Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Ouve, há muitas coisas que temos de tratar hoje.
Disse-te como o Cami se sentia?
E a menina? Estava bem.
- Sim, estão ótimos. - Certo, depois de acabarmos,
podemos ir lá.
Eu vou esta noite.
Passaram-se dois meses desde o nascimento da Índigo.
Entretanto, o Mau e a Sara também estão à espera de bebé.
E eu vou estar em digressão por toda a América,
que me tem posto exausto. Então, preciso de parar
e de ter uns dias de descanso,
os quais gostaria de passar com a família toda.
Bem, falemos sobre Samaná.
O aniversário do Mau está a chegar
e o pior é que eles não voltaram a Samaná
desde que o Apolo foi feito em Samaná.
- Claro. - Na nossa cama.
- Como assim? Estás maluca? - Sim.
- Onde estavam, então? - O Mau não faria isso.
- Olá. - Olá, Mau.
- Amo-te. Como estás? - Também te amo.
Estou bem. Estou aqui com a mãe.
Estávamos a planear algumas coisas. Queria saber se, para o teu aniversário,
vamos estar todos em Samaná. - Claro.
Já falei com a minha equipa.
- E o Ricky? - Estou muito entusiasmado.
- O Ricky também. - Está bem, perfeito.
Já tratámos disso. Vamos acabar a nossa digressão
e no dia seguinte viajamos para... - Perfeito.
- Para a República Dominicana. - Exatamente.
Ouve, é verdade que, quando o Apolo...
... foi concebido...
Isso aconteceu em Samaná, certo?
- Sim. - Mas não foi na minha cama, pois não?
Não sei! Não sei, pai!
- Não me perguntes isso! - Não, mas preciso de saber.
- A tua mãe acabou de me dizer isso e... - Se ele diz que não sabe...
Se ele diz que não sabe, é porque há boas hipóteses de ter sido.
Porque Deus assim quis Que as coisas acontecessem
- Adeus, Mau. Adeus. - Adeus. Amo-te.
Não acredito nisto. Então...
- Então, aconteceu na minha cama. - Eu sabia.
Mau, Mau, Mau, Mau, Mau!
Eva!
Vá lá, não pares
Tens de seguir os teus sonhos
Só se vive uma vez E tudo acontece quando é suposto
AEROPORTO INTERNACIONAL DE MIAMI
Sabes, foi uma boa ideia todos organizarmos as nossas agendas
para podermos ir para Samaná.
Estarmos juntos, é a melhor coisa que podemos fazer.
Sobretudo tendo em conta a barriga da Sara.
E vamos celebrar o seu aniversário também.
- É bom termos conseguido fazer isso tudo. - Sim, eu sei.
Na verdade, é um milagre.
É lindo.
Estou muito entusiasmado por irmos todos juntos para Samaná.
- Vamo-nos encontrar após muitos meses. - Já passou muito tempo, amor.
As férias começam no momento em que entras no carro e sais de casa.
O avião foi fantástico. Comemos bem, tivemos um ótimo serviço, falámos...
- É bonito. - Queres queijo ou carne?
Temos goiaba?
- Temos carne. - Só a goiaba.
Foi tão estranho viajar sem ti.
- Tu estares lá sem mim foi estranho. - Foi muito estranho.
Eu cheguei à República Dominicana antes.
Tive uma reunião com três compositores.
Vou gravar o meu novo álbum com eles.
Entretanto, preparei as coisas para quando a família chegasse.
Mãe, o pai vai buscar-nos? Sim?
A cadeirinha está no carro dele?
A cadeirinha está no seu carro?
Sim. Por falar na cadeirinha, o Ricardo tinha sugerido
deixá-la em Samaná.
Mas acho que não faz muito sentido.
- Não vale a pena deixá-la lá. - É para uma criança pequena.
Quando é que o Apolo vem cá? E a Índigo já não será tão pequena.
Sempre que possível, o Ricardo está sempre a tentar reunir-nos.
É que o tempo vai passando e não nos damos conta.
- Não nos damos conta. - Uns estão em digressão num sítio,
outros estão a compor um álbum noutro sítio...
Não nos esquecemos do que é realmente importante.
Quando passo tanto tempo rodeado por todos,
apercebo-me do tanto que precisava disso. - Exato.
Chegámos.
- Chegámos! - Chegámos!
Quando chegámos, a primeira coisa que vimos foi o pai a usar um colete
e a caminhar em direção ao avião.
Agora trabalho no aeroporto.
Até tens o teu próprio colete!
- Só lhe faltavam os paus. - Faltava-lhe fazer isto...
Como foi o voo?
- Ótimo. - Sim?
O pai estava entusiasmado de nos ver a todos ou só a Índigo?
A Índigo.
Olá, amor. Estás feliz?
Amo-te, meu amor.
- Adorei ver-te lá com o colete. - Emprestaram-mo.
Eu adorei.
Aonde vão? Aonde vão, minha gente?
Eu amo este lugar e como nos faz sentir.
É um lugar onde há muita paz.
- Quando chegas aqui, tu... - Deixas correr.
Deixas andar.
Não fazia ideia que havia algo tão bonito aqui.
Vamos visitar Cayo Levantado,
uma das grandes atrações turísticas de Samaná.
É o melhor lugar em todas as Caraíbas.
Vida longa ao amor na cidade
República da alegria
- Samaná está numa frequência diferente. - Certo.
Aqui sinto-me conectada com tudo o que é essencial.
Sinto que é um lugar terapêutico. Vens aqui para te curares.
Aonde vão? Aonde vão, minha gente?
REPÚBLICA DA ALEGRIA
Bem-vindos a Samaná.
Quando chegas à República da Alegria, recebem-te
com algo para beberes, para começares as férias como deve ser.
Quando entras, vês as vistas e já sabes
que a tua semana vai ser espetacular.
Olhem para a praia!
É linda.
- Olá! - Olá!
- Estás feliz? - Vou entrar.
- Eu disse-te. - Estou tão feliz por estar aqui, meu.
Sonhávamos ter uma casa de frente para o mar e quando vimos esta casa...
Sempre quisemos dar-lhe um nome original.
Pensámos que "República da Alegria" combinava isso tudo.
