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Original subtitles

A VINGAN�A "olho por olho, dente por dente"

- Belo tiro, filho. - Obrigado, pap�.

Agora, vamos ca�ar de verdade.

- Pai. - Sim?

Acha que vamos Apanhar alguma coisa?

Acho que sim, filho.

S� deves � falar baixo.

E olhar bem por a�.

�ptimo tiro, filho.

Pai?

Pai?

Sim?

A gente acostuma-se mesmo a matar?

Bem, matar � uma coisa, ca�ar � outra.

Acho que sim, mas n�o vejo qual � a diferen�a.

A diferen�a � que ca�ar...

� com o prop�sito de te alimentares.

Se n�o matasses este coelho,...

� prov�vel que os falc�es ou os coiotes o matassem.

Estaria certo e apropriado.

Claro que mat�-lo e deix�-lo a�, sem nenhum motivo,...

n�o seria ca�ar, seria matar.

E isso estava mal.

M�e? O resto dos biscoitos j� est�o prontos?

- Sim, j� est�o a sair. - �ptimo.

S� mais um pouco de leite aqui, por favor.

Est� bem! �ptimo.

- O dia vai ser quente hoje. - Vai mesmo.

Oh! Aveia e biscoitos!

S� o cheiro j� atrai.

- E faz a barriga reclamar. - Sentes-te doente, Tom?

Nada que n�o seja natural.

Olhe! Fui eu que cacei.

Ainda bem! Vamos ter ensopado.

Ei, Voc�!

- Eu? - Sim, voc�.

O que faz na minha cidade?

Que belas boas-vindas!

N�o s�o boas-vindas.

� um aviso.

Bem... Pegue o que precisar,...

e quero-o fora daqui...

dentro de uma hora.

- Uma hora? - Uma hora.

� um belo rel�gio. Importa-se?

Desculpe, que desajeitado.

BANCO FEDERAL

Fa�a a sua marca bem aqui.

Sabe assinar o nome.

Vejo que estudou.

� mais do que muitos aqui podem dizer.

Imagino que tenha mais onde essas estavam.

N�o estou a ouvir.

Mas eu ouvi voc�.

Com uma qualidade assim, pode render uns 10, ou 11 d�lares por 28g.

Como eu disse, s�o muito boas.

10, ou 11 d�lares, por 28g!

- Parab�ns, Isaac. - Trabalhaste bem, Isaac.

Ficaste nas montanhas tanto tempo que pensamos que tinhas morrido.

Ora, Dewey, n�o gozes com o velho Isaac.

Deve sentir-se t�mido com as pessoas, de novo.

N�o somos s� pessoas, Grover, somos amigos.

Amigos? Somos mais do que isso.

Estou a pensar em tornar o Isaac meu s�cio.

- Isso, s�cios. - S�cio, � isso a�.

Ele devia agradecer-nos.

Ora, n�o � preciso agradecer.

Eu morria de medo de ter o Isaac...

a cuidar de tanto dinheiro.

Sabes, Isaac,...

ouro significa dinheiro.

E o dinheiro precisa de ser cuidado.

Cuidar de alguma coisa significa responsabilidade.

O que sabes sobre responsabilidade?

Eu sei o que � responsabilidade.

Ent�o, vou ser respons�vel agora,...

e ajudar-te a levar isso daqui.

Deixa-me ver.

Porque fizeste isso, Dewey?

Atira nele, seu idiota!

Larguem as armas.

Atirem-nas para aqui.

Agora, deitem-se no ch�o.

George? Irm�o George?

O George est� morto, Grover.

Eu sei. Foste tu que atiraste nele, seu cego.

O negro � muito bom.

Fez os 3 deitarem-se de cara no ch�o.

Tinha outro. Estava morto, mas n�o sei como.

Viste como � que ele morreu?

O negro tinha uma coisa na sacola, mas n�o sei o que era.

Mas havia outro homem, a esconder-se como uma mulher.

Talvez saiba alguma coisa.

Vamos perguntar-lhe.

Isso n�o � necess�rio senhor. N�o vou causar problemas.

Quero �gua para o meu cavalo e j� vou embora.

- Cavalgou muito. - � uma longa dist�ncia a cobrir.

Um caf� quente n�o vai atras�-lo e vai ser bom para si.

