All language subtitles for Händelser.vid.vatten.e06.SWEDISH.1080p.WEBRip

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian Download
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Isso aconteceu: Annie estava certa em suas suspeitas.

Todos os membros da comunidade, menos o Dan, estavam

em Stjärnberg na véspera do solstício de verão.

Dan estava com Barbro.

Nasce o primeiro bebê da comunidade.

Birger examina a mãe e o bebê.

Annie segue Birger em seu caminho para casa.

Johan está no armazém onde Ylja o deixou.

Ele liga para Gudrun...

Para proteger Johan...

ela o hospeda com sua tia Sakka na Noruega.

Agora, muitos anos depois, Birger

e Johan localizam Ylja em Helsinque.

Ela conheceu o homem sem calças antes do assassinato.

Johan quer que ela fale com a polícia.

Ylja se recusa e o lembra que ela o levou...

quando ele saiu da mata com sangue na camisa.

É uma palavra contra a outra.

Mia conta a Björne que está grávida de Johan.

Birger recebe a caixa com a investigação de Åke.

Escuta os interrogatórios.

As vozes de Barbro e Dan são ouvidas do passado.

Birger suspeita que Dan mentiu

sobre a comunidade e o casal na barraca.

Ele lamenta por Annie e não consegue

acreditar que ela tirou a própria vida.

Annie reconheceu Johan Brandberg...

quando Mia voltou para casa na chuva naquela noite.

Foi ele que você viu em Lobberån perto da cena do crime?

Seu Johan não fica muito por aqui, não é?

Se nos encontrarmos, nos vemos em Trondheim.

Estava pensando naquela noite do solstício. Ele morava aqui?

Naquela época, ele havia acabado de se mudar para a Noruega.

Por quê?

Pensei reconhecê-lo. Ele levou

Mia para minha casa ontem à noite...

E achei muito parecido com ele...

BLACKWATER S01E06 legendas @drcaio

Björn?

Björn?

Björn?

ESTOCOLMO OUTONO DE 1991

Olhe.

A caixa de correio. O jornal.

Espere.

É ele?

- Vamos segui-lo. - Vai voltar.

É melhor conversar lá dentro. Vamos esperar.

- Outro? - Obrigado.

- Acha que ele mora lá agora? - Não sei.

Sim, claro... Leva pão francês fresquinho.

Vamos.

Desligue isso. Queremos falar com você.

Não gosta de Strauss?

Kubrick o usou quando fez "2001, Uma Odisseia no Espaço".

Strauss?

Bem, ele não é o rei da valsa vienense.

Queremos falar sobre Annie Raft. De sua morte.

- Annie Raft? - De Svartvatnet.

Annie...

A menina, certo?

- Está morta? - Sim. Você não lê o jornal?

Sim, os tabloides. Para negócios, claro.

Ele é o parceiro de Annie. Birger Torbjörnsson.

E eu ia ser seu genro.

Queremos saber sobre John Larue.

John Larue?

O que aconteceu com ele?

Quer um pouco de chá?

Não, fale-me sobre John Larue.

Bem, não sei o que Annie disse.

Por que perguntam por isso? Não estão exagerando?

De onde ele veio?

Eu o conheci aqui em Estocolmo.

Era um desertor vietnamita, não?

Complicado. Não tinha documentos ou passaporte.

Ele iria morar conosco. Por que querem saber disso?

Por que eles acamparam?

Por que não foram para Stjärnberg?

Vou me servir de um pouco de chá.

Larue deveria vir no solstício de

verão com aquela garota holandesa.

Sabine, está com fome?

Acreditávamos que sim. Afinal, ele havia recebido

meu esboço do mapa para Stjärnberg.

Sim, a "Montanha das Estrelas".

- Açúcar? - Pode deixar.

Dissemos que não queremos nada. Me diga mais.

Lá vem eles!

- Bem-vindos. - Obrigado.

- Petrus. - Barbro.

Naquele dia, véspera do solstício de

verão de 73, houve uma manifestação.

Não me lembro se foi por causa do rio

ou alguma coisa do tipo. Era comum naquela época.

Depois disso, buscou a Barbro Lund.

Um artista têxtil que talvez morasse conosco.

De qualquer forma, Larue nunca apareceu.

Esperamos a noite toda.

Pensamos que estavam perdidos.

Pela manhã, saímos para procurar.

Pensamos que estavam vagando por aí.

Vimos a barraca junto ao rio.

A princípio não vi quem eram, mas depois vi uns jeans.

Eram de Larue.

Enel foi muito firme.

Ela tirou a sacola de Larue da barraca e a esvaziou.

Tinha o esboço do meu mapa e outras

coisas que poderiam ser rastreadas até nós.

