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Aconteceu o seguinte:
Em Stjärnberg, Annie e Mia tentam ser aceitas na comunidade
Annie quer falar sobre os assassinatos.
Peter diz que não é da conta da comunidade.
Lill-Ola não está mais sob investigação.
A suspeita agora é direcionada a Birger.
Quando a casa é revistada, torna-se demais para Barbro.
Ela decide dar um tempo para pensar.
Åke é afastado da investigação, pois passa um tempo com Birger.
Os irmãos de Johan reconhecem a garota assassinada no jornal.
Eles viram Johan conversando com ela no solstício de verão.
A polícia informa a Birger e Mia que Annie escorregou e se afogou
e, portanto, não morreu com o tiro de seu rifle.
Birger encontra dois cartuchos
na cama de Annie, os únicos que ela possuía.
Ele se pergunta com quais cartuchos Annie foi baleada.
BLACKWATER S01E04 legendas @drcaio
Oi.
INVERNO DE 1988
Você tem alguém que possa vir?
Não, não tenho ninguém.
Eu tinha Stefan. Era apenas nós dois.
- E a Margit? - Não sei onde está.
Então não há ninguém para quem possa ligar?
Não, nem a quem culpar.
Ei...
Acho que você deveria tomar uma
dessas, para poder dormir um pouco.
E não suba mais. Não suba.
Eles virão buscá-lo em meia hora.
No Lago Vänern: Gälleudde sudoeste 5,
Lurö sudoeste 3, Söökojan oeste 1.
Nidingen em calma, Glommen sul-sudeste 1,
Anholt norte-noroeste 1...
Kullen nordeste 4, Helsingborg norte 2.
Falsterbo oeste 3, Smygehuk...
Desculpe...
Achei que era dia dos homens hoje.
Eles mudaram os turnos na temporada de caça.
Da mesma forma, os homens não fazem sauna.
Mas fique se quiser. Sem problemas.
Normalmente ninguém vem a esta hora.
Se era o seu xampu que estava ali, eu usei tudo.
Então agora vamos ter o mesmo cheiro.
Ainda bem que o velho não
está por aqui quando vou à sauna.
Então ele não sabe onde estou.
Sim, então você pode fazer o que quiser.
Isso vai ser bom.
- Você vem conosco? - Sim, claro.
- Que boa lenha de bétula... - É de Björne.
Eu não conseguiria sem a ajuda dele.
Bem, isto...
Eu queria isto há muito tempo.
Que diabos? Você tem uma arma?
Sim. Comprei de Roland Fjellström anos atrás.
Certo. É uma Sabella?
Tenho apenas dois cartuchos.
Você não é uma grande caçadora, não?
Não me toque como um médico.
Depois disso...
estamos praticamente noivos, Annie.
OUTONO DE 1991
"A vida de um homem é curta...
mas pode destruir valores insubstituíveis".
"Como uma montanha, uma floresta primitiva,
uma espécie animal."
"Por isso que estou feliz
com o que ainda resta a ser descoberto."
"É basicamente na floresta onde sou absolutamente livre."
"Especialmente se caminho por uma área selvagem."
"Porque vivemos presos em uma maldita civilização...
para que possamos ver e sentir alegria...
somente quando entendemos que há algo mais".
"Algo vulnerável, que negligenciamos...
e não conseguimos aproveitá-lo."
"Mas ainda está lá, o selvagem."
Foi o que Annie Raft disse.
Conheço uma rosa tão atraente...
e branca como pétalas de lírio.
Quando penso nela...
meu coração se enche de alegria.
Sua voz aquece o coração...
como a voz suave do rouxinol.
Tão linda e tão doce...
como o sol brilha forte...
Ela estava frequentemente fora de casa.
Parecia que simplesmente caminhava por aí.
Às vezes nem sabia para onde estava indo.
Bati na porta dela ao meio do dia.
Ainda não havia se levantado.
Alguns dias apenas dormia. Sim, sem ofender Annie.
Claro que tinha suas manias.
Algo estava errado.
Ela estava de um jeito...
Sim, às vezes ela ficava muito ansiosa, acho.
Sim...
Mas Mia...
Pobre de você que perdeu sua mãe...
- Comeu alguma coisa? - Sim. Sim, obrigada.
