All language subtitles for Death.Bed.The.Bed.That.Eats.1977.1080p.BluRay.x264-YTS.AG

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Original subtitles

CAF� DA MANH�

Estive preso atr�s de minha pintura, neste limbo, por 60 anos, desde minha morte.

Acho que metade desse tempo eu ouvi esse monstruoso ronco.

Algu�m est� vindo.

Meu Deus, est� acordando!

Estou com medo. Vamos voltar.

Com medo? O que h�, gatinha? N�o h� nada a temer.

Olha, sei que andamos muito, deve estar exausta e querendo voltar,

Mas n�o precisa se preocupar com nada.

Se quiser mesmo, podemos voltar tudo de novo.

Mas pense um pouco, t�?

Olha, voc� sabe que eu te amo.

T� bom, venha, vamos.

Espere aqui.

S� um minuto.

Droga!

Todos trancados.

Venha, vamos achar uma entrada.

L�.

Se ao menos eu pudesse falar atrav�s dessa pintura e avis�-los...

Se ao menos o dem�nio sonhasse...

Ei, olha pra isso.

N�o � �timo?

Sim, muito legal.

Venha.

O que trouxe para comer?

Est� com fome?

Andamos bastante.

T� bom.

Oh, Frank.

Pode trancar a porta?

Amor, j� te falei, ningu�m vem aqui h� anos.

Tranque mesmo assim, t�?

Certo.

J� estava trancada.

- Vamos comer. - Prefiro n�o.

Estou um pouco nervosa, vamos dar um tempinho.

Est� bem.

H� algo errado.

Devo ter me enganado.

N�o se preocupe, eu perdi o meu apetite.

Meu deus, est� sonhando.

Tem sido t�o covarde influencia-los a tira-lo dessa casa.

Depois de anos de fome e mortes na cidade.

Milhares desaparecerem.

Estranhos sons de 'mastigadas' ouvidas a noite.

Prefeito ordena medidas!

Prefeito desaparece.

Ent�o voc� n�o come h� 10 anos.

N�o se queixe comigo. N�o fui eu que me tranquei nesse canto.

Se n�o tivesse sido t�o ganancioso, n�o teria comido todos que estiveram na casa.

Agora a propriedade � mal afamada depois de tantos desaparecimentos.

Ningu�m mais quer vir aqui.

Isso, desconte na casa, j� que a culpa por sua pr�pria idiotice.

Mas ao inv�s de mero vandalismo,

por que n�o usa seus grandes poderes para destruir a casa toda?

Sim, isso. Sim, sim.

Voc� � t�o tolo.

Apesar de todos os seus poderes, limitados apenas pela sua estupidez,

voc� n�o pode se mover.

Agora nada mais restou al�m da velha adega, onde voc� se enterrou, vivo.

Para sempre faminto.

ALMO�O

Um gangster era o dono, anos atr�s.

Um dia ele desapareceu, provavelmente no leito de algum rio.

Uma amiga minha, advogada, est� vendendo o que resta da propriedade.

� assim que eu ganhei permiss�o para usar o lugar.

Eu disse a ela que queria sair da cidade por um tempo.

E ela me ofereceu o lugar.

Ela mesma nunca viu, mas disse que era bem tranquilo.

Deveria ser por aqui.

O que � esse cheiro?

Talvez uma carni�a.

Eu me sinto t�o mal.

Eu n�o devia ter vindo...

A culpa � minha. Eu me convidei pra vir.

S� conhe�o Diane do trabalho. Eu n�o devia ser t�o intrometida.

Elas me ignoraram o tempo todo no carro.

Exceto quando Diane zombou de mim.

Susan, espero que tenha trazido outras roupas com voc�.

Estamos indo para o campo, n�o para um restaurante.

N�o, mas eu trouxe flores para levar at� a casa.

Pode estar melanc�lica depois de tanto tempo abandonada.

Flores? Trouxe flores para o campo?

Susan, odeio decepcion�-la, mas flores crescem no campo.

J� tem um monte delas l�.

Incr�vel...

Eu devia pedir para ela voltar e me levar de volta para casa.

Mas eu estava com medo.

Elas se olhavam de uma forma estranha.

Eu n�o sei por que me perturbava tanto, mas

depois de um tempo senti que eu tinha que sair e eu n�o podia.

