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Antigamente, havia um homem que construiu uma jangada.
Não era uma arca, a jangada era muito menor.
Ele a construiu para sobreviver a um grande dilúvio.
Um dilúvio que destruiria tudo e todos.
Um dos deuses lhe contou.
O homem reuniu todos os animais na jangada,
mas ele se esqueceu de Holgut, o mamute.
Holgut viu a jangada se afastando, então, ele nadou até ela.
Quando Holgut tentou subir na jangada,
ela quase se partiu em dois.
Todos os outros animais estavam prestes a cair na água.
Então o homem decidiu que o Holgut deveria ficar para trás.
Holgut sobreviveu através de histórias e contos.
Embora ninguém nunca mais o tenha visto novamente,
as pessoas nunca pararam de procurar pelo Holgut.
Droga, longe demais.
Acho que o pato está morto.
Ou ainda está vivo?
Acho que está morto.
A estrada está quebrada.
Bem quebrada.
Não lembrava que estava tão ruim.
-Como vai sua família? -Vai bem.
Você me fez esperar muito tempo. Quase me gripei.
Lembro que havia um heliponto aqui.
Agora está ali.
Você veio de helicóptero uma vez, né?
Não, só vi o helicóptero pousar.
Tenho certeza que você veio de helicóptero há uns anos.
Não lembro.
Eu devia ser pequeno.
Está muito frio.
-Vamos. -Essas penas são bem resistentes.
Comece a arrancar.
Vai.
As penas são muito curtas.
Suas mãos são muito macias, feito de mulher.
Tem que arrancar no peito, olha.
É importante não quebrar.
Fora isso, faz como quiser.
A mamãe não te ensinou a depenar um pato?
Não.
Já mandei muitos patos, você nunca depenou?
Não, nunca.
Experimente com força.
-Emplumar é fácil. -Então você pode fazer todos eles.
Precisamos de uns conselhos para caçar.
Para onde vamos?
Você tem que descer o rio Tchondon.
Deve achar algo lá.
-É longe até o rio Tchondon? -É bem longe.
Não tem nenhuma rena selvagem mais perto?
Não, não tem mais nenhuma rena por aqui.
O que você faz tiver muitas renas?
Você atira na mais próxima de você.
Assim as outras renas entras em pânico.
-Eles entram em pânico? -Entram.
A meta é confundir as renas.
Você deve ter muitos troféus.
Antigamente...
-Ainda tem muitas? -Tem.
Naquela época, conheci um ancião chamado Petr.
Ele tinha um mosquete de caça antigo que ainda funcionava com pólvora.
Ele colocava a pólvora e a bala, enchia com papel,
e preparava o pavio.
Quando ele disparava, a pólvora pegava fogo.
Este homem era mesmo um grande caçador.
Mas também havia mais animais naquela época.
Os homens exterminaram e continuam a exterminar muitas espécies.
Não só pelo ato físico da caça,
mas também pelas mudanças feitas nos habitats do mundo animal.
-Quer tomar um pouco de ar? -Não, obrigado.
Estamos tentando consertar os erros do passado e do presente.
Queremos ver se a ciência pode trazer um animal extinto de volta à vida.
Uma vez, o tio Jacob me disse que conhecia um velho.
Ele caçava renas selvagens muito lentamente.
Antigamente, esse velho tinha um mosquete.
Ele carregava seu mosquete bem devagar.
Primeiro, ele botava a pólvora,
depois, botava uma bala.
Enquanto isso, a rena já estava longe.
Ele puxava o gatilho e acertava uma rena.
Aí, botava o mosquete num tripé e atirava de novo.
Tinha fumaça pra todo lado.
Quando a fumaça se dissipava,
todos viam que ele sempre acertava o alvo.
Esta caçada vai animar o menino.
É o que espero.
Sempre que viajamos de barco,
temos que fazer uma oferenda para o espírito da lua.
Não precisa perguntar na frente de todos.
É particular, só para você.
E não zombe fazendo isso sempre que der uma voltinha de barco!
Esta expedição me lembra de uma história que me contaram.
Era sobre um pai que queria ensinar seu filho a caçar.
A missão do filho era encontrar uma rena selvagem de grande valor.
Uma rena que raramente fosse vista
pelos homens da tundra.
Lembro que nessa história, o menino estava nervoso.
Só se ele trouxesse a rena preciosa para a casa da sua família,
que ele seria considerado um verdadeiro caçador.
Pegamos isso e prendemos dentro da tenda.
Abra a entrada.
Vê as quatro cordas? Lá fora? Olha!
Prenda nos galhos.
Achei isso.
Não é nada disso! Caramba!
Estão do lado da tenda!
Deixei cair.
O coitado está catando cordas no escuro.
E aí?
Achei as cordas.
Isso aí. Puxe.