Tem bastante smörgåstårta.
Pode levar uma caixa inteira para casa.
Ótimo.
Peter, seu verme imundo! Saia daqui.
- É você, Mia? - Você tem nova companhia?
Pegue suas bruxas e seu fedor de cabra e saia!
Peter quer prestar suas últimas homenagens à sua mãe.
Isto é a última coisa que ele quer!
Saia daqui!
Ajude-o, caramba! Ele não pode andar sozinho!
Ele ainda é o mesmo. Cheira merda
pela boca e só pensa em uma coisa.
- Comer e transar. - Isso são duas, não?
Ele já era um velho filho da puta em Stjärnberg.
Estava em cima das mulheres
todas as horas do dia, exceto Annie.
- E esse Ulander? Dan? - Dan?
Ele apenas ficava sentado lá a maior parte
do tempo com seus longos cabelos loiros
e era... legal.
Em sua maior parte.
VERÃO DE 1973
Gostaria de conversar com você sobre a educação das crianças.
Eu teria que testá-las para ver o que podem fazer.
Testá-las?
Sim, para poder adaptar o ensino ao nível delas.
Níveis e planos de teste. É como ouvir o estado falar.
Aqui não fazemos distinção entre escola e trabalho.
A aprendizagem está em todo lugar.
Afinal, o Estado subsidia nossa educação.
As crianças não podem simplesmente
correr por aí o dia todo.
Não estão de férias de verão agora?
Mas entendo, passe uns dias com elas se achar conveniente.
Eu acho uma boa ideia.
Bem-vindos.
Pessoal, temos uma visita do alto escalão da polícia.
Eles vieram aqui para falar conosco. Que legal.
Gostaríamos de falar com Dan Ulander.
Com um certo Dan Ulander, ou você quer dizer eu?
- "Então... " - "Então... "
Ei, acorde.
- "Você vai..." - "Você vai..."
- "vai..." - "vai..."
- "dançar... " - "dançar... "
"dançar... minha garota."
Não... você não deveria estar aqui.
Para baixo.
Sigrid, quer continuar lendo?
Você pode começar aqui.
Eu não vou ler. Eu já sei.
Podemos seguir em frente. Todos podem pegar seu livro.
Então...
Certo. E uma caneta.
Dan?
Dan! Espera!
- O que foi isso? - A papagaiada de sempre.
O que fazemos aqui, o que vivemos.
Por que não trabalhamos como todos os outros idiotas.
Onde estávamos quando os assassinatos no rio aconteceram.
Por que perguntaram isso?
Acho que esperam colocar a culpa em nós.
Eles são assim. Malditos fascistas.
Por que eles queriam falar com você?
Você me mencionou.
Eles me perguntaram quem iria me buscar.
Sem problemas. Não tenho nada a esconder.
Ei... O tempo que você estava fora.
O que estava fazendo em Estocolmo?
- Tinha que fazer umas coisas. - O quê?
Apenas algumas coisas.
Porque saiu sem se despedir?
Por que você se foi?
"Por quê, por quê?" Estamos aqui agora.
- Onde você conseguiu? O jeans! - Da Mia. Por quê?
Dan!
Mia!
Mia! Venha um segundo.
Onde você conseguiu o jeans que deu a Annie? Responda!
Onde costumavam estar os animais.
Você não pode pegar as coisas que encontra.
Pare.
Aqui não pegamos as coisas dos outros.
Chega. Pode ter o maldito jeans de volta se for tão importante!
Dan. Venha aqui.
- Não sabia que não podia. - Sim, você sabia.
Olá.
Olá.
Não é uma boa ideia entrar lá.
Não? Por quê?
Vinte litros.
Ivar se deparou com um carro que andava muito rápido.
Um estrangeiro estava dirigindo. Ele era moreno.
E isso foi em um dia de verão. Pela manhã.
- Então pode ter sido ele. - Sim, exatamente.
Mas eles nunca vão descobrir.
Vinte litros e uma pastilha Vick.
Não temos.
Então vou levar essas pastilhas para a garganta. Tulo.
Também não temos.
O que está falando? Estão atrás de você.
É 20,50 pela gasolina.
Dane-se.
Não importa quantas visitas
a domicílio você faça no meio da noite.
Nunca é suficiente. Nunca vão nos aceitar aqui.
