All language subtitles for Händelser.vid.vatten.e05.SWEDISH.1080p.WEBRip

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Original subtitles

Aconteceu o seguinte: a polícia foi a

Stjärnberg para interrogar Dan.

Annie suspeita que Dan mentiu sobre o

que fez na véspera do solstício de verão.

Birger descobre que Barbro não estava na manifestação...

mas passou a noite com Dan Ulander, o Salvador do rio.

Birger confronta Barbro. Ela deixa Birger para sempre.

Ylja conta o mito do Andarilho

e nomeia Johan como o novo Andarilho.

Johan vasculha o quarto de Ylja...

e encontra recortes de jornais sobre os assassinatos.

Ylja sugere que ela seja seu álibi.

Ela leva Johan à loja da aldeia. Ele liga para casa.

Após dezoito anos, Birger vai ver Åke Vemdal.

Åke tinha cópias da investigação.

Johan Brandberg nunca foi interrogado.

Quando Mia pergunta a Johan se ele estava em Lobberån

na noite do assassinato, ele responde que sim.

Mia pede que ele saia de casa.

No meio da noite, Johan bate na porta de Birger.

BLACKWATER S01E05 legendas @drcaio

Você nunca esteve na Noruega naquela véspera

de solstício de verão, dezoito anos atrás.

Nós dois sabemos.

Nos encontramos em Westlund...

quando seu pai quase matou Vidart.

Onde você estava naquela noite?

Fico com medo só de pensar nisso.

- Por quê? - Porque tudo pode dar errado.

OUTONO DE 1991

Eu fui pescar. Levei a moto para

a casa da Alda e peguei minhocas.

Meus irmãos me alcançaram.

Jogaram-me no velho poço da Alda.

Finalmente consegui subir e sair.

Eu não sabia para onde ir.

- Comecei a andar. - Passou por Lobberån?

Nunca vi Annie no caminho do ônibus.

Não vi nenhuma barraca.

Quando cheguei à estrada, um carro parou.

Uma finlandesa sueca a caminho da Noruega.

Uma finlandesa sueca em um carro?

Finlandesa sueca.

Isso era muito importante para ela.

- Seu nome era Ylja Happolati. - "Ylja Happolati"?

Essa é a verdade...

Adormeci no carro e quando acordei estávamos na Noruega.

Johan, isso não é suficiente.

Quebrei o pé e sentia muita dor.

Então ela colocou pó quente e me serviu vodca Koskenkorva.

Pó quente? Tem certeza que era assim que se chamava?

Sim. Lembro-me do pacote.

Tinha um índio dançando nele.

Mas que diabos...

- De onde ela veio? - Da balsa da Finlândia, acho.

Pelo menos estava na farmácia em Byvången no dia anterior.

Ela disse isso?

Eu roubei o dinheiro dela.

Em sua bolsa havia uma sacola da farmácia.

Com nota fiscal e tudo.

Ela tinha comprado preservativos.

Parece que ela esperava conhecê-lo.

Nunca os usamos.

Ela nunca disse para ter cuidado.

Eu pensei que ela estava tomando pílula

ou algo assim. O pacote estava fechado.

Talvez ele tivesse outra pessoa em mente.

Alguém com quem ela pensou que deveria se proteger.

Sim, você é médico... Você pensa assim.

Que diabos... Havia um homem na

casa que ela chamava de Andarilho.

Fique longe dele Não esqueça isto.

É perigoso.

Sagitário.

Que diabos?

O cara sem calça da barraca...

tinha um número de telefone escondido em sua bolsa.

Em um caderno com um Sagitário na frente.

Havia uma única anotação, na primeira página.

Estava dirigindo para algum lugar ao norte.

Uma loja rural em Furunes.

Ligamos para lá, mas não adiantou nada.

Foi onde Ylja me deixou.

Pode vir comigo um momento?

Você realmente confia nele?

E se esse for o cara que procuramos todos esses anos?

NORUEGA 1973

Devo algo a você?

- Tenho que ir para o hospital. - Você terá que aguardar.

- Essas coisas são minhas? - Sim, entre!

A tia disse que você podia ficar com eles.

Você terá que terminar o ensino médio lá, em Langvasslia.

Agora não pode voltar para casa.

- Torsten decidiu isso? - Será o melhor para todos.

Espere aqui.

Johan. Não entendo muito sami.

Per! Johan está aqui! Venha!

"Subimos a montanha para"

"viver a vida pura, plena e livre."

"Para agir conscientemente,"

"em vez de nos deixarmos levar pela"

"corrente entorpecente da civilização."

