All language subtitles for 9-1-1.S06E15.Death.and.Taxes.1080p.AMZN.WEBRip.DDP5.1.x264-KiNGSS

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Original subtitles

Querida, desculpa, mas n�o vou conseguir chegar �s 19h.

Podem comer sem mim.

Sim, sei que s�o seus pais.

Fale para o seu pai pedir o t�xi mais caro.

Ele � bom nisso.

N�o, voc� n�o pediu nenhum...

� sarcasmo, querida, mas...

voc� sabe em que �poca do ano estamos.

Todos os meus clientes esperaram at� o �ltimo minuto

para fazer o imposto de renda, de novo.

Claro que quero ver seus pais.

Talvez o problema seja voc� insistir

em convid�-los todo ano nessa mesma �poca,

como se quisesse me testar.

� verdade sim, voc� faz isso h� 11 anos.

� claro que guardo os recibos. � o meu trabalho.

O que quer que eu diga?

"Desculpa, Sr. e Sra. Stewart. Meus sogros est�o aqui,

ent�o n�o consigo fazer sua declara��o?"

N�o vou botar fogo no meu neg�cio

depois de tanto esfor�o.

Sim, vou tentar chegar para a sobremesa.

Te amo.

Meu Deus!

911, qual a emerg�ncia?

Algu�m invadiu meu escrit�rio e botou fogo em si mesmo.

Um homem arrombou e tentou queimar o escrit�rio.

Pol�cia est� vindo, mas a v�tima n�o � mais uma amea�a.

E todas essas caixas equivalem a muitos f�sforos.

Muitos impostos tristes.

Por que os sprinklers n�o funcionaram?

Algu�m foi bem r�pido. Evitou danos graves.

Fui mov�-lo, mas a pele caiu. N�o sabia o que fazer.

Bem, fez sua parte apagando o fogo.

Vamos dar espa�o para minha equipe terminar.

Buck, procure pontos de calor.

- Chim, comigo. - Entendido.

Pulso fraco.

Respira��o superficial.

Senhor, consegue me ouvir?

Pode dizer seu nome?

Sem resposta. Deve estar em choque.

Vou administrar oxig�nio.

Oxigena��o est� boa. Sem sinal de inala��o de fuma�a.

Posso tirar isso?

S� se quiser ir para o hospital.

Escrit�rio liberado.

Achei isso. Parece que � do criminoso.

Mason Lewis. Conhece esse cara?

� um cliente que est� sendo auditado.

Vai ficar tudo bem. Vamos tir�-lo daqui.

Cubra ele e vamos coloc�-lo numa maca.

Central, � o Capit�o Nash, 118. Estamos terminando aqui.

Alertem o Centro de Queimados que chegamos em nove minutos.

Ele est� bem, Cap.

Escute, se sentir alguma vertigem ou tontura

- procure um hospital. - Hoje n�o.

S�o pilhas de declara��es para ver o que salva.

� como dizem, Capit�o, s� duas coisas na vida s�o inevit�veis.

Morte e impostos.

E �s vezes eles vem juntos.

9-1-1 S06E15 | Death and Taxes

Mrs. Bennet / LaisRosas TatiSaaresto

Sossa / Dr. Schulo Mikae / Chanti

Revis�o: LaisRosas

Central, aqui � a 727-L-30,

chegando na Glen Drive, 3124,

para ajudar num mandato de pris�o.

Entendido, 727-L-30.

Ent�o, quem � o sortudo de hoje?

Dominic Dawson.

Homem, 47, procurado por fraudar uma caridade para sem-tetos.

Dominic Dawson da Dawson Funda��o Sonhar?

Pego comprando um iate com dinheiro da ONG.

Disseram que h� risco de fuga.

Ele est� l� dentro agora.

Segundo andar. Ent�o chega de papo.

Pol�cia. Abra.

Abra! Pol�cia!

Suspeito no banheiro. Tragam o ar�ete.

Pol�cia. Saia com a m�os para cima.

Abra a porta, agora.

N�o atirem. J� vou sair.

� s�rio?

Melhor n�o entrar agora.

Tinha bastante gente nova

- l� dentro. - Divis�o de evid�ncia.

N�o foi s� um mandato de pris�o.

