All language subtitles for Slasher.S05E06.1080p.HEVC.x265-MeGusta

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Jesus, Maria e...

� como rastejar no rabo de um porco velho.

O corpo tem quase oito dias.

Disseram-me que o estado seria diferente.

N�o h� nada que eu possa fazer agora.

Vou dar um jeito, mas posso n�o aceitar a entrega da pr�xima vez.

Continue batendo, maldito seja. Vamos.

Droga!

GeekS sanguinariamente apresenta...

Slasher: Ripper - 5.06 Ressurections

V�timas: Hall� | ThaySoul

V�timas: Tati Saaresto | curiango4

V�timas: Jublim_ | Darrow

Vi�va Misteriosa: Hall

Por que essa porta est� trancada?

Mesmo motivo pelo qual o quarto � � prova de som: privacidade.

Se tiver uma sess�o acontecendo e entrarmos...

Certo, certo.

Ainda n�o acho isso certo.

Voc� pode destrancar a porta...

ou posso prend�-lo por obstru��o e eu mesmo a destrancarei.

Afaste-se.

- Meu Deus. Meu Deus. - Nem mais um passo.

Bom dia. Espero que voc� tenha dormido bem.

Eu dormi como se n�o tivesse nenhuma preocupa��o no mundo.

Uma vantagem, sem d�vida,

em ter uma jovem refinada como voc� em casa.

Voc� notou o vestido na cadeira?

Eu comprei para voc�.

� um presente, minha querida.

Um s�mbolo da minha estima.

Por favor, n�o me negue esta felicidade.

� ador�vel. Obrigada.

Voc� ficar� ex�mia.

Gladys pode fazer as altera��es necess�rias

se houver algo que n�o seja do seu agrado, mas n�o haver�.

Eu tenho um olho para corpos.

Especialmente o seu.

Quando irei para casa?

Voc� n�o est� feliz aqui?

Existe... algo que lhe falta?

Eu n�o quero nada, deveras.

Eu busco conforto da B�blia de meu pai.

Isso me ajuda a fortalecer minha determina��o...

Para continuar sendo uma garota boa e honrada.

O caf� da manh� � em exatamente 10 minutos. N�o se atrase.

Use o vestido.

Certamente a Esquina do Diabo pode ser reformada.

Existem muitas facetas do problema.

Tudo o que podemos considerar essencial - educa��o,

limpeza, at� mesmo a sa�de - � algo secund�rio.

Porque deve ser. Eles trabalham perpetuamente.

Como ajud�-los a encontrar equil�brio

com um trabalho melhor?

� dif�cil neste sistema de classes com aus�ncia de educa��o.

Ent�o vamos ensin�-los a ler.

Devo falar com ela! Por favor...

Sinto muito, senhora. Eu tentei.

Perdoe esta grosseira intrus�o, minha cara sra. Simcoe,

mas voc� � a �nica pessoa que pode me ajudar.

Acabei de perder meu amado amigo Terrence e n�o estou em mim.

N�o!

Monsieur Rondeau.

Bem-aventurados os que choram, porque ser�o consolados.

Deixe Deus ser seu ref�gio e sua for�a.

Por favor, sente-se, Monsieur Rondeau.

Obrigado.

Sinto muito pela perda de seu amigo.

Obrigado. J� houve tanta morte.

Demais.

Eu venho at� voc�, querida senhora,

porque � minha �nica chance de me acertar

com o esp�rito dele antes que eu deixe a cidade.

Ficarei eternamente em d�vida se usar seus formid�veis talentos

para alcan�ar Terrence al�m do v�u da morte.

Esse � um pedido absurdo.

- Sei como soa, mas se ao menos... - Mas nada.

Pe�o desculpas. N�o pretendo intervir nos seus assuntos, mas...

Eu acredito que voc� deva recusar.

N�o tive uma boa noite de sono desde a sess�o.

E eu n�o iria sobrecarreg�-la com isso.

Voc� se fez bem clara,

mas tentei entrar em contato com ele in�meras vezes.

N�o tenho a for�a do seu dom.

- Minha maldi��o, voc� quer dizer. - Isso � contra Deus.

