA

Atendam o telefone!

Atendam o telefone!

Sim? Sim?

Sim?

J� vou!

Fa�am menos barulho.

Uma chamada para si.

Se vos apanho v�o-se arrepender! Ouviram?

Shelley! Sais de cima do meu sof�?

Na �ltima vez ele disse que me baleou, mas mentiu.

Dr. Halman, � o senhor?

Sr. Dr. Preciso de ajuda. Estou a ficar descontrolado.

Estou a ficar descontrolado.

Estou a ficar descontrolado.

J� vos avisei, crian�as. V�o l� para fora. Ouviram? J�!

V� l�! L� para fora!

Vamos l� para tr�s brincar.

John, est�s a�?

Doutor, n�o me sinto muito bem.

Doutor...

- N�o aguento mais. - John! John!

Aquelas crian�as d�o-me cabo do ju�zo! N�o �?

N�o �?

N�o precisa de ser malcriado!

Sinto-me como se fosse explodir!

Rapazes, des�am da �rvore! V� l�! Des�am da �rvore!

Est� bem.

Que est�o a tentar fazer a� fora? Tentam matar-se uns aos outros?

S�o malucos?

Parem com este barulho!

Ouviram? Parem com isto...

est�o a perturbar as galinhas. Venham para dentro. Imediatamente!

Acabem com a brincadeira. Parem!

Vou arrebentar se n�o me ajudarem nem que seja um bocadinho.

V�o l� para baixo para o p�tio e ficam l�...

at� tirarem todo esta algazarra do vosso organismo.

At� l� n�o vos quero ver na minha frente!

Socorro!

Socorro!

Socorro! Chame a pol�cia!

N�o!

N�o!

Charlie, toma nota dos depoimentos.

Est� bem, est� bem. Acalmem-se todos, digam o que viram.

Est�?

- Vejam! - Vejam ali!

Meu Deus.

Alto! Nem mais um passo!

Merda.

J� o agarr�mos, Xerife.

- Est� bem, Xerife? - Estou.

Sr. Agente, este homem � meu paciente, quero falar com o seu superior.

Doutor, o Xerife est� mesmo ali.

- Com licen�a, o senhor � o Xerife? - Exacto.

Sou o Dr. Tom Halman do Instituto e John Kirby � meu paciente.

Charlie, vai buscar a minha arma e o meu chap�u que est�o na casa.

- Na casa? - Sim, na casa.

- Pode-me dizer o que aconteceu, Xerife? - O seu paciente matou duas pessoas.

- Gostaria de falar com ele. - Pode falar com ele na cadeia.

N�o fa�am isso! N�o!

Esperem! N�o disparem! Parem!

� preciso lev�-lo para o hospital, chamem uma ambul�ncia.

A mala de primeiros socorros. Ajudem-me!

V� l�, despachem-se.

- N�o adianta, Est� em estado de choque! - Est� vivo!

Temos uma hemorragia, preciso de ajuda aqui.

- Como � que ele est�, Paul? - N�o est� a responder.

Raios! Suc��o! V� l�! V� l�!

Claro, Sr. Dr., estamos a ser o mais r�pidos poss�vel.

Sonda!

- Consegui! - Meu Deus.

Era mesmo necess�rio uma carnificina destas?

N�o podiam t�-lo morto com um golpe limpo?

O nosso paciente n�o foi morto pelo Manolete, Philip.

- Quem? - Era um toureiro, Paul.

- Vamos. - Estamos a perd�-lo.

- Ciatyl, 25 mg. - 25 mg? Isto manda-lhe at� ao tecto.

- Aumenta para 35 mg. - 35 mg a caminho.

Como est� a reagir?

- Bingo! Resultou, tinhas raz�o. - Nem sempre.

Devias ter continuado como cirurgi�o. Foste feito para isto.

Em vez de te prenderes � treta do estudo do comportamento.

N�o vamos perder tempo com isto, Philip, est� bem?

Est� estabilizado.

Est� bem, j� est�. Vamos cos�-lo.

N�o h� fracturas, Xerife, S� ligeiras contus�es.

Durante os pr�ximos dias os seus m�sculos estar�o um pouco presos.

Se quiser pode-se ligar, far� um pouco de press�o por cima da anca.

Est� bem assim, doutor. Obrigado.

Belo hospital que t�m aqui!

