All language subtitles for Beneath the Valley of the Ultra-Vixens (1979)

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified) Download
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian Download
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French Download
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian Download
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian Download
pl Polish Download
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese Download
sk Slovak
sl Slovenian Download
so Somali
es Spanish Download
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish Download
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

(Por Tr�s do Vale das) ULTRAVlXENS de Russ Meyer

Oh, � maravilhoso.

Menina Roop...

Se quiser fazer o favor.

Aten��o!

Este disco � propriedade da R�dio Rio Dio

cem mil watts de poder de f� curativa.

Qualquer utiliza��o n�o autorizada

ser� punida com multa e pris�o. Am�n.

D�em-me aquela religi�o � moda antiga...

Que � uma coisa boa para mim

Fa�am-me amar toda a gente...

Que � uma coisa boa para mim.

Small Town, EUA.

Pessoas normais

pessoas vulgares

os vizinhos da porta ao lado, passeiam por qualquer das ruas

batam a qualquer porta, e quem v�o encontrar?

Os vossos vizinhos. � disso que se trata.

Pessoas amig�ves, que gostam de se conhecer umas �s outras

juntando-se para o bem comum.

No trabalho ou no lazer

dando um novo significado � palavra "democracia".

Pessoas como o sr. Peterbuilt

um homem que faz juz ao seu nome.

A sua obsess�o: o lixo.

A sua profiss�o: engenheiro sanit�rio.

A sua propens�o: "foder".

Lola Langusta, praticante da meia preta.

Gosta de fantasias induzidas pelas drogas.

Lola Langusta

mais picante que um prato mexicano.

Semper Fidelis, o caixeiro-viajante

� procura de uma engraxadela e um cliente.

Bon vivant, fala-barato,

especialista em banhos de espuma, marroquinaria e golpes baixos.

A lingerie � o seu neg�cio, a vigarice o seu modo de vida.

Um bandido de alcova, que rouba os cofres dos maridos ausentes

enquanto p�e o v�u �s esposas deslumbradas.

Aqui a cultura � representada pelo tempestuoso teut�nico

Martin Bormann.

T�o � vontade com o piano de cauda como com a urna.

Os dois trabalhadores esfor�ados,

Beau Badger � esquerda

e Tyrone na coxa.

Escalando as Grande Tetonas

e a grande depress�o que � Junkyard Sal.

Escravizando e saboreando juntos a favor do bem comum

tanto o seu patr�o como Liee, uma amazona,

chupando sem descanso e at� � medula a classe trabalhadora.

Eis Lamar Shed

fiel ao seu nome

levantando alto o seu estandarte

sempre abrindo alas para o combate do dia a dia.

E Flovilla Thatch, ajudante de dentista

servi�al sexual, dupla especialista,

indispens�vel � popula�a de Small Town.

E o simp�tico Zebulon,

af�vel, bem intencionado, o melhor amigo do homem,

um Pai Tom�s de sempre.

Lavonia... nunca tem uma dor de cabe�a

de rins sempre dispon�veis

para golpes do baixo ventre. p�bis contra p�bis,

balou�ando-se nas selas vazias de Small Town.

Ao mesmo tempo dentista e conselheiro matrimonial.

eis o Dr. Asa Lavender

limpando o t�rtaro, arrancando ra�zes,

reconstru�ndo lares divididos.

E Rhett, um rapaz exigente,

adolescente vaidoso, potencial campe�o do decatlo

qualificado para todas as provas, menos para uma.

Small Twon � como a vossa cidade ou a minha cidade,

onde a Rua Principal ainda existe.

Se continuam em busca do Sonho Americano,

ent�o n�o procurem mais

ele est� aqui, em Small Town, EUA.

Por detr�s de cada porta, e de cada casa

uma boa mulher, como a generosa Eufala Roop.

Sim, mas essa � outra hist�ria.

D�em-me aquela religi�o � moda antiga...

Mas nenhuma hist�ria � assim t�o simples.

Sim, acreditem ou n�o, mesmo em Small Town, EUA,

ainda h� pessoas insatisfeitas e mal aliviadas,

no meio da abund�ncia.

Lavonia, amo-te. N�o te mexas.

Tira a tua pila daqui, anormal.

Oh, Lamar Shedd.

Toma l� esta!...

� a �ltima vez que ma metes no cu.

Lavonia. Lavonia.

Lavonia. Lavonia.

Lavonia.

Lavonia.

Merda.

Radio Rio Dio, Texas. 100 mil watts de poder de f� curativo.

E eu tamb�m andava cega, irm�os e irm�s

mas agora vejo.

E voc�s tamb�m v�o ver a luz na R�dio Rio Dio

100 mil watts de canal curativo

para a salva��o do Sudoeste.

E agora para todos v�s ouvintes que prepararam os vossos l�pis

durante o �ltimo e inspirador hino

eis a morada para pedirem o Len�o Aben�oado de que vos falei.

Primeiro, enviem um d�lar, Apenas um d�lar,

mas n�o cheques nem selos, por favor irm�os e irm�s,

para a "Hankie", Rio Dio, Texas,

ao cuidado da vossa Evangelista das Ondas,

irm� Eufala Roop,

que traz a salva��o e a esperan�a, a todos v�s, a� em casa

ou ao volante dos vossos cami�es,

jeeps, berliets ou descapot�veis.

E agora � de novo a hora do nosso servi�o de salva��o.

j� ouviram falar da cura pelas m�os,

j� ouviram falar da cura pelos p�s,

pois tenho uma maravilhosa novidade

para todos v�s maravilhosos ouvintes

a radio Rio Dio entrou

na idade renascida da salva��o electr�nica

a cura pela r�dio.

Sei que h� pessoas por a� que esta noite n�o est�o bem.

E talvez n�o lhe possam p�r a m�o

mas sabem que algo n�o est� bem...

talvez seja apenas uma dor de cabe�a

ou talvez estejam apenas acamados com gripe.

Pois voc�s s�o mesmo as pessoas

que n�s vamos curar esta noite.

Diz-se que a cura pode ocorrer de estranhas maneiras

pois o universo tem estranhas maneiras de funcionar.

Por isso esta noite vamos experimentar algo de novo.

Vamos curar atrav�s da r�dio.