Sra. Simcoe, voc� conhece a dor de perder algu�m...

Algu�m que voc� ama!

Com meu cora��o!

Eu n�o pediria se houvesse outra maneira.

Um pedido desnaturado vindo de sentimentos desnaturados.

Pastor, j� chega.

A conex�o que fiz com Alistair foi totalmente inesperada.

Nem sei se conseguirei alcan�ar o mundo espiritual de novo.

Estarei aqui para orient�-la.

Sra. Simcoe, por favor.

Temo por sua alma.

Eu farei isso.

Eu sinto que devo.

Com a condi��o de que o Pastor participe da sess�o

para proteger minha alma da condena��o.

Claro.

Estou � sua disposi��o.

Podemos pagar a casa

e podemos at� comprar de volta alguma mob�lia!

- O Chippendale! - Quero um fon�grafo no meu quarto.

- Irm�. - Voc� garantiu

que meu sacrif�cio me traria confortos.

Trar�, mas n�o devemos perder o controle.

Sua dor est� quase extinta.

Essa realmente � a melhor solu��o.

Basil logo largar� sua bonequinha usada.

e retornar� para seus bra�os.

Usada.

Sua criatura perversa.

Esconda isso caso seja o cobrador.

N�o quero conversar na porta, irm�.

Tudo bem, tudo bem.

Sr. Garvey.

Sra. Botticelli.

Onde est� Verdi? H� algo errado?

De jeito nenhum. Vim buscar as coisas dela.

Mas Verdi � um empr�stimo.

O acordo acabou de mudar.

Bem, isso n�o � apropriado

ou aceit�vel.

E como a am�vel fam�lia dela, n�o consentimos.

� um quarto humilde,

mas qualquer um ficaria agradecido pela cama e mesa.

Voc� n�o, nem sua irm�.

Verdi veio at� n�s sem nada.

Esses dias acabaram para ela.

E pelo que parece, s� come�aram para voc�.

Devo dizer, sr. Garvey,

que se eu achasse que nossa irm� lhe daria alegria e prazer,

eu teria cobrado mais.

Adeus, sra. Botticelli.

Se est� mudando os termos do acordo e ficar� com Verdi,

exigimos um novo acordo financeiro.

Arrancarei a cabe�a de nossa irm� se a vir novamente!

Detetive.

Foi uma batida bem en�rgica.

Minhas desculpas.

Eu fiquei muito preocupado quando n�o a encontrei em sua casa.

Ficou aqui a noite toda?

Algu�m pode confirmar isso?

Se necess�rio. Por qu�?

A Vi�va. Ela atacou novamente.

Ela certamente n�o est� perdendo tempo.

N�o, n�o est�.

Esperava que viesse comigo examinar o corpo da v�tima.

Agora, se poss�vel.

Claro.

Devo alert�-la que � muito para assimilar.

J� fiz aut�psias em centenas de corpos, detetive. Ficarei bem.

N�o estamos com pressa?

Eu trouxe isso para ajud�-la a fazer contato com Terrence.

Era de grande significado para ele.

A energia dele ainda permanece aqui.

Eu lhe asseguro, madame, que est� � altura dessa tarefa.

Podemos come�ar?

Estou aqui para proteg�-la.

Respire profundamente.

Livre-se da d�vida e concentre-se.

Ache o lugar que mant�m os vivos longe do mundo espiritual.

Eu chamo os esp�ritos, �sis,

a alada Ahura Mazda,

todos os imortais benevolentes e divindades pac�ficas do Terma.

Permitam que Terrence Crenshaw venha conversar conosco agora.

O que � isso?

O que est� sentido?

Muita dor.

- Isso precisa parar agora. - N�o.

O que mais?

Onde eu estou?

Eu n�o sei onde estou.

Voc� est� aqui, Regina. Est� aqui.

Ela n�o � mais a sra. Simcoe.

� esp�rito,

v� atrav�s da escurid�o eterna, al�m dos port�es do sol

e revele-se nesse humilde recept�culo.

Estou aqui...

Terrence?

Meu �nico, meu tudo!

