Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
No momento que você acha que é o material
que vai restaurar o
dente do seu paciente,
você está garantindo que essa restauração
vai falhar precocemente.
E por que eu estou falando isso?
É claro que o material
tem uma certa importância,
mas é o que menos importa em todo esse
processo de restauração do dente.
Não interessa se é um caso como esse
unitário de um onlay,
ou se é no caso de um dente anterior,
ou mesmo num caso de reabilitação total.
A gente não pode trazer para o paciente
um material como solução.
Não é a restauração de cerâmica ou de
resina que é a
solução para o seu paciente.
É o tratamento que você
vai fazer com esse material,
e daí o material pouco importa,
porque você vai fazer ele
funcionar da maneira correta.
E isso vai desde como você
diagnosticou o seu paciente,
para você entender o porquê que aconteceu
aquele problema desde o início.
Para identificar se o seu paciente tem
alguns problemas de
oclusão ou parafunção,
que podem levar uma fratura ou algum
outro tipo de falha
para a sua restauração,
para você entender que a adesão em
restaurações diretas e indiretas são
completamente diferentes.
E a maneira de você fazer o protocolo,
ele muda, ele é diferente de verdade.
E você precisa ter muito mais atenção e
muito mais estratégia para essa adesão,
quando é uma restauração indireta.
De que quanto esse
dente está muito destruído,
você tem que ser
extremamente conservador,
não só no preparo que você faz, mas
também na escolha do material.
Aí o material é importante, e o material
que você desgasta menos,
e é o material que é mais
suscetível a ele falhar,
e não transmitir uma falha ao dente é
mais importante também.
E é claro que eu também não posso
esquecer o formato do seu preparo.
Tem muita gente que
quer ser menos invasivo,
e acaba desgastando o
dente menos do que deveria.
Agora, também tem
aqueles que querem fazer lente,
odeia essa palavra, e chega lá e come o
dente inteiro falando que é uma lente.
Então, também tem os exageros.
Mas tem os exageros dos dois lados.
Tem o exagero daquela pessoa que pega um
dente com a parede completamente frágil,
e não quer desgastar para
não desgastar muito o dente,
e daí depois essa dente vai lá e fratura,
e acha que a culpa é do material.
Aliás, para a gente poder
entender que o impacto do material
é menor em todo esse complexo, quando a
gente fala em longevidade e falha,
é só a gente ver as próprias falhas.
Quando você deixa o
comentário e dá o like,
aqui é muito importante, e faz enorme
diferença para o canal.
Então, vai agora, deixa o like, valeu!
E quando a gente começa a ler e a estudar
os artigos
científicos que falam de falhas,
em qualquer tipo de restauração, pode ser
metalo cerâmica, pode ser RMF,
pode ser cerâmica pura, não importa que
material que é esse cerâmico,
pode ser resina
composta direto ou indireta,
não importa o tipo de
restauração e o material que ela é.
Você vai ver que o principal fator de
falha é sempre a cárie.
E é uma cárie que não está associada nem
com problemas de adesão geralmente,
com infiltrações da sua restauração, não.
Ela, a maioria das vezes, está associada
com a baixa higiene do seu paciente.
Ou seja, você não
falhou na sua restauração,
você falhou lá no início,
aonde você não orientou o seu paciente
como ele deveria
fazer a higienização correta,
porque o seu paciente já
teve uma cárie e uma destruição,
conta de uma péssima higienização e a
gente não adequou isso antes
para isso não virar uma
falha depois de volta.
A gente não ensinou a
ele usar o fio dental,
a gente não ensinou a ele
cuidar dos próprios dentes.
Então, isso que a gente
tem que começar a entender,
a gente tem que começar a entender até
que tipo de falha frequente
que os nossos pacientes têm,
para a gente entender realmente o que
importa dentro do tratamento,
não interessa a extensão dele.
E eu sei que você está aqui vendo comigo
a cimentação de um onlay,
que é muito bacana e é um
onlay de resina composta,
eu tenho que falar para você que apesar
de ter uma resina composta
nessa restauração de onlay,
independente se esse paciente tenha
bruxismo, não tenha bruxismo,
se ele tem
parafunção, não tem parafunção,
desde o momento que eu respeite a oclusão
que estou fazendo essa restauração,
ela tende a durar e durar muito tempo.
E também não precisa ficar bem
preocupando com fraturas,
por conta da minha escolha do material, primeiro, porque se eu for ver a
resistência de uma força de compressão,
de uma resina e uma cerâmica,
eu vou ver que em espessuras menores,
a resina composta indireta,
pode ser laboratorial,
ou a que você mesmo fez de forma indireta
e depois foi lá e colou,
ela tem muito mais resistência a essas
forças de compressão do
que uma cerâmica fina.
Então, a chance dela ter
uma fratura vai ser menor.
Agora, isso também importa pouco, porque?
Porque a maioria das falhas por fraturas de qualquer tipo de restauração
está associado ou a traumas
por conta de situações externas,
ou por traumas devido a problemas
oclusais que teu paciente tem
ou parafunção mesmo,
fica mordendo aquilo que não deve,
que acabam levando a fratura dessa
restauração e, consequentemente, a falha.
Mas que nem eu falei que essa falha se
restringe à restauração,
porque quando a falha se
restringe à restauração,
o nosso dente está ali, inteiro,
do mesmo jeito que a gente fez ali antes
de colar a primeira restauração.
Para eu fazer uma restauração nova.
E isso que importa.
E importa que eu não vou precisar extrair
o dente do meu paciente
para poder fazer um implante.
Ah Renato, mas é que
tal material falha menos?
Não, que nem eu falei.
Se a gente for ver a
longevidade de todos os materiais,
eu antes estava falando da falha,
mas se eu for ver a longevidade,
você vai ver que o índice de
longevidade de todos os materiais,
todos os tipos de restauração,
são muito bem parecidos.
Eu escutei isso esses dias,
ah, mas uma cerâmica
bem feita, meu filho,
não é uma cerâmica bem feita.
Qualquer restauração
tem que ser bem feita.
E sendo bem feita,
que significa você preparar
o dente da maneira correta,
fazer a união dessa
restauração da maneira correta,
tendo também os cuidados com
a conclusão do seu paciente,
com a orientação de
higiene, tratamento periodontal,
que muitas vezes o paciente tem que fazer
antes de qualquer tipo
de tratamento restaurador,
e muitas vezes é negligenciado.
Então se a gente faz tudo
isso de maneira bem feita,
o material não importa.
Porque as próprias falhas frequentes que
a gente tem de todos os materiais
mostram que as
restaurações não estão falhando
pela minha escolha do material.
E sim por ou problemas
técnicos que eu faço,
ou por problemas de
higiene que o paciente possa ter,
ou por problemas de
traumas que são alheios a gente,
ou por uma falta de percepção de algum
hábito que o paciente tenha,
que a gente não orientou
ele para poder não ter mais.
Então se você quiser continuar fazendo
restaurações de qualidade
dessa maneira, independente do material,
com grande longevidade,
é só você clicar em um desses dois vídeos
que tem aqui para o YouTube,
porque tem muita coisa aqui,
para te ajudar a
trabalhar com resina ou cerânica,
não importa, a te ajudar a você restaurar
o dente do seu paciente
da maneira correta, independente do
material restaurador que você escolha.
Valeu.
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.