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Em 12 de junho de 1927, Washington, o coronel Charles A. Lindbergh
fez uma homenagem aos que morreram na guerra.
Ele disse: "Naquela �poca,
"houve proezas e conquistas
"que superaram todos os marcos da avia��o."
Este filme � inteiramente dedicado
aos tais jovens guerreiros do c�u,
cujas asas os transformaram em anjos para sempre.
Uma cidadezinha em 1917 com a juventude e seus sonhos.
Jack Powell desejava voar
sempre que ouvia o rumor das asas.
Ali�s, ele decolou algumas vezes...
Mary Preston sempre foi sua vizinha.
Uma vez, Jack a escolheu a dedo,
mas �s vezes ele se arrepende.
"Nossa, voc� n�o pode deixar um homem trabalhar em paz?"
Quase um ve�culo...
"A nova transmiss�o o deixou r�pido como uma estrela cadente."
"A estrela cadente... Que nome incr�vel para ele!"
"Voc� sabe o que pode fazer quando v� uma estrela cadente?"
"Bem, voc� pode beijar a garota que ama."
"Talvez eu beije."
"Est� bem, Mary. At� mais."
Sylvia Lewis tinha uma vantagem sobre as garotas da cidadezinha.
Ela era uma visitante de fora.
A vantagem de David Armstrong era pertencer � fam�lia mais rica da cidade.
"Sylvia! Quero que voc� seja a primeira."
Ent�o a juventude riu e chorou e viveu seu momento despreocupada
enquanto sobre o mundo pairava uma nuvem que se espalhou
at� que sua sombra alcan�ou todas as pessoas.
GUERRA
E a juventude encarou o desafio.
BASE DE EXAME DE AVIA��O
Eis uma porta que somente o mais corajoso de todos ousou abrir,
um caminho de gl�ria rumo �s estrelas!
"Deixe a sua assinatura, bonit�o."
"Herman Schwimpf?
"� um �timo nome para lutar com o c�iser!"
"Se eu pudesse,
"eu colocaria todos os holandeses na pris�o at� o fim da guerra."
"Sou t�o americano quanto voc�. Vou mostrar!"
A BANDEIRA AMERICANA PARA SEMPRE
A vida marchou mais r�pido naqueles dias fren�ticos de 1917.
Tambores e clarins tocavam.
Os homens se apressavam e as mulheres os beijavam.
Para David - com todo o meu amor Sylvia
"Sylvia! Vou para o treinamento hoje � tarde."
"Estou muito orgulhosa de voc�, Jack, te desejo toda a sorte do mundo."
"Pode me dar uma foto sua, Sylvia, assim eu levo comigo?"
"Nossa, n�o imaginei que j� a tivesse separado!
"Vai estar sempre comigo. Vai me dar sorte."
"Por favor, n�o entenda mal..."
"Se voc� o visse, David,
"saberia por que eu n�o poderia pegar de volta."
"Ele s� tem uma foto, David, porque fiquei com pena dele."
"Mas voc� tem
"o meu cora��o!"
"Nossa, quase esqueci de me despedir da Mary."
"Bem, estou indo, Mary. Tchau."
"Trouxe isto para voc�. Achei que talvez voc�..."
"Voc� pode usar o Estrela Cadente enquanto eu estiver fora."
"Mas cuidado para n�o acabar com ele!"
"David, n�o esque�a de trocar de meia quando seus p�s estiverem �midos.
"E outra coisa..."
"Sim, m�e."
"� hora do mestre David pegar o trem."
"N�o sabia que voc� ainda tinha o meu velho ursinho!"
"Era o seu brinquedo preferido.
"Parece que foi ontem."
"E agora, meu filhinho � um soldado."
"Esse urso n�o � grande o suficiente para te proteger, Dave!"
"Pensei em levar comigo pai. Talvez me d� sorte."
"Ah, Davie, Davie, prometa traz�-lo de volta para mim!"
O primeiro passo para a gl�ria. Diretamente, sem glamour,
e t�o entusiasmante quanto voltar � escola!
"Herman Schwimpf? Neste ex�rcito de adultos?"
"Sim, Schwimpf!
"E t�o bom combatente quanto voc�, irland�s. Vou provar!"
A BANDEIRA AMERICANA PARA SEMPRE
Eles vieram para voar, para aprender que os aviadores s�o formados no solo.
