All language subtitles for avi Dunkirk (1958)

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Original subtitles

D U N K E R Q U E

A Inglaterra sa�da o novo governo franc�s

e o novo Primeiro-Ministro, o senhor Paul Reynaud.

A Gran-Bretanha e a Fran�a emitem uma declara��o solene

irmanando seus dois povos mais profundamente.

Declara que a mudan�a de governo na Fran�a

n�o mudar� a coopera��o entre as duas na��es

nem a perfeita coopera��o entre os comandantes das for�as aliadas.

Nossos ex�rcitos lutar�o lado a lado.

Portanto, cuidado Hitler, aqui vamos n�s.

Corre Adolf, corre Adolf, corre - corre- corre -

Voc� deu a partida e disparou a arma -

Seu pre�o � de noventa a um - um - um

Ah, corre, Adolf, corre Adolf, corre - corre- corre -

NOT�CIAS DA FRAN�A

Membros da Associa��o da Imprensa Estrangeira

visitam as for�as a�reas brit�nicas na Frente Ocidental.

Representam muitos jornais dos pa�ses neutros.

Al�m dos segredos militares, nada a esconder. Lutamos abertamente.

Nossa propaganda � verdadeira.

A B�lgica tamb�m mostra sua prepara��o.

Esta � uma das suas baterias costeiras

em que os homens vivem em blocos a prova de bombas

e onde podem estar prontos para a a��o dentro de segundos.

Os navios de guerra alem�es, n�o se arriscam nas �guas patrulhadas pela Marinha.

� a� que reside a seguran�a dos belgas.

MISS ADMINISTRA��O DE 1940

Este � outro lugar onde "atiram" nas aves de qualquer �ngulo.

250 bombons do Pac�fico. . . Quero dizer beleza do Pac�fico.

Que imagem! Que trabalho! N�o � maravilhoso?

Na Mans�o de Londres,

o Sr. Chamberlain fez uma declara��o sobre a evolu��o e perspectivas da guerra.

Os oceanos do mundo foram limpos

de barcos alem�es.

Algo acontece.

N�o, s� v�o para outra festa.

Venha, vamos ver o que acontece.

. . .desejam conseguir a ru�na do Imp�rio Brit�nico.

- Eu disse que tem algo cozinhando. - Toda semana se cozinha algo.

- Guardam para quarta-feira. - O Brig parecia ter pressa.

Aposto que viu que n�o est� bom. Vai jogar para os c�es de novo.

Fiz uma promessa e n�o vou cumpriment�-lo novamente.

Tamb�m n�o me conhece muito.

Vamos tomar um pouco de vinho branco.

N�o belisque as turistas. Os moradores n�o gostam.

Acha que as pessoas em casa acreditam em todas essas not�cias?

- Tudo isso de estarem preparados. - Porque n�o?

Por outro lado, os mant�m felizes.

Minha esposa diz que nem sabem que h� uma guerra em curso.

- Gente afortunada. - Obrigado, companheiro.

"Salve o seu caminho para a vit�ria, Compre certificados da poupan�a nacional"

MINIST�RIO DA INFORMA��O Londres 1940

Houve recentemente desembarques na �rea,

e as nossas for�as se dirigem pela estrada ao norte.

As for�as norueguesas est�o cooperando com muita coragem.

Ei, na Fran�a,

houveram atividades de patrulhas na regi�o do Reno

at� o sul de Estrasburgo.

Alguma pergunta?

Posso perguntar se houve confirma��o sobre os informes

falando de concentra��o inimiga ao longo da frente holandesa e belga?

N�o tenho nada a acrescentar.

Pode negar estas informa��es?

N�o tenho nada a acrescentar � declara��o.

Se existir movimentos de tropas durante a noite,

ir� emitir um novo comunicado?

Pelo que sei, n�o h� inten��o

de elaborar nenhum novo comunicado antes de amanh�.

H� alguma verdade sobre intensos v�os de reconhecimento, ao leste da B�lgica?

Nada a acrescentar.

Alguma obje��o de usarmos os informes que recebemos,

ou os alem�es n�o devem saber o que est�o fazendo?

- Isso � um assunto para o censor. - Obrigado, Senhor.

Bem, Jouvet, o que o seu povo acha?

Ouviu alguma coisa de algum dos rapazes holandeses?

Falei com o Johan Van Bleecker da Handelsbad.

T�m meio milh�o de alem�es contra eles.

Coubert, conhece o Charles Foreman?

- Prazer. - Como vai?

- Sabe alguma coisa de Bruxelas? - Nada.

N�o ouviu nada sobre o meio milh�o de alem�es na fronteira?

- Voc� publicou no seu jornal? - N�o.

Eu n�o entendo. � o maior movimento de tropas desde o in�cio da guerra.

Ningu�m diz nada, ningu�m tenta nada, ningu�m sabe nada.

Porque acham que est�o l�, manobras?

Atividade de patrulha. Lixo.

- Boa tarde, senhor Young. - Boa tarde, senhora Holden.

Ol� garotas. Como est� indo?

70 no total. A m�quina quebrou meia hora antes das 7:00h.

Frankie consertou.

Discurso na Alemanha, Discurso na Alemanha.

- Desligue esse maldito r�dio. - N�o. Vamos ouvir o que diz.

N�o me diga que ouve esses absurdos.

Como sabe que s�o absurdos?

Novamente dizemos que os alem�es n�o t�m a inten��o

de usar a for�a militar contra os pa�ses pequenos,

a menos que pretendam ajudar os nossos inimigos.

Se a Inglaterra ou a Fran�a est�o t�o loucos para invadir a B�lgica,

seremos obrigados a proteger. . .

Isso me deixa doente. Porco traidor.

Ele pode estar certo. Talvez n�o queiram a guerra.

N�o querem a guerra?

O que aconteceu com a Noruega e a Dinamarca? Entraram com muita rapidez.

- Acho que voc� est� certo. - � tudo propaganda suja.

Ainda assim, deixam ele falar no r�dio, n�o �?

Ah, j� est� aqui, Frankie.

- Boa tarde, senhor Holden. - O que havia com a m�quina?

Estava emperrada. Liguei novamente, como da outra vez.

Vamos dar uma olhada.

Bem, agora est� perfeita, sim.

Como est� a senhora Holden e a crian�a? Viu eles hoje?

Sim. Est�o formid�veis. O beb� ganhou quase um quilo.

Vamos. Da pr�xima vez vai dizer que j� tem a documenta��o.

Sim, a �nica coisa ruim � o panorama.

Tive que vir quando tinha uma guerra em curso.

N�o se preocupe, acabar� antes de tirar suas fraldas.

Espero que esteja certa.

OK, garotas, podem fechar.

Voc� fecha esta noite? Estarei no Queens Head.

- Boa noite, garotas. - Boa noite, senhor Holden.

- N�o esque�a do apag�o. - Eu n�o.

Uma bebida, Alfred? Ou eu mesmo me sirvo?

Sirva-se. Devo observar esse apag�o.

Ok, eu encho a minha.

Charles, tem que fazer isso?

Tenho uma grande, poderia dizer monumental, sede.

- Fui numa confer�ncia da imprensa. - Alguma novidade?

O de sempre. Hamburg cheia de panfletos.

Atividade de patrulhas em toda a frente. A conversa de sempre.

- Uma cerveja suave, querida? - Por favor.

- Boa tarde a todos. - Ol�.

- Boa tarde, senhor Holden. - Boa tarde, senhora Foreman.

- Ol�. Como v�o Grace e o beb�? - Bem, muito bem.

Umede�a a cabe�a da crian�a.

O que vai tomar?

- Um scotch, por favor, senhor Foreman. - Muito bem.

Alfred, o u�sque acabou.

Bem, tem que se conformar.

Se n�o consigo mais na segunda, racionarei. Duplos n�o mais.

Vamos Alfred. Voc� sempre consegue. N�o posso viver sem scotch.

O que voc� est� falando?

Sempre pode converter um pouco de petr�leo em u�sque.

N�o � assim?

� uma guerra ador�vel.

Quantas fivelas faturou esta semana?

200 no total, eu acho. O ex�rcito precisa de fivelas.

Especialmente se forem apanhados com as cal�as abaixadas.

Acho que algu�m tem que faz�-las.

- De gra�a que n�o fazemos. - Charles.

Colocamos outra cara.

Bem, fa�a o que puder.

Eles fizeram uma ocupa��o reservada, n�o eu.

De qualquer forma, teria feito mais

sentado na minha varanda na Fran�a durante meses?

Uma crian�a nova, 200 fivelas,

sem racionamento de petr�leo, e todo o u�sque que quisesse.

Est� bem posicionado, n�o, Holden?

