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Anteriormente...
Isabel. Estava te procurando.
- Você está bem? - Estou bem.
Era minha esposa.
- Era enfermeira? - Não, policial. Narcóticos.
Oi, sou o Randy Rastreador. Sou caçador de recompensas agora.
Prometa que vai me ligar se tiver algum problema.
- Claro. - Cara esquisito.
Bailey?
Recrutas: Hall^4 GabCav LeilaC
Recrutas: Zetnos LikaPoetisa³
Instrutor: Hall
Você está bem?
Por que álcool?
Você e Libby tomaram todas, heim? Nem ouvi vocês chegando.
Estou velha demais para shots.
Quantos bebeu?
- Em qual bar? - Caramba.
Talvez devesse tentar não reviver seus dias de faculdade.
É tudo o que Libby quer fazer.
Ela diz que torna os outros 360 dias
de troca de fraldas mais toleráveis.
Hoje ela quer ir a uma festa underground
onde uma van te pega na esquina
- e venda você. - Isso não é uma festa.
É um sequestro. Diga a ela que não quer ir.
- Não posso. - Por que não?
Cara. Ontem foi muito divertido.
Obrigada de novo por me deixar dormir aqui.
Mas não diga ao Roger.
Estou usando o dinheiro do hotel para melhorar nossas festividades.
- Por que está aí embaixo? - Estou posando
para um projeto de fotografia.
É como... é como a desconexão entre beleza e...
Envelhecimento. Não envelhecimento.
- Consumismo. - Legal.
Vou dar uma corrida. Quer vir?
Sim, claro.
Vou trocar de roupa. Um instante.
Não está em condições de correr.
Não posso deixar que ela me vença.
Que atitude super madura.
- Cala a boca e segura meu cabelo. - Tá bom.
Você comeu moluscos.
GeekS infiltradamente apresenta...
The Rookie - 5.20 S.T.R.
- Isso parece bom. - Obrigado.
Existem outros lugares no apartamento para isso.
Achei que fosse dormir até tarde.
- Não tem aula hoje. - Ia, mas fui tirada do meu sono
pelo cheiro de panquecas.
Foi? Você quer?
- Uma ou duas? - Três, por favor.
Três.
Não, espere. Merda.
Esqueci totalmente...
Isabel me mandou uma mensagem.
Ela está na cidade e queria conversar. A chamei aqui.
Espero que esteja tudo bem.
- Claro. - Desculpa.
Ia te contar quando saiu do banho,
mas, eu entrei no banho e...
Credo, parem. Eu atendo.
- Desculpa. - Tudo bem.
Oi. Você deve ser Isabel. Sou a Tamara.
- Olhe para você. Você parece bem. - Obrigada.
Incrível o que alguns anos de sobriedade fazem à pele.
É bom te ver de novo, Lucy.
Obrigada por me deixar vir.
Não, não, imagina. Quer algo?
- Não recusaria um café. - Tá bom.
Venha aqui.
- Quando chegou? - Há algumas horas.
Essa é a lsabel?
- A ex-mulher, Isabel? - Para. Está falando alto. Sim.
Tim a convidou aqui? Isso é estranho, né?
Não. Está tudo bem. É...
- É um pouco estranho. - Vou investigar um pouco.
- Não. - Vou sim.
Tamara, sério, não.
Então, está tudo bem?
Sim, estou bem, mas preciso da sua ajuda.
Trabalhei infiltrada oito anos atrás,
antes de cair em desgraça, na família Teska.
Sei tudo sobre eles. São famosos em Sylmar.
Armas, drogas, prostituição.
Sim, antigamente, eles eram iniciantes,
mas eles tinham grandes ambições. O chefe era Frank.
Ele tinha uma filha de 10 anos, Dara.
Ótimo garota. Super inteligente.
Você a protegeu.
Sim. Alguém tinha que fazer.
Ele era um pai solo. Mal prestava atenção nela.
Eu era da gangue, estava sempre na casa deles,
e nos tornamos próximas... daquele jeito estranho
quando finge ser outra pessoa.
Depois que prendemos o pai dela, eu sumi, sabe,
abandonei aquela identidade e fui para o próximo caso.
Não sei dela há oito anos.
- Até agora. - Eu tinha um serviço de recados
como um firewall entre minhas duas vidas.
Ontem à noite, me enviaram um recado da Dara.
Nikki, é a Dara. Sei que já faz tempo.
Nem sei se ainda verifica isso, mas estou com medo,
e eu não sabia para quem ligar.
Desculpa. Isso foi idiotice. Eu não deveria... tenho que ir.