Eu n�o podia sair.

Diane e sua amiga pensam que eu sou idiota.

Onde ser� que essa casa est�?

Se essas pessoas tiveram onde morrer, deviam ter onde viver.

N�o aqui!

J� faz tanto tempo desde sua �ltima refei��o.

Por que voc� hesita?

� fant�stico.

Onde est� Susan?

Acho que n�o est� muito bem, eu vou buscar ela.

A� est� outra. Sendo trazida at� voc�.

Senhorita, se pudesse me ver e eu pudesse falar atrav�s dessa pintura para avisa-la,

ainda seria tarde para mudar o horror que aguarda por voc�s.

Voc� me v� como uma pintura na parede.

E eu s� a vejo servida sobre uma monstruosa bandeja de prata.

Est� sangrando, por que?

� essa aqui!

Ela te incomoda por algum motivo.

Por que est� com medo?

Eu nunca te vi assim antes.

Pelo menos n�o tem que se preocupar em achar um lugar para dormir.

Esta cama � grande o suficiente para n�s tr�s.

Se estiver apertado, eu posso dormir no ch�o.

N�o seja boba, h� muito espa�o, n�o vou te deixar dormir no ch�o.

Estou muito cansada.

Talvez eu devesse dormir agora, e voc�s ficam com a cama a noite.

- O que voc� vai fazer � noite? - Eu n�o durmo muito bem a noite.

Posso cuidar da lareira.

Se estiver ok pra voc�.

Melhor que ok, por mim.

Se estiver com sono pode dormir o quanto quiser.

N�s a acordamos pra comer.

Vamos l�, Sharon. Vamos dar uma olhada l� fora.

Deixou ela e sua amiga sa�rem!

Ela deve ter te aterrorizado, mas por qu�?

Eu n�o sei o que aquele lugar era.

Talvez a casa de h�spedes.

Ou um armaz�m.

O resto da casa deve estar por aqui em algum lugar.

Que pena que a cama n�o tenha medo de voc�.

S� est� te deixando ir porque sabe que vai voltar.

Estranho.

Muito estranho.

Pelo menos a cama parece confort�vel.

Quando voltarem, direi que estou t�o doente, que ter�o que me levar pra casa.

Elas ter�o que levar.

Ter�o.

O Senhor guarde minha alma.

Se eu morrer antes de acordar.

Acha que vir�o procurar por mim?

N�o se preocupe. Se isso acontecer, eu dou um jeito.

- Ou�a, voc� tem que ir busc�-la. - N�o de novo.

N�o eu de novo.

Voc� conhece o estado mental dela.

Por que toda vez que minha irm�zinha foge de casa, eu que tenho que ir atr�s?

Eu quero que voc� v� busc�-la!

Ok, eu acho que sei onde procura-la agora.

Observe seu repouso

Brinque com ela, d� a ela pesadelos.

Coma a vontade, � o seu favorito.

Oh, n�o tenho fome.

Bobagem, fiz especialmente pra voc�. Voc� tem que comer.

N�o, obrigado. � s�rio, eu n�o estou com fome.

Claro que est�! Voc� tem que comer!

Por favor. Eu n�o me sinto muito bem.

Aqui, prove. Voc� vai se sentir melhor.

Voc� sabe para onde ela foi?

N�o, eu n�o sou um policial.

Sim, sou mesmo irm�o dela.

Sabe me dizer como chegar l�?

Sim.

T�.

Eu viro l�?

Sim, eu entendi.

Obrigado.

Voc� est� dando um presente a elas.

Um gesto gentil.

Rosas crescidas do cr�nio de sua companheira.

Voc� gosta do grotesco.

Voc� n�o � nada al�m de grotesco.

Exceto faminto, � claro.

Eu vou almo�ar l� no carro. Veja se Susan est� com fome.

N�o estava l�. A cama n�o estava desarrumada.

Bem, se estiver com fome vai nos achar.

Estranho, o cheiro podre sumiu, O ar parece puro agora.

Um mero toque antes que sangue outra vez.

O medo que tem dela...

De onde vem?

Os presentes que me deu.

Os an�is e j�ias das v�timas que vi morrerem diante de meus olhos.

Um desses an�is poderia conter a resposta.