Sim, � uma guerra ador�vel.

N�o faria o mesmo no meu lugar? Todos n�o fariam isso? N�o?

- A guerra � uma maldita farsa. - Estou um pouco cansado disso.

- Cansado do qu�? - De toda esta farsa da guerra.

- N�o � o acaso? - N�o, n�o �.

Acabo de sair do hospital ap�s dez dias num barco.

Estou cansado de gente com trabalhos delicados. Saia!

N�o seja est�pido.

Eu perdi dois dedos, mas te boto para fora e o espanco.

Vai com calma. N�o h� necessidade disso.

Desculpe, eu pe�o desculpas.

- Sairei, se voc� insiste. - Isso n�o serviria para nada.

N�o � culpa sua. � culpa de todos n�s.

Me deixam doente, todos voc�s.

Pode ser uma farsa para voc�, mas n�o � para aqueles que est�o no mar.

Nunca foi.

Charles, � melhor irmos para casa.

Boa noite, senhor Holden.

Voc� leva tudo isso como uma quest�o pessoal.

Quase houve uma luta. O pobre Holden a teria.

Para o inferno com o Holden. Isso me deixa doente.

� como muitos outros no pa�s. � o mesmo em toda parte.

Acha que isso � um esfor�o de guerra?

Vai ter dor de garganta com isso de esfor�o de guerra.

N�o est� mais consciente que o resto do povo.

Esta discuss�o no bar, aonde nos levou?

Chamberlain est� l� sentado, t�o tranquilo como sempre,

nos acariciando a cabe�a e dizendo que tudo ficar� bem

para que gente como o Holden se encoste em contratos suculentos

e fa�am mais dinheiro do que em tempo de paz.

O que valer� se perdermos esta guerra?

N�o vamos perder.

N�o me diga que estamos bem quando quase fomos derrotados.

S�o serm�es. Se quer saber, quase nos derrotaram.

Charles, pelo amor de Deus, seja humano.

Sei que acha que estamos embaralhando tudo,

mas n�o � culpa das pessoas como o Holden.

Eles fazem o melhor que podem, e fazem o que pedem.

Ele se preocupa com sua esposa. N�o h� nada de errado nisso.

N�o � bom nos despeda�armos entre n�s, Charles.

Sim, estamos agindo todos como idiotas.

Pobre Charles.

Gostaria de agarr�-lo com de m�os vazias, certo?

Pelo que vejo, isso � tudo o que nos resta.

Nossas m�os vazias.

S�o bandeiras da guerra anterior.

Tiram a cada 20 anos.

Isso diz muito sobre a popularidade de nossos pais.

A� voc� tem raz�o, Tubby. Essa poderia ser sua meia-irm�,

se n�o fosse porque � muito bonita.

Essa?, � t�o feia quanto um cachorro caolho.

Oi, oi!

Acho estranho abandonar as posi��es estrat�gicas.

Acha que dever�amos esperar que "Jerry" apare�a?

Vamos para o rio Dijle estabelecer uma posi��o defensiva.

Vamos sentar com os franceses para estabelecer contato com os belgas,

como se fecha uma porta.

- E n�s somos a porta, n�o? - Sim, � isso.

Pelo menos o major disse isso.

Sim? E se algu�m p�e o p� na maldita porta?

Esse � o fim da instru��o. Alguma pergunta?

Rompeu a frente belga, Senhor?

� verdade que atacaram em ambos os lados do Sedan?

- Tanques fora de Bruxelas? - Senhores, um por um, por favor.

A situa��o � muito clara.

A batalha principal ainda n�o come�ou.

A informa��o que dei �. . .

- Ordem de retirada, Senhor. - Retirada?

- Diga isso para outro sargento. - Sim, senhor.

Nos retiramos, Senhor.

Mexam-se, nos retiramos.

Recolham, retirada.

- Por qu�? - Pergunte aos generais.

Ainda est�o do outro lado do rio.

N�o sei. Temos que estar fora �s 19:00h. Mexam-se.

Sinto muito, senhores. N�o tenho mais nada a dizer.

Relataram que Calais foi severamente atacada.

� verdade que Bolonha caiu?

Deixa o primeiro carro chegar na ponte.

Maldi��o! Sentiu o cheiro.

D� o que ele merece! Agora!

- Ok. Recolham e corram! - Vamos, rapazes!

- Est�o todos bem? - Sim, senhor.

Isso vai entret�-los um pouco. Voltamos para a unidade.

Em marcha e r�pido. Fiquem agachado.

N�o tem ningu�m no posto de observa��o, senhor.

- Deve haver algu�m. - N�o, senhor.

Tamb�m n�o h� ningu�m nas trincheiras, senhor.

Parece vazio.

Os ve�culos est�o l�.

� o 2� caminh�o da companhia C. O da transmiss�o foi ontem � noite.

Esse � do Bren. N�o tem ningu�m l�.

N�o tem ningu�m, Senhor.

Pega todo o equipamento o mais rapido poss�vel.

Ok, Senhor. Vamos, companheiros, recolher.

Queria saber o que aconteceu.

- A divis�o se foi esta noite. - Para onde?

Para o oeste, senhor. O Major disse que est�o entre Arras e Lens.

Disse que nos esperam.

Cuidado! Protejam-se!

- Est� bem, Tubby? - Sim, estou bem.

E os outros?

- Onde est� o Mike? - Acho que se escondeu a�.

Vamos! Queremos te ver! Onde voc� est�, Mike?

- Aqui embaixo. - Voc� est� bem?

- Claro. - Ent�o o que est� fazendo a�?

Tento sair desta maldita moita.

Est�o todos bem?

- Foi muito r�pido. - Sim. Onde est� a companhia?

- Onde est� todo mundo? - Se foram. Todos se foram.

Sim, mas para onde?

O senhor Lumpkin.

- Voc� consegue, Barlow? - Est� demasiado caliente.

- Deixe-me tentar. - N�o consigo.

N�o posso peg�-lo.

- Est� morto. - Meu Deus.

Est� morto.

N�o. Meu Deus.

Pobres diabos. N�o tiveram nenhuma chance com esse fogo.

N�o foi o fogo que os matou.

J� estavam mortos.

O que fazemos agora?

Voc� � o graduado, Tubby. Diga-nos o que fazer.

Sim. Sim, acho que est� certo.

Ent�o, o que n�s vamos fazer?

Uma coisa � certa. S�o caminh�es americanos. Imagino ir a p�.

Venha, vamos antes que "Jerry" volte.

- Nunca quis as malditas divisas. - J� � tarde. S�o parte de voc�.

LONDRES EMBAIXADA DA FRAN�A

Ol�, Jouvet.

Que diabos est� acontecendo?

N�s perdemos a batalha.

N�o seja est�pido.

- Eles passaram. - O qu�?

Bem, n�o � o fim.

Vamos, n�o pode ser t�o ruim.

Voc� n�o entende. � ingl�s.

� a Fran�a que se arrebenta. � o meu pa�s.

Voc� � ingl�s, nunca vai entender.

Minha casa fica em Reims.

N�o pode saber o que � ter os alem�es na sua casa.

Agora mesmo, est�o na minha casa quebrando tudo.

Amanh� estar�o em Paris.

Em Paris.

Besteira! Est� falando bobagens.

Eles passaram, e a situa��o � ru�m, isso � �bvio.

Faz dias que n�s sab�amos.

Mas Gamelin deve estar pondo suas reservas em posi��o.

- Que reservas? - As reservas estrat�gicas, claro.

Quando em fevereiro estive em Reims,

o s�timo ex�rcito era a reserva estrat�gica.

N�o havia praticamente mais nada.

Gamelin a enviou para a Holanda. O que sobrou l�?

N�o pode dizer isso.

O objetivo principal da Linha Maginot era fazer uma reserva forte.

- O que fizeram seus generais? - Generais.

Detiveram 15 Generais de 1� linha h� 3 dias. Voc� sabia?

Mas mobilizaram 2 milh�es. O que fizeram com eles?

Quem � voc� para falar?

Quantos a Inglaterra enviou, 200. . . 300.000?

E o que faz a Marinha e a For�a A�rea?

O que v�o fazer por voc� quando j� perdeu o seu ex�rcito?

Ainda n�o perdemos.

� tudo o que sobrou para os franceses. Somos realistas.

Esta batalha est� perdida.

Com o que lutar�o? Com esses?

�s vezes h� muito para dizer quando n�o se � muito realista.

Esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda.

Aten��o companhia. Meia. . . volta.

Armas firmes.

Forma��o � esquerda.

Pardon, madame, o� est Anglaise?

Pardon, monsieur, o� est Anglaise?