Liguei para ela depois e nada dela atender.
Procurei nas redes sociais, perguntei a amigos. Ninguém a viu.
E não pode bater de porta em porta porque está fora do disfarce.
Exatamente.
Por que não vai na delegacia? Te consigo um mandado telefônico.
- Vamos encontrá-la. - Obrigada.
Claro.
Vai ficar aí agora.
Eu pego.
Exibido.
Pode iniciar a licença maternidade quando quiser.
Muitos casos abertos. Tiro em algumas semanas.
Tudo bem.
- Está bem mesmo? - Faço xixi a cada 5 minutos,
sinto uma dor nos quadris e não consigo dormir,
mas eu estou brilhando, não é?
Radiante.
Thorsen.
Está designado como ajudante da det. Lopez até segunda ordem.
Sim, senhor. Obrigado.
Não me agradeça ainda, filho.
Policial Thorsen, ao seu dispor. Do que precisa?
Sinceramente? Antiácidos. Tipo, muito.
Comprei isso na vinda hoje.
Não acho que deva tomar tantos.
Antiácidos, então.
- Precisa de algo mais? - Não.
Sim.
Chilorio enlatado, estilo Sinaloa.
Acho que carne enlatada não vai ajudar na sua indigestão.
Claro, pode deixar.
- E um refri de cereja. - Certo.
O que foi?
É estranho estar de volta.
Pelo menos está em melhores circunstâncias.
Muito.
Bradford. Bem-vindo de volta.
- Isabel? - Smitty.
Quase não te reconheci sem o...
Cabelo oleoso e marcas?
Não. Eu ia dizer o distintivo.
Bom te ver.
Você estava de férias?
Não, estava de licença por causa de um tiroteio..
- Você está bem? - Sim. Bem, quase.
Lucy acha que eu deveria começar a meditar.
Eu sei, né?
- A famosa Isabel. - Sim.
- Você já trabalhou com ela? - Não, mas eu a conhecia,
primeiro como infiltrada famosa depois como alerta.
- Por que ela voltou? - Um caso antigo.
Você está bem com isso?
Por que eu não estaria?
Não é nada de mais. Ele a superou.
Sei que sim. Mas e você?
Totalmente. Eu... para com isso.
Investiguei a Isabel.
- Como assim? - Não falei que ia investigar?
Ela é solteira e trabalha
em uma rede de apoio em Santa Fé enquanto ela estudava.
Parece que ela construiu uma vida nova.
- Isso é ótimo. - Claro.
Ou quer que o Tim veja como ela está bem.
- Ele disse que ela parecia ótima. - Certo, então
por que ela concordou em encontrar ele na casa da namorada?
Para manter os inimigos perto. Estou só comentando.
- Tamara... - Chen, vamos.
- O tio da Dara está chegando. - Tchau.
- Oi. - Oi.
- Bom dia. - Bom dia, cadê sua recruta?
- Grey deu um dia de folga. - Novatos não tiram folga.
Acho que se alguém merece uma exceção é a Juarez.
Tenho uma dúvida. Bailey tem um colega de faculdade nos visitando.
Deixa eu adivinhar. Estão festejando como duas adolescentes.
Nunca tinha visto a Bailey tão bêbada.
Tenho um amigo assim.
Toda sexta-feira ela me chama para sair
como se eu não tivesse um bebê. Quando a colega vai embora?
Amanhã. O que é ótimo.
Acho que o fígado dela não aguenta mais.
- Não atenda. - Randy, é outro trote?
Nyla Harper, sua brincalhona.
Eu nunca faria isso.
Não, na verdade, tenho uma dúvida,
Hipoteticamente, quando a invasão é um crime?
Sempre é.
Se estiver ajudando alguém?
Randy, não sei como explicar melhor.
- Não invada. - Entendido.
Danke schoen, minha amiga sábia.
- O que foi isso? - Espero nunca descobrir.
Obrigado por vim. Sou o sargento Bradford.
Recebemos uma ligação sobre a sua sobrinha Dara.
Ed sempre me deu arrepios. Ele falava para os meus seios.
- O que você fez? - Nada.
Eu estava tentando conseguir apoio. Precisava que ele gostasse de mim.
Uma amiga disse que ela parecia angustiada ontem
e não conseguiu mais se comunicar com ela.
Não a vejo desde ontem de manhã.
Ela tem 18 anos, vem e vai quando quer.
Quem era essa amiga?
Tenho o nome anotado na minha mesa.
Olha. O que quero saber...
