All language subtitles for Theyre Playing With Fire (1984) BRRip Oldies

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Original subtitles

BRINCANDO COM FOGO

Legenda: LABOK Setembro / 2022

O tema de Macbeth � ambi��o.

Assassinato...

por ambi��o

Macbeth queria ser rei.

Sua esposa impiedosamente ambiciosa Lady Macbeth.

Ela o convence a matar o rei, para que ela possa se tornar rainha.

Bem, vamos ver como voc�s descrevem isso.

- Glen? - Prof. Stevens, temos que escrever,

o que aconteceu depois que eles o "apagaram"?

Sim. E use a palavra certa. "assassinato".

Qual a diferen�a? Morto � morto.

Eu gostaria que voc� soubesse.

Chega. Bom fim de semana. Nos vemos ter�a.

- Eu quero falar com voc�. - Comigo?

N�o, com Jay.

- Voc� ainda procura emprego? - Sim.

Venha ao meu escrit�rio mais tarde.

Oi, Jay.

Algumas pessoas vem a minha casa para estudar. Voc� vir�?

- N�o posso. - Por que?

Surgiu uma coisa.

- Cynthia, quer sair comigo? - Se manda, Bird.

Cadela.

Jay, espere. Pode me emprestar a chave? Perdi a minha.

Que bom colega de quarto voc� �. Tr�s chaves em tr�s meses.

- Tenho um encontro. - Est� bem.

Voc� vai me emprestar dez d�lares?

- Com quem vai sair? - Com Cynthia.

- Provavelmente em sonhos. - Eu s� tenho quatro.

- Obrigado. - A que horas volta?

- N�o sei, m�e. - A professora disse para voc� ficar.

- � sobre o trabalho. - Claro.

- Como sabe o que est� acontecendo? - Eu sei o que est� acontecendo.

- Tchau. - Ele vai se divertir.

Podemos ir?

Todo mundo tem namorada. Por que eu n�o tenho?

- Jay, por que foge de mim? - N�o fujo, Cynthia.

- Eu n�o prometi nada. - Voc� pode sair com quem quiser,

Eu fa�o o mesmo.

- Sejamos amigos. - Est� brincando com fogo, Jay.

- N�o me lembro de um dia t�o quente. - Nem eu.

- Descanse um pouco. - Quer tomar algo comigo?

� melhor terminar primeiro.

Voc� trabalha duro. Vou me sentir culpada se n�o lhe der nada.

- Certo, Sra. Stevens. - Aqui me chame de Diane.

Venha. Ter� que vir buscar.

O que voc� quer? Vinho ou champanhe?

Uma cerveja seria �timo.

Voc� ter� tempo para pintar aqui dentro?

N�o acredito. Talvez outra hora.

Talvez voc� possa pintar a cabine.

N�o posso me atrasar para o posto de gasolina.

Voc� n�o vai demorar muito em uma cabine.

Venha, vou lhe mostrar.

Voc� v�, enverniz�-lo n�o vai demorar muito.

Para ficar bom, eu teria que passar um dia inteiro nele.

- Entre, eu n�o vou te estuprar. - Sra. Stevens,

eu n�o estava pensando nisso.

Quanto tempo essas duas cadeiras v�o levar?

Acho que posso fazer isso hoje.

Tudo bem, vamos lev�-las ao deck.

- Por que tem tanto medo de mim? - N�o tenho.

- N�o gosto de mim? - Eu! Gosto muito.

- Prove. - Como?

Me beije.

O que foi isso?

Aqui.

Vamos.

Desculpe Sra. Stevens.. Eu n�o quis...

- Eu sei... - Tenho que ir.

N�o fale. Estragar� tudo.

Ningu�m vai saber.

N�o dever�amos estar fazendo isso.

Se Michael descobrir...

E como vai saber? N�o vou lhe contar.

N�o posso acreditar que isso est� acontecendo.

Voc� j� fez isso antes... com um aluno?

- N�o! - Ent�o por que eu?

- Eu gosto de voc�. - � s� por isso?

N�o. Eu confio em voc�.

- Como? - Eu tenho te observado.

- Quando vai ter um carro? - Estou juntando dinheiro.

Ainda estou com pouco.

Pedi um empr�stimo ao meu chefe. Disse que iria pensar.

- Quanto precisa. - Uns 300.

- Eu te empresto. - N�o sugeri isso.

Eu sei, mas quero te ajudar.

Legal! Mas vai demorar um pouco para devolv�-los.

- Ser� um empr�stimo de longo prazo. - Qual � a condi��o, Diane?