- Este lugar descreve quem somos. - E como nos sentimos aqui.
Exatamente.
É um lugar muito especial.
- Vamos comer. - O quê, amor?
Queres feijão preto?
Feijão, sim. Isto cheira deliciosamente.
Frango? Vá lá.
Queres que coma o teu prato?
- Era demasiado, Stef? - Não era.
- Estava com tanta fome, mas de repente... - O que aconteceu?
- Não sei, talvez... - Estás grávida?
- Não. - Está bem.
Temo-nos questionado isso nos últimos seis meses, mas não.
Não, seis meses não. Estaria como...
Teria uma barriga enorme.
Ele diz: "Porque não compramos um teste?"
Mas recusei. Não porque esteja com medo.
- Não estou grávida. - Acontece todas as noites.
- A minha barriga fica assim. - Ela sente-se sempre inchada.
"Estou enjoada, sinto-me inchada, apetece-me vomitar, sinto..."
Fui a uma aula de ioga. Estava entusiasmada.
Pensei que o ioga seria fácil. Isto foi na segunda.
Tive de sair da aula porque estava com náuseas.
- Fiquei tão confusa. - É estranho,
porque costumavas fazer exercício. - Certo.
- Mas eu era... - Ela acostumou-se a andar enjoada também.
Foi o nosso primeiro almoço em família.
Tenho-me sentido estranha recentemente.
Sinto-me enjoada e inchada.
A minha barriga incha... como se estivesse grávida.
Acho que o Ricky e a Stef nos vão surpreender em breve.
- Achas? - Sim, para a segunda temporada.
- Bom apetite. - Bom apetite.
- Vais buscar a tua bebé? - Olhem para eles ali.
Ela adormece rapidamente.
O que vamos fazer esta semana?
- É o aniversário do Mau! - O que vamos fazer para o aniversário?
- Digam-me agora. - Olhem para o sorriso dele! Amo-te.
- É o teu aniversário. - Temos uma surpresa.
- O que é? - Não te posso dizer, é uma surpresa.
Tive uma ideia para o aniversário do Mau.
Podíamos fazer-lhe alguns minijogos.
Caso não me conheçam, uma das minhas coisas favoritas é planear
...os nossos jogos de família.
Não contem ao Mau. Este é ótimo.
Este é o número um. Um ou dois.
- Adoro. - Vê este jogo.
Eva, talvez não para amanhã, mas...
Onde está o Mau? O Mau?
Mas não lhe digas nada, Stef.
Está bem. Vou tirar um screenshot e envio-te.
Por favor.
Só temos de ter cuidado com os cães.
Onde está o meu marido? Alguém viu o meu marido?
Se alguma coisa me acontecer, tu tomas conta da bebé, não o Ricky.
Ele pegou num skate e começou a andar por aqui,
e a primeira coisa que questionei foi se ele estava a usar um capacete.
Disseste em algum momento: "Por favor, não digam à Evaluna
que não estou a usar o capacete"? - Porque pensarias isso?
- Não sei. - Nada de dizer que não tinha capacete.
- O que vais fazer é uma estupidez. - Não, é estúpido não o fazer!
Não dares o teu melhor na vida é que é estúpido!
- Devagar. - E agora?
Estou a começar mal. Sinto-me inseguro.
- Dá-me um estalo para eu fazer isto. - Quem sou eu?
- Não! O quê? - Ótimo. Estou pronto, Mau. Vamos.
Sim!
- Viram aquilo? - Vais partir o skate!
- Mas... - Não me pares agora!
Sempre em frente!
Essa tua suposição magoa-me.
Vamos mudar de assunto.
Vamos mudar de assunto, porque sinceramente...
- Quando não houver câmaras... - Falamos.
Sim.
Quando saiu esse vídeo?
- O ecrã atrás de nós... - O ecrã é assim.
- Depois todas estas linhas vão estar... - Então, estamos aqui.
- Eles... - O público está aqui.
Embora estejamos em Samaná para descansar,
trouxe algumas coisas do Mau e do Ricky que não consegui terminar.
Então, os meus chefes sabem agora que não terminei os meus projetos.
- O que é isso? - Não quero mais! Liberta-me!
Obrigas a tua mulher a trabalhar para ti!
Espero que gostes, Ricky, porque não tenho tempo para fazer alterações.
No que diz respeito à nossa relação de trabalho com a Sara,
eu sou mais chefe dela do que o Mau, pois como são casados...
... não gostam de misturar as coisas. - O que é bom.
Sabes o que é perigoso? É que o Ricky veja isto.
Ela só não quer que eu mude coisas.
- Exato. Tenho de enviar isto hoje. - Bebe um copo.
Relaxa um pouco.
- Adoro os pêssegos. - Adoro os pêssegos.
- São bonitos. - Adoro-os.
Acho que foram as melhores imagens que já produziu.
- Ela está a superar-se. - Bravo!
Sabes do que gosto? De estar com ela e ver como ela trabalha.
- Um aplauso para a Sara. - Sim.
- Desde a novidade sobre o Apolo... - Nesta altura a família
tem muitos bebés, com o Apolo e a Índigo, então...
- E primos que têm tido filhos. - É verdade.
Ultimamente, começámos a refletir sobre nós mesmos como...
- Deus, nós talvez... - Será que ficámos de fora?
Não tão cedo, mas também teremos um.
Sabes, perguntei à Eva quando queria ter o segundo,
porque dissemos que teríamos o primeiro quando eles tivessem o segundo.
- O que ela disse? -"Bem, talvez..."
- Quando? - Será que te devo dizer?
- Sim, quando? - Não sei se vamos a tempo.
Então, não.
- Para o terceiro. - Sim, para o terceiro.
- Talvez o medo de ficar de fora? - Não.
De todo. No meu caso.
Isso é taxativo, zero medo.
- Bem, ficou claríssimo! - É claro.
Se te desse a escolher entre ter um bebé daqui a dois meses,
ou ir ao Japão daqui a dois meses... - Íamos ao Japão, sim.
O Churrasco dos Montaner
Hoje à noite vamos fazer um churrasco.
- E... - Por acaso safaste-te
porque o Mau agora trata disso. - Porque o Mau... Mas deixa-me que te diga
o Mau é melhor nisso do que eu.
