All language subtitles for Ordem Moral S01E02

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian Download
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil) Download
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Fechem a porta, sentem-se e esperem. A Zulmira j� a� vem.

Hoje n�o � a Zulmira, av�. � o Quim.

A minha m�e est� com pneum�nica. O meu tio vai fazer a opera��o.

O teu tio? Um homem?

� enfermeiro na Armada. A minha m�e ensinou-lhe tudo.

N�o se preocupem.

Ele � melhor do que ela.

Tem o dinheiro?

Um homem?

- S�o uma ou duas, Maria Jos�? - Duas.

- Sentem-se. Ele vem j�. - Fidalgas?

A modo que meias.

- Est�o � nossa frente? - N�o, pode passar a senhora.

Obrigada, sente-se.

D�-lhe tempo para ganhar coragem. Tamb�m s� tem 13 anos, coitadinha.

Foi o padrasto. Sabe, descuidei-me.

Fomos postas no olho da rua.

O que � que a senhora quer? S�o homens.

Queres-te sentar?

N�o � preciso, minha senhora, estou bem aqui.

- Quem � o fregu�s que se segue? - S�o elas.

- Cobraste? - Cobrei.

- E a outra, quer ver? - Acho que n�o.

Importas-te?

- Olha a tua fada. - Para com isso, C�cero.

Est� bem, eu paro.

Mas o que � que decides? � sim ou n�o?

J� te disse que n�o.

Mas ainda vamos a tempo, Manel. Temos meia hora.

Em dez minutos estamos na esta��o.

Para com isso, porra! N�o � n�o! Nunca.

Tu �s uma besta, ela alinhava. Est� pronta a tudo por ti.

N�o.

Tens medo do qu�? Ou vai a bem ou vai a mal.

Vou buscar o carro ao largo, enfiamo-la na cesta de vime e ala.

30 segundos, canja.

Tu est�s doido? Mete-me isso no bolso!

N�o posso ter uma arma? Toda a gente tem uma arma.

Estamos em guerra, mano.

Pronto, est� bem.

Mas pensa nisso.

Se n�o for hoje � amanh�. H� comboios todos os dias.

Viu aquele enterro?

Isto � que s�o funerais. Cinco de uma assentada!

N�o � s� para ricos.

Disparates, minha senhora. N�o lhe ligue.

- Era uma pistola a s�rio? - N�o, uma velharia.

Deve t�-la achado no lixo. Parvoeiras.

Desculpe, minha senhora. Pe�o-lhe desculpa.

- Era para mim? - O qu�, minha senhora?

A pistola.

Para si? Para qu�?

Para me matar. Para que servem as pistolas?

Mat�-la, o C�cero? Mas porqu�?

Sei l�. Ci�mes, talvez.

Sim, o C�cero. O que � que ele quer fazer com aquela pistola?

O C�cero n�o faz mal a uma mosca.

Ent�o era s� para me assustar? Para eu n�o voltar c�?

N�o. � mais uma daquelas ideias malucas dele.

- Que ideia? - Uma parvo�ce.

Nada, minha senhora. � uma estupidez.

Que ideia, Manuel? Qual era a ideia dele?

Assustar-me? Fazer-me desaparecer?

Era essa a ideia dele?

Que ideia, Manuel?

Que � que disse? N�o ouvi.

Rapt�-la.

Raptar-me.

Para pedir um resgate?

Aqui? Em sua casa?

Sequestrava-me aqui?

N�o, n�o aqui. L� para cima, em casa de uma tia dele, desabitada.

� mais uma das ideias dele. Amanh� j� se esqueceu.

N�o tarda inventa outra.

Manuel, deite-se.

N�o � nada, j� passou.

Trouxe-lhe a c�nfora. Vou-lhe fazer uma fric��o.

- N�o vale a pena. - Deixe-se de caprichos. Dispa-se.

Est� frio?

Pele de menina.

Raptar-me...

E quanto � que pensa que eu valho?

No fundo a ideia dele n�o � t�o disparatada como isso.

Minha senhora! Minha senhora!

O que aconteceu? Que � que tens?

A Idalina.

- Onde? - No quarto.

A cumprir o seu degredo

As cordas da minha guitarra

S�o de ouro acastanhado

S�o cabelos que eu roubei

Das tran�as da minha amada

A que horas � o comboio?

