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Uma forma de vida alien�gena conhecida como aract�ides
escolheu a Terra para servir como futura fonte alimentar.
Contr�ria a estas pr�ticas de colheita, H� 250 milh�es de anos...
uma forma de vida benevolente jurou proteger a Terra
e outros planetas, dessas criaturas.
Viajando numa nave chamada "Laserhawk",
estes guardi�es da paz viajaram pelo tempo at� ao ano 1984,
onde habitam os corpos de tr�s seres humanos
que um dia salvar�o o nosso planeta do seu regresso,
e as esp�cies humanas da destrui��o repentina.
MlSS�O LASERHAWK
Passa o tempo todo naquilo, ali dentro,
que nome � que ele lhe d�?
Laborat�rio de Desenvolvimento e lnvestiga��o.
A cidade de Melville tornou-se o centro de um debate nacional
respeitante � exist�ncia de extraterrestres.
No centro da controv�rsia est� Zach Raymond,
um adolescente normal que criou o que os peritos chamam
de extraordin�ria documenta��o audio-visual de alien�genas.
Se isso me acontecesse, n�o sei o que faria.
Provavelmente teria um enfarte logo ali.
N�o tiveste medo?
De qu�?
Aquela coisa podia ter-te morto.
Sim, � verdade...
- E tu enfrentaste-a. - N�o tinha outra op��o, Traci.
Se tivesse fugido, as pessoas n�o saberiam a verdade,
e se isso significa que tenho de morrer...
... tenho tido uma vida boa.
Olha para ela, p�. Est� caidinha por ele.
Eu sei. Sabes o que se faz a tipos daqueles?
Limpamo-lhes os dentes com ganchos em vez de fio dental.
Vais comer as tuas batatas?
Come o que quiseres.
Obrigado.
Est�s a dizer-me que a Traci Altergott,
a Traci-boazona-Altergott,
te convidou para sair?
lsso mesmo.
A Traci-rainha-dos-adolescentes- dos-sonhos-molhados-Altergott?
Por que � isso t�o dif�cil de acreditar?
Porque a ra�a dela n�o se mistura com a nossa.
Referes-te aos imbecis?
lsto � uma viola��o. A ordem natural!?
Fala por ti, meu.
Sou o primeiro rapaz, na hist�ria do Liceu Stanley,
a ficar de caras com uma nave de combate alien�gena.
Sou como o Homem Misterioso e o Capit�o Kirk Junior num s�.
Olha para esta pontua��o.
Lembras-te do que eu dizia? A imagem � tudo.
At� logo.
Viva Hollywood!
Ol�, Zach.
Sou o Coronel Teagarden. For�a A�rea dos Estados Unidos.
Este � o Capit�o Moss.
Estamos aqui para verificar a autenticidade da tua...
... pretens�o.
Foi isto que andaste a tramar?
� a tua ideia de uma brincadeira?
Foi para isso que te comprei a c�mara de v�deo?
Para nos fazeres passar por idiotas?
Frank.
Tenho de tirar-te o chap�u.
Por um momento, fizeste com que muitos fin�rios se borrassem todos.
Perdoe-me a express�o, Sra. Raymond.
Que chamas �quilo?
� um �cran azul.
Onde o arranjaste?
Fui eu que o fiz.
Fizeste aquilo?
E o desenho? De onde veio ele?
Um dia, imaginei-o.
Um dia, imaginaste-o?
Ou�a, Coronel, pe�o desculpa por todo o inc�modo.
Quero que saiba que ele vai ser castigado.
- Castigado? - Sim, senhor.
Se fosse eu a decidir, fazia-lhe um louvor...
por ingenuidade.
J� termin�mos, Coronel.
Passe bem, Sra. Raymond.
- Cuidado, cadete espacial. - Calma, p�.
Pelo menos, est�s de castigo para o resto da vida,
e eu fui castigado e tive de arranjar um emprego.
Bolas! Um emprego?
- � um castigo invulgar e cruel. - N�o � o que o meu pai pensa.
Ele diz que limpar mesas no Ed, a ganhar o ordenado m�nimo,
vai ensinar-me a ter... responsabilidades de adulto.
Onde arranjaram eles esta coisa?
Estou a ser paran�ico ou voltei a ser indesejado?
S� h� um meio de descobrir isso.
Tens de ir l�.
Est� bem.
Ol�, Traci. Tudo bem?
�s tu.
Ent�o, vamos sair esta noite?
Repete l�?
J� planeei tudo. Eu vou...
Nem penses!
Posso perdoar um tipo por ser imbecil.
Posso perdoar um tipo por ser um falhado
e no teu caso at� posso perdoar seres um imbecil e um falhado,
mas um aldrab�o?
Desanda daqui!
Correu bem?
Voltei a ser indesejado.
S� bem-vindo ao grupo.
Bonito chap�u.
O qu�?
Eu disse "bonito chap�u". Estava a ser sarc�stica.
Eles pensam que por sermos adolescentes
t�m o direito de humilhar-nos.
Foi como na �poca em que trabalhei no "Burger Barn".
Enfiaram-me uma malha dupla em polyester "verde-v�mito".
E um chap�u com uma esp�cie de chifres espetados.
Depois, por $4.50 � hora, suava que nem uma porca.
Havia gordura a voar por todo o lado.
O lugar tinha o cheiro de um matadouro,
mas a pior parte � que eles tinham uma pol�tica de boa disposi��o.
Por mais infeliz que estivesses, tinhas de sorrir o tempo todo.
Para os clientes, claro. Como se a fast food fosse a minha vida.
- lsso mete nojo. - E de que maneira.
Mas tive sorte, o gerente correu comigo ap�s uma semana.
Porqu�?
Apanhou-me a dizer a um cliente
que comer carne de um animal morto era nojento e imoral.
Achas que me excedi?
Eu tamb�m n�o como carne, mas...
Percebes que isso faz de n�s uns completos estranhos.
Acho que h� coisas piores que ser uma completa estranha.
Podia ser completamente normal.