Vou ajudá-lo, certo?
Estarei ao lado dele enquanto grelha.
Mas o Mau tem desenvolvido
uma técnica incrível nos churrascos e um estilo pessoal.
- Um aplauso para o assador. - Vamos, Mau!
- Vai, Mau! - E para o meu ajudante.
- E para o ajudante. - Bravo.
- Gostaste? - Muito.
- Eu sei. - Que bom.
"Qual foi o maior risco que já tomaste?"
O maior risco que já tomei?
Durante os churrascos aqui em Samaná criámos uma tradição
na qual lemos algumas perguntas que...
São tópicos para conversas, para nos conhecermos melhor.
Tenho uma pergunta. Mas tenho uma ideia,
porque é boa para um casal. - Está bem.
É um dia especial, pois além de eu estar a grelhar a carne,
temos uma surpresa para o Ricky e para a Stef.
Esta é para o Ricky e para a Stef.
Como se sentem por serem os padrinhos do Apolo?
Vá lá!
- São os padrinhos do Apolo! - Como se sentem por serem os padrinhos?
- Tu não lhes perguntaste. - São os padrinhos do Apolo.
Isto foi tudo parte de um plano!
Já estava definido. Ponto final.
Já o sabíamos há algum tempo, mas...
... estávamos à espera de um momento em que estivéssemos todos juntos.
- São os padrinhos do Apolo! - Obrigado.
-Que lindo. - O que dizem?
Digo, sabem...
- Aceitam o desafio? - O Ricky está assustado.
Surpreendeu-me porque...
... primeiro é o meu primeiro afilhado, então, será sempre especial para mim.
Apolo, um dia que vejas isto...
Quando estava a fazer-vos a pergunta, estava a fazer um esforço enorme
para a minha mão ficar parada.
- Olha. - Devias ter-me dito.
Estou tão feliz!
Adoro quando cantas com os meus irmãos.
Eu acho que é muito lindo.
A vida traz-nos tanto sucesso quando compomos músicas e as cantamos,
que é cada vez menos comum
ter a oportunidade de cantar em situações espontâneas.
Cada dia da semana parece fim de semana
Não sei o que o amanhã trará
Porque não quero que este beijo acabe
Quero guardar um pouco para depois
Para o caso de ser a última vez
Não nos separemos nem por um segundo Nem mesmo para respirar
Para o caso de ser a última vez
Eu cancelo tudo
Todos os meus planos
Passar o tempo junto a ti É mais importante
Cancelo tudo, todos os meus planos
Passar o tempo junto a ti É mais importante
Cancelo tudo, todos os meus planos
Porque não quero que esta noite acabe
Cancelo tudo
Todos os meus planos
Porque não quero que esta noite acabe
Porque não quero que este beijo acabe
Quero guardar um pouco para depois
Para o caso de ser a última vez
Não nos separemos nem por um segundo
Nem mesmo para respirar
Para o caso de ser a última vez
Que não seja a última vez
Adoro esta canção.
- Hoje é o meu aniversário. - Feliz aniversário.
- Amo-te. - Parabéns.
Muito obrigado.
Hoje celebro os meus 29 anos.
Mau, o que sentes com esta idade?
- Sabedoria. - Que idade tens agora, 28 anos?
Ele tem 29. Também soube disso hoje.
- Meu Deus! Quase 30! - Também pensei que eram 28.
Já te apercebeste?
Sinto que, finalmente, agora aos 29,
entendo muito mais. E ainda não tenho o meu bebé aqui.
Entendo muito mais a importância da vida.
Vocês imaginam que o Ricky e a Stef acordaram, vieram tomar o pequeno-almoço,
mas nós já tínhamos saído para o barco?
- Seria justo. - Já teríamos ido,
e eles diriam: "O quê?"
- O que estarão o Ricky e a Stef a fazer? - Estão a dormir.
Muito provavelmente.
Bem, depende da hora a que estiverem a ver isto.
- Há muito a fazer hoje. - Sim, estão a acordar.
Porque não damos a prenda ao Mau?
- Sim. - Está bem.
- Estávamos à espera do Ricky. - Vamos dar já.
- Queres que a vá buscar contigo? - Eu vou.
- Eu trago. - Que emoção!
Mau, é o teu aniversário. Oferecemos prendas nos aniversários.
Fala da prenda de aniversário que te demos. Obrigada.
- Foi uma ótima prenda também. - Fantástica.
É uma prenda espetacular para o meu ginásio.
- Como se chama? - O sítio? Chama-se ginásio.
- Um ginásio. - Não, a coisa que lhe oferecemos.
Continua a fazer isso, por favor.
Pela forma como a Evaluna faz os gestos, oferecemos-lhe um baloiço para o queixo.
São elevações.
- Como fazes as elevações? - Provavelmente, não assim.
Quando fazes elevações, fazes estes movimentos estilo cobra.
Um movimento estilo cobra?
- Já! - O que faço?
- Abre. - Rasga o papel.
A mãe não te vai dizer o que é,
porque às vezes, a mãe quer evitar...
- Eu sei o que é. - Não!
Isto é para andar com o Apolo às costas ou assim?
Sim.
É uma mochila para caminhadas.
- Não acredito! - Para poderes fazer caminhadas
com o Apolo nas tuas costas. - Como funciona?
Devias tentar com a Índigo.
- Então, a criança senta-se ali? - Espera, estou...
- É adorável. - Já estou a imaginar.
- É incrível. - Lindo.
- Parece confortável. - Obrigado.
E a mãe vai logo atrás.
Cuidado! A criança vai cair!
O Mau amou o presente.
Ele amou a mochila, sabes? E é a cara dele.
- Era mesmo o estilo do Mau a prenda... - É a cara dele.
... que lhe demos para ele sair com o Apolo às costas.
Para ele ir fazer caminhadas. Além disso, consigo imaginá-lo
com o bebé naquela cadeira.
Vou caminhar para ver como é.
Que lindo.
É a cara do Mau. É uma ótima prenda para ele.
Ser capaz de passear com o meu filho e ele poder ver tudo
de lá de cima, é emocionante.
- Quem é? - O aniversariante.
- Olá! - Sim. Trago aqui o meu filho.