- Que comboio? - O comboio do outro.

- Ele n�o falou num comboio? - O outro?

- O teu amigo, o anarquista. - O C�cero. O comboio para...

- Esse. A que horas? - N�o sei. �s duas.

Ele disse �s duas.

Temos todo o tempo, ent�o.

Vem.

N�o levou nada.

Nada. Isso dizer que volta?

Ou que se est� nas tintas para n�s e para o resto.

- Ent�o, j� acabaste? - Sim, acabei. Ia-lhe mostrar.

Uma senhora da melhor sociedade, 48 anos, aparentando muito menos,

estatura m�dia, cabelo escuro e rosto regular,

vestindo modestamente, abaixo da sua...

Aparentando cerca de 40 anos.

Fei��es regulares, distinta, doen�a de que padece.

- It�lico, corpo 12. - Primeira p�gina?

Claro. Ela n�o te disse mesmo nada?

Nada

- Nem uma palavra, juro-lhe. - Para de jurar, j� n�o tens idade.

Provavelmente em virtude da exacerba��o da doen�a

- de que padece. - Clotilde!

Arrume tudo.

Raquel!

Uma senhora da melhor sociedade, aparentando ter 40 anos,

vestindo modestamente, abaixo da sua condi��o,

desapareceu da sua resid�ncia em Lisboa.

A idade, meu caro Alfredo. A idade.

Que idade?

A cessa��o do catam�nio.

O catam�nio?

As regras. A menstrua��o, o fluxo.

A menopausa, a idade cr�tica da mulher.

Pois, a menopausa.

- Perd�o, que tem isso que ver? - Tudo.

A emotividade excessiva, a paix�o do teatro.

Lembra-se: Aperta-me bem nos teus bra�os.

Faze-me sofrer, Noel.

Sinto-te no meu sangue, na minha alma.

Sim, sim. Mas, enfim, era a pe�a do Dantas.

Mas, caramba, que mem�ria.

Deforma��o profissional. Mas eu ainda n�o acabei:

Perdida j� eu estou. Perdida de corpo e alma!

Perdida!

Se soubesses como � bom sofrer por ti...

Faze-me padecer ainda mais.

Sofrer, padecer ainda mais. Que exalta��o!

Que arrebatamento!

Sim, a pe�a � do Dantas, mas a exalta��o e o arrebatamento

� da vossa esposa.

- Da Maria Adelaide? - Da Maria Adelaide.

Acha...

Quer dizer, acha que h� um homem?

Enfim, outro homem?

Provavelmente.

Um primo Bas�lio.

O homem � uma intelig�ncia servida por �rg�os.

Isto n�o � meu, � de um fil�sofo franc�s.

Mas eu acrescento:

a mulher � um �tero servido por �rg�os.

A menopausa, meu caro Alfredo, � a loucura l�cida do furor uterino.

Derrubam todas as barreiras inibit�rias, acredite.

D�o azo a maus afetos, a inclina��es perversas,

a anormalidades morais.

As mulheres ricas das grandes cidades s�o as mais vulner�veis.

A leitura de romances inconvenientes,

esse Primo Bas�lio, justamente, os espet�culos sugestivos, o teatro.

- Pai! - � dela!

Estou viva, mas em condi��es que me considero morta.

� prefer�vel que me considerem como tal. Adelaide.

Viva, mas morta.

- Vai voltar. - Diz que est� morta.

Mas fez-se viva.

Vai voltar.

Acha mesmo que n�o volta, pai?

De livre vontade n�o.

Boas noites e bom proveito para Vossas Excel�ncias!

Perd�o, doutor, ele empurrou-me!

Eu disse-lhe que n�o estava, mas ele passou-me � frente!

Calma, doutor, paz e prosperidade, a guerra j� acabou.

Os modos s�o maus, mas as inten��es s�o boas.

Estou aqui para servir Vossa Excel�ncia.

Eu sei do paradeiro da senhora.

Podes ir, Clotilde.

O nome da terra.

O nome da rua.

E o n�mero da porta.

Est� sozinha?

Est� com o Manel, mas eu afasto-o quando vos aprouver.

- O Manel? - O Manuel Claro.

