All language subtitles for Dungeons.and.Dragons.Honor.Among.Thieves.2023.720p.AMZN.WEB-DL.DDP5.1.H.264

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Original subtitles

S�o eles.

Em prontid�o!

Mais dois prisioneiros chegando.

Preparar aportagem.

�s posi��es.

Devagar.

Seguran�a no port�o.

Prisioneiro andando.

QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL/DM | loschulosteam@gmail.com

Maravilha! Mais um colega de cela.

Mas parece encantador!

Mostrarei os aposentos para se situar!

O balde onde o nosso mijo congela. E�

� isso!

Qual o seu nome, mo�a?

Ela � a Holga. Eu, o Edgin. E voc�?

J� estive em muitas celas. Nunca com uma f�mea.

Vou gostar.

Um conselho:

A Holga n�o gosta de ser incomodada quando come batata.

- � o auge do dia dela. - Cale a boca.

Claro! Manda ver!

Um pouco t�mida, �?

N�o sou t�o mau depois que me conhece!

N�o fique assim.

Podemos ser muito felizes�

Ser� uma luvinha sem separa��o de dedos.

Quem eu quero impressionar?

Nenhuma fortuna encontrada Nenhum destino divino

Se comparam a se embebedar Com o n�ctar do vinho

Toda turma corada Bebe at� cambalear

Entornando a caneca E vendo o dia passar

Chega de cantoria.

Voc� manda, Tobias.

O Conselho da Absolvi��o � amanh�.

Sem muita esperan�a, Edgin.

O que est� falando?

O Jarnathan est� no Conselho. Ele � um aarakocra.

Se algu�m vai nos libertar, � ele.

N�o vai acontecer.

Estou falando, Holga, � o nosso �ltimo dia quebrando gelo.

Pela autoridade da Alian�a dos Lordes,

este Conselho da Absolvi��o est� oficialmente aberto

no caso Edgin Darvis e Holga Kilgore.

� o 2� ano de encarceramento pelos crimes

de roubo e trapa�a.

� tarefa do Conselho determinar a elegibilidade para o perd�o.

O que tem a dizer?

Obrigado, chanceler Anderton, estimados membros do Conselho.

Antes de come�ar, percebi que o chanceler Jarnathan n�o est�.

Vamos esper�-lo?

O chanceler se atrasou com a tempestade. Pode come�ar.

Entendo, � que eu, n�s�

cont�vamos com a presen�a dele.

Comece ou desista da declara��o.

Muito bem.

Vou come�ar contextualizando.

Eu nem sempre fui um ladr�o.

Anos atr�s, me tornei membro dos harpistas:

Uma rede de espi�es que jurou combater a tirania

e defender os oprimidos sem pedir nada em troca.

A minha esposa, Zia, me apoiou, conhecendo os riscos.

De dia, eu espreitava os mercen�rios,

detinha os bandidos em fuga

e levava os Magos Vermelhos de Thay � Justi�a.

� noite, voltava para a minha amorosa esposa e a minha filha Kira.

Para ser sincero, houve momentos em que questionei

a parte do juramento de "n�o pedir nada em troca".

Mas a minha esposa dizia:

"N�o tem que nos dar tudo, s� precisamos de voc�."

E o Jarnathan?

Est� perto? Eu espero.

Ouviu o que dissemos?

A tempestade. Pelo que conhe�o do Jarnathan,

ele seria receptivo � minha hist�ria.

Eu odiaria esperar um ano para voltar�

Prossiga.

Decerto. Vamos l�!

Quando voc� � um harpista, � garantido ter inimigos.

E �s vezes esses inimigos v�m atr�s de vingan�a.

Nenhum cl�rigo pode reparar o dano da l�mina de um Mago Vermelho.

N�o havia como ressuscit�-la.

Quando a Zia morreu, morreu a devo��o ao meu juramento.

Sinto muito, � dif�cil reviver isso�

sem o Jarnathan aqui.

De novo isso?

Ele perdeu a parte mais importante.

Como me julgar sem saber a minha motiva��o?

Somos capazes de decidir o seu caso sem o Jarnathan.

- Continue logo. - Onde estava?

� noite, voltava para a minha amorosa esposa e a minha filha Kira.

Voltou muito. Pare de protelar.

Desculpe. Resumindo:

Os meses seguintes foram dos que mais me envergonho.

Foi a� que conheci a Holga.

Ela teve pena de mim.

Na verdade, da beb�.

A Holga tamb�m estava no fundo do po�o!

Muitos anos antes, foi expulsa da tribo por se apaixonar por um estrangeiro.

Em pouco tempo, j� parec�amos irm�os,

tendo por base a confian�a e o respeito m�tuo!

Sem dinheiro e sem um jeito digno para ganh�-lo,

decidimos p�r de lado a dignidade e tentamos algo novo.

� embriagante quando percebe que�

o que separa voc� do que sempre quis

pode ser t�o fino quanto uma vidra�a!

V�o se perguntar como mantivemos o estilo de vida criminoso

com uma crian�a em casa.

N�o a deix�vamos em casa!

Ande! R�pido, r�pido.

A Kira n�o era a �nica recruta.

Acrescentamos o Simon, um feiticeiro "mais ou menos",

e o trapaceiro Forge, que nos incentivou a almejar mais.

Logo nos tornamos uma equipe.

Sim, �ramos ladr�es, mas tentei manter um padr�o!

Nunca fer�amos ningu�m.

E s� roub�vamos quem n�o tivesse muito preju�zo.

Tudo mudou quando conhecemos a maga Sofina.

S� sab�amos que ela

queria ajuda para roubar a Fortaleza de Korinn.

� um forte harpista. N�o sei se ouviram falar.

O Jarnathan ouviu.

Era abarrotada de rel�quias confiscadas dos malfeitores,

e s� os harpistas tinham acesso.

Por isso a Sofina nos procurou.

Primeiro recusei. Eu n�o faria algo t�o baixo!

Mas depois o Forge disse que, entre as rel�quias,

havia uma T�bua da Ressurrei��o

capaz de reviver uma �nica pessoa falecida.

Mesmo morta pela l�mina de um Mago Vermelho.

J� viram aonde isso levaria!

- Por que n�o posso ir? - Desculpe, este � perigoso.

Ent�o n�o devia ir.

Temos tudo o que precisamos.

Ainda n�o. Mas este � o �ltimo.

Acredite em mim.

Confie, pequena. Voltaremos logo.

N�o falei da T�bua.

Ficaria decepcionada se sa�sse errado.

E saiu errado.

Logo nos veremos, meu amor.

Intrusos.

Est�o ali.

N�o machucamos ningu�m.

Ela ficou presa no Tempo Parado. Reverta, Simon.

N�o posso. A Sofina � poderosa.

Pegue a T�bua. Deixe a Kira em seguran�a.

Tem a minha palavra.

Mesmo se o Conselho me desse mais dois anos de pena,

ou 20, que seja,

n�o seria puni��o para o pior crime que cometi:

Privar a minha filha de estar com o pai.

Mas, se os senhores decidirem me libertar,

passarei o resto dos dias tentando consertar esse erro.

Algo a acrescentar?

Nada.

Antes que anuncie a decis�o, imploro, por favor, que espere�

- o Jarnathan. - Perdoem o atraso.

Estou feliz de v�-lo!

- Holga, agora. - Guardas.

Me solte, senhor.

Ela est� lan�ando batatas.

Jarnathan.

Aprovamos o seu perd�o.

Voe, p�ssaro, voe.

Ainda est� respirando.

Falei que ele nos tiraria de l�.

DUNGEONS & DRAGONS HONRA ENTRE REBELDES

Algum sinal da Kira?

Est� vazia faz tempo.

Aonde o Forge a levou?

N�o saiu da Costa da Espada. O Forge gosta de cidade grande.

Jantar para o senhor e a sua senhora?

- O qu�? N�o. - Eu com isso?

- Com esse l�bio? - Que ideia! S� bebida.

Vamos pegar um barco at� o Portal de Baldur

e depois rumar para o Norte.

Enquanto procuramos o Forge farei uma visita ao Marlamin.

Quer passar por isso?