� verdade, irm�os e irm�s.

Quero que ponham a vossa parte que est� em sofrimento

mesmo em cima do vosso r�dio.

� isso mesmo, ponham a parte que sofre em cima do r�dio.

E agora vamos � cura!

O que quer que seja que esteja a doer, que pare de doer!

Que aquilo que est� rijo, se distenda.

O que est� reduzido, se alargue.

E o que foi violado, renas�a!

O nosso destino est� nas tuas m�os.

Era ou n�o um belo hino?!...

E foi ou n�o foi t�o bem cantado?!...

Quase que d� arrepios na espinha, irm�os e irm�s,

ouvir uma t�o bela m�sica e tamb�m espero muito

que tenham aproveitado o maravilhoso servi�o de cura desta noite...

Pois n�o importa o sofrimento que passemos...

N�o importa qu�o torturados ou ofendidos sejamos

ou o nosso mais �ntimo seja agredido

N�o importa qu�o grande seja o nosso desespero

na escura noite solit�ria

pode sempre aparecer uma m�o curadora

que volte a dar for�a ao que est� cansado.

E n�o � maravilhoso?!...

Uma sensa��o maravilhosa e o melhor para que tudo

o que estava morto seja trazido a uma nova vida.

J� est�, Lamar, n�o � melhor assim?

Bom e quentinho.

...e assim terminamos a nossa emiss�o aqui na R�dio Rio Dio.

Em Rio Dio, Texas.

Foi a vossa irm� Eufala Roop...

S� precisas de um pouco de repouso, Lamar.

... Que vos deseja uma boa noite de sono

em nome da Salva��o do Sudoeste,

levando-vos a cura, em AM e FM,

levando-vos a cura de uma ponta � outra.

S�o 10 mil watts de terapia dom�stica

dizendo at� � vista, at� amanh�.

A luz da madrugada ilumina todos os dias Small Town.

E com ela os acontecimentos da noite anterior s�o esquecidos.

A livre empresa, a pedra de toque de Small Town.

O ferro-velho da Sal ajuda a construir o Sonho Americano.

O que sobra do progresso.

Restos de ferro transformados em arados,

arados transformados em homens.

O Pontiac trona-se o Polaris de amanh�

Small Town arma a na��o.

A ind�stria em marcha, de engenhos a vapor para engenhos de ferro

de bicicletas a bulldozers

at� ao caixote de lixo da Hist�ria.

H� grandes coisas a fazer em Small Town

e Small Twon tem os homens que s�o precisos para as fazer.

E n�o vale a pena pensar nos que j� se foram, quando vamos ao trabalho...

Lamar, esqueceste-te da tua lancheira.

Espero que seja manteiga de amendoim outra vez.

- Adeus. - At� logo.

Sal, Sal, desculpa ter chegado atrasado,

depois fa�o horas extraordin�rias para compensar.

� preciso todo o tipo de gente para trabalhar no ferro-velho da Sal.

Como o Zebulon, membro de uma das muitas minorias

que fazem o melting-pot fervilhante de Small Town.

Um dia o seu sonho � ter um ferro-velho que seja seu...

E h� tamb�m o Beau Badger e o seu compincha Tyrone.

O Beau � um burgesso, mesquinho e mau.

Tyrone � um racista, rude, cruel e tatuado.

A esc�ria da corrida de ratos que � a vida

destro�os humanos,

escolhos in�teis na avenida do progresso.

Amargamente invejosos das classes baixas

rejeitados pelo ex�rcito de voluntariado

A sua escolha na vida � triste mas simples

o �lcool ou o monte de ferro-velho.

Mas no ferro-velho da Sal eles ao menos t�m um objectivo �til.

Porque aqui at� eles podem ser reciclados

e tornados de novo �teis no esquema de vida da Sal.

O ferro-velho da Sal, um microcosmos do poder industrial

que fornece a Small Town e � na��o oportunidades de tempo de lazer.

Tempo de lazer para perseguir

o sonho de todas as mulheres de sangue quente em Small Town.

O ataque e a sedu��o de um jovem e inocente garanh�o.

E quem sen�o a nossa Lavonia conhece bem o ditado:

- deixa c� ver -

Algo como "o diabo arranja trabalho para as m�os ociosas"

ou algo assim...

Como diz a Lavonia:

D�em-me um rapaz, que eu devolvo-vos um homem...

Mas at� com uma professora t�o entusi�stica

a primeira li��o de um jovem

na aprendizagem da sexualidade humana

� muitas vezes uma quest�o de: afunda-te ou nada.

E tanto pode mergulhar de uma vez s�

nas �guas mais fundas da carnalidade

como ser encorajado a espernear enquanto a sua coragem enrijece

nas del�cias das brincadeiras preliminares.

E a Lavonia tem uma abordagem muito pr�pria, para n�o dizer mais.

E nas �guas turvas do desejo

primeiro o assalto desbragado

e a seguir a subtil sedu��o.

� bom aprender depressa,

mas os jovens aprendem depressa de mais,

mas na opini�o de Lavonia

� mais frutuoso dar alento a um jovem

nas margens da entrega, antes de soltar

o �xtase selvagem do exame final.

Em Small Town as pessoas jogam duro e trabalham no duro.

E gostam de estar sempre a fazer coisas a que d�o no duro.

Deixa-me dar-te uma m�ozinha.

"Nunca ponham um homem a fazer um trabalho de mulher."

Sai da frente.

Esse � o mote da Sal do ferro-velho

e ela levou-o � pr�tica com sucesso na ind�stria do ferro-velho.

Lamar, larga-me a porta desse carro.

Como empres�ria do ferro-velho

abrindo portas para as mulheres em todas as frentes de trabalho

Sal � uma pioneira sexual

nas linhas da frente da liberta��o da mulher.

Sabes mesmo mexer nesta coisa.

Tens ar de estar estoirado, Lamar. Dormiste bem ontem � noite?

Tive uma �ptima noite de sono.

Aposto que aquela entesoada mi�da dele tamb�m dorme tudo o que pode.

Estou contigo nessa aposta, Beau.

Bem gostava de lhe dar uma noite sem dormir.

Uma noite sem dormir.

O que achas, Lamar? Porque n�o vais at� ao escrit�rio...

e dormes um bocadinho.