Sabe de algum lugar onde Dara possar estar?
- Na casa do namorado? - Não que eu saiba.
Tem certeza que não é uma desculpa para atrapalhar meu negócio?
Não senhor, é para checar o bem-estar da sua sobrinha.
O pai dela sai da prisão amanhã.
Como é o relacionamento deles?
Discutiram sobre a volta dele?
Não, estamos animados com a volta dele.
Vamos fazer uma festa.
Existe alguma chance de isso ter algo a ver com o desaparecimento?
Você continua dizendo "desaparecer".
Ela provavelmente está dormindo na casa de um amigo.
Sim, claro.
Se souber notícias dela, me avise.
Tudo bem?
Por aqui, sr. Teska.
Tem chance de um mandado para o celular dele?
- Não baseado no que temos. - Pode falar com o Frank,
para confirmar se são uma família feliz como Ed disse.
Preciso de um bom remédio para ressaca.
- Suco de picles. - Harper disse suco de picles.
- Obrigado. - O que foi?
Hipoteticamente, se uma pessoa invadiu
- e encontrou um cadáver - Morto ou assassinado?
Hipoteticamente assassinado.
Tudo bem, faça o que fizer mas não toque nele.
Na verdade, não toque em nada.
Especialmente se parece que está relacionado com o crime.
Hipoteticamente, se eu caísse no sangue do homem...
Sério, o que está acontecendo?
Randy invadiu uma casa e encontrou um cadáver
- e escorregou no sangue. - Hipoteticamente.
Polícia! Mostre as mãos!
- Aí. - Nyla, preciso desligar.
Não se mexa.
Pare com isso.
Aí estão vocês! Meus melhores amigos!
- Randy. - Conhece esse maluco?
Sim, e é por isso que preciso pedir um favor.
- Deixe-me assumir este caso. - Esqueça.
Caso mais fácil que já tive. Não vou entregá-lo.
- Não foi ele. - O caramba que não.
Nos comunicamos com ele o dia todo.
Esse é um caso de lugar errado na hora errada.
Não, sou excelente com as horas. Sou alemão.
Randy, você não está ajudando.
Por favor. Olha, em troca, assumo algum caso seu.
Qual é o caso que está te consumindo?
Desconhecido de NoHo.
Parece divertido. O que é um Desconhecido de NoHo?
Um torso encontrado em um terreno baldio sem causa da morte,
sem testemunha e sem jeito de identificá-lo.
Dê-nos este caso, e fico com o Desconhecido de NoHo.
Fechado.
Dieter é todo seu.
É Randy. Dieter era meu tio.
Ele não é um detetive muito bom.
E aí, gente? Qual é a boa?
Precisamos que conte tudo sobre por que estava naquela casa.
Não responda.
- O que faz aqui? - Represento meu cliente.
Monica é sua advogada? Como vocês se conhecem?
Ele me ajudou a localizar algumas...
testemunhas difíceis de achar.
Sim, aquele cara foi difícil de encontrar,
mas ninguém se esconde dos dedos do Randy Rastreador.
Olha, Randy é testemunha neste caso, não um suspeito.
Só queremos que ele conte o que sabe.
Tudo bem, desde que eu esteja presente.
Minha liberdade foi restaurada.
O que farei com a segunda chance na vida?
Comer uma pimenta fantasma?
Declarar meu amor a uma amiga que não suspeita?
Essa última não.
Só a pimenta fantasma, então.
- E agora? - Reunião interdepartamental.
Estou ansiosa por isso a manhã toda.
Cadeiras superconfortáveis e os donuts são o paraíso.
Pode comprar donuts para si mesma.
Donuts gratuitos são mais gostosos.
- Droga. - O quê?
- Mudaram o lugar. - Para onde?
Eu consigo.
- Sim, você consegue. - Sim.
- Não consigo. - Olha só,
e se eu pegar um donut pra você e fazer um FaceTime na reunião?
- Fechado. - Sim.
Deixa eu te ajudar.
- Eu a conheci em um bar. - Quem?
A mulher que me contratou.
Para fazer o quê?
Randy, finja não sabemos de nada.
Está bem.
Então, um bar é um lugar onde as pessoas...
- Vou devolvê-lo ao Scanlon. - Espera.
Randy, sei que pensamento linear é difícil, mas tente.
Emily Johnson.
Ela leu na Internet da minha fama como rastreador de recompensas
e pediu para me encontrar.
- Em um bar. - Exatamente. Sim.
Ela disse que era perseguida por um homem chamado Nelson Friske,
e o deixei com os nervos a flor da pele.