Por que me chama?

Eu j� parti.

Para lhe dizer

que queria que tiv�ssemos tempo

para descobrir o que poder�amos ter sido.

Eu queria dizer adeus apropriadamente,

antes que voc� atravesse o cruel rio Estige.

Antes que eu v� embora.

Para onde voc� vai?

Qualquer lugar, menos aqui.

Eu sou um homem ca�ado.

Escurid�o... seguir�.

- Escurid�o? - Ela... seguir�.

N�o importa onde voc� v�!

Ela...

Agora! Esta insanidade profana termina agora!

N�o fuja!

A luz de Deus brilha sobre n�s!

- O amor de Deus... - Vou ficar.

Terrence, est� me ouvindo?

Eu te invoco, Deus, para cuidar de n�s!

Prefiro enfrent�-la aqui...

encapsulado na lembran�a calorosa de nossos abra�os!

Terrence!

Voc� n�o se importaria se eu...?

Por favor.

Ent�o as feridas...

foram feitas por um agressor canhoto,

o que � consistente com todos os ataques anteriores da Vi�va.

Mas a brutalidade das amputa��es e...

a abertura da caixa tor�cica...

e os cortes ao longo das costelas aparentam ser...

irregulares e desordenados.

Como se o assassino tivesse sido apressado.

Eu estava do outro lado da porta...

provavelmente enquanto...

a Vi�va estava fazendo isso.

Como ela escapou?

Presumivelmente enquanto fui ao bar,

convocar o barman para destrancar a porta.

No entanto, ela teve tempo para infligir...

muito caos...

e tudo isso evitando os principais �rg�os e art�rias.

Tem que haver uma raz�o.

Sim.

Para prolongar a dor do Salom�.

Como algu�m poderia suportar...?

Aqui.

Morfina, coca�na ou hero�na podem evitar que ele entre em choque.

Voc� e Salom�, voc�s eram... voc�s eram pr�ximos.

N�s �ramos amigos.

A Vi�va...

A Vi�va queria que Salom� sentisse cada corte.

Vivenciasse as sensa��es cru�is enquanto ela o mutilava.

Desmembrava-o.

Ele estava vivo durante tudo isso, at� que...

Eu n�o posso morrer assim.

Eu n�o vou.

Prefiro passar o resto dos meus dias presa

a sofrer como Salom�.

Existe algo que voc� queira me dizer?

A Vi�va...

no bilhete dela, dizia que precis�vamos confessar.

Ent�o vou confessar.

Eu confesso meu papel...

ao papel de Basil Garvey,

o papel do grande Georges Rondeau...

em um assassinato.

De quem?

Margaret Mehar.

Se voc� pode magicamente sair daqui, fique � vontade.

Caso contr�rio, sente-se! Voc� est� me deixando nos nevos!

Sem sentido. A Escurid�o seguir�.

A Escurid�o j� est� aqui. A boa m�dica abriu a boca grande,

e agora aquele tira idiota acha que uma de n�s � a Vi�va.

N�o sou eu, � claro.

N�o � t�o �bvio quanto pode parecer.

Sim. Voc� n�o tem o h�bito de esquartejar as pessoas?

Sabe, George... quando sairmos daqui,

vou encontrar uma maneira de agradecer pessoalmente

por me fazer um grande favor.

E n�o preciso de disfarces para matar algu�m.

N�o. Voc� tem um fluxo constante de amea�as.

Na verdade, a dama protesta demais, eu acho.

Eu n�o sou a Vi�va.

Se algu�m � a Vi�va, � o grande Georges Rondeau,

mestre dos disfarces.

Por favor, senhoras e senhores, acusem-se uns aos outros.

Facilita nosso trabalho.

Sr. Garvey.

Senhor.

Nosso novo superintendente...

gostaria de uma palavra.

Se isso for tratamento preferencial...

N�o se exalte, Monsieur Rondeau.

Voc� � o pr�ximo.

Se eu n�o disse isso antes,

estou verdadeiramente grata pela sua presen�a de esp�rito.

Tremo s� de pensar no que aconteceria

se n�o tivesse parado a sess�o naquele momento.