Tenho l� uma grande e bela cama...

N�o, a s�rio, Sal... Eu estou �ptimo.

Est�s com medo da patroa?

� s� que tenho a cabe�a ocupada com o meu curso por correspond�ncia...

Curso por correspond�ncia... uma merda.

Bem dito, Beau

Estou a tentar melhorar a vida... ganhar um pouco melhor...

arranjar um trabalho extra, � noite.

Quando quiseres fazer umas horas extraordin�rias, Lamar...

Com certeza, Sal, sei onde ir.

Entretanto, de volta a Pecos,

e � escola da brincadeira buc�lica

o jovem Rhett passa o exame com um Bom com distin��o.

E a dedicada e satisfeita professora Lavonia

abriu novas e amplas perspectivas de esfor�o atl�tico

ao seu agradecido estudante.

Como te chamas?...

O meu nome � Rhett, minha senhora.

� um bonito nome... Que idade tens, Rhett?

Catorze, minha senhora.

Nunca tinha experimentado uma 'coisa' de catorze anos.

Quer dizer, um Rhett de catorze anos.

O Rhett tem um grande tamanho, para o tamanho que tem.

Olha-me para aquele lambe-coisas.

Parem de criticar o Lamar dessa maneira.

- Porque tens que dizer essas merdas? - Quais merdas?

Est�s-te a por do lado dele s� porque ele � o novo garanh�o da patroa.

N�o vou ouvir mais essa conversa. E tenho o meu trabalho a fazer.

N�o percebo porque o Zebulon

tem que se por do lado daquele rabinho lindo a que chama amigo.

Sim, Beau, rabinho lindo.

N�o quero ouvir falar assim do Lamar ou dos meus amigos.

Precisas tanto de amigos...

N�o falo mais convosco, brancos merdosos. V�o-se lixar.

Camp�nios obscenos.

Zebulon!

Ok, rapazes... Parem com isso antes que algu�m se magoe.

Est�s a ver, Tyrone?

Sempre disse que o Zebulon tinha sangue branco nas veias.

Sim, imenso sangue branco.

A �ltima bandeira da livre empresa,

Semper Fidelis, caixeiro-viajante.

Enquanto outros arriscam doen�as coron�rias sentados a uma secret�ria

ele anda na estrada.

Fidelis � o caixeiro-viajante mais bem sucedido de Small Town, EUA.

Talvez porque ele n�o vende as coisas do costume

cart�es de boas festas, tralha de limpeza e escovas de aspirador

mas antes lingerie muito especial assinada Frederico, do Wisconsin,

famosa loja que h� muito inflama

as fantasias da baixa classe m�dia.

E t�o pr�tico que � poder escolher

na privacidade da sua pr�pria sala.

Boa tarde, minha senhora. Deixe-me apresentar-me.

Semper Fidelis, da Frederico,

a marca de lingerie, e estamos a apresentar a nova linha de Primavera

a um selecto grupo de senhoras como a senhora

e tenho a certeza que trago coisas que vai achar

muito interessante, sim, muit�ssimo interessante.

E agora a 'pi�ce de resistance'

Um vestido de cetim?!...

Oh, p�rolas.

Lindo.

Uma linda peruca.

Oh, um colar de ouro.

Uma gravata.

O Espanhol simples de aprender.

Podia fazer umas horas extraordin�rias com este vestido

T�o certo como a minha m�e ter-me chamado Semper Fidelis.

Nem o seu pr�prio marido a reconheceria.

Agora gostava de ver o que tem na outra... mala.

Acho que a senhora n�o ia estar interessada naquela mala.

Ai isso � que estaria.

Os artefactos que tenho na mala s�o para clientes masculinos.

Quer dizer que os maricas vestem disto?

Ah, tenho algo que quero mesmo mostrar-lhe.

Uma bomba de desenvolvimento do peito, do Frederico do Wisconsin.

Liga-se � torneira da cozinha.

Deixe-me mostrar-lhe. Posso?

Um aumentador do peito, para mim?!... Est�pido sexista!

- N�o quis ofend�-la. - Sr. Fidelis, tem disso para homem?

- Um aumentador do peito para homem? - N�o para o peito, tonto!

Para lhes aumentar a...

para a tornar muito maior.

Que ideia curiosa. Tenho que falar disso l� no escrit�rio, em Racine.

O soutien � �ptimo, as calcinhas com racha maravilhosas...

Eu n�o sou rico nem conhecido,

mas tenho a minha parte de p�ssara por aqui

O cinto de ligas � engra�ado e rima com pernas no ar

e desde que pus estas meias de rede

n�o vejo sen�o a sua afei��o crescer.

Quando se trata de corpos, voc� � uma estrela

gra�as a Deus que tenho outras cal�as no carro.

O dinheiro � curto e os tempos est�o dif�ceis

aceita cart�o de cr�dito?

Quando se trata de ser justo, eu sou o seu homem.

Vamos arranjar um plano de pagamentos.

E pode apresentar isso ao banco.

- Onde vais, Lamar? - Direito a casa, Zebulon.

N�o vais a lado nenhum. A dona patroa quer ver-te.

Acho que isso quer dizer horas extraordin�rias.

Ainda n�o acabou o dia de trabalho.

Mas trabalhador ocupado � trabalhador feliz,

e trabalhador feliz � patr�o ocupado

e trabalhador ocupado, faz patr�o feliz.

Tudo est� bem para o Lamar, para foder o seu caminho pelo curso

desde que n�o se esque�a que � homem de entrar pelas traseiras.

�s vezes a oportunidade s� bate uma vez � porta.

Coisa que a Sal tornou abundantemente claro.

Lamar, porque n�o entras e n�o descarregas qualquer coisa.

Sal, tenho que voltar para casa. Vemo-nos amanh�, OK?

E tendo em conta que o futuro de Lamar est� em jogo...

Merda, Sal. Eu s� consigo faz�-lo de uma maneira...

Por mim pode ser de uma maneira de cada vez.

Para dentro, Lamar!

Ou ainda acabas na bicha do cheque do desemprego.

- 'Bora, vamos ver. - Sim, 'bora espreitar.

O que hei-de fazer? Ou colaboro ou perco o meu emprego...