Que idiotas. Nem sequer entendem sua pr�pria l�ngua.

N�o vamos muito longe com este grupo.

Vamos andando.

Vamos deixar a estrada. Por aqui.

Por que fez isso?

Para uma francesa, isso � uma car�cia.

Avi�es. Avi�es dos "Jerrys"

Voltamos para ajud�-los?

O que podemos fazer? N�o podemos ajudar.

- N�o usaram as bombas. - N�o precisaram. Bastardos.

Isso s� pode significar uma coisa:

Est�o limpando a estrada para os seus tanques.

Vamos voltar para a Unidade.

- Tem um cigarro, Mike? - Sim. E estou guardando.

Tem um cigarro, Barlow? Uma motocicleta.

Pode ser um "Jerry". Ao solo, r�pido!

Se for um "Jerry", n�o falhe.

Pode atirar em mim se eu falhar.

- Voc� pode v�-lo? - Ainda n�o.

Est� de uniforme.

Espero que seja um "Jerry".

� um m�dico. � um dos nossos.

Acho que est� certo.

Quem � voc�? Qual � o seu grupo?

Companhia B, 13� Brigada de Wiltshire.

Onde est� a sua unidade?

Isso � o que queremos saber. Talvez voc� possa ajudar.

Quem ganhou o campeonato este ano?

O campeonato? Que me azarem se souber.

Este ano n�o houve campeonato.

Everton ganhou no ano passado.

- Isso � verdade. - Pensa que somos da 5� Coluna.

- N�o � muito precavido. - Parecemos da 5� Coluna?

N�o. Eles tamb�m. T�m malditos "Jerrys" em todo lugar.

Isso n�o importa agora. Onde pode estar a nossa unidade?

N�o sei. Tem uma Bateria nesses bosques. Podem dizer.

Eu olharia com cuidado. Tem tanques "Jerry" a poucas milhas.

Fiquem loge deles.

Me parece um bom conselho.

N�o verificamos se era da 5� Coluna.

N�o distingue um m�dico quando voc� v�?

N�o podia saber quem �ramos quando nos viu.

Bem, ei. . .

Vamos encontrar essa bateria.

Como est� de muni��o, John?

50 HE e 12 AP.

Ok.

Cabo!

Onde acha que vai com esse grupo?

Lar, doce lar.

Fique em posi��o quando lhe falo.

Bem, n�o me diga, n�o me diga.

Ficaram para tr�s quando sua unidade se foi.

- Se perderam, n�o t�m culpa. - Exatamente. . .

- � um in�til. - Sargento Major.

Leve seus homens para a cozinha e se apresente depois que comer.

Temos nossas ordens, Sargento Major.

Foi dif�cil se decidir. Quando vamos?

N�o vamos. N�s ficaremos.

Quanto temos que resistir, Senhor?

A situa��o � muito confusa.

At� que tudo seja organizado, temos que ficar.

Eu acho que at� acabar a muni��o.

Eu sempre disse que t�nhamos pouca muni��o.

Ol�, meu nome � Miles.

Ele � Harper. � um chor�o.

Mas n�o ligue, ele gosta.

Muito tempo perdidos?

- Muito. E voc�? - Sim.

- Uma lata para dois. - N�o tem nada quente?

Tem sorte de t�-la. Estamos a meia ra��o.

N�o se preocupe, conseguiram algo, s� que n�o servir�o.

Qual � o nome do Sargento Major, Sargento?

Todos t�m o mesmo nome. N�o � isso?

Bem. Bem.

Vamos deix�-los chegar no esgoto como planejamos. Mantenha-me informado.

- Sargento Major! - Senhor?

Tomem posi��es. Uma coluna mista vem pela estrada.

Dois ve�culos armados, seis tanques, uma unidade m�vel, caminh�es com infantaria.

Que todos se metam nas trincheiras.

Tomem posi��es!

Setor B, se��o direita. Aten��o!

- O que ocorre, sargento? - Fique alerta.

Os "Jerrys" est�o vindo. Logo v�o pular a merda.

- Entrem nas trincheiras! - Quem, eu?

Sim, voc� tamb�m, Green.

Por que n�o esquece?

No seu lugar, teria ficado louco,

carregando todas essas bolsas entre uma multid�o de refugiados.

- Parece que nos odeiam. - Os refugiados odeiam todo o mundo.

- Voc� n�o faria isso? - Bem, n�o precisam nos odeiar.

Fogo!

Fogo!

Uma caixa de muni��o 160!

Cristo.

Maqueiros!

Vamos, voc�s dois, vamos.

Acertaram o n� 4, senhor. O apoio lateral rompido. Tr�s mortos.

- O n� 1 est� bem. O 2 e 3? - Tamb�m est�o bem, senhor.

Tudo bem, deixamos ele aqui. .

- Cabo Binns, soldado Bellman. - Podemos fazer algo, Senhor?

- � o Fraser, cabo. Est� ferido. - Cale-se! Cale-se!

Cuide de si mesmo!

- Onde est� o Bellman? Voc� viu? - Est� ajudando os feridos.

Foi horr�vel, o Fraser estava. . . Estava s� olhando, ent�o. . .

E ent�o, foi tudo muito r�pido. . .

Muito bem filho, muito bem.

Aguenta.

Ok, Tubby.

Ok.

O Barlow viu como atiravam no Fraser. Deve ser muito dif�cil.

Eu me preocupo com esse rapaz. � muito jovem para isso.

O qu�? Repita.

Bem, bem.

- Se foram. - Outro morto e mais tr�s feridos.

Este n�o � o fim. N�o esperavam nada.

Pegou eles de surpresa.

- O que far�o agora? - Retornar.

Mantenham a cabe�a baixa e com os capacetes.

Isso � o que aprenderam na Espanha, e o que n�s aprendemos agora.

- S� temos que esperar. - Sim, Sargento Major.

S� esperar.

Vi os homens tomarem bebida quente.

Um momento, Sargento Major.

Se eu fosse voc�, tiraria todo o mundo daqui.

Duvido que usem a infantaria. Esperam os bombardeiros.

Muito bem, senhor. Vou fazer.

N�o estou ferido, certo cabo?

Eu n�o estou muito ferido?

N�o, n�o acredito, filho.

O MO n�o investiu muito tempo em voc�, certo?

N�o, n�o fez, n�o?

N�o sinto nenhuma dor.

N�o sinto absolutamente nada.

N�o pode ser ruim que n�o sinta nada.

Claro que n�o. Acho que � s� um ferimento.

Calma, filho, calma.

Deita e descansa.

Cabo.

- Senhor? - Re�na os homens.

Esses dois tamb�m. Vamos, mexam-se!

Soldado Rusell, reune o nosso grupo. R�pido!

Leve seus homens para o norte. Tente contatar sua unidade.

- Qual � a id�ia, Sargento Major? - Fa�a apenas o que eu disse.

Se arrume, esque�a sua curiosidade e mexa-se, r�pido.

Muito bem, senhor.

Siga pela esquerda, Mike. Vamos rapazes.

- Boa sorte, Cabo - Obrigado, Sargento Major.

- Queria ficar com eles. - E eu, com Deus.

- Por que nos enviaram, cabo? - Voc� queria ficar?

Nem um pouquinho.

- O Fraser est� ferido, Cabo? - Est� morto.

Stukas! Se protejam!

Ent�o � por isso que nos enviaram.

Acha que sabia?

- Sabia muito bem. - � um crime.

� um maldito crime.

Espero que algu�m saiba o que est�o fazendo.

SEDE DA FOR�A EXPEDICION�RIA BRIT�NICA

- N�o h� chance de ver C? - Nenhuma esperan�a.

Como as coisas est�o, deve ser um homem muito ocupado.

Tem not�cias da 5� e 50� divis�es no Sul?

Na verdade n�o. Est�o com as provas habituais.

At� agora n�o chegou a ofensiva principal. Gra�as a Deus.

Voc� sabe, � um esquema imposs�vel.

- Mas � o plano de Gaulle, n�o? - Sim, � isso.

Temos que tentar alguma coisa. Estamos numa confus�o danada.

� claro. Por acaso n�o dever�amos?

Com os franceses cedendo, temos o flanco direito descoberto.

Se os belgas cairem, teremos problemas.

Se isso acontecer, vamos precisar da 5�, 50�, e todas que conseguirmos

- para parar os "Jerrys" no Norte. - O que saiu da visita do Dill?

N�o foi muito �til.

Pelo que sei, a ofensiva continua para o Sul.

O Gabinete continua pressionando o Gort para faz�-lo.

Como vai resolver, eu n�o sei.

E como poderia? � um subordinado.

N�o pode substituir o alto comando franc�s,

e desafiar o Gabinete.