Um mandato de busca veio junto.

Quase sempre � assim.

Achei que um homem como voc�

- saberia disso. - Quer dizer

um ladr�o como eu, certo?

Pelo que sei, sou inocente at� provado o contr�rio.

Por isso est� fazendo tantas perguntas inocentes?

S� n�o curto pessoas na minha casa.

Bem, eles s� v�o ficar l�

dois, ou talvez...

tr�s dias,

no m�ximo.

Saem antes, se disser onde escondeu

todo aquele dinheiro que voc� desviou.

Senhor.

Dominic!

Central, aqui � a 727-L-30.

Preciso de uma ambul�ncia e refor�o, na Temple & Alameda.

O suspeito est� inconsciente.

Entendido, em alto e bom som, 727-L-30.

Temple & Alameda. Achei uma unidade dispon�vel.

A 133 est� a dois minutos de distancia.

O suspeito est� respirando?

Quase nada.

Dominic?

Dominic, consegue me ouvir?

Dominic!

Veja se ele tem pulso.

Sem pulso carot�deo. Iniciando compress�es.

Fique comigo, Dominic.

O socorro est� chegando.

Vamos.

Sem resposta. Deixe conosco, policial.

Sargento,

- o que houve? - N�o sei.

Ele simplesmente colapsou.

Temos pulsa��o. Vamos lev�-lo.

Escoltem eles para o hospital e fiquem com ele.

Para onde ele for,

voc� vai tamb�m.

- Entendeu? - Sim.

Tem certeza que n�o houve

nenhum tipo de discuss�o

ap�s a pris�o?

Sargento Grant?

Ele resistiu?

Ele se entregou.

Coloquei ele no carro.

Ele parecia

nervoso?

- Em p�nico? - De forma alguma.

Em um minuto, ele falava comigo, e no outro, ele...

estava ca�do.

Parece que voc� seguiu todos os procedimentos,

ent�o, agora � s� a papelada,

e ela n�o ser� t�o ruim.

Ele tinha pulso ao ser levado.

N�o mais.

Tivemos not�cia do hospital.

Dominic Dawson est� morto.

Lembra daquele teste de matem�tica?

Tirei nota alta.

Mas ci�ncias ainda � minha mat�ria favorita.

Fizemos s'mores com fornos solares.

Agora podemos fazer s'mores toda noite, como costum�vamos.

N�o, nem toda noite.

Por que n�o?

O fato � que os fornos solares

- n�o funcionam a noite. - Pai,

voc� me entendeu.

Ainda sinto falta de fazer s'mores com voc�, m�e.

Sei que ela tamb�m deve sentir falta disso.

Pai, acha que ela pode nos ouvir quando falamos com ela?

Com certeza.

Por isso a gente vem aqui.

Queria poder ouvir ela falando com a gente.

Eu tamb�m, amig�o.

Eu tamb�m.

Quer passar no mercado na volta?

Podemos comprar ingredientes para fazer s'mores.

Podemos fazer um extra, para a mam�e?

Sempre.

Est�o sugerindo que voc� teve culpa?

Claro que n�o,

mas isso n�o muda o fato

dele ter colapsado na minha viatura.

Certo.

Estava sob minha supervis�o.

Mas Athena, acho que ningu�m

poderia ter feito algo pra prevenir aquilo.

Eu s�...

fico repassando o momento na minha cabe�a.

Sim.

Sei que quer achar a resposta,

mas nesse caso pode n�o ter uma.

Ele pode ter s� morrido,

e n�o h� raz�o para isso.

Sempre h� uma raz�o.

Trouxe bastante sorvete.

Jee vai dar uma festa e eu n�o sei?

Freezer do mercado quebrado

� igual a sorvete com 50% de desconto.

Seria um crime n�o aproveitar.

Vai acabar estragando.

Pense no quanto eu poupei.

Um ano de despesa com sorvete pelo pre�o de seis meses.

E n�o existe isso de sorvete demais.

Toma, prova esse aqui. � delicioso.

Meu Deus.

N�o �? D� para sentir a canela.

N�o. Meu Deus, isso aqui. � da Receita Federal.

Ent�o abre.

Nada de bom vem da Receita Federal.

N�o abrir n�o muda o fato de ter recebido.