Tenho mesmo poeira na garganta, senhora.

Como j� disse, senhor, n�o precisa disso.

Bem, sou Mathew Thurston. O meu filho Tom.

- Tom. - Ol�.

Minha mulher Beth e nossa filha Lisa.

Meu nome � Isaac.

Bem, tenho que ir.

Obrigado, senhora.

Obrigado.

Boa sorte, Isaac.

Isaac,...

- Leve para mais tarde. - Obrigado, senhorita.

V�o ser muito �teis no caminho. Adeus.

Pai, posso ir ca�ar no c�nion?

Se j� fez suas tarefas, sim.

N�o v�s para muito longe, para que o teu pai n�o tenha que te ir buscar.

N�o se preocupe, aprendi muitas coisas.

O rapaz est� a crescer, Beth.

Esse mi�do sabe seguir o rasto de um animal em pedra seca.

- � melhor do que muitos homens. - Deve estar a dormir por a�,...

a fugir das suas tarefas.

N�o deprecies o teu irm�o assim.

A aprendizagem dele vai economizar-me tempo...

e outras coisas.

- Lisa, entra na carro�a. - O que foi, Mathew?

- Tenho mesmo? - Faz o que eu te disse, r�pido.

N�o saias enquanto eu n�o mandar.

Bom dia.

Eu disse "bom dia".

Bom dia.

O que quer?

S� quero ser amig�vel.

N�o temos muito dinheiro.

- N�o queremos o seu dinheiro. - Ent�o, v�o-se embora.

- Deixem-nos em paz. - Ou�a, n�o quero problemas.

Peguem o que quiserem e v�o-se embora!

Muito bom.

Muito bom!

Mas n�o d� para alimentar tantos homens famintos.

- Jesus! - Sim?

Mate a vaca.

Belo anel.

Prontos, amigos?

Agora, vou comemorar o meu anivers�rio!

M�sica! Vamos ouvir m�sica!

Vamos, velho, mostra-nos.

Venha, senhora, vamos dan�ar!

Acho que ela � forte demais para ti!

Chega.

Acho que chegou a hora de eu saber que tipo de mulher � que �.

- Jesus. - Sim?

N�o, pelo amor de Deus!

N�o, n�o! Por favor, por favor!

N�o, por favor, n�o.

N�o!

N�o.

Mathew!

Seu desgra�ado.

McLain!

McLain!

Vejo voc� no c�nion Pima. Esqueci-me de uma coisa.

Alto! Alto. Mas que droga!

De onde � que sa�ste? Quem �s tu?

Seu assassino! V� para o inferno!

Provavelmente, vou mesmo.

Vou apanh�-los.

Vou apanh�-los.

Ei, amigos, uma carro�a cheia de surpresas.

�gua, mantimentos, e um bem muito valioso.

Todo o tipo de possibilidades.

Queres ficar bonito para a senhorita, Lupe?

Por que n�o? Acho que ela j� gosta de mim.

�, amigo, vejo como ela est� apaixonada.

E agora, rapariga? O que vamos fazer contigo?

Quer beber um pouco, senhorita?

Preocupado com o bem-estar dela, Ricky?

Isso � bom.

N�o sei h� quanto tempo est� a�, sem �gua.

O Ricardo � respons�vel por dar �gua aos cavalos.

Podes entender a sua preocupa��o.

N�o tens nada a dizer quanto � delicadeza dele?

Bem, a� tens a sua resposta, Ricky.

Quando estiver com sede, vai beber.

N�o � sempre assim?

Com os cavalos, sim.

O Ricardo � muito jovem, mas n�o te enganes.

Ele n�o � diferente dos outros, compra e vende-te por pesos.

Est�s a pensar no que vamos fazer contigo, n�o?

Uma reac��o.

Ricardo.

Rick, vai ver se os outros est�o alimentados.

Parece que fizeste um amigo.

Ei, estou a falar contigo.

Est� a pensar em matar-me?

- Come a tua comida. - N�o quero nada de si.

Lisa.

O cavalo do Orlando.

Mas onde est� o Orlando?

Orlando!

Orlando!

Talvez tenha acontecido alguma coisa.

Se aconteceu, j� n�o era sem tempo, n�o?

Verifica as bolsas.

