All language subtitles for law.order.original.19E08.HDTV-GCJM.Chattel

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

No sistema de justi�a criminal, o povo � representado

por 2 grupos distintos, e igualmente importantes:

a pol�cia, que investiga os crimes

e os promotores que acusam os criminosos.

Estas s�o suas hist�rias.

Est� desligando o ar-condicionado? S� estou olhando.

Estou suando, n�o mexa nele!

Est� frio! Sou uma planta, por acaso?

Venha c�.

Voc� est� tremendo!

O que foi? Estou preocupada, Freddie.

Acho que estamos mexendo em casa de marimbondo.

Vai dar tudo certo.

Se estivermos errados, podemos ser expulsos da Ordem.

O mundo n�o pode dispensar 2 advogados?

Lizzie,

n�o se preocupe.

Estamos fazendo a coisa certa.

-= www.SubtitleDB.org =-

� o melhor que pode fazer?

Entre sexta-feira e domingo de manh�?

O ar-condicionado estava no m�ximo. Parecia um freezer.

Interferiu com os c�lculos do rigor mortis.

Quem usa ar-condicionado em outubro? Alguma coisa contra?

O alarme estava ligado quando eu cheguei, como sempre.

Achei que os Bellamy tinham ido trabalhar.

Eles s�o advogados, mas s�o pessoas muito boas.

Que tipo de advogados?

De fam�lia. Div�rcio e guarda dos filhos.

Gente muito boa, sempre me ajudaram.

Trabalho aqui h� 10 anos! �ramos amigos!

Eu sinto muito.

Pode esperar um pouco? Talvez tenhamos mais perguntas.

O alarme estava ligado. Vou confirmar com a firma.

O que temos aqui? N�s temos mensagens.

S�bado, 11h12m.

Oi, pessoal, � a Valerie.

Se ainda n�o sa�ram, tragam mais duas garrafas de tinto.

Vem muita gente.

S�bado, 15h38m.

Onde voc�s est�o? Est� todo mundo perguntando.

Erraram o caminho de novo? Amo voc�s.

Ador�veis advogados de div�rcio.

� como matar uma esp�cie em extin��o.

L&O x 19E08 Chattel Ricardo.inet

Parece igual.

Nunca me deixavam limpar aqui, s� esvaziar a lixeira.

Lupo!

Parece que arrombaram esta janela.

N�o tem alarmes? Costumava ter.

Veja.

Algu�m quebrou o sensor ao fechar a janela.

Deve estar assim h� um tempo. Quem arrombou a janela sabia.

Sr� Torres, os Bellamy tinham filhos?

S� o Gary. Ele mora em Nova Jersey com a mulher.

Netos? N�o.

Usam o quarto para entrevistar crian�as em disputa de guarda.

Id�ia da minha m�e. Para n�o intimidar as crian�as.

Por qu�?

O alarme da janela estava quebrado. O assassino entrou por ali.

Que droga! Eu disse mil vezes para eles consertarem aquilo!

Desde quando est� quebrado? H� uns dois meses.

Eu disse que era perigoso, mas me ignoraram.

Gary, sabe de algu�m que quisesse fazer mal a eles?

As pessoas que os roubaram, � claro!

N�o achamos que tenha sido roubo.

O local n�o foi saqueado, n�o sumiu nada.

E os clientes dos seus pais? Algum encrenqueiro?

Nunca falavam dos clientes.

Eles levavam muito a s�rio a hist�ria do sigilo profissional.

Eles diziam: "O div�rcio � uma trag�dia humana, como a morte,

e precisa ser tratado com o mesmo respeito".

ADVOGADOS BELLAMY & BELLAMY DOMINGO, 5 de OUTUBRO.

Apesar do que dizem, n�o existem div�rcios amig�veis.

Mas os Bellamy eram justos. Eles nunca mentiam.

Nem para os clientes, nem para os advers�rios.

Voc� pode estar certa,

mas div�rcios n�o despertam o melhor nas pessoas.

Quem esteve no "home office" deles nos �ltimos meses?

Pessoas que levaram os filhos para entrevistas.

Basicamente, querem saber quem eram os clientes atuais?

Podemos come�ar com uma lista. Boa tentativa, detetive.

Sou assistente legal e m�e de jogadores h� 20 anos.

Sua jogada est� em impedimento.

Procuramos pais divorciados com filhos.

Que foram entrevistados naquele quarto.

Nos casos de guarda, � preciso entrar com uma PIJ.

Peti��o de Interven��o Judicial.

Precisamos ver as peti��es dos Bellamy.

Vamos pedir uma intima��o para a Rubirosa.