O quê? Confundiste-me por um segundo.
É tão bonito. De quem é o presente?
- Feliz aniversário. Amo-te. - É tão fixe.
- Não. - Sim.
Feliz aniversário.
- Feliz aniversário, irmão. - Amo-vos.
- Olha para isto! - Agora posso ir caminhar com ele.
- Não! Adoro. - Venham tomar o pequeno-almoço.
- Bom dia. - O que importa?
Ele já o sabe.
- Linda. - Olá.
Aquele presente é tão bonito.
Agora ele pode ir caminhar com o bebé.
- Fiquei surpreendida. - Foi uma ótima prenda.
E é tão alta que tenho de ter muito cuidado
para que a cabeça do bebé não bata nas coisas.
Anda receber a tua prenda.
- Vão dar-me a minha prenda? - Queres a prenda?
Na verdade, sim.
Está bem.
Vais fazer uma introdução? Dizer umas palavras?
Sim, porque ainda não a comprei.
Mas há uma razão específica para isso.
Bem, a razão específica seria que ainda não a comprei.
Sou muito bom a dar prendas, mas não sou bom a dá-las
nas alturas devidas. Por exemplo,
estou... Digamos que é fevereiro. - És muito generoso e atencioso.
Se vir algo que o Mau vá gostar, eu compro mesmo não sendo o seu aniversário.
Vamos comprar-te isto. Ainda não comprámos,
mas podes escolher. - Sim, amor. O Mau está ali.
Escolhe um.
Diria para escolheres tudo.
Diria para escolheres tudo, mas é muito caro.
- Mas podes escolher tudo. - O que é, Mau?
Esta é a mensagem que eu mandei.
- O quê? - É uma mensagem que ele enviou antes.
Há cerca de três semanas, o Ricky pediu-me para lhe enviar os links.
Eu enviei-lhe os links. Na altura de te dar a tua prenda,
ele envia-te os mesmos links que lhe enviei.
- Que eu te enviei. - E que eu lhe enviei.
Sim, enviei-lhe um vale... Enviei-lhe os links e eu pago.
O meu irmão deve-nos a prenda de casamento ou algo do género,
mas deve-nos algo.
Porque não lavamos os dentes e vamos?
- Está bem. - Mas lavamos os dentes uns aos outros.
Está bem, vamos.
Ide lavar os dentes. Vou terminar o meu prato primeiro.
- Ricky, come tudo. - Está bem.
Já estou quase. Estou a falar de boca cheia
pois não acabei. - Estás aí sentado desde as 8 horas.
A ideia era que o barco chegasse antes que o Mau acordasse,
para que, quando o Mau acordasse para o pequeno-almoço,
o barco já estivesse lá.
A família preparou uma viagem de barco para mim. Estou tão emocionado!
O Mau ficou emocionado
porque percebeu que o seu aniversário seria um passeio de barco.
O plano de ter a excursão, de passar tempo com a família,
de descansar e de não ter um calendário.
- Se quiseres descansar... - Um plano de não ter um plano.
Exato, se quiseres fazer uma sesta, fazes uma sesta no barco.
Se não queres fazer uma sesta e preferes nadar,
também o podes fazer.
- O barco era mesmo bom. - Sim. Parecia uma piscina.
- Era muito bom. - E como se portou a Índigo?
- Ela é um sonho. Esta menina é um sonho - Eu sei.
Estávamos no barco e... É inevitável.
Sempre que vais para um barco,
vais para a frente do barco e tornas-te no Jack e na Rose.
- O Ricky segurou-me, expirei e... - Quem foste?
- A Rose. - Estou a ver.
Olha, tal como no "Titanic".
Deixá-lo-ias estar no pedaço de madeira contigo,
ou deixava-lo ir como fez a Rose? - Eu deixava-o ir.
Não sentes que... Agora que sou casado,
tu que tens uma bebé e o Mau que será pai,
pensas em coisas como: "Não vou correr este risco,
ou fazer coisas estúpidas porque há mais pessoas"?
Sabes, tens outras responsabilidades.
Isso é algo com que me batalho constantemente porque
Os budistas dizem que todo o sofrimento vem do apego. Todo.
Eu quero viver a vida porque amo a vida e não porque receio perdê-la.
Por exemplo, não te apercebes, mas a dada altura da tua vida
podes estar a compor canções e a fazer música
apenas por medo de, ao deixar de o fazer,
não dares à tua mulher e aos teus filhos o estilo de vida...
- Que tens agora. - Sim.
De repente, percebes que já não fazes nada por amor, mas por apego.
O que sentes...
... quanto ao Mau e ao Apolo?
Achas que ele está pronto, já que és pai?
Ouve, eu estou totalmente convencido de que sou um bom pai.
- Sim, és muito bom. - E que estou pronto para...
E que tenho o suficiente para...
- Para o que precisas de fazer. - ... o que me é exigido como pai.
- Certo. - E definitivamente acho que não tenho...
... um sétimo das competências que o Mau tem para ser pai.
Se há alguém preparado nesta família para ser pai, é o Mau.
- A mim assusta-me muito a ideia. - Sim?
Mas não pelo Mau.
- Por ti. - Sim.
Gosto de ter este tipo de conversas com o Ricky, de forma real, honesta.
Temos estilos de vida parecidos,
pelo que podemos falar de igual para igual sobre esse tipo de coisas,
que é um medo que se pode ter, ainda que pareça único.
Estou prestes a entrar em digressão, quero fazer isto com a minha carreira,
mas agora tenho uma bebé, então a quem pergunto?
A ninguém, porque ninguém está a passar por isso, certo?
Perguntem a mim. Eu estou a viver isso.
Vivo isso diariamente.
A nossa dinâmica mudará, uma vez que isto nunca aconteceu antes
e temos trabalhado cerca de 20 anos juntos
Quando a Índigo nasceu e nos apercebemos de que ela foi feita para nós,
a Evaluna disse que o plano A era ela ficar comigo todas as noites,
ela e a Índigo iam para todo o lado comigo,
que ia para palco e cantava e, se nunca se sentisse mal,
ela não iria, mas ela não faltou a nenhum concerto.
Não estou a atuar agora, estou a fazer uma pausa
porque quero ser mãe.