Posso?

Devem estar tentando confirmar o seu novo endere�o

ou algo assim.

- Ou n�o. Voc� ser� auditada. - Qu�?

Como isso � poss�vel?

Deve ser uma auditoria aleat�ria.

Eles fazem isso o tempo todo.

N�o � o fim do mundo. Vai ficar tudo bem.

� outra carta da Receita Federal mas � endere�ada a mim.

Eles querem nos encontrar, juntos.

Pessoalmente.

Eu n�o entendo. Algo desencadeou isso.

Talvez seja o empr�stimo dos seus pais.

N�o dev�amos ter aceitado o dinheiro.

N�o foi isso que voc� disse quando depositamos o cheque.

E a doa��o que fizemos na mudan�a?

Tudo dedut�vel e totalmente leg�timo.

Voc� est� surtando.

N�s dois estamos, e n�o sei por que

j� que, obviamente, foi s� um erro.

N�o � como se tiv�ssemos a inten��o de fazer algo errado.

Maddie, � a Receita Federal. N�o ligam para inten��es.

- Sorvete. - Que �timo.

Devia estar na cama.

Sorvete.

Deixe ela tomar um pouco.

Pode ser nosso �ltimo lanche noturno,

com nossa filha, antes de nos prenderem.

Papai preso.

Quer um pouco de sorvete?

Pesquisei os motivos mais comuns para ser auditado,

e nada parece ser o meu caso.

Por que n�o contrata um contador?

Antes queremos garantir que est� tudo certo.

- Vai acabar com eles. - Tem conta no exterior?

Seu pai pode ter aberto na sua inf�ncia.

Meu pai ter feito algo por mim?

Isso � hil�rio. Pr�ximo.

Sabe, Chim, eu tamb�m pesquisei e,

aparentemente, h� 0,6% de chance

de ser auditado aleatoriamente.

Mentira. Nada � aleat�rio. E ningu�m est� ajudando!

Nem voc�.

Olha, n�o se torture, Chim.

Tamb�m n�o sou bom com impostos. Ningu�m �.

Eu sou.

S�rio?

Perdeu a fase do superpoder dele.

Pensei em usar minhas novas habilidades matem�ticas

pra eu mesmo declarar meus impostos.

- E voc� declarou? - N�o.

Eu s� pensei. Contratei um profissional.

Ainda n�o est� ajudando.

Por que voc� e Maddie fazem sozinhos?

Usamos um programa de computador

em vez de uma pessoa, porque � mais barato.

At� te mandarem as multas.

Acham que estou perdido, n�o �?

Escuta, Chim.

Pode fugir da Receita, mas n�o pode se esconder.

Tia Marie

era

o elo desta fam�lia.

Ela nos deixou com incont�veis lembran�as, e...

montanhas de...

conselhos n�o solicitados.

Mas houve um conselho que ela me deu

e que guardarei para sempre.

O princ�pio orientador da vida

que continuarei a seguir

e passar para as pr�ximas gera��es.

E esse conselho �...

911, qual � a emerg�ncia?

Estou ligando da funer�ria Hollywood Gardens.

Algu�m invadiu um dos funerais e temos v�rios feridos aqui.

Precisa mandar ajuda!

Invadiu como?

Entraram com o carro na capela!

Est�vamos come�ando quando ele invadiu e atropelou a Marie.

Ela est� respirando.

Parece que este anjo estava mesmo cuidando dela.

Hen, Ravi, tirem esse motorista daqui.

Eddie, Buck, quero almofadas pneum�ticas.

Vamos levantar o carro e estabilizar antes de mov�-la.

- Tudo bem? - Tudo.

Est� sentindo dor?

N�o, na verdade n�o.

O senhor desmaiou antes do acidente?

Eu vi duas vagas de estacionamento,

e do nada, s� havia uma.

Claramente n�o a que acabei atropelando.

Vamos coloc�-lo em uma maca.

Capit�o, isso n�o vai aguentar muito.

Certo, aperte o verde, vamos.

Subindo.

Isso, continue.

Sabia que esse salto me mataria.

Quebrou o tornozelo para evitar ser esmagada.

- � uma vit�ria. - Quase.

Beleza, liberado.

Certo, vamos tir�-la. Movam ela.