Quero que me fa�a um favor.

- E o que ele disse? - Acho que n�o devemos us�-lo.

Por qu�?

Ele fez amor comigo... Filho da puta.

N�o o culpe por isso.

Voc� tem que encontrar outra pessoa.

Voc� sabe que n�o � t�o f�cil.

Precisamos saber com quem nos envolvemos.

Acho que podemos confiar nele.

Acho que devemos esperar.

Michael, quero esse dinheiro agora.

- Ainda vamos conseguir tudo. - Quando?

Eu quero esse dinheiro tanto quanto voc�, mas temos que ser pacientes.

H� 10 anos, sua m�e e sua av� lhe prometeram tudo.

Voc� cumpriria os caprichos delas e receberia o dinheiro.

E ainda assim voc� ficou sem nada. Sem dinheiro.!

Apenas esta casa... E agora elas v�o tirar de voc�.

Se algo der errado... Voc� sabe o

que quero dizer, perderemos tudo.

Michael, � agora ou nunca.

Se lembra quando eu era sua aluna e voc� me levou no iate?

Me prometeu o mundo se eu me casasse com voc�.

Foi apenas um sonho. Nunca fizemos nada.

- Foi por causa de sua m�e. - Tinha que estar por perto.

- Ela precisava de mim. - Michael!

Quero aproveitar a vida enquanto ainda sou jovem.

Temos que sair daqui, estou cansada desta cidade.

� o mesmo todos os dias.

Elas n�o durar�o muito.

Fa�a o que quiser. No ver�o eu vou embora.

Eu te amo e n�o vou te perder.

Eu prometo a voc�, n�s faremos.

N�s vamos pegar o dinheiro.

Sinto muito!

- Pronto? - Eu n�o posso fazer.

Pensei nisso a noite toda.

- Estou contando com voc�, Jay. - Desculpe, Diana.

- Aqui est� o seu dinheiro. - Sei que n�o vai fazer isso pelo dinheiro.

Far� isso por mim... S� posso confiar em voc�.

- Oi, Jay. - Bom dia, professor.

- Eu n�o quero fazer isso. - Como assim?

Olha, Jay, n�o � grande coisa.

V� e fa�a barulho, todos devem estar dormindo.

Assuste-os.

Para convenc�-los a sair de casa e transferi-los para uma casa de repouso.

Eles estar�o melhores l�.

Voc� sabe que eu n�o iria expor voc� em encrencas.

- E se algo acontecer? - Nada vai acontecer.

Por favor, Jay... Fa�a isso por mim.

- Est� bem. - Legal!

Vamos indo.

- Michael mencionou alguma coisa sobre o jantar? - N�o, m�e, ele n�o vir� jantar.

- Ele teve que ficar na escola. - Ele precisa de �culos?

N�o, m�e. Aulas, ele � professor.

Leo? N�o!

Diane vir� hoje � noite?

N�o, Diane tamb�m d� aulas.

Deveria nos livrar dela. N�o sei o que ele v� nela.

Ela vem de uma fam�lia pobre, n�o � uma de n�s.

- Disse a ele para n�o se casar com ela. - Ela s� quer o dinheiro dele.

N�o conseguir� meu dinheiro.

Ele nos quer em uma casa de repouso para controlar tudo!

S� sobre meu cad�ver!

Excluo Michael do testamento, se n�o se livrar dela.

V� a escada de inc�ndio?

Use a janela do por�o. � assim que voc� entra.

Eu a deixei aberta.

Lembre-se, elas v�o para a cama �s 21h. O resto � f�cil.

N�o deixe que o vejam.

- Claro. - Boa sorte.

- Gostaria de terminar de uma vez por todas. - Podemos fazer o que quisermos.

S� voc� e eu.

Venha L�o. Vamos para casa.

Estamos chegando. Cuidado!

- Ol� George. - Ol�.

- Eu cuidarei disso. - Obrigada.

Fique conosco para o jantar.

- N�o posso. - Voc� n�o viu Martin hoje?

N�o.

N�s precisamos conversar. Estou perdendo o controle.

Talvez amanh�.

Se manda, Jorge.

Sobre o que voc� queria falar com ele?

Sobre o nosso problema. Deve ser resolvido.

Onde est� meu aparelho auditivo?

Voc� est� usando-o.

Vamos L�o.

Jenny! O que est� fazendo aqui?

- Devia estar l� em cima. - Ouvi alguns barulhos l�.

Voc� est� falando bobagem... como sempre.

- Ouvi barulho no por�o. - � rid�culo.

