Afrikaans
Akan
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Com licença.
Vai começar.
Com a desculpa de dar alento à alma dos reclusos,
o Pio e a Camilla entrarão na prisão.
Para que o plano de fuga do Primo Sale corra bem,
é crucial termos a ajuda do guarda de serviço naquele dia.
Podem entrar.
Obrigada.
Nesse dia, nós estaremos à espera no carro.
Estamos demasiado perto.
Aqueles dois podem ficar desconfiados.
Não, Tonino.
Porque ficariam desconfiados?
Não tenhas medo, Pio.
Vai correr tudo bem.
Eu acho que aqueles dois se vão borrar de medo
e nos vão denunciar.
Peço desculpa, senhor guarda.
Tenho algo a confessar.
Se eles nos traírem e nós formos presos, a minha mulher gere a padaria sozinha?
Não nos vão trair!
Porque nós vamos fazer com que acreditem que a nossa vida depende deles!
Não é verdade, Tonino?
Se não fizerem o que eu digo,
estes dois morrerão.
Imploro-vos! Pio! Camilla!
Não veem que ele nos quer matar?
O Tonino quer matar-nos! Juro.
Porque é que tens de jurar, irmão?
Tudo bem, faremos o que quiserem.
Mas não os matem!
Está bem.
- Obrigado. - Obrigado.
Deixe estar. Tenho de ir à casa de banho, mas aguento.
Ele aguenta.
Vamos.
Anda.
Claro que o Primo Sale tem de estar ao corrente da situação
e, naquele dia, tem de estar pronto.
Vai.
Vai.
Obrigado por terem vindo, irmãos.
A partir deste momento, terminar o plano vai ser canja.
"Feliz aquele a quem foram perdoadas as culpas e desculpados os pecados."
Salmos 32:1!
Podem ir.
- Obrigada! - Obrigado.
Obrigado.
Espera lá.
Os documentos, por favor.
Mas nós também estaremos à espera disso.
Vá lá.
Podem ir.
Podem ficar.
- Adeus. Vamos. - Adeus.
- Olá! - Veem?
Vamos.
Viemos buscar-vos de carro!
Bom trabalho!
Acreditem, é um plano perfeito.
É mais fácil fazer do que explicar.
Que plano de merda!
Mata-o, Tonino.
Deixaram-me sair!
Por um erro no processo!
E a mim porque os crimes prescreveram!
Finalmente!
Bem-vindo de volta.
Ridículo! Em Itália, uma pessoa quer cometer um crime e o Estado antecipa-se.
Senti a tua falta.
Coisa Inútil, estás contente por me ver?
Cla...
Quase cacareja! A galinha pôs um ovo.
Cocorocó!
Claro que sim.
QUE GRANDE EMBRULHADA!
Aqui está o pão.
Bom e quente e...
Este é o pão para o Santo Padre.
Ninguém lhe pode tocar. É integral.
Falei com o médico. Integral é melhor para os diabéticos.
Obrigado, Papo-Seco.
Sra. Antonietta.
É uma cozinheira incrível.
Obrigada.
A minha pobre mãe ensinou-me tudo.
Hoje em dia, as jovens não conseguem fazer estas coisas.
Como esta Agata, por exemplo.
O meu filho tem um fraquinho por ela, mas ele merece muito melhor.
Nem a imagino a cozinhar.
Aposto que ela nem sabe cozer um ovo.
Além disso, estamos a falar de uma mulher separada.
Com um filho.
Se o marido a deixou, deve ter tido motivos.
Claro.
Mas deixe-me que lhe diga:
mimou demasiado o seu filho.
Eu sei.
A verdade é que as crianças
não sabem dar o devido valor às mães até que o Senhor as chama até Ele.
E tu?
Ainda tens a tua mãe?
Tinha.
Tonino.
Posso fazer uma chamada?
Sra. Antonietta.
Quantas vezes tenho de dizer que só pode ligar à sua filha?
Não me ponha numa situação chata. Quantas vezes tenho de dizer?
Também está sem bateria.
Vou pô-lo a carregar, senão, nem à minha filha posso ligar.
Está bem.
Ele disse que temos 48 horas para lhe dar os números das contas bancárias
que estão no computador do Gambino.
Por causa destes...
"torkins", "turkens"...
Tokens.
Exato.
Sem as contas correntes, não fazemos nada.