Beleza, no tr�s.

Um, dois, tr�s.

Hen, vou precisar de ajuda aqui.

J� estou indo.

Sinais vitais bons.

Fratura clara na f�bula.

- Voc� consegue? - Sim. Pode deixar.

Ela est� acordando.

Senhora,

consegue me ouvir?

Todo mundo veio me ver?

Senhora, qual o seu nome?

Marie.

Oi, Marie, sou a Hen.

Como se sente? Alguma dor espec�fica?

Sempre tive dor no quadril.

A prancha.

No tr�s.

Um, dois, tr�s.

Prontinho.

Meus p�sames, senhora.

N�o imagino como deve ser dif�cil

perder um irm�o g�meo.

P�sames?

Aquela sou eu.

Veio assistir ao seu pr�prio funeral?

Eu estava sentada bem ali.

N�o existe melhor lugar, no seu funeral

que a fileira da frente.

� chamado de funeral vivo.

Natalia planejou para mim.

Ela � minha doula da morte.

Doula da morte?

S� conhe�o o outro tipo.

Eu prefiro doula do "fim da vida".

E eu achando o meu trabalho interessante.

Acabou de erguer um carro de cima de uma pessoa.

Diria que seu trabalho � bem interessante.

Buck, abra espa�o.

Vamos para l�, por favor.

Certo, senhora, tente n�o se mexer,

pode ter deslocado seu quadril.

Acontece o tempo todo.

Um sintoma da minha luta infinita com o c�ncer de ossos.

N�o perca as esperan�as ainda.

Isso n�o � sobre perder as esperan�as.

Est� vendo todas aquelas pessoas ali?

N�o as vejo h� anos.

Convidei elas para essa cerim�nia

para n�o precisar v�-las do meu caix�o.

Que gra�a tem isso?

Acho que � uma forma de promover uma reuni�o familiar.

Vamos todos morrer sozinhos.

� melhor passar o tempo com os entes queridos

enquanto ainda se � vivo.

Oi, posso dar uma olhada nisso?

Eu... quis dizer sua m�o.

- Isso? � s� um arranh�o. - Sou especialista em arranh�es.

Aqui, por que n�o se senta?

Ent�o, al�m de...

planejar funerais pr�-mortes,

o que exatamente faz uma doula do fim da vida?

Bem, se seu trabalho � prevenir a morte,

o meu � ajudar as pessoas a aceit�-la.

Sabe, pode-se dizer

que a morte e eu somos velhos conhecidos.

At� amigos, por um momento.

Que sortudo. Como conseguiu isso?

Eu morri.

S� por alguns minutos.

Atingido por um raio.

Isso parece incr�vel.

Gostaria de tomar um caf�?

Adoraria saber mais.

Sobre...

sobre seu conhecimento.

Sim. Sim, seria legal.

Buck, vamos embora.

Eu... tenho que ir embora.

Aqui.

Pronta?

Acho que agora estou.

A vida ficou complicada, m�e, me desculpe.

N�o podemos nesse fim de semana.

Christopher tem uma festa no s�bado

e, na semana seguinte...

Eu trabalho.

Que tal 22 de abril? Parece livre.

Pai, � a viagem do Dia da Terra.

N�o est� anotado aqui.

Deveria.

Desculpa, m�e.

Aparentemente, a Terra � mais importante.

- Pai. - Que tal...

no ver�o?

Ficar�amos a semana toda.

Pai, temos que ir!

Venha falar com sua av�.

Vamos nos atrasar.

Desculpa, m�e, tenho que ir.

- Pai, anda logo! - Estou indo!

Vamos dar um jeito.

Est� bem? Eu prometo.

N�s temos tempo.

RECEITA FEDERAL

- Por que acha que est�o aqui? - Chim...

Bolsa falsificada, eu diria que montaram um esquema de pir�mide.

- Sr. e Sra. Nicholson? - Aqui.

Que tal ela?

Escondendo que faz bico vendendo no Mercado Livre?

N�o pode jogar no seu celular ou algo assim?

Vai acabar me dando um aneurisma.

Por que ficou zen sobre isso do nada?

Porque n�o h� nada que possamos fazer.

Sim, mas n�o te incomoda

que o governo vai se meter em nossas coisas,

passando o pente fino em toda nossa vida?