Suas inten��es eram admir�veis,

mas, seu esp�rito foi enfraquecido pela dor.

No futuro, encorajarei as pessoas

a buscarem respostas no Senhor e Salvador

sobre seus entes falecidos.

Trabalhando t�o jovem. � desumano.

Este deve servir perfeitamente.

Ol�!

Sou a sra. Simcoe. Tenho livros lindos para voc�s.

Gostariam de v�-los e aprender a l�-los?

Maravilha. Agora...

pensem em cada letra

como uma engrenagem em uma m�quina.

Cada uma tem seu pr�prio trabalho

e, juntas, trabalham para criar uma palavra.

Assim como uma m�quina cria uma caixa

ou uma faixa de tecido.

Podemos come�ar?

Muito bem.

Margaret Mehar. N�o me � familiar.

Isso � interessante.

Porque o seu jornal teve um dia cheio

com a hist�ria dela h� 12 anos.

Verdade.

Verdade. A prostituta ficou toda cortada

na Esquina do Diabo.

Ela � uma empregada, n�o uma prostituta.

Um ato hediondo,

mais deplor�vel que o assassinato

de Lu�s de Orl�ans.

Mas o assassino foi capturado e enforcado.

- Um pastor, eu acho. - Sim.

Andrew May, idoso.

O filho dele ainda continua seu trabalho piedoso hoje.

Se voc� diz. Eu n�o saberia.

O que pode me dizer sobre o assassinato dela?

N�o seria melhor gastar seu tempo

resolvendo meia d�zia de assassinatos

que assolam a Esquina do Diabo agora,

em vez de algo de uma d�cada atr�s?

Eu acredito que est�o todos conectados.

Assim como a dra. Israel.

Nossa querida amiga Melanda Israel

fica muito � vontade dizendo cal�nias sobre outros

quando, na verdade...

� ela quem segura todas as facas afiadas.

Est� dizendo que a dra. Israel matou Margaret Mehar?

J� disse, n�o sei nada sobre a morte dela.

Mal me lembro da mulher.

Ela era empregada dom�stica a servi�o das irm�s Botticelli.

Elas deram uma festa uma semana antes...

Uma festa em que eu estava. Sim, eu lembro.

Mas eu me lembro da mo�a que me serviu comida e bebida

entre as muitas festas que eu fui ao longo dos anos?

N�o. Isso � absurdo.

Claro, me lembro de Margaret.

E se Basil, mulherengo que �,

est� sugerindo que n�o se lembra,

ent�o...

Ent�o o que?

Ele est� mentindo.

Na noite da festa, realizada em minha honra

para celebrar minha turn� mundial,

Basil me pediu para enfeiti��-la.

Um feiti�o.

Ele queria que Margaret fosse humilhada publicamente.

Aquele idiota mentiroso! Foi tudo o Georges.

Ele queria us�-la para mostrar um truque de controle mental.

De repente, parece lembrar muito bem dela.

Lembro-me...

porque era tudo de muito mau gosto.

Mas ningu�m nunca morreu de vergonha.

Basil era obcecado por Margaret.

O suficiente para mat�-la?

Bom, eu n�o sei como isso aconteceu,

se aconteceu.

Eu estava em Montreal

quando ela se livrou do inv�lucro mortal.

Voc� assassinou Margaret Mehar?

N�o.

Sr. Garvey...

tanto a dra. Israel quanto Georges Rondeau

- o acusaram... - Tenho certeza que sim.

Porque est�o desesperados.

Eles podem me acusar at� que a vaca tussa.

N�o tive nada a ver com a morte daquela mulher infeliz.

Mas voc� n�o est� perdendo o �bvio aqui mais uma vez?

Talvez aquele que est� matando todo mundo

seja um certo homem santo

em busca de vingan�a pela morte de seu pai.

Agora...

ou me acuse de assassinato,

com base em provas reais,

ou me solte.

T � de...

Trompete. Sim!

Todo mundo v� o T e o trompete?

Agora, algu�m pode me dizer qual anjo toca o trompete?

Por que est�o aqui fora? J� s�o 10 horas.