E sem estes "tirkens", "tolkens", "terkens"...
Tokens.
Exato.
Sem eles, o computador do Gambino não serve para nada!
Filho da mãe!
Ele fica com o dinheiro todo.
Ele diz que só vai ficar com metade
e que deixa o resto para nós.
Neste momento, não temos escolha senão confiar nele.
A não ser...
que tu encontres este sacana e faças com que se arrependa de ter nascido.
Assim será.
E os dois idiotas?
O que vamos fazer?
Não servem para nada.
Santo Padre. Posso matá-los?
Se os matarmos,
a polícia vai revistar toda a Sicília e deixaremos de nos conseguir movimentar.
Deixa-os fazer o que estão a fazer.
Deixa-os espiar a inspetora.
Quem sabe? Podem dar-nos informação útil.
Depois, assim que apanharmos o nosso homem,
eu mesmo terei o prazer
de os matar.
Mal posso esperar.
Todos para a mesa!
Saiam.
Também podem comer.
Sim.
Santo Padre.
O seu comprimido para a diabetes.
Parabéns, Santo Padre. O molho está extraordinário.
E este manjericão fresco tem um cheiro divinal.
Superou-se desta vez.
Na verdade, fui eu que fiz o molho.
Só lamento não ter conseguido fazer o bolo.
Sei que isto vai acabar mal.
Estamos a perder tempo.
Se nos matarem já, livramo-nos disto.
- Estás a ouvir? - O quê?
Eu sei.
- O quê? - Ainda estás a pensar na minha irmã.
O Robertino também sabe.
Tenho pena que ela tenha pensado que eu estava com outra mulher.
Mas não podia fazer nada.
Salvo.
A verdade é que a Ester disse que só dormiu com o Gambino uma vez.
Só uma vez.
Eu sei disso.
Liga-lhe.
O que lá vai, lá vai.
Vocês querem a mesma coisa.
Mas agora não.
Não lhe posso ligar. Só a poria em perigo.
Temos de esperar que tudo isto se resolva.
E as coisas com a Agata?
Cada vez piores.
POLÍCIA
ELETRODOMÉSTICOS
É a primeira vez que me acontece algo assim.
Não, está simplesmente a aproveitar-se da situação.
Sim.
Não pode inventar sempre uma desculpa.
Não. Não, ouça.
- Desculpe, já os posso levar? - Sim, obrigada, já fotocopiei tudo.
Não, minha senhora. Primeiro o chão, depois o teto.
Renovámos a casa toda. O que mais quer?
A sua falta de profissionalismo é invejável.
Nem sei o que mais posso dizer.
Está bem.
Está bem, falamos depois.
Tenha um bom dia.
Olá, Agata.
Olá, Agata.
Desculpem, mas a ama do Robertino hoje também não pode trabalhar.
Tem uma inundação em casa.
Estávamos por perto e quis dizer-te "olá".
Tenho saudades tuas.
Obrigada.
De nada. E tu?
Estava a ouvir as escutas do Gambino, de quando ainda estava em Milão.
Salvo, por favor, não toques. São dispositivos sofisticados.
Mesmo que não fossem, por favor, não toques.
Tenho tantas saudades tuas, Ester.
Como as estrelas têm saudades da noite.
Também eu, bombonzinho.
Nunca esquecerei o fim de semana que passámos juntos.
Foi repleto de momentos mágicos.
Tenho saudades deles como a noite tem do dia.
Como o inverno da primavera.
Com o Napoli tem saudades do Maradona.
Que palavras lindas!
Tu sabias.
Não. Não, Salvo.
Acredita que nunca tinha ouvido esse telefonema.
Que interesse tenho eu em chamadas privadas?
Nenhum.
O Gambino era um homem bonito. Tinha muitas amantes.
Achas que ia ouvir as conversas todas?
Bonito?
Sim, Salvo.
E falava bem.
Sim.
- Salvo, não faças isso. Salvo! - Eu trato disto, Agata.
Ligo-te depois, meu amor. Adeus.
Salvo?
Não percebo.
Há duas horas, ias perdoá-la. O que mudou?
O que mudou? Ela mentiu-me.
Disse que só esteve com ele uma vez em casa dele.
Afinal foi um fim de semana!
Uma, duas, qual é a diferença?
O caso deles já passou.