Isso que � a auditoria, Maddie.

N�o deixam pedra sobre pedra.

Est� com medo que eu descubra algo que n�o devia?

N�o.

E voc�?

Claro que n�o.

Ent�o tudo bem.

Ainda tem pris�o para devedores?

Isto n�o � um livro do Dickens.

Buckley, Han?

Sigam-me.

Lembre do que falamos.

S� aceite doces de estranhos no Halloween.

N�o d� informa��o se n�o pedirem.

Est� tudo bem. Apenas...

relaxe.

Certo.

Sabem por que est�o aqui?

N�o dizia na carta.

Isto � um teste. � um teste, n�o �?

Seus impostos indicam o que acreditamos ser fraude.

Fraude fiscal?

N�o, n�o, n�o. N�o somos� N�s jamais�

N�o somos bandidos. Olhe para n�s.

Nem fraudadores. Somos muito genu�nos.

Residem no endere�o listado nos seus impostos?

- Sim. Sim, residimos. - Sim. Sim.

Mas registraram separados

e ambos se declararam chefe da fam�lia.

Eu que ia me declarar chefe da fam�lia.

Avisei j� ter feito isso.

- Paguei metade das despesas. - Paguei muitas delas.

Uma alta quantidade de sorvete n�o conta.

Conta, se sua fam�lia come como uma vila.

Foi um erro inocente.

� s� sua primeira viola��o.

H� mais de uma?

A dependente,

Jee-Yun Buckley Han.

Ambos a declararam, tamb�m.

- N�o sabia que ia fazer isso. - N�o discutimos isso.

Fazer no computador foi�

- Muito r�pido� - T�o r�pido.

Acho que � s� mais um erro inocente.

As duas vezes?

- Tem mais? - Me digam voc�s.

Certo...

Peguei dinheiro com meus pais pra comprar uma casa,

e n�o declarei como renda.

Devemos ter errado a declara��o de despesa m�dica da Jee.

- Ela teve uma infec��o. - Achamos que piorou.

Mas ela est� bem, e temos os recibos se precisar.

Eu doei meu carro antigo.

Nada disso acusou nos seus rendimentos.

Ent�o est� tudo bem?

N�o, n�o est�.

Vamos pra pris�o dos devedores?

Isto n�o � um livro do Dickens.

Foi o que eu disse.

Mandamos as pessoas para a pris�o comum.

Voc�s v�o refazer seus impostos corretamente,

e determinaremos precisamente o que devem.

- � isso? - Tamb�m precisam decidir

quem � o chefe de fam�lia.

Podemos revezar anualmente.

Amei a ideia. Vamos alternar.

- Amei. - Voc� est� sendo incr�vel.

Saiam daqui, imediatamente.

- Entendido. - Saindo.

Ent�o, como est� a Marie?

Fisicamente, n�o est� bem.

Bom, ela sobreviveu ao acidente,

e n�o ter� grandes les�es, gra�as a voc�s... mas,

n�o desacelerou o c�ncer.

No entanto, emocionalmente...

ela est� �tima.

Gra�as a voc�.

� fascinante.

Nunca conheci algu�m que

vivesse de trazer pessoas pr�ximas � morte...

legalmente.

Mas voc� esteve mais pr�ximo, que qualquer um.

Esteve l� e voltou.

Isso � muito da hora.

- N�o sei. Da hora? - N�o foi?

Vamos, seja honesto.

Olha como est� animada.

Voc� � realmente f� desse neg�cio.

Pode se dizer que estou morrendo de curiosidade.

Trocadilho intencional.

Vou come�ar dizendo,

eu acordei em um mundo que era...

tudo e nada que eu j� quis que fosse.

Pelo seu olhar, posso dizer que isso n�o fez sentido algum.

Bombeiro e fil�sofo.

- Anotado. - �.

Certo, deixa eu come�ar de novo.

Eu acordei

em um hospital.

E, no in�cio, tudo parecia normal.

Athena.

Desculpe atrapalhar seu almo�o, Luann.

Tudo bem. Como posso ajud�-la?

Bem, n�o estou aqui oficialmente.

Um suspeito morreu durante a pris�o, um outro dia.