- E se ele n�o quiser conversar? - N�o � o que ele quer.

- Tudo bem. - � para fechar o ciclo.

Ele escreveu que n�o era mais o seu marido.

N�o fechou o ciclo?

- Voc� n�o entende. - N�o�

mesmo!

Este � o�

Filho da m�e!

O Forge � o Lorde de Nevenunca.

Como esse palha�o armou isso?

Desde que esteja com a Kira, n�o interessa.

Vamos.

Obrigado. O que tem o meu l�bio?

Muito grande para a sua cara.

Tem quem goste!

Nunca vi aqui t�o cheio!

Devem ser os Jogos Meridianos.

O meu pai me levou no �ltimo, antes de serem ilegais.

Algu�m venceu?

Um competidor chegou na �ltima rodada

antes de o monstro comer o tronco dele.

N�o.

Legal ver que o Forge n�o perdeu a mod�stia!

- Quanto tempo faz? - Dois anos?

N�o, que estamos aqui?

Pai.

Holga?

Kira.

- Senti tanta saudade! - Ol�, pequena.

- Venha aqui. - Oi.

Pensei em voc� todos os dias.

Fiz para voc�.

- O que �? - Luvinha.

Obrigada.

Voc� ficou bem?

O tio Forge � muito bom comigo.

"Tio" Forge?

Venham. Ele quer ver voc�s.

Ainda uso o pingente que me deu, Holga.

Para me esgueirar pelo castelo de vez em quando.

- Estranho voc� estar aqui. - Kira, olhe.

Eu sinto muito por tudo que aconteceu.

Eu arrisquei.

E n�o valeu a pena.

Por que est� chateada comigo?

Age como se n�o tivesse culpa.

A� est�o!

Meus velhos amigos!

Que surpresa maravilhosa! Venha aqui.

Essa barba j� est� grisalha?

Est�. Gostei.

Sagaz, mas com ar de professor!

Est� parecendo um�

pescador versado, com segredos.

E a Holga.

Sei que n�o gosta de abra�o.

Mas estou precisando. Sim?

Os �ltimos anos podem ter sido temerosos, mas achei que ficariam presos mais tempo.

Recebemos liberdade antecipada.

- Bom comportamento. - Nos comportamos.

Entendo!

Bem-vindos de volta!

Est� fervendo de t�o quente!

Como sempre.

Kira, vamos falar com o pessoal da cozinha.

N�o precisa ser t�o quente!

Sim, est� quente. Como virou Lorde de Nevenunca?

Certo.

Antes de ser preso, voc� me incumbiu de cuidar da nossa Kira.

N�o pensei muito nisso na �poca.

Mas, em certo momento, olhei para ela

e percebi que tinha que ser um homem melhor.

N�o podia devolver os tesouros roubados.

E, quando o Lorde Brasanunca adoeceu,

aproveitei a chance de fazer a diferen�a.

E o dinheiro da Fortaleza de Korinn financiou a campanha.

Mas eu n�o faria tudo isso sozinho.

A� est� ela.

Lembram da Sofina?

- Ainda trabalha com ela? - Fomos pegos por causa dela.

N�o � verdade. Sem ela, ser�amos todos pegos.

Desde ent�o ela se tornou�

a minha principal conselheira.

O ch� est� queimando. Desculpem. Queimando mesmo!

Sofina.

Ser� que pode�

Certamente.

�timo, obrigado.

N�o imaginei que poria o dedo na x�cara, ent�o�

Deixarei para depois.

Se nos der a T�bua, a Kira, a Holga e eu partiremos.

Foi por isso que voltou.

N�o por mim, foi pela T�bua das Riquezas.

"Riquezas"?

N�o, � a T�bua da Ressurrei��o.

Desculpe, como �?

O motivo de eu concordar com o roubo.

Ele disse que a deixei por riquezas?

Falei a verdade. Ela tem o direito de saber.

Ele mentiu.

Eu quis trazer a sua m�e de volta.

Sei que deseja o perd�o dela,

mas mentir n�o � o caminho.

Voc� � uma cobra!

Sabe o que ele buscava.

Por que n�o falou que foi pela mam�e?

Para voc� n�o perd�-la de novo se eu falhasse.

N�o culpe a pobre menina de suspeitar de voc�.

Afinal de contas,

est� mentindo desde que pisou aqui, n�o?

- Escaparam? - Quer�amos voltar para voc�.

Olhe para mim. Juro que era a T�bua da Ressurrei��o.

Fiz pela sua m�e, por n�s. Confie em mim.

Disse para confiar em voc� quando me deixou.

Kira, n�o, espere.

- Kira. - D� um tempo a ela.

Foram anos sofrendo com a sua aus�ncia.

E voc� envenenando-a contra mim.

N�o � verdade.

Raramente falamos de voc�!

- D� o que ele veio buscar. - A T�bua?

N�o a entregarei para voc�.

Nem a sua filha, se quer saber.

Calhorda!

Agora est�o no ch�o.

Odeio ver isso.

A Sofina � realmente uma maga muito, muito poderosa.

Devia saber desde a �ltima vez em que caiu na armadilha dela.

Voc� sempre quis que f�ssemos presos.

N�o, queria voc�s e o Simon presos, mas ele escapou.

Tantos anos juntos e voc� nos traiu por essa bruxa?

Nunca confie num trapaceiro.

Exceto por isto:

A Kira est� realmente feliz e muito bem cuidada,

e acabei amando-a como filha.

Eu nunca tinha sentido o encanto de ser pai at� ser.

Mas ter uma pessoa para te admirar

e voc� poder mold�-la � sua imagem

� como ser um deus.

Espere, sou deus e lorde! Estou me saindo bem!

Bosque Negro?

Pode devolv�-los � pris�o? E traga a recompensa.

Preciso ir.

Receberei os homens mais ricos do Portal de Baldur e de �guas Profundas

para falar sobre os Jogos Meridianos, que voltaram.

N�o � mesmo um feito?

Foi genuinamente encantador ver voc�s!

Holga, Holga, Holga.

Mate os dois.

- Temos que tir�-la de l�. - Vamos tirar.

Agora vamos pensar em sobreviver.

- Sabe o que fazer, certo? - Sei que voc� n�o sabe!

De joelhos.

Bela l�mina!

� trabalho do Ghelryn Martelo Inimigo?

Como sabe?

O entalhe do cabo.

E o peso? Apara os golpes?

� de a�o negro.

- Muito legal! - Agora abaixem a cabe�a.

Espere.

Voc� limpa com qu�?

Est� prestes a perder a cabe�a.

E se preocupa com isso?

Pode responder?

�leo de linha�a fervido. Uma vez por m�s.

Devia ser uma vez por semana. Por isso enferrujou.

- Pode cortar. - Pode cortar, vamos l�!

Peguem-na.

Detenham-na.

Estamos bem agora.

- Antes de sairmos da cidade� - Comprar �leo de linha�a fervido!

Toque-toque.

Eu queria ter certeza de que est� bem.

Eu sabia que veria o meu pai um dia.

Queria que fosse diferente.

Voc� tem que entender que,

quando ele perdeu a sua m�e,

ele tamb�m ficou perdido.

Por que ele mentiu sobre a T�bua?

Vergonha de admitir do quanto abdicou por t�o pouco!

Vou falar com ele.

O que foi?

Ele j� foi, minha cara, j� foi.

Entreguei a T�bua das Riquezas e�

ele partiu.

A Holga tamb�m?

Sinto muito.

Saiba que, mesmo ele n�o estando ao seu lado,

eu sempre estarei.

Eu sei.

O fato de voc� ver o bem em mim

me faz crer que devo ser um pouco bom!

Pod�amos lan�ar uma mensagem em uma flecha.

- E se a atingir? - Corremos o risco.

Matar a minha filha com uma flecha?

Esse risco, n�o.

Mesmo se ela recebesse a mensagem, n�o viria.

Ela v� o Forge como pai.

Temos que entrar no castelo e tir�-la de l�.

� loucura.

� mais vigiado que a Fortaleza. E sabe o que houve l�.

Precisaremos de uma equipe.

Equipe? Quem vai nos ajudar? N�o temos como pagar.