Na faculdade de Direito, diriam que n�o � uma boa id�ia.

E o que seria uma "id�ia melhor"?

ESCRIT�RIO da SECRET�RIA do CONDADO de NOVA YORK. DOMINGO, 5 de OUTUBRO.

Cy, posso perder o emprego. Est� bem.

Quer minhas anota��es de Direito Constitucional?

N�o vai passar sem elas.

Bellamy? Isso. Frederick e Elizabeth.

Entraram com 127 PIJs referentes a casos de guarda.

Est� bem. Pode imprimir os nomes?

127 casais cujos filhos podem ter estado no quarto.

Basta saber qual deles tinham algo contra os Bellamy.

Talvez possamos reduzir a lista.

Algum processo de m� conduta profissional

relacionado a algum caso desses?

A maioria das queixas foram anuladas ou retiradas,

mas tem um cara dif�cil aqui, um tal de William Carter.

Liz Bellamy representava Ann Carter.

Brigavam pela guarda dos filhos. Dois meninos e uma menina.

Temos o v�deo do depoimento das partes.

Diga "oi" ao Sr. Carter.

Eu nunca fiquei b�bado na frente dos meus filhos!

Sr. Carter, sente-se!

Vou te botar na rua! Bill, acalme-se.

Com rela��o � guarda dos filhos,

sua filha Isabelle...

Protesto! N�o responda. Eu n�o fiz a pergunta ainda.

Pode enfiar suas perguntas, mo�a!

S� sobre o meu cad�ver

� que voc� ter� a guarda dos meus garotos!

Chega disso!

Posso ver o arquivo? Pode.

Quando foi esse depoimento? No dia 17 de setembro.

O Sr. Carter entrou em acordo com a mulher em duas semanas,

depois de lutar com unhas e dentes durante 8 meses.

A mulher tirou alguma carta da manga que o fez recuar.

No instante em que Liz Bellamy mencionou a filha,

o advogado do Carter protestou. Talvez ele tenha jogado a toalha

se a mulher o acusou de molestar a filha.

Uma t�tica comum em casos de div�rcio.

E se era verdade? E se ele realmente molestou a filha?

Se os Bellamy eram certinhos como todo mundo diz,

podem ter decidido tomar uma atitude.

N�s ficamos juntos por muito tempo,

mas, no final, foi como qualquer div�rcio.

Brigamos e nos separamos. S� isso.

Exceto pela rendi��o incondicional do seu marido.

Que amea�a fez a ele? Nenhuma.

Ele � um homem decente... Vimos o v�deo do depoimento.

Seu marido � muitas coisas, mas "decente" n�o � uma delas.

Como o chantageou? Tinha a ver com a sua filha?

N�o.

Seus filhos.

O pequeno � o Jay, n�o �? E o mais velho � David.

Ele tem 14 anos? O David tem 15 anos.

E Isabelle, sua filha, tem 11 anos.

Mas voc� n�o tem fotos dela aqui.

Quero que saiam agora. Cartas na mesa, Sr� Carter.

Achamos que seu marido molestou a sua filha,

e que os Bellamy descobriram, por isso est�o mortos.

O Bill n�o faria isso. Temos que falar com sua filha.

Ela n�o est� aqui. Podemos esperar.

N�o, ela n�o est� aqui neste pa�s.

Ela voltou para o Haiti. A Isabelle era adotada?

N�s quer�amos outro filho,

ent�o, adotamos uma menina do Haiti.

A ado��o estava em processo, ent�o, ap�s o div�rcio...

Mandaram a garota de volta para o inferno.

N�o tivemos sa�da!

O pessoal l� exigiu isso por causa do div�rcio!

N�s tentamos... mas n�o conseguimos segur�-la.

CONSULADO do HAITI SEGUNDA, 6 de OUTUBRO.

Isabelle Carter.

Outra pessoa perguntou por ela na semana passada.

Deixe-me ver. Fred e Elizabeth Bellamy.

Disseram que eram advogados do casal que a adotou.

Disseram que ela fora enviada de volta por engano.

Um engano muito grave, n�o �? Seria.

N�o acham que foi um engano?

Achamos que foi uma tentativa de encobrir um crime contra ela.

Temos o registro da chegada dela em Porto Pr�ncipe

no dia... 20 de setembro.

Foi levada por uma pessoa que apresentou credenciais

de uma ag�ncia de ado��o cat�lica.

Depois disso, n�o temos mais registros dela.

Ela simplesmente desapareceu? � claro que n�o.

Mas... ainda n�o conseguimos localiz�-la.

Explicamos tudo isso � fam�lia, que est�o de posse dessas informa��es.

Falaram com quem? Com os Bellamy?