Como você reconheceu o jeans?

Jeans naquela época eram como obras de arte.

Cada remendo, cada rasgo era

como um sinal. Como um autógrafo.

Eram os jeans de Larue.

Resolvemos fingir que não conhecíamos o ianque.

Teria sido o fim da comunidade se tivessem nos pegado.

As autoridades nos tinham na mira.

Brita teve uma disputa pela custódia.

Então as crianças foram levadas.

E também precisávamos de nossas doações.

Tínhamos que fazer face às despesas.

Teria sido má publicidade.

Então subimos e queimamos o material.

O jeans estava molhado, então eu o escondi.

Não dava para queimar aquele

pano grosso até que estivesse seco.

E então continuamos com a mesma história.

Mas você mentiu para Annie.

Annie, ela era um pouco... Como posso dizer?

Ele havia interpretado tudo errado.

Ela acreditou em você.

Deixou tudo para trás, toda a sua vida,

para começar uma nova com você.

Mas você estava mais interessado...

em conseguir uma professora para Stjärnberg.

E o mesmo com Barbro Lund. Uma artesã. Não?

E quem sabe quem mais você tentou atrair? Pessoas úteis.

A única coisa que Annie não entendeu foi

que você estava recrutando com seu pau!

Ela deu à luz a sua filha, droga.

Eu estava com ela naquele dia.

Era uma menina grande e bonita.

Morta, com duas voltas do cordão umbilical no pescoço.

Não sabia...

Não, porque você não merecia saber.

Annie não queria se lembrar disso.

Nem isso nem o maldito salvador com o cabelo de Jesus.

Oi, Annie. Cada vez é mais difícil estar na cidade...

quando você se acostuma com a vida real.

O que temos em Stjärnberg é a vida real.

Voltarei assim que puder.

Eu vi Lotta na estação central.

OUTONO DE 1973

Ela parecia muito mal e queria dinheiro emprestado.

Acho que teve uma recaída.

Mas estava feliz.

Me mostrou dois gatinhos que tinha.

Diga a Mia que comprarei chiclete para ela.

Frutas e todas as variedades que encontrar. Seu, Dan.

Tenho que ir ao banheiro.

Pode fechar a porta?

- Faz frio. - Trago água quente para você.

Pronto...

Está doendo?

Deixa eu ver.

Aqui.

Tome um pouco de leite de cabra. É cremoso e anti-séptico.

Esqueça.

Por que Sigrid e Gertrud não podem estar aqui?

Agora moram com o pai.

O padre satânico?

O bebê também mora lá?

O bebê mora com Brita em Byvången.

Por quê?

Não podem viver aqui no inverno.

Não podem.

Então, por que nós podemos?

Puta merda...

Droga!

Droga!

Pronto.

Minhas cabras andam pela floresta,

roendo a casca das árvores...

Minhas cabras andam pela floresta,

roendo a casca das árvores...

Mas Anna, você não deveria carregar isso...

OUTONO DE 1991

Você é teimosa, ainda mora aqui no Tangen.

Sim, mas você gosta de pessoas teimosas, não é?

Não só você vai sentir falta dela.

Até os chatos sentirão falta dela.

Eles vão sentir falta

de alguém para se irritar e falar mal.

Eu ficava furioso quando ouvia

as pessoas dizerem que ela estava infeliz.

E que ela não estava em seu juízo perfeito.

Não é ruim ser infeliz.

Só estou dizendo que ela não se matou.

Isso é o que as pessoas pensam.

Claramente deve ter sido um acidente.

Ela estava bem.

Ela gostava de ser professora.

E a mim também.

Gostávamos um do outro

Nos queríamos como...

Vou te ajudar com as caixas.

Você se tornou uma catadora de sucata?

Estou trazendo do Tangen.

Você sabe, o lixo que tiraram do lago.

Recolheram bicicletas, ciclomotores,

todo tipo de coisas.

Provavelmente está lá há vinte anos.

Vai comprar alguma coisa?

Ainda há um monte de coisas em Svartvattnet.

Annie estava lá procurando algo.

Sente. Do lado.

Você sente?

Vá à polícia e conte para eles sobre a Noruega.

Sobre a bruxa finlandesa.

- Não acha que seria bom? - Não, não quero.

- Por que não? - Não quero.

- Mas você não fez nada. - Eles vão acreditar nisso.

Precisamos de mais lenha.

Veremos isso com Björne quando ele chegar.

- Alô? - Sou eu. Johan está aí?

- Sim. - Posso falar com ele?

É Birger.

Johan.

Vento de Oeste aumentando com grande risco de chuva.

Breve chuva ou granizo e 0-3 graus mais.