Sim, n�o � apenas um hospital.

Fazemos investiga��o em medicina molecular, como engenharia gen�tica e coisas do g�nero.

Raramente tratamos de casos normais.

Quer dizer que trabalha com macacos ou algo do g�nero?

Sim, algo do g�nero.

Bem me parecia.

Obrigado, senhoras.

Acho que fizemos tudo o que pod�amos.

Deixem l�. N�s acabamos.

O corpo deste tipo � fant�stico.

� espantoso como conseguiu sobreviver tanto com tais ferimentos.

Foi uma pena o c�rebro n�o ter sobrevivido, o corpo teria aguentado.

Digo-vos, para que conste, ele morreu quando caiu no ch�o.

Sim, foi confirmado. Lamento que n�o tenhamos podido fazer nada por ele

- Queres tentar mais Ciatyl? - N�o.

Onde vais?

O processo de cicatriza��o leva demasiado tempo. Vamos acelerar.

Esta f�rmula ainda n�o est� aperfei�oada. Nunca a test�mos em humanos.

O que temos a perder?

Ele vai morrer de qualquer maneira. Come�a com 25.000 unidades.

Um momento, um momento. Espera, Paul. Isto � a s�rio, Phil?

N�o podes usar Mitogen-35 em seres humanos.

H� sempre uma primeira vez, n�o h�?

Dan?

Charlie, Por que n�o voltas para a esquadra? Eu espero aqui.

Tudo bem. Espero aqui consigo. N�o tenho nada para fazer.

Charlie.

Como tens passado?

- Desde quando? - Desde...

Desde ent�o?

N�o sei. � dif�cil lembrar-me.

Nada. Ele voltou � estaca zero. O nosso processo falhou.

N�o, raios. D�-lhe s� mais um pouco de tempo.

V� l�, acabou, Phil. O homem est� morto.

N�o est�, n�o! Est� a voltar a si!

Aumenta a dosagem. Aplica 50.000.

O que est�s a dizer, Phil?

Olha o que o Mitogen est� a fazer-lhe aos par�metros do c�rebro.

Isto n�o est� certo, isto � ilegal e imoral.

N�o � um vegetal que temos deitado aqui na mesa.

� um ser humano com uma mente e um corpo.

Vais come�ar a falar de almas e fazermos o papel de deuses?

Estou a dizer-te exactamente o que a f�rmula vai fazer ao c�rebro dele.

Fazes-me um favor. Olhas para aquilo?

Ouve, o c�rebro deste tipo j� era desequilibrado.

Phil, estou a dizer-te. Deixemo-lo morrer em paz.

Voc�s v�o atirar uma moeda ao ar ou o qu�?

Sim, tens raz�o.

Deixa-o morrer em paz.

Foi uma noite longa. Queres tomar uma bebida?

Sim, no meu gabinete. Daqui a um minuto j� vou ter contigo.

Phil...

Tomaste a decis�o certa.

Boa noite, Tom.

Agora...

...vamos fazer a coisa certa.

V� l�, vive.

Vive.

Vive...

Morreu, lamento. Fizemos tudo o que pod�amos. Estava muito ferido.

- Est� bem. Obrigado na mesma, Doc. - De nada.

- Como se sente? Melhor? - Sinto-me bem, obrigado.

S� lhe queria dizer que me sinto mal pelo que aconteceu hoje.

Se houvesse alguma indica��o que ele era capaz de fazer o que fez...

... teria sido internado, garanto. lhe. N�o estaria � solta na rua.

Eu sei disso. Obrigado.

Xerife, se houver alguma coisa que eu possa fazer, seria um prazer ajudar.

Est� bem, entrarei em contacto.

Tom... a Nancy ligou-te preocupada porque n�o fomos jantar a casa,

disse-lhe que tiveste uma emerg�ncia.

Est� bem, �ptimo.

- Desculpe. Xerife... - Stevens.

A minha irm� Alison, o xerife Stevens.

Sim, j� nos conhecemos. - A s�rio?

Preciso de uma boleia para a esquadra. Est�s interessada?

N�o...

mas dou-te boleia.

Encontramo-nos na entrada.

Por que � sempre o irm�o mais velho o �ltimo a saber?

J� conheces o cowboy?

Podes colocar as coisas nesses termos.