Mas o Forge tem.

Ele disse que gente rica vem apostar nos Jogos Meridianos.

- Haver� uma fortuna no cofre. - Sim.

Sem falar da T�bua.

Assim a Kira saber� que�

Abandonamos ela pelo motivo certo.

Eu n�o diria assim, mas, sim.

Quem chamaremos para a equipe?

O Simon ainda est� em Javatri?

O Simon � um p�ssimo feiticeiro.

N�o o vemos h� dois anos, com certeza melhorou.

Assim ningu�m vai "segurar vela"!

E que tal este: Gostam do cheiro de grama rec�m-cortada?

Est�o sentindo? � grama cortada.

O meu filho de cinco anos faz essa magia.

Mas ele faz esta?

Fraca!

Ele n�o melhorou.

N�o se trata do que ele faz ali.

� dif�cil ficar levemente emba�ado assim.

Qualquer um consegue emba�ar muito, mas "levemente"

� a magia de verdade.

� o�

Ele est� depenando a gente!

N�o � o que est�o pensando. Faz parte do ato.

Est� mentindo.

Peguem-no.

�gide.

�gide.

Essa n�o era a �gide.

N�o estou gostando do show.

� um homem morto!

- Simon. - Holga.

- Vai ficar para o bis? - Me tirem daqui.

Eu podia ter avisado que o Forge era um patife.

Quando sa� do cofre, a Sofina tentou me matar,

e ele apoiou.

Dizem que ela fez o Lorde Brasanunca adoecer

para abrir caminho para o Forge.

Magia de outro n�vel!

N�o se subestime. Vimos o seu show!

Ataque-a com o truque da grama rec�m-cortada!

Que engra�ado!

N�o o culpo por querer salvar a Kira,

e adoro a ideia de "puxar o tapete" do Forge,

- mas roubar o castelo n�o vale o risco. - E roubar o seu p�blico?

- Precisa de dinheiro? - Desesperadamente.

Eu ia dormir no teatro hoje,

- mas n�o � prudente. - E a�?

Qual magia arcana protege o cofre?

- Vamos descobrir. - Ludibriando

toda a Guarda do Castelo?

Eu? N�o.

Um druida talvez, em Forma Selvagem.

Entram e saem despercebidos como um�

- rato ou um� - Cervo.

�, para se misturar com os outros cervos do castelo!

N�o ca�oe de mim.

Onde achamos um druida?

Conhe�o uma druidesa. A Doric.

� espetacular.

Soou rom�ntico!

�. Para mim foi.

Mas ela n�o achou a minha falta de autoestima atraente.

N�o � o seu forte!

Obrigado.

Em nome de Forge Fitzwilliam,

a prisioneira est� condenada � morte por desmembramento

pelo crime de difamar o nosso l�der.

O Enclave Esmeralda nunca ceder�.

N�o podem matar a Justi�a.

Ao meu comando!

- A sua Doric � radical. - Prontos?

Essa n�o � a Doric.

Ande! Mate-a.

Andem!

Andem!

Aquilo � ela.

- O que � mesmo aquilo? - Um urso-coruja.

- Fica no alto? - J� chegamos.

- Fique onde est�. - Espere. Sou eu.

- O Simon. - Que Simon?

Ai!

O Simon Aumar.

O feiticeiro.

Eu cortejei voc�.

Voc� disse que a deixei mal.

N�o porque fiz alguma coisa, mas pelo que sou.

- �. - �.

O que faz aqui?

- Precisamos de um cervo. - N�o.

Destruiremos o Forge Fitzwilliam.

Como veio para c�?

Nasci de pais humanos que n�o queriam uma filha tiferina.

Os elfos me acolheram.

- Agora protejo o Enclave Esmeralda. - Mais uma raz�o para nos unirmos.

S� voc� pode entrar no castelo sem ser vista

e dizer com o que estamos lidando.

N�o confio em humanos.

Descobri que s�o detest�veis e ego�stas.

Estou descobrindo que voc� � meio mazinha!

Eu sou s� meio humano!

E p�ssimo feiticeiro.

O Simon � um feiticeiro impressionante!

Descendente do Elminster Aumar.

Para ter �xito nisto tem que acreditar que pode fazer.

- Ele n�o acredita. - Faz sentido.

O Simon n�o tem a minha esperteza nem a for�a da Holga,

mas, na hora, ele resolve bem.

- Por isso o escolhi. - S� conhece esse feiticeiro!

Assim n�o ajuda!

Quais as suas habilidades?

As minhas? Sou um planejador.

Fa�o planos.

J� fez o plano. Qual o seu valor agora?

Se o plano falhar, fa�o outro.

Os seus planos falham.

- N�o. - Toca ala�de.

Holga, n�o � relevante. Sou indispens�vel.

� que�

nenhum dos planos para destruir o Forge funcionou.

Questionamos como ele chegou ao poder,

e ele nos declarou inimigos.

Come�ou destruindo as nossas casas

e executando o povo.

Se n�o o detivermos logo,

n�o sobrar� nada para defendermos.

N�o vou fazer pelo dinheiro,

mas pelo povo que me acolheu quando ningu�m me quis.

Ficaremos com a sua parte.

Sinto a sua impaci�ncia.

Szass Tam.

� a disc�pula em quem mais confio.

Remova o capuz.

N�o esconda a sua identidade de mim.

Prefiro ser descarnada

do que passar mais uma hora com o Forge Fitzwilliam.

Aquele homem � insuport�vel.

Mas nunca chegar�amos aqui sem o "charme" dele.

Os vivos j� macularam demais este mundo.

Conforte-se em saber que o seu trabalho aqui est� quase finalizado.

Voc� est� aqui.

E vejo que tirou o capuz.

Melhor se cobrir.

Os Magos Vermelhos de Thay

n�o s�o t�o populares quanto voc� deve ser fora de Thay.

E voc� est� prestes a ser menos popular.

Mas longe de mim dizer o que deve fazer.

O Caldwell e o Piradost chegaram. Ia lev�-los�

Barulho chato! Tenho que ajeitar essas cadeiras.

Elas�

Voc�s ver�o que tomamos todas as medidas imagin�veis

para proteger os bens que voc�s possam, ou n�o,

apostar nos Jogos Meridianos.

Novas portas levadi�as em todas as alas do castelo.

Se o alarme soar, ningu�m entra nem sai.

E aqui est�

o cofre propriamente dito.

A minha conselheira-chefe, Sofina, dar� todos os detalhes.

� protegido pelo Selo Arcano de Mordenkainen.

Bem�

talvez n�o "todos os detalhes", mas�

basta dizer que � uma magia poderosa.

O que o motivou a retomar os Jogos?

O Lorde Brasanunca achava muito brutal.

Eu e o Lorde somos diferentes.

Prefiro ser ativo, ele prefere o estado vegetativo!

Voc� � terr�vel.

Posso ser brincalh�o.

A verdade � que os Jogos juntam muito as pessoas.

E n�o � o papel do governo negar ao povo o que ele deseja.

Nem a voc�s, seus calhordas ricos, o direito de lucrar.

Aceitam um lanchinho?

Sil�ncio.

Uma Forma Selvagem est� entre n�s.

Ei!

Pare.

N�o consigo pegar.

E ela virou um cervo.

S� no final.

- Tem certeza sobre a Sofina? - Vi as marcas.

Por isso n�o pude reverter o Tempo Parado.

O Forge levou a minha filha para l� com uma Maga Vermelha.

O cofre � protegido pelo "Selo Arcano de Morty Kamen".

Mordenkainen?

- � isso. - Miseric�rdia!

O que foi?

Se o cofre tem o Selo Mordenkainen,

- � impenetr�vel. - Abre com magia?

Est� bem, l� vai:

Odeio o fato de acharem que tudo se resolve com magia.

Tem limite! Isto n�o � historinha para dormir.

- � o mundo real. - Tem jeito de abrir?

S� sendo um dos feiticeiros mais poderosos do mundo. N�o.

Ou com o Elmo da Disjun��o.

O qu�?

O Elmo desfaz encantamentos pr�ximos.

Mas n�o importa.