Ent�o, que est�s a fazer?
Estou a desenhar "demon�ides" de esgoto sugadores de lodo.
S�o baseados nos meus pais adoptivos.
Na verdade, os meus pais adoptivos nem s�o t�o jeitosos.
Baril.
Sim, para um desenho.
Mas n�o t�o porreiro como o que fizeste.
- Que fiz eu? - A tua intrujice!
Achaste baril?
Sempre pensei que fosses outro imbecil.
As apar�ncias enganam.
At� seres apanhado. lsso n�o foi nada baril.
O que me leva a pensar que �s um falhado que teve um golpe de sorte
ou que bem l� no fundo tu �s baril.
S� que ainda n�o exploraste a fundo o teu potencial.
�s alguma perita em pessoal baril?
S� sei que nunca teria roubado o desenho da minha nave espacial
da banda desenhada mais popular.
- � uma perda de tempo. - Que banda desenhada?
A trilogia de "Dark Ones".
Mal vi o teu v�deo, o meu infal�vel detector de mentiras deu sinal.
Nunca vi isto na vida.
Ningu�m est� a censurar-te. Toda a gente rouba.
Excepto eu!
O criador dela provavelmente inspirou-se no "Star Trek".
Mas eu n�o! Eu vi isto num sonho quando era mi�do.
Zach, fechamos daqui a dez minutos. D�s-me boleia?
Sim, eu vou j�.
N�o acreditas em mim, pois n�o?
Vindo do rapaz que aldrabou Wisconsin?
Cara.
Vejo-te em Marte, rapaz do espa�o.
Cheg�mos.
Obrigada, querido. Fico em d�vida contigo.
Sabes o caminho de volta para a auto-estrada, n�o sabes?
Viro � esquerda na estrada principal, e depois s�o mais uns quil�metros.
- lsso mesmo, mi�do. - Pronto. Obrigado.
Quem era?
V� l�.
Caramba.
Meu Deus! Acabei de ver um OVNl!
Traci, v� l� se apanhas o meu lado melhor!
Malta! Calem-se! Calem-se!!
Meu Deus!
N�o acredito nisto. A grelha.
A capota.
Tenho este carro h� dez anos e nunca teve um arranh�o!
A culpa n�o � minha.
A culpa � do OVNl, pois!
Pai, eu sei que parece... parece...
Parece mais as tuas trafulhices habituais!
Eu vi qualquer coisa l�.
N�o quero ouvir isso.
N�o te quero ver. Vai para o teu quarto!
M�e, tens de acreditar em mim.
Ouviste o teu pai.
Tenham calma...
Claro que sim, j� estamos a trabalhar nisso...
Claro que podemos.
� claro que estamos a procur�-los!
Agora, acalmem-se!
O autocarro deles provavelmente avariou-se.
Tenho tr�s delegados a percorrer o caminho daqui a Mountainview.
At� os localizarmos,
quero que v�o todos para casa.
Por favor?! T�m de deixar-nos trabalhar!
- Ben. - O que �?!
Tenho o Pete Wyert ao telefone. Ele estava a ca�ar veados...
- Sim? - Encontraram o autocarro.
Diz-lhes para esperar, eu vou j�.
Est� tudo bem. N�s vamos resolver o assunto.
Assim que soubermos algo, telefonamo-vos. Confiem em mim.
- Muito obrigado, Pete. - De nada.
lsso � tudo?
- � a �nica explica��o que tenho. - Muito obrigada.
� o autocarro deles, sim. Parece que passou por uma picadora.
- Viste l� dentro? - N�o, estava � sua espera.
�ptimo. N�o quero ningu�m l� dentro at� chegarem os...
... S.D.l.
... os rapazes da S.D.l. Percebido?
Ent�o?
N�o encontr�mos marcas em lado nenhum.
� a �nica explica��o, Roach! Primeiro, vejo o OVNl,
depois o autocarro aparece todo partido no meio do nada.
Desapareceram todos, ningu�m sabe para onde foram.
Eles est�o sempre a fazer este tipo de coisa.
Eles raptam as pessoas para fazerem experi�ncias.
N�o desistes, pois n�o?
- Que queres dizer? - Sabes muito bem, Zach.
N�o consegues aceitar que os teus 15 minutos de gl�ria se apagassem.
E agora queres estic�-los para meia hora.
Achas que estou a inventar isto?
V� l�, Zach, com quem pensas que est�s a falar?
Pensava que estava a falar com o meu amigo.
Eu sou teu amigo
e os amigos n�o se enganam uns aos outros.
Agora que penso nisso...
vai-te lixar mais o teu OVNl.
Estou farto e cansado das tuas ilus�es de grandeza.
Se queres muito ser um her�i, faz tudo sozinho.
Cara, tenho de falar contigo.
Eu vi qualquer coisa l�, eu n�o o imaginei e n�o estou a inventar.
Tens de acreditar em mim.
D�-me um bom motivo.
Porque mais ningu�m acredita.
Detesto parecer a figura paternal preocupada,
mas n�o achas que j� � altura
de te dedicares a projectos mais construtivos?
Olha para mim. Disseste que tinhas um infal�vel detector de mentiras.
Diz-me que estou a mentir.
Cara, ouve-me. Eu vi um OVNl.
- Ali, olha para aquilo. - Que procuramos n�s?
- N�o sei. Provas, qualquer coisa. - Como por exemplo?
N�o sei. Tenta descobrir alguma coisa!
Estou a invadir a cena de um crime.
Se formos apanhados, bem posso esquecer o estado da Pensilv�nia.
Vou vamos � parar � penitenci�ria.
Espera a�, acho que descobri uma coisa.
Acho que descobri uma c�mara.
Vejamos como funciona.
Pronto. Baril...
V� isso.
Que raio foi isto?
Apanhei-vos!
Gostas mesmo de pregar partidas, n�o �, Zach?
Vejo que recrutaste a Vampira desta vez.
N�o sabe do que est� a falar!