Henry, tomei uma decis�o.

Vou chamar a 5� e 50� divis�es que est�o no norte,

e vou mandar para a esquerda.

Senhor, isso vai contra as ordens que temos.

O primeiro ex�rcito franc�s n�o atacar� sem a sua ajuda.

Eu sei. Tem que ser feito. Temos que proteger nossa rota de fuga.

Estou muito preocupado com o setor belga. Se cederen,

e da minha posi��o global, sei que eles far�o,

nossas possibilidades de fuga de Dunkerque s�o nulas.

E estou completamente convencido que � isso que devemos fazer.

Muito bem, senhor.

A �nica possibilidade de voltar � fortalecer Brookie,

e por isso, devo retirar a 5� e 50� Divis�es

esquecendo as ordens que temos. S�o 18:00 horas.

Tenha as ordens preparadas imediatamente.

SEDE VICE-ALMIRANTE DOVER

Calais est� sendo devastada pelo Oeste. Wessex pede ajuda.

- O que faz o Wessex? - Contratar baterias a�reas.

Greyhound e Burza deveriam estar em meia hora.

Creio que seja o fim de Calais.

Isso s� nos deixa Dunkerque.

Ostend e Zeebrugge?

N�o, n�o acho que devemos us�-los.

Dunkerque foi bombardeado esta noite. Os franceses perderam outro destroyer.

Com esse j� s�o dois da classe tigre que perdem.

Quanto leva mobilizar os primeiros grupos de holandeses de Solent?

Podemos mobilizar os primeiros quatro, �s 18:00h.

Fa�a. O seu minist�rio pode por em marcha os barcos da Ilha de Man?

Sim, senhor.

E ainda n�o tenho o relat�rio de Cardiff.

- Quero tudo em marcha. - Muito bem, senhor.

- E os rebocadores de Portsmouth? - Dois a caminho. Quatro depois.

Bem.

Desculpe, rapazes. Querem voc�s acordados esta noite.

- Quem? - Por que n�o disseram antes?

- A Marinha quer. - Uma casca de noz como esta?

Deve estar fora com a mar� noturna. Precisamos do outro lado.

- Acelerando o barril? - Tudo o que possa flutuar.

- O que � tudo isso? - Desculpe, n�o posso dizer.

Confie na minha palavra. � importante.

Minhas ordens s�o para levar todos para a traineira.

Estamos aqui para garantir que todos os barcos naveguem.

O que? Meu chefe de m�quinas e metade da tripula��o est� em terra.

Ter� que encontr�-los. Tem que partir esta noite para Dover.

O capit�o quer te ver na ponte.

A Opera��o Dinamo come�ar�. Come�amos em Dover.

Colocam os nomes mais estranhos, n�o �?

Tem algo a ver com a evacua��o das tropas?

Tentar�o tirar o ex�rcito. Imposs�vel. 2,2,0, rota��es, porto 15.

Os "jerrys" passaram Calais. Dunkerque foi bombardeado.

- O que acham que podemos fazer? - Pegar eles nas praias.

Pegar o ex�rcito nas praias? N�o diga bobagens, James.

Estamos bem Tubby. Onde tem uma granja, tem ovos.

Um momento. Muito silenciosa para ser segura.

Vamos dar uma olhada.

Isso os teria feito sair se tivesse algu�m dentro.

Parece bastante tranquilo.

Vamos.

N�o estou gostando.

Por que n�o?

Todo o mundo se foi. Est� tudo deserto.

N�o teriam feito se os "jerrys" n�o tivessem vindo.

- Em algum lugar temos que dormir. - O que? . . . Sim.

Barlow, suba e fique alerta. Mantenha os olhos abertos, especialmente no leste.

- Fique l� at� ser rendido. - Vou ver se acho alguns ovos.

Vou dar uma olhada por a�. Voc�s dois verifiquem as luzes.

Logo precisamos de luz.

Coloque esse painel na porta.

Tem muito fogo por l�.

- Bem isso indica nossa dire��o. - Como � isso?

Use a cabe�a. L� � onde tem luta, onde estar� o nosso grupo.

- Ainda n�o encontrou nada, amigo? - N�o, mas nos d� uma chance.

Asiim n�o?

Ei, de onde os tirou?

Por acaso eu nasci no campo.

Estou contente por este n�o ser o meu lugar.

Um bando de estranhos vagueando e roubando n�o parece certo.

N�o, n�o �.

� engra�ado, nunca pensei em n�s como estranhos.

- Feche a maldita porta! - Ok,. . . calma.

Paspalhos.

Como poder�amos saber que tinha posto isso a�?

Como ia saber que entraria como um touro numa lou�aria?

N�o tem sentimento de gratid�o. O que voc� encontrou?

Duas fatias de p�o duro e manteiga.

Um par de garrafas de vinho, se n�o for vinagre.

- Eu sei bem. - Sil�ncio um momento.

Podem ouvir isso?

O que �?

Algu�m os vai flagrar.

Quantos acha que s�o?

Muitos para o meu gosto.

Queria saber qual o objetivo desse grupo.

Pela quantidade, n�o s�o nossos.

Sim, voc� est� certo.

Espero que nos mandem logo alguma comida.

Onde acha que eles v�o? Para Londres?

Seus amigos est�o l�, filho?

Minha m�e.

A minha esposa tambem.

- Bem, bem. - Elegante, certo?

- Parece uma mesa para um bolo. - Aqui est�, com boa cor.

Tem mais,. . . se tiver sorte.

Obrigado, amigo.

Dave, suba e renda o Barlow quando terminar.

Quanto faz que estamos na B�lgica? Faz 10 ou 12 dias?

Me crucifiquem se eu souber.

Perceberam como desapareceram as bandeiras quando nos fomos?

Sim. Flores quando entramos, framboesas quando nos fomos.

� engra�ado isso das flores, amigo.

Gostava de cheirar as violetas.

Agora odeio.

- Tem um cigarro, Mike? - Teria sorte.

N�o seja chato. D� um cigarro.

T�pico, sempre est� de olho.

Muito bem Dave, vai para cima.

Que horas s�o? Perto de oito e meia?

- Sim. - Se fizermos uma hora e meia cada,

estaremos fora perto de. . .

- . . . bem,. . . amanhecendo. - Maravilhoso.

- Nos esgotaremos antes de come�ar. - Fosforo?

Para cima! Os "jerrys" est�o aqui!

Levanta, Harper!

Dave, Dave! S�o os "jerrys" levanta! Vamos rapazes, para cima! R�pido!

Os "jerrys"! Vamos, r�pido!

Anda.

- Onde est� o Bellman? - J� vem.

Bellman!

Por aqui!

- R�pido, Dave! - Ok, Cabo!

- R�pido, Dave! Entremos aqui! - Espera!

Aqui, Mike, r�pido!

Vamos.

Vou mant�-los afastados, vai ver Dave.

Cuidado!

D�-lhes uma m�o. Vou manter os "jerrys" afastados.

Pode aguent�-los um pouco?

Sim, acho que sim.

Acertaram ele no peito.

N�o poderemos lev�-lo. Teremos que deix�-lo.

N�o podemos. Temos que lev�-lo.

Morrer� se tentarmos arrast�-lo.

N�o poderemos aguent�-los mais tempo. S�o muitos.

Diga ao Miles para atirar outra bomba e voltar aqui.

Mova-se, r�pido!

N�o entende? Temos que deix�-lo! � a �nica possibilidade.

O encontrar�o. Eles t�m m�dicos. Vamos, mexam-se!

Mexam-se!

N�o parem. Vai atr�s deles.

Dave, Dave, Pode me ouvir?

Desculpe, Dave. Temos que fazer. Devemos.

Eles cuidar�o de voc�. Boa sorte.

Tubby? Mike?

Tubby?

Ei, Harper! J� � hora de voc� levar isso, n�o?

- Est� bem, Mike? - Eu estou bem.

- N�o dev�amos deix�-lo. - Esque�a. J� fizemos.

- Para ele n�o, n�o �. - Vamos, corre.

Por aqui, r�pido!

Por que querem um barco de �gua?

As tubula��es de �gua est�o arrebentadas em Dunkerque.

- Aposto que o ex�rcito tem sede. - Eu tamb�m.

Caramba. N�o v�o mandar isso?

Ok, est� solta. Deixa voltar.

O que faz com o barco do meu marido?

- Devolva imediatamente. - Desculpe, senhora, foi requisitado.

Ah, Senhor Foreman.

Ah, ol�, Holden. O Tough tambem te chamou?

Mandou um dos seus homens tirar meu barco do ancoradouro.

- Ent�o foi levado, n�o? - Sim, � isso. Qual � a id�ia?