Lamar tem uma escolha muito simples

ou se mete ao barulho ou ent�o adeus ao curso por correspond�ncia.

Mas quando o patr�o � uma patroa... quem � que vai discutir.

Os homens e a m�sica t�m que rimar.

Vamos ao trabalho, Lamar!

R�dio Rio Dio,

a Salva��o do Sudoeste,

100 mil watts curando atrav�s da f�.

E tamb�m a vossa salva��o, irm�os e irm�s,

se vos amais uns aos outros.

Sim, se vos amais uns e outros.

Sim, � mesmo a lrm� Eufala Roop

salvadora pela f� atrav�s das ondas a�reas

convidando-vos mais uma vez a deixarem-se levar pela r�dio.

Esta � a nossa sess�o de cura da tarde

uma tarde de consolo e al�vio.

Mas antes de come�armos, deixem-me fazer-vos

uma pergunta muito pessoal.

J� receberam a vossa almofada

Monte Rushmore e Terra Prometida?

Gente dos 38 estados que nos escutam

tem-nos escrito repetidamente

com encomendas destas lindas almofadas.

N�o se cansam de lhes mexer. Se ainda n�o encomendou a sua

ou�a esta descri��o

e veja se consegue resistir � oportunidade

de possuir as suas pr�prias almofadas de cetim

Monte Rushmore e Terra Prometida.

De um lado os rostos familiares do Monte Rushmore:

George Washington, Abraham Lincoln,

Teddy Roosevelt e Aaron Burr.

a olharem para si na privacidade da sua sala de estar

em cores vivas e fa�scantes sobre um fundo de cetim brilhante.

E depois do outro lado

cenas do Mar Morto, da Arca de No� e do Muro das Lamenta��es

que lhe trazem a B�blia a� mesmo no vosso sof� ou canap�.

Ao pre�o especial de 3,98 dolares.

Envie dinheiro ou cheque postal

com o seu nome e morada

- n�o envie selos nem cheques pessoais -

dirigido a "Almofada", R�dio Rio Dio, Texas.

E agora, minha gente, est� na hora da sess�o de al�vio e cura.

Com a R�dio Rio Dio

um milagre electr�nico vai acontecer.

E depois rezamos para que o que estava separado

se junte outra vez

Que o que est� fraco se torne forte.

Que o que estava pequeno se torne comprido.

E que o que estava por satisfazer seja saciado.

OK, Lamar... seja � tua maneira...

E lembrem-se, meus amigos, irm�os e irm�s,

se tiverem problemas em chegar ao vosso r�dio

ou outra coisa qualquer h�o-de lembrar-se de d�zias de usos

para as vossas novas almofadas.

Tyrone, vou-te a�oitar o rabo...

Venham c�.

Beau Badger. Estavas a pedi-las, meu sacana invejoso.

E a seguir �s tu, Tyrone!

Est�s com pressa porqu�, Tyrone?

N�o tenho pressa. Est� a fazer-se tarde e tenho que ir andando.

N�o brinques comigo que eu n�o gosto.

Toma l� esta, Tyrone, meu mariquinhas cobardolas...

Pica o ponto pela �ltima vez, meu cabr�o de espreita.

Se h� coisa que eu n�o suporto � um cabr�o de um pervertido.

E isto � tamb�m para ti, Lamar.At� que vejas as coisas � minha maneira.

Detesto os homens que n�o v�em uma boa queca de olhos nos olhos.

E assim queridos amigos,

se t�m a vossa parte que sofre junto ao r�dio

junto com a vossa almofada Monte Rushmore

juntem-se-me e cantemos esse meu maravilhoso hino:

Aliviai-me. Aliviai-me.

Cabr�o.

O Lamar deve continuar a perguntar a si pr�prio

porque tem que carregar esta cruz.

E dias como os de hoje juntam lnsultos �s feridas de um homem

que mais n�o quer da vida sen�o fazer um curso por correspond�ncia

e a felicidade conjugal com a pneum�tica Lavonia.

N�o admira por isso que Lamar se junta a Small Town e a todo o pa�s

proclamando "Gra�as a Deus � sexta-feira".

Show-business.

N�o h� como ele,

nem mesmo numa cidade pacata como Small Town.

E a super-star local � Lola Langusta,

a mais quente criatura a sul do Rio Grande.

O seu corpo enlouquecedor gravando a sua tatuagem

na libido dos seus suados espectadores.

Lola Langusta, a rainha dos espectadores gringos

Numero uno.

Sim senhor, n�1,

como dizem l� em baixo no M�xico.

Bom, o Lamar est� alguns minutos atrasado.

Em vez de ir directamente para casa para o seio da sua fam�lia

o bom trabalhador t�o americano de Small Town n�o resiste

a uma refrescante e longa pausa...

Mas porqu� este lugar, com tanto outros na cidade?

Foi o destino, ou os acontecimentos do dia que empurraram o Lamar

para a aventura que aqui o espera?

Cobarde.

Uma cerveja, se faz favor.

Aquela Lola Langusta parece uma mi�da nossa conhecida.

Na realidade ela � igualzinha � Lavonia, a mulher do Lamar.

Dois d�lares.

Bom, talvez o cabelo seja um pouco diferente

mas j� v�o ver como por baixo da pintura de guerra, � ela mesma.

Puxem um bocadinho pela mem�ria.

Talvez se lembrem que ela comprou

uma lingerie ao Semper Fidelis

que plantou uma semente na cabe�a de Lavonia

o que lhe deu uma ideia de como dar a volta

ao comportamento sexual um pouco bizarro do Lamar

e traz�-lo ao bom caminho.

A Lavonia achou que tudo o que precisava

era de um disfarce inteligente e algum palavreado mexicano sexy

para dar a volta ao Lamar.

Mas mesmo assim,

n�o acham que um homem a s�rio reconheceria a sua senhora,

mesmo de peruca?...

Acho que o que t�m que pensar

� que estamos a falar de um tipo com um Ql de 37.

Desculpa!

Bom, aquilo � que � maneira de chamar a aten��o!...

mesmo a um gajo que n�o joga com o baralho todo.

Outra cerveja, se faz favor.

Parece que ela lhe est� a dar uma droga...

Aquela pastilha at� do Godzilla dava cabo.

Obrigado, minha senhora.