Mas est� perdido h� s�culos. N�o tem jeito.

Por favor!

Qual o problema? Podemos ach�-lo.

Se ach�ssemos, eu teria que sintonizar com ele,

e sou p�ssimo nisso.

Voc� consegue.

- Voc� dizer isso n�o resolve. - Voc� dizer, resolve.

- N�o consigo. - Consegue.

- N�o vou conseguir. - Diga.

- N�o. - Est� bem.

Que fique entre n�s. N�o quero baixar o moral do grupo.

Que moral?

- A Holga sabe onde est� o Elmo. - Sabe?

A minha tribo enfrentou o Culto dos Drag�es nos Charcos Eternos.

Perguntaremos aonde foi.

Essa batalha foi h� um s�culo. Todos morreram.

Pergunte com magia.

Ele disse que n�o se conserta tudo com magia.

Na verdade, posso fazer.

Reviver um morto?

Reviver, n�o,

mas tenho uma moeda que permite fazer perguntas,

e depois morrem de novo.

- Eca! - � bem horr�vel.

� bem maravilhoso.

Vamos para os Charcos Eternos. Obrigado, Simon, pelas bebidas!

O qu�? N�o�

Pague com magia!

A Forma Selvagem deve ser aliada dos ex-parceiros do Forge.

O Forge est� agindo contra n�s?

Se ele lucrar, n�o interferir�

com a conquista do Szass Tam.

Encontrarei esses ladr�es.

Antes que v�,

os homens atr�s de n�s os deixaram escapar.

Entendi.

� um thayano.

Ei, Edgin!

Olhe onde estamos.

O Marlamin? S�rio?

Vai fazer isso com voc�?

S� vou pegar umas coisas.

Ele pintou as janelas.

Lindo.

Holga.

Ol�, Marlamin.

- Esse � o Marlamin? - �.

Ficamos todos surpresos quando o conhecemos.

A sua pena n�o era maior?

Eu fugi.

A Holga de sempre!

O que tem feito?

O de sempre.

Tenho o jardim. Trabalho no meu livro.

Ainda tem o cajado de caminhada que te dei.

Sim. Sim.

Leve se quiser.

- A Gwinn n�o gosta de andar. - "Gwinn"?

- Est� em casa, querido? - Aqui.

Esmaguei uns batraquianos l� no�

Ol�.

- Quem � essa? - Gwinn, essa � a Holga.

Ouvi muito sobre voc�.

Apertaria a sua m�o, mas�

Muito prazer!

Quanto tempo fica na cidade?

Estou de passagem.

Vou falar com uns corpos no sul de Nesme.

Maravilha!

Vou lavar as m�os para o jantar. O que vamos comer?

Ganso curado no sal com frutas silvestres.

Foi um prazer.

- H� quanto tempo voc�s� - Um ano agora.

Ela faz voc� feliz?

Mais do que eu te fiz?

Digamos assim: Ela ganha a vida honestamente.

N�o bebe at� cair.

E n�o me faz chorar noite adentro

sem eu saber onde est�.

Eu estava sofrendo.

Fui banida da tribo para ficar com voc�.

E tentei construir um lar para voc� esquecer isso.

Mas n�o esqueceu.

A Gwinn parece encantadora.

Voc� merece.

Obrigado.

Quando voc� partiu, perdi a minha fam�lia.

Tive a sorte de achar outra.

E desejo o mesmo para voc�.

Minha doce Ho-Ho!

Vamos destruir o Forge.

Mostrarei ao Marlamin e � Tribo do Alce que foram tolos em me deixar.

Nenhuma fortuna encontrada Nenhum destino divino

Se comparam a se embebedar Com o n�ctar do vinho

Toda turma corada Bebe at� cambalear

Entornando a caneca E vendo o dia passar

- Ih-ha! Voc� sabe como �! - Ih-ha! Voc� sabe como �!

- O nosso trabalho pode esperar - O nosso trabalho pode esperar

- N�s vimos o desatino dos homens - N�s vimos o desatino dos homens

- Que resmungam em vez de festejar - Que resmungam em vez de festejar

- Ih-ha! Voc� sabe como �! - Ih-ha! Voc� sabe como �!

- O nosso trabalho pode esperar - O nosso trabalho pode esperar

- N�s vimos o desatino dos homens - N�s vimos o desatino dos homens

- Que resmungam em vez de festejar - Que resmungam em vez de festejar

Muitos parentes morreram em batalhas aqui.

Sempre imaginei ser enterrada num solo sagrado como este.

�.

Algu�m tem uma p�?

Simon, como � que funciona?

Leio o encantamento da moeda eclesi�stica.

Est� em algum lugar. Aqui.

Assim que o morto reviver, fazemos cinco perguntas,

e depois ele morre para nunca mais reviver.

Por que cinco perguntas?

- � como funciona. - Parece arbitr�rio.

- Vamos come�ar, por favor? - Certo, sim.

Que agrad�vel!

Talvez eu n�o esteja dizendo�

N�o tive medo, s� me assustei!

Vamos l�!

Morreu na Batalha dos Charcos Eternos?

- Sim. - Maravilha!

N�o para voc�. Sinto pela sua perda.

- Mais quatro perguntas? - Sim.

N�o foi para voc�.

- Essa contou? - Sim.

Porcaria!

S� responde quando eu falar com voc�, t�?

Sim.

Por que falou "t�" no final?

N�o falei.

Fant�stico! Cad� a p�?

Toke Horgath.

Durante a batalha, viu o Elmo da Disjun��o?

Estava de posse do meu chefe, Stanhard Grimwulf.

Est� bem, �timo.

E o que o Stanhard Grimwulf fez com ele?

Quando os cultistas chegaram no cume, est�vamos em maior n�mero.

Mas essa vantagem n�o significava nada contra o drag�o Rakor.

Horgath.

Horgath.

Pegue isto e corra.

Mantenha longe do Rakor a todo custo.

Entendido, senhor. N�o se preocupe.

� a �ltima coisa de que lembro.

Sim, bem�

Obrigado pela ajuda.

Vamos procurar o t�mulo do Stanhard Grimwulf.

Espere a�! Espere a�!

N�o vai fazer as tr�s �ltimas perguntas?

Que perguntas? Ele j� contou o que sabe.

N�o v� deix�-lo assim. Olhe o coitado!

Est� bem.

- Qual a sua comida favorita? - Aveia. N�o, cevada.

Ai, caramba!

Gosta de gato?

N�o muito.

Est� bem.

Quanto � dois mais dois?

Sou ruim em Matem�tica.

- N�o se sente melhor? - N�o.

Muitas vezes, a decis�o mais onerosa que um l�der pode tomar

� a de se retirar.

E eu dei essa ordem.

Ordenei ao meu senhor da batalha para entregar o Elmo

ao cavaleiro mais ligeiro, o Ven Salafin.

Se chegarmos no cume�

De novo, n�o.

Era a manh� da batalha.

Quando sa� da banheira, escorreguei na pedra.

E foi para a batalha?

N�o. Morri, na queda.

O Stanhard Grimwulf deu o Elmo para o Ven Salafin.

N�o � voc�?

Sou o Sven Salafin. O Ven � o meu irm�o.

Isto � um pesadelo!

O Ven est� bem?

Fui ferido e tinha perdido o cavalo quando escapei do campo de batalha.

N�o me importei comigo.

Eu precisava manter o Elmo em seguran�a.

Era um thayano que exibia a marca do Szass Tam.

Esperei o ataque fatal.

Mas nunca veio.

Ele era muito gentil.

Disse que se chamava Xenk Yendar.

Tinha fugido do Szass Tam e agora morava no ex�lio.

Enquanto eu morria, ele prometeu manter o Elmo em seguran�a.

Por algum motivo, acreditei nele.

Est� brincando, um thayano gentil!

Falo a verdade.

Est� falando besteira.

O thayano mentiu e voc� morreu � toa.

Esque�am o Elmo. Entraremos de outro jeito.

N�o, ouvi falar do Xenk.

� um paladino. Ajudou o Enclave a derrotar os Cl�rigos de Talos.

Tamb�m o conhe�o.