Nem que eu pinte pneus de trator e coloque petúnias neles.
E você simplesmente aceita. É muito humilhante.
Agora você está falando besteira.
Que se danem.
E você ficou lá sentado no maldito carro!
Como acha que eu me senti?
Você e suas bobagens...
Então foi isso que você pensou enquanto estava fora?
Droga...!
Birger...
- Onde está minha camisa? - Tive que jogá-la fora.
Não deu para limpar.
O assassinato da barraca na Suécia sem solução.
A polícia procura uma motocicleta.
- Caí de uma árvore. - Você não é um macaco, não é?
Pó quente. Analgésico
Descanse. Deveria procurar um médico...
Mas não posso sair com você nessas condições.
Não seria uma boa ideia, nestas circunstâncias.
Claro, eu poderia ser seu álibi.
Podemos dizer que estava comigo
na véspera do solstício de verão.
Qual é o sentido de destruir
uma vida tão jovem e bonita como a sua?
A investigação está parada em um beco sem saída.
Eles agora fizeram as mesmas perguntas
de antes, então estão presos.
Vamos tentar nos acalmar de novo?
"Subimos a montanha para viver a vida pura, plena e livre."
"Agir com consciência...
em vez de nos deixarmos arrastar...
pela corrente entorpecente da civilização."
"Para nos libertarmos das estruturas,"
que prendem as pessoas como escravas
a tudo o que aprenderam a desejar."
"Porque temíamos que um dia acordaríamos"
e descobriríamos...
"que o que chamávamos de vida não era vida."
Obrigado.
Vamos tentar nos acalmar antes de começar a reunião de hoje.
Em primeiro lugar, vamos dar as boas-vindas
a Agneta, que está aqui de visita.
- Olá. Bem-vinda. - Bem-vinda.
Muito obrigada.
Agneta, diga-nos por que você está aqui.
Na verdade, eu trabalho em um banco, mas...
estou aqui para aprender a levar uma vida mais saudável...
mais em sintonia com a natureza e com meu próprio corpo.
Exatamente. Agneta está curiosa sobre como vivemos aqui no alto.
Esperamos que Stjärnberg seja
o lugar para você. Vamos recebê-lo bem.
Vamos começar. Crítica, autocrítica.
Quem quer começar?
Eu posso começar. Fui injusto com
Annie quando ela pediu aulas.
Foi estúpido questioná-la. Você aceita minhas desculpas?
Sim.
Alguém mais? Dan?
Quero me desculpar com você, Mia.
Hoje eu cruzei a linha.
Não era minha intenção.
Foi estúpido da minha parte. Desculpe.
- Aceitamos suas desculpas? - Tudo bem.
Você vai gostar daqui. Quanto tempo pode ficar?
Ele não é meu pai verdadeiro. Mamãe está mentindo para mim.
Ela esteve com um homem sami antes de conhecer Torsten.
Eu os vi na montanha. Estava conversando com Gudrun.
Olhe.
Eu não pareço sueco. Eu pareço mais com ele.
Torsten não é meu pai verdadeiro.
Eu não sou como os outros. Eles não são meus meio-irmãos.
Na verdade, não tenho nada a ver com eles.
Sabe o que eu penso, Jukka? Você tem complexo de Édipo.
Sabe o que é isso?
Você quer matar o papai Torsten e dormir com a mamãe Gudrun.
De qualquer forma, você é como ele.
Filho de Torsten.
Não deixe que liguem para você!
Não posso controlar quando ligam!
Pode continuar com sua vida cínica e burguesa!
Você me envenena com pílulas para que eu não sinta nada!
Você não me deixa viver de verdade!
Eu não vou me sentir bem, merda!
Eu não vou me sentir bem! Eu não vou me sentir bem!
Não!
Solte-me! Solte-me!
Não!
Por favor, posso lhe dar algo para acalmá-la?
Você está tentando me drogar há anos!
Não quero mais!
Não quero! Quero viver! Quero viver!
Quero viver agora!
Birger? É a irmã de Märta.
Por que você não atende o telefone?
Houve um acidente na fronteira.
A ambulância saiu da cidade há 15 minutos.
Você tem que ir vê-los.
Vá vê-los. Cuidarei de Barbro.