Passei muito bem os �ltimos seis anos sem ti.

- Cinco anos. - Cinco anos e meio, muito obrigada.

Se achas que continuo a ser a mesma Alison inocente,

que eu era na altura, est�s muito enganado.

Ouve! N�o me vais despeda�ar o cora��o de novo! Percebeste?

Nem me tentes convencer ir para a cama contigo, pelos bons velhos tempos.

porque n�o tens a m�nima hip�tese!

N�o, Dan. N�o tenhas ideias.

- Isto n�o significa nada. - Nada?

- Nada. - Sim?

Desculpa!

- Magoei-te? - Sim...

Magoaste os meus sentimentos!

N�o significa nada?

Nada!

Obrigado, Linda.

Ol�, Ajudante. Est�s muito bonito.

Deixa-me puxar o brilho ao teu distintivo.

Eu pr�prio sinto-me atra�do por ele.

Ele � um ursinho de peluche, n�o �s, Ajudante?

Com bochechas fofinhas e tudo.

Bom dia, Sr. "teriche".

- Ol�, Xerife. - Ol�, Charlie.

Uma ch�vena de ch� quente, se faz favor, Linda.

"Uma ch�vena de ch� quente, se faz favor, Linda."

N�o � demasiado forte para si, Xerife?

Xerife, que porcaria de cidade tem tais idiotas como pol�cias?

Deixa l�, Charlie. Esquece.

Eu e os meus rapazes, trituramos cidades como esta.

- � mesmo? - Sim.

- Ent�o isso diz-me uma coisa. - O qu�?

Nunca estiveste nesta cidade.

Porque tens tanta certeza disso?

Porque esta cidadezinha tinha dado cabo desses teus lindos dentes brancos.

N�o me podes chamar...

Seria o maior erro que cometerias durante o dia todo.

Agora sai da cidade.

- Isto ainda n�o acabou, sacana. - Seria melhor que sim.

Isso querias tu.

Ainda bem que se foi embora. Eu estava a ficar muito irritado.

Eu sei, por isso os expulsei, para n�o te enfureceres a s�rio.

N�o se pode deixar estes tipos irem longe demais.

"Devagar se vai ao longe" sempre foi o meu lema.

- Tens de ter um lema, Charlie. - Pois �.

O costume, Xerife? Omeleta de queijo com cebola?

Sim, Linda, por favor. Cancela a cebola.

- Xerife? - Sim?

Posso ficar com a sua cebola?

- Claro que sim, Charlie. - Obrigado.

Tem paci�ncia, Tom. A tua curiosidades ser� satisfeita.

Prometo-te.

Onde vamos?

Paul, desde quando este sector foi reactivado?

Tem paci�ncia.

Para ser sincero, xerife,

n�o tenho a certeza se estou no trabalho certo.

- Ainda pensas no que se passou ontem? - Sim, acho que sim.

N�o sou muito talhado para a viol�ncia. Nunca fui.

Mesmo em crian�a, nunca andei ao murro.

Tive muitas oportunidades, mas fugi sempre.

Talvez esteja na altura de deixares de fugir.

Portaste-te bem ontem, Charlie.

Muito melhor do que eu na minha primeira ocorr�ncia.

- A s�rio? - Podes crer.

Eu sei que dar�s um bom agente da lei.

� uma pena se n�o ficares tempo suficiente para descobrir isso.

Eu sabia que ia dizer isso. Eu sabia.

Bom, esperava que dissesse.

- Espero que n�o seja o John Kirky. - N�o �... n�o exactamente.

V� com os teu pr�prios olhos! Vai l�!

Est� bem, Phil, que raio...

Cicatrizes que levariam meses a sarar.

Cicatrizes que seriam permanentes

... saradas em 18 horas sem nenhum vest�gio.

Os seus �rg�os internos sararam r�pido quando aumentamos a dosagem.

Temos radiografias, podes v�-las.

Ele tem os �rg�os internos de um rapaz de 20 anos.

V� isto.

Faz isso de novo.

Meu Deus!

Aument�mos a dosagem para 5 milh�es unidades por hora.

O processo natural de regenera��o foi acelerado at� ser quase instant�neo.

- Continua ligado � m�quina, n�o �? - Est�?

� meu Deus!

Temos a prova viva que a nossa f�rmula funciona. Pensa nisto, Tom.