"Para nos libertarmos das estruturas,"

"que prendem as pessoas como escravas"

"de tudo o que aprenderam a desejar."

"Porque temíamos acordar um dia e perceber"

"que o que chamávamos de vida não era vida."

- Bem-vindos. - Sim.

Amanhã temos que colher as batatas.

Seria bom se for dois ou três.

Maravilhoso. Quem pode ajudar Bert com isso?

Enel? Dan?

Eu realmente preciso de ajuda com as batatas.

Dan! Acorde e ajude seu amigo.

Bom. Então terminamos aqui.

Certo?

- Quero me desculpar com Sigrid. - Sim?

Ela disse que houve um erro no cronograma de ordenha...

e eu não dei importância. Talvez possamos investigar.

Sigrid disse que Dan iria ordenhar

na véspera do solstício de verão...

mas não o fez porque não estava aqui.

Eu disse que ela estava errada,

porque naquele dia estávamos todos aqui...

Como você disse à polícia.

Mas acho que Sigrid está certa.

Tudo bem. Legal. Sigrid, está satisfeita?

- Então terminamos. - Não espera. Eu não terminei.

Se Dan estava aqui e era o dia dele,

por que Peter estava fazendo a ordenha?

O que você quer dizer com isso?

Se a hora estiver errada,

então o que você disse à polícia não está correto.

Erros acontecem. Isso importa?

Deve ficar bem claro que não cabe a nós

decidir o que é importante na investigação.

É exatamente isso. Mudamos para cá para evitar a submissão.

Se formos rigorosos com a verdade, onde vamos parar?

A verdade é que estávamos todos

aqui na véspera do solstício de verão.

O dia todo, a tarde toda, a noite toda.

Exceto Dan, que escolheu ficar com Barbro Torbjörnsson.

É por isso que ele não podia ordenhar.

Ela queria conhecer Stjärnberg.

Talvez ela se mude para cá. Isso seria uma

oportunidade para nós; ela tece e costura.

E Dan tem que mostrar tudo a ela.

Se é tão importante saber o que eles fizeram,

terá que falar com Dan.

É tudo.

Diga a Annie de uma vez por todas como estão as coisas.

- Olha, Annie. Botas bonitas. - Sim, muito bonitas.

Então todo inferno desabou.

O exército de Saigon usou obuses,

e as tropas da FNL abriram fogo

com morteiros e armas automáticas.

Duas mulheres vieram correndo, carregando uma criança ferida.

Ela tinha oito anos e havia levado estilhaços nas costas.

Droga! Chega!

Ele não gosta dessas coisas políticas.

Ele gostava. Era o único que participava na escola.

Me refiro ao partido.

Ele é chato. Simplesmente me ignora.

Estávamos no meio do jogo!

Merda de Stjärnberg...

- Sei que ele saiu do partido. - Não, ele foi expulso.

Eles eram um grupo de dissidentes e ele era o líder.

Mas então outro cara apareceu e assumiu.

E Dan deveria exercitar a autocrítica.

Eles estavam na floresta Nackas, em uma maldita montanha.

- O que eles estavam fazendo? - Bem, a autocrítica.

Eles tinham uma corda e fizeram um laço,

e ele deveria se enforcar.

Sua vida não tinha sentido. Estava podre. Estava intoxicado.

Intoxicado do quê?

Da burguesia

Que diabos você está falando?

Bem, na verdade ele não se enforcou.

Em vez disso, ele se mudou para a

cidade, andou por aí e usou drogas.

Foi então que o conheci.

Teve sorte.

Ele entrou no hospital psiquiátrico.

Então seu pai o colocou em uma escola pública.

A faculdade comunitária onde ele te conheceu.

Então é melhor você entender.

Ele não quer saber de política...

ou notícias no rádio de uma guerra sangrenta.

E nada sobre aquele general também.

Que general?

O pai dele!

Dan?

Ei... Podemos conversar?

Quem você pensa que é?

Acha que somos uma turma da escola

que você pode interrogar e prender?

Você não pensou que viríamos até o dia de verão. Você sabia

O dia de verão foi minha sugestão.

Você aceitou porque assim era mais fácil.

- Seu pai é General? - Não.

- Então o que ele é? - Tenente Coronel.

Você disse que cresceu pobre.

Sim, tão pobre que você nem imagina.

Por favor, Dan, não podemos ser honestos um com o outro?

E aí? Onde Peter estava na véspera do solstício de verão?

Aqui! Você já percebeu isso, não é?

Você não gosta de Peter.