- O motorista? - Exato.

O chauffeur que o doutor p�s no olho da rua h� dois meses.

Esta gente sai pela porta e volta pela janela.

Mas � um fedelho!

- E pouco mais velho do que eu. - Gostos.

Est� aqui no seu jornal uma generosa recompensa.

� tudo?

Clotilde!

N�o precisa de me agradecer, senhor doutor.

- N�o fiz isto por si nem por ela. - Acompanhe este senhor.

Nem pela sua generosa recompensa. Fiz isto por ele.

Pobre diabo, nem sequer sabe onde se meteu.

O Alfredo n�o se ofende, pois n�o?

N�o se preocupe, n�o me ofendo. Ria � vontade.

Tem raz�o, � ris�vel. O chauffeur, um fedelho.

- Falou-lhe de n�s? - Quem?

- A Maria Adelaide. - A que prop�sito?

- Ela sabe. - Como � que pode saber?

Sabe. Adivinhou.

Porque � que acha que ela fugiu com o mi�do?

Sei l�. A menopausa, as hormonas,

a f�ria uterina, a idade, as leituras, o teatro!

Tretas.

Fugiu para se vingar de si.

Do seu poema.

Para lhe provar que a saz�o do sonho e dos amores,

para ela, ainda n�o acabou.

E sobretudo... para o humilhar.

Para o ridicularizar diante de Lisboa inteira.

Maria Adelaide, Maria Adelaide...

Fugir com um motorista com idade para ser filho dela!

E o pior, calcule: eu despedi o rapaz

porque me parecia efeminado.

Veja l�! Sou, de facto, um cretino.

Idalina?

N�o tinha mais nada, espero que n�o se importe.

Pelo contr�rio. Fica-te muito bem.

Mas se soubesse tinha comprado maior.

Acha-me rid�culo.

Acho-te picante.

N�o sabia se tomava ch� ou caf�. Fiz os dois.

- Caf�. - Tomo eu o ch�.

Se quiseres continuar a usar esse roup�o

� melhor rapares os pelos.

Se prefere.

Est� a fazer tro�a.

N�o leves a mal.

Estava a brincar.

Mandaste a carta?

H� quatro dias. De Viseu, da esta��o.

O que acha que eles v�o fazer?

N�o fa�o ideia. Procurar-me em Viseu.

Ou se calhar nem isso.

At� lhes conv�m que eu desapare�a.

S� que sem mim n�o podem vender o jornal.

O que � que tens?

O que � que foi?

Deixei a �gua ao lume, para a barba.

�s mesmo doido! Que est�s aqui a fazer?

- Est�s linda! - Fica-te a matar!

Fala mais baixo, porra! Que � que c� vieste fazer?

Calma, mano! Vim saber se estavas bem.

N�o te vou roubar a velhota, vou-me j� embora, descansa.

- Que � isso? - V�.

- Que dinheiro � este? - Expropria��o prolet�ria.

Estou a reinar, mano. � dinheiro ganho honradamente.

E gra�as a ti. A s�rio, mereceste-o.

� a pura da verdade, vai por mim.

Meteste-me c� um susto, sacana!

Desapareceste sem dizer �gua vai, filho da m�e!

Ainda por cima arranjei-te um emprego.

Um trabalho de chauffeur. � tudo legal.

S� tens de levar um marmelo de Aveiro a Braga. Ida e volta.

- Um marmelo? - Sim, um negociante de vinhos.

Agora �s um homem de fam�lia, tens de te fazer � vida.

Isto n�o � s� andar no forrobod� com estas roupas de gald�ria.

N�o � meu! N�o tinha mais nada.

- Mas � verdade, esse emprego? - Alguma vez te menti?

S� tens de estar em Aveiro hoje. O homem estar� � tua espera.

Tens o nome e a morada no envelope.

Cuida-te, mano.

Adeus.

Que barulho foi esse?

Nada, uma mota, um militar.

Desculpe. Quer o seu roup�o?

Se mo emprestares.

- Pe�o-lhe desculpa. - N�o te desculpes.

Est� quentinho!

Fica-te melhor do que a mim.

Tenho de fazer umas cortinas para estas janelas.

V�-se tudo c� dentro.

Estou horrivelmente atrasada. O Gast�o vai-me puxar as orelhas.