Quero dedicar-me totalmente à minha filha.
Fiz audições para alguns projetos de que gostava, mas não passei.
É a vida de atriz.
Está bem. Estou bem.
Bem...
Neste momento... Esperem, vou secar as lágrimas, pois sou assim tão boa.
O que foi isso, Evaluna?
Não posso.
- Estás a chorar a sério? - Um momento.
Brincadeira.
- Final de cena! - Deixa-me ver.
- Vejo lágrimas. - Enganei-te também.
Final de cena!
Olha, amor. É tão bonito.
É um animal?
Queres manga?
Viste aquilo?
O Los Haitises é uma formação geológica
e penso que só há três sítios como este no mundo.
É muito impressionante.
Há ali uma outra gruta.
Há lá muitas grutas bonitas.
- É uma vivência linda para qualquer um. - Quando estás a entrar,
tudo fica ainda mais calmo. - À volta do mangal.
E quando ouves tudo, é como...
- É lindo. - Eu sei.
- Cuidado. - Avó!
Vê onde pões os pés, por favor.
Sara? Mau?
É perigoso, sim?
- Nunca largues a Sara, está bem? - Posso andar descalço aqui?
É muito lindo. As paredes são muito bonitas.
Fiquem um pouco em silêncio e observem o teto.
- Adorei as grutas. - São lindíssimas.
Sinto que têm tanta história,
e elas... Digo, são lindas.
- Pois é. - São enormes.
Quando entrámos nas grutas, que são lindas e, já agora,
têm pinturas rupestres nas paredes,
o Ricky e eu... escondemo-nos
para assustar todos.
Vamos assustar os rapazes.
Aquilo assustou-me!
Apaga a luz.
Não consigo ver.
Apaga a luz, vão ver-nos.
Não podes ir por aí.
Vou cair.
Espera.
Vou procurá-los. Esperem aqui, vou procurá-los.
- Ali? - Sim, estão ali.
- Por aqui, Mau. - Já vou.
Mau, não é esse o lugar.
Cuidado.
Que susto!
Aqui estão. O pai diz que são parvos.
Não.
- O problema é não conseguir sair daqui. - Não sabemos como sair daqui.
Mandem ajuda!
Queríamos assustar as pessoas, não é?
Não correu como o esperado.
De repente, uma calorosa visita a uma maravilha natural
tornou-se lentamente num pesadelo
graças a uma intenção má da minha mulher. - Primeiro...
Não, não da tua mulher! Primeiro, quiseste assustar-nos a todos.
Já perdi a noção do tempo. Estava a tentar contar as horas
com as latas de atum que ainda temos, mas já não temos nenhuma.
- Nenhuma! - Estamos feitos.
- Estamos feitos. - O quê?
O quê?
- Não. - Ricky?
- O quê? - Cuidado com as aranhas e com as baratas.
Como? Aranhas e baratas?
- Cuidado! - Está cheio de baratas.
Está cheio de baratas.
- O chão. - Cuidado com o chão.
Quando queres assustar alguém,
isso volta-se contra ti e acho que se aperceberam disso.
Começaram a aperceber-se de que era uma gruta.
- Claro. - Há bichos e aranhas.
E ambos têm um problema específico.
O Ricky odeia aranhas e o Cami odeia baratas.
- Vi uma aranha, juro. - Eu vi uma aranha assim, deste tamanho.
- Mas tem cuidado. - Amor, dá-me a tua palavra.
Mas disseste que está cheio de baratas.
- Diz-me tu. Dá-me a tua palavra. - Sim?
Sim.
- Era deste tamanho. - Era como um...
- Como uma tablete. - Assim.
Era deste tamanho, juro. Não chegaste a vê-la.
Meus, se olharam para trás, veem uma maior.
REPÚBLICA DA ALEGRIA
Feliz Aniversário, MAU
Muito obrigada.
A Evaluna é a organizadora oficial de aniversários.
Bem-vindos aos minijogos da festa do Mau.
Minijogos da festa do Mau.
- É genial. Não é genial? - É.
A festa do Mau. Adoro.
- Os seus minijogos. - É ótimo.
Depois, os rapazes são os vermelhos.
Boa. Aqui tens.
- As meninas são os brancos. - Visto isto?
Claro ou então confunde-nos.
Vai, equipa branca!
Depois arranjei muitos joguinhos divertidos
para o nosso dia de competição.
Vou explicar as regras do jogo.
Vamos fazer uma corrida,
a equipa das mulheres e a equipa dos homens.
- Os Jogos Maui. Eles foram... - Os Jogos Maui.
... do melhor. - Tão divertidos.
Aos seus lugares, preparados, comecem!
- Vá lá, Stefanía Roitman! - Vai, Stef!
Cami, tens de parar aí.
- Vai, Cami! - Onde?
- Raios! - Por ali.
Força, Stef!
Força, Cami! Tu consegues!
- Estamos prontos. - Dá-nos vantagem!
Stef, tu consegues!
- Cami! - Não!
- Um, dois. Um, dois. Um, dois... - Vá lá, Stef!
Um, dois. Um, dois.
Um, dois. Um, dois. Um, dois.
Um, dois...
- Vamos, equipa! - Não!
- Faz! - Olha a boca!
Apanharam-nos!
Vá lá! São dois!
- São dois, Cami! - Não!
Era suposto atirar os aros duas vezes.
Não, não tinhas de o fazer duas vezes.
Tínhamos dois para o caso de precisares de duas tentativas.
- Não, são dois! - Não é verdade!
Eu fiz as regras!
Não, não era assim. Mas nós ganhámos. Ainda assim ganhámos.
Todos os jogos.
- Todos os jogos. - Divertimo-nos que é o que importa.
- Verdade. Isso é bonito. - Lembra-te de participar e de desfrutar.
Este é o típico jogo em que todos se riem.
Cada um de nós vai ter três papéis, nos quais vai escrever
três frases de que se lembrem.
- Posso dizer que o jogo "Não te rias"... - Foi tão bom.
... foi ideia minha. - Foi?
- A equipa organizadora gostou... - Pois foi.
... porque só imaginávamos o Montaner
a ler as frases.
- Já começaram? - Não olhes para elas, pai.
- Mas elas já começaram? - Não olhes para elas.