Mais tarde mudando de ventos frescos a fortes do norte.

Sim...

Eu mesmo pintei esse distintivo.

Foi aqui que eu o vi.

Você se lembra do que estava

fazendo quando Kennedy foi baleado?

Ou talvez Palme no seu caso.

Eu me lembro exatamente daquela manhã...

quando me contaram o que aconteceu em Lobberån.

Eu vi Björne.

Parecia que ele estava pescando,

mas talvez estivesse fazendo outra coisa.

Olá! Olá!

Gostaria de fazer uma pergunta.

Sim.

Sim, eu sou... sou de Stjärnberg.

Mas você já sabe disso.

Eu queria perguntar se você poderia

levar minha filha e eu para a cidade.

Com nossas coisas.

Acho que vou no sábado.

- Eu vou pagar. Claro. - Não há necessidade.

E também queria perguntar

se você poderia ligar para Aagot Fagerli

e perguntar se posso alugar a casa dele para o inverno.

Eu... vou ter um bebê.

Não quero dar à luz em Stjärnberg.

Então pensei que poderia morar na casa de Aagot...

e depois quando chegar o momento, ir para a cidade.

Então nos vemos no sábado.

- Tem certeza que vem? - Sim.

Obrigada.

Então você vai com o lacaio da empresa?

Sim, vou com o inimigo.

Eu tenho o fogo aceso desde esta manhã...

então deve estar quente.

E há lenha no depósito. Está cheio.

- Aqui está a lenha. - Obrigada.

E se houver mais alguma coisa...

Não faz muito tempo que dirigi o trator até aqui.

Nunca vou andar aqui novamente.

Odeio esse maldito lugar.

Björne?

Olá?

Aqui está você...

Queríamos subir aqui...

- Veio por Ytan? - Sim.

Droga, nunca haverá nada com a floresta.

Não vai funcionar.

Parece que este ano também não haverá pássaros.

Talvez eles estejam lá, ou mais acima, no meio da floresta.

Vimos a moto de Johan.

Pode pegar o pão.

A moto que você afundou no solstício de verão.

Soube que estiveram limpando o lago...

e tiraram um monte de sucata?

Foi você, Björne, quem afundou a moto?

Você fingiu que estava pescando?

Às vezes você não sabe se vai acordar quando dormir.

É por isso que não tenho cachorro.

Ninguém que dependa de mim.

Se eu não acordar, não haverá ninguém para cuidar dos animais.

Por isso não tenho filhos.

É Nostradamus.

Nostradamus é o único que previu corretamente.

Você está louco?

Sente-se e deixe-me ver.

Merda... você ficou com medo quando nos ouviu?

Você vive com medo há 18 anos.

Annie também estava com medo. Tinha o rifle ao lado da cama.

Você está com a mochila, Johan?

Acho que tenho ataduras e comprimidos.

- Não, não quero. - É só para tranquilizar.

Johan, saia um pouco.

- Não, vou ficar. - Faça o que eu digo.

Vá embora.

- Sabe que Lill-Ola está morto? - Não.

Sim. Um ataque cardíaco.

Devo ter perdido algo.

Ele morava na cidade desde que o acontecido em Lobberån.

Ele desmaiou quando viu que a barraca era dele.

- Aquele filho da puta... - Sim. Um verdadeiro idiota.

Quando analisaram pena após

pena dos pássaros que ele queimou...

descobriram que era um abutre. Dois.

Eu vi os pacotes no freezer.

"Perdiz depenada" ele havia escrito.

Talvez ele estivesse com medo

de que toda a sua casa fosse revistada.

Agora vou fazer um curativo apertado...

depois vamos até a cidade e costuramos.

Eu reconheci a barraca.

Você não tem chance com ela, Johan!

- Quer companhia? - Tenho outros planos.

Feliz Festival de Verão!

Holandesa.

Está acostumado a vender tudo para estrangeiros, certo?

- Deixe o pássaro em paz. - Cale a boca.

- O que você quer? - Você sabe.

Sim. Gostaria de comprar isto, certo?

Oitenta coroas.

Vamos tomar uma cerveja!

Tá vendo o galo da mamãe, tão preto e tão grande?

Tá vendo o galo do papai...?

Deixe o pássaro em paz!

Vou olhar...

- Vamos ver o mapa. - Bem...

Isso é muito confuso...

- Ei! - Fiquem na boa, sim?

Idiotas... Queremos ir para Stjärnberg, certo?

- Você tem o mapa de Dan? - Sim...

Parece que é muito longe daqui.

- Queremos saber o nome. - Vá com calma...

- Onde está o resto das coisas? - Coloquei na parte de trás.