Eu nunca disse isso. Só estou tentando

entender por que ele está mentindo.

Por que você o ajuda a mentir?

Não estamos ajudando Peter. Todo mundo estava aqui.

E sim, eu estava indo buscar Barbro.

Ela queria participar de uma manifestação.

Nós a convidamos para ficar

porque ela poderia se mudar para cá.

Então você a pegou... em vez de nos pegar?

Foi o que Peter decidiu.

Teria sido bom ter alguém do calibre dela aqui.

Do calibre dela?

Teria sido bom para você também.

Se não fosse por tudo isso...

eu nunca teria andado com Mia no meio da noite.

Então eu nunca teria visto...

- Você dormiu com ela? - Não.

O que o diafragma dela fazia aqui, então?

Não sei...

Você está mentindo.

Talvez tivesse sido melhor se você

e Mia tivessem ficado onde estavam.

Não poderíamos fazer isso! O que diabos você não entende?

Perdi tudo por sua causa!

Perdi meu emprego por sua causa! Você foi meu aluno, caramba!

Bem, você quer ficar aqui? Você quer fazer parte disso?

- Sim. - Porque não parece.

Você está apenas tentando encontrar falhas.

Só estou tentando entender.

Eu quero ficar aqui.

Tenho certeza.

As batatas...

Vão apodrecer. Não pode mais chover.

- Torbjörnsson. - É a irmã Märta.

Você já ouviu falar do garoto de Stjärnberg?

Seria bom se você fosse lá.

Sim, acho que devo ir.

O pessoal do Serviço Social está preocupado.

No sul da Suécia, em Götaland e no sul de Svealand...

Inocente como um cordeiro.

Eu queria trazer isto de volta para você.

Obrigado.

Recebo toneladas de cartas anônimas.

Que eu deveria fazer algo.

Prenda-o para que as pessoas possam sair novamente.

Então você está investigando de novo?

Não. Estou fora.

Mas nos veremos.

Sim, claro.

Alguém está vindo.

- Ele é o médico. - Vá se lavar.

Gertrud, fale para a Mia também.

Tudo parece bem.

- É um bom menino que você tem. - Sim, obrigado, nós sabíamos.

- Posso ver as outras crianças? - Não.

Não é necessário.

- Pode dar uma olhada na Brita? - Claro.

Brita? Venha.

Ela sangrou muito durante o parto.

Quase um litro, disse Önis.

- Como você está? - Bem.

Sente-se.

Você está um pouco pálida. Com permissão...

Tem se sentido fraca ou tonta?

Sim.

Tome. São comprimidos de ferro.

Tome um por dia entre as refeições.

Não conte a Peter sobre isso.

Ele acha que a natureza resolve sozinha.

Que não é necessário.

É necessário. Você tem deficiência de ferro e precisa.

Obrigada.

Você também não gosta de mingau?

- O que você fez lá? - Eu brinquei na floresta.

- Sente dor? - Não.

- Não. O braço está perfeito. - Eu sabia.

Posso dormir com você esta noite?

Obrigado por vir ver o bebê.

Muito gentil da sua parte. Mesmo sabendo que ele era saudável.

Que planos você tem para o inverno?

Vai ficar aqui neste inverno com as crianças?

Como está Barbro?

Por favor, coma mais mingau.

As luvas cinzas de Malin custam dois centavos.

Pegue-as, coloque-as em penhor e deixe Malin dançar...

Brisa sul, 7-10 m/s. Esta tarde em ligeiro aumento.

Visibilidade de moderada a boa.

Ribeira Ocidental, Baía de Heligoland, Jutlândia Ocidental,

Lille Fiskebanken

e canal navegável de Jæren Ocidental.

Brisa entre sul e sudoeste, 4-7 m/s.

Esta noite virando para sudeste e aumentando ligeiramente.

Visibilidade de moderada a boa.

Skagerrak: brisa entre oeste e sudoeste, 5-8 m/s.

Eu não vou vender isto. Talvez você entenda. É uma joia.

Mas este não fica muito atrás.

Você pega metade e eu

adiciono um pouco de soro de leite.

A caçada está prestes a começar.

Quer um pouco de soro de leite no seu goulash de alce, não é?

Bem, eu não caço, mas obrigado.

O soro também é bom no pão.

Quem eram?

- Aqueles dois na barraca. - Holandeses.

Ela, pelo menos. Ele não é conhecido.

- As calças tinham sumido. - Sim.

- Não havia passaporte nem nada. - Sim, sim. Entendo.

Sim...