O meu tio disse que o Xenk enfrentou um Observador com uma ab�bora afiada.

- "Ab�bora afiada"? - Algo afiado.

Os thayanos s�o assassinos. Fim da hist�ria.

O que foi?

- Tamb�m ouvi falar dele. - N�o.

Lutou com o meu primo em Anauroch. Ele disse que � um homem bom.

V�o procurar esse encantador Xenk e ficar amiguinhos!

Descobrirei outro jeito.

- O que ele tem? - � mal resolvido com os thayanos.

Sei como voc� se sente. Mas estamos ficando sem tempo.

Isso seria trair a Zia.

N�o. Seria para salvar ela e a Kira.

Se o Xenk for um patife, racho ele bem no meio!

- Quanta generosidade! - O que temos a perder?

Cad� o rid�culo do Xenk?

Estava com os harpistas no Escudo de Mornbryn.

Maravilha! Harpistas.

- O que tem os harpistas? - � mal resolvido com eles tamb�m.

Muito bem, vamos!

Com licen�a.

Ainda estou vivo.

Certo.

Qual o seu livro favorito?

Dif�cil escolher s� um.

- � a quinta pergunta? - �.

- �timo. - Quanto ao trabalho hist�rico, diria que�

O Tomo Feroz de Lykanthus Szar.

Ainda era a quarta pergunta.

Ol�!

Droga!

Ergam. Ergam.

Precisamos de ajuda.

Est� vivo.

Obrigada.

- Ele � interessante. - J� vi mais interessantes.

- Edgin, v� falar com ele. - V� voc�.

J� tirei gato da boca de peixe.

Voc� � o Xenk?

Prefiro n�o responder sem saber com quem estou falando.

Sou a Holga Kilgore.

Esse � o Simon, o Edgin e a Doric a� atr�s.

- O que os traz aqui? - Voc�.

Queremos achar o Elmo da Disfun��o.

"Disjun��o".

Muitos morreram para defender o Elmo.

Falar dele seria diminuir o sacrif�cio deles.

Janklee.

Janklee tamb�m, bom senhor.

� conhecido pela honra e integridade,

e os motivos para querermos o Elmo s�o nobres.

�. Vamos roubar algu�m.

Holga.

N�o � qualquer um. O Forge Fitzwilliam.

E a Maga Vermelha de Thay, parceira dele.

Venham comigo.

Que lugar � este?

Um santu�rio harpista.

Mas o seu amigo Edgin deve saber.

Como sabe que eu era harpista?

Pode ter renunciado ao seu juramento,

mas o seu juramento n�o renunciou a voc�.

A frase pode ter simetria, mas n�o tem sentido!

Por que quer roubar o Fitzwilliam?

Ele roubou a filha do Edgin e parte do nosso tesouro.

E uma T�bua da Ressurrei��o.

Ele n�o precisa saber toda a�

Eu s� estava�

Resumindo: O Forge � um filho da m�e!

Culpa a m�e dele pela corrup��o.

O qu�?

N�o, � modo de falar.

Entendi.

N�o compreendo bem essa linguagem informal.

Voc� n�o � muito divertido.

Se o Fitzwilliam for aliado da Maga Vermelha,

as inten��es deles v�o al�m da pol�tica.

H� um s�culo, o necromante Szass Tam

foi um dos oito zulkirs que governou Thay.

Maravilha, aula de Hist�ria!

Mas a fome de poder do Tam era absoluta.

Na noite do solst�cio,

os residentes da capital se reuniram para uma comemora��o.

Sem que o povo e os outros governantes soubessem,

o Tam havia planejado sozinho

um golpe hediondo.

Ele libertou a Morte que Acena,

um feiti�o que consumiria as almas de quem a contemplasse,

escravizando-as ao seu desejo.

Com os seus Magos Vermelhos,

o Szass Tam criou um ex�rcito de mortos-vivos,

que o permitiu conquistar toda a na��o.

O poder do Szass se estende at� a fronteira de Thay.

Ele e os Magos Vermelhos n�o se satisfar�o

enquanto n�o infectarem a Faer�n com a malignidade deles.

J� sabemos que os Magos Vermelhos s�o maus.

E o Forge tamb�m.

Se o ajudaram a tomar o poder, o que pretendem lucrar?

Temos um inimigo em comum.

Entregue o Elmo e destru�mos o Forge.

Ningu�m permanece lorde sem fortuna.

E os Magos Vermelhos perdem o fantoche.

E os produtos da sua apropria��o?

Por que se importa?

N�o serei c�mplice do uso il�cito de um saque ilegal.

Est� bem. Dividiremos entre os habitantes.

- Voc� promete? - O qu�?

Ponha a m�o no Selo de Harpista

e prometa que distribuir� todo o tesouro que obtiver

entre o povo de Nevenunca.

Claro, est� bem!

V�, Edgin.

Jure que dar� o dinheiro do Forge para o povo.

Eu juro que�

darei o dinheiro do Forge para o povo de Nevenunca.

Guarde isto.

Pode n�o acreditar nas suas palavras, mas eu acredito.

Bom para voc�! Simon, fique com isto.

Agora, onde est� o Elmo?

- Nas entranhas do Subterr�neo. - Subterr�neo?

N�o queria mant�-lo em seguran�a?

Quem valoriza a vida n�o vai l�.

- Soa encantador! - � o oposto.

Eu sei. Estava sendo ir�nico.

A ironia � uma l�mina que corta quem a manipula.

� o que voc� acha, Xenk?

A leste das Montanhas da Espada,

na floresta Jardimkova,

desceremos at� as ru�nas de Dolblunde.

Desculpe a ousadia, mas por que renunciou aos harpistas?

Ser harpista matou a minha mulher.

Sinto muito.

Os criminosos foram punidos?

Os thayanos?

N�o.

Os thayanos n�o s�o todos maus.

Eu era menino quando o Szass Tam tomou o controle de Thay.

Vi em primeira m�o os horrores do feiti�o.

Homens honestos transformados em monstros.

Mentes esvaziadas em instantes.

Pais atacando os pr�prios filhos.

Escapei, vivo,

mas transformado para sempre.

Voc� e eu perdemos uma parte de n�s.

O que importa � o que faremos com o que restou.

Eu disse o que farei:

Invadir o castelo e reaver a minha fam�lia.

E a T�bua?

- Pretende ressuscitar a sua esposa? - Sim.

Muito bem.

Pe�o que considere que este plano que chamamos de "vida" � s� um de muitos.

Trazer a sua amada � antiga vida

� priv�-la da nova vida.

Algu�m troca de lugar aqui comigo?

Sigam-me at� o orif�cio.

"Orif�cio"?

O Subterr�neo tem muitas entradas.

Esta � a menos evidente.

Eu vou por �ltimo.

� um dia de trajeto. Escolhi um caminho para evitar a multid�o.

Fiquem juntos e quietos.

O que j� ouviram sobre este lugar � apenas uma fra��o do verdadeiro perigo.

Se ficar muito escuro,

segurem na minha m�o que eu os guiarei.

J� vou avisando que n�o seguro na m�o dele.

Fique alerta, n�o confio nada nesse cara.

Mesmo ele nos ajudando?

Ele tem alguma carta na manga!

Na manga s� tem o meu bra�o.

- Como ele ouviu? - Continuo ouvindo.

Odeio voc�.

O caminho para as ru�nas � aqui.

Fiquem parados.

Rochnons.

Devoradores de intelecto. Pequenos, mas formid�veis.

Aturdem os alvos e consomem o c�rebro, controlando o corpo.

- O que fazemos? - Nenhum som.

S�o atra�dos pela energia mental.

Quanto maior a intelig�ncia da presa, mais certeiro o ataque.

Agora fiquei magoado!

A� est�: A Cidade Suspensa de Dolblunde.

O Elmo est� do outro lado desse abismo.

Mas aten��o: A ponte � protegida por uma armadilha de gnomo.

H� uma f�rmula precisa para n�o disparar o mecanismo.

- Qual � a f�rmula? - � bem simples:

Saindo do centro, usem os blocos �mpares,

em frente sem dar o quinto passo,

num movimento lateral.

Direita ou esquerda,

desde que o l�der e o �ltimo estejam equidistantes.