Se voc� beber de novo enquanto trabalha...

eu vou te demitir

- George vai lev�-la no �nibus. - Merda!

Talvez ela esteja certa.

- Vou verificar. - D�-me o jantar primeiro.

Ok.

- Tome. - Vamos L�o.

Idiota.

O que foi, L�o?

N�o h� ningu�m l�.

L�o, o que aconteceu com voc�?

N�o h� ningu�m l�.

Fora daqui.

Saia, covarde! Saia ou vou atirar na sua bunda!

Merda!

- Algu�m entrou aqui. - O que?

- O ladr�o. Havia um ladr�o na casa. - Voc� o matou?

- Eu gostaria. - O que?

- O filho da puta fugiu! - Ligue para Michael.

- Vou chamar a pol�cia primeiro. - Como a pol�cia ir� ajud�-la?

- Como voltou t�o cedo? - O que aconteceu?

Sua m�e queria me matar? Ela atirou em mim?

- Ele viu seu rosto? - N�o.

- Tem certeza? - Disse que n�o.

Certo. Vou ligar para descobrir.

Tudo bem? Voc� devia esperar que eles fossem para a cama.

O cachorro come�ou a latir, e me descobriram no por�o.

- Por que n�o me disse que tinham armas? - N�o achei que iriam us�-la.

Ela n�o estava tentando me assustar! Estava tentando me matar.

Acredite em mim Jay, eu n�o sabia que isso iria acontecer.

- Ningu�m responde. - N�o faz sentido.

- Tem certeza que nos contou tudo? - Como assim?

Elas sempre me ligam antes de irem a algum lugar.

N�o vamos tirar conclus�es precipitadas. Est� bem.

Tudo bem. Vamos l� ver o que aconteceu!

Vamos.

- As luzes n�o est�o acesas. - O carro est� aqui.

- Talvez foram para a cama cedo. - Deixam sempre a luz de fora acesa.

Mam�e?

Olharei nos quartos.

Mam�e?

Sabe que pode confiar em mim. Voc� est� nervoso.

- Esconde algo de mim? - N�o. Eu disse tudo que houve.

Elas n�o est�o l�.

Onde est� a televis�o? Deve estar aqui.

Jay, havia uma televis�o. Onde est�?

Como vou saber? Acha que a roubei?

Ningu�m falou isso, mas voc� foi o �ltimo a estar aqui.

Eu n�o estive aqui. S� no por�o!

N�o poderia desaparecer.

Aqui est� sua TV, Michael.

- Ok Jay, diga a verdade. - J� disse.

Est� mentindo. Voc� n�o as machucou, n�o �?

O que voc� est� falando?

- Vou chamar a pol�cia. -Michael... espere!

Foram assassinadas.

- Bastardo, voc� as matou! - Voc� est� louco!

Talvez acidentalmente as tenha matado.

Elas estavam vivas quando eu sa�! Juro.

- Queremos ajud�-lo. - Querem me incriminar!

Voc� estava aqui... Foi o �ltimo a v�-las vivas.

Voc� tem um motivo, eu n�o. Vou chamar a pol�cia.

- Jay... - Deixe-o!

Ningu�m vai chamar a pol�cia. Somos todos culpados.

Devemos ficar juntos e descobrir o que aconteceu antes de

nos acusarmos. Certo! Eu n�o vou dizer mais nada.

- Mas deve se manter calada. - Eu n�o direi nada, por enquanto.

Mas descubra quem fez isso.

As pessoas tendem � paranoia.

Muitas pessoas t�m a tend�ncia de suspeitar

ou culpar os outros por seus fracassos.

Mas em uma personalidade paranoica essas tend�ncias est�o se tornando extremas.

Em seus relacionamentos com os outros, tornam-se hostis,

agressivo, desconfiado.

Eles seguem a teoria: "Vou matar antes que me matem".

Devia ter ido antes.

Diga ao seu marido que pare de me provocar, ou irei � pol�cia.

- Fique quieto, todo mundo vai ouvir! - Confiei em voc�.

Eu pensei que gostasse de mim, mas voc� me usou.

Eu n�o usei voc�. S� n�o me contou tudo.

Por que voc� tem tanto medo de ir � pol�cia,

- se voc� n�o tem nada a esconder? - Porque n�o acreditariam em n�s.

Porque com Michael, voc� herdaria milh�es, certo?

Afinal, n�o fizemos nada. N�o quer�amos mortes.

S� quer�amos coloc�-los sob prote��o,

para assumir o controle de sua propriedade.