Tenha calma agora. Tenha calma.
Então é aqui que você está?
- É quem você transou? - Está com ciúme?
Não.
Estou um pouco surpresa que alguém como ela queira vir aqui.
Não consigo imaginá-la acordando às cinco da manhã...
para limpar o estábulo e ordenhar as cabras.
Então eu me pergunto por que precisamos dela aqui.
Ela... vem de uma família muito rica.
- Dinheiro. - De algum lugar tem que vir.
Claro...
- Ela não é mesmo seu estilo. - Não?
Annie?
Annie?
Mamãe?
- Droga... - Mamãe?
Eu tenho que ir vê-la.
Para cima... Isso...
Puta merda!
Não pode derramar.
- O que foi? - Não é sua vez ordenhar.
Sim, está na agenda.
O horário de ordenha está errado.
Dan deveria estar ordenhando na véspera
do solstício de verão. Mas ele não ordenhou.
- Por que não? - Não estava aqui.
- Claro que estava aqui. - Não, ele não estava.
Na véspera de verão? Não, não foi assim.
Ele nos pegou no dia seguinte. Você se lembra errado
Fale com Önis se achar que não está certo.
Eu já falei, mas ela disse que estou errada.
Véspera de verão
Peter?
Mas que coisa?
- Como foi? - Tudo bem.
Barbro está dormindo e o telefone está ligado novamente.
Foi... Barbro. Ela...
Muitos entraram em colapso.
Essas audiências estão deixando
as pessoas loucas. Já deveriam parar.
Não serve para nada.
O melhor seria deixar como está.
Cancelei Helmersson...
Então você só terá seu primeiro paciente às onze.
Então você pode dormir por algumas horas.
Sim, Torbjörnsson.
Pescaria na véspera do solstício de verão, é uma tradição?
Não, isso foi bem espontâneo.
Åke é novo aqui. Eu queria mostrar tudo a ele.
- Pegou alguma coisa? - Alguns peixes pequenos.
- Estavam juntos o tempo todo? - Sim.
Vemdal disse que em um momento ele se afastou no rio...
fora do seu campo de visão.
Sim, provavelmente é verdade.
O que você fez enquanto ele estava fora?
Pesquei.
- Quanto tempo ficou fora? - Meia hora. Uma hora.
Minhas calças ficaram molhadas, estava com frio e queria voltar.
- E quando voltou? - Voltamos ao acampamento.
- Quando voltaram? - Talvez à meia-noite.
É difícil dizer pela luz, mas a festa estava em pleno andamento.
Você sabe a que distância fica...
o lugar onde você estava pescando da cena do crime?
Sete minutos.
E ficaram separados por uma hora.
Você é casado com Barbro Lund.
Torbjörnsson. Lund é de solteira.
Ela só utiliza quando assina quadros.
É uma artista.
O que ela disse sobre você ir pescar no solstício de verão?
Nada. Ela tinha outros planos.
Ela foi protestar contra o desmatamento.
Na véspera do verão?
Acharam que seria mais visível.
- E o que você achou disso? - Sobre a demonstração?
Sobre querer comemorar o solstício de verão.
Não somos rígidos com as tradições.
"Barbro Lund e filho" estava na lista dos que deixaram a área.
- Sim. Obviamente foi uma piada. - Uma piada?
Sim, era outro manifestante.
Um jovem.
Sabe quem é?
O nome dele é Dan Ulander.
Ele está com a professora em Stjärnberg.
Annie Raft.
É culpa dele terem feito aquela excursão maluca.
Ele nunca as buscou.
Como sua esposa conheceu Ulander?
Eles se conhecem?
Foi com ele que ela desceu da montanha.
Barbro Lund e filho.
Os manifestantes desceram mais tarde.
Nenhum deles viu Barbro na floresta.
Barbro nem estava na manifestação.
Mas você já sabia disso.
Sua esposa deve ter levado uma barraca com ela.
Você achou que dormiriam juntos nela?
Dan Ulander e sua esposa?
Você pensou que eram eles que estavam na barraca?
O salvador do rio, com os cabelos de Jesus.
Olá?
Dan?
Então você dormiu com o salvador do rio?
Essa foi sua manifestação?
- Pare. - Talvez a polícia esteja certa.