Ao trabalho ou o patr�o cortar� o sal�rio do dia.

Vamos. Vamos! Apressem-se!

� um crime impedir essas crian�as de estudar.

Eles est�o aprendendo sobre a vida.

Arranjei este emprego para o meu filho

e foi sorte para minha fam�lia.

Bem, ent�o que vergonha.

- O que diabos voc� disse? - Agora, por favor,

vamos manter a civilidade.

Veja como funciona.

A maioria de n�s precisa ganhar dinheiro.

Mas isso � algo que pode n�o entender.

Empregada dom�stica, roupas elegantes,

carne tr�s dias por semana.

Est� reagindo muito hostil �s preocupa��es da senhora.

N�o serei repreendido por algu�m

que n�o entende como sobreviver aqui.

Mas eu entendo. � por isso que estou aqui.

Para melhorar suas vidas e as vidas de seus filhos.

Somos todos respons�veis perante os olhos do Senhor.

Quem tapa os ouvidos ao clamor do pobre,

tamb�m clamar�, mas n�o ser� ouvido.

Acha que o Senhor se importa com o que acontece conosco?

Vamos usar isso para fogo.

- D� o fora daqui! - Senhor!

N�o vou permitir que fale assim na frente dela.

Pastor.

Voc� n�o vai?

N�o estou falando com uma senhora?

Pastor, vamos sair daqui imediatamente!

Ou�a a sua meretriz.

Eu te conhe�o, de quem voc� vem.

Os campos de ca�a de seu pai est�o fechados para sempre.

Pastor!

Por favor, parem com isso! Parem com isso!

Deixe o julgamento para Deus e a Vi�va.

Pastor, tudo bem?

Pastor?

Pastor.

Pastor! Pastor! Por favor, socorro!

Algu�m, por favor!

Reabrir um caso encerrado...

� um processo longo e muito dif�cil,

como voc� pode imaginar.

E n�o posso fazer isso sem evid�ncias s�lidas.

- Eu entendo. - Bom.

Ent�o deve entender a situa��o em que estou.

Eu acredito em voc� sobre Margaret Mehar.

Mas quem tem que se importar � o procurador geral, n�o eu.

E se vou pedir para reabrir este caso

e acusar o homem mais rico e poderoso desta cidade...

Eu preciso de sua ajuda.

Preciso de provas de que Basil a matou.

Eu n�o estava presente

quando o assassinato de fato aconteceu.

O corpo de Margaret foi entregue a mim.

Depois.

Arranjado pelo Basil.

E Georges Rondeau? Onde ele se encaixa nisso tudo?

Tanto quanto sei, ele � como eu...

um c�mplice do crime.

E posso contar com voc�

para afirmar tudo isso em um tribunal?

Doutora, seu testemunho � tudo o que tenho.

A Vi�va pode me poupar...

mas n�o vai.

- Pastor May foi esfaqueado. - O qu�?

Voc�...? Onde ele est� agora? Est� vivo?

N�s... discutimos com um homem

e ele esfaqueou Andrew no est�mago.

Vou manda um dos meus policiais ao local.

N�o! Eu n�o me importo! Ele precisa da dra. Israel!

Se foi esfaqueado no est�mago, pode ser muito ruim.

- Precisa solt�-la agora. - Sra. Simcoe, n�o posso...

� uma quest�o de vida ou morte!

Ela � a melhor cirurgi� da cidade.

Por favor, deixe-me ir at� ele.

Deixe-me fazer algo bom pelo menos uma vez.

Preciso localizar o p�ncreas.

Apalpar a art�ria espl�nica,

para encontrar a fonte de todo esse sangue.

A� est� voc�, seu pequeno bastardo.

Preciso que me passe aquela pin�a ali.

Passe-me essa pin�a.

� esquerda. � esquerda.

- Precisa de uma enfermeira? - N�o, eu cuido disso.

Mas isso vai levar horas, detetive,

ent�o fa�a o que for preciso.

Estarei aqui quando voc� voltar.

Deixe-me dar o fora daqui!

Sim, porque isso vai funcionar.