Prossigam. S� os blocos �mpares.

Na metade mudamos para os blocos pares.

Mesmo padr�o, mas movimento lateral ap�s o quarto passo,

at� alcan�armos os tr�s�

Eu devo ter�

colocado o p� na ponte.

N�o sabia onde come�ava tecnicamente.

Me desculpe.

N�o � uma estrutura s�lida.

N�o pode nos atravessar com magia?

� muito longe para telecinesia.

Tenho corda na bolsa.

Posso amarrar no machado.

E lan��-lo para uma rocha do outro lado.

- Sabe que as rochas s�o duras? - Por favor!

Onde conseguiu isso?

O cajado de caminhada do Marlamin?

Furtei de um mago na Montanha dos Picos Cinzentos.

N�o � um cajado de caminhada.

� um Bast�o C� e L�.

- Deve ter um alcance de meio quil�metro. - Um o qu�?

Olhem.

C�

e L�.

Funciona.

Viu?

Nem precisou da ponte.

Eu acertei.

Se saiu bem!

Eu lhe entrego isto, confiando que proteger� com a pr�pria vida.

Vou proteger.

Segure aqui.

O mal est� aqui.

S�o os�

Assassinos thayanos.

Est� mais velho, Yendar. Deve ser esse sangue mortal nojento.

E voc�, Dralas, continua t�o repulsivo quanto da �ltima vez.

Garanto que n�o nos veremos mais!

Deixem eles comigo.

Que bom que ele est� do nosso lado!

- Temos que correr. - Por qu�? Voc� matou todos eles.

N�o � um feito simples matar quem j� est� morto.

Pronto para a pr�xima, Yendar?

Depressa.

Que drag�o pan�udo!

� o Themberchaud. Deve ter achado uma nova caverna.

Ele engoliu a anterior?

Eu peguei voc�.

N�o tem sa�da.

Simon. L� em cima.

Obrigado por essa.

Voc� faria o mesmo por mim.

�!

O calhorda n�o desiste.

Andem! Ele est� preso.

E n�s tamb�m.

Vamos nos afogar.

- Ent�o nos transfira daqui. - S� para onde eu possa ver.

Quer ir dessa parede para aquela?

� �gua salgada.

Simon, lembra do truque que fez em Javatri?

Cheiro de grama cortada? N�o, do dedo flamejante.

- Sim, por qu�? - Holga, bata nele.

Quer deixar ele raivoso?

Quando eu mandar, todos mergulhem.

E ser� a sua deixa, Simon, est� bem?

O que est� olhando?

Um harpista voltando � atividade.

V�, Holga.

De novo.

Agora.

� aqui que deixo voc�s.

Desejo-lhes sucesso na viagem.

- Voc� n�o vem? - Eu gostaria.

Mas � a sua jornada.

Eu dei as ferramentas. Devem utiliz�-las.

N�o pode utiliz�-las para n�s?

Voc� � melhor em luta, estrat�gia e�

� melhor em tudo, menos em conversa!

Conversar com voc� � duro!

Nessas ocasi�es, quando a f� diminui e a d�vida aumenta,

lembro dos Princ�pios dos Anci�os�

Est� bem. At� mais!

L� vai ele.

Seguindo o rumo dele.

Andando numa linha retinha!

Espere a�! Tem uma rocha na frente.

Ser� que ele vai contornar?

N�o.

Subiu nela.

O que est� murmurando?

Estou me preparando para sintonizar.

Se eu n�o me conectar com ele, ser� in�til.

� muita press�o depois do que passamos para peg�-lo.

�, eu sei.

O nosso destino depende de voc�.

Por favor!

A� est� ele, o grande Simon Aumar.

Feiticeiro descendente de estirpe da magia.

Quem � o senhor?

N�o me conhece?

O meu nome � Aumar tamb�m.

O senhor � o meu tatarav�.

� um belo elmo.

O que o faz pensar que pode us�-lo?

Acredito em mim mesmo?

- Est� me perguntando? - N�o, tenho certeza.

Sou um grande feiticeiro.

� mesmo?

A magia � engra�ada:

Ela escolhe quem ir� exerc�-la.

- E n�o tolera tolos. - Por que est� falando isso?

Acho que voc� sabe,

Simon.

J� sintonizou?

Voc� est� bem?

Eu ajudo voc�.

O que aconteceu?

- Falei com algu�m. - �?

Com o meu tatarav�. Ele�

n�o ajudou nada.

Falou com ele?

Daqui pareceu que o Elmo voou quando o colocou.

O tempo se move de forma diferente l�.

Est� bem. Tentarei outra abordagem.

Maravilha! Nova abordagem. Tente a�.

Voc� consegue.

Melhorou. N�o voou tanto!

V� tentando. Temos seis horas at� irmos para Nevenunca.

Se falhar, perco a minha fam�lia.

Brilhante!

Nunca vi algu�m t�o covarde!

"Covarde"? Tamb�m est� aqui.

Est� bem. Eu vou.

N�o, n�o, n�o.

Deixe comigo.

- E quer ser um harpista! - Quieta.

Deus! Porcaria!

Est� ali.

N�o tente pegar.

� s� deixar ela ir.

Edgin.

Edgin. Temos um problema.

Eu n�o consigo.

O Elmo?

Estou nisto h� horas, n�o consigo superar o filho da m�e!

Eu disse que n�o ia sintonizar. Agora sou o idiota!

Que barulheira!

Ele est� com um probleminha com o Elmo.

Por favor, Simon, fa�a logo.

Est� bem! Obrigado, Holga. Vou "fazer logo".

� exatamente o que falei na taverna,

mas n�o ouviu.

Como assim, falou para ele?

Ele disse para ficar entre n�s "pelo moral".

Porque ele � a pessoa mais teimosa que conheci.

Fala para fazermos coisas que sabe que n�o funcionam,

e nos culpa quando d� errado.

Se n�o sintonizar, pensaremos num Plano B.

Desenterramos a minha fam�lia.

Fomos para o Subterr�neo por causa do Elmo.

E sabia o tempo todo que ele n�o conseguiria?

Voc�s humanos s� mentem.

N�o menti. Achei que o Simon conseguiria.

Pessoal, temos duas horas at� os Jogos come�arem.

� isso o que fazemos: Nos adaptamos.

Em vez de questionar o que deu errado, quem mentiu,

vamos definir um plano.

Vou definir o meu caminho para casa!

- N�o acredito que confiei em voc�s. - �, tamb�m vou.

Sinto muito pela Kira.

Acharemos um jeito de peg�-la. N�o hoje.

Tem que ser hoje. S� encerramos com a minha filha a salvo.

N�o cansou de falhar?

N�o. Essa � a quest�o.

N�o devemos parar de falhar, porque quando paramos, falhamos!

Nenhum de n�s pode dizer que a vida saiu do jeito que queria.

Certo?

Holga.

Deixou a tribo por um homem

que a deixou por voc� viver triste com isso.

E se desistir agora, ser� para sempre.

O mesmo para voc�, Simon.

Um ladr�o ruim disfar�ado de um feiticeiro pior ainda!

- Vai voltar para o show? - � melhor que morrer.

H� coisas piores do que morrer.

Doric, e a sua integridade?

A �ltima coisa que quer fazer � contar para o Enclave

que teve a chance de salv�-los, mas foi embora.

� r�pido em apontar as falhas.

- E voc�, Edgin? - Eu?

Sou o campe�o das falhas.

Perdi o que me era mais precioso e por minha culpa.

Sabe quem realmente matou a minha esposa?

Fui eu.

Decidi que merec�amos uma vida melhor do que o juramento harpista oferecia.

Mas n�o sabia que os Magos Vermelhos marcavam o tesouro.

Levei-os direto para a nossa porta.

Nem tive a sorte de estar em casa quando chegaram.

Falhei com os harpistas, com a fam�lia e com voc�s.

Por isso n�o posso desistir.

Se me derem licen�a, vou me sentar naquela rocha

e pensar num plano.

Chegue para l�.

Eu tamb�m sentaria, mas n�o tem lugar na rocha.

Que tal isto?