Estou a falar de 50 mi�dos que desapareceram,
a cidade toda morta de preocupa��o,
e voc�s os dois a deixarem aqui uma cassete falsa.
� disso que estou a falar.
Fiquem quietos.
Onde raio est�o todos?
N�o acredito.
- Zach, n�o te mexas. - Porqu�?
N�o te mexas. Eles usam detectores de movimento.
� assim que eles v�em. N�o h� problema desde que...
Xerife, n�o se mexa!
- O qu�? - N�o se mexa!
� um OVNl! � um OVNl!
- Disse-lhe para n�o se mexer. - N�o viste nada, mi�da.
Vem a�!
Xerife, ou�a-me! Eles seguem os nossos movimentos!
Temos de encontrar um s�tio para parar o carro!
- Est�s maluca?! - Vai matar-nos!
- Como � que sabes!? - Vi num livro de banda desenhada!
O qu�?!
- V� l�, Xerife, ou�a-a! - Encoste!
- Est�s bem? - Estou �ptima!
Deve haver uma estrada. Tem de parar em algum lado. Pare!
Pare o carro, pare! Pare o carro!
Cuidado com aquele carro!
Pronto, vai matar-nos!
- E agora? - Quieto!
N�o se mexa!
Xerife, tire-nos daqui j�!
- N�o! - Sim! Arranque j�!
N�o! N�o se mexa, n�o saia do carro!
Xerife, tire-nos j� daqui!
- N�o saia daqui! - V� l�! Vamos embora j�!
�s maluco?
- Arranque! - N�o!
N�o trabalha! N�o anda!
Que est�s a fazer?
R�pido, sai!
Ajudem-me! Zach!
- Vamos, mexe-te! - N�o me deixem aqui!
R�pido... Zach, que est�s a fazer?
Zach, sai da�! Anda, Zach!
Raios! Anda.
M�e... a minha m�e. Anda, a minha m�e!
M�e!
M�e!
M�e!
M�e!
M�e!
N�o!
Que raio se passa?
Ainda tens aquele livro de banda desenhada que te dei?
Sim, no meu cacifo.
S�o as mesmas naves que vimos.
- A atacar uma cidade Xenoite. - Que coisas s�o estas?
Aract�ides. Aranhas tecnologicamente avan�adas da Gal�xia R�mulo.
A forma de vida mais antiga do universo, e seres do piorio.
- Que est�o eles a fazer? - A raptar xenoites.
Espera a�, est�s a dizer-me que a popula��o inteira de Melville
foi raptada...
... por aranhas marcianas?
N�o, estou a dizer-te que � o enredo deste livro.
Como � que um criador de banda desenhada sabe tudo isto?
Boa pergunta. Vou fazer outra. Como � que sabias?
Disseste que a viste num sonho, que mais viste?
- N�o me lembro. - Tenta.
S� me lembro de um som,
como uma m�sica ou uma luz.
E estava vivo,
falou comigo numa linguagem estranha que nunca ouvira.
No dia seguinte acordei e contei ao meu pai.
Ele riu-se... Disse que era um sonho.
Depois disso esqueci tudo.
At� h� cerca de quatro meses...
Estava a tentar imaginar um desenho para a nave...
... e veio-me � mente.
Cara?
- Que est�s a fazer? - De manh�, depois do sonho,
acordaste, e o teu pai disse-te que era tudo um sonho, certo?
Mas havia outra coisa. Encontraste algo na tua m�o.
- Como � que sabes? - Tive o mesmo sonho.
Deixa-me ver.
Espera. Parece que falta uma parte.
Aonde � que vais?!
Procurar um telefone.
A quem � que vais ligar e o que vais dizer?
Que queres dizer?
Vais dizer que os alien�genas invadiram o Wisconsin?
Vindo de ti? Boa sorte. Quero l� saber que a cidade desaparecesse.
- Desta vez, prendem-te. - Que devo fazer?
Descobre por que estamos aqui...
Que est�s a fazer?
"Dark Ones", criado, escrito e desenhado por M.K. Ultra.
Parece que vamos procurar o M.K..
O seu verdadeiro nome � Rodney Perestanko.
O presidente do clube de f�s dele deu-me uma morada perto de Chicago.
Deixa-me ver.
Est� bem, vamos.
� mau, Rodney.
Achas que n�o sei?
Muito, muito mau.
Que queres que eu diga, Freddie?
Quero que digas que o terceiro volume dos "Dark Ones" est� pronto.
N�o posso, est� bem?
Quantas vezes tenho de dizer que estou bloqueado?
N�o quando recebes 50 mil d�lares adiantados!
Pensas que �s o �nico com problemas?
Todos os dias recebo uma chamada dos japoneses.
Que devo dizer-lhes? Que o autor tem um bloqueio criativo?
Tens de sair dessa depress�o.
� f�cil dizeres isso.
Tomaste... o Prozac que te dei?
Estou sem ideias! O Prozac vai dar-me ideias?
Est�s cheio de ideias!
Continua a fazer o que tens feito.
lsso � assim t�o dif�cil?
Como queiras!
Olha para este lugar.
- Deixa-me tratar disto, sim? - Claro.
Sim?
Pod�amos falar com M.K. Ultra, por favor?
Temo que o Sr. Ultra esteja ocupado de momento.
Mas vai deixar de estar porque precisamos de falar com ele.
- Que procuramos? - N�o sei.
- Como achas que ele est�? - Ele est� a ressacar.
O pervertido.
Olha para isto: RS Entrevista N�mero 5;
M�todos de lnvas�o Aract�ide, Contra Ofensiva Xenoite.
RS Entrevista N�mero 3; Tecnologia Xenoite Avan�ada.
RS Entrevista N�mero 4; Estrutura Familiar Xenoite e Costumes Sociais.
- Vamos ver. - Est� bem.
Eles atacam � noite. Sempre � noite.
Duas, talvez tr�s naves de reconhecimento.
Uma cidadezinha algures, longe de grandes centros populacionais.
� mais f�cil para evitar a detec��o.
E o radar?
As naves deles n�o aparecem no radar.