Vem c� menina, venha e beba vinho.

Certamente n�o tem nada a ver com o reverendo Tusburgo.

Algu�m muito velha, talvez?

Ou jovem?

E a empregada que certa noite precedeu seu mestre?

Poderia ser o autodeclarado Dr. Graham, cuja namorada arrendou a propriedade

como uma cl�nica contra impot�ncia?

E declarou que a cama era um revigorante sexual.

Tinha muitos clientes, mas como algum deles poderia te perturbar?

Como foi?

- Algum sucesso? - N�o foi muito bem.

- Talvez seja eu, fiz algo errado. - N�o � sua culpa.

� todo esse arranjo, cama velha, homem velho.

O que n�s precisamos � de uma vis�o.

Deixe-me pensar.

O sol!

Vamos celebrar o sol!

Vou mover a cama para fora.

Eu direi que cont�m minerais artificiais, �m�s

energizada e renovada pela luz do sol

e aqueles que dormirem nela ser�o renovados tamb�m.

Isso mesmo! Estaremos l�.

E como um b�nus de excita��o podemos eletrificar a cama.

Cuidamos de qualquer homem.

Oh, Deus, que perdedor.

Vamos! Fa�a alguma coisa.

Somando tudo, acho que foi muito bem.

N�o para mim.

A partir de agora, essa ser� a cama celestial.

Lindo.

Restaurador, rejuvenescedor, vibrat�rio.

- Purificador, enternecedor e ativo. - O que faremos amanh�?

Vou alugar a cama

para experi�ncias religiosas.

Fomos convidados.

- Voc� gostaria de experimentar? - Claro.

Depois de voc�.

Talvez algu�m na orgia?

Aquele foi um grande banquete.

De fato, voc� se fartou a tal ponto que dormiu por muitas semanas.

Nesse meio tempo, um novo propriet�rio chegou

e enquanto voc� dormia ele te colocou no por�o.

Voc� perdeu seu lugar na casa e as pessoas ficaram fora do seu alcance

at� o �ltimo propriet�rio.

Mas o que isso tem a ver com a garota que te assusta tanto hoje?

Por que estamos aqui?

Por que estamos neste fim de mundo?

Eu n�o sei por que voc� est� t�o preocupado.

Ou�a, quando se tornar t�o importante a ponto de algu�m querer mata-lo,

voc� vai se preocupar.

� o esconderijo mais est�pido que eu j� vi!

Cale-se! D� as cartas, depois fala.

Acho que ouvi alguma coisa.

Eu n�o ouvi nada.

O que � isso, uma piada?

Deus, estou sendo comido vivo!

E quanto a mim...

Eu estava morrendo de tuberculose e voc� sabia.

Cercado por minhas pinturas, eu decidi pintar meu leito de morte.

E voc� me ressuscitou atr�s da pintura.

Seria porque eu estava doente que n�o queria me comer?

Ou talvez voc� s� queria companhia?

Estou nesse limbo desde ent�o.

Droga, ela deve ter ca�do numa armadilha de urso ou areia movedi�a.

Bem feito.

Ela voltou outra vez, procurando pela outra jovem.

Voc� est� sangrando de novo.

Eu deveria voltar antes dos an�is, at� o princ�pio?

Teria a ver com aquela que jaz num estado antinatural, como eu.

Aquela que morreu para voc� viver?

Um dem�nio vivia numa �rvore, e se transformou numa brisa.

Nesse estado ele vagou at� uma jovem donzela.

Ele girou ao seu redor, envolvendo-a com sua forma.

Gentilmente soprou por seus cabelos, sua mente e seus sonhos.

Para seduzi-la, decidiu criar uma cama, unicamente para a ocasi�o.

Ele a chamou, sabendo que ela teria que vir.

Assumiu uma forma humana, exceto pelos olhos.

Pois olhos de dem�nio s�o sempre da cor do sangue.

Mas algo tr�gico aconteceu.

Embora tivesse forma humana, ainda era um dem�nio.

Antinatural para ela.

E ela morreu.

Esse n�o era o seu plano.

Estava realmente arrependido.

Seus olhos tornaram-se frios, estilha�ados por seu pesar.

L�grimas de sangue ca�ram sobre a cama.

Ele voou, procurando abrigo na �rvore.