N�o, com o pai adotivo. Bill Carter.

Disseram a ele que os Bellamy procuraram a menina?

� o que consta do arquivo. Algum problema?

O Minist�rio do Exterior disse que vai pressionar os haitianos

para continuarem procurando a menina.

Boa Sorte.

Aquele lugar engoliria o esquadr�o inteiro sem esfor�o.

N�o conseguem localizar a pessoa da ag�ncia de ado��o

que pegou a Isabelle no aeroporto.

A �nica coisa que n�s sabemos

� que Bill Carter sabia que os Bellamy a procuraram.

E, 2 dias depois, algu�m meteu 3 balas de calibre .22 neles.

Imagino que n�o haja registros

de que o Carter possua um rev�lver calibre .22.

Lamento, n�o.

H� registros de que os Bellamy entrevistaram os meninos Carter

durante o processo de div�rcio.

N�o podemos falar com os filhos sem o aval da m�e.

At� agora, ela n�o quis cooperar.

Talvez haja um modo de for��-la a cooperar.

Se ela chantageou o marido com acusa��es de crimes sexuais,

qualquer dinheiro que tenha ganho no div�rcio

seria resultado de um crime.

Seria, sim. E poder�amos "apreend�-lo".

Aqui diz que a maior parte do acordo, US$ 300 mil,

� de um empr�stimo assinado por Eric e Miriam Johnson.

Est�o listados como amigos da fam�lia.

Um empr�stimo pessoal para ajudar Bill Carter.

Que �timos amigos...

RESID�NCIA dos JOHNSON SEGUNDA, 6 de OUTUBRO.

O Bill pediu o dinheiro para finalizar o div�rcio.

Foi o bastante para n�s.

O div�rcio foi muito duro. Para Ann, para as crian�as.

Mas US$ 300 mil? Sem hesitar?

O Bill � da �poca da faculdade. Ele vai nos pagar de volta.

Sabe se os Carter estavam tendo algum problema

com a filha adotiva, a Isabelle?

Que tipo de problema?

� poss�vel que ela tenha sido molestada pelo Sr. Carter.

O Bill, n�o! � imposs�vel!

Quando vamos comer?

O Patrick est� com fome. Eu tamb�m.

Logo, querida. V� fazer seu dever.

Voc� tamb�m t�m um filho adotivo.

Do Haiti? Isso.

Moramos l� durante 3 anos a trabalho e adotamos o Patrick.

Era muita mis�ria e desespero. T�nhamos que fazer algo.

Os Carter mandaram a Isabelle de volta para a mis�ria e o desespero.

Eles foram brigados, a ado��o n�o foi finalizada.

Foi o que eles disseram. Acham que eles mentiram?

N�s achamos que n�o est�o nos contando tudo.

Voc�s podiam encorajar a Sr� Carter a falar conosco.

N�o acho que seja uma boa id�ia.

Como eu disse, o div�rcio foi dif�cil,

especialmente para as crian�as. O David chegou a falar em suic�dio.

Como soube disso?

Pela nossa filha Karen. Est�o na mesma escola.

Vamos falar com o filho dos Carter. Como o David?

Achou uma varinha de cond�o para sumir com a ordem judicial?

N�o podemos falar com o David Carter,

filho n�o-emancipado de Bill e Ann Carter,

mas podemos falar com David Carter, o suicida.

Eu comentei isso com a Karen h� dois meses.

N�o falei s�rio, n�o vou me matar. N�o se preocupem.

S� quer�amos checar. Conversou com um terapeuta a respeito?

Sim. Que �timo.

A advogada da sua m�e, Bellamy, tamb�m falou com voc�, certo?

Entrevistou voc� e seu irm�o? Isso.

Lembra onde foi?

Na casa dela, em um quarto no por�o. Cheio de v�deo games.

Notou algo de errado em uma das janelas?

Notei...

A Sr� Bellamy tentou fech�-la, mas tinha um fio solto atrapalhando.

Que engra�ado. Comentou isso com algu�m?

Eu n�o sei! Vou me atrasar para o treino.

Chato o lance do div�rcio e da menina haitiana.

�.

Quando morava com voc�s, ela se dava bem com todos?

Claro. O que foi? N�o gostava dela?

N�o, s� que ela n�o falava ingl�s.

Quem conversava com a Isabelle? S� seus pais?

Acho que sim. Quando tinham algo importante para falar,

pediam ao irm�o da Karen para falar com ela no telefone.

O filho adotivo, o Patrick? Foi o que acabei de dizer.

Um mandado para um garoto de 13 anos?

Ela pode ter falado sobre o abuso sexual.