Não sei que nervos foram,
- mas ele faz uma sequência? - Sim.
Então você apareceu na casa de Nelson Friske,
- e ele já estava morto? - Como um arganaz.
Quem exatamente é Nelson Friske?
Um day trader de 43 anos
com um hobby prolífico de ser um troll da internet.
Então, potencialmente dezenas de suspeitos.
Sim, é por isso que precisamos encontrar essa Emily Johnson.
Você tem o telefone dela?
- Posso te dar. - Ótimo.
- Agora vá para casa. - Mas por quê?
Eu quero ficar com vocês, meus parceiros.
Desculpe, Randy, você está muito próximo desse.
Então acho que, legalmente, é melhor para você
ficar em casa e esperar que desvendemos esse mistério.
Ele está certo. Vá para casa. Fique longe de problemas.
Claro, porque problema não é meu nome do meio.
Na verdade, é Randy. Randy Randy.
Se é que alguém liga.
Há quanto tempo está namorando a Lucy?
Alguns meses.
Você está saindo com alguém?
Eu estava, depois não.
Aí estava e... Você sabe como é.
Eles eram legais, mas você aumentou o padrão.
Aqui vamos nós.
Frank Teska. Sou o sargento Tim Bradford,
encarregado de achar sua filha.
- Ela está desaparecida. - Desaparecida?
- Falou com meu irmão, Ed? - Sim.
Disse que não a vê desde ontem. Ela contatou você?
Não recentemente.
Eu recebo um cartão no Natal.
Mas não no Dia dos Pais. Não a culpo.
Sabe onde ela poderia ir quando está chateada?
Não sei.
Quem iria atrás da Dara? Ela nunca machuca ninguém.
Você fez muitos inimigos poderosos.
Alguma chance de pegarem você através dela?
Ninguém ousaria.
- Certo, se pensar em algo. - Ela é uma boa menina.
Ela merece mais do que...
- Encontre-a. - Estamos fazendo de tudo.
Sim. Obrigado.
Quanto tempo até ele fazer a ligação?
Sargento, grampeei a ligação da prisão para Ed Teska.
Pode passar.
Onde está minha filha? A polícia disse que desapareceu.
Relaxa. Ela é uma adolescente, vai aparecer.
Quando eu sair daqui amanhã, você e eu vamos conversar.
Estou ouvindo coisas e não estou feliz.
Pare de ouvir os boatos.
O povo quer causar intriga. Não escuta.
Encontre minha filha.
Talvez Ed esteja dizendo a verdade e não sabe da Dara.
Talvez, mas ele é um mentiroso profissional.
Já convenceu Frank que alguém queria a cabeça dele.
Ele estava fugindo da sombra.
- O hotel. - O quê?
Quando Frank achou que iam pegá-lo,
disse para levar Dara para um lugar seguro.
Ficamos em um hotel na praia.
- Talvez ela esteja lá. - Certo.
Então o número que Randy nos deu para Emily era falso.
Então o nome dela também era falso.
Se ela é uma das vítimas do Nelson,
um nome falso faria sentido.
Não gostaria que a monitorássemos pelas comunicações on-line.
Mas então por que envolver Randy?
Para criar dúvida razoável?
Nem precisaria incriminar tão bem para dar certo.
O advogado só teria
que culpar o alemão de 1.90m encontrado na cena do crime
coberto com o sangue da vítima.
Falando nele.
Diga que está em casa.
Conhece o clássico da Britney Spears
que diz "opa, eu fiz de novo"?
Eu tenho que ir. Vejo você na delegacia.
Mostre suas mãos!
De novo, oi, amigos.
Randy, está tornando muito difícil para nós não processá-lo.
Só estava tentando ajudar a achar o assassino.
Se achar uma pista, mande mensagem para nós.
O bom é que sabemos que o nome verdadeiro da falsa Emily
é Ariel Riser.
Policiais encontraram US$5 mil em dinheiro no quarto dela,
com um bilhete que tinha seu telefone.
Alguém a pagou para incriminar meu cliente
e a matou para cobrir os rastros?
É o que parece. Mas, a questão é, por que Randy?
Foi só um bode expiatório ou o assassino tem rancor dele?
Por que alguém teria rancor do Randy Rastreador?
- Todo mundo me ama. - Certo.
Mas fingindo que não,
por que não dá sua lista de recompensas
e rastreamentos dos últimos cinco anos?
Um dos nomes dessa lista
será uma das vítimas de Nelson e teremos nosso assassino.
Ótimo, e vou investigar as redes sociais do Nelson.