Permanecendo l� at� hoje.

As gotas de seu sangue foram absorvidos pela cama.

E do sangue a vida floresceu. E com a vida, a fome.

Apenas uma vez a cada dez anos o dem�nio dorme.

E quando dorme, ele o encontra em seus pesadelos.

S� ent�o voc� perde seu poder, sendo incapaz de se defender.

E eu posso falar atrav�s da minha pintura.

Sua fam�lia a encontrou e a enterrou.

E voc� foi levado para dentro da casa.

Em meses, acabou com o restante de sua linhagem.

As outras sepulturas foram corro�das pelo lago.

Mas n�o haveria ru�na aonde ela jaz meio-morta.

Meu deus, � isso, t�o simples.

A peculiar similaridade entre seus olhos.

Os olhos dela te lembram dos olhos dela.

Daquela que te deu vida.

Nem mesmo voc� poderia se alimentar da sua jovem m�e sem hesitar,

Mas agora voc� sabe, e conseguir� comer.

Se ela voltar, ser� devorada.

Susan!

Susan!

Susan!

Susan!

Se n�o est� no carro ou no quarto, onde estaria?

H� uma cidade a 10 quil�metros daqui, pegue o carro e v� procurar ajuda.

O que voc� vai fazer?

Eu ficarei aqui, caso ela volte.

Susan!

Susan!

Susan!

Este lugar parece limpo para um lugar abandonado.

Espero que n�o tenha um psicopata por a�.

JANTAR

Tabaco...

N�o fumo h� uns 70 anos.

N�o. N�o de novo.

De novo.

De novo.

Nunca vai acabar.

Nunca vai acabar.

Onde voc� estava? Procurei em toda parte.

Eu estava aqui, lendo perto do fogo, como eu disse que faria.

O que esteve lendo para que eu n�o te achasse?

Um livro sobre pessoas mortas. Eu estou nele, e voc� tamb�m.

Veja voc� mesma.

N�o estou aqui. N�o tem nada aqui.

Mas est�.

Olhe para o fogo.

Voc� pode se ver l�.

� um livro de pessoas mortas.

Veja por si mesma.

Eu estou nele e voc� tamb�m.

Ela n�o pode apreciar seu grosseiro sadismo.

N�o percebe que todas as suas energias mentais j� se foram?

Estes jogos s�o odiosos.

Sharon!

Sharon!

Outro... sim, mais um.

Sharon!

Sharon!

Ela n�o est� em condi��es de sequer explicar.

Eu n�o sei o que far� disso.

Eu n�o sei o que est� acontecendo. Mas temos de sair.

Estamos presos de qualquer forma, ent�o vale uma tentativa.

Est� guardando-os para quando seu apetite voltar?

N�o tem mais carne...

Quase nenhum sangue.

� quase uma opera��o cir�rgica.

Fant�stico. A cartilagem est� se deteriorando.

V�o cair um por um.

Eu n�o acho que eu possa suportar.

Sharon, voc� precisa arrancar.

O dem�nio dorme. Est� sonhando.

Voc� perdeu suas for�as, eu posso falar atrav�s da minha pintura.

A MERECIDA SOBREMESA

Senhorita, eu a despertei ou n�o poderia compreender.

Venha at� a pintura.

Toque minha m�o.

E eu te direi o que fazer.

Primeiro, tire o seu irm�o daqui.

Voc� precisa se apressar, antes que o dem�nio acorde de seu sono agitado.

Um c�rculo de madeira precisa ser constru�do.

No ch�o ao redor de sua �rea de ataque, trace um c�rculo de sangue igual ao de madeira.

Para fechar o c�rculo, ache os restos dos dedos de seu irm�o.

Pegue uma mecha do cabelo de sua amiga.

Isso ir� unir os c�rculos.

A morte ser� for�ada de um c�rculo para o outro.

Receio ter mentido para voc�.

Eu sabia que n�o conseguiria sobreviver a cerim�nia.

Agora tudo o que precisamos para destrui-lo � aquela que lhe deu vida.

Sua morte ser� a vida dela.

Copule outra vez e isso o destruir�.

Acha que fiz tudo isso s� por voc�?

Leva-lo � morte n�o � por vingan�a,

mas por minha liberdade.

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