Mas afinal ele entra ou n�o entra no Governo?

Resolveu recusar, veja l�. O Sid�nio ficou furioso.

Mas desde que ele ouviu o discurso l� do coiso,

o professorzeco de Coimbra, n�o quer ouvir outra coisa.

- Que discurso? - Um discurso no Porto.

A alma portuguesa: Deus, P�tria, Fam�lia,

Religi�o, Gl�ria, Amor.

E a Maria Adelaide? Que � que conta fazer?

N�o sei. Vou l� e dou um tiro no rapaz.

Ou nela. Ou nos dois.

Parece vazia.

Ser� mesmo esta?

- Quando Vossa Excel�ncia quiser. - Parece vazia, � mesmo esta?

- Sim. - Proceda, mas nada de viol�ncias.

- E se ele resistir? - Referia-me a ela.

�s suas ordens, doutor.

- N�o � melhor ir com eles? - Vai a sua tia. Deixe-os acabar.

Fique aqui. Se ela quiser sair avise-me.

Est� sozinha. Diz que o rapaz foi a Braga.

- A Braga? - Sim, volta depois de amanh�.

E ela?

Recusa acompanhar-nos, como previa.

Bom, vou l� eu agora.

- Acho que � melhor. - E n�s n�o vamos com eles?

Est�o l� em baixo? Os dois?

Professor?

Minha senhora.

Mademoiselle Julie.

Que leituras.

Foi o Alfredo que lhe pediu para vir?

Digamos que fui eu que lho propus.

Porqu�?

Podem sair, por favor.

Porqu�, minha amiga?

Qual � o dever de um m�dico perante a doen�a?

Acudir ao doente, n�o � verdade?

Podes sair, por favor.

- N�o estou doente. - Est�.

Acha que estou qu�?

Transtornada?

Algo nesse sentido, sim.

Quer dizer demente, louca, doida, maluca.

N�o dramatizemos, por favor.

Est� numa fase complicada, aquilo a que n�s chamamos menopausa.

Agravada por uma heran�a particularmente pesada.

A minha heran�a. Era isso que preocupava o Alfredo.

N�o � isso. Refiro-me � hereditariedade, � gen�tica.

Estou a ver, os meus antepassados. Falou com o Cid.

Com efeito. Troc�mos impress�es. E o J�lio de Matos tamb�m.

Pena que o Miguel Bombarda j� tenha falecido.

Passavam a ser quatro, como os Tr�s Mosqueteiros.

N�o me leva a s�rio?

Devo levar a s�rio as descobertas do doutor Cid?

E deve juntar-lhe o seu pr�prio quadro cl�nico.

Cito de cor: convuls�es antes do parto, f�stula anal,

ovarites, enterites, febre tifoide na inf�ncia.

Bom, mas tudo isso � passado, n�o � verdade?

O passado deixa marcas.

E que tratamento me prescreve a sua junta m�dica?

- Uma cura de repouso. - Onde?

- Numa casa de sa�de. - N�o.

Eu lamento dizer-lho, mas n�o pode recusar.

O doutor Alfredo da Cunha, seu esposo,

ordena o seu internamento compulsivo com base neste diagn�stico.

S� saio daqui � for�a.

Eu n�o lho recomendo.

Al�m de ser in�til e desagrad�vel para toda a gente,

a sua resist�ncia pode ter consequ�ncias,

sobretudo para o rapaz. - Que consequ�ncias?

A deposi��o de uma den�ncia por rapto, por exemplo.

Ent�o?

- Est�-se a vestir. - Aceitou.

N�o teve outro rem�dio.

Vou v�-la.

M�e.

Tamb�m tu, meu querido filho?

- Como � que p�de? - N�o podes perceber.

Um mi�do!

Da minha idade, podia ser seu filho!

Um servi�al.

Por favor, saiam. Tenho de vestir-me.

Falamos mais tarde.

Senhora dona Maria Adelaide.

Professor.

Minha senhora.

Magalh�es Lemos, sou o diretor desta casa.

Queiram fazer o favor de se sentar.

Compreendo a sua ansiedade, mas enquanto aqui estiver

ser� tratada com total defer�ncia.

Como, ali�s, exigiu o seu marido.

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.