Não vai nada. Você nos dará a lista e depois irá para casa.
Randy, como sua advogada, imploro que fique lá.
Vocês não são divertidos. São zero divertidos.
São como um macaco alérgico a bananas.
Por que tivemos que dirigir até este café,
em vez daquele a 5 minutos da minha cama?
Porque eles têm uma licença de licor, e isso... Oi.
Espere. Me diga que não viemos até aqui
para encontrar com um cara.
Estávamos conversando online. Ele pediu para nos vermos.
- É por isso que veio para LA? - Não!
Vamos, Bails, por favor. Eu preciso disso.
- E o seu marido? - Que seja.
Roger está apaixonado pela fisioterapeuta.
- Tá, tudo bem. - Isso!
Mas vou ficar aqui Não te deixarei ser morta
por um homem qualquer que conheceu online.
Você é a melhor. Pega umas margaritas para nós?
Fiquei aqui uma semana com a Dara. Comemos porcaria,
nadamos, dançamos na cama.
Sei que não parece muito,
mas, quando se passa cada segundo do dia em alerta máximo,
esperando que tudo dê errado, é...
É bom só respirar.
Entendo...
Porque eu segurei minha respiração,
toda vez que você saia em uma missão longa.
E então, você chegava em casa, e...
E eu ainda ficava repensando tudo,
não importa o quanto eu queria estar lá com você.
Enfim, então é por isso que acha que Dara virá aqui?
Não sei. Poderia estar projetando.
É que... ela estava com medo. Ela me ligou por um motivo.
Talvez seja porque é aqui que ela se sente segura.
Bem, se ela vier aqui, vai precisar de reforços.
Você não é mais policial. Sem arma, distintivo...
Então, Lucy está vindo para cá.
Não acredito que depois de tudo que te fiz passar,
está namorando outra infiltrada.
Eu sei.
Mas Lucy é diferente.
Ela não é uma viciada em potencial?
- Não foi o que quis dizer. - Eu sei, é que...
Ver você de novo traz tudo de volta, sabe?
Sei.
Ainda não consegui encontrar uma conexão entre Friske e Randy.
- E você? - Não, mas fiz uma lista
das pessoas que Friske trollou que poderiam matá-lo.
- Quem está no topo? - Brian Cole.
Ele é contador em Glendale.
Friske invadiu o Cliptalk da falecida esposa do Cole
para enviar a ele mensagens provocativas.
- Que doentio. - Sim.
Mas ele tem um álibi incontestável.
O próximo da lista é um chef de Veneza cujo restaurante fechou
depois que Friske fez críticas falsas
e o dono de uma academia em Hollywood que se separou
após Friske vazar mensagens dele com uma funcionária.
Nolan. Sua noiva está aqui.
- Ótimo. Na Recepção? - Presa.
Foi presa por estar bêbada em público.
Com licença.
Por que ainda não prendeu Randy? Ele estava nas cenas dos crimes.
Sei que de fora não faz sentido...
Para o promotor, parece que você está ajudando um amigo.
Diga ao promotor vir me dizer isso.
Sei que não é isso que está acontecendo,
mas, se você não arranjar um novo suspeito logo,
o promotor quer pedir sua cabeça.
Tudo bem. Obrigada pelo aviso.
Claro. Cadê a Angela?
Almoço. De novo.
De novo.
Obrigado.
O que aconteceu?
Fui com Libby num encontro com um cara que ela conheceu online.
Ele era esquisito. Ela começou a dar murros
e fugiu quando a polícia chegou.
Acho que Libby não é uma boa companhia.
Eu sei. Estou tão cansada, e quero ir para casa e dormir.
Desculpe... Randy, não é uma boa hora.
John, encontrei o assassino!
Estou no porta-malas do carro dele agora!
Randy vasculhou as contas de trolls do Friske
e chegou à mesma conclusão que eu.
Brian Cole é o principal suspeito.
Exceto pelo fato de Cole ter um álibi incontestável.
Sim, mas Randy não sabia disso.
Então ele foi à casa do Brian para "reunir provas",
e... se escondeu no porta-malas do carro do Brian
quando ele saiu pra tirar o lixo, e agora ficou preso lá.
OK.
- É aquele carro? - É ele.
Temos que tirá-lo de lá na surdina.
Se não o promotor vai enlouquecer,
reatribuir o caso e culpar o Randy.
Tenho uma ideia.
- Como vai, senhor? - Boa tarde, policial.
CNH e documento do carro, por favor.
Ligaram pro 911 dizendo que você desviou da linha dupla amarela.