Os pais s�o amigos do Bill Carter e n�o v�o querer falar.

Pediram ao Johnson para falar com o menino?

N�o. Pod�amos fazer isso,

mas podem mandar o menino para fora do pa�s.

Eles emprestaram US$ 300 mil. Se o Carter for preso, est�o fritos.

Meus pais ainda n�o chegaram. Tudo bem, viemos falar com o Patrick.

Por que querem falar com ele? Por favor, diga onde ele est�.

N�o podem entrar, precisam de um mandado!

Aqui est�. Para o Patrick. Ele n�o est� aqui!

Onde fica o quarto dele? Este � o quarto dele.

Bem apertado.

Estas coisas parecem novas. Veja este lin�leo, Lupo.

A cola nem secou ainda.

Tinta fresca. H� quanto tempo o Patrick mora com voc�s?

Desde que voltamos do Haiti, h� dois anos.

N�o queria ver este cub�culo antes da reforma.

Onde est� o Patrick agora?

Parece ser o Parque Marcus Garvey.

Patrick!

Lupo!

Calma, rapaz!

Me soltem, por favor! Est� tudo bem!

Pol�cia! Est� tudo bem!

N�o, por favor! Eu preciso voltar!

Patrick, est� tudo bem. Ningu�m vai te ferir.

Por favor, me soltem!

******* restavec. O qu�?

Eu sou um restavec.

Ele disse que � um restavec. Ele � um escravo!

Como � que �? Um restavec, cara!

*******?

Est�o vendo? Um escravo.

Vamos, coma. N�o est� encrencado, Patrick.

Voc� disse aos detetives que era um... restavec.

Eu pronunciei direito?

Pode me dizer o que significa?

N�o � nada.

Por que o homem no parque disse que era "escravo"?

Por favor, preciso voltar para meus pais.

O detetive Lupo pesquisou no computador.

"Restavec" vem da express�o francesa que diz "ficar com".

No Haiti,

� como chamam uma crian�a que foi vendida a uma fam�lia

para trabalhar como criado.

Voc� foi vendido para o Sr. e a Sr� Johnson?

Voc� � criado deles, Patrick? Eu sou filho deles.

E quanto � Isabelle? Ela era uma restavec?

Eu n�o sei.

Qual escola voc� frequenta? Eu estudo em casa.

O que mais voc� faz em casa? Voc� trabalha?

Eu fa�o... tari... tarei...

Tarefas?

E suas unhas?

Por que est�o quebradas e t�o sujas?

S�o as tarefas?

Antes de reformarem seu quarto, onde voc� dormia?

Por favor, posso ir para casa agora?

Agora � bom.

Eu tenho minha pr�pria cama. Ela � boa. Ela � nova.

Por favor.

Chamem o Servi�o Social

e avisem ao promotor de justi�a o que temos aqui.

Cad� o nosso filho? Cad� o Patrick?

Nossa filha disse que foram l� em casa...

Sou a tenente Van Buren.

O Patrick vai ficar aos cuidados da Assist�ncia Social Infantil.

Ele ser� examinado por m�dicos e psic�logos.

N�o podem fazer isso, ele � nosso!

Seu?

Nosso filho legalmente adotado.

Temos um mandado de testemunha para o Patrick.

Eu sugiro que liguem para um advogado.

O policial vai lev�-los at� a sa�da.

Hematomas nos bra�os, alergias n�o-tratadas.

defici�ncia de c�lcio, vitaminas e prote�nas.

C�ries n�o-cuidadas.

� o que vemos em crian�as maltratadas e negligenciadas.

Os m�veis no quarto dele foram comprados h� duas semanas,

em dinheiro, em uma loja no Brooklyn.

A Per�cia achou tra�os de urina de gato debaixo do lin�leo.

Antes da reforma, devia dormir do lado da caixa do gato.

Vou acabar com essa gente! Pegue uma senha, doutor.

Sentimentos nobres. Que tipo de testemunha o garoto ser�?

Ele est� traumatizado e n�o quis contar o que estava havendo.

Talvez o Servi�o Social tenha mais sorte.

Temos o bastante para contar a hist�ria.

H� 4 anos, os Johnson o compraram nas ruas do Haiti.

Parece que o valor de mercado era US$ 50.

E o usavam como criado! Ao serem transferidos para c�,

forjaram uma ado��o para conseguir o visto e...

o trouxeram junto da bagagem.

E a garotinha, Isabelle? A hist�ria � bem parecida.

Os Johnson devem ter ajudado os Carter a traz�-la.

Na minha opini�o, a Sr� Carter usou isto

para for�ar a m�o do marido no acordo do div�rcio.