Os ossos restaurar-se-�o. As feridas regenerar-se-�o.

As doen�as curadas.

Isto n�o � merecedor de tudo? Qualquer coisa?

Pois, antes de irmos a Estocolmo buscar o Pr�mio Nobel...

quero testar se tudo funciona. Est� bem? - Claro.

Tenho toda a informa��o.

Adeus.

- Ol�. - Ol�.

- Uma certid�o de �bito. - Certo.

Efici�ncia... gosto disso.

- O que fazes aqui, afinal? - Eu?

Dirijo o escrit�rio apesar do que parece.

Tenho pensado em ti todo o dia.

Est�s ocupado agora?

- O que tens em mente? - Uma ch�vena de caf�.

S� isso?

- Est� bem. - Est� bem.

Quero falar contigo sobre uma coisa. Pode ser?

- Dan? - Claro.

Est�o a sair os resultados, Phil.

Esta era a estrutura gen�tica do nosso paciente.

Vamos ver como est� agora.

Completamente alterada, n�o �?

O que est�s a dizer?

� uma estrutura gen�tica bela como qualquer uma criada pela natureza.

Ou grotesca como qualquer coisa criada pelo homem.

O que esperavas, Tom?

N�o sei.

N�o podes interpretar o comportamento atrav�s da estrutura gen�tica.

V� l�, Paul, come�amos isto tudo com um sociopata.

Que diferen�a faz? Olha para aquela estrutura!

Portanto, sinto-me um pouco confusa com o que aconteceu.

Referes-te � noite passada?

Sim. Quero dizer, aconteceu tudo t�o depressa.

N�o tenho a certeza se � o que realmente queremos.

Percebes o que quero dizer?

N�o.

N�o vale a pena, Dan. N�o posso come�ar a sair contigo de novo.

- Est� bem. - Est� bem?

Desistes facilmente e depois de teres o que querias, adeus Alison.

Sabes mesmo como fazer uma rapariga sentir-se bem.

Eu n�o disse que desistia, s� disse "est� bem".

Est� bem, ent�o seja! Acabou, fim do cap�tulo!

Desistes facilmente.

Sim, desisto.

- Espera. - Ol�, Xerife. Como vai?

Phil Spires. J� conhecias o Xerife Stevens?

Sim, conhecemo-nos a noite passada.

Dei ao Xerife a certid�o de �bito.

Agora s� preciso de um corpo para acompanhar a certid�o.

- Est� bem, s� precisamos... - Ainda n�o termin�mos a aut�psia.

Isso � da compet�ncia do m�dico legista.

Pois �.

Venha visitar-nos de vez em quando, Xerife.

Que tal esta noite?

Esquece, Dan.

J� estou farto da atitude do raio deste Xerife!

Phil, esquece o Xerife! O que est�s a tentar provar?

Viste a sua estrutura celular, est� totalmente ca�tica.

Est� a gerar novas c�lulas, que as leituras indicam n�o serem humanas!

Est�s a tirar conclus�es precipitadas...

... antes de todas as provas serem analisadas.

O que se passa contigo? Como assim conclus�es precipitadas?

Por que est�s com tanta pressa?

Receias que algu�m registe uma nova patente antes de ti?

E que fa�a um grande neg�cio com uma companhia farmac�utica?

- Vai-te lixar! - Phil, n�o me venhas com tretas!

Que raio � isto de roubares cad�veres

e efectuares experi�ncias fara�nicas com eles?

Phil, diz-me o que est�s a tentar fazer. Criar uma nova ra�a de homens?

O Super-Homem, fisicamente invulner�vel?

E as outras capacidades? Limitar os sentimentos?

Phil, ouve-me, p�! O c�rebro � a minha �rea...

... nunca pensei dizer isto de um Ser Humano,

mas aquele patife est� melhor morto!

Agora, ou acabas com o Kirby, ou acabo eu.

Com quem pensas que est�s a falar?

Tenho de te lembrar que sou o teu chefe?

E serei eu a decidir o que acontecer� aqui e quando e n�o tu!

Agora, desaparece daqui!

J�!

Sabe uma coisa, xerife?

Fiz uma coisa muito m� que...

que n�o meti no requerimento de admiss�o a ajudante

e sinto-me culpado e queria contar-lhe.