Obrigado.

Quer algo?

O que você quer?

Não, nada. Eu queria te ver um pouco.

Eu queria ter ver pelo binóculo enquanto atravessava o rio.

Fico feliz em ver que você está bem.

Queria saber como você e Mia estão.

Foi horrível o que você passou.

Eu tento não pensar nisso.

O que não quer pensar muitas vezes

torna-se a única coisa em que você pensa.

"Trauma" é como nós médicos chamamos.

Mas você tem com quem conversar?

Sim, há muita gente aqui.

Aquele Ulander, não está mais aqui?

Não, está em Estocolmo.

Teve que resolver algumas coisas.

- E ele vai voltar? - Sim, claro.

Certo, entendo...

É a ele que chamam de salvador do rio, não?

Com o cabelo de Jesus.

Como?

Bem, é aqui que o caminho se divide, então...

Seu sobrenome é Torbjörnsson?

Sim.

Não me perturbe quando estou pensando em você.

Você é tão burguesa.

- Olá. - Olá.

- Você terminou? - Sim.

- Como vai? - Bem.

Trouxe goulash para você colocar algo no estômago.

Posso aquecer um pouco.

Não, faço isso depois. Obrigada.

Bem, é delicioso.

Barbie e Ken também parecem não estar se dando muito bem.

Não. Este não é Ken. Esse é John Larue.

Era assim que o chamávamos, eu e as outras crianças.

Como o cara na barraca.

Acho que ele disse isso a Dan e Peter em algum momento.

John Larue.

Ele disse isso?

Poderia ter sido ele que Ylya conheceu naquela noite?

O MITO DO ANDARILHO

Acho que podemos encontrá-lo.

O mito de que ela falou foi escrito

por uma professora em Helsinque.

Doris Hofstaedter. Ylja deve ter sido aluna dela.

Se pegarmos a balsa e falarmos

com a professora, talvez a encontremos.

- Não diga a Mia. - Que coisa?

Bem, sobre mim e Ylja e tudo isso.

Não, mas tenha uma boa conversa com

ela quando chegar em casa mais tarde.

- Como você conheceu a Mia? - Numa festa em Trondheim.

No começo eu pensei que era muito velho

para ela, mas então... Não importava.

Mais tarde descobrimos que somos ambos de Svartvattnet.

Sim. Que estranho...

Tudo isso é estranho.

Boa noite. Nossa hora estimado de chegada em Helsinque

9h30, horário local.

Eu amo a Annie...

Desejamos uma boa viagem.

- Eu amo a Annie. - Eu sei.

O café está bem forte.

Vou ter um bebê.

Sua mãe me disse isso uma vez.

Com Johan?

Posso ajudá-la com a lenha para mantê-la aquecida.

Sim, não sei se vou ficar com a casa.

Vivemos em Trondheim.

Bem, Johan e eu morávamos lá juntos, mas agora...

Bem, agora não sei.

Ele é um cara legal, Johan.

Você sabe disso, certo?

Ele... Ele nunca...

Sinto muito...

HELSINQUE

Meu nome é Birger Torbjörnsson.

Procuramos alguém que você conhece.

Sim, Birger Torbjörnsson. E ele é...

Não deixo a luz do sol entrar.

Tenho muitos livros aqui. Eles podem sofrer danos.

Sim, como eu disse, essa pessoa que procuramos...

Acreditamos que ela foi sua aluna.

Por que você acha isso?

Ela me falou sobre sua pesquisa. O Mito do Andarilho.

Você escreveu um livro sobre isso.

- O que você quer dela? - Eu quero falar com ela.

Acho que ela conhece alguém sobre quem quero saber mais.

- Quem? - O nome dele é John Larue.

Ele era um arqueiro. Sim, é o signo do zodíaco.

Não sei de que tipo de garota você está falando. Descreva-a.

De pele clara. Magra.

Ela disse que se chamava Ylja.

Certamente já tive alunos com pele clara, pelo menos por fora.

Bom, não importa.

Não vou dar o nome de uma aluna...

a dois cavalheiros desconhecidos da Suécia.

Obrigado.

Pelo menos quinze pessoas morreram em Sarajevo...

quando uma granada atingiu um mercado perto da sede da ONU.

O mercado é frequentado principalmente

por mulheres, crianças e idosos.

De repente, uma granada explodiu.

Merda, é melhor desistir.

Deixar tudo.

Eu me pergunto se Annie não deveria ter feito isso.

Ela teria ido para o quintal...

ouvir a chuva nos álamos...

e poder pensar que está bom agora.