Tem algo a ver com o que est� irradiando a BBC

de requisitar barcos de 30 p�s ou mais.

O meu n�o tem 30 p�s, n�o desde Teddington Lock.

- Foi reduzido seis polegadas. - Ent�o voc� n�o registrou?

N�o entendo. Tem idiotas para cima e para baixo.

�s vezes acho que n�o dever�amos ganhar esta guerra.

- O que � tudo isso? - Temos o direito de saber.

Sob que autoridade est�o tomando essa decis�o?

N�o posso dizer mais nada al�m do que disse.

- Isso n�o � nada. - Deve haver algum motivo.

- Talvez o Comandante possa. - Desculpe, n�o estou autorizado.

Mas posso garantir que � oficial.

Talvez sim, mas n�o sabemos nada no comissariado.

Vai saber agente, saber�. Sr. Foreman?

- Sim. - Do Vanity?

Vejo que registrou o seu barco.

Est� disposto a ajudar um pouco mais, Sr. Foreman?

Poderia lev�-lo para Sheerness ao amanhecer?

Sheerness? Sim, sim, claro.

Obrigado, Sr. Foreman.

Aqui est� o passe para o rio. Pegue a gasolina do Mr. Tough.

O pr�ximo, por favor.

Holden, a "Gar�a". N�o est� registrado.

Por que n�o?

D� no mesmo. De qualquer forma tem ele tamb�m.

O requisitamos. Pode lev�-lo para Sheerness?

Minha esposa acaba de ter um filho.

Sheerness n�o fica no P�lo Norte, Sr. Holden.

Desculpe. N�o tenho tempo. Eu tenho responsabilidades.

Como muitos outros, Sr. Holden.

Eu sei que � engenheiro de motores.

Precisamos de voc� para manter os motores em funcionamento.

Tem certeza que n�o poder� lev�-lo?

N�o tenho tempo livre.

Desculpe. Sr. Holden!

Faz obje��o do Frankie levar a "Gar�a" para Sheerness?

- N�o, nenhuma. - � bom com os motores.

Sim, ele vai saber.

John? John, � voc�?

- Ol�, querida. - Devia ter vindo mais cedo.

Por que n�o estava aqui? Os da ARP estiveram aqui.

- Para qu�? - Trouxeram isso.

- O que � isso? - A m�scara de g�s para a crian�a.

M�scara de g�s para a crian�a?

Tentei coloc�-la, mas gritou: ficou muito assustado.

- Ficou com o rosto vermelho. - Olha, querida.

N�o deve ignorar. Tem que saber como us�-la.

Vem, vamos tentar novamente. Traz a crian�a. Vamos.

Vou olhar as instru��es.

Ei. . . "Deixe o capacete para baixo. . ."

". . . a janela". Sim, j� vi.

Assim.

"Coloque a crian�a no capacete

de modo que repouse na curva da parte de tr�s do peito"

Muito bem, coloque. P�e ele a�.

E, ei. . .

Ah, j� vi. Bem. Deixe-me tentar.

E agora, empurro isso assim.

Amarro as tiras.

Bem forte. Assim.

Certo. Vamos bombear.

N�o. N�o!

N�o posso faz�-lo. N�o poderia.

Voc� tem que estar aqui.

N�o posso estar sempre aqui, Grace.

John, promete que n�o vai sair. Que n�o deixar� a crian�a nem eu.

N�o creio que posso, Grace.

�s vezes n�o tenho gosto nas coisas.

O que quer dizer?

Com esta guerra. N�o acho que estou fazendo tudo que posso.

�s vezes me sinto terr�vel.

Como na outra noite no bar com o cara da marinha.

Odeio essa guerra.

Eu odeio!

Sim, eu, ei. . .

tem outros com muito mais raz�es para odi�-la que n�s.

N�o acho que posso prometer isso, Grace.

� a� a casa do Tough?

- Ol�, querida. - Hol, c�us.

- Voc� teve um dia bom? - Mmmmm

- Ouvi que levam os barcos. - Sim.

Acho que � por isso que pediram para registr�-los.

- Quando pegaram? - N�o s�o eles que far�o.

Tenho que lev�-lo para Sheerness amanh� de manh�.

- Isso � pedir muito, n�o? - Alguns dos outros tamb�m v�o.

Ser� como uma excurs�o. Uma boa desculpa para despedidas.

O que quer dizer?

Despedir dos barcos. Foram recrutados, v�o para a guerra.

Sim, claro.

- Estar� de volta na quarta? - Voltarei amanh� � noite.

Se n�o estiver de volta, pe�o-lhe para chamar o Michael.

Prometeu ir � escola para a festa dos fundadores.

Tudo que tenho a fazer � lev�-lo � Sheerness e voltar de trem.

Sim. Ficar� muito decepcionado se n�o souber nada de voc�. . .

Volto amanh� � noite.

Sim.

N�o custa muito ir � Sheerness e voltar.

A que horas quer que coloque o despertador?

- Fez uma boa viagem, Frankie? - Fant�stico, Sr. Foreman.

- Como foi? - Muito bem.

Chame os propriet�rios.

Aten��o todos! Que os donos v�o ao escrit�rio, por favor.

Todos os propriet�rios ao escrit�rio, por favor.

- Onde fica o escrit�rio? - Do outro lado da ponte, naquele edif�cio.

Obrigado.

- Voc� j� foi? - Sim.

Temos vales para retornar.

N�o dizem para que querem nossos barcos.

- Acho que posso adivinhar. - Eu tamb�m.

Mas n�o v�o confirmar.

Ei, olha, Sr. Foreman, olha.

Ali, sobre a ponte, v�o para o outro lado.

Temos tudo que precisam. Bem rapazes. Sigam.

Por aqui, senhor. Venha. Pela ponte.

Bem do outro lado.

Ent�o � isso. Necessitar�o de todos os barcos que puderem.

E de todos os homens que possam mov�-los.

Bem, s�o os nossos barcos.

Pela ponte, para o outro lado.

Nesta mesa pode obter um vale para o trem. Sim? Adiante.

- Nome. - Charles Foreman.

Foreman, Charles. Nome do barco?

- Vanity. - Vanity. Ok.

Preencha o formul�rio, assine embaixo, e pegue seu vale para o trem al�.

Pr�ximo.

- Nome. - Holden.

Holden. Nome do barco?

A Gar�a.

Preencha um destes. Pegue seu vale do trem naquela mesa.

Gostaria de ficar com ele, Senhor.

N�o pode.

Mas n�o tem tripula��o para todos. Eu o conhe�o.

N�o seja bobo. N�o � lugar para civis.

Mas, gostaria de ir. E creio que alguns de voc�s tamb�m.

Conhecemos nossos barcos, Senhor. Podemos manejar melhor que ningu�m.

- Por que n�o podemos ir? - Porque � uma opera��o naval.

T�m a menor id�ia do que � tudo isso? Perdemos dois. . .

Hoje mesmo perdemos barcos.

Mesmo assim quero ir com o meu barco.

- N�o tenho autoridade. - Quem tem?

Certo. Vou perguntar ao Comodoro.

Mas n�o creio que concorde.

Perguntamos e nos despachou.

- N�o nos ouviu. - Claro que n�o podem peg�-los.

- N�o manejam pequenos barcos. - De onde v�o tirar tripula��es?

- Como est� agora? - Onde est�o trabalhando?

Longe de Ramstage, eu ouvi. - Acho que ir�o em comboios.

Espero que sim. N�o seria divertido se perder l�.

Duvido que nos deixem ir.

Voc�s ganharam, mas o Comodoro disse que enfatiza

que. . . Bem, que � muito perigoso.

- E ter�o que assinar os pap�is. - O que significam?

� sobre a Marinha Mercante sob o comando da Armada Real.

- Eu assinarei. - Eu n�o posso assinar. Estou sozinho.

- Eu n�o posso. Eu. . . - A maioria n�o esteve no mar.

E sobre as minas? Como saber�o onde est�o? Est�o loucos.

Acho que est� certo, Sr. Holden, mas vou tentar.

N�o pode ir, s� tem. . .

- O que posso fazer por voc�? - Quero assinar, Senhor.

- Quantos anos tem? - Dezenove, Senhor.

Muito velho para sua idade, n�o �, filho?

Tem um barco?

Trouxe ele no meu barco, Senhor. Pode vir comigo.

Certo.

Ah, o que vai dizer a Grace. Eu. . .

Sr. Foreman?

� melhor pegarem capacetes de a�o e casacos de l� agora.

O primeiro comboio sair� ao amanhecer para Ramstage.

- N�o podemos ir agora, Senhor? - Ao amanhecer.

Agora est�o sob as ordens.