Os cornos não prescrevem. Os cornos têm retroativos!
E ela mentiu-me. Num casal, a honestidade é tudo.
Mas obrigas-me a mentir à Agata. Viste como me anda a tratar.
Como assim? Não é porque lhe estás a mentir,
é porque tens de fazer as malas e ir viver com ela.
A seu tempo, está bem? A seu tempo.
Gostava de saber que fim de semana passaram juntos. Quando?
Eu estou sempre em casa.
Isso muda alguma coisa?
- Mãe? - Ela chegou. Agora vai dizer-me!
- Mãe? - Não!
Estás cá?
Já voltaste?
- Calado. - Está bem.
- Fica aí. - Está bem! Vai.
Mãe?
Vale! Não sabia que estavas cá, senão teria tocado.
Ora, não é preciso. A casa também é tua.
- A mãe está na cozinha? - Não.
Não está ninguém na cozinha, por isso não tens de ir lá.
Mas a mãe estava aqui há cinco minutos. Depois saiu a correr.
Ela ia ter com uma amiga... Graziella. Foi ter com a Sra. Graziella.
Não acredito nesta história da Graziella.
Elas não eram próximas.
E porque tem o telemóvel desligado desde manhã?
Acontece a qualquer um.
Pode ter algum problema com a bateria
e pode não estar a funcionar.
- Sei lá. - Continua desligado.
Bem...
É muito estranho, Vale. Ela anda a esconder alguma coisa.
- Como assim? - Isto não se faz.
Eu dizia sempre ao Salvo para onde ia.
Nem que fosse só por dez minutos.
Ouve, tenho uma ideia. Vamos ligar à Sra. Graziella.
- Não. - Quero ver se ela está lá.
Que estás a fazer? Não lhe ligues.
- A agenda da mãe? - Não sei.
Nem sabia que ela tinha uma agenda.
Aqui está!
Mas não me lembro do apelido da senhora.
- Lembras-te? - Não, Ester.
Vá lá, ela tinha aquela bela casa fora da cidade.
Eu, tu e o Salvo costumávamos ir para lá.
Lembrei-me que tenho de ir à casa de banho. Posso?
Obrigado.
Se a Ester encontrar o número estamos tramados!
- Empata-a. Eu vou a casa da Graziella. - Para quê?
Sei lá! Logo vejo.
Entretanto, vê se ela te diz que fim de semana passou com ele.
Não é a altura certa! Vai!
Então? Encontraste alguma coisa?
Nada. Não me lembro do apelido dela.
Não te lembras mesmo?
De todo, juro.
Amnésia total.
Ouve, como estão as coisas entre ti e o Salvo?
Esquece. Estou furiosa.
Ele não apareceu no encontro que a Agata marcou.
Depois, quando fui vê-lo a casa, percebi que estava com alguém.
E acho que sei quem ela era.
- Quem? - Elena, a caixa do supermercado!
Ele traiu-me com ela e tu encobriste-o.
Nunca encobri ninguém, Ester.
E se o Salvo tivesse outra mulher eu saberia.
Estou preocupado com ele. Já não o reconheço.
- Como assim? - Ele anda sempre triste.
Sim. Ele anda sempre muito triste. Quer dizer, ele sorri de vez em quando.
Mas depois fica triste.
Sim.
Ele nunca fala.
Está sempre a olhar pela janela. Quem sabe porquê.
E fica emocionado sempre que vê uma bela vista.
Não é algo normal nele.
Gostava de saber porquê.
Talvez haja algo dentro dele... Não sei.
Sei lá.
Mas não pode estar triste por minha causa.
- Deve ser por causa dela. - Estás obcecada com a mulher.
Não estou obcecada! Mas tu continuas a encobri-lo.
Não estou a encobrir ninguém. Mas tu ainda gostas do Salvo?
Em vez de te preocupares connosco, faz as malas e vai viver com a Agata.
Porquê? Ela disse alguma coisa?
Olha, se tens outra mulher, como o teu amiguinho, é bom que digas já.
Pelo menos, tem alguma dignidade.
Não, Ester, eu...
Não estou com mais ninguém. Só a Agata.
A Agata é muito bondosa.
Mas a bondade também tem limites. Acorda!
É este o apelido dela!
Miccichè.
A Graziella Miccichè.
Não atendem.
Então deixa. Não insistas.
Deixa.