Dominic Dawson.

Esse nome soa familiar.

Creio que ele deu entrada na emerg�ncia ontem.

Sim.

Recolhemos o corpo ontem � noite.

J� temos alguma informa��o da causa de morte?

Ainda n�o. Infelizmente, estamos atrasados.

O acidente de �nibus no centro.

Demorar� mais um ou dois dias antes de chegar nele.

- Ent�o n�o sabemos nada. - Escuta,

voc� � mais do que bem-vinda pra olhar o corpo...

- N�o oficialmente. - Se estiver tudo bem.

Honestamente, olhar para um corpo

nem sempre diz muito.

Nossas respostas, geralmente, s�o encontradas sob a pele.

Aqui est�.

Dominic Dawson.

Isso n�o est� certo.

N�o � ele.

Ele est� listado como o n�mero 107.

Esta pulseira � dele.

Mas n�o � o corpo dele.

Ent�o, quem � este?

E onde est� Dominic Dawson?

O corpo foi identificado como Seth Davis.

Alguma ideia de quando ele trocou a pulseira do hospital?

Imagens de seguran�a n�o mostram ningu�m incomum

indo ou vindo, ent�o,

a troca aconteceu antes da transfer�ncia.

Depois que ele voltou dos mortos.

Os policiais acharam um frasco de Lisinopril...

� medicamento pra press�o arterial...

Vazio, no banheiro. Ele deve ter se causado uma overdose.

Fez com que os sinais vitais ca�ssem no carro.

- Por que algu�m faria isso? - Nesse caso,

acho que deve ser uma das tr�s raz�es:

Dinheiro, dinheiro ou dinheiro.

Mas, na verdade, estou mais curiosa para saber

o que voc� estava fazendo aqui.

Descobrindo que nosso suspeito n�o estava morto.

Alguma coisa?

A explica��o � que ele recebeu a pulseira errada na emerg�ncia.

- Qual � a probabilidade? - Nenhuma.

Mas tamb�m n�o � imposs�vel.

Isso pode ter sido s� um erro comum.

N�o.

Isso n�o foi um erro.

Voc� conseguiu o que queria.

Encontrou sua resposta.

Encontrei a primeira resposta.

E, como qualquer boa resposta,

levantou uma s�rie de novas quest�es.

Falei com a Hen sobre o Lisinopril.

Disse que teria diminu�do a press�o por 20 minutos.

Dominic!

Ele poderia ter acordado na emerg�ncia e feito a troca.

Harvey,

- preciso de ajuda no sagu�o. - Certo.

A emerg�ncia estava cheia ap�s o acidente de �nibus.

Ele conseguiu sair, mas foi para onde?

Essa � a pergunta de um milh�o.

A pol�cia revirou a casa dele em busca do dinheiro roubado.

S� n�o curto pessoas na minha casa.

Bem, eles s� v�o ficar l� dois, ou talvez...

tr�s dias.

Aquele filho da...

Os t�cnicos acabaram de sair.

- Estamos saindo. - Entendido.

Parado!

Dominic Dawson,

vivo e respirando.

O dinheiro e o morto.

Bom trabalho, sargento.

Especial, dois por um.

De novo n�o.

- Vou pegar o desfibrilador. - Chame a ambul�ncia.

Aviso de choque.

Carregando.

- Afasta. - Afasta!

Onde est� a ambul�ncia?

- Quanto tempo de compress�es? - Uns sete minutos.

Tudo bem.

- Athena... - Est� bem.

Deixe conosco.

- Aviso de choque. - Nada.

Carregando.

Preparando o choque.

- Afasta. - Afasta!

- Nada. - O que houve?

Ele ia ser registrado,

mas a� simplesmente colapsou de novo.

O Lisinopril deve ter agido mais do que devia.

Brincou com o fluxo sangu�neo, pediu um ataque card�aco.

Diria pra chamarmos a pol�cia, mas...

Vou ligar para o m�dico legista.

Espere um minuto.

Vamos garantir que ele n�o fuja de novo.

Ent�o foi o c�ncer?

Sim.

Os �rg�os dela come�aram a falhar ap�s o acidente,

mas ela j� estava muito mal.

Natalia disse

que os m�dicos de fato elogiaram o nosso trabalho.