E obrigado a todos.

Gostaria de recolher nossos equipamentos, Frankie?

Claro, Sr. Foreman.

- Quanto faz que anoiteceu? - N�o muito. Por qu�?

- Precisamos ir andando. - Por que a pressa?

Barlow? Barlow. Levanta, vamos.

Miles, de p�.

- Por qu�? - De p�!

Ah,. . . vai para o inferno.

O que acontece com voc�s?

Se n�o nos movermos no escuro, podemos n�o sair mais.

- Isso me cai bem. - Em mim tamb�m. Estou farto do ex�rcito.

Idiotas, n�o podem deixar o ex�rcito.

Querem acabar nas m�os dos "jerrys"?

Bem, querem?

J� deu uma olhada? Veja.

Caminh�es "Jerrys".

Com as luzes acesas e tudo mais.

Bem, isso confirma o que digo, N�o?

Temos que ir enquanto est� escuro.

Com todos aqueles l� fora, n�o temos nenhuma chance.

Por que n�o vai dormir?

E voc�, Barlow? Abandona tamb�m?

Bem?

Vou com os demais. � o mesmo num lugar ou outro.

O que eles fizerem,. . . eu fa�o.

Ah, para que serve?

Mike. Mike.

Como voc� est�?

Eu? Estou bem.

Temos que ir.

Certo. D� a ordem, Cabo.

Onde est� o Davy?

- Voc� est� bem? - Sim, por qu�?

Tivemos que abandonar o Davy ontem.

Sim, e assim fizemos.

Em algum lugar eu o perdi um dia.

Bem, vamos ent�o.

Est�o envergonhados. Est�o abandonando.

- O que quer dizer? - Ajeitando. Bem, vamos.

Por que devemos nos preocupar? Vamos ficar bem.

� mais f�cil s� em dois.

- S�o a sua equipe, Tubby. - Quer dizer que eram a minha equipe.

E ainda s�o, pelo menos enquanto usar essas.

- Sempre disse que n�o queria. - Est� preso a elas.

- Eu odeio a morte. - Claro. Voc� leva as divisas.

Ok. Ou�am.

Dou mais uma oportunidade para recobrarem o bom senso.

Eu nunca chutei ningu�m, mas esta pode ser a ocasi�o.

Agora todos em p�, vamos. Isso � uma ordem!

Bem,. . . pelo que sei, levaremos uma porrada.

Vamos, r�pido. Rumo a esses inc�ndios. Vamos.

N�o fa�am barulho.

- Qual � o problema? - N�o sei. Me sinto mal.

- Deixe-me levar o seu rifle. - N�o, tudo bem. Conseguirei.

- Alto! - O que � isso?

Nervosos, usando as luzes.

Por onde agora, Cabo?

Iremos pela direita, os rodearemos.

Vamos.

Espera! Volte!

Bem?

Vamos atravessar.

Vamos.

Espera!

Vamos cobertos pela avia��o "Jerry"

Vamos.

Corram! Depressa!

Onde agora, Cabo?

Vamos, r�pido.

Vire � esquerda. Mantenham-se em movimento.

Onde est� o Mike?

Mike?

Mike?

Mike!

Mike!

Coloque-o na vala, r�pido! Vamos, levante-o!

Depressa!

Maldi��o.

Pensamos que eram "jerrys".

- Pode nos dar uma m�o? - Suba-o com cuidado.

- As coisas aqui n�o v�o bem. - Tem lugar na cabine? Est� ferido.

Muito bem.

Melhor dormir um pouco.

Estava perto de uma granada quando tivemos que fugir. Choque, eu acho.

Vai ficar bem.

- De onde v�m? - Inicialmente de perto de Arras.

Passamos todo o dia desviando dos "jerrys".

- Como passaram o �ltimo grupo? - N�o sei. S�mente dirigindo.

Devem ter andado ocupados.

- Joe, pega o leme. - Muito bem, senhor.

Ei, olha isso.

O que sabe?

Foi um desastre.

Saia da estrada.

� o mais longe que pode ir. Deixe-o onde est� e inutil�ze-o.

- Inutiliz�-lo? Isso �. . . - Olha, n�o comece.

Para ficar inutiliz�vel deixe o motor funcionando at� parar.

- N�o precisa explicar, Sargento. - Trabalhava numa oficina.

- Ent�o o que fazemos, Sargento? - Deixe-o. Receber� ordens.

Ok, rapazes, vamos inutilizar essa maldita coisa.

Machuca meu cora��o, mas � bom para minhas inibi��es.

- Senhor? Onde estamos, Senhor? - O que � isso?

- � o per�metro de Dunkerque. - Pode me dizer onde est� a 5� Divis�o?

Acho que perto de Ypres.

- Como chegamos l�, Senhor? - N�o. Leve seus homens para as praias.

- Temos que voltar l�. - H� quanto tempo est� perdido?

- Uns seis dias. - Bem, conseguiram.

- Bom trabalho, Cabo. Leve-os. - Senhor.

Aten��o. � direita.

Em frente! Por aqui. Vamos, por aqui.

- Assim como em casa. - Disse isso h� muito tempo.

N�o nos fez muito bem.

Aqui tambem n�o far� bem. Na praia tambem n�o ser� como em casa.

- Por qu�? - Onde esteve nestes �ltimos dias?

Os "jerrys" n�o gostam disso, mas a Luftwaffe sim.

- Interessante. - Sei de muitos que estiveram aqui,

mas n�o ouvi falar de nenhum que conseguisse passar.

- Do que est� reclamando? - Estamos na retaguarda.

Ficar� bem se chegar l�,

e se encontrar um maldito barco quando chegar.

- Muni��es! - N�s n�o temos!

- N�o fomos bombardeados. - Os objetivos est�o na praia.

A cidade inteira est� queimando, Joe.

O povo pode viver l�?

Continuem em movimento, continuem em movimento.

Tudo bem. Continuem em movimento.

Continuem em movimento. Tudo bem.

Acho que dever�amos dispersar, Coronel.

Os barcos mal poder�o carregar este grupo.

Haver� confus�o j� j�. . .

Onde o acertaram?

Acertaram no meio.

Parece que vai afundar.

N�o tiveram nenhuma chance. Bastardos!

Temos que ir numa dessas coisas?

- Ent�o, o que acontece aqui? - V�o nos tirar em barcos.

Tirar este grupo? Todo o maldito ex�rcito est� aqui.

- N�o. Muitos sairam h� dia. - Como foram retirados?

A Marinha, � claro. A velha Marinha.

N�o � t�o bom. Eu tentei duas vezes e ainda n�o consegui.

- Qual o tamanho desta praia? - Vinte milhas.

N�o que eu saiba. Eu a percorri.

Chega at� a B�lgica.

Os belgas a deixaram, sabia?

- Onde est� a Sede, ent�o? - Qual Sede?

- A de Gort, � claro. - Em Panne.

- N�o, ele foi embora. - N�o foi. Ainda est� aqui.

Ouviu isso, Tubby? O velho Gort ainda est� aqui.

- N�o seja bobo. - Sei que est�. Eu vi ele hoje.

A� est�, acaba de dizer que viu ele hoje.

Parece um p�er, senhor.

Mas pode n�o ser.

S�o praias abertas toda esta �rea.

S�o homens, Senhor. Homens.

Se puder trazer at� aqui, n�s prendemos.

- Quantos podem levar? - Uns 20, talvez mais.

Adiante os primeiros 20 homens!

Vamos, amigos, mantenham a fila. Voltem para a fila!

Para a cabine, todos que puderem entrar.

- O resto no conv�s. - Vamos, por aqui.

- Quanto tempo vamos ficar aqui? - Aliviem a� na frente.

Vamos, mexam-se. Mexam-se, por a�.

- Ok, ok, j� est� o grupo. - Bem, dispersar.

Empurrem.

- Era o Ciwy, N�o? - N�o. Deberia ser.

- Voltarei. - Obrigado, Senhor.

Ok, rapazes, esperaremos.

Maldito frio, Senhor.

Ok, rapazes, em p�.

V� pelas dunas at� a fila. Peguem todas as ordens.

- Vamos, amigos. - Vamos, em p�, mexam-se.

Fiquem todos juntos, Entendem? Fiquem juntos.

Esvazie esses barcos o mais r�pido poss�vel, Senhor.

Me esperava, Sr. Foreman?

Continuem se movendo.

Levem os feridos para a enfermaria, r�pido.

- Quantos trouxeram, Sr. Foreman? - Trinta.

N�s quinze.

Vamos, depressa, amigos.

Obrigado. Estamos indo.

- Mas ainda n�o est�o cheios. - Nos ordenaram voltar.