Ent�o como � que sabes que eles v�m a�?
Quando um Arac de 2,5 m nos enfia uma garra pela garganta abaixo
e nos arranca o cora��o...
essa � a primeira pista.
Tens de me tirar daqui, Rodney.
Bob, eu n�o posso.
Eu n�o sou maluco. Eu n�o sou maluco. Eu...
Ent�o p�ra de dizer aos m�dicos que �s um alien�gena.
� a verdade.
Eu era membro de uma frota guardi� xenoite.
Seguimos uma expedi��o semeadora aract�ide
at� um pequeno planeta azul.
A nossa miss�o era det�-los.
Lembro-me que a minha nave...
foi atingida por fogo inimigo.
Lembro-me do impacte.
E havia g�s.
Lembro-me de g�s, podia...
... podia sabore�-lo.
Eu estava l�. Eu lembro-me.
Eu sei quem sou.
Eu sei quem sou, eu sei.
Eu sei quem sou. Eu sei quem sou.
Eu sei quem sou.
�s um alien�gena, Bob.
Eu sei quem sou. Eu sei.
Eu sei quem sou.
MK Ultra, uma ova.
Ele roubou tudo a um coitado lun�tico qualquer.
Conheci-o numa institui��o para doentes mentais.
Deixa-me adivinhar: colegas de quarto?
Eu trabalhava l�.
Nos meus tempos de artista esfomeado, tive de esfregar o ch�o
no manic�mio local para sobreviver.
Foi quando conheci o Robert Sheridan.
Tamb�m conhecido como Bob, o Louco.
Acontece que dez anos antes de o conhecer,
ele era um cobrador de d�vidas de Milwaukee.
Mulher, filhos, c�o,
Volvo na garagem, tudo.
O t�pico americano da classe m�dia.
At� que um dia tudo se desmoronou.
Que aconteceu?
Ele come�ou a ter uns sonhos
sobre gal�xias distantes e civiliza��es alien�genas,
coisas que ele nunca vira antes na vida.
Ent�o, foi a um psic�logo,
para saber o que significavam aqueles sonhos.
O psic�logo hipnotizou-o
e acontece que os sonhos n�o eram sonhos.
Ent�o, o que eram?
Mem�rias... um tipo perfeitamente normal vai pedir ajuda a um psic�logo
e sai de l� convencido que � um alien�gena de 250 milh�es de anos
do planeta Xeno Nove. Que isto vos sirva de exemplo.
Bem, mas a Sra. Sheridan passa-se.
Quando d� por ele, o Bob j� est� inscrito na academia espacial.
- Onde te conhece. - Certo.
No meu primeiro dia de trabalho,
estou eu a limpar ch�venas babadas,
quando conhe�o este tipo de Xeno Nove.
Eu sei que o tipo � marado.
lsto �, quem sou eu para julgar algu�m?
Nasci em L.A.
Por isso, come�o a brincar com ele, a alinhar com ele.
Fa�o-lhe perguntas do tipo:
"� t�o dif�cil apaixonarem-se em Xeno Nove como � na Terra?"
O Bob fica espantado.
Pensa que finalmente conheceu algu�m que acredita nele.
Ent�o, eu dou-lhe corda, e ele come�a a falar-me da guerra...
intergal�ctica entre os Xenoites e os Aract�ides, bl�, bl�, bl�.
Eu digo que sim, aquilo parece um livro mau de banda desenhada.
� ent�o que tenho a ideia.
Ali estava eu, naquele manic�mio.
Que devia fazer, talvez expandir a vis�o da minha carreira.
Talvez fosse o destino, percebem?
Ent�o, comecei a ir para a cela dele com uma c�mara de v�deo.
Gravei tudo.
Um ano depois,
os "Dark Ones" s�o um sucesso.
O maior t�tulo na hist�ria da Soma Comix e eu sou o m�ximo.
Um dia, sou o Rodney Parastenko a limpar casas de banho,
a dormir no carro, e no outro sou o pr�ximo MK Ultra,
um neg�cio de tr�s filmes na Warner, no grandioso estado,
as supermodelos falam comigo 24 horas.
H� apenas um �nico problema:
ap�s dois volumes, o rapaz de ouro est� sem ideias.
- Porqu�? - Viram o v�deo, certo?
Ele ficou desmaiado.
� a �ltima coisa de que se lembra.
Que por acaso � a �ltima cena no volume dois.
Depois disso...
O Bob alguma vez disse por que os aract�ides raptavam pessoas?
Foi uma das primeiras coisas que ele me disse.
Ele disse-me isso.
Uma pequena informa��o que eu estava a guardar para o volume tr�s.
Porqu�?
Comida.
Comida como?
Comida, carne.
Carne human�ide. Carne.
A sua fonte preferida de prote�nas.
Nos �ltimos bili�es de anos eles deambularam pelo universo,
� procura de planetas com potencial de sobreviv�ncia.
Descobriram um, injectaram material gen�tico no ambiente
que come�a como uma bact�ria microsc�pica, desenvolve-se,
at� talvez uns quantos milh�es de anos mais tarde, e temos o qu�?
Seres humanos.
Uma vez atingido o m�ximo de densidade populacional no planeta,
eles voltam para testar a matura��o da colheita.
Se souber bem, � quando come�a o verdadeiro divertimento.
M�e de todas as invas�es, estamos a falar da aniquila��o total.
Estamos a falar de fast food a um n�vel c�smico.
Mais de um trili�o de human�ides servidos.
Certo, admito que o conceito � um pouco antiquado, mas...
Eu conhe�o-te de algum lado.
Quando � que come�a a invas�o?
N�o se trata de uma invas�o real.
Percebes?O tipo � louco. Eu disse-te. E tudo inventado.
J� n�o �. Ontem � noite vimos uma coisa.
N�o sei o que viram.
Mas talvez fosse uma esp�cie de apag�o da for�a a�rea,
talvez uma intrujice.
N�o sei. Mas n�o podem esperar que eu acredite...
A tua m�e nunca te aconselhou a nunca aldrabares um aldrab�o?