Quando eu tinha uns 6 anos, a minha m�e comprou-me um cachorrinho branco.

E logo no primeiro dia que brinquei com ele, sujei-o todo.

Fiquei assustado e quis lav�-lo.

Ent�o, levei-o para a casa de banho.

Lavei-o com p� de talco e tudo e fiz uma grande desordem.

Ent�o pensei, tenho de secar este pulguento, percebe?

Mas n�o o coloquei no secador de roupa...

... porque pensei que se magoaria �s voltas naquela coisa.

Portanto, meti-o no congelador que a minha m�e tinha na garagem,

e sa� com um amigo, diverti-me e esqueci-o por completo.

Mais tarde, a minha m�e foi ao congelador buscar...

carne de assar.

E l� estava aquele pobre c�o. Congelado.

Acho que ele estava a tentar ladrar porque tinha...

a boca aberta...

assim.

Nunca mais vi aquele c�o.

Bom, Charlie, tenho a certeza que isso...

n�o constar� do teu processo. Vai correr tudo bem. N�o te preocupes.

Fico feliz. S� queria tirar este peso do peito.

Est� bem.

Volta para o Old Blues, Charlie.

Parece que precisa de trav�es novos, n�o �?

Parece que n�o nos ouviram.

Parece que vamos ter de partir algumas cabe�as. Que bom.

Fica perto de mim, Charlie. E deixa ser eu a falar, est� bem?

Todos com as m�os contra a parede, seus sacanas!

- Quem � aquele? - O agente pac�vio.

Como te atreves a gritar?

� melhor encostares o rabo ao balc�o.

- Chamaste a pol�cia? - Eu n�o, chefe.

- Chamaste a pol�cia? - Eu n�o, chefe!

- Chamaste a pol�cia? - Eu n�o, Chefe.

Barman, chamaste a pol�cia?

Merda,

se ningu�m chamou a pol�cia, ele deve ser uma miragem.

Dev�amos ter chamado a pol�cia.

Senti saudade das bochechas fofinhas dele, todo o dia.

Bochechas fofinhas, � t�o bom ver-te.

- Com licen�a. - J� viste um par como estas?

Est� bem, olha bem para elas.

Charlie.

Liga para o Billy a solicitar apoio.

Sabes, cowboy...

... tens muitos tomates para vir aqui. Mas desta vez, est�s lixado, senhor.

Manda-os recuar ou parto-te o pesco�o como a uma galinha.

Billy, eram as maiores mamas que j� vi...

e tinham tatuagens.

Carter, anda c�.

Parte-lhe as costas.

Algu�m se mexa, apanhem-no j�!

V� l� para onde atiras! Tens de acertar nele, n�o em mim.

�s o pr�ximo.

Sabes, acho que talvez esteja apaixonado.

Acho mesmo que vou l� dentro convid�-la para sair comigo, sabias?

� meu Deus! Alerta, Billy!

Manda apoio! Todas as unidades para o Old Blues Bar, avan�ar!

- Precisa de ajuda, xerife? - N�o, est� tudo sob controlo, Charlie.

Devo ler-lhes os direitos?

Ele pensa que �s uma experi�ncia.

Acaba com ele, disse ele.

Como se fosses...

... uma esp�cie de interruptor que se liga e desliga.

N�o �s uma experi�ncia, John Kirby.

N�o para mim.

�s o meu �ltimo trabalho.

Consegues ouvir-me, John?

Consegues?

N�o te preocupes com o Halman.

N�o vou deixar que nada te magoe.

Ol�.

A porta estava aberta, por isso entrei.

- � uma m� altura? - N�o, n�o, entra.

Estava aqui nas proximidades, por isso vim-te fazer uma visita.

Ainda bem...

H� uma coisa que te quero dizer, mas se me interrompes, n�o consigo.

- Sim, estou a ouvir. - Interrompeste-me.

Desculpa.

Posso desligar?

� o bot�o da esquerda.

Quero estar novamente contigo.

Tudo o que se passou entre n�s os dois h� seis anos atr�s s�o...

�guas passadas.

Pensei que talvez pud�ssemos come�ar tudo de novo.

Do in�cio. A partir do zero.

Est� bem?

Posso falar agora?

Est� bem.

N�o vamos falar.

Este lugar � lindo.

Sim, � muito lindo.

Tive uma ideia.