- S� esperavamos esse grupo. - Por qu�? O que fazemos agora?

Nada mais.

Parece que ainda h� um velho destroyer trabalhando l�.

Se eu fosse voc�, tentaria l�.

S� tem um barco. Nunca conseguiremos subir.

Ficaria feliz se conseguisse. � a minha quarta tentativa.

Juntos, juntos. Vamos, movimentem-se, amigos.

� um da s�rie I. N�o posso ver o seu n�mero.

Acho que veio faz meia hora.

Diga ao Comandante Clouston que um dos I acaba de sair.

Talvez seja o "Impulsive" ou o "Intrepid".

O "Intrepid" foi danificado.

Ah, sim, Senhor. Deve de ser o "Impulsive".

J� sairam quatro na �ltima hora. Nenhum voltou.

- N�o consigo entender. - Desisti de querer entender.

Diria que est�o levando os destroyers.

N�o posso ver! N�o posso ver!

Retrocedam. Deixem conosco.

Abaixem.

Ok, pegue!

Retrocedam!

Mantenham-se em movimento. Mantenham-se em movimento.

Vamos, deixa eu te ajudar.

Mantenha essa ponta a�.

Mexam-se. Vamos, Cabo, suba a bordo.

Tenho que ver primeiro os meus companheiros.

Como vai, chefe?

Ainda podemos pegar mais alguns, Senhor.

Tivemos sorte. Conseguimos.

- E est� muito calmo. - Igualmente me sinto doente.

Bem, n�o pode.

Estaria doente mesmo no lago de Finsbury Park.

Eu estou.

Sim est�! � o suficiente!

- Diga a casa de m�quinas, aten��o. - Sala das m�quinas, aten��o.

- Adiante, Chefe. - Em frente!

Adiante, Senhor.

- Adiante. - Adiante!

Em frente!

Cristo todo-poderoso. Haver� centenas deles na �gua.

Est� bem, Tubby?

N�o posso levar mais!

Esses esperem.

Harper?

Harper!

De volta de onde come�amos.

Azar, Cabo.

Barlow?

Miles?

Miles? Miles!

- Ainda com a gente, Cabo? - Voc� viu os outros?

- Onde est� o Barlow? - N�o sei. No barco, eu acho.

Barlow!

Barlow!

Cabo Binns!

Cabo Binns!

Cabo Binns!

Cabo Binns!

Tubby!

Tubby! Aqui!

O Harper est� chamando, Cabo. Por ali.

Talvez os outros retornaram.

Est�o todos aqui?

Bem.

- Acho que tivemos sorte. - Tinhamos que voltar com voc�, Cabo.

Sab�amos que n�o conseguiria sem os seus encantadores rapazes.

- Encantadores. - Acha que pegaremos outro barco, Cabo?

O que depois disso? N�o me fa�a rir.

Ouvi dizer que perderam tr�s barcos nas �ltimas duas horas.

Acho que j� chega, Sargento.

- Vamos para orla nos secar. - OK, Senhor.

Vamos, em p�!

Espere. Quem vai fazer se n�o for voc�?

Estou bem.

Companhia B, meia volta!

Vamos, rapazes, para a praia.

- N�o v�o nos pegar, Senhor? - Retornar�o esta noite.

A Marinha n�o nos faltar�.

Falando o primeiro cavalheiro do Mar.

- Aqui o Vice-Almirante Dover. - Ah, Ramsey, e esse protesto?

- Deve faz�-los voltar, Senhor. - N�o podemos fazer isso, Ramsey.

Consideramos a coisa toda. Perdemos muitos destroyers.

Precisamos deles.

Ainda tem uns 200.000 homens na praia.

S� me deixou barcos para retirar uns 40.000 por dia.

O per�metro est� rompendo, Senhor.

Ramsey, sabe que devemos garantir os comboios. . .

Se trouxermos o ex�rcito de volta, podemos resistir a invas�o.

Se tivesse os grandes destroyers, o ex�rcito iria voltar.

- Temos que ter essa oportunidade. - Tem que avaliar as oportunidades.

Tem 30.000 homens a descoberto nas praias.

30.000 nas dunas atr�s deles.

Tem 100.000 entre as dunas e o canal.

Temos que retir�-los, Senhor.

Os franceses fazem o que podem. Sofreram grandes perdas de barcos.

Abriard faz tudo que pode.

Espere.

Ok, Ramsay vai t�-los.

Obrigado, Senhor.

Gra�as a Deus, Senhor. Isso significa que ainda temos uma chance.

Manda o "Ivanhoe", "Impulsive" e "Icarus" para Dunquerque.

O "Harvest" e "Heaven" para Panne, depressa.

Muito bem, senhor.

S�o morteiros.

"Jerry" est� mais perto a cada hora.

Se n�o sairmos esta noite sairemos em sacos.

N�o me imagino andando nestas pranchas novamente.

Acho que j� estivemos nos barcos grandes.

Da pr�xima vez, tentaremos com os pequenos.

- Temos chances onde estamos. - Protejam-se!

� o "Vanity"!

Acertarram ele, Sr. Holden, acertaram ele.

- Onde est� o Joe? - N�o o vimos.

N�o creio que tivesse alguma possibilidade.

Acertaram esse barco pequeno.

Como nada.

Estava l� h� um minuto, no seguinte desapareceu.

Os "Jerrys" n�o se cansar�o?

Como par�-los? Um esquadr�o ou dois poderiam. Onde est�o?

- Pare com isso. - N�s derrubamos muitos.

Ainda restam muitos.

- O c�u est� cheio. - Onde est� a For�a A�rea?

- Ah, n�o t�m coragem. - T�m tanta quanto voc�!

- Bem, ent�o, onde est�o? - J� chega.

Disse que j� chega.

Se tivessem tanta coragem, estariam aqui, n�o � isso? N�o?

Faz tr�s dias que n�o vejo nenhum avi�o dos nossos.

N�o devia culpar os rapazes. Eles t�m muito a reclamar.

Por que n�o se veste para o combate ou algo assim?

Est� tudo danado, Sargento. S� temos quatro pelot�es na �rea.

O que esperam conseguir? S� tr�s aer�dromos podem mandar ca�as.

Eu sei, mas eles n�o, e tem muitos como eles.

- Se eu fosse voc�, me vestiria para a batalha. - N�o, obrigado.

- Vista-se. - Protejam-se!

- L� vem eles de novo! - Avia��o inimiga!

R�pido, ataduras!

Tem um posto de feridos atr�s dessas dunas.

Muito bem, muito bem.

A Guarda Welsh, aproximem-se.

Venham todos aqui, todos da Guarda Welsh.

Capel�o.

Por ordem!

Est�o vindo com muita frequ�ncia.

Temos que decidir o que fazer antes que nos alcancem.

- Vir� outro barco, Senhor? - N�o durante o dia, claro.

Poderiam tentar � noite.

N�o vamos para a fila at� termos as ordens definitivas.

Isso � uma metralhadora pesada.

Deve estar bem perto se a ouvimos assim.

� a primeira vez.

Bem, meu amigo. � o melhor que posso fazer por voc�.

O seguinte.

Por ordem.

Suponha que n�o recebemos ordens, senhor.

Suponha que v�m antes do que pensamos.

As ordens s�o um m�dico e 10 homens por cem pacientes.

Isso significa tr�s m�dicos e outros 30 de outra classe.

Se quiser eu ficarei, Senhor.

N�o, tiraremos na sorte. Escreva os nomes em pap�is.

- Quantos m�dicos? - Dezesseis.

Dezessete. Coloque o meu nome. Os tr�s primeiros ficam.

Dois por um que eu ganho. Cinco por um que eu perco.

� melhor voc� tirar, Sargento. � parte desinteressada.

Tenente Ripley, Senhor.

Era cinco por um. N�o podia perder.

- Capit�o Dean, Senhor. - Ele morreu esta manh�.

Tenente Kennedy, Senhor. Est� fora.

Fa�a ele saber, ok?

Tenente Levy, Senhor.

- Como est�? Vai ficar bom? - N�o sei. Deixaram ele.

� m� sorte, n�o?

Sim, sim.

Ei, Cabo. J� viu isso?

SOLDADOS INGLESES Olhem para o mapa. D�-lhes a verdadeira situa��o.

Suas tropas est�o totalmente cercadas, parem de lutar! Deponham suas armas.

Sabe o que pode fazer com isso, n�o?

Se algu�m estiver interessado, Tem um pequeno barco na praia.

� nosso. Onde?

L� embaixo, mas parece que algu�m pensou nisso antes.

Vamos!

Fora! Por favor.

- O que est� errado, Senhor? - Esses loucos nos abordaram.