Você bebeu hoje, senhor?
- Absolutamente não. - Ótimo.
Você pode sair do carro, por favor?
Claro.
Frente do carro.
Vou fazer um pequeno teste de sobriedade.
Isso não é necessário.
Apoie-se no pé esquerdo.
Olhos em mim, senhor.
Pode recitar o alfabeto de trás pra frente,
só que dizendo letras alternadas?
Z... X...
Isso é emocionante.
- Fique abaixado. - Certo.
- V... - Sim.
T...
- Perna para cima. - Mais alto?
- Sim. P... - Tudo bem.
- Obrigada. - Isso significa que posso ir?
- Sim. Dirija com segurança. - Certo.
Isso foi emocionante!
Me senti como Thomas Cruise em "Missões Impossíveis".
Tem alguma ideia de como isso foi estúpido?
- Não. - Já investigamos esse cara.
Ele não é o assassino.
Sei que quer ajudar, mas se envolver neste caso
dará mais munição à promotoria contra você no julgamento.
Tenho que voltar para casa?
Nem pensar. Não. Obviamente, você não é confiável
para ficar longe de problemas. Você vem conosco.
Parceiros reunidos!
- Quando recebo uma arma? - Meu Deus.
Aí está ela. Tenha cuidado, certo?
Não vê Dara há oito anos. Não sabe no que ela se meteu.
Ela não é mais criança. E tem tempo que você não faz isso.
Sim, senhor. Sempre o protetor.
- Ligou a escuta? - O receptor está no meu carro.
- Obrigada por ajudar. - Sim, claro.
Tem uma história boa?
Tenho uma que me põe em Chowchilla por dois anos.
- Certo. E nos conhecemos lá. - Feito.
Tenho que admitir, queria dicas suas.
Quer macetes pra namorar o Tim?
O quê? Não!
Não. Sei lidar com ele.
Não, queria te perguntar sobre o seu tempo infiltrada.
Você é uma lenda.
Os casos que encerrou, as pessoas que prendeu.
Sei que não acabou como você queria.
Não, não acabou.
Sinto muito. Eu...
O que estou tentando perguntar é,
com todas as coisas ruins que podem acontecer e aconteceram
Quer saber se valeu a pena?
- Sim. - Olha... Sinceramente,
não posso responder a isso.
Estar infiltrada descarrilou toda a minha vida.
Eu... eu perdi meu marido,
meu trabalho, meu autorrespeito.
Quase perdi minha vida.
Mas eu não posso colocar a culpa em ser infiltrada.
Muitos conseguem sair sem se tornarem viciados.
Tinha coisas do meu passado que...
De qualquer forma, pelo que o Tim me disse,
você tem formas de enfrentamento muito mais saudáveis.
Ser agente disfarçado é difícil.
Você tem que guardar segredos das pessoas mais próximas a você.
E você vive nesse estado constante de luta ou fuga.
Isso desgasta seus relacionamentos, não importa o que aconteça.
Mas, se entrar com os olhos abertos
e estiver preparada para fazer esses sacrifícios,
sua experiência pode ser diferente da minha.
Espero que seja.
A viatura trouxe esse cara pra cá.
Ele é suspeito de atacar o chefe com um taco.
O suspeito usava máscara de esqui, sem DNA,
mas o chefe está convencido que é ele.
- Precisamos de uma confissão. - Isso seria o ideal.
Boa tarde, sr. Hayden.
Só tenho algumas perguntas e sairá daqui logo.
Eu não fiz nada.
Segure aí.
- O que foi? - Preciso fazer xixi.
Onde você estava no momento do ataque?
No banheiro.
De novo?
Alguém viu você?
Eu não...
Desculpe. Nunca engravide. Sou nojenta o tempo todo agora.
- Chamo alguém para assumir? - Não. Ele está bem onde eu quero.
Está bem.
Como você caracterizaria seu relacionamento com seu chefe?
Normal. Quer dizer, sabe como os chefes podem ser.
Segure aí. Preciso fazer xixi de novo.
Fui eu! Eu o ataquei.
Me chamou de idiota e peguei um taco.
Só, por favor, me deixa sair desta sala!
Ótimo. Vou pegar papel pra você escrever sua confissão.
Que tal eu pegar?
O diagrama de Venn das pessoas que Randy conhece
e das pessoas que ele irrita é um círculo.
Quem ele irritou tanto pra querer matá-lo?
Essa é a parte complicada. Quem disse que poderia levantar?
É tão chato lá.
Acho que eu seria mais útil aqui, trabalhando com meus parceiros.