� por isso que o mundo deles estava de ponta-cabe�a!
Durante todo o treinamento,
a avers�o de Jack por David crescia cada dia mais.
"Ei, Powell, deixe meu chap�u em paz!"
"Tire essa risadinha da cara!"
"Pare! Nunca vi tantas lavadeiras na minha vida!"
"Volte aqui, seu inconsciente!"
"� assim que se d� um de direita!"
"E assim se revida com o seu gancho de esquerda!"
"Nunca d� um tap�o assim."
"Mudem de posi��o."
"Mandem ver, seus maricas!"
"Cara, voc� � dur�o!"
Enquanto em casa...
UNIDADE FEMININA DE TRANSPORTE
CONVOCA��O PARA A REUNI�O DE QUINTA � TARDE
A Sra. Bell Thomas precisa de volunt�rias
para uma unidade Feminina de Transporte Americano.
Preferencialmente as que dirigem carros Ford.
Jack e David come�aram a acreditar que nunca veriam avi�es de verdade.
At� que a escola para iniciantes acabou!
"Meu nome � White."
"Fico feliz por estarem aqui, Powell. Estaremos bastante juntos."
"Preciso treinar uma manobra antes do jantar."
AM�NDOA - LEITE CHOCOLATE
"Por que o ursinho? Para dar sorte?"
"Muitas pessoas t�m mascotes, n�o t�m, White?"
"Sim, muita gente carrega algo para dar sorte."
"Mas eu nunca tive nada."
"Com sorte ou sem sorte,
"quando chega a hora, n�o tem escapat�ria!"
"Talvez ele tenha raz�o,
"mas quando eu decolar, este ursinho vir� comigo."
"Eu tamb�m!"
"Eu n�o sabia que voc� tinha um amuleto. O que �?"
"� um segredo!"
No alto, os avi�es circulam, mergulham e fazem espirais.
O c�u parece repleto deles
enquanto o cadete White faz as suas manobras antes do jantar."
"Disseram para a gente n�o sair correndo em caso de acidente!"
"Estes s�o os aposentos do cadete White?"
"Arrume as coisas dele. Voltarei para levar para o quartel-general."
Para o meu querido filho.
Que Deus te proteja sempre.
"Cadete Powell? Cadete Armstrong?"
"Apresentem-se para receber instru��es de voo imediatamente."
FERRAMENTAS
"Tudo pronto?"
"Certo!"
Como um poderoso turbilh�o de destrui��o,
a guerra sugou para o seu centro o poder e orgulho de toda a Terra.
Al�m-mar est� o ninho da guerra, uma pista americana atr�s das linhas.
Novamente a Estrela Cadente, desta vez uma viajante do para�so.
O patriotismo de Herman Schwimpf era � prova de picada.
Falhando como aviador, se realistou como mec�nico.
"Acorde! Voc� est� na patrulha da madrugada!"
A sua primeira patrulha da madrugada! O seu sonho tornou-se realidade.
Eis o chamado de clarim para os perigos ofegantes do c�u.
Aqui, finalmente!
"Patrulha entre aqui e Mervale.
"E cuidado com o capit�o Kellermann e o seu 'Circo Voador'."
"Powell, Armstrong, � a sua primeira patrulha."
"Manter forma��o, observar sinais!"
"Fique como o pesco�o de uma coruja. Cuidado nas guinadas!"
"Espero encontrar uns soldados alem�es."
"Se Kellermann estiver com o seu circo, voc� ver� muitos, n�o se preocupe!"
"Tudo pronto?"
"Certo!"
O rumor das asas antigamente era um sonho rom�ntico,
agora tornou-se uma dura realidade para Jack Powell
No alto-mar do para�so...
O inimigo!
Conde von Kellermann, famoso �s alem�o e l�der do Circo Voador.
O sinal dos l�deres rivais para o ataque.
A dez mil p�s de altitude,
os esquadr�es rivais come�aram o combate a�reo.
Balas incendi�rias e o avi�o americano tr�s cai em chamas!
A batalha real tornou-se uma s�rie de duelos individuais.
Tudo igual. Alem�o 2 foi derrubado pelo Americano 2.
Mas o Americano 2 baixou a guarda por um instante e pagou o pre�o!
O l�der americano � atingido!