Ela est� morta, seu idiota!
Espera. Pronto, eu acredito em ti. Os meus p�sames.
Calma, meu. Estamos aqui em paz.
Quanto tempo falta para a invas�o?
72 horas depois das naves de reconhecimento chegarem.
O Bob alguma vez te falou sobre ver uma luz azul?
Talvez, n�o sei. Ele falou-me de muitas coisas.
Ele tinha alguma coisa parecida com isto?
N�o.
Ele n�o tem nada disso.
Mas eu tenho...
Antes de eu sair de l�, o Bob atacou um enfermeiro.
Os psic�logos amea�avam-no com uma enfermaria de seguran�a.
Ele receava que o descobrissem e lhe tirassem.
Por isso, deu-me para o guardar em seguran�a.
� isto que procuram?
Deixa-me ver.
Uma esp�cie de l�ngua.
N�o acredito.
Uma vez, pedi ao Bob uma amostra do alfabeto xenoite.
Toma, v�.
Deixa-me ver isso.
Est� a desaparecer... Conseguiste?
Acho que sim, que consegui. Acho que consegui.
Meu Deus.
Eles sabem que... devem ter apanhado o sinal do amuleto. Venham.
lsto devia ser um livro de banda desenhada...
Jerome.
Anda, temos de ir. Vamos l� embora.
Venham, r�pido!
Despachem-se!
Vamos, toca a despachar.
Fiquem fora do alcance dos raios. E um detector de movimento.
Venham l�.
- L� est� ele. - Est� a seguir-nos.
Mexam-se.
Continua, anda. Levanta-te, r�pido!
N�o parem!
Esperem, h� aqui um buraco.
Vem por aqui.
Cuidado com a c�mara...
Por aqui, venham.
Que fazemos agora?
Esperamos que ela passe e depois sa�mos daqui.
Eles v�em-nos.
Estejam calados.
Pronto, vamos sair daqui.
lnforma��es? Sim, Washington DC.
Para o FBl, departamento dos Ficheiros Secretos.
Sim, Ficheiros Secretos...
� um programa de televis�o, Einstein!
- E depois? - N�o existe!
J� viste o "McHale Navy"? E um programa de televis�o.
lsso significa que a Marinha (Navy) n�o existe?
D�-me esse telefone. D� c�.
Que vais dizer-lhes?
Que dentro de 48 horas o nosso planeta vai ser invadido
por aranhas devoradoras de homens sendo que a �nica prova que temos
� um livro de banda desenhada inspirado num lun�tico?
Tens uma ideia melhor?
Eles tentaram matar-nos por causa destes s�mbolos.
Sabem que temos a chave de algo e n�o querem que o descubramos.
Descubramos o qu�?
H� apenas uma pessoa que nos podia dizer isso:
o nosso marciano favorito.
O vosso tio tentou fugir das instala��es esta manh�.
Ele viu uma not�cia sobre ter sido avistado um OVNl.
E entrou em p�nico.
Quase matou um enfermeiro no meio disso tudo.
Ele est� convencido que alien�genas
est�o a planear algum tipo de invas�o.
Onde � que ele iria buscar uma ideia louca dessas?
Pois �. Coitado do tio Bob.
Pronto, chega. Vem comigo.
Est� tudo bem, venha comigo.
Que se passa com ele?
Um tratamento de choques el�ctricos
tende a causar uma leve desorienta��o.
Tio Bob?
Tio Bob? Lembra-se de mim?
Sei que se lembra disto.
Uma leve desorienta��o?
Temos regras r�gidas relativamente � viol�ncia.
Mas ele � um morto-vivo, seu charlat�o!
Acho que � melhor irem-se embora.
Vamos.
N�o. Esta bruxa transformou a minha mota num triciclo.
- E agora? - N�o perguntes.
N�o acho que devamos desistir j�.
Viste-o, ele est� louco.
N�o de todo, ele reconheceu alguns dos s�mbolos.
Vi isso nos olhos dele.
- Conheces a planta deste lugar? - Sim, e depois?
Pronto.
A dormir como um beb�.
Bob, � o teu velho amigo, o Rodney.
Sou eu, o Bob. Sou eu, o Rodney.
- Rodney? - Sim, temos de falar contigo.
Estavas certo. Os aract�ides est�o a chegar.
A cidade onde vivemos foi varrida pelas naves de reconhecimento.
Que raio fazem eles aqui?
Eles foram enviados por um tipo de servi�os secretos alien�genas
como as luzes azuis e essas coisas.
Entregaram-nos uma mensagem. Veja.
lsto � xenoite.
lsso sabemos n�s, mas o que significa?
Significa que n�o sou louco.
Parab�ns pela sua r�pida recupera��o.
Estava a fingir de doente at� arranjar um modo de fugir daqui.
- Baril. - Que diz isso?
lsto s�o coordenadas geogr�ficas.
Mas que tipo de coordenadas?
Graus de longitude e latitude, minutos...
Falta uma coisa.
Mas consegue ler, certo?
Depende.
Do qu�?
Eu fa�o-vos um favor, voc�s fazem-me um favor.
O qu�?
Tirem-me deste buraco.
Bob...
Que est� a fazer fora da sua cela...?
Que fazem voc�s aqui? Quem vos deixou entrar?
N�o vai acreditar, doutor, eles assaltaram isto.
Vamos j� tratar disso.
Enfermeiro!
Temos de sair daqui!
Vou j� ter convosco... Vai sentir uma leve desorienta��o.
Venha.
Bob, n�o � por isso que estamos aqui. Temos de ir!
Zach! Vem a� o pelot�o dos idiotas!
- Venha, Bob, vamos embora! - Fujam!
Est� a ouvir, Lane?
Por amor de Deus, apanhem-nos!
- Venham! - R�pido!
- R�pido, eles est�o a aproximar-se. - Venham por aqui.
Venham.
N�o parem.
Entrem no carro.
Aqui.
- Wisconsin? - � aqui � volta.
Que acham que h� l�?