- Por onde começamos? - Quem mandou mensagem?
É do meu amigo Cooper.
Cooper Log? O dono de uma academia?
Isso. Conhece o Coop?
O cara acusado de fazer sexo com os funcionários?
Sim. Randy, o que ele te mandou?
Só uma piada interna hilária.
Pois é, Randy, esse é o símbolo da morte.
Ele está ameaçando você.
Não, isso é ridículo. Jogamos pickleball juntos.
Ele manda este emoji pra dizer que eu o matei na quadra.
Ele é um bom jogador. Derrotei ele 21 vezes seguidas.
E ele não se importa nem um pouco.
Entendi agora. O contexto é muito importante.
Acho que Cooper Logue é quem me quer morto.
Randy, acho que tem razão.
- Sabe onde podemos encontrá-lo? - Sim.
O problema é que não temos evidência concreta
ligando-o aos dois assassinatos.
E se ele tentar me matar?
- Eu serei a isca de vocês. - Não podemos fazer isso.
Fala sério, só diga sim.
Eu vou lá irritá-lo,
dizer coisas provocativas para fazer fluir a raiva dele.
Não precisa. Acho que pode ser só você mesmo.
Sério? Acha que é o suficiente?
Eu tenho um ótimo pressentimento sobre isso.
Ali está ele.
Não imaginava ele jogando pickleball, mas tudo bem.
Está pronto para agir?
Pronto.
Será que vai funcionar?
Cooper! Está pronto para Randy acabar com você de novo?
É isso aí! Qual é, cara? Vou te tratar com um frangote...
Bem, aí está sua resposta.
Solta o alemão! Tira as mãos do alemão!
Conseguiu resolver o problema com a escuta?
Sim, tudo certo. Se desconectou de alguma forma.
- Verificando, um, dois. - Te ouço bem.
Lá está a Dara.
Querido, temos que ir.
É hora de ligar para Nikki de novo.
Vamos ver se ainda sei fazer isso.
Oi, é a Nikki.
Olhe para você. Como está crescida.
Não achava que você viria.
Bem, estou aqui. Vai nos deixar entrar?
- Quem é ela? - Amber.
Nik me trouxe para...
apoio emocional.
Sua mensagem soou que algo divertido aconteceria.
Achei que precisávamos de reforços.
Então, como vocês se conhecem?
Fiquei um tempo em Chowchilla.
- É onde esteve esses anos? - Em parte.
Sei que parti sem me despedir, mas, quando seu pai foi preso,
tive que cair fora, senão eu seria presa também.
- Eu não tinha escolha. - Certo.
Todos os outros podem sair, e eu fico para trás.
O que está acontecendo, D?
Por que ligou pro número antigo?
Meu pai está saindo amanhã e, na noite passada,
ouvi meu tio falando sobre tirá-lo de cena
para que ele não precise devolver a coroa.
- Oi, é o Bradford. - O que foi?
Achamos a garota. Disse que o Ed mandou matar o irmão.
Vou alertar a prisão, colocá-lo na solitária até ser libertado.
Quatro atiradores apareceram no motel.
Preciso de reforços, código 3.
Qual foi?
Quatro atiradores. Menos de 60 segundos.
- Dois na frente, dois por trás. - Chegaram.
- Quantos? - Quatro.
- O Tim disse 60 segundos. - Quem é Tim?
Tem janelas algum lugar que possam fugir?
Uma varanda, mas estamos no 2º andar.
O que está acontecendo? Com quem está falando?
Coloque no viva-voz. Se forem pegas, é um funil fatal.
- O que mais? - Irmos pro corredor.
Uma saída falsa pro sul. Entrada dinâmica,
em quartos opostos. Pegar ângulos longos.
Formar uma barreira até o reforço chegar.
Mas preciso de uma arma.
- Não é ruim. Lucy? - Sim, posso fazer isso.
- Tempo até os reforços? - Reforços a caminho.
Que merda é essa? Quem diabos é você com...
Essa merda de corredor, barreira...?
Somos policiais. Estou aposentada. Ela está ativa.
- Estava disfarçada? - Sei que é muito, mas eu...
Por sua causa meu pai foi preso! Mentiu para mim!
Dara, por favor. Posso explicar,
mas agora precisamos focar em conseguir...
Para trás!
Volte aqui!
Não se mexa!
Está tudo bem, tá bom? Nós te pegamos.
Está segura agora. Está tudo bem.
Oi, pensei que fosse embora amanhã?
Mudei de voo. Um carro chegará a qualquer momento.