A luta se amplia.
David foi isolado pelo ataque do famoso capit�o von Kellermann.
A metralhadora de David emperra deixando-o nas m�os do seu inimigo.
Mas houve cavalheirismo entre estes cavaleiros do ar.
Enquanto isso, Jack separado do resto, v� dois Fokkers na sua cola.
Um tiro de sorte desligou o motor de Jack.
Sua �nica esperan�a � tentar pousar e confiar na sorte.
O socorro vem de uma trincheira brit�nica.
"Ol�, ianque. Bem-vindo a uma guerrinha feliz!"
"Que tal uma bebida em nome do rei e do tio Sam?"
"Est� bem!"
Passam-se semanas. Os aviadores novatos tornam-se veteranos.
Enquanto em uma estrada destru�da, atr�s das linhas vem outro,
j� um veterano de servi�o.
"N�o me abandone, m�e..."
"Se precisam de beijos, vou beij�-los com o cabo da pistola! Entrem!"
Um Gotha gigante, o mais potente dos bombardeiros alem�es,
atravessa a linha com a sua carga mortal...
"Temos informa��o de concentra��o secreta do inimigo em Mervale.
"Prossiga para l� diretamente e destrua tudo!"
Acompanhado por dois avi�es de batalha,
o grande drag�o ruge procurando a sua presa.
Mervale, um pequeno vilarejo repleto de muni��o
e de tropas aquarteladas.
A "gripe" atacou Mervale, e o carrinho de Mary
chegou repleto de rem�dios.
"Gotha sobre Mervale, dois mil metros."
"Tudo pronto?"
"Certo!"
No cockpit do Gotha.
Circulando para superar o vento.
"Ei! Onde est�o todos?"
Velozes e diretos como flechas da vingan�a
v�m os dois americanos.
Enquanto Jack se lan�a no Gotha, David ataca os dois avi�es de batalha.
Perseguindo um Fokker, David fica aberto para o ataque do outro.
Despreocupado com o perigo, David segue a sua presa.
O alem�o restante desiste da batalha.
Enquanto isso, Jack segue o drag�o desajeitado
em seu voo em zigue-zague.
Mirando para inserir um rio de fogo na barriga do monstro.
"� o tolo voador que chamam de Estrela Cadente!"
A recompensa da bravura.
"A Fran�a tem orgulho de homenage�-lo, tenente,
"orgulho de reconhecer cavalheirismo nos aliados, como seus pr�prios filhos."
"Igualmente, tenente, voc� tamb�m merece ser um �s.
"Que o inimigo aprenda a tem�-lo como n�s militares o admiramos."
Uma condecora��o significou uma folga, e uma folga
com os nervos � flor da pele
por semanas de guerra incessante nos c�us, significava s� uma coisa...
Desde a entrada dos americanos na guerra,
os aliados prepararam silenciosamente o "Big Push",
a maior batalha da hist�ria. Eis a chamada final.
"Finalmente chegou o grande dia! Precisamos estar prontos.
"Cancelem todas as sa�das. Chamem todos."
Para: Todos os Comandantes dos Esquadr�es, Servi�o A�reo.
De: O Chefe do Terceiro Batalh�o.
Voc�s devem manter sua equipe de prontid�o
para servirem nesta batalha sem atrasos.
Tragam imediatamente o m�ximo de avi�es, pilotos,
e observadores dispon�veis para servi�o...
Paris em �poca de guerra. A capital mundial da alegria
lotada com soldados de todas as ra�as
de licen�a da morte, tentando esquecer.
A Estrela Cadente! Aqui em Paris!
"Est�o reunindo todos os aviadores poss�veis. Todos os convocados
"devem comparecer, caso contr�rio enfrentar�o a corte marcial."
Para: Toda a Pol�cia Militar:
Voc�s devem notificar os oficiais e os homens listados abaixo
para comparecerem imediatamente sob pena de corte marcial:
39� Esquadr�o A�reo
Tenente David Armstrong Tenente John Powell
"Tem raz�o, senhorita. Powell estava aqui. Jack Powell, do 39�.
"A gangue dele brigou feio com seis gar�ons e um policial."
"Foram para o Folies Berg�re."
Para os que tinham acabado de sair da batalha,
com a mente repleta de horrores intensos,
a tend�ncia aqui era querer esquecer.