N�o! N�o fa�as isso!

� melhor que o encontremos antes do p�r do sol.

Se ainda estiver vivo.

N�o.

Pablo, levanta-te.

Ei, acorda. Acorda!

Vamos, temos que encontrar o Orlando.

Vamos separar-nos. Ser� mais f�cil encontr�-lo.

Vamos ach�-lo juntos.

N�o, vai por aquele lado.

E eu vou por aqui. Encontramo-nos aqui ao p�r do sol.

Adeus.

Caramba.

A gente se acostuma mesmo a matar?

Matar � uma coisa, ca�ar � outra.

Consegui, apanhei-o.

P�ra! P�ra!

Sai da frente!

P�ra!

Viram isto? Estamos ricos. Esse Grover � demais.

Ouviu, irm�o George? Estamos ricos.

Ei, Grover, quanto tens a�? Diz.

Tem muita coisa, diria que uns 90kg.

90kg. N�o pode ser. S�o 90kg, Dewey.

Sim, mas quanto vou receber, Grover?

Bem, tenho de pensar.

S�o 90kg, e isto � uma estimativa.

N�o ligue para as estimativas dele.

Deve ter uns 900 para cada um.

Uns 900!

Caramba! E vamos duplicar isso num ano.

Isso mesmo.

E n�o temos que dividir com aquele s�cio ali.

N�o foi bom eu ver aqueles tipos a chegarem � cidade, Grover?

Sim foi bom?

Uns 900 d�lares.

- N�o, n�o! - N�o?

N�o! 900 mil d�lares!

- 900 mil d�lares? - 900 mil d�lares?

Isso! Uns 900 mil d�lares para cada um!

Est�s a dizer que tens 900 mil d�lares a� s� para mim?

N�o!

Temos mais s�cios.

Corre para a mina.

Bem, j� tem o meu ouro, pode deixar-me ir.

Sabes que n�o posso fazer isso.

Mas podes ter sorte.

E talvez possas achar mais ouro para n�s.

Voltaremos para o ver.

- Jesus? - Sim?

L� dentro ele disse:

"Jesus, mata esse homem, mata!"

Mas sei que n�o vou fazer isso.

Ent�o, dou-te de presente a tua vida.

Adeus, amigo.

Ei, mi�do! Sou eu, o Isaac.

Lembras-te?

Vem, larga a arma e solta-me.

N�o vou soltar ningu�m.

Deve ser um deles.

Devia era mat�-lo!

Diga-me onde est� a minha irm�!

N�o sou um deles e n�o sei onde ela est�.

Sabe sim.

Tens de acreditar em mim. N�o sei onde ela est�.

Porque havia de acreditar em si?

Deve estar com esses fora da lei.

Usa a cabe�a, mi�do.

Estava assim amarrado se fosse um deles?

N�o sei. J� n�o sei de mais nada.

Qual o teu problema, mi�do?

O que fazes aqui?

Onde est�o os teus pais?

Est�o mortos. Aqueles homens mataram-nos.

Sinto muito.

N�o te culpo por n�o confiares em mim.

Mas, como v�s, eu n�o sou um deles.

Vamos, solta-me, talvez te possa ajudar.

Quando passou pelo acampamento,...

parecia que tinha cavalgado muito.

- Eles estavam atr�s de si? - Nunca os tinha visto.

Aquele ali e os amigos queriam o meu ouro.

Eles levaram a minha irm�.

�, e roubaram o meu ouro.

Tr�s duros anos a partir pedras.

N�o vai atr�s deles?

�, estou a pensar nisso.

Eles s�o muitos.

As probabilidades s�o muito poucas.

Se vou ser morto, vou fazer isto sozinho.

Vou levar-te primeiro � cidade.

Ningu�m vai levar-me. E a minha irm�?

Um mi�do da tua idade n�o pode fazer nada.

Vamos, vou levar-te.

Tom! Aonde pensas que vais?

N�o penso nada. Vou atr�s da minha irm� e desses homens.

N�o sabes o que fazes.

V�o matar-te assim que te virem.

Talvez, mas se eu morrer, n�o irei sozinho.

Acho que est� tudo limpo, Grover.

Ned, o que est�s a fazer?

- Vou pedir ajuda, Grover. - Guarda isso, idiota!