Vou prender minha corda neste galho.
Não! Está perto demais, não vai ficar bom! Vá mais pra frente.
Essa distância está boa, prenda a cordas agora.
O que está fazendo?
Acabou? Já?
Qual é a diferença?
Você disse para prender e eu prendi.
Você deixou cair.
Mas não vai...
Não sabe amarrar a corda?
Então, faz você.
Só perguntei se sabia amarrar a corda.
Mas você está sempre com raiva!
Porque você não fez direito.
Acorda.
Está muito frio.
Meus pés estão frios.
Cuidado com seus óculos.
Não vai quebrá-los.
O que é isso?
Cadê nossas botas?
Como vamos nos levantar sem as botas?
Nunca esqueça de acionar a trava de segurança do seu rifle.
Segure o rifle com força.
O que faz com a trava de segurança?
Quando você mira, seu alvo deve estar um pouco abaixo.
Segura com força, senão, a arma vai te acertar.
Acione a trava para ela ficar segura.
Minha mão dói.
É porque você nunca segurou nada mais pesado do que uma colher.
Não esqueça de mirar um pouco mais baixo.
Na mosca!
Você quase caiu.
Pegue a caixa, vamos ver como você foi.
Olha, você acertou deste lado e as balas
saíram do outro.
Você atingiu bem seu alvo.
Nada mal mesmo.
Você já está pronto para caçar animais de verdade.
Seryui!
Seryui...
Seryui! Venha!
Ela já foi.
Vamos ficar entre os arbustos.
Espero caçar uma, ou melhor ainda, duas renas.
Estamos no lugar certo?
Tem muitos mosquitos.
Ou foi em outra ilha?
Não é possível! Me disseram para olhar aqui.
Aqui?
Quem sabe.
Não vejo nada aqui.
Que saco!
Tem um riacho saindo de um buraco.
Esse buraco foi cavado por gente?
Não. É o gelo por baixo dos nossos pés que está derretendo.
Esta terra congelada é chamada de pergelissolo.
Tem gente que analisa o pergelissolo.
procurando presas e ossos de mamute.
Tem muitos restos de animais antigos nesta terra.
Sabe o tamanho desse buraco?
Não sei.realmente
Geralmente, vemos grupos de cientistas aqui.
Já acharam presas grandes?
É possível. Soube que há muitas presas por aí...
Vamos olhar mais de perto.
Cuidado, podemos cair.
Vê aquele deslizamento de terra?
Aquilo também pode acontecer bem aqui.
-As margens do rio estão desmoronando? -Estão.
E as pessoas?
Não estão cavando, estão só...
Muitas pegadas...
Acha que vamos encontrar algo aqui?
Olha, pegadas de animais.
Outro rastro.
São muitos rastros.
Olha aqui.
Esses rastros são antigos, e não são de renas.
Você acha?
Droga!
Bom dia!
Tem algum peixe por aqui?
A corda deve ser mais longa!
Isso, assim é perfeito.
-É o seu pai? -Não, é meu irmão.
-Cadê seu pai? -Não está aqui.
Fomos para a cidade, exceto meu irmão, que trabalha aqui.
É pesado puxar a rede carregada? Claro que é pesado!
-Ela segura? -Segura.
Já está cheia de peixes?
Já vamos ver.
Vamos puxar!
Vai ter alguma coisa aí? -Acho que sim.
Puxe a corda do meu outro lado.
Vá para o outro lado!
Puxe devagar para a boia ficar no meio.
Estou vendo algo!
São todos minúsculos.
É melhor do que nada.
Mas são muito pequenos.
Podemos guardar a rede.
Sabe dizer que é aquilo ali?
-A cidade abandonada? -Isso.
Foi criado para os garimpeiros.
Foi no início dos anos 80.
Havia uma cinco cidades como esta.
Estão abandonadas desde que o ouro das minas se esgotou.
Havia muitos habitantes?
Sim, tinha muita gente naquela época.
Eu diria entre 5.000 e 6.000.
Já pescou com rede?
É a primeira vez dele.
Acha esta técnica interessante?
Se a pesca fosse maior, estaríamos pulando de alegria.
Seryui!
Droga!
Não lembro
quando foi que vi renas.
Nem lembro o que fiz no ano passado.
Continuamos nossa jornada,
sem qualquer sinal de renas.
Nem chegamos a caçar outros animais.
Até a pesca foi decepcionante.
Parece que todos os animais desapareceram.
Enquanto nos aventuramos mais e mais ao Norte, fica cada vez mais frio.
Na foz do rio, o mar nos espera.
É o fim da terra.
Esta será nossa última chance para encontrar renas.
Estão bem perto de nós.
Eu as vejo, estão por perto.
Onde?
Lá.
Estão indo naquela direção.
Estão perto.
Agora ali.