"Viva a bebida!"
"Tudo pronto?"
"Certo!"
"Saia daqui, soldadinho. Nada de beber com a farda."
"Jack, Jack, voc� n�o me conhece?"
"N�o entende? Sua licen�a foi cancelada! Precisa voltar � guerra!"
"Nada de guerra, s� bebida!"
"N�o � nenhuma guerra... Nenhuma guerra..."
"Qual � o problema? Perdeu o seu homem?"
"Me conte, ch�rie."
"Ele � s� um garoto. Ele n�o percebe..."
"Eu entendo."
"Pensa em conquistar com hostilidade?
"No, ma ch�rie! Mas com gentileza, sim!"
"Ent�o coloque um dos vestidos da dan�arina."
"Venha comigo e beberemos os melhores drinques do mundo."
"Nada de briga! Vou aonde quer que estejam as melhores bebidas!"
"Ela tem bolhas no olhar. Ela vence."
"Bolhinhas."
"Vou beijar voc�."
"Todas as sa�das foram canceladas. Voltar para a linha de frente!"
Para: Toda a Pol�cia Militar:
Voc�s devem notificar os oficiais e os homens listados abaixo
para comparecerem imediatamente sob pena da corte marcial:
"E voc� de uniforme tamb�m... Durante o dia!"
"Vista-se! N�o pode sair vestida assim.
"Tem que voltar para casa, irm�."
A cada dia, as longas estradas da Fran�a estavam repletas de tropas
como prepara��o para o "Big Push" em suas etapas finais.
O reino encantado de Paris sumiu. Eis a dura realidade do combate a�reo.
O rumor dos motores e da morte pairando pelas nuvens.
"Estudem seus mapas agora! Eu aviso quando devem decolar!"
"Vai levar a minha condecora��o � minha m�e, Jack?"
"Estou com um pressentimento de que n�o vou voltar hoje."
"� s�rio, Jack. Veja se est� tudo certo com as minhas coisas
"antes de mandarem para a minha casa."
Jack ainda acha que eu o amo. As cartas dele s� dizem isso.
Mas � voc� quem amo, querido David, e penso como...
RETORNO DE MARY PRESTON
De acordo com uma informa��o recebida ontem, a Srta. Mary Preston,
desta cidade, renunciou � Unidade Feminina de Transporte,
e ir� voltar imediatamente para os Estados Unidos.
"Nossa, que estranho! Mary n�o � o tipo que desiste."
"Renunciar n�o significa desistir. �s vezes significa ser despedido!"
"Quando estas garotas chegam em Paris..."
"Cameron, aqui ningu�m fala de Mary Preston assim!
"Retire o que disse!"
"Est� bem! Eu n�o sabia que era a sua namorada."
"Voc� est� apaixonado pela Mary, Jack?"
"Dave, eu amo a Sylvia e acredito que ela me ame!"
"Dave, eu n�o deixaria que nada estragasse a nossa amizade.
"Mas parecia a coisa justa para dizer para voc�."
"Voc� sempre perguntou qual era o meu amuleto. Aqui est�."
"Sylvia me deu isto. Ela n�o teria me dado se n�o me amasse."
Para David - com todo o meu amor Sylvia
"Me d� o medalh�o. Eu coloco."
"N�o quero que ningu�m o toque, nem voc�, Dave."
"N�o � hora para brincadeira! Os bal�es alem�es est�o prontos
"e acabando com todo o nosso movimento de tropa!
"Atr�s deles."
"Amizade significa muito para voc�, n�o �?"
"Tudo pronto?"
Os olhos do inimigo avistam os movimentos da nossa tropa.
"Protejam-se!"
"Ei, Red, pare com isso!"
Um esquadr�o inimigo se aproxima por tr�s para pegar os dois americanos.
Para proteger o seu parceiro, David se lan�a em um combate desesperado.
O ataque de David derruba um inimigo.
E outro alem�o � abatido.
Mas eis o acerto de contas.
Os dois alem�es restantes ganharam de novo altitude.
David est� nas m�os deles.
Girando e mergulhando atrav�s das nuvens.
Enquanto isso, Jack atinge dois bal�es em um vale protegido.
Triunfo! Mas onde estava David?
Com um mau press�gio, Jack direciona seu avi�o para casa.