Mas se n�o acontecer, tente novamente, mais alto.

Foda-se, seu invertido traidor!

Traidor? N�o fiz nada disso.

Ele me disse!

Voc� disse que acha que matei Margaret.

Voc� matou.

Voc� a matou.

E por causa disso, estamos todos fodidos.

Mantenha sua boca bonita fechada.

Voc� entende? Fa�a o que eu digo.

Ou o qu�?

Ou voc� se reunir�

com seu amor mordedor de bolas, Terrence,

e levar�o suas bundas para o pr�prio inferno.

12 ANOS ANTES

Um de meus favoritos. Como agradecimento.

Os ingressos venderam muito bem.

Bom, tenho shows lotados de S�o Francisco � Marrakech.

E n�o sei disso.

Ent�o...

esse truque de m�gica que voc� faz,

mexendo com a cabe�a das pessoas...

N�o � t�o cruel.

Voc� as faz pensar coisas... fazer coisas.

Como aquela empregada, Margaret, naquela noite.

Hipnose.

A arte metaf�sica criada na mente do f�sico persa Avicenna,

conhecido pelo seu nome �rabe al-Walm al-Almil...

Sim, sim, sim, tanto faz. Preciso que voc�...

- Hipnotize. - Margaret, de novo.

Desta vez, quero que seja permanente.

� algo que pode fazer?

Bom...

isso depende do que exatamente voc� quer fazer.

Se quer s� dormir com ela,

seria mais f�cil te fazer um t�nico.

Ela n�o lembrar� de nada. Garantido.

N�o � isso, n�o, eu s� quero...

Quero apagar uma coisa, da mente dela.

Uma coisa?

Que coisa?

Pode fazer isso, ou n�o?

Tem algo que posso tentar...

Estava querendo tentar. Por um pre�o, claro.

Dinheiro n�o � problema.

Pode funcionar, mas...

mas requer lev�-la a quase morte e ent�o traz�-la de volta.

Ela pode n�o sobreviver. Est� disposto a correr esse risco?

Receio que seja a �nica op��o dela.

Pare.

Pare.

S� estamos come�ando. Est� na hora de voc� aprender...

Porra.

Porra.

Espero que a Vi�va te ache e te vire do avesso,

seu burgu�s sem classe do caralho.

Minha nossa.

Se eu n�o o der uma transfus�o...

e o suturar, ele vai morrer.

N�o, por favor. Eu te imploro.

Ele � inocente.

Ele n�o fez nada de errado.

Deixe-me terminar.

Depois...

voc� pode fazer seja l� o que veio fazer.

Se ele souber que te deixei entrar�

Ele n�o tem escolha.

Garanto que o sr. Garvey saber� que voc� tamb�m n�o teve.

Me entreguei para pol�cia.

Pelo que fiz...

� Margaret Mehar.

E de um jeito... ou de outro...

Enfrentarei as consequ�ncias das minhas a��es.

E meu testemunho...

vai garantir que aqueles diretamente respons�veis

pela morte da Margaret...

sejam enforcados por isso.

Pronto.

Terminei.

Posso dormir na sala de cirurgia em uma maca.

N�o irei a lugar algum. Tem minha palavra.

Exceto...

e odeio ter que te lembrar disso, doutora,

mas a Vi�va est� perseguindo

todos os envolvidos na morte de Margaret Mehar.

Ela me fez uma visita, enquanto operava.

O qu�? Ela estava aqui com voc�? O que ela fez?

Ela me vigiou operar...

e ent�o me deixou...

intacta.

A Vi�va n�o me quer, Superintendente.

Como voc� pode saber disso?

Eu sei disso porque...

apesar de eu ter desrespeitado o corpo de Margaret Mehar,

n�o fui eu quem a matou.

J� tinha visto Margaret nos Botticellis.

mas assim que ela morreu, Margaret ficou...

muito mais interessante.

Ela era uma esp�cie fresca, n�o um corpo apodrecendo,

n�o velho e gasto.

Ela era jovem.

E eu queria aprender tudo que podia sobre o corpo humano.