Explicaria por que o Johnson deu US$ 300 mil ao Carter.

Para calar a Sr� Carter.

Tamb�m explica por que ficaria calado

se desconfiasse que o Carter matou os Bellamy.

D� a ele um motivo para falar.

Acuse-o de por a vida de uma crian�a em perigo.

Um crime menor? Estou pulando de alegria, Jack.

Infelizmente, Mike,

Nova York n�o tem leis antiescravagistas.

Mas temos leis antissequestro.

O garoto foi adotado, eles o tiraram do seu pa�s

e o usaram como um servi�al!

Uma ado��o para maquiar a escravid�o,

uma ado��o fraudulenta! Isso � sequestro.

Vou ver o mandado de pris�o. Esperem!

N�o vamos prender ningu�m com uma acusa��o fr�gil.

Tenente, n�o disse que o menino se recuse a falar?

Talvez com o tempo... N�o � o bastante.

Se quer prender Eric e Miriam Johnson por sequestro,

conven�a o Grande J�ri primeiro.

GRANDE J�RI SUPREMA CORTE QUINTA, 9 de OUTUBRO.

Patrick, conte para n�s como foi morar

com o Sr. e a Sr� Johnson no Haiti, com 9 anos de idade.

Eu morava com a maman, com meus irm�os e irm�s.

Em Fort Libert�.

Quando diz "maman", fala da sua m�e verdadeira?

Sim.

Um dia, apareceu um homem l�.

Ele deu dinheiro para a maman.

Ela chorava muito.

Fomos de carro at� Porto Pr�ncipe, para uma casa bonita.

O homem me mandou entrar.

"Voc� vai morar com eles. Fa�a o que eles mandarem".

Era o Sr. e a Sr� Johnson? Eram.

E o que eles disseram para voc� fazer?

Tarefas e estudo, todos os dias.

Que tipo de tarefas? Cozinhar, limpar, lavar.

Quantas horas por dia? Eu n�o sei.

Desde a hora em que eu acordava.

Se voc� n�o cumpria as tarefas ou se n�o as cumpria direito,

o Sr. e a Sra. Johnson batiam ou castigavam voc�?

N�o.

Eles diziam "bom garoto" e me davam um doce.

Est� bem, Patrick. Vamos falar sobre sua vida aqui nos EUA.

Realiza tarefas todo dia? N�o, eu estudo e brinco.

Patrick, voc� entende que jurou dizer a verdade hoje.

Sim. Estou dizendo a verdade. �timo.

Onde faziam voc� dormir � noite?

No meu quarto.

� bem grande. Eu tenho minha pr�pria cama.

� mesmo? � grande? �!

E tem uma TV grande com v�deo games!

Posso passar a noite toda jogando!

A minha irm� Karen leva sorvete e bolo para mim.

Minha vida � muito feliz.

Esta � uma fotografia do seu quarto?

Me mostre a TV grande.

Me mostre os v�deos games.

Por que n�o est� dizendo a verdade, Patrick?

Est� com medo? Algu�m amea�ou voc�?

Eles sabem que ele mentiu.

Espero que uma foto valha por mil palavras.

Obrigada.

� uma notifica��o do advogado dos Johnson.

Miriam Johnson quer testemunhar diante do Grande J�ri.

Nossos 3 anos no Haiti

foram � experi�ncia mais reveladora que n�s tivemos.

Nunca t�nhamos visto caos como aquele,

uma mis�ria indescrit�vel e uma viol�ncia gratuita.

N�s s� quer�amos salvar uma crian�a.

O Eric pagou uma taxa,

e, quando trouxemos o Patrick de volta para casa...

era �bvio que ele seria da nossa fam�lia para sempre.

O Patrick disse que tem tarefas a cumprir desde quando acorda.

Ele tem que arrumar o quarto. Deve ter falado disso.

Ele disse que cozinhava, lavava...

Ele nos ajuda na cozinha,

gosta de mostrar como � inteligente.

Minha filha tamb�m tem tarefas. O que o Patrick come?

Ele come o que n�s comemos.

Algu�m mais na sua fam�lia

tem defici�ncias de prote�na e vitaminas?

Ningu�m da minha fam�lia passou seus primeiros 8 anos de vida

morando em casebres e tendo uma refei��o por dia.

A sa�de do Patrick est� seriamente comprometida.

Os m�dicos dizem que levar� anos at� ele se recuperar.

M�dicos aqui nos EUA? M�dicos no Haiti.

O que os m�dicos daqui disseram?

Supondo que a senhora o levou a um m�dico aqui.

Protesto! N�o tem direito de...

Consultas s�o protegidas pelo sigilo profissional.