Cuidado com o rifle! Não atire em mim.
Dá para vê-las claramente.
Estão se movendo.
Quero ver.
-Elas se dividiram? -Geralmente não se dividem.
Uma frutinha!
Achei uma frutinha grande.
É quase uma maçã.
Acho que não vão chegar mais perto.
Então, vamos no aproximar.
Leve seu rifle.
Vai, vai.
Vai, continue.
Estamos rodeados de frutinhas.
Tem frutinhas por toda parte.
Estão ficando bem maduras.
Não, ainda estão frescas.
Vá na minha frente!
Não seria melhor ir pelo outro lado?
Eu sinto o vento.
Tarde demais, já nos notaram.
Por que elas não fogem?
Essas renas são domesticadas.
Por que acha que são?
Se fossem renas selvagens, fugiriam à primeira vista.
Esses animais estão calmos, sabendo que estamos aqui.
Até vejo os pastores de renas aproximando-se do rebanho.
Estão reagrupando as renas.
Cadê aquele pano?
Está pendurado ali.
Como está o seu rebanho?
Tudo bem.
Mas não conseguimos achar o grosso do nosso rebanho.
Não temos ideia de onde estão.
O rebanho que vimos era só um rebanho pequeno?
É só uma pequena parte de um rebanho grande.
E você, de onde é?
Jovem que veio especialmente para as renas.
Não seja tímido.
Viemos caçar, mas não achamos nada.
Não vai achar nenhuma rena selvagem aqui. Foram embora.
Quando vão voltar?
Acho que não vão voltar para essas terras.
Vimos alguns patos, mas estavam muito longe.
Seu irmão reconheceu qu essas renas eram domesticadas?
Sim.
Então não tem como encontrar renas selvagens?
Não as vemos há muito tempo.
Há mais de 20 anos
Não tem mais animais exceto nossas renas.
Não tem nada aqui.
Nenhuma rena selvagem, absolutamente nada.
Por vários dias, pai e filho vasculharam a tundra,
mas não acharam nenhum animal.
As raras vezes que viram um pato ou uma raposa,
não conseguiram pegá-las.
Pai e filho ficavam cada vez mais desesperados.
Sem comida, eles não podiam voltar de mãos vazias.
De repente, o filho tropeçou.
A seus pés, uma presa gigante de mamute projetava-se do chão.
Pai e filho ficaram empolgadíssimos.
Esta presa preciosa poderia mudar o destinode sua jornada.
O gigante Alaa Mogus é um espírito de outro mundo.
Ouvi dizer que ele ficou preso no pergelissolo, sob a pátria-mãe.
Muitos invernos viraram novos invernos, e o cobriram com uma neve espessa.
Muitos verões se tornaram novos verões e o lavaram com chuva.
Muitos outonos se tornaram novos outonos e o secaram com vento.
Novas primaveras o tocaram com ondas de frio.
Como uma casa abandonada, ele desapareceu.
O gigante Alaa Mogus dormia como um morto.
Sua respiração estava gelada, sua existência, congelada.
De repente ele sentiu o cheiro de um homem.
O cheiro de carne humana se espalhou rapidamente.
Então Alaa Mogus gritou:
“Ah, Soldado! Finalmente, você veio.
Todo esse tempo. estive esperando para provar você."
O gigante Alaa Mogus estremeceu.
“Esperei tanto, que meu corpo está ancorado bem fundo na terra.
Esse tempo acabou. Estou saindo.
Nos encontraremos nas encruzilhadas."
Cavalo pré-histórico.
Quando vai cair?
Você tem que ir por ali.
Acho que haverá muitos ossos.
Quando você olha para cima, verá muitos deles.
A encosta é íngreme?
É, sim! Você terá que escalar.
Muitos tentaram e desistiram. É demais.
-Podemos descansar embaixo primeiro. -E aí, tira tudo.
Muito obrigado.
Vou caçar mamutes!
-Tchau. -Tchau.
Bisão.
Mamute.
Mamute.
Bisão.
Mamute.
Bisão.
Três quatro...
Seis cavalos.
Como achou o seu?
-Lá em cima? -Isso.
Entre esse ponto e o fundo.
Encontramos uma presa, só uma peça.
Imaginamos que o segundo devia estar perto, então começamos a cavar.
-Como a trouxe para baixo? -Nós a arrastamos.
Você foi por ali? É possível subir ali?
Claro, mas precisa escalar.
Será melhor começar por lá.
É uma loucura, este pergelissolo.
É impossível cavar nesta terra congelada.
Tudo bem, encontramos algo.
O que é?
É impossível mover.
É um fragmento de crânio, do lado dos alvéolos.
-É gelo puro. -Gelo puro.
A presa que ele encontrou
pesava 42 kg.
Então, saem 800 mil rublos pela coisa toda.