O que aconteceu em Lobberån foi um evento isolado.

Na Iugoslávia, acontece toda hora.

Mas ela estava assustada quando ligou naquela noite.

Quando ela te viu.

Annie...

Jukka.

Pequeno Jukka...

Eu sabia que você voltaria.

- Como você me encontrou? - O mito do Andarilho.

Eu andei procurando pela garota. Aquela com as toalhas de papel.

Aqui está ela. Ela agora tem 59 anos.

Você me esfolou por dentro.

Você foi muito inteligente.

Não havia vínculo infantil entre nós.

Você foi rude.

Um animal muito bonito, limpo...

Puro.

Ainda é apenas licor branco.

Quem era aquele homem bonito? O andarilho.

Ele era meu irmão.

Eu não queria que ele te visse de perto.

Fiquei um pouco envergonhada com sua pouca idade.

Eu não esperava que ele estivesse lá.

Apenas garotas, por alguns dias.

Preciso saber mais sobre John Larue.

Não o conheço.

Sim... Você o conheceu na farmácia

de uma comunidade chamada Byvången.

Você deu a ele o pó quente e a vodca Koskenkorva...

e então ele conseguiu o número

de telefone da loja da fazenda em Furunes.

- Está dizendo que eu estava lá? - Sim, comprou preservativos.

Diga à polícia que você conheceu John Larue.

Tenho uma boa vida e uma posição altamente respeitada.

Não vou fazer papel de boba, uma solteirona excitada...

ou uma maldita puta doente.

Então eu direi.

Certamente não.

Não diga nada, ou eles virão me interrogar.

E então direi para eles que conheci

aquele garoto Johan Brandberg...

quando eu estava dirigindo por Svartvattnet,

no início da manhã de um dia de verão.

Ele estava parado na beira da estrada pedindo carona...

sangue em sua camisa e pânico em seus olhos.

Será... sua palavra contra a minha.

Tome uma bebida.

A noite é longa.

- Olá? - Você deixou sua caixa aqui?

Sim. Não sou mais policial.

A úlcera estomacal estourou assim que você e Johan partiram.

Não é possível, não posso, não quero.

- Vamos... - Faça o que quiser com a caixa.

Não posso, estou dizendo. Agora trabalho com seguros.

Aí está você.

Hanö noroeste 4, Ungskär norte 4,

Christiansø em calma...

Quando isso aconteceu em Lobberån...

Acho que mesmo assim eu queria vir aqui com você.

Mas então era chamada de casa de Aagot.

E agora é chamada de casa de Annie.

Não importa há quanto tempo você mora aqui...

você tem que ser uma criança nascida para ser aceito.

Talvez só depois da minha morte seja chamada de Casa de Annie.

As vezes ainda fico com vergonha...

que Ake e eu arrastamos você para dentro da barraca...

para você olhar para os cadáveres.

Isso foi cruel da nossa parte.

Entrevista com Barbro Lund em sua casa em 31 de junho de 1973.

Conselheiro Auditor: Åke Vemdal.

Você teve um encontro com Dan Ulander

na véspera do solstício de verão.

Sim, eu já disse isso. Eu já te disse.

Talvez você estivesse pensando em se mudar para lá?

Seu marido Birger,

ele também queria se mudar para lá?

- Não, ele não queria. - Você perguntou a ele?

Não, não era adequado para ele morar com a comunidade.

Por que não?

Ele não é esse tipo de pessoa. Não tem essa perspectiva.

E o desgraçado do salvador do rio?

Entrevista com Dan Ulander em 29 de junho de 1973.

Conselheiro Auditor: Åke Vemdal.

- Sim, eu ia buscar Barbro Lund. - Lund...

- Não seria Barbro Torbjörnsson? - Sim, mas o nome dela era Lund.

Foi o que ela nos disse. Como artista, seu nome era Lund.

Tínhamos nos encontrado no salão paroquial da cidade.

Demos uma palestra sobre o rio e ela ficou lá depois.

Sentamos à mesa dos maçons por um tempo e conversamos.

Então vocês se conheceram na véspera do verão?

Não. Nos conhecemos na manifestação.

Aquela contra o desmatamento e a mineração de urânio.

Então eu a levei para Stjärnberget.

- E o casal na tenda? - Não sei nada sobre eles!

Eles não estavam a caminho de Stjärnberg?

Não sei nada sobre o cara da barraca. Nunca o vi.

Talvez eles quisessem se juntar à sua comunidade?

Policial, não faço ideia.

Você está mentindo...

Você está mentindo!

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