Estou?
Bom dia. Sou a Ester, a filha da...
- Estou? - Estou?
Vale, alguém atendeu.
É tudo muito estranho.
Vá lá. Como assim?
Vamos a casa da Sra. Graziella. Quero saber o que se passa.
Vais a casa da Sra. Graziella? Mas tu estás... Ester!
- Que foi? - Bom dia, doutor.
Que doutor?
Ouça, infelizmente, vou chegar tarde à consulta
porque vou a casa de uma amiga da minha mãe,
a Sra. Graziella.
Repito, Sra. Graziella.
Estou a ir para casa da Sra. Graziella agora mesmo.
Eu e a minha irmã.
Repito, eu e a minha irmã.
Ester! Espera!
Ester.
Sra. Graziella!
- Que estás a fazer? - Porque é que ninguém responde?
Porque não estão em casa. Vamos embora, por favor.
Sra. Graziella!
Não grites!
Se fizerem algo estúpido, estão mortos.
Se tentarem fugir, estão mortos.
Se a polícia vier, estão mortos. Se fizerem barulho a morrer, estão mortos.
E tudo o resto.
Vejam lá.
- Tem calma. Que estás a fazer? - Vou ligar à Agata.
- Ela pode ter alguma ideia. - Para quê?
Por favor, Ester, podemos ir?
Os homicídios aconteceram na mesma zona.
Exceto o homicídio do Gambino e dos trabalhadores.
Os homicídios no centro...
Atende! Pelo menos tu.
Tonino, vê se faltou a luz.
O frigorífico está desligado.
- O que estás a fazer? - Preciso do número da esquadra.
- Não deve ter. - Tem, encontrei.
Então! Eu vi-te.
Bom dia, fala da polícia.
Preciso de falar agora mesmo com a comissária Scalia. Sou cunhada dela.
A minha filha.
Ela ligou-me.
- Scalia. - Tenho uma chamada para si.
- É a sua cunhada. - Pode passar.
Vou já passar.
- Estou? - Olá, Ester. Diz.
Olá, Agata. Desculpa, ouve...
Espera. A minha mãe está a ligar-me. Eu já te ligo. Não é urgente.
Muito obrigada. Adeus.
- Mãe. - Ester.
- O que andas a fazer? - Estás chateada porquê?
Como assim? Tinhas o telemóvel desligado.
Até viemos a casa da Graziella, mas ninguém está cá.
Estás aí!
Não está aí ninguém porque nós saímos.
E o telemóvel?
Esqueci-me de o ligar.
Acontece.
Adeus.
- Desligou. - Pois, não tinha mais nada a dizer.
Vale, tenho a certeza de que a mãe está a esconder algo de nós.
- Esquece isso. Vamos, tenho uma consulta. - Entra no carro.
Eu disse-te que estava tudo bem.
Peço desculpa, mas com as coisas horríveis que se ouve na TV,
temos de nos proteger.
Por favor, devolva-o. Esse pijama é uma lembrança.
Há pijamas que mais vale esquecer.
E esqueçam-me a mim também, porque eu vou lembrar-me de vocês.
Sei que a tua irmã me drogou para passar umas noites com o Gambino.
- Ainda estás a pensar nisso? - Eu penso nas coisas.
Viva.
Trouxemos as compras,
como pediram.
E um pijama para o Tonino, como pediu.
Não tinham outras cores?
Não tinham mais nada. A cor...
E então? Têm novidades?
- Sim. - Então?
Lamento. Com a pressa uma pessoa esquece-se das coisas importantes.
Não é grande coisa. Encontrámos isto.
Pode ter alguma coisa interessante.
Jennifer. Pede ao Smith para vir ter comigo.
E tu também.
Diga.
Diga.
Chamo-me Ugo.
A sua mãe não me atende as chamadas há dias.
Estou preocupado.
- Estou preocupado com a minha ricotinha. - Ricotinha?
Há quanto tempo é que este caso secreto se arrasta?
E como é que conseguiram enganar-me durante tanto tempo?
Bem...
Anda cá.
Boa noite.
Os ovos estão em promoção.
Pague um, leve dois.
Elena.
Olá, Salvo.
Ainda sou a tua caixa preferida?
Vale.
Há algum problema?
Agata.
Sei onde está o Santo Padre.
Legendas: Rita Castanheira
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.