Tenho uma cabana na montanha. Vamos l� passar uns dias.

Quando?

- Que tal j�? - Como assim?

Esta noite. Combinado?

Vai para casa preparar-te, vou-te buscar daqui a uma hora.

Est� bem, se n�o estiveres l� daqui a uma hora, volto para c�.

Estarei l�!

- Nancy? - Estou aqui.

- Ol�, querida. - Ol�.

Querida, j� cheguei.

J� cheguei, querida. O que est�s fazer?

A fazer o jantar.

�ptimo, porque estou esfomeado.

Por que n�o telefonaste? Eu ia-te buscar.

- Apeteceu-me vir a p� e sa� mais cedo. - Sentes-te bem?

Sim, sinto-me bem.

Aquele assunto do John Kirby continua a preocupar-te?

Sim...

John Kirby.

Achei que Pizza seria excelente.

- O qu�? - Pizza.

Sim, pizza � bom. �ptimo.

- Parece que avan�aste bastante hoje. - Obrigada. Queres tomar uma bebida?

Sim, que tal um triplo?

Desculpa pelo jantar.

V� l�, n�o sejas tonta. A Pizza serve perfeitamente.

Voltaste a discutir com o Philip?

Sim, voltou a ficar com o meu lugar de estacionamento.

N�o tem piada. O que aconteceu realmente?

Tens alguns anos para ouvir? V� l�, vou buscar a pizza.

N�o vais n�o, vais trabalhar toda a noite no instituto. Eu vou.

N�o, esta noite n�o vou. Vou-me manter-me ocupado por aqui.

Onde est� a Alison?

N�o est� em casa. Vai passar este fim-de-semana fora.

A s�rio?

Estou a pensar em fazer-lhe uma festa de anivers�rio surpresa na pr�xima semana.

� o anivers�rio dela?

Vou fazer o meu famoso bolo de Canela.

Querida, n�o fa�as o teu famoso bolo de canela, por que n�o compras um?

Por que n�o? As pessoas adoram o meu bolo de canela.

Nancy, as pessoas adoram-te, por isso dizem que adoram o teu bolo de canela.

Falas a s�rio?

Falo a s�rio, podemos deixar de falar no bolo de canela?

- Eu vou buscar a pizza. - Acaba a tua pintura.

- Eu vou. - Ent�o vai!

Nancy, �s tu?

Nancy?

Querida, estou aqui, j� des.. P�e a pizza no forno.

John, sou o Dr. Halman. Estou armado.

Eu n�o te quero magoar, John. Quero ajudar-te.

John, vou sair. Tem cuidado, estou armado.

John?

Tom!

Tom? Chegou a pizza!

Tom?

Tom?

Tom?

Tom? O que te aconteceu?

Nancy?

Nancy?

Tom, est�s em casa?

Esquece.

Isto e isto.

Bolas.

Nancy?

N�o! Nancy!

- Meu Deus, o que aconteceu? - Quero sair daqui!

Alison, o que aconteceu? O que aconteceu?

- N�o me deixes! - Est� bem.

Tenho de sair... N�o consigo estar aqui!

Alison, o que aconteceu?

N�o! N�o v�s!

Est� tudo bem. N�o te preocupes.

Traz-me os resultados logo que possas, est� bem, Sam?

Claro.

Dan?

Est� tudo bem.

Por que n�o a levas para o instituto, para lhe darem um sedativo?

- N�o, eu quero ficar contigo. - S� me demorarei um pouco.

Eu tomo conta de si, Alison.

Entra.

Eu cuido dela.

Phil, procurei por todo o lado. N�o consigo encontr�-lo.

� Imposs�vel.

Ele n�o est� aqui!

Tem de estar.

Paul?

V�o cuidar de si.

Ol�, Jimmy. A Miss Halman vai passar a noite aqui, est� bem?

H� algum m�dico que lhe possa receitar um sedativo?

Deixa-me ver, o Dr. Stein est� c�. Est� no 3.� andar.

- E se ele matou algu�m? - N�o sejas rid�culo.

Ele tem buracos de balas no peito.

E depois? Isto n�o significa que matou algu�m.

Talvez algu�m tenha tentado mat�-lo. - Est� bem, mas porqu�?

Esquece isso. Olha para estas feridas.

Eram todas fatais, no entanto sararam todas.