Danem-se...

Não se esqueça a barraca no teto.

Vamos sair daqui

Johan!

Johan!

Johan!

Naquele ano havia dois ovos no ninho.

Johan e eu verificamos.

Lill-Ola já estivera lá antes.

Achei que os tinha na barraca.

Ele os vendeu como falcões caçadores

para os alemães ou algum maldito árabe.

Você pensou que era Lill Ola? Foi isso?

Você pensou que era Lill Ola quem estava na barraca.

Transparecia na barraca...

Lil-Ola!

Sai fora, seu filho da puta!

Era... Era preto.

E gritava.

Eu o esfaqueei até ele calar a boca.

Foi bom quando estava quieto também.

Dentro de casa. Aqui.

E a moto? Como você a levou até o lago?

Ninguém ouviu nada. Ninguém viu nada.

A dupla de Vidart. Ainda estava lá depois da briga com Torsten.

Então eu consegui usar, porque cabia lá.

Tome isto agora, Björne.

Vou levá-lo para a cidade,

e pode dizer a mesma coisa ao médico.

Não quero mais choques elétricos.

Não servem para nada.

Acho que Annie gostaria que você contasse ao médico.

E também para a polícia. Não acha?

Eu queria saber se Annie estava vindo te ver

para perguntar sobre a moto.

Nós a encontramos no caminho para cá.

Mas eu não estava aqui. Eu estava no hospital.

Eles me deram choques elétricos.

Johan? Pode entrar agora!

Hora de ir. Prepare-se, vamos garantir que seja costurado.

Johan, apague a luz aqui.

Bjorn!

Bjorn!

- Pode ir, eu espero aqui. - Bjorn!

Bjorn!

Björne me contou o que fez em Lobberån.

Foi ele quem matou aqueles dois na barraca.

Não...

Björne disse que... Ele disse que cuidou da sua moto.

Que se revezavam para cuidar do ninho.

Não, ele costumava fazer isso sozinho.

Que havia holandeses na barraca. Que os passarinhos se foram.

Sim. Tudo aponta para você.

Nós... queríamos ajudá-lo.

Por que você não disse nada?

Por que você concordou com a mudança se não tinha feito nada?

Achei que Torsten e você já estavam fartos de mim.

Não sou filho dele.

Sei que sou filho de um criador de renas.

Aquele com quem você estava antes de Torsten.

Nunca tive ninguém além de Torsten.

Você pensou que era o mesmo.

Nunca esteve na merda, Johan

Só podíamos falar sami no banheiro.

Tinha-se vergonha de ser lapão.

Como com vermes ou tuberculose.

Nem renas tínhamos. Éramos indigentes.

Sabe o que é ser pobre, Johan?

Sonhamos com eletricidade, com uma pia de inox...

Inclusive Sakka tinha sonhos suecos.

Agora eles conduzem as renas com uma moto.

Isso é brutal. Isso é sueco.

Agradeça a Torsten e aos caminhos

das máquinas florestais

a vida que lhe foi dada.

Ele pagou por tudo.

Annie veio perguntar por você.

Ela viu você em Lobberån naquela noite...

e tinha visto você de novo, e te reconheceu.

Ela sabia que era sua moto que havia sido retirada do lago.

Eu disse para ela ir até a casa de Björn e conversar com ele.

Sim, eu sabia que ele estava

no hospital recebendo choques elétricos.

Você pode ir falar com Björn.

Ele estava com Johan naquela noite.

- Eu sabia onde estava a chave. - Björn lhe disse isso?

E a espingarda, estava atrás da cama.

Bem, todo mundo sabia.

- Nunca encontrou os cartuchos. - Não tinha nenhum.

Sim, eu os encontrei. Atrás do rádio-relógio.

Sim, sim. Não importava.

Era temporada de caça.

Per-Ola tinha cartuchos no carro. Eu os peguei.

Eu sabia que teria de atravessar o vau.

Só lá você pode atravessar a água se quiser subir até Björne.

Então eu esperei.

Björne?

E então ela veio.

A maldita Annie Raft! Eu não ia deixar ela arruinar sua vida

apenas por causa de um erro

dezoito anos atrás. Ela estragou tudo.

E destruiu tudo antes.

Ela viu sua filha com o que pensava ser um assassino.

Queria proteger sua filha.

Todo mundo quer isso, certo?

Johan, Johan...

- Sou eu, Björne. - Eu estava com frio.

Onde você esteve?

Entre árvores.

Temos que aquecê-lo agora.

Bem. Tire isso.

Pronto...

Eu deveria ter escutado seu coração também.

Você precisa respirar com mais calma.

Respire com calma.

BLACKWATER

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.