Não gosto disto.
Claro.
- Estás a fazer batota! - Amor!
- Vamos! - O quê?
Fica séria!
- Fica séria! - Espera!
Mãe, para de fazer batota!
A escala do humor estava cá em cima.
- Sem limites. - Desceu por um momento.
- Depois subiu, baixou, subiu. - O que é melhor?
- Subir ou descer? - A subir é quando estás...
- Prestes a perder. - Sim.
"Quando..."
Essa não é a letra do meu marido.
"Tenho um macaco a sair-me do nariz."
"Os camarões dão-me gases."
Porque é que tem de ser tudo assim,
tão escatológico?
Entre a boca e o nariz...
Porque é que tudo tem de ser tão escatológico?
Não gosto do humor escatológico.
- Digo... - O Cami é assim.
Há coisas com as quais não negoceio.
- Essa parte foram buscar a ti. - Sim.
- Verdade, eu morri a rir. - Eu não...
É verdade.
"Chamo-me Dahiana..."
"Ninguém pensa..."
A mãe é definitivamente a nossa aliada.
A mãe ri-se e vamos ganhando.
Pode parecer que sou uma pedra nesta equipa...
Adorei que fosse homens contra mulheres.
Adoro estar numa equipa com elas,
e adoro como fomos más.
Sim e tu fizeste batota também.
Não mintas. Tu é que estavas na batotice.
- Os homens ganham outra vez! - Batam palmas assim. Assim.
O guardião está aqui, no meio.
Quem ganhou os jogos?
Quem acham?
Prefiro perder neste jogo porque tem tudo o que ver com rir.
- É bom saber que me rio com tudo. - Sim, é.
- A minha mãe riu-se com tudo. - A tua mãe também.
Íamos terminar o dia com um jantar,
e disseram-me para me preparar para sair.
Quando estávamos a sair, a minha mãe pediu-me para a ir buscar
ao hotel que estamos a construir,
que é muito perto da nossa casa.
- Amor? - Diz-me, amor.
- Estamos cá fora. Podes vir. - Entrem por um segundo,
para verem o que a Alexandra fez.
Enganámo-lo para que saísse do carro.
Vais adorar, porque é bonito de noite.
- Está bem, já vou. - Está bem.
Já vou.
Eles não estavam animados por sair do carro.
Foram iludidos, mas foram.
Foi difícil chegar lá. O carro não era tão grande.
Podemos acender as luzes um pouco.
HOTEL DA FAMÍLIA
E caminhámos no escuro, porque ainda não tem eletricidade.
Então, era tudo muito estranho, não é?
Isto é espetacular. É lindo.
Aqui há luz.
Aqui há luz.
Vê quem está ali à tua espera, Mau.
Isto é lindíssimo.
- Feliz aniversário, Mau! - Mãe, o que fazes aqui?
Quando viro uma esquina, vejo a minha mãe lá parada,
com uma mesa belíssima...
... posta para mim.
Feliz aniversário!
Isto é tão bonito.
É sim. Foi ideia do teu pai.
Foi um momento mágico num lugar mágico.
Foi encantador, como algo saído de um filme.
Gostava de vos tomar um segundo, antes de o barulho começar.
Gostava de saber, ou melhor, gostaria que cada um de nós dissesse
porquê que cada um é grato ao Mau.
Estou pronto a começar.
Digo, o que sentimos no nosso coração
que queremos agradecer ao Mau?
Mau, estou agradecido de uma forma muito pessoal,
porque a tua presença na minha vida
tem feito a diferença...
... para que eu viva momentos difíceis na minha vida
e que tire o melhor deles, em vez do pior.
Amo-te tanto!
A tua mensagem foi bonita. Foste o primeiro e começaste a chorar.
Depois foi a minha vez e eu disse: "Quando brincávamos juntos com Barbies."
Isto mostra o espírito competitivo da minha mulher, até em momentos destes.
Lembro-me de, em pequena, o que mais queria fazer era
estar com os meus irmãos e ser a fixe porque estava com os amigos deles
e jogava com eles e saía com eles e obviamente que chegou o momento
em que se começou a notar a idade, mas nunca me fizeste sentir
como que excluída, e brincavas sempre comigo.
Fingíamos ser espiões e...
Acho que fizeste um bom trabalho como irmão do meio,
mas esforçaste-te para que nós os três ficássemos sempre juntos.
- Eu amo-vos. - Obrigada por isso.
Eu amo-te.
- E temos uma tatuagem a condizer. - Sim.
No dia em que o Mau nasceu...
O Mau...
... pesava 900 gramas.
E a vulnerabilidade que eu descobri em mim,
porque era...
Porque pela primeira vez apercebi-me de que algo não dependia de mim.
Encontrei Cristo por essa altura
e de alguma maneira sinto que
nesse momento, quando o Mau nasceu,
ensinou-me a ser melhor.
E creio que nunca falámos disto,
então, tenho de te agradecer por me fazeres
começar a pensar
que nada depende de nós.
Eu estava a começar a envolver-me na minha fé e Deus,
de alguma forma, me recebe com este milagre
que agora tem 29 anos.
Bem, Mau, já que estamos nesta onda,
tenho duas coisas para dizer. Uma,
seguindo a onda do teu pai, foste
o primeiro verdadeiro milagre
que vivemos como família.
E agora, Mau, és um aglutinador.
Tu unes-nos e certificas-te de que eu estou bem,
de que o Ricky está bem.
Graças a Deus, encontraste uma esposa que é fiel a isso.
Na verdade, ela é precisamente o que precisavas.
É tão bonito aperceberes-te não só da sorte que tens,
mas também do quão gratos estamos uns pelos outros.
E é importante dizê-lo.
No que respeita ao Mau, eu agradeço...
... porque és a pessoa que me dá toda a sua energia e apoio,
e és o melhor irmão do mundo para o meu marido.
E amo-te.
És tão adorável, Stef. Amo-te.
Amo-te.
Eu...
- Está tudo bem, Sara. - Vejo-a e começo a chorar.
Acho que o teu propósito é transformar as vidas dos que conheces,
e, no meu caso, estou agradecida porque sinto
que desde o dia em que te conheci
mudaste a minha vida e acho que é porque escolhes
esquecer os teus desejos, sentimentos e preferências,
para dar prioridade ao que cada um de nós quer.