Vais atrai-los para c�.

O meu p� est� a matar-me!

Meu Deus, Ned!

Grover, estou a tentar tirar a bota sem te magoar.

Est�s quase a matar-me!

Ora, Grover, vamos l�.

Pronto.

N�o foi assim t�o mau, foi?

Grover.

Grover?

N�o fui a lugar nenhum.

Onde est�o os teus dois dedos Grover?

Os teus dedos? N�o os meus dedos!

N�o.

Bem, antes os dedos do p� do que os da m�o.

Acho que me deste sorte.

Ajuda-me a levantar.

Vou pensar em como terei de recuperar o nosso ouro.

- Pisaste o meu dedo! - N�o pisei!

Fica longe de mim!

Fica longe!

N�o pisei o teu dedo.

Isso n�o � parte de um uniforme militar?

Isso mesmo.

- Como conseguiu isso? - Como?

Tirei-o do militar que o estava a usar.

Ele foi dif�cil.

Mas fica melhor em mim, mesmo.

Bem.

- Bem, o qu�? - Conte o resto.

Violou a mulher dele? Sequestrou os filhos?

- Ouve, tu n�o foste sequestrada. - �, escondi-me na carro�a,

- sen�o... - Estarias morta,

e seria bem melhor para ti.

- O teu pai foi um idiota. - Por tentar proteger a fam�lia?

Por morrer para proteg�-los!

Por morrer!

N�o me toque!

Eu n�o tentava algo est�pido, como fugir.

Se fosse a si, n�o me soltava. Na primeira oportunidade, vou...

N�o vais aguentar meio dia por a� sozinha.

- �s fr�gil demais. - Afaste-se de mim!

N�o suporto o seu cheiro!

N�o suporto o cheiro dos seus homens!

Nem suporto o meu pr�prio cheiro.

Tudo bem.

Tens ali em baixo, um rio.

Podes tomar um banho.

Seus amigos iriam adorar isso.

Ricardo!

Ricardo, leva a rapariga at� ao rio e v� se ningu�m a incomoda.

- E ele? - Ele?

Ele � um cavalheiro.

- E voc�, uma cobra. - Est�s a querer confus�o.

S� quero ficar sozinha.

Ricardo, leva-a at� ao rio.

- Ricardo? - Sim, senhorita?

- O que vai acontecer comigo? - N�o fa�a perguntas, por favor.

Ricardo, diga-me, por favor.

Pergunta-me coisas que n�o sei responder.

- Ou n�o quer. - � a mesma coisa.

Estaria morto e enterrado em 10 minutos...

se McLain soubesse que falamos sobre isso.

- Porque tem medo de dizer-me? - N�o � medo, senhorita.

� prud�ncia.

N�o vai acontecer nada consigo.

Tudo bem.

Se quer saber, vou dizer-lhe.

- Os prisioneiros s�o vendidos. - Vendidos?

Sim, vendidos pela melhor oferta.

Como gado?

Quem est� a�?

O que quer?

- O qu�? - N�o diga nada.

Grover, ele perguntou o que queremos.

E vai dizer que quer o ouro, n�o? V�o ver-nos e matar-nos.

Hortes, d� a volta.

Vamos!

Grover, est� quieto. Estamos bem por cima deles.

N�o podem ter sumido.

Fomos amaldi�oados por um dem�nio que simplesmente desaparece.

Estes homens s�o reais, Jesus.

Vamos v�-los de novo. Talvez da pr�xima vez n�o tenham tanta sorte.

Voc� � uma tola por tentar fugir.

Se um dos outros a apanha sozinha...

Deixe-me ir!

N�o posso fazer isso, sinto muito.

Sinto muito.

Obrigado, Isaac, pensei que estava perdido.

N�o estavas.

N�o sei o que est� a haver aqui, mas vou descobrir.

Apaguem este fogo!

D� para ver o fumo a quil�metros daqui.

Jesus,...

o que achas disto?

McLain, isso � obra do dem�nio.

- Ela est� amarrada! - Calma, mi�do.

- Tratam-na como a um animal! - Acalma-te.

Vou atr�s dela!

- Vou mat�-los a todos! - Vais matar-te, se n�o te acalmares.

N�o podes ajudar a tua irm� dessa maneira.