Ela n�o pode falar sobre isso! Ordeno que se cale, Dr. Marks!

Por que o Patrick tem c�ries n�o-tratadas?

Ele odeia ir ao dentista, ele d� ataques.

E quanto � escola? Puseram-no na escola?

Ele est� atrasado para a idade. Dou aulas para ele em casa.

Mas a senhora n�o trabalha fora, Sr� Johnson?

Como tem tempo para ensinar ao Patrick?

Trabalho em casa na maior parte do tempo.

Pode explicar por que

n�o achamos um �nico livro de escola

naquele buraco do inferno onde o obrigam a dormir?

Ele n�o guarda os livros naquele quarto.

E me ofende quando diz "buraco do inferno"!

Prefere que eu chame de "cela"?

Era tempor�rio, at� podermos ajeitar um quarto para ele.

E, para sua informa��o, milh�es de crian�as haitianas

amariam ter um quarto s� deles. Sr� Johnson...

Se tiv�ssemos deixado o Patrick l�,

sua expectativa de vida seria de 35 anos.

Homic�dio � a maior causa de morte entre jovens no Haiti.

Sabiam disso?

N�o � relevante para com o modo como o tratava aqui!

N�o � relevante?

N�s salvamos a vida dele! A viol�ncia estava � nossa volta!

Sequestros, assaltos a m�o armada.

Meu marido tomou medidas extraordin�rias

para nos proteger.

O Patrick estava seguro conosco, Estava a salvo da fome,

a salvo de viver como um animal selvagem.

O Grande J�ri levou 20 minutos para negar a audi�ncia.

Lamento, mas � melhor saber agora que o caso � fraco.

Se o Patrick tivesse dito a verdade...

Ponha-se no lugar dele.

Mesmo tendo uma vida ruim aqui,

ele deve achar que voltar para o Haiti pode ser pior.

Temos uma outra chance de denunciar os Johnson.

Desta vez por homic�dio.

Miriam Johnson disse

que o marido "tomou medidas" para proteger a fam�lia no Haiti.

Eu localizei alguns ex-colegas dele no Haiti.

Dois deles disseram que ele comprou um rev�lver calibre .22.

Mesmo calibre que matou os Bellamy.

Carter e Johnson t�m o mesmo motivo para matar os Bellamy.

Bom, tem mais.

Um deles disse que o Johnson ainda tem conta no Haiti.

Passei a conversa em alguns gerente em Porto Pr�ncipe,

e me enviaram extratos dos �ltimos dois anos.

Houveram 16 transfer�ncias para a conta do Carter

no valor de US$ 30 mil cada. Transfer�ncias de quem?

De v�rias pessoas de Nova York.

CASA dos KLASSEN SCARDALE NY. QUINTA, 9 de OUTUBRO.

Foi uma transfer�ncia leg�tima. Preenchemos todos os formul�rios.

Por que � da tua conta... Podem voltar amanh�?

Acabamos de p�r as crian�as na cama.

Sr. Klassen, talvez n�o entenda o que � uma intima��o, mas,

de um modo ou de outro, vai responder a estas perguntas.

Me poupe das suas amea�as.

O dinheiro era o capital inicial de uma firma.

Que tipo de firma?

De software. Eric Johnson viu uma oportunidade.

O que foi isso? Devem ser as crian�as.

Mas disse que as crian�as estavam l� em cima,

e o barulho veio debaixo.

� o cachorro. Ele n�o gosta de ficar trancado l� embaixo.

Voc�s t�m cachorro? Eu adoro cachorros!

Posso ver seu cachorro?

O por�o � aqui, n�o �? N�o pode ir entrando assim!

Voc�s nos convidaram a entrar. Est� lembrado?

Ei.

Venha c�.

Venha, querida.

Venha, est� tudo bem.

Vamos tirar voc� daqui. Est� tudo bem.

Seus dias de trabalho acabaram.

Foi o Eric que organizou tudo.

Pagamos a ele uma comiss�o de US$ 30 mil.

Assinamos os pap�is de ado��o, e algu�m trouxe a menina do Haiti.

N�s os encontramos no aeroporto.

Eric e Miriam Johnson diziam que

nada podia ser pior do que aquilo que enfrentavam no Haiti.

Quem? De quantas crian�as estamos falando?

Eles disseram que viabilizaram muitas ado��es.

Tire isto de mim agora!

Encontramos 16 crian�as e 14 casais. Dois casas est�o viajando em f�rias.

V�o esper�-los no aeroporto.

Jack, conhe�a os Johnson.

Eric e Miriam.

Al�m de tudo, eles foram acusados de homic�dio.