Usamos o Bast�o C� e L� para entrar no cofre.

N�o, j� expliquei.

N�o d� para ir aonde n�o se v�.

N�o � isso, estou dizendo

para p�r o portal numa coisa e mandar a coisa para o cofre.

S� o que entra no cofre � tesouro.

Ent�o vamos p�r o portal num tesouro.

Os homens mais ricos do Portal de Baldur e �guas Profundas

levar�o esp�lios para a cidade.

Ir�o pela Estrada Alta. Interceptaremos um comboio.

Haver� dezenas de guardas.

Mas estar�o preocupados em n�o deixar

tirarem as coisas das carruagens, e n�o em coloc�-las.

- Holga, vou te beijar. - Nem tente!

Perfeito, muito obrigado.

� com profunda satisfa��o que os sa�do,

bom povo de Nevenunca, � retomada

dos Jogos Meridianos.

Garanto que ver�o o espet�culo mais fascinante

de toda a Costa da Espada.

As regras s�o bem simples:

Cinco desafios angustiantes. Cinco equipes de campe�es.

Quem sobreviver e alcan�ar a Pris�o do Santu�rio

passa para o pr�ximo est�gio.

Uma coisa:

Insisto para n�o deixarem a arena at� a conclus�o dos Jogos,

pois haver� um maravilhoso presente

para cada um de voc�s.

Muito bem, podem me descer.

Est� absurdamente alto, n�o foi o combinado.

- Ai, n�o! - O que foi?

Est� de cara para o ch�o. Por que guardaram assim?

- Porcaria! - Por que nada sai como queremos?

Talvez eu consiga uma brecha.

Os Jogos come�aram.

- Vamos para o Plano C. - Caramba! Qual � o Plano C?

O Plano C � voltarmos para o Plano A.

- Vai sintonizar com o Elmo. - Por que n�o chama de Plano A?

Estava malfadado.

Sabe que n�o consigo sintonizar.

N�o � verdade.

Voc� n�o conseguia. Olhe para mim.

Lembra daquele trabalho em �gua Alta?

S� fez a Escada de Aranha quando o Jolym mandou o c�o atr�s de voc�.

E quando roubamos a lan�a do Aoth Fezim,

a magia Pele-Rocha s� funcionou quando as flechas iam te atingir.

At� em Javatri, reverteu a gravidade de um teatro inteiro.

Reverteu?

Sem querer.

Foi uma magia selvagem, e s� aconteceu porque iam me matar.

Exatamente.

Olhe. Voc� fica no auge quando pensa que est� na pior.

Mas consegue.

Vai entrar naquele cofre, est� bem?

N�o porque consegue�

mas porque tem que entrar.

Vou continuar for�ando aqui.

Se eu conseguir uns cent�metros, passo como minhoca.

Uma minhoca.

Perfeito. Agora n�s temos um Plano D se o Plano C falhar.

O Plano D n�o � o Plano B?

- O Plano B tamb�m estava malfadado. - Est� tudo malfadado.

Aqui. Usem isto para manter contato.

Isto � uma pedra.

Na verdade � uma pedra de mensagem.

S� funcionar�o por uma hora.

Engenhoso.

Como entraremos l�?

F�cil, � s� distra�-los.

Tenho um bom pressentimento sobre o Plano C.

O que deseja aqui?

E por fim a batalha cessou Amigos em amantes se transformam

Filhos abra�am m�es, irm�os e pais

Onde havia advers�rios outrora S� amigos agora

Comemorem, mo�as e rapazes

Onde havia advers�rios outrora S� amigos agora

Comemorem, mo�as Comemorem, mo�as

Comemorem, mo�as Comemorem, mo�as

Est� estragando a m�sica.

Prendi o p�.

Se concentre, Simon.

Que desvario � esse?

Est�o come�ando a suspeitar.

Por nove infernos!

- Ali. Intrusos. - Ande!

O quarto da Kira deve ser l� em cima.

Achem o cofre. Encontraremos voc�s.

Alto!

Ela est� ali.

Eu enfrento eles. Ache o cofre.

- N�o quer a minha ajuda? - N�o!

- N�o precisa ser t�o direta! - Pegue-a.

Estou com o Conselho da Absolvi��o. Eles subiram.

Abram.

S� um minuto.

Isto vai bem!

Est� bem, voc� consegue.

- Relaxe, sem pressa. - A� est� ele.

Largue isso.

Olhe quem voltou: O aspirante a feiticeiro.

- Estou sem tempo. - Tenho todo o tempo do mundo.

N�o entende. Morreremos se eu n�o sintonizar.

Morrer� como tolo. � melhor do que viver como tal.

N�o sabe nada de mim.

Sei que manchou o nome da fam�lia.

Para o inferno o nome! Quero sintonizar.

- N�o enquanto eu viver. - N�o est� vivo.

J� teve o seu tempo. Agora � a minha vez.

- N�o permitirei. - N�o me interessa.

Desculpe.

At� que enfim!

Simon.

Simon, foi voc�?

Foi. Eu consegui.

Muito bom!

Eu me sabotava.

Era o que eu dizia.

Entrei no cofre.

N�s tamb�m.

N�o h� nada aqui.

Como assim? Est� tudo aqui. Onde voc�s est�o?

Onde voc� est�?

Debaixo da arena.

O Forge.

Esse aqui.

Isso n�o � bom.

Simon. Doric. Est�o a�?

O que faz aqui?

Kira.

Vim buscar voc�.

Temos que ir.

Voc� me deixou.

N�o, sei que acha que sou mentiroso e p�ssimo pai, mas�

Sou um p�ssimo pai.

E deixei voc�.

E n�o estava tentando trazer

a sua m�e de volta, mas�

trazer a minha esposa de volta.

Se tivesse a chance de conhec�-la

e am�-la como a amei, entenderia.

Mas, se vier comigo agora,

pode ter essa chance.

Devia saber distinguir a sua pr�pria filha

de uma maga de 300 anos.

A Kira est� em seguran�a.

Diferentemente de mim, ela n�o sabia que voc� vinha.

Ela n�o sabe o qu�o obstinado se tornou.

Olhe, Edgin�

sinto muito sobre como as coisas aconteceram.

Mas, se voc� fosse realmente sincero,

admitiria que posso dar � Kira uma vida melhor.

Se console em saber que ela est� com o pai que merece.

Agora estou num dilema porque n�o quero v�-lo morrer.

� por isso que sairei do quarto!

O qu�?

Se vai nos matar, que seja com dignidade.

Como assim?

Inclua-nos nos Jogos. D�-nos a chance de lutar.

N�o tem chance. Chance nenhuma.

Mesmo que sobrevivesse ao torneio, a Sofina vai�

Seria muito melhor morrer aqui do que ir para os Jogos.

N�o.

Derrotaram os seus homens e os meus. Mande-os para a arena.

Eles merecem isso.

Que dia!

Vai querer dormir de novo!

- N�s estamos� - Na arena.

O ot�rio a� fez o Forge nos mandar para os Jogos.

"Ot�rio"? Nos salvei.

E estamos em cima de onde o tesouro est�.

N�o � meio suspeito a Sofina concordar?

Sim, ela planeja algo.

Em que ponto voc� estava?

Voc� lembra?

N�o muito.

Havia um cais l� embaixo.

Vi guardas carregando tudo para um navio.

Um navio.

O Forge n�o estava escondendo o esp�lio de n�s.

Estava roubando para ele.

Nunca quis ser lorde. Foi para ter acesso ao cofre.

Ele trouxe os Jogos de volta para o lucro ser maior.

E a Kira?

Ele n�o a deixar�. Temos que entrar no barco.

N�o entendo. Se o Forge vai embora, o que a Sofina ganha?

Acho que posso nos tirar daqui.

Bracelete de supress�o da magia. Colocaram em mim tamb�m.

Logo quando voc� estava melhorando!

� s� passar pelo labirinto?

At� chegarmos na jaula.

Corram.

Me sigam.

Obrigada.

- E os outros? - Ande, por aqui!

J� provou a carne da Pantera Deslocadora?

N�o. O sabor � muito forte.

O navio est� pronto, senhor.