Enquanto David como uma lebre driblando c�es...
A noite toda, com a hora H planejada para o amanhecer,
os ex�rcitos aliados moviam-se furtivamente para seus postos.
Atr�s da linha inimiga...
Pela noite, esperando, rezando...
Ao amanhecer, um avi�o alem�o solit�rio desprezando sua recep��o...
Spad 98, seu esquadr�o foi abatido no Rio Mad.
Piloto morto. Capit�o Otto Kellermann.
Na frente de batalha h� uma imobilidade como a morte.
Nas trincheiras, homens se arrastavam
e mal conseguiam respirar.
Posicionando torpedos Bangalore
para arrancar o arame farpado que por tanto tempo os protegeu.
"Vou acertar as coisas para o Dave, ou n�o vou voltar!"
Os motores ociosos se apressam.
Um atr�s do outro os avi�es levantam voo como aves de rapina.
A grande batalha est� no ar!
Movido por um grande desejo de vingar o seu parceiro,
Jack encara as linhas alem�s sozinho.
Um fasc�nio m�rbido, metade esperan�a e metade temor,
o atrai na dire��o do Rio Mad.
A p�, os soldados continuam avan�ando.
Os reservas alem�es se apressam para o novo empuxo...
Um general alem�o e seu assistente.
Na metade da manh�, o avan�o aliado era geral na linha de frente.
Avan�ando �s cegas,
remanescentes americanos do primeiro grupo
alcan�aram as trincheiras inimigas.
O contra-ataque inimigo!
Novos grupos americanos renovam o ataque.
"Muito bem! At� que eles n�o s�o ruins!"
Colonos franceses unem-se ao ataque.
Perto do Rio Mad, nos p�ntanos,
quando em �poca de paz alguns errantes acharam seus caminhos.
A retirada inimiga torna-se uma rota.
VIT�RIA
� o fim do alvoro�o da batalha.
Com o solo repleto de mortos, Jack direciona seu avi�o para casa.
� sua frente, um avi�o alem�o solit�rio
em dire��o das linhas de frente americanas!
"Jack!"
Somente outra odiada Cruz de Ferro,
somente outro inimigo a ser abatido sem miseric�rdia.
"Jack, voc� n�o me conhece?"
"N�o lhe resta muito tempo de vida. T�o jovem! Venha, monsieur. "
"Eu roubei o avi�o. Achei que talvez pudesse atravessar as linhas de frente."
"Dave, Dave! Voc� n�o est� t�o ferido. Vou arrumar um m�dico."
"Se fizesse diferen�a, eu teria ido."
"� quest�o de minutos, monsieur."
"C'est la guerre!"
"N�o v�, Jack. Fique um pouco aqui comigo."
"Dave, eu estava tentando pegar mais um alem�o para voc�."
"N�o, Jack, por favor. N�o foi culpa sua."
"Voc� n�o atirou em mim, Jack."
"N�o v� que voc� acabou com os alem�es?
"Dave, voc� sabe que a inten��o n�o era dizer aquilo sobre a foto, certo?"
"Saiba que n�o h� nada neste mundo
"que signifique tanto para mim quanto a sua amizade."
"Eu sempre soube."
"Tudo pronto?"
De repente o clamor da guerra � silenciado.
O cen�rio mudou e o c�u clareou.
Jack ainda acha que eu o amo. As cartas dele s� dizem isso.
Mas � voc� quem amo,3 querido David, e penso como...
Saiu de casa como um garoto e voltou como homem.
HER�I VOLTA PARA CASA
JACK POWELL DISTINTO HER�I DA GUERRA
VOLTA PARA CASA NA QUINTA-FEIRA � TARDE
"Eu queria odi�-lo, John, mas n�o consigo.
"N�o foi culpa sua. Foi � guerra!"
Lembran�as...
"Mary, h� algo que preciso lhe dizer."
"Uma noite em Paris..."
"Havia uma garota e eu perdi a cabe�a.
"N�o sei quem ela era. Eu nunca quis saber."
"E depois..."
"Eu tamb�m conheci a guerra, Jack. E n�o posso culpar ningu�m de nada.
"S� importa o que acontecer daqui para frente, n�o �, meu bem?"
"Voc� sabe o que pode fazer quando v� uma estrela cadente?"
"Voc� pode beijar a garota que ama."
Fim
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