N�o sei, mas temos 18 horas para descobrir.
Que est�s a fazer?
Esbo�os preliminares para o terceiro volume de "Dark Ones".
Olha s�, meu.
O meu novo protagonista.
Eu?
O super her�i sem super poderes. Um conceito baril.
Desta vez n�o preciso de roubar a hist�ria.
S� tenho de ficar quieto e ver o que acontece.
Cara. Cheg�mos.
Que porcaria...
Bolas.
� isto? Foi para isto que viemos aqui?
Bob. Qu�o exactas s�o essas coordenadas?
Sem saber os segundos,
podemos estar afastados uns 160 quil�metros.
lsso � mesmo bom.
Cara.
Cara. Espera.
- Cara, podemos desvendar isto. - Desvendar o qu�?
Nem sequer sabemos o que procuramos.
E agora temos apenas doze horas para o descobrir.
Sabes que mais, j� n�o me interessa.
Se os aract�ides querem comer-nos, se � essa a nossa fun��o na vida,
eles que nos comam. J� estamos t�o cheios de pesticidas
e conservantes artificiais que talvez morram de indigest�o.
lsto �, olha para isto.
Qualquer esp�cie capaz de inventar pl�stico, merece morrer.
- Acreditas mesmo nisso? - Sim!
N�o foi o que disseste antes.
Disseste que est�vamos aqui por um motivo.
N�o tinha a certeza, mas agora acredito nisso.
Zach, olha � tua volta! N�o h� nada aqui.
- Tem de haver alguma coisa! - Porqu�?
Porque se n�o houver...
Porque se n�o houver, desta vez �s tu o alvo da partida!
Ataque. Ataque!
Ol�, Zach. Eu sou o Coronel Teagarden.
For�a A�rea dos Estados Unidos.
� isso. J� sei. J� sei!
J� sei porque estamos aqui. J� sei porqu�!
J� sei! J� sei porque estamos aqui!
Estava mesmo debaixo do nosso nariz o tempo todo.
- O qu�? - Lembra-se de ser um alien�gena.
Fazia parte da tripula��o de uma nave de ca�a.
Seguiam uma expedi��o semeadora aract�ide a um planeta azul.
A vossa miss�o era evitar que eles semeassem vida
no oceano do planeta azul. Mas n�o conseguiram det�-los a tempo.
Houve uma fuga de g�s.
Exactamente. E todos desmaiaram.
Sim. Como � que soube?
Contou a sua hist�ria ao MK,
a �nica pessoa no mundo que lhe daria ouvidos.
O MK transforma a sua hist�ria num livro de banda desenhada,
a Cara e eu vimos isso e fizemos a liga��o.
Descobrimos o MK que nos levou at� si e voc� guiou-nos aqui.
Eles espalharam pistas para n�s descobrirmos.
- De que est�s a falar? - Veja.
Os "Dark Ones".
A minha nave.
Exactamente. E estava l� dentro quando ela caiu.
S� que n�o foi destru�da. Afundou-se no fundo do oceano
e foi a� que ficou durante 250 milh�es de anos.
At� que algu�m a descobriu.
Que queres dizer?
Vamos embora! Venham!
Supondo que est�s certo,
o ex�rcito tem escondida uma nave com 250 milh�es de anos.
Que diferen�a faz isso?
� a �nica hip�tese que temos de os determos.
A tecnologia humana n�o tem hip�tese nenhuma
contra a frota de ataque deles.
Mas um ca�a xenoite, talvez.
Presumindo que est� l�.
Presumindo que n�o nos matam a tentar descobrir isso.
Ou�a, se o conseguirmos p�r a bordo,
consegue pilot�-lo?
Presumindo que n�o sou louco e que isto n�o � uma alucina��o,
sim, consigo pilotar.
Percebe alguma coisa de motores?
Qual � o problema aqui?
N�o pega.
Vamos l� ver isso.
A cabe�a vai bater. Mete-lhe o rabo l� dentro.
Ele � pesado.
Encaixa-o a�.
lsto � como os "Dirty Dozen",
tu �s o Leroy, eu sou o Charles Bronson, o Bob � o Chico...
A Telly Savalas com cabelo.
- ldentifica��o. - Est� aqui.
- Provis�es? - Sim.
- Pode seguir. - Obrigado.
Conseguimos.
Bolas.
Parece que temos companhia.
Continue, n�o pare.
H� algum motivo para estar a guiar este cami�o de provis�es,
na pista, durante um alerta t�ctico, soldado?
Acho que me perdi.
Perdi-me, senhor.
Acho que me perdi, senhor.
Que carga traz, soldado?
Diga-lhe que s�o feij�es.
Feij�es, senhor.
Ent�o, sem d�vida que est� perdido.
O armaz�m da messe � do outro lado da base.
Obrigado pela informa��o, senhor.
Espere. Quem � o seu comandante, soldado?
Fiz-lhe uma pergunta, soldado!
Raymond.
- Raymond. - Quem?
O Tenente Raymond, senhor.
Saia do ve�culo.
Merda.
Eu disse para sair do ve�culo!
Bob, est� bem?
Desculpa, Zach.
Vire aqui.
Pare, encoste o seu ve�culo.
Renda-se, est� preso.
Pare o seu ve�culo, est� preso.
Baixem-se. Baixem-se.
- O que �? - Foste atingido?
N�o, fiz chichi nas cal�as.
- Encoste o ve�culoj�. - Vire aqui.
Cuidado, v�m a� mais quatro tipos.
Bob!
Fica nas tuas m�os, Zach.
Bob...
Saltem! Despachem-se!
Vamos, r�pido! Despachem-se.
lr pela esquerda. Entendi.
MK, baixa-te.
O Bob estava ali dentro.
Que est�s a fazer?
A tentar arranjar uma sa�da.
lsso a�. O tijolo.
Sim, d� c�.
- Est�s bem? - Sim.
- Coitado do Bob. - Sim, e agora?
R�pido, venham.
Bestial.
Caramba...
Talvez estejamos no hangar errado.