- Carro? Posso te levar. - Não precisa.
Tem algo errado?
Tenho que falar com você sobre uma coisa, mas não sei como.
Há quanto tempo somos amigas? Pode me dizer o que quiser.
Acho que você tem um problema com bebida.
Eu tenho problemas com bebida?
Escuta, fiz o meu melhor,
para acompanhar essas visitas anuais,
mas agora sou mãe de dois,
não tenho mais energia para isso.
Não sei como consegue lidar com os seus trabalhos e hobbies,
mas tenho medo que você possa ser alcoólatra.
É minha carona. Espero que não fique brava,
e que leve o que eu disse a sério.
Eu ouvi cada palavra.
Por que não pulamos o próximo ano,
e me dá um tempinho para arrumar minha vida?
- Estou orgulhosa de você. - Tá.
Pessoal. Isso foi muito divertido.
Não pela minha definição, mas é normal pra você.
Não, na verdade, tem que parar com isso.
E pare de aceitar trabalhos que infrinjam a lei,
ou te coloquem em perigo, pelo bem de todos nós.
Vou parar, assim que eu ajudar uma misteriosa e glamorosa viúva
descobrir quem jogou o corpo do marido no reservatório.
Enganei vocês.
É o enredo de "Chinatown", um clássico.
- Querem assistir hoje? - Não.
- Tenho planos. - Outro dia então.
- Melhore logo. - Eu vou, tchau!
Oi, sargento. Precisa de algo?
Vou acompanhá-la até seu carro.
Tenho algumas papeladas para terminar.
Não, você vai para casa e você vai ficar em casa.
Não quero ver você de volta aqui
até que você tenha dado à luz esta criança.
- Entendido? - Sim, sargento.
Bom.
Relaxe, ponha os pés pra cima.
Deixe o Wesley te paparicar.
- Você merece. - Obrigada.
Aonde você vai?
Fazer xixi e fazer um lanche.
Você mora a cinco minutos daqui.
- Acha que ela vai ficar bem? - Espero que sim.
- E você? - Sim.
Quando você se infiltra,
as pessoas sempre te alertam sobre o medo, o perigo,
mas ninguém nunca fala sobre o quanto é difícil,
quando precisa deixar alguém.
Não é como se pudesse vir falar comigo.
Essa garota era importante pra você,
e eu nunca tinha ouvido o nome dela.
A patrulha encontrou Ed Teska morto em um beco em Koreatown.
Tentou pegar o controle.
E filha dele, e perdeu.
Isso faz você ser morto dez em dez vezes.
- Quer que eu conte a ela? - Não, eu conto.
Eu nem sei seu nome verdadeiro.
É Isabel.
Sei que está passando por muita coisa agora,
mas é vital que você não conte a ninguém que eu era policial.
Isso colocaria em perigo não apenas a mim, mas todos que me ajudaram,
eles sabendo ou não que eu era.
O que significa que eu também me colocaria em perigo.
Diga-me a verdade.
Eu era só um meio de você chegar ao meu pai?
No começo, talvez,
mas você precisava de alguém.
Seu pai mal se lembrava de te alimentar.
E, eu vi como você estava sozinha
em um momento em que me senti sozinha.
Então, eu cuidei de você
e cuidei de mim no processo.
Tenho uma coisa difícil para te dizer.
Seu tio está morto.
Bom.
Ele tentou me matar.
A polícia tem certeza de que foi seu pai que mandou.
- E ele vai sair da prisão amanhã? - Sim.
- Vai estar lá quando ele sair? - Não.
Tenho dinheiro escondido.
Vou desaparecer por um tempo.
Preciso descobrir como quero que minha vida seja
e se meu pai fará parte dela.
Se precisar de mim, você sabe o número.
Obrigada por ter ido quando eu liguei.
Sempre que precisar.
Você quer uma cerveja?
Sim. Parece ótimo.
Ela parece bem.
- Feliz. - Isabel?
Sim. Ela merece.
Foi bom conhecer a pessoa de verdade
por trás das suas histórias.
Era isso que faziam quando desligou o microfone?
Não.
Estávamos falando mal de você, é claro.
Engraçado.
Posso compartilhar algo vulnerável com você?
Claro.
Eu amo trabalhar infiltrada.
Eu amo mesmo, nunca fui tão fundo quanto Isabel.
Seis meses aqui, um ano lá.
E preocupa-se de não conseguir lidar com isso?
Não...
Estou preocupada que você não vai.
Ficarei bem.
Está bem? Eu vou.
Venha aqui.
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