Levem-me l� o Lamar.

Ainda bem que o Lamar n�o acabou a cerveja.

E agora a Lavonia, quer dizer a Lola Langusta vai tentar

o que s� n�o � imposs�vel para ela que � a brasa mais quente

dos dois lados do Rio Grande.

E para inspirar uma erec��o a um homem drogado at� � inconsci�ncia

manipulando a sua pila de todas as maneiras poss�veis.

e assim libertando Lamar do vale profundo

para que at� ele seja capaz de olhar de frente uma boa queca.

H� muitas maneiras de enfrentar um problema

mas uma boa doutora come�ar� por tratar dos mais b�sicos.

OK, gringo, a Lola tem algo muito melhor para ti.

Vais dar a melhor queca da tua vida.

Ah, gostas mais de cerveja do que de sexo?

N�o te enganes que isto ainda n�o � nada.

Ah, que � isto?!... N�o � nada!

Ah, �s s� meio homem? A Lola vai fazer de ti homem a dobrar.

Andale gringo! N�o estamos a sul da fronteira.

N�o fazemos como no M�xico. N�o � amanh�, � agora!

Aye, caramba!

O que est�s a dizer que n�o te percebo bem.

N�o achas que a Lola Langusta � a mais linda mulher do mundo?

Resoluta, indom�vel,

Lola tem que mergulhar mais fundo na sua reserva de magia carnal.

J� sei do que precisas,

a meia preta nunca falha.

Nas pr�prias palavras de Lola, a meia preta nunca falha.

O teu �nico problema � o medo.

Ela come�a por enfiar com destreza

o burrito fl�cido do Lamar na meia.

Deixa-me dar cor ao teu chouricito.

lsso, assim ningu�m te v�,

N�o tenhas medo

que j� vais fazer da Lola Langusta uma mulher muito feliz.

E em pouco tempo os seus esfor�os v�o ser recompensados

recorrendo ao velho estratagema do cabo de vassoura.

O resultado m�ximo � quase instant�neo.

Oh, � a verga mais grande que alguma vez vi!...

Adoro-a.

Adoro a tua verga.

Agora s� falta o grande teste.

� isso. Est�s melhor assim. Bom. Muito bom.

Lola celebra os excelentes resultados dos seus procedimentos,

usando sob si o corpo inerte de Lamar como se fosse um dildo vivo.

V� gringo, tu sabes, tu sabes...

N�o falas muito

mas na cama �s bom e n�o d�s problemas...

Onde estou?

O que � isso, gringo?

Est�s a dizer que a Lola � a mais bela do mundo?

Assim se percebe bem,

que o que a Lola quer � sexo do bom e normal sem coisas esquisitas.

Um homem silencioso e dispon�vel � um membro dispon�vel.

Ay, ay, ay,

a Lola n�o come o gringo

e o gringo n�o come a Lola.

Faz-me vir!...

Faz-me vir outra vez, kemosabe!

N�o h� nada melhor que uma boa queca! Uma queca como deve ser...

Onde estou?

O que aconteceu?

Sou eu, gringo,

do que tu precisas � de algo que te fa�a reviver.

Andale gringo.

For�a, gringo, continua assim.

Para secar um alco�lico � preciso mais do que conversa

E para dar a voltar �s tend�ncias dele para entrar pelas traseiras,

Lola ou Lavonia, como preferirem... sabe que os servi�os que prestou,

embora espectacularmente terap�uticos

n�o s�o de forma alguma a cura.

Uma coisa � certa, Lola tem que se desembara�ar depressa do Lamar

se quer que a terapia continue

e a amea�a recorrente do marido que regressa, ser� suficente

para que tudo recomece.

E mesmo se continua a falar latino

j� deu um bom retrato do seu homem:

dois metros de altura e mais mau que um c�o de ferro-velho

e com um instrumento duas vezes maior

do que ela tem na m�o

na companhia de 6 'vaqueros' sanguin�rios

odiando os gringos.

Bom, Lola, ou vamos antes trat�-la pelo seu nome verdadeiro

a persuas�o din�mica da Lavonia penetrou o mel�o do Lamar

pondo o seu canastro em andamento.

E sem querermos esquecer o enorme acontecimento

que pode entrar para a hist�ria da medicina,

o Lamar deu realmente uma queca normal,

apesar de inconsciente e protegido pour uma meia preta de nylon.

Mas, e isto � muito importante,

ele continua a ter que encarar pela frente uma boa queca.

N�o vi nada...

V�... volta l�...

Alguma vez tiveram um daqueles dias em que nada parece correr bem?

Vamos ver o que a Lola, quero dizer, a Lavonia anda a preparar.

- Obrigado. - Esqueceu-se do chap�u...

Obrigado, muito obrigado.

Confusos? N�o vale a pena.

Esta � �ma hist�ria mesmo muito simples.

Responda Sr. Peterbuilt...

ou ent�o eu como-lhe o almo�o.

Adoro!

3 da tarde,

ainda faltam 2 horas para acabar por aqui o dia de trabalho.

Mas h� pessoas que nunca est�o prontas para acabar.

E que ensinam com entusiasmo e com entusiasmo aprendem.

Esta manh� a Lavonia teve escola de Ver�o com o jovem Rhett

e agora est� a fazer p�s-gradua��o com o industrioso sr. Peterbuilt.

E porque olha o rel�gio t�o intensamente.

Penso que o Lamar vai levar muito tempo a mudar os pneus furados.

Olha, mais cedo do que eu pensava.

A coisa vai ser interessante de ver.

D�-mo todo.

Lavonia, diz alguma coisa em mexicano.

Ouviste, diz alguma coisa em mexicano.

Adios!...

E estas coisas? Esta peruca?

E este vestido? E estes malditos sapatos vermelhos?

Sabes, aqueles cup�es que eu andei a coleccionar...

O raio que os parta! E quem � este cabr�o?

Desaparece!

Desaparece!

J� disse, p�e-te a andar!

E nunca mais voltes!...

�s um grande porco.

N�o me importa que o sr. seja a melhor queca de Small Town, EUA.

Amanh� j� vais ouvir do meu advogado.

No tribunal n�o far� vencimento.

� conversa fiada do Peterbuilt e a Lavonia tem o n�mero dele.