Nada mal, especialmente porque foram só três que acharam.
É como o salário anual de um trabalhador médio.
O tecido ósseo está arruinado.
Não há mais razão para desenterrá-lo. Só por curiosidade.
O que acharam aqui?
Encontramos o crânio de um rinoceronte e muitos ossos diferentes,
ossos de mamute.
-Até uma presa? -Sim.
-Era grande? -Uns 40 kg.
-Ambas as presas? -Não, só a esquerda.
Além disso, achou algumacoisa com cabelo ou carne?
Não.
Terminaram de limpar suas coisas.
Podemos ir e lavar os nossos agora.
Vim aqui pela primeira vez há seis anos.
Na época, só havia uma pequena bomba.
O lugar era pequeno.
Foi quando a corrida do marfim começou.
Há quanto tempo essa equipe está trabalhando aqui?
Começaram às seis da manhã.
Não, quero dizer, é a primeira vez deles por aqui?
Sim, osnovatos estão remexendo o terreno que deixamos há um ano.
Esperam achar algo em numa pequena parte que pulamos.
Que tipo de ossos você precisa?
Estou interessado em crânios e todas as partes com carne nelas.
Há um bom posto avançado no coração da floresta.
Há dois anos, havia ex-presidiários russos nesse posto.
Há boatos de que afogaram seu companheiro.
Então eu não diria que é um bom lugar.
Eles dizem que esse cara se afogou numa poça.
Parece que ele roubou uma presa.
Então, os ex-presos resolveram o próprio problema.
Ele se afogou?
Pelo visto.
Quando estávamos lá com os americanos,
não sabíamos que nossos vizinhos eram este tipo de pessoas.
Pareciam legais.
O local do posto é bem confortável.
Tem um mapa que indica cemitérios de mamutes antigos?
Se este mapa existir, deve ser mantido em segredo.
-Olá! -Olá!
-Já terminou por hoje? -Não, estou me preparando para subir.
-Você vai até a ilha? -Não, vamos ficar deste lado.
-Tem outros lá fora. -Está bem.
Parece que tem mais ossos por aqui.
Esses ossos foram descobertos neste lugar ontem.
Acho que é um pé de mamute.
Parece bem jovem, a julgar pelos ossos.
Vou continuar vasculhando este lugar, espero encontrar pele.
Vamos criar um clone de mamute.
Preciso de uma célula viável.
Em perfeito estado.
Quer dizer que está procurando por carne?
Isso, pele, carne...
-DNA, então? -Isso.
Qualquer célula viável que tenha seu DNA intacto
Todo o núcleo.
Descobrimos o mamute da Ilha Pequena Liakhov há cinco anos.
Sim, ouvi falar dessa descoberta.
Tinha sangue líquido, né?
A parte inferior estava intacta. E havia vestígios de sangue na tromba.
Perdemos seis meses transportando-o para os laboratórios em Seul.
Onde costumam clonar cães.
Tivemos que esperar por autorizações e perdemos muito tempo.
Não poderia ficar com ele num freezer especial?
Sim, mas o processo de oxidação já hanhavia começado.
A pele era toda macia, agora está dura feito madeira.
Lamentável.
É por isso que procuro novos espécimes.
Clonamos um mamute.
Foi fantástico.
Eu o batizei de Yana.
É o nome de o rio de onde cresci.
O mamute está vagando com a rena...
o búfalo e o alce.
Venho trabalhando nisso há tanto tempo, um dia, teremos sucesso.
Foi um lindo sonho.
Quando tivermos sucesso, ficarei feliz.
Uma família vivia na tundra.
Eram nômades, vivendo em tendas e se alimentavam da caça.
Um dia, o pai decidiu que seu filho já tinha idade para caçar,
e levou o menino para o deserto.
Foi uma caçada longa e infrutífera, e isso os deixou desesperados.
Eles não podiam ir para casa de mãos vazias.
De repente, o menino tropeçou.
Aos pés do menino,
uma presa gigante de mamute projetava-se do chão.
Pai e filho ficaram empolgadíssimos.
Esta presa preciosa poderia mudar o destinode sua jornada.
Mas a história não termina aí.
Os dois homens começaram a desenterrar a presa.
De repente, o chão começou a tremer.
A presa não era só uma presa,
um mamute vivo ainda estava conectado a ela.
O mamute colossal de repente, levantou-se do pergelissolo,
deixando um buraco largo, profundo e escuro.
A terra tremeu tanto,
que pai e filho caíram nas profundezas do pergelissolo.
Um dia, em algum lugar ao norte, este incrível milagre aconteceu.
Um mamute se libertou do gelo!
Essa história me foi contada como uma história triste.
Mas, na verdade, o pergelissolo...
é muito legal.
Tradução: BRUNO MURTINHO
Legendagem: 4ESTAÇÕES
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