Pensa, mi�do,...

e talvez possamos fazer alguma coisa.

McLa�n vem a chegar!

McLain vem a chegar!

O meu pap� voltou!

O meu pap� voltou!

Juan.

Onde est� o Juan?

- Pap�! - Ol�, mi�do.

Foste um bom mi�do?

H�! Foste?

Adeus, bandido.

Carmella, Carmella. Toda a cidade veio receber-me,...

e onde estava a minha Carmella?

Exactamente onde tu me queres.

Vou mostrar-te que a espera valeu a pena.

O que acha que v�o fazer com a Lisa?

Bem, n�s n�o podemos dar a hip�tese deles fazerem nada.

- N�s? - E o seu ouro?

Uma coisa n�o est� separada da outra.

Vamos conseguir as duas ou nenhuma.

N�o me entendas mal, Tom.

Esse ouro significa para mim, mais do que possas pensar.

Vai ser muito dif�cil l� chegar.

Podem ver-nos chegar de qualquer direc��o.

Vamos ter de nos aproximar mais para ver melhor.

Ent�o, ele gritou!

E foi para o ch�o assim...

Ele estava a morrer, e o McLain atirou.

E acabou.

Orlando,...

Miguel,...

Juan, Hortes...

Foi uma viagem demon�aca!

O dem�nio n�o tem o ouro,...

mas n�s temos.

E os homens que mataram os nossos amigos...

v�o voltar.

Isto � bom, estamos a salvo aqui.

Vamos dar uma olhada.

- Eu os vi a voltar � mina? - Sim.

E n�o podiam ter vindo em melhor altura.

Vamos ficar aqui e esperar.

O qu�?

Que os nossos dois s�cios nos mostrem o caminho da cidade.

Sabes, Ned, a primeira coisa que um militar faz...

antes de apanhar o inimigo � verificar o seu equipamento.

Para ver se est� tudo em ordem.

N�o digo que tenha sido um militar, ou algo parecido.

O que n�o significa que eu n�o saiba como �.

Como isto, por exemplo. V�.

Estou a mostrar-te, olha.

Quando fa�o isto, significa: "Vai em frente"

- � mesmo? - �, olha.

Quando fa�o assim, significa: "Abaixa-te"

"Barriga no ch�o"

Entendes?

Quando eu...

Bem, isto � tudo.

- Podes lembrar-te dessas duas? - Claro que posso.

Esta significa: "Vai em frente" e esta, "Abaixa-te"

Isso. Entendeste?

Vem. Vamos.

- Grover? - O que �?

Perderam um bom militar quando te deixaram vir.

Nem me digas. Vamos.

Acho que temos visitas.

Vamos guardar o ouro num lugar seguro.

Vai ser f�cil apanh�-lo, n�o?

Podemos entrar e sair rapidinho.

N�o te esque�as de que agora n�o podes correr muito.

Vamos.

Porque fizeste isso?

Ned. Ned. Ned...

- Grover. - O que �?

O que � isso?

O qu�?

Isto aqui.

Imbecil...

Acha que tem dinamite que d� para explodir com todos?

O bastante para que n�o nos peguem.

N�o quero matar ningu�m, Tom.

Que diabo � isto?

- N�o atires! - N�o vou atirar, calma.

N�o pises o pato!

O que foi isto?

O meu f�sforo apagou-se.

Acende outro!

Olha s�, olha s�!

Aqui est�.

� o nosso ouro.

Que bando de idiotas, a facilitarem assim.

N�o lhe d�s tanto cr�dito. As tuas no��es militares ajudaram.

Vamos.

- Grover? - Merda...

Jesus, a� est�o os teus dem�nios.

V�o.

Os dem�nios se foram; sinto-me rico e livre.

Ent�o, talvez tenha chegado a hora.

A hora de qu�, companheiro?

De ir para casa.

Casa?

Se fosse poss�vel...

Na minha cidade, esperam o Jesus chegar...

para o enforcar na c�mara.

Junto com o Lupe, n�o?

Ora, o ouro compra tudo.

Compra a tua liberdade.

Bem, talvez.

O que vais fazer, companheiro?

Acho que vou para casa.

Tu achas...

Ele acha.

Est� a ridicularizar o seu amigo, n�o?

N�o me vais deixar aqui com os teus dois bastardos!