Mas haver� aqui mais do que parece?

Tu pensaste que eu estava a ser m�,

que me estavas a ver ser infiel.

J� chega, Lavonia, temos que pedir ajuda...

ajuda de um profissional se queremos salvar a nossa rela��o.

Salvar a rela��o?!

... isso pode ser um meio que acaba num fim.

N�o tenho nenhuma d�vida.

O �nico homem que pode solucionar o meu problema � o dr. Asa Lavender.

H� anos que ele � o dentista preferido de Small Town

e conselheiro matrimonial em part-time.

Oh, oh, l� v�m eles.

Como estava a dizer mesmo na pac�fica Small Town

n�o h� nada que ele n�o tenha visto ou feito.

Mas este � um caso especial.

Um jovem simp�tico com uma bela mulher

que n�o consegue satisfazer as suas necessidades sen�o...

bem, voc�s j� conhecem o problema do Lamar.

O problema dela, se o que ela tem � um problema, � muito mais simples.

Ela sofre de... entusiasmo.

De qualquer forma � caso para tratamento individual.

Mas deixemos a Lavonia e o Lamar

aos ternos cuidados do dr. Lavender e da enfermeira Flovilla Thatch.

E qual � o seu problema hoje?

Eu s� consigo satisfazer-me... quando lhe dou por tr�s

- E � uma grande chatice. - Sim, percebo perfeitamente.

Esse � o problema do Lamar. Eu vim para uma limpeza dos dentes.

Uma limpeza dos dentes... certo.

Sim, estou a ver. Comecemos pelo princ�pio.

Voc� vem comigo, minha querida...

Enquanto a enfermeira Thatch...

faz um diagn�stico preliminar...

ao seu marido.

Que casal maravilhoso!...

N�o, minha senhora, isso ainda nos vai por em problemas.

Para que vai meter-se no meu problema

nunca ouviu falar em deitar �leo no fogo.

Pare, Lamar, n�o era isto que eu queria.

N�o � esta a minha ideia de divertimento.

Eu preciso de ajuda... preciso muito de ajuda...

Cala-te cabra.

Mas voc� levou-me pelo mau caminho.

Porque � que as mulheres n�o podem ser mais parecidas com os homens?

Enfermeira Thatch! Trocar!

... serem mais como os homens.

Um maricas!...

Um passivo.

O que se passa?

Nada que o seu homem n�o aguente.

lsto vai aquecer...

Sai do arm�rio, minha putinha.

Gatinha...

gatinha...

Vamos divertir-nos � grande.

Ora vejamos...

Meio metro dividido ao meio d�...

Gatin... cabra!

Est�s-me a ouvir, Lamar.

Estou a falar contigo, put�fia.

Sua Jezebel.

Abre a porta, Lamar.

� a tua �ltima hip�tese.

Lamar, � a tua rainha que te fala. Est�s-me a ouvir?

Sua cabra.

N�o brinques comigo!

Sai do arm�rio imediatamente.

Est�s a ouvir, minha cabra.

Sai imediatamente ou eu dou cabo da porta.

Sua puta, sua cabra. Sai c� para fora.

Vais pag�-las caro.

Espera que j� vais ver, minha cabra.

Lamar,

a tua teimosia est�-me a levar a fazer coisas extremas

sai da� para fora ou eu... ou eu rebento com a porta!

Lamar, afasta-te para o lado.

Lamar, Lamar,

est�s bem, gatinha?

O paizinho n�o te magoou, pois n�o?

Vai-te foder, maricas.

Eu s� te quero a ti...

minha puta velha.

A mim ningu�m me nega isso...

A mim ningu�m me nega isso... As minhas necessidades ser�o saciadas.

Sua puta velha. Sua cabra.

Beija-me. C� estou eu.

Uma peruca!

At� o teu cabelo � esquisito.

Lavonia!

Lavonia!

Temos que fugir desta casa de loucos

Mais.

Mais.

Que pila incr�vel.

Lavonia, temos que nos p�r a andar daqui para fora.

Vamo-nos embora!

Oh, Lamar...

Mais pila grande.

Estou pronta. Estou pronta.

Voc� � a vergonha dos conselheiros matrimoniais.

- Vai-te foder, gatinha. - Aldrab�o.

Se aquilo foi exemplo do profissionalismo do dr. Lavender

a tabuleta dele devia estar pendurada por um fiozinho.

Ele at� a neglig�ncia profissional diria de boa sa�de.

Quanto ao Lamar, acho que ele est� a chegar ao limite.

Ele enganou-se na porta e n�o tem muitas op��es.

Ou se arranja � sua maneira

ou ent�o pode dizer adeus � sua Lavonia e aos prazeres e ao amor.

� pena.

Tu e as tuas brilhantes ideias.

E se o Lamar quer brincar ao "Deliverance"

tem que descer o rio pelo estreito de outra.

Est� a ouvir a Radio Rio Dio

que est� no top das melhores 40 do para�so celeste.

Esta semana estamos a oferecer

a nossa fonte luminosa de pl�stico por apenas 9,98 dolares.

� verdade, s� 9,98 com embalagem e envio inclu�dos.

Queridos vizinhos,

voc�s v�o querer esta obra de arte na vossa sala.

Parece mesmo uma fonte luminosa.

Lembra-me a minha maravilhosa viagem a Tijuana...

quer dizer ao Niagara.

Mas ao contr�rio de uma verdadeira esta nunca seca.

� feita de pl�stico inquebr�vel,

produzida para funcionar 24 sobre 24 horas, meses a fio,

anos a fio. As pilhas n�o est�o inclu�das.

Enviem 9,98 d�lares, n�o aceitamos selos nem cheques,

em nome de "fonte luminosa" Radio Rio Dio, Texas.

Ao cuidado da irm� Eufala Roop,

A maior das curadoras da f�. Salvadora do Sudoeste.

E agora uma pergunta: j� pensaram abandonar a auto-estimula��o

em troca da auto-realiza��o?

A auto-realiza��o atrav�s da �gua, fonte da vida, que a todos deu vida,

aos passarinhos e aos peixinhos

aos c�ezinhos, �s bonequinhas e aos beb�zinhos.

N�o � maravilhoso?...

A �gua que limpa o corpo, a alma, as extremidades

A imers�o � a �nica resposta.