N�o estamos nada, eles estavam a guardar este.
A guardar o qu�? Espa�o?
Enfrenta a realidade, estamos acabados.
N�o temos nave nem piloto. Porqu�?
Porque o Bob morreu!
Sabem que mais, isto � o fim.
Somos lixo humano.
Cala-te!
Acho que descobri uma coisa.
A culpa � vossa, se n�o fossem voc�s, eu j� estaria morto.
Mas tinha de dar-vos ouvidos.
Olhem para...
Meu Deus, olhem para isto.
As minhas desculpas, comandante.
Agora s� precisamos de ressuscitar o nosso piloto
e voltamos a ficar operacionais.
Olhem para esta coisa.
� enorme.
Olhem s�.
Espantoso.
N�o h� problema. Venham.
Caramba.
Zach?
� um prazer v�-lo, Coronel Wexler. Como foi a viagem?
P�ssima. Onde raio est� o Teagarden?
L� dentro.
Um maldito mi�do de liceu entra na sua base,
arruina o nosso segredo e voc� diz-me que n�o h� nenhuma fuga?
Por que acha que o mandei a Melville?
Para recolher donativos para o baile de juniores?
Mandou-me l� para descobrir o que ele sabia sobre a nave.
Ele falou comigo e eu acreditei nele.
Acreditou nele. Valha-me Deus, Teagarden.
N�o sei o que � pior, se a seguran�a aqui,
ou o seu p�ssimo julgamento de car�cter.
A cidade dos mi�dos foi completamente varrida da superf�cie da Terra.
Portanto...?
Todos os departamentos de t�ctica est�o em alerta total.
Dez pessoas juram ter visto um OVNl destruir um pr�dio perto de Chicago.
Onde quer chegar, Coronel?
N�o sei, Wexler, s� sei que h� 15 anos que tentamos abrir aquilo,
e estou a falar dos melhores engenheiros da NASA.
E o mi�do entra ali e abre aquilo como se fosse uma coisa habitual.
Quem � que acha que lhe deu essa informa��o?
Acho que me fiz entender.
lsto ainda n�o acabou!
lsto ainda n�o acabou.
Ou�a, eu disse-lhe...
Eu pr�prio n�o o entendo bem.
Sei apenas que morremos.
- Bem, eles morreram. - Os xenoites.
Sim, e um pouco antes apareceu uma luz azul.
E eles removeram as mentes da tripula��o.
Eles imprimiram-nas na mente de um adulto e de duas crian�as.
As crian�as cresceram sem saber quem verdadeiramente eram.
Mas sabiam que eram diferentes de algum modo. S� n�o sabiam porqu�.
O tempo todo elas estavam a ser preparadas.
Para combater os gigantes do povo aranha.
Na verdade, acho isto tudo muito inspirador.
Dois mi�dos a entrar em contacto com o seu eu alien�gena.
Acha que � uma partida?
Olhe, amiguinho,
eu tenho de... tenho de ter em conta a fonte.
- � a verdade! - Mentira!
Essa invas�o de que est�s a falar,
dizes que ela vai ter lugar esta noite.
Em menos de seis horas.
Teagarden, � um maldito livro de banda desenhada.
� a �nica esperan�a que temos. Temos de voltar � nossa nave.
� vossa nave?
A minha nave.
Coronel, ordeno-lhe que leve este rapaz e o grupo dele
para a pris�o por invas�o, assalto, destrui��o de propriedade do governo
e por fazerem-me perder uma noite de sono.
Vai perder muito mais do que uma noite de sono, Wexler.
Coronel.
Levem-nos para a cela.
Vamos.
Coronel, lembro-me da nave ser atingida por fogo inimigo
no lado de estibordo.
Houve uma ruptura no tubo de refrigera��o.
H� um painel no ch�o.
Coronel Teagarden!
Coronel Teagarden, h� um painel, v� verificar!
Largue-me, seu idiota!
Bolas.
N�o. Que vamos fazer?
V� l�! Chame j� o Coronel Teagarden!
Sejam voc�s quem forem,
onde quer que estejam, se me conseguirem ouvir,
n�o sou l� muito bom a rezar.
Vou resumir isto.
J� n�o quero morrer, eu estou bem agora,
portanto, que tal ajudarem-nos? Venham c� abaixo.
Nunca vi nada assim, Coronel.
Aparentemente a fonte de energia � uma esp�cie de prot�o acelerador.
L� dentro est�o c�lulas de combust�vel contendo um elemento
que nem sequer est� na tabela.
O acelerador est� ligado ao que parece ser
tr�s amperes anti-gravita��o.
Mas tem alguma ideia de como pilot�-la?
Nem seque sabemos onde � o interruptor para ligar.
Bestial. Simplesmente bestial.
Zach, estou com medo.
Est� tudo bem.
Tens de lembrar-te...
que estamos juntos.
Est� tudo bem.
Tamb�m estou muito assustado. N�o te preocupes.
Que est� a fazer, Coronel?
- Diabos me levem. - Coronel?
V� aquele tubo? Conserte-o.
Muito bem. Descobri o tubo de refrigera��o.
T�m uma �nica tentativa ou quem se lixa sou eu.
Sim.
Quanto tempo falta para o tubo estar arranjado?
Tentem dar-nos dez minutos.
- Como � que a encontraram? - N�o fomos n�s.
H� quinze anos, uma tribo de nativos no Alasca
descobriu-a enterrada num glaciar.
Trouxemo-la para aqui para a guardarmos em seguran�a.
Devia ser classificado como c�smico ultra secreto.
Destinei o Capit�o Taylor para o lugar do homem que perderam.
Esperem l�.
Que quer isso dizer de destinar o Capit�o Taylor?
Precisamos de algu�m para substituir o Bob.
E eu sou algum palha�o?
Est�o enganados.
Depois de tudo pelo que passei.
Praticamente morri. Fui espancado, alvejado...
Mijei nas cal�as.
Agora dizem-me que o George Jetson � que vai?
Que sabes tu sobre pilotar em combate?