Porque o que mais queres
é que cada um se sinta bem.
E é por isso que te agradeço, agradeço-te porque viver ao teu lado estes anos
tem-me transformado na pessoa que sou hoje,
e por tudo o que temos construído.
Somos uma família de chorões.
E gosto disso.
- Demasiado tempo. - Eu...
Eu agradeço a tua amizade.
Que bonito.
Adoro ver como o Ricky,
que é sempre tão durão, sempre que tem de falar,
é o primeiro a chorar.
Ele emociona-se muito com os seus irmãos.
- É precioso. - Tão emocionante.
És a pessoa mais importante na minha vida, mano.
Tudo bem.
Amo-te.
- Estou a adorar isto. - É lindo.
Estou a chorar.
Foi uma forma bonita de terminar este dia,
especialmente pelo que significou.
Deixou-me muito feliz.
Agradeço por ser bastante bom...
... a aprender com os outros.
E creio que é por isso que sou assim.
É muito sábio, Mau.
- Que querido. - É.
É adorável.
Nós amamos-te.
- Eu amo-vos. - Saúde, Mau.
- Brindemos ao Mau! - Feliz aniversário, Mau.
- Feliz aniversário, Mau. - Amamos-te, Mau.
REPÚBLICA DA ALEGRIA
Hoje é o dia de limpeza das praias de Samaná.
Gosto.
Entusiasma-me sempre muito
qualquer tipo de solidariedade,
seja por ajudar o ambiente, pessoas ou as comunidades que precisam.
Obrigado.
O Cami era o comunicador oficial.
Primeiro, é bom cumprimentar e ser cumprimentado. Bom dia.
- Bom dia. - Está bem.
Já pensaram que Samaná é um paraíso?
- Sim. - Sim.
Mas esse sorriso às vezes passa a um sobrolho franzido.
Porquê? O que vemos no mar nessa altura?
Plástico!
- Lixo! - Sólidos!
- Sim, mas não. - Não?
Por causa do inverno...
Por causa do inverno e da chuva
que desce as montanhas, pois Samaná tem praias,
mas também tem montanhas e o que desce pelas montanhas?
Água. E o que ela traz? Lixo.
Agora, vai esta família, os Montaner
Echeverry Reglero Correa Duque Escobar Roitman,
relaxar e deixar que isto aconteça? - Não!
-Há que fazer alguma coisa. Pois Samaná... - Cura!
Vamos.
Vais pousar isso?
Vais tocar ou vais trabalhar?
Ou posso tornar o trabalho mais agradável para o fazermos por mais tempo.
Claro. Agora, há duas formas de ver a limpeza da praia.
"Vamos limpar a praia. Vamos apanhar as garrafas.
Não! O que é aquilo? Uma garrafa!" Ou...
- Ou... - Como era?
Ninguém apanha o lixo como a Evaluna
Ninguém apanha o lixo como ela
Ela é a estrela apanhadora de lixo
Ela é a estrela apanhadora de lixo O quê?
Ela é a estrela apanhadora de lixo
Ela é a estrela apanhadora de lixo
Ninguém apanha o lixo
Como a Evaluna apanha o lixo
Ninguém apanha o lixo
Como a Evaluna apanha o lixo
Ela é a estrela apanhadora de lixo O quê?
Ela é a estrela apanhadora de lixo
Quem? Ela é a estrela apanhadora de lixo
Quem?
Gente, tentem apanhar a esferovite,
o máximo que puderem. - Sim.
Há tanto lixo, não é?
- Uma aranha! - Onde?
Era enorme.
Abram bem os olhos, por favor. Isto está cheio de ramos.
O que foi?
- Stef! - Cuidado.
Isto está cheio de lixo.
- Eu sei. - Rapazes!
Há muito ali.
- Sim. - Dei um nome à minha pinça.
- Qual é? - Pinça Ambição.
- Abre o saco. - Sim.
Sinto que hoje o meu humor não está a ser apreciado.
No que respeita as embalagens de comida,
deviam banir as palhinhas de plástico
e a esferovite. - Certo.
- A senhora zangada tem razão. - Completamente.
Chegaram os sacos!
- Toma, vamos esvaziar alguns baldes. - Sim.
SAMANÁ Cura
Samaná cura, sim!
- Bem. - Claro.
Depois de apanhar tanta esferovite
e de ver tanta esferovite, não te faz espumar da boca?
Certo, agora a falar a sério,
como eu dizia à Stef, imaginem
fazer isto pelos quilómetros de costa da ilha Hispaniola.
Se pensarmos nisto, 98 % do plástico que recolhemos
são de uso único e esferovite. - Exatamente.
- Um uso apenas, sabem? - Certo.
Devíamos limpar as praias,
mas também reduzir o uso de todos os plásticos ao máximo.
- Imagina a diferença que fizemos. - Correto.
Sim. Samaná é, sem dúvida, um paraíso.
A República Dominicana é um paraíso.
Mas temos de conservar este paraíso.
Ninguém apanha as garrafas
Como a Evaluna
A Evaluna apanha as garrafas, o quê? A Evaluna apanha as garrafas
Ninguém apanha o lixo
Como a Marlene
- Não acredito. - Surpresa!
- Não! - Sabem o caminho.
Não abram os olhos.
O meu pai preparou-nos uma surpresa.
- Acho que está a tramar algo grande. - Sim.
Eu vi algo como um grande ecrã.
- Ele pôs um ecrã na praia. - Sim.
Bem, temos tido um ano com muitas emoções,
cheio de sensações maravilhosas,
e o que queria fazer esta noite... - Estamos todos a pensar no mesmo.
... é surpreender-vos a todos com algo
que vamos assistir juntos, como família.
Estou a dar-me conta de que é algo especial.
É algo que, obviamente, por um lado,
nos ajuda a apercebermo-nos de onde vimos,
a grande maioria, mas o que eu queria era mostrar-vos uma compilação
de coisas que nos representam a todos.
Na verdade, esta compilação é sobre vós.
E, antes disso,
podemos recordar quais foram os eventos
deste ano que mais nos preencheram os corações.