Venham dizer "oi" para seus amigos.

Parece um t�xi!

Muito bem!

8 milh�es e meio.

O n�mero de crian�as vendidas como escravas por ano.

Esta plantation fechou.

Vamos deixar uma coisa clara logo de in�cio.

Meus clientes querem um acordo global.

Enquanto n�o vier algu�m da Procuradoria-Geral,

n�o h� conversa. Meu caso � um duplo homic�dio.

A acusa��o de trabalho escravo � assunto dos federais.

Mas, se preferem uma guerra em duas frentes,

espero que tenham coragem e dinheiro para isso.

N�s n�o matamos os Bellamy.

Sabiam que eles estavam perguntando sobre a Isabelle.

Sim! Bill Carter disse que o Consulado do Haiti ligara.

Mas os Bellamy estavam presos ao sigilo profissional.

Ann Carter sempre comentava como eles eram �ticos.

Querem que acreditemos que logo voc�s

contavam com a �tica do casal para n�o terem problemas?

Pode parar com o sarcasmo?

E seus clientes podem parar com os contos de fada?

Eles n�o mataram os Bellamy. N�o tinha como.

Estavam fora da cidade quando o casal foi morto.

Em Connecticut, na casa de Larry Tomem.

Deixamos a casa em New Haven depois da meia-noite.

Dava tempo para voltar.

Houve um acidente na Rodovia Saw Mill.

Ficamos duas horas parados.

Temos provas de que possui uma pistola Ruger . 22.

Onde est� essa arma? N�s n�o achamos.

Guardamos em uma caixa no closet e n�o mexemos mais.

At� o Dr. Marks nos pedir para peg�-la.

N�o estava l�.

Os Tomem confirmaram que eles sa�ram depois da meia-noite.

A pol�cia de Westchester confirmou o acidente na Saw Mill.

De volta � estaca zero: Bill Carter.

Confirmaram que as c�psulas encontradas no local do crime

pertenciam a uma Ruger .22.

Pode ser que a arma dos Johnson

tenha ido parar nas m�os de Bill Carter.

Os filhos n�o frequentam a mesma escola?

N�o importa o que eu diga.

Voc�s sempre pensam o pior, e agora meus pais ser�o presos.

Karen, se quer mesmo ajudar os seus pais,

diga o que sabe sobre a arma.

Se eu contar, e voc�s derem para tr�s,

eu n�o vou testemunhar no julgamento ou coisa parecida.

Eu n�o quero que a minha m�e v� para a pris�o.

Faremos tudo o que for poss�vel.

Quando eu contei aos meus pais que o David...

David Carter estava pensando em se suicidar,

eu n�o contei... que ele estava aqui em casa

e que, entre uma brincadeira e outra,

eu disse a ele que meu pai tinha uma arma no closet.

O David pegou a arma e...

enfiou na boca, dizendo que queria se matar.

Eu disse a ele para deixar de ser burro

e o obriguei a p�r a arma de volta.

Foi isso?

Ele voltou aqui algumas vezes... quando meus pais n�o estavam.

Acho que entrou no quarto deles.

Tudo bem, eu peguei na arma!

A Karen me viu. Mas eu pus de volta!

David, entenda que, se a arma estava com voc�

e outra pessoa a pegou, voc� n�o cometeu nenhum crime.

Como assim, outra pessoa?

Seu pai temia que o casal agisse contra ele

por causa da Isabelle. Eu sei.

Seu pai contou a voc�? N�o, foi a Karen.

Ela ouviu os pais falando do assunto.

O que mais ela disse?

Temia que os pais fossem presos por causa do Patrick!

Voc� e a Karen s�o muitos amigos, n�o s�o?

A gente se conhece desde pequeno.

Falou com ela sobre o div�rcio? Falei.

E sobre a entrevista com a advogada da sua m�e

naquele quarto no por�o? Falei.

Contou que a Sr� Bellamy n�o conseguia fechar a janela?

Contei. O que... Qual � o problema?

Na sexta em que a advogada da sua m�e foi assassinada,

voc� se lembra do que fez? Foi h� 3 meses.

Eu... jantei com o meu pai.

Voc� ligou para a Karen e contou a ela?

Mandei um torpedo para ela logo que meu pai me deixou.

Ela retornou? Ela me respondeu �s 2h.

Podemos verificar essa hist�ria pelos sinais dos celulares.

Se for verdade, com os pais em New Haven,

Karen Johnson ficou sozinha em casa com a arma.

Querem ter outra surpresa?

O laborat�rio examinou a caixa onde ficava a arma.

Acharam tra�os de disparos recentes.

Algu�m guardou a arma de volta na caixa

depois de usar. Faz sentido.