A �gua que alimenta e salva, que inunda e lava.

� uma bela ideia,

irm�os e irm�s...

s� a ideia j� me d� arrepios pela espinha acima e abaixo.

Deixem-me fazer-lhes outra pergunta:

quantas vezes j� se viram no escuro?

Lavonia, se isto n�o funcionar, nunca mais te incomodo.

� verdade, 12 pilhas super-potentes.

Nunca se sabe quando se pode precisar

e 2 pilhas n�o ser�o suficientes.

Para um pequeno trabalho sim, mas para um grande trabalho

v�o precisar de uma grande e bela lanterna.

12 pilhas.

Maior e de maior dura��o que nunca se gaste

que nunca se v� abaixo, sobretudo quando mais precisar dela.

E agora a emiss�o da vossa r�dio salvadora

vai continuar dentro de uma hora, mas antes...

um pequeno intervalo, meus caros amigos

voc�s s�o-me muito queridos todos e cada um de voc�s.

Nem imaginam quanto.

E agora a emiss�o da vossa r�dio salvadora

ser� interrompida durante uma hora

por dificuldades t�cnicas independentes dos nossos desejos.

Quer dizer, independente do nosso controle.

Mas prometo-vos, meus muito caros amigos

desde que eu consiga, h�, h�...

os meus problemas, os meus... sexuais...

os meus problemas t�cnicos.

Porque vos amo a todos...

e por isso juntem-se a n�s ouvindo estes hinos entusiasmantes.

O que posso fazer por si, meu irm�o?

Quero ser salvo, quero ser consolado e apaziaguado.

Est�dio A "Banheira da Alegria"

Deixe-me s� vestir algo mais devoto.

Onda Grande, fala a Ta�a da Salada,

a minha cambalhota est� atrasada.

V�, por favor...

Por favor, vem-te.

lrm�os e irm�s,

interropemos agora este programa da Radio Rio Dio

100 mil watts de energia curadora pela f�

transmitindo pela primeira vez em directo do nosso est�dio

uma reportagem no local sobre o al�vio e consolo dados

pela nossa irm� Eufala Roop a um homem

cujo nome n�o podemos revelar sem a autoriza��o da fam�lia.

Vamos agora em directo para o Est�dio A

onde est�o � irm� Roop, o pecador X e a banheira da alegria.

E agora meu irm�o, estamos prontos? Est� na hora da salva��o?

Est�s pronto para passar pela experi�ncia?

Vem comigo para a banheira da vida. A �gua fonte da vida.

A banheira da felicidade.

A �gua vai lavar-nos de tudo.

A �gua vai lavar-nos, aos nossos corpos e �s nossas almas.

Sim, as nossas almas e os nossos pensamentos.

Os nossos pensamentos e os nossos p�s.

N�o consigo respirar!

Sim, a �gua vai-nos purificar.

j� est�s limpo? j� est�s limpo?

Sim, j� estou limpo.

Vamos atingir a entrega? Vamos?

Vamos atingir a eternidade? Vamos?

Vamos atingir o karma? Vamos?

E ficar l�?

Vamos atingir a salva��o?

Vamos atingir a eternidade?

Vamos atingir o karma? Vamos? E ficar l�?

Temos...

Temos que ser salvos.

Vem comigo, agora. Vem. Vem comigo e vem-te.

Antes de mim, vem-te!

Temos que nos entregar. Temos que ser salvos.

Temos que atingir a reencarna��o.

Vamos atingi-la nesta vida? Ou na pr�xima?

Salva-me! Salva-me!

Atingiremos a auto-realiza��o...

A nossa realiza��o.

Realiza��o!

Realiza��o!

Salva-me!

De volta o vosso anunciante. Acabaram de ouvir em directo

a presta��o de um servi�o de consolo e salva��o

pela Salvadora do Sudoeste.

E agora os pensamentos finais da irm� Eufala Roop

lrm�os e irm�s, se n�o est�o salvos, Fa�am o que eu fa�o:

Salvem-se a v�s mesmos!

E agora, irm�os e irm�s, enquanto a irm� Roop realinha

as suas protuber�ncias de confian�a espiritual

uma selec��o de belos hinos e �reas que nos s�o oferecidos pela nossa

r�dio irm�, Radio joplin.

Gaivota a Ta�a de Salada

Ainda temos um cami�o cheio de lixo a desapachar antes que seja tarde.

Mete-me esse cu em andamento.

Talvez um soci�logo pudesse explicar

porque � que Lavonia arrisca o seu casamento ideal,

as perspectivas de um futuro cor de rosa

tudo por uma rela��o ad�ltera com o rei do lixo de Small Town.

�s tesa, tu.

Mais uma vez, sr. Peterbuilt.

Mais uma vez.

Tenho que me p�r a andar.

Al�m de que o teu homem pode estar a voltar a qualquer momento

e eu n�o quero mais merdas.

S� jantamos daqui a uma hora.

Temos imenso tempo.

Tira-me esse rabo de cima da cara.

Eu n�o fa�o minetes, � anti-americano.

Cuidado, Lavonia, cuidado.

Essa coisa ainda est� a ferver.

Oh, seis vezes em duas horas!...

Concentre-se, sr. Peterbuilt.

S� tem que se concentrar.

Mas porque raio � que a Lavonia tem que dar outra queca com ele.

Uau, toca a dar-me a volta e j�.

Lavonia, estou sem for�as.

V�, sr. Peterbuilt, vamos subir a montanha mais uma vez.

Vai ser a melhor.

Talvez tenhamos sido demasiado duros com a Lavonia.

N�o � o desejo carnal o que a motiva.

Nem mesmo o instrumento do sr. Peterbuilt vale um lar destru�do.

Daqui fala a sra. Peterbuilt.

Est�s duas horas atrasado para a minha mudan�a do �leo.

Ou vens j� para casa ou vemo-nos no tribunal.

Lamar, estava a ver que nunca mais vinhas.

Tamb�m eu.

Salta para aqui.

Lamar, est� todo entesoado.

N�o serviu de nada.

Afinal a cura pela f� n�o deu nada.

Desculpa, Lavonia.

Oh Lamar, sinto o p�ssaro na gaiola.

Mais pila,

d�-me mais pila.