O que � que eu sei sobre pilotar em combate?
O que � que eu sei sobre pilotar em combate?
Eu digo-vos o que sei.
Se n�o fosse eu, nem sequer estariam aqui.
Por que acham que conheci o Bob, acham que foi um acidente?
N�o, acho que eles planearam isto tudo desde o in�cio.
Acho que � o destino. V�o querer interferir no destino?
Coronel, dei-lhe uma ordem.
Est� a violar a Directiva N 22 A da Seguran�a Nacional.
Ou estes vadios s�o levados imediatamente para a pris�o,
ou nem imagina os problemas que vai ter.
Estou a ser claro?
Eles v�o para onde eu disser.
Muito bem. Como queira.
Leve-os presos. Todos eles.
Sabe, Wexler, tenho querido fazer uma coisa
desde que entrou na minha base a acenar o seu livre tr�nsito.
N�o posso esperar.
Que esp�rito.
Est�s pronto, rapaz espacial?
N�o?
Jetson, est�s despedido.
Seria uma honra.
Fiz o melhor que pude, Coronel.
Muito bem, mi�do. Est�s por tua conta.
Coronel, espere.
- Obrigado. - Pelo qu�?
Por acreditar em mim.
Temos o modo �micron.
Passar para Delta. MK, lembras-te do que te disse?
Sim, um grande 10-4.
� canja.
Parab�ns, acabaste de activar o temporizador do sistema.
Que � isso?
Se esta nave for parar a m�os inimigas,
� isso que usamos para fazer explodir esta coisa.
Deixe-me ver se entendo isto.
Est� a dizer-me que o mundo vai ser invadido por alien�genas
e que a nossa �nica hip�tese de sobreviv�ncia s�o aqueles tr�s?
E n�o est� minimamente preocupado?
Esperava que dissesse isso.
Passar � plataforma...
Engatar verticais...
MK, preparar para impuls�o.
Sim, senhor!
O que � a impuls�o?
Segurem-se.
Accionar lasers...
Zach?
Estou a v�-los. Subir escudos... Aqui vamos n�s.
Passar ao visor. Fase de encerramento.
- � tua direita. - Fixar alvo.
N�o os percas de vista, MK.
Estou a tentar.
Ali! Onde est�o eles? Para onde foram eles?
- Que fiz eu? - Apanhaste um.
Apanhei um? Apanhei um!
Cuidado! Atr�s de n�s!
- Ataque! - Estou a v�-los.
Alcance.
Trezentos cliques.
Pronto, acerta-lhes agora.
Zach, vais acertar-lhe.
Agarrem-se bem. C� vamos n�s...
Exibicionista.
Como vai isso, recruta?
Por enquanto, bem.
Zach, estou a captar algo no LR.
N�o. Eles est�o a cercar-nos.
O que � isso?
Uma esp�cie de termo t�cnico para campo de minas.
H� algum termo t�cnico para tirar-nos daqui?
MK, tens de abrir-nos um caminho.
� f�cil para ti dizer isso.
Quando eu disser, libertar os geradores de apoio.
Com impuls�o suficiente talvez possamos gerar um po�o de gravidade.
Caminho livre.
J�!
Conseguimos.
N�o acredito. Caramba.
Aviador Ultra. Destinado a correr com os alien�genas.
Que acham? Parecem t�o felizes, que se passa?
Ainda n�o acabou.
Como assim?
Que � aquilo?
A nave m�e.
A nave m�e?
Temos algumas armas secretas, certo?
Ent�o, est� tudo sob controlo, certo?
L� se vai o meu final feliz.
Cara, desvia toda a energia para o canh�o de laser. Segura-te.
Plataforma. D�-lhe agora, MK.
Parece que eles melhoraram a tecnologia deles
nos �ltimos 250 milh�es de anos.
Desligar toda a energia excepto para os auxiliares.
- E o raio dianteiro deles? - � isso que eu quero.
- Mas Zach... - F�-lo!
Se conseguir armar este aparelho do sistema
para operar independentemente dos computadores das naves,
talvez possamos criar energia explosiva suficiente
para iniciar uma reac��o em cadeia.
Queres que entremos ali e expludamos? E isso?
Temos de atingi-los no ponto mais vulner�vel deles.
Cara?
Quero que digas ao computador para orientar a energia auxiliar
e improvisar o sistema de fuga de emerg�ncia.
Eles n�o poder�o destruir os nossos comandos.
Deve haver energia suficiente para explodir.
Eu digo-te quando deves fazer a liga��o.
V� mas � aqui a realidade.
N�o achas que est�s a exagerar nessa coisa do super her�i?
Se estivesses a escrever esta cena para o volume tr�s,
que me porias a fazer? A fugir?
N�o.
Porqu�?
Porque �s o her�i e se o her�i foge, ent�o deixa de ser her�i.
Exactamente, � uma fraude e um falhado.
- Est�s bem? - Tira-me daqui para fora!
MK, fechar comportas.
Preparar m�ssil.
Lan�ar m�ssil!
Aguenta.
Dispara os raios!
Foi baril.
Aquilo � real?
Que est�o eles a dizer?
H� outro planeta em dificuldade.
Eles precisam de n�s.
Estes tipos gerem o qu�? Uma ag�ncia tempor�ria?
- Empregos permanentes. - Bestial.
A decis�o � vossa.
Esque�am, sim? Eu tenho um emprego.
Tenho de escrever o n�mero tr�s.
O rapaz que avista o OVNl salva o mundo,
fica com a rapariga e volta a Terra para receber a sua medalha,
por salvar a humanidade.
Esse � o meu final feliz.
N�o querem arruinar o meu final feliz, pois n�o?
Sup�e que n�o � esse o teu destino.
N�o ias querer interferir no destino, pois n�o?
H� mi�das nesse outro planeta?
Bem-vindo a bordo.
Como nos velhos tempos.
Preparar para impuls�o. Vamos sair daqui.
Legendas Por: _4L_Do_Amor On #DivX & www.ptdivx.com
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