Que você transou com o Cachinhos Dourados nas montanhas...
e fiquei louco de raiva e fui atrás de você para matá-la.
Mas peguei a barraca errada
e acidentalmente matei dois pobres turistas.
- Parece plausível, não é? - Chega.
Barbro?
Ou não?
OUTONO DE 1991
- Parece com ele. - Isso é impossível.
Você não poderia reconhecê-lo depois de tantos anos.
Você quer este?
Annie me ligou naquela noite.
Naquela noite, quando você veio aqui.
Ela estava com medo.
Ela disse que viu o homem de Lobberån.
"É ele", disse. "É o de Lobberån."
Johan. Era de Johan que ela tinha medo.
Então alguém veio e pegou a arma dela.
Alguém que poderia entrar aqui.
Os cartuchos nunca estariam lá se ela...
Ela poderia ter levado qualquer um.
Você não pode atirar em si mesmo dessa maneira.
E se outra pessoa atirou?
Ela vê Johan e fica com medo.
Ela diz que ele é o homem de Lobberån.
Dois dias depois ela está morta.
Johan não morava aqui quando aconteceu.
Johan nunca a conheceu.
Há quanto tempo você realmente o conhece?
Vamos...
- Kul. Bom te ver. - Bem, o mesmo para você.
Sim...
Fiquei sabendo sobre Annie Raft.
- Eram um casal, certo? - Sim.
Éramos.
Como estão as coisas por lá? Você ainda tem seu consultório?
Tenho...
Tenho pensado muito ultimamente
no dia do Solstício de Verão e no que aconteceu.
Você se lembra de Johan Brandberg?
O caçula de Torsten Brandberg.
Sim, sim... Era um cara estranho e quieto.
Quando seu pai deu um soco naquele vizinho
e nós queríamos falar com ele sobre isso, ele não disse nada.
Você se lembra se ele foi interrogado
sobre os assassinatos?
Isso foi há quase vinte anos.
Annie me ligou na noite anterior ao desaparecimento.
Estava com medo.
Havia alguém fora da casa.
Então descobriu-se que era sua filha Mia.
A garotinha que conhecemos naquela época.
Ela estava lá fora com um homem.
- "O de Lobberån", disse ela. - Johan Brandberg?
A princípio não entendi. Eu não liguei os pontos.
Fiquei muito chateado quando
o caso foi tirado de mim, então copiei tudo.
Eu queria resolver o caso para mostrar
que eles haviam feito algo errado.
Vejamos.
Aqui estão.
Brandberg.
Gudrun.
Torsten.
Pekka.
Per-Ola.
Väine.
Bjorn. Não, Johan não.
Aqui tem algo. "Gudrun Brandberg conta...
que o filho mais novo, Johan,
está morando em Trondheim, onde estuda."
- Que coisa...? - O quê?
Esta entrevista é de três semanas após os assassinatos.
Que diabos? Deixamos escapar?
Não!
Pequeno Jukka...
É hora de você ir para casa.
Entre e ligue para casa.
Vá...
- Brandberg. - Posso falar com Gudrun?
- Johan? - Sim, sou eu. Estou na Noruega.
Em alguma mercearia. Furunes é o nome.
- Você ligou para mais alguém? - Não.
Não ligue. Irei te encontrar.
Mamãe?
OUTONO DE 1991
Quando Annie viu aquilo na barraca...
Pare de falar nisso.
Então ela também viu a outra pessoa.
Não é bom ficar pensando nisso.
Um cara correndo.
Você estava em Lobberån naquela noite?
Sim.
Eu estive lá. Não vi nenhuma barraca.
Não vi ninguém. Nem Annie. Ninguém.
Você disse que morava em Trondheim.
Sim, depois.
Você mentiu. Mentiu para a polícia.
Já se passaram dezoito malditos anos!
- Ela reconheceu você. - Não foi isso que aconteceu.
Quando chegamos, você não queria entrar.
Você sabia que ela iria reconhecê-lo.
- Você... - Não me toque!
Quero que você saia daqui.
Há chuvas no norte de Norrland e na costa oeste.
Tempo mais estável é esperado amanhã
em toda a Suécia, com ventos mais fracos.
A previsão até o meio-dia
de terça-feira: Southern Götaland e Öland...
Abre, caramba! É Johan!
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