Parece que o meu navio est� pronto. Ent�o�

eu e a Kira vamos partir.

Espero que a nossa colabora��o tenha sido t�o gratificante para voc�

- Saia da minha cidade. - Certo.

Saia da frente.

Est� queimando.

Mais um minuto e perderia a m�o.

Mas olhe o que perdeu.

Venha.

Doric? Doric.

Deve ter um jeito de sair da arena.

Venha, venha.

N�o.

- N�o � a sa�da. - �, sim.

Se sobrevivermos, haver� outro desafio e outro,

at� o �ltimo nessa jaula morrer.

Temos que dar outro jeito.

Tenho uma ideia. Me sigam.

Qual � a sua ideia?

Quando ouvirmos o gongo, pulamos.

- Dentro disso? - E ficar igual �quele ali?

S� ser�o uns segundos.

Se estivermos l� dentro, quem nos puxar�?

- Eu, confie em mim. - Sempre.

Esperem.

Esperem.

Esperem.

Agora.

Porcaria! Isto fede!

Temos que correr.

Eu estive aqui.

O nosso equipamento.

Simon. Tente isto no bracelete.

Venham comigo.

Foi um belo segundo encontro, n�?

- Uma viagem? - Sim.

Uma emerg�ncia, mas se partirmos estaremos seguros.

Contra o qu�?

- O que � isso? - Uma emboscada.

No barco em que voc� escaparia de Nevenunca.

- Pai. - Oi, meu bem.

Forge, por que n�o conta o que � isto?

- Eu n�o sei. - � a T�bua da Ressurrei��o.

O motivo de eu ter deixado voc�.

O seu pai est� falando a verdade, pequena.

� o tio Forge que enche voc� de mentiras.

Tolice. � pura tolice.

Venha comigo, Kira.

Vamos para casa, trazer de volta a mam�e.

Seremos uma fam�lia de novo.

N�o levar� o meu dinheiro.

Largue a T�bua e saiam do meu navio.

- Agora. - Est� bem.

- O que est� fazendo? - Est� tudo bem. Quieta.

Vou largar. N�o a machuque.

Viu, Kira?

O seu pai me conhece.

Sabe que posso fazer coisas terr�veis para obter o que quero.

At� contra quem eu gosto.

E no final, � isso o que separa o pobre�

Ningu�m machuca a minha pequena.

Simon, tire-nos daqui.

Desculpe, Edgin.

Desculpe, Forge!

- O que ela est� fazendo? - Quem sabe?

Vinte mil nos M�os Cinzentas.

Desculpe por ter acreditado nele.

Do que est� falando?

N�o tem do que se desculpar.

Eu devia ter feito as coisas de outro jeito.

Eu tinha um discurso pronto, mas foi todo para a Sofina.

Eu te amo, Kira.

E nada ficar� entre n�s de novo, est� bem?

Eu juro.

Eu tamb�m te amo, pai.

� bom ter voc� de volta, garota.

Sabem quanto tesouro tem neste navio?

Estou surpreso de o barco ainda flutuar!

Muito bem. N�o podemos chamar a aten��o.

O que � aquilo?

� a Morte que Acena.

� por isso que ela precisava do Forge.

Os Jogos reuniram o povo para o feiti�o.

O Szass Tam est� tomando Nevenunca.

Mas que droga!

O que faremos quando chegarmos?

Estou pensando. Simon, qual era o alcance do portal do Bast�o?

Meio quil�metro. Por qu�?

Vou manter o juramento que fiz para o Xenk.

Seja o que for, pare. Agora.

- Voc� a�, capit�o do porto! - Est� vendo?

Como Lorde de Nevenunca,

quero navio e tripula��o para perseguir cinco pessoas�

O que � isso? N�o.

� o presente que o Forge prometeu.

N�o, n�o, n�o.

N�o, n�o, n�o.

N�o.

� para voc�s, aproveitem.

Muito bem.

S� acaba quando a destruirmos.

Aconte�a o que acontecer, fique escondida.

Use o pendente.

Aonde acha que ela foi?

Ela errou.

Voc� est� bem?

- O que fazemos quando chegar nela? - Deixe comigo.

N�o conhecem a extens�o do meu poder.

Chega!

Mais um Tempo Parado.

- Simon, consegue reverter? - N�o. Ela ainda est� muito forte.

Me descul�

Por muito tempo

aguentei a arrog�ncia do Forge Fitzwilliam.

O charme falso.

Os gracejos.

E quando come�o a purificar este lugar

do lixo vivo, voc� se atreve a interferir.

Agora, quando voc� morrer,

esteja certo de que n�o ser� o fim.

Porque sofrer� para sempre.

Desculpe, o seu h�lito fede a roupa velha.

� p�ssimo.

O que � isto?

Reverti o seu Tempo Parado. Eu melhorei.

Distra�mos voc� para a Kira prender o bracelete

e para a Doric fazer isso.

Acabou com ela!

Sinceramente, n�o achei que o plano funcionaria.

Mas voc� garantiu.

Ei, Holga!

- Acabamos com ela? - Holga?

Sim.

Sim, acabamos com ela.

- Aqui� - Meu Deus!

�n�o � um bom local, n�?

N�o est� t�o ruim!

Aqui.

Simon. Simon, ajude-a.

� uma l�mina de Maga Vermelha. N�o posso ajudar.

Ei, ei!

Vamos suturar, n�o ter� problema.

N�o v�.

- Calma, pequena. - N�o v�.

N�o chore por mim.

N�o, n�o, n�o. Sem �ltimas palavras.

Estou orgulhosa do que fiz aqui.

Estou morrendo como hero�na.

E voc�

� um bom homem.

Um harpista de verdade.

Pare com isso. Sou um bobo, sabe disso.

Me prometa uma coisa.

Sim, qualquer coisa.

Vai cuidar bem da nossa menina.

Ela � a melhor coisa que voc� j� fez.

Eu vou.

Nenhuma fortuna encontrada Nenhum destino divino

- Se comparam a se embebedar - Se comparam a se embebedar

- Com o n�ctar do vinho - Com o n�ctar do vinho

- Toda turma corada, bebe at� cambalear - Toda turma corada, bebe at� cambalear

- Entornando a caneca e vendo o dia passar - Entornando a caneca e vendo o dia passar

Ih-ha! Voc� sabe como �!

N�o.

N�o.

Eu preciso de voc�.

Eu preciso de voc�.

S� podemos usar uma vez.

Eu sei.

N�o me fale que gastaram comigo.

Por que fizeram isso?

O Szass Tam n�o vai gostar.

- Se ele vier, n�s estaremos prontos. - "N�s"?

Tem raz�o! Voc� n�o gosta de humanos, n�?

Alguns at� passam!

E voc�?

Vai voltar para os harpistas? Ficar com a sua gente?

J� estou com a minha gente.

Sei que a minha �ltima tentativa de cortejar voc� foi p�ssima.

Eu podia tentar mais uma vezinha?

- Est� bem. - Sim?

- Calma a�! - Certo.

Droga! Maldito c�lice!

Boa noite.

� claro que sabem o que aconteceu depois!

Com a magia da Sofina eliminada, o Lorde Brasanunca acordou.

O primeiro ato oficial dele foi condecorar

os salvadores de Nevenunca com a Medalha de Hero�smo.

E ao Enclave Esmeralda,

concedeu prote��o formal ao povo e � terra deles.

Questiono se as minhas a��es, embora repreens�veis,

levaram ao renascimento da cidade!

Apesar de ter cumprido s� o primeiro ano de senten�a,

devo dizer que foi

enriquecedor.

Olhei para dentro de mim

e me perguntei:

"O que est� acontecendo aqui dentro?"

E, sabe, percebi

que muita coisa tem a ver com a minha m�e.

Era uma mulher severa, propensa a crises de�

Pare. J� ouvimos o bastante.

Perd�o negado.

A sess�o est� suspensa.

Jarnathan.

N�o. Eu sinto muito.

N�o sei o que me deu, me desculpe. Me desculpe.

Ol�?

Algu�m, por favor, pode me fazer outra pergunta?

Algu�m?

Legendas: Rossana Pasquale Fantauzzi

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