Aperta as pernas, aperta as pernas � minha volta.

Tu �s �ptimo.

Melhor que o sr. Peterbuilt. Adoro!

Essa foi bem dada.

O sr. Peterbuilt � mau, Lavonia.

Sim, Lamar. Muito mau.

Volte a por isso dentro das cal�as, Sr. Fidelis.

� o que vos digo, amigos, esta can��o consola-me

Nem posso dizer como me conforta.

Especialmente nestes tempos ocupados

quando nunca se sabe o que esperar.

Uma can��o destas transporta-nos para o �xtase do bem.

E � assim mesmo que me sinto

e quem dera poder ficar aqui para sempre.

Mas h� sempre algu�m a salvar.

Algu�m que precisa de consolo ainda mais do que eu.

Mas vamos todos gozar...

gozar... este interl�dio musical

da R�dio Rio Dio.

Curando-vos em AM, curando-vos em FM

curando-vos duma ponta � outra.

lrm�os e irm�s, disto � que n�s precisamos.

Auto-realiza��o,

no melhor sentido da palavra.

Estou a receber muito boas vibra��es

Muito boas vibra��es de voc�s todos...

Anda l�, Rhett...

Tu tocaste-me na alma...

Os adolescentes precisam tanto de consolo como toda a gente.

� de novo o vosso anunciante.

Temos uma queca sem precedentes nos anais da r�dio.

Sim, pela segunda vez neste dia a irm� Eufala Roop vai proporcionar

abundante consolo e al�vio a um pecador.

Aleluia, irm�os e irm�s. Aleluia.

D�em-me aquela religi�o de antigamente

Se � boa para mim...

Deixem-me amar toda a gente.

Se � boa para mim...

� claro que as pessoas se divertem em Small Town

mas � apenas para que as coisas n�o se tornem demasiado tranquilas

e se n�o conseguem as coisas � primeira,

bom h� sempre amanh�...

Para al�m do campeonato,

h� sempre mais do que um jogo para ser jogado.

Sempre quis ter o meu pr�prio ferro-velho.

Pila, pila... d�em-me mais pila.

RM... n�o sabia que ainda andavas por aqui!

H� sempre alguma coisa para cada um em Small Town...

E � por isso que � um s�tio t�o agrad�vel para viver.

Para o Lamar, por exemplo, agora que ele e a Lavonia entraram em sintonia

aposto que ele vai acalmar e at� fazer uma p�s-gradua��o.

E da�... talvez nunca mais volte aos livros.

O que � que me vais dar no dia dos meus anos?

J� tu estou a dar!

Volt�mos ao princ�pio.

Mas s� no dia dos teus anos!

Se por acaso passarem por aqui...

venham fazer-nos uma visita a Small Town,

ber�o da na��o.

... para esta morada, amigos,

mas n�o aceitamos cheques nem selos,

endere�ados a " Almofada", Rio Dio, Texas.

E agora, meus amigos...

J� conhecem o meu filho de 14 anos, o Rhett

mas acho que n�o conhecem a minha mulher austr�aca, Supersoul.

Digam ol� �s pessoas que vos est�o a ver na terra do cinema.

- Ol�. - Wie gehts?

Meu filho,

se queres estar por aqui quando fizeres 15 anos

� melhor tirares c� para fora essa coisa a que chamas pila

e deixares o teu pai mostrar-te como se faz.

Fa�amo-la forte e que o que estava por saciar, seja saciado!

Como dizia o velhote

des�am qualquer rua, batam a qualquer porta, e ver�o

pessoas normais, pessoas comuns, pessoas caseiras,

como qualquer dos nossos vizinhos.

O Rhett, por exemplo.

O jovem delinquente com um grande futuro.

Mas na realidade ele est�-se a marimbar.

Ou a Lola Langusta,

pioneira mexicana da liberta��o das mulheres.

Pena � que aquelas mamas

n�o tenham sido imortalizadas em notas de banco.

E o palerma do Peterbuilt, rebentado pelo seu pr�prio instrumento.

Flovilla Thatch, essa sim sabia-a toda.

E agora � uma enfermeira com muito pr�tica.

E o Zebulon, provou que a maneira americana � a �nica maneira.

E agora para ele �: sempre em frente at� Hollywood.

E a esposa austr�aca, Supersoul, que muge alcezinhos �-vontade.

Eufala Roop, consoladora e aliviadora das massas

com os seus tesouros inchando... e livres de impostos, � claro.

Asa Lavender foi desmascarado, mas h�-de voltar

talvez como m�dico, advogado ou... chefe �ndio.

Ou at� mesmo professor.

E sobre Lavonia, que posso eu dizer?

Um esmagador cadinho de satisfa��o.

Se a sua patente de adult�rio pudesse ser comercializada

ela seria rica e dona da cidade.

E depois temos o Lamar.

Esse descobriu que algo t�o querido como o amor

tamb�m precisa de vez em quando de mudar.

Kitten Natividad, uma Brunhilda latina,

todas as Lorelei's numa s�.

Mas acreditem-me. Essa � outra hist�ria.

A moda de Paris vinda do Paraguai.

Semper Fidelis,

cujo castorzinho do sexo abrindo os diques de Small Town

A Sal do P�tio do Ferro-velho... a trabalho igual, sal�rio igual.

E nunca cobra pelas horas extraordin�rias.

E j� me esquecia... Bormann!

Que descuidado que sou.

O Marty! Finalmente encontrou a paz no seu bem amado deserto.

Oh, fode-me... fode-me.

Kitten, vamos embora!...

Onde raio est� a equipa?

N�o importa.

Deixem-me confirmar uma quest�o de hist�ria

e registos militares.

A dentadura de Bormann

foi encontrada alguns anos depois da ll Guerra,

mas nunca o encontraram a ele.

Mas ele ali est�, vivo e de boa sa�de, querida

prova viva de que tudo se arranja

quando se vai para l� do vale dos ULTRA VlXENS.

Oh, Marty,

� muit�ssimo melhor sem os teus dentes.

N�o percam as pr�ximas aventuras da generosa Lavonia

desafiando uma fornada de novas amigas do peito

para as honras horizontais...

de Russ Meyer e

As Mand�bulas de VlXEN.

"...ele nunca o h�-de soltar!"

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.