Vamos todos morrer sozinhos.

Foi o que ela disse pra mim e Hen.

Sim e n�o.

Certo? Quer dizer,

ela conseguiu ver os amigos e familiares antes de partir.

O que a Natalia fez foi muito bonito.

Sim,

Natalia.

Eu...

eu tamb�m a encontrei.

S�rio?

Namorar algu�m que resgatou?

- Isso que nunca acaba bem. - Isso � diferente.

Ela queria me perguntar

- sobre o raio. - Sei.

Voc� adora ser o cara com as respostas.

N�o, � s�rio.

Tem algo...

diferente nela.

Eu sinto que ela me v�.

Sabe? Que ela realmente me v�

por quem eu sou e o que passei.

Creio que ela possa ver mais em mim

do que eu mesmo vejo.

Olha, eu sei que te zoamos

pelas suas habilidades matem�ticas.

Posso ter tentado ter vantagem com isso.

Mas para ser honesto,

voc� n�o � o mesmo desde o ocorrido.

Mas como poderia?

A verdade �, cara,

Ainda n�o sei como agir.

Estou diferente.

Eu sinto como se tivesse que tentar ser...

O antigo Buck.

Principalmente por causa dos outros.

Voc� n�o tem que ser nada pelos outros.

E ningu�m permanece igual, de um dia para o outro.

Experi�ncias como esta,

elas nos mudam.

Ent�o, o que mudou em voc�?

Bom, quando eu acordei naquele hospital,

eu senti como se tivesse me safado de algo.

Voc� enganou a morte.

Minha vida podia ter acabado

naquele momento, mas n�o acabou.

Isto tem que significar algo, n�?

Significa que voc� � sortudo.

Acho que nunca mais serei sortudo assim.

Talvez n�o precise.

Raio n�o cai duas vezes no mesmo lugar.

E � por isso que preciso aproveitar

cada momento.

Porque daqui em diante...

� tudo um presente.

Certo.

Um caf� puro e um affogato.

Affogato.

Que chique.

�, temos muito sorvete que precisamos nos livrar.

Obrigada por ter vindo de �ltima hora.

- Ficamos gratos. - Claro.

Eu os convidaria ao meu escrit�rio,

mas est� carbonizado, no momento.

Eu soube. Impostos deixam as pessoas doidas.

Voc� n�o tem ideia.

Na verdade, n�s temos.

Ent�o, este neg�cio de chefe de fam�lia,

� s� sobre quem ganha mais?

Ou quem gasta mais?

Deixe-me simplificar.

Declarar juntos, poupa voc�s $14 mil.

Eu sei que n�o nada rom�ntico,

- mas... - $14 mil?

Soa rom�ntico para mim.

�timo.

Ent�o, ano que vem, antes de declararem seus impostos,

tem s� uma coisa que precisam fazer.

- �timo. - Estaremos prontos. O que �?

Casem-se.

Quem est� pronto para...

s'mores?

Perdeu, cara.

M�E

Oi, m�e.

Nada, s�...

comendo s'mores

e vendo novela com o Christopher.

Sei que est� tarde. Desculpe.

Estive pensando, talvez possamos ver juntos

em El Paso, no pr�ximo fim de semana.

Eu sei.

Sim, eu sei.

Sei que � de �ltima hora,

mas sinto saudade, e o Christopher tamb�m.

Exatamente. Por qu� esperar?

N�o h� melhor momento que agora.

O contador sugeriu que se casem

e voc� fingiu que nada aconteceu?

Bem, pareceu esquisito conversar depois disto,

Ent�o, sa� de fininho esta manh�.

Agora voc� vai para casa, e o elefante

continuar� parado na sala.

N�o posso tocar no assunto. Parece que estou pressionando.

Abordar o assunto n�o � o mesmo que pressionar.

Voc� quer casar com o Chimney?

Eu n�o sei.

Tem uma parte de mim

que nunca mais quer casar com ningu�m.

�, mas � o Chimney.

Situa��o completamente diferente.

Ele � incr�vel

e um doce, e ele te ama como ningu�m.

Sim, ele � tudo isso.

E estamos num relacionamento porque criamos nossa filha.

- Exato. - Exato.

Ent�o por que precisamos casar?

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