Se foi ela que atirou nos Bellamy,

ela p�s a arma de volta para ningu�m dar falta.

At� entrar em p�nico e resolver se livrar dela.

� bastante coisa para uma menina de 15 anos.

Quando voc�s pegaram o Patrick naquele parque,

as m�os dele estavam imundas,

e a sujeira sob as unhas era recente,

como se tivesse cavado.

Eu o vi aqui.

Achei que ele procurava alguma coisa.

Bem aqui, perto da �rvore!

N�o quero acreditar...

Viram voc� enterrando a arma l�, Patrick.

Ela tem suas digitais, meu amigo.

Sabe o que isso significa?

Chega de mentiras, Patrick. Conte o que aconteceu.

Minha irm� disse

que pessoas ruins queriam fazer mal � fam�lia.

Que iam mandar mam�e e papai para a pris�o.

Ela disse que ningu�m cuidaria de n�s.

Que ficar�amos na rua, como mendigos.

A Karen disse isso?

O que mais ela disse?

Ela disse que eu tinha que fazer.

Fazer o qu�, Patrick?

Matar os dois.

Ela me levou a uma casa, abriu a janela e n�s entramos.

Ela pegou a minha m�o e me levou pela escada.

Vimos um homem e uma mulher dormindo.

Ela disse: "Mate-os". E eu entrei no quarto.

Voc� atirou neles, Patrick?

Sim.

Est� certo. Pegue suas coisas.

N�o posso ficar aqui? Eu gosto.

Eu tenho amigos! Eu sei.

Mas ter� que vir conosco, Patrick.

Ponha suas coisas aqui.

N�o � verdade!

O Patrick est� confuso. Karen diga a eles.

Ele est� mentindo!

Eu nunca o mandei ferir ningu�m, ele est� inventando!

J� chega. Esta entrevista acabou.

N�o tem nada contra ela, Dr. Cutter,

apenas a imagina��o de um selvagem semianalfabeto.

Eu daria a ele um pouco mais de credito.

Leve-a para ser autuada, detetive.

Vamos andando. M�e.

N�o podem fazer isso com a minha filha!

Eu n�o vou permitir! Eu n�o vou permitir!

PRON�NCIA. SEGUNDA, 13 de OUTUBRO.

A Srt� Johnson n�o vai tentar fugir.

O caso da Promotoria se baseia quase unicamente

na palavra de um menino haitiano de 13 anos.

Temos raz�es para crer que venceremos o julgamento.

Excel�ncia, os pais da r� det�m bens e contratos no exterior,

t�m antecedentes de desprezo pelas leis,

e temos certeza de que eles lan�ariam m�o de seus recursos

para ajudar sua filha a escapar da justi�a.

Eu concordo. A r� ficar� sob cust�dia do Estado.

Pr�ximo caso!

Processo n�mero 605.651, o Povo contra Patrick Johnson,

duas acusa��es de homic�dio doloso.

Constar� nos autos a alega��o de "inocente", meu jovem.

Obrigado, Excel�ncia.

Tamb�m pedimos que este r�u fique sob cust�dia

do Departamento de Justi�a Juvenil.

Excel�ncia, ele tem 13 anos.

Dizer que h� risco de fuga � rid�culo.

Ele foi trazido para o pa�s pelo pais adotivos.

Aonde ele iria?

Ele devia ficar com os pais, que o estimam imensamente.

"Que o estimam imensamente"?

Excel�ncia, eles s�o acusados de operar uma rede de escravos!

De maltratar e negligenciar este menino!

O menino negou as acusa��es diante do Grande J�ri.

Este r�u � a principal testemunha de acusa��o

do caso da filha dos Johnson.

No m�nimo, ele sofrer� intimida��es.

E, na pior hip�tese, eles v�o despach�-lo de volta ao Haiti.

J� aconteceu com outra crian�a. Espere, Dr. Cutter.

Meu jovem.

O que voc� tem a dizer? Quer ficar com seus pais?

Eu quero ser livre.

N�o � o 1� r�u que me diz isso.

O r�u ficar� sob cust�dia do Estado.

Pr�ximo caso!

Por que n�o posso ir para casa?

Com os Johnson? Depois do que fizeram?

N�o! Para o Haiti!

Por que n�o posso voltar para o Haiti?

Seria bom.

Eu quero ver minha m�e!

N�o � assim que funciona, Patrick.

Voc� cometeu um crime muito grave.

Por favor!

Lamento, Patrick. Vamos l�, de p�!

Eu nunca serei livre!

Muito bem, vamos l�! Fila �nica!

-= www.SubtitleDB.org =-

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.