All language subtitles for ONLAY CIMENTAÇÃO COMPLETA - Mylene e Renato - PORTUGUÊS

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Original subtitles

No momento que você acha que é o material

que vai restaurar o

dente do seu paciente,

você está garantindo que essa restauração

vai falhar precocemente.

E por que eu estou falando isso?

É claro que o material

tem uma certa importância,

mas é o que menos importa em todo esse

processo de restauração do dente.

Não interessa se é um caso como esse

unitário de um onlay,

ou se é no caso de um dente anterior,

ou mesmo num caso de reabilitação total.

A gente não pode trazer para o paciente

um material como solução.

Não é a restauração de cerâmica ou de

resina que é a

solução para o seu paciente.

É o tratamento que você

vai fazer com esse material,

e daí o material pouco importa,

porque você vai fazer ele

funcionar da maneira correta.

E isso vai desde como você

diagnosticou o seu paciente,

para você entender o porquê que aconteceu

aquele problema desde o início.

Para identificar se o seu paciente tem

alguns problemas de

oclusão ou parafunção,

que podem levar uma fratura ou algum

outro tipo de falha

para a sua restauração,

para você entender que a adesão em

restaurações diretas e indiretas são

completamente diferentes.

E a maneira de você fazer o protocolo,

ele muda, ele é diferente de verdade.

E você precisa ter muito mais atenção e

muito mais estratégia para essa adesão,

quando é uma restauração indireta.

De que quanto esse

dente está muito destruído,

você tem que ser

extremamente conservador,

não só no preparo que você faz, mas

também na escolha do material.

Aí o material é importante, e o material

que você desgasta menos,

e é o material que é mais

suscetível a ele falhar,

e não transmitir uma falha ao dente é

mais importante também.

E é claro que eu também não posso

esquecer o formato do seu preparo.

Tem muita gente que

quer ser menos invasivo,

e acaba desgastando o

dente menos do que deveria.

Agora, também tem

aqueles que querem fazer lente,

odeia essa palavra, e chega lá e come o

dente inteiro falando que é uma lente.

Então, também tem os exageros.

Mas tem os exageros dos dois lados.

Tem o exagero daquela pessoa que pega um

dente com a parede completamente frágil,

e não quer desgastar para

não desgastar muito o dente,

e daí depois essa dente vai lá e fratura,

e acha que a culpa é do material.

Aliás, para a gente poder

entender que o impacto do material

é menor em todo esse complexo, quando a

gente fala em longevidade e falha,

é só a gente ver as próprias falhas.

Quando você deixa o

comentário e dá o like,

aqui é muito importante, e faz enorme

diferença para o canal.

Então, vai agora, deixa o like, valeu!

E quando a gente começa a ler e a estudar

os artigos

científicos que falam de falhas,

em qualquer tipo de restauração, pode ser

metalo cerâmica, pode ser RMF,

pode ser cerâmica pura, não importa que

material que é esse cerâmico,

pode ser resina

composta direto ou indireta,

não importa o tipo de

restauração e o material que ela é.

Você vai ver que o principal fator de

falha é sempre a cárie.

E é uma cárie que não está associada nem

com problemas de adesão geralmente,

com infiltrações da sua restauração, não.

Ela, a maioria das vezes, está associada

com a baixa higiene do seu paciente.

Ou seja, você não

falhou na sua restauração,

você falhou lá no início,

aonde você não orientou o seu paciente

como ele deveria

fazer a higienização correta,

porque o seu paciente já

teve uma cárie e uma destruição,

conta de uma péssima higienização e a

gente não adequou isso antes

para isso não virar uma

falha depois de volta.

A gente não ensinou a

ele usar o fio dental,

a gente não ensinou a ele

cuidar dos próprios dentes.

Então, isso que a gente

tem que começar a entender,

a gente tem que começar a entender até

que tipo de falha frequente

que os nossos pacientes têm,

para a gente entender realmente o que

importa dentro do tratamento,

não interessa a extensão dele.

E eu sei que você está aqui vendo comigo

a cimentação de um onlay,

que é muito bacana e é um

onlay de resina composta,

eu tenho que falar para você que apesar

de ter uma resina composta

nessa restauração de onlay,

independente se esse paciente tenha

bruxismo, não tenha bruxismo,

se ele tem

parafunção, não tem parafunção,

desde o momento que eu respeite a oclusão

que estou fazendo essa restauração,

ela tende a durar e durar muito tempo.

E também não precisa ficar bem

preocupando com fraturas,

por conta da minha escolha do material, primeiro, porque se eu for ver a

resistência de uma força de compressão,

de uma resina e uma cerâmica,

eu vou ver que em espessuras menores,

a resina composta indireta,

pode ser laboratorial,

ou a que você mesmo fez de forma indireta

e depois foi lá e colou,

ela tem muito mais resistência a essas

forças de compressão do

que uma cerâmica fina.

Então, a chance dela ter

uma fratura vai ser menor.

Agora, isso também importa pouco, porque?

Porque a maioria das falhas por fraturas de qualquer tipo de restauração

está associado ou a traumas

por conta de situações externas,

ou por traumas devido a problemas

oclusais que teu paciente tem

ou parafunção mesmo,

fica mordendo aquilo que não deve,

que acabam levando a fratura dessa

restauração e, consequentemente, a falha.

Mas que nem eu falei que essa falha se

restringe à restauração,

porque quando a falha se

restringe à restauração,

o nosso dente está ali, inteiro,

do mesmo jeito que a gente fez ali antes

de colar a primeira restauração.

Para eu fazer uma restauração nova.

E isso que importa.

E importa que eu não vou precisar extrair

o dente do meu paciente

para poder fazer um implante.

Ah Renato, mas é que

tal material falha menos?

Não, que nem eu falei.

Se a gente for ver a

longevidade de todos os materiais,

eu antes estava falando da falha,

mas se eu for ver a longevidade,

você vai ver que o índice de

longevidade de todos os materiais,

todos os tipos de restauração,

são muito bem parecidos.

Eu escutei isso esses dias,

ah, mas uma cerâmica

bem feita, meu filho,

não é uma cerâmica bem feita.

Qualquer restauração

tem que ser bem feita.

E sendo bem feita,

que significa você preparar

o dente da maneira correta,

fazer a união dessa

restauração da maneira correta,

tendo também os cuidados com

a conclusão do seu paciente,

com a orientação de

higiene, tratamento periodontal,

que muitas vezes o paciente tem que fazer

antes de qualquer tipo

de tratamento restaurador,

e muitas vezes é negligenciado.

Então se a gente faz tudo

isso de maneira bem feita,

o material não importa.

Porque as próprias falhas frequentes que

a gente tem de todos os materiais

mostram que as

restaurações não estão falhando

pela minha escolha do material.

E sim por ou problemas

técnicos que eu faço,

ou por problemas de

higiene que o paciente possa ter,

ou por problemas de

traumas que são alheios a gente,

ou por uma falta de percepção de algum

hábito que o paciente tenha,

que a gente não orientou

ele para poder não ter mais.

Então se você quiser continuar fazendo

restaurações de qualidade

dessa maneira, independente do material,

com grande longevidade,

é só você clicar em um desses dois vídeos

que tem aqui para o YouTube,

porque tem muita coisa aqui,

para te ajudar a

trabalhar com resina ou cerânica,

não importa, a te ajudar a você restaurar

o dente do seu paciente

da maneira correta, independente do

material restaurador que você escolha.

Valeu.

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