Queria ver todas as coisas que nunca poderia

propriamente explorar na escola,

em corpos que nunca poderia comprar.

Queria ver �rg�os e sistemas e ligamentos.

A morte dela foi um presente para mim.

Ela era minha para desembrulhar.

Aprendi coisas que me tornaram uma m�dica melhor,

mas n�o me tornaram um ser humano melhor.

Deixei o corpo dela em um lugar p�blico,

conforme exigido por Basil, onde poderia ser descoberto.

A morte dela tinha que parecer violenta e feia.

Tinha que induzir o p�blico

a exigir justi�a.

Justi�a que terminaria na pris�o de um homem inocente.

Farei como voc� pediu.

Vou testemunhar no mais alto tribunal dessas terras

que Basil Garvey ordenou a morte de Margaret.

� meu dever.

Um que deveria ter cumprido anos atr�s.

Vou conferir uma escolta para proteg�-la.

N�o � necess�rio.

Para manter a Vi�va de fora e voc� dentro.

Todas as nossas lutas provam que voc� � t�o idiota quanto eu.

Georges,

temos que nos unir se quisermos sobreviver � Vi�va.

Temos que ser espertos, temos que nos preparar.

Poder�amos come�ar com voc� me desamarrando.

Diga-me uma coisa, meu velho amigo.

Como se prepara para lutar contra um fantasma?

De que diabos est� falando?

J� estava na hora!

Voc� pode ir. Por ora. N�o saia da cidade.

Espero que n�o se ofenda se eu n�o agradecer a estadia.

Chega de sutilezas. Tire-me daqui.

Abra a maldita porta!

Acho que n�o.

O que voc� disse?

Voc� � um risco, certamente fugir� se for libertado.

Sou um risco se voc� me mantiver aqui.

E voc� vai ficar aqui, para benef�cio do p�blico,

enquanto elaboro um caso contra voc�.

Um que o far� ser enforcado.

- Isso agora � pessoal. - S� estou fazendo o meu trabalho.

N�o, quero dizer, para mim.

Agora � pessoal para mim.

Suas amea�as funcionaram com o Superintendente...

Dinheiro e afagar o ego funcionaram com Kashtinsky.

Mas voc�?

N�o ficar� satisfeito at� que eu o destrua.

Ou at� que voc� se destrua,

porque quando sair a not�cia de que est� perdendo tempo

punhetando um assassinato de 12 anos,

enquanto deixa sa�rem livres dois prov�veis suspeitos,

e a Vi�va atacar novamente,

voc� est� fodido.

Toc-toc-toc.

Por favor, irm�, me d� paz.

Rezo para que Deus me mande uma morte gentil.

Seque suas l�grimas, irm�.

Tenho um presente para voc� que aliviar� seu sofrimento cruel.

Imposs�vel. Nunca mais vou sorrir.

A flecha do amor foi arrancada de mim.

Estou mergulhada nos bra�os do sofrimento.

Alexi, venha.

Conhe�a Alexi.

Ele veio para uma visitinha.

Gostaria de ficar e conversar, mas, infelizmente, preciso ir.

N�o voltarei at� tarde.

Qu�o tarde?

Muito tarde, minha querida.

Muito.

O colete, tire.

O chap�u n�o.

Gosta das estepes ucranianas?

Gostaria de amarr�-las

e ficar com voc� por muito tempo.

Venha c�, meu querido. Sua n�iade o espera.

Chegou a isso, n�o �?

Tem um lugar aonde ir?

N�o, mas tenho que fugir enquanto o sr. Garvey est� preso.

Posso n�o ter outra chance.

O cora��o dele j� � seu.

Se voc� sair, ele vai segui-la. Isso � garantido.

E ele vai encontr�-la e vai ficar muito zangado.

A �nica coisa que sei

� que � infinitamente melhor ser amada pelo sr. Garvey

do que n�o ser amada pelo sr. Garvey.

Espere.

N�o, n�o.

N�o, n�o, n�o!

N�o, n�o, por favor.

Vou testemunhar.

Vou testemunhar!

Vou garantir que os assassinos sejam enforcados!

N�o!

GeekSubs Mais que legenders

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.