Que loucura � essa? Era para ser uma comemora��o!

- Ao ouro! - Ao ouro!

Humberto! Vem juntar-te aos outros.

N�o posso esperar mais, tenho que achar a Lisa!

Tudo bem, Tom!

Tenho de a achar antes.

- Queres ajudar-me? - Quero.

Vai para tr�s daquelas pedras, e fica de vigia.

Toma cuidado.

Tudo bem.

Ei, amigo, achas que o Jesus estava certo?

Os dois homens que matamos eram dem�nios?

Eles nos trouxeram problemas, como a rapariga loura.

Talvez tenhamos de a matar tamb�m.

Quase te matei, mi�do!

�s uma rapariga de sorte.

- Por favor, deixe-me em paz. - N�o...

Vou fazer bem mais do que isso.

N�o!

Vou mostrar-te porque deves rezar para que o Lupe te compre amanh�.

R�pido!

- Temos que correr. - Para onde?

- Para o curral. - Ricardo!

Vais morrer a� mesmo, Ricardo.

Vou matar-te por isto.

Tom! Pensei que tinhas morrido!

- Est�s bem? - Estou. O que houve contigo?

Tudo bem, chega disso.

Est�s bem, Lisa?

- Tens cavalos? - Sim, senhor.

Leva daqui a Lisa, vai haver um tiroteio.

- E voc�, Isaac? - Ainda tenho de apanhar o meu ouro.

Talvez eu possa...

Talvez a tua irm� precise mais de ti, mi�do.

Agora, vai.

Est� bem.

O Lupe est� morto.

O Lupe est� morto.

- Viu o dem�nio nos seus sonhos. - N�o, o Lupe est� morto.

O homem e a rapariga fugiram.

Fala comigo.

Um homem alto, de uma cor que eu nunca tinha visto.

Sabia que o devia ter matado!

Ei, h� mulheres e crian�as aqui!

N�o quero ferir ningu�m!

O que diabo � que queres?

Lembra-se da sua visita � minha mina!

� s� entregar-me o ouro e vou-me embora!

Podemos conversar?

Entregue-me o ouro!

Est� aqui. Porque n�o o vens buscar?

Ele est� dentro da miss�o.

P�ra de atirar.

O ouro � seu!

S� um homem!

Quero que o traga aqui dentro!

Est� a caminho!

Jesus,...

o telhado.

Carmella,...

n�o.

Achas mesmo que vamos deixar-te entregar o ouro?

Jesus?

Sim?

D�-me cobertura.

Entendo.

Vamos apanh�-lo de volta, amigo.

Podes contar com isso.

Muito bem.

Entra aqui.

Devagar.

- Que tal? - Muito bem.

Ponha o meu ouro em cima dessa pedra.

Como quiser.

Devagar.

Agora, levante as m�os bem alto.

E saia daqui.

Acho que j� jogou esse jogo antes.

Uma ou duas vezes.

Agora!

Quanto mais podemos ter?

Este homem � um dem�nio negro.

Eu n�o podia ter errado!

- N�o me ouves mesmo, n�o �? - Achei que teria problemas.

Pega nesse ouro. Entra.

- Vai indo, alcan�o-te depois. - E voc�?

Vou deixar uma coisa.

Senhor, � um lutador e tanto.

Os meus cumprimentos.

- Para onde � que ele foi? - Est� ali!

Isaac!

- Isaac! - Tom.

Isaac...

Isaac!

Por favor, n�o morra, Isaac.

Isaac.

Isaac!

Levante-se, Isaac.

Vamos!

Vamos, Isaac, levante-se!

Temos que sair daqui, vamos!

N�o o posso deixar! � meu amigo!

Mas est� morto! Vamos, antes que nos matem!

McLain! McLain, onde � que est�s?

Estou aqui, cala a boca.

Ele est� vivo.

Pega na minha irm� e sai daqui.

- Encontro-me com voc�s depois. - Mas v�o matar-te!

Vai!

Vai.

Bem, mi�do, estou feliz por n�o estares ferido.

Olha � tua volta, j� n�o houve mortes demais?

Qual � o teu nome, filho?

Podemos ser amigos.

Vamos l�.

D�-me a arma.

Vamos, eu levo-te para casa.

F I M

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