Este ano tem representado um renascimento para nós como família.
Primeiro, fortalecemos como família
e segundo é que cada detalhe que Deus planeou para nós
tem-nos tocado os corações profundamente. - Foi uma beleza, graças a Deus.
Vamos partilhar juntos e depois vamos ver umas coisas que vos trouxe.
Temos a Índigo...
Sim, mas vamos por ordem.
Em janeiro, foi o casamento.
- O casamento. - Sim.
Agora pode beijar a noiva.
- Temos o Apolo. - O Apolo.
- Ficarmos a saber do Apolo. - Sim.
- Eu sabia! Sabia que ia acontecer! - Meu Deus!
- Jura pela tua vida. - Juro.
Não brinques comigo!
O nascimento da Índigo.
- Sim. - Sim.
É uma menina!
- É uma menina! - É uma menina!
É uma menina!
A surpresa da mãe para vocês no Luna Park.
Ela viajou até lá só por isso.
E mesmo que queira deixar de te amar Não serei capaz
Não acredito.
Eu estava num sítio de que não me recordo
e a mãe estava a mostrar-me imagens em direto
do vosso espetáculo no Luna Park.
E a vista daquele sítio, da perspetiva da mãe,
da que tem tido toda a vida
sempre que assiste aos meus espetáculos, foi fantástica.
Boa noite, Luna Park!
- É tão forte. - Deus dá-nos tanto!
É verdade.
E como diria o Camilo: "É tão bom..."
Cumprimentar e ser...
- Cumprimentar e ser cumprimentado. - Exato.
Deus tem sempre planos estranhos que não entendes.
Então, se este ano foi o que foi,
nem consigo começar a imaginar tudo o que Deus tem em mente
para cada um de nós individualmente,
mas também como para a família toda,
o que tem escrito para o nosso futuro.
Preparei algo para vós e espero
que cerca de 90 % das imagens que estão prestes a ver
são coisas que nunca tenham visto antes.
E...
Que emocionante!
Creio que vão tocar-vos o coração.
Vamos, vou carregar no play.
Está bem, Eva, carrega no play.
Já vou.
- Aqui está. - Eu reconheço-me.
É o meu pai!
Olhem, é a Margarita e o meu avô.
- É a avó! - É a avó!
Ela está fantástica.
Quando os miúdos eram crianças,
foi muito difícil, porque...
... era muito difícil viajar com eles quando eram tão pequenos
e as minhas digressões eram longas.
Foi mesmo antes de eu nascer.
- Olhem o avô! Que lindo! - Sempre no seu fato e gravata.
Sim.
Estas separações são...
... muito fortes, são...
São horríveis, é um preço alto a pagar.
- Pai. - O quê?
O Ricardo está a fazer-me ir contra as coisas!
Eu lembro-me disso!
Um dia tomei a decisão
de mudar o rumo da minha vida.
Decidi não sacrificar a minha vida familiar pela fama
ou pela popularidade.
Olá!
É adorável quando os teus filhos te recebem assim.
É amoroso.
A vida mudou-me profundamente.
Tanto foi,
que eles viram...
... como é possível
ter uma família de sucesso
e ter uma carreira de sucesso.
Anda lá!
Sopra a vela!
Não há nada melhor do que a família.
Se não gravares
o resto da viagem, tu e eu vamos ter um problema.
Foi tão lindo!
- Adorei. - Fantástico!
- Adorei. - O que acharam?
Olhem para esta imagem. Eu adoro.
A ideia de passado e de futuro
são apenas ilusões da mente
que existem aqui e agora, mas funcionam
para ajudar-nos a pôr as coisas em perspetiva.
Queria aproveitar para pedir a minha mulher em casamento novamente.
- Não! - Vamos ver se ela quer
voltar a casar-se comigo, tal como na primeira vez,
ou de forma ainda mais bonita.
- Não! - Não te pude comprar um anel,
mas comprei-te uma medalha.
- Não! - Vai servir de anel.
Se quiseres, podemos casar novamente no próximo ano.
- Não! - Bravo!
- Vivam os noivos! - Vivam os noivos!
Se quiseres, podemos casar na Índia.
- Sim. - Ajoelha-te!
Podes casar comigo lá.
A Evaluna e o Camilo tinham dito
que queriam renovar os votos na Índia,
pelo que podemos fazer tudo. - Gosto.
Se quiseres.
- É verdade? - Claro.
Quando?
No próximo ano, em 2023.
No próximo ano fazemos cinco anos.
- Ótimo! - Está bem.
- Vamos ter uma... - E nós três.
Vamos ter um casamento múltiplo.
- Gosto! - Adorei.
Sim.
Seremos os vossos pastores.
Um aplauso!
Pai!
- Amo-te. - Felicidades!
Golfinhos?
- Sim? - Estou a perguntar-te.
Não, mas há um arco-íris.
- Como dormiste? - Muito bem. E tu?
- Também. - Sim.
A noite de ontem foi linda, não foi?
Vamos embora hoje.
- Acabou. - Foram dias lindos.
- Por agora. - Foram dias lindos, sim.
Estes dias foram demais,
com todos a fazer uma pausa juntos.
Vou preparar as nossas malas porque temos de ir.
Temos de preparar um casamento na Índia, temos um neto a caminho,
e temos tantas coisas a fazer.
- Vai, então. - Além disso, temos o trabalho.
Vou ficar mais um pouquinho.
- Deixo-te ficar. - Podes levar esta caneca.
Não bebeste muito.
Já tinha bebido uma. Obrigada, amor.
- Vou-me embora. - Está bem.
- Adeus. - Amo-te.
Adeus, amor.
- Adeus, amor. - Adeus.
- A que horas é o pequeno-almoço? - O mais tardar, às 9 horas.
Está bem.
Hoje é o Dia Internacional da Arepa.
Como quase todos os dias, amor.
FIM
Mas agora estou menos pressionado
E também menos preocupado
Porque não tenho os teus beijos
- Abençoado álcool - Abençoado álcool
- Doce tormento - Doce tormento
Diz-me porque é tão difícil esquecer
- Abençoado álcool - Abençoado álcool
Doce tormento
O que fazes lá fora
Entra já para dentro
Legendas: Joana Ribeiro
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.