Estamos meio inundados e n�o funciona, estamos a deriva.

- Posso fazer alguma coisa? - Eu duvido.

- Est� travado. - Mike. Costumava trabalhar numa oficina.

Tenho uma oficina. Espero que consigamos com a ajuda do especialista.

- Quer algo mais, Senhor? - N�o, dois � suficiente.

- Posso ir � orla, Sr. Holden? - Iremos ambos.

N�o sou muito bom com as m�quinas.

- Qual � o problema, Mac? - As engrenagens eu acho. Est�o travadas.

Nunca pensei que veria um panorama como esse.

N�s tambem, Senhor.

Que desastre.

Que desastre n�s fizemos com essa coisa toda.

Quando entramos na B�lgica? Em 10 de maio, n�o?

- � isso. - Menos de 3 semanas. E agora isso.

Dificilmente se acredita.

Custa um pouco acreditar, n�o?

O que acham de tudo isso em casa?

N�o sei.

N�o pensavam muito nisso quando sa�mos.

N�o sabem muito.

As coisas parecem muito diferentes do outro lado.

Acho que pensam que sujamos tudo.

Algu�m sujou tudo, mas n�o acho que foi o ex�rcito.

- O que quer dizer? - Ou�a.

- N�o ou�o nada. - As armas pararam.

- Acha que se renderam? - N�o seja est�pido.

Pararam � s�rio.

Talvez seja como diz nesse panfleto.

N�o podemos ter nos rendido.

Ou�a.

L� est�.

S�o seus bombardeiros novamente.

Por isso tinham deixado de bombardear.

Era um ataque de baixa escala.

- O que vamos fazer? Corremos? - Para onde, filho?

- Quer dizer que ficamos? - O que mais? Abaixe a cabe�a.

Vamos, filho.

- Pode v�-los? - N�o.

- Acha que vir�o at� n�s? - Para onde mais?

- Continue contando. - Queria estar b�bado.

- Quinze. . . - M�e misericordiosa, me proteja.

- Vinte e cinco. . . - Me salve esta noite.

M�e misericordiosa, me proteja esta noite.

N�o quero morrer. N�o quero morrer!

- Pode fazer. - N�o quero morrer!

Ent�o voc� pode ter que fazer, amigo.

� sempre assim?

Nem sempre, n�o voltar� a acontecer esta noite, filho.

Deveria dormir um pouco.

O que aconteceu, Senhor? O que causou tudo isso?

A estupidez.

Todo mundo dizendo que a guerra � t�o horr�vel que n�o aconteceria de novo,

escondendo as cabe�as na areia, como avestruzes.

Os alem�es n�o pensavam dessa forma.

Para eles a guerra s�o armas ou manteiga.

Escolheram as armas.

N�s a manteiga.

N�o, n�o pode culpar o ex�rcito.

Tinham o que demos: armas da �ltima guerra, medalhas.

Este � o resultado.

Depois disso, o que acontece?

Se tivermos sorte, teremos outra oportunidade.

O c�u sabe que n�o merecemos isso.

Coloque os melhores homens nos trabalhos certos.

Acha que temos um princ�pio? Com o velho Churchill, quero dizer.

Sim. Sim, acho que � um come�o.

Localizamos o problema.

- Qual era? - Tinha corda no motor.

Deve ter parado l� com um choque e depois para as engrenagens.

N�o podemos fazer nada � noite. Teremos tempo de manh�.

- A mar� vai levar horas. - � verdade, vai demorar.

Tento?

Pode funcionar.

Estamos com sorte. D� um giro.

N�s fizemos.

Tenha cuidado. H� uma ruptura de tr�s polegadas no conv�s.

- Mas isso vai funcionar? - Vamos tentar com a mar�.

- Missa? - Sim.

- � a manh� do domingo. - Domingo?

Sim, claro. Deveria saber.

Estou feliz de ter vindo, Frankie. Estou muito feliz.

- Pai Nosso. . . - Pai Nosso. . .

- . . .que estais no c�u. . . - . . .que estais no c�u. . .

-. . .santificado seja o teu nome. . . -. . .santificado seja o teu nome. . .

-. . .venha a n�s o teu reino. . . -. . .venha a n�s o teu reino. . .

-. . .fa�a-se a sua vontade. . . -. . .fa�a-se a sua vontade. . .

. . .assim na terra como no c�u. . .

. . .assim na terra como no c�u. . .

. . .o p�o nosso de cada dia d�-nos hoje. . .

. . .o p�o nosso de cada dia d�-nos hoje. . .

-. . .e perdoa os nossos pecados. . . -. . .e perdoa os nossos pecados. . .

. . . assim como perdoamos os nossos devedores

. . . assim como perdoamos os nossos devedores

N�o nos deixeis cair em tenta��o. . .

-. . .mas livra-nos do mal. -. . .mas livra-nos do mal.

-. . .Louvado seja o seu reino. . . -. . .Louvado seja o seu reino. . .

- � um civil. - Deve ser franc�s.

N�o, n�o �. � o Sr. Foreman.

Est� ferido, Sr. Foreman?

Minhas costas. . .

Vai para o barco, Frankie.

Diga ao Sr. Holden. . .

Maca! Maca!

Maca!

Vai para o barco, Frankie.

Diga ao Holden, . . . diga para minha esposa. . .

Te levaremos conosco.

N�o creio.

� um civil?

Qual � a diferen�a?

N�o falta muito.

Onde est� o Cabo? � melhor reunir os seus homens.

O que �, Frankie?

Frankie, o que �?

Onde est� o Sr. Foreman?

Est� morto, Sr. Holden.

Ele est� morto.

Ok, est� morto.

O �ltimo Stuka o atingiu.

Est�vamos numa missa.

Disse para contar para a sua esposa, Sr. Holden.

Pobre Diana. Ah, meu Deus.

Tivemos que deix�-lo, Sr. Holden. Tivemos que fazer.

� melhor reunir os seus homens, Cabo.

- Quantos tem? - No total sete.

N�o, agora somos apenas seis.

Vou levar doze. N�o podemos levar mais numa longa viagem.

Suba a �ncora, Frankie.

Quero seis de voc�s. Seis, n�o mais, seis.

Eu sinto pelos outros.

Bom, pessoal. Empurrem a proa para baixo.

Suba, pessoal. Suba, Frankie.

Tinha que acontecer.

Devem ser as engrenagens novamente. Tentaremos de qualquer jeito.

E agora?

- Que cidade � essa? - Deve ser Calais.

O vento leva-nos para l�.

� a mar�. A mar� nos leva para l�.

- Pelo menos � terra firme. . . - N�o seja est�pido.

Os "Jerrys" tomaram Calais, faz uma semana.

Como vai, Sr. Holden?

- N�o vai. - Ok, pessoal.

A� vem a Marinha.

Um barco, em 3-2-0, Senhor.

Certo. Barco em 3-2-0, Senhor.

Inglaterra. N�o posso acreditar.

Em que n�o pode acreditar? Maldito chor�o.

Estamos em casa, Tubby.

Sim, nunca pensei que conseguir�amos.

N�o ter�amos chegado � praia n�o fosse voc�.

Vamos, continuem se mexendo, v�o at� o cais.

Lhes dar�o ch� e alguma coisa para comer. Em movimento.

Ok, soldados, mexam-se.

Soldados.

Isso foi Dunkerque.

330.000 homens foram recolhidos das praias e das filas.

Mas para outros, n�o houve sa�da.

Alguns milhares, os doentes e os feridos,

foram feitos prisioneiros por cinco anos.

Muitos ficaram, para nunca mais voltar.

Aqueles que foram resgatados, confusos e ressentidos,

encontraram para sua surpresa uma nova realidade, esperando-os.

Dunkerque foi uma grande derrota e um grande milagre.

Provou, se � que provou algo,

que est�vamos sozinhos, mas n�o divididos.

J� n�o haviam soldados e civis,

apenas haviam pessoas.

E todos formavam uma na��o.

Pelot�o, . . . Alto!

Aten��o pelot�o! Giro. . . � esquerda.

Descansar. . . armas.

Vamos, vamos, fa�am melhor. Acordem.

Armas. . . ombro.

Descansar. . . armas.

Descansar.

OK. Olha, como v�o,

ningu�m diria que vencemos uma guerra, mas devem saber.

V�nhamos perdendo uma.

Ainda temos muito a fazer. Quanto mais r�pido, melhor.

Pelot�o, . . . firmes.

Aten��o pelot�o.

Meia, . . . volta.

Armas, . . . ombro.

Pelot�o em forma��o de tr�s. Giro, . . . � direita.

Pela esquerda. Em marcha!

Esquerda, direita, esquerda, direita, esquerda . . .

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