O nosso processo est� a funcionar al�m do que imagin�vamos.

Dr. Spires a responder ao Bip.

Ele diz que � urgente. Est� bem.

Vai ter consigo ao gabinete dele.

Philip, as coisas est�o a descontrolar-se.

Ouve, eu trato do Xerife.

Trata do John.

Assassinado?

H� menos de duas horas atr�s.

Quem pode ter feito tal coisa?

Esperava que me pudesse ajudar a responder a essa pergunta.

N�o vejo como, Xerife.

- Que tal os pacientes do Dr. Halman? - O que t�m eles?

J� se esqueceu o que se passou com John Kirby?

John Kirby est� morto.

Eu sei disso...

mas n�o haver�o mais como ele que estejam vivos?

Sim, claro.

Posso-lhe entregar os ficheiros do Doutor Halman pela manh�.

- Pode encontrar o que procura l�. - Agrade�o.

Boa noite, doutor.

- Ol�, Xerife. - Como � que ela est�?

Parece que est� a reagir bem.

D�-me alguns minutos, est� bem, Charlie?

Est�s bem?

N�o percebo o que aconteceu.

Tenho medo.

Eu sei.

N�o sei o que fazer, abra�as-me?

Est� bem, est� bem. Est� tudo bem.

Vai ficar tudo bem. Prometo.

John matou-o, n�o foi? N�o matou?

N�o quero saber se ele assassinou 100 pessoas.

Somos cientistas, n�o moralistas.

Sabes que eles s�o todos dispens�veis.

John Kirby � o futuro.

Gra�as a ele � poss�vel salvar milh�es de vidas.

S� se conseguirmos aperfei�oar o processo, mas n�o h� tempo.

Ningu�m nos dar� um pr�mio Nobel por homic�dio. � o que o mundo ver�.

Vamos ter de o liquidar.

Ainda n�o.

Ainda temos mais algum tempo.

Bom, temos de faz�-lo rapidamente.

Entregar o corpo ao Xerife e rezar para que nunca ningu�m descubra.

Vou descer para o microsc�pio electr�nico.

Est� bem, Phil.

Desculpa, John.

N�o.

N�o � isto.

John, �s tu?

John?

Charlie, vou ao Instituto de Medicina Legal. Eu j� volto.

- Cuida dela. - Com certeza.

Claro.

Claro!

Paul.

Paul?

Est�s a falar comigo?

Est�s a falar comigo?

Bem me parecia que n�o!

Estava � tua espera.

Entra.

Consegui, John.

Eu fiz hist�ria.

N�s fizemos.

Sou o �nico que resta que sabe como o fizemos.

O que foi?

Sim...

Sim...

- Ol�, trouxe-te umas bolachas. - N�o, obrigado, Charlie.

N�o queres?

Socorro!

- Que diabo foi isso? - N�o sei.

- N�o tenha medo, vou verificar. - Eu vou contigo.

Devia estar a tomar conta de si. Est� bem, fique junto a mim.

Est� bem, n�o tenhas medo. Vamos!

Quieto!

N�o te mexas.

Charlie?

Alison, fuja!

Fuja j�, raios!

Central, daqui � o xerife, para saber se h� alguma coisa!

Xerife, procur�mo-lo por todo o lado.

Est�o a acontecer muitas coisas malucas aqui.

- O que se passa - H� uma grande confus�o aqui no quadro.

Parece que temos alguns mortos, sirenes a soarem no instituto.

Todo o g�nero de alarmes. N�o sei o que se passa l�.

Vou voltar para o Instituto. Trata do resto,

Est� bem, terminado.

Charlie?

Ele magoou-me.

Magoou-me bastante.

Est� bem, Charlie, vou cuidar de ti, vais ficar bem.

- Vai ficar tudo bem. - Desculpe.

Tem calma. Vais ficar bom.

Tem calma. Vai correr tudo bem.

Est� tudo bem, Charlie. Vou cuidar de ti, vai correr tudo bem.

Dan?

Dan, ele est� a mexer-se!

- Dan, est�s bem? - Sim.

Sai! Sai!

Est�s bem?

Vamos.

- Continua, aguento-o aqui. - N�o.

- Sai daqui. - N�o!

Dan, cuidado!

Dan?

Dan, acabou?

Sim, acabou.

Acabou!

Vamos para casa...

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