Voc� est� mentindo. N�o est� dizendo tudo o que sabe.

Ou�a, se quer falar sobre isso, aqui n�o � o lugar.

- Vamos a outro lugar. - N�o vai funcionar mais.

Jay! Por favor. N�o fa�a nada antes de me falar.

Eu gostaria de acreditar em voc�, mas n�o posso.

O que faz aqui?

Eu sei o que h� entre voc� e essa bruxa.

N�o � assunto seu!

Jay...

Jay, eu te avisei, voc� vai se arrepender.

V� isto, eu vou mostrar ao marido dela.

E na escola mostro para todos.

- Quem tirou isso? - Que diferen�a faz?

- Por que est� fazendo isso comigo? - Voc� n�o vai v�-la novamente.

- Ela n�o tem nada a ver conosco. - Por que n�o me quer mais?

Eu disse que n�o estou pronto para isso.

Nem voc�, nem ningu�m.

Olha Jay, eu sei que est� quebrado, posso te ajudar, tenho dinheiro.

Se quiser me ajudar, me deixe em paz.

Ir� se arrepender!

- Posso te ajudar? - Vim ver o professor Stevens.

Ele n�o est� aqui.

Eu vi seu carro.

Sim, mas ele n�o est� aqui.

Senhorita, eu disse que n�o h� ningu�m.

Professor... N�o sabia que voc� estava aqui. Ol�, Cynthia.

- Bom dia professor. - Cynthia � uma das minhas alunas.

- Gostaria de entrar? - Talvez outra hora.

- Voc� n�o queria falar comigo? - Sim.

Sim, mas � pessoal.

- Ent�o entre. - N�o, obrigado, mas...

Talvez outra hora.

Linda garota... n�o � Michael?

Mam�e me pediu para cuidar da casa.

- Ela viajou? - Sim, para o Hava�.

- Por que ela n�o me disse nada? - Voc� sabe como ela �.

Estranho, ela sempre me diz quando vai viajar?

- Eu a vi ontem e ela n�o disse nada. - Elas sa�ram hoje cedo.

- Vou alimentar o cachorro... - Elas o levaram.

- Ficar�o fora por v�rias semanas. - Ent�o eu vou regar as plantas?

N�o precisa, George. Diane e eu faremos isso.

Na verdade, n�o precisamos de voc� at� elas voltarem.

Ei, voc� est� conosco h� muito tempo, sabe como ela �.

Eu sei. Sua m�e mudou muito depois da morte de seu pai.

- Coisas aconteceram nos �ltimos 20 anos. - Sim, n�o querem ningu�m,

desde que partiram. At� eu.

Ou�a George, leve sua esposa para acampar... talvez para pescar.

Talvez eu devesse.

- Dra. Stevens, falando. - Sou eu.

- Onde voc� est�? - Na casa da minha m�e.

George suspeita que algo est� errado.

Ele sabe? N�o sei, mandei-o de volta para casa.

O garoto pode criar problemas, a n�o ser que fa�amos algo.

N�o se preocupe. Eu cuido dele.

Est� bem.

- Ei garoto, o que est� fazendo? - Consertando meu carro.

- Fa�a depois do trabalho - N�o tem clientes.

N�o interessa, eu te pago de qualquer maneira.

V� at� a bomba e aguarde os clientes.

Ou ent�o limpe os banheiros... Mas fa�a alguma coisa!

Mais uma coisa... Voc� vai ter que ficar um pouco mais hoje.

- Peter tem algo a fazer. - N�o posso.

N�o pode? Eu n�o conhe�o essa palavra.

- Tenho que estudar para o exame. - N�o me importo com isso.

Eu preciso de voc� aqui hoje.

Voc� tem agido estranho ultimamente.

Preciso de algu�m para trabalhar aqui!

Ou voc� trabalha ou o despe�o.

Voc� entendeu?

- Oi professora. - Ol�, Jimbo.

- Gostaria que algu�m verificasse o �leo. - Jay vai cuidar disso.

- V� ao barco hoje, quero falar-lhe. - Trabalho at� tarde.

- Venha depois do trabalho. - Tenho que estudar.

O �leo est� bom.

Jay, n�o � o que voc� pensa.

Eu explico quando nos encontrarmos.

Aqui est� a chave.

Certifique-se de que ningu�m o veja.

Tenho mais coisas para fazer. Vejo voc� logo mais.

Ei, onde voc� est� indo?

Volte aqui ou est� demitido!

Por que veio t�o cedo? Disse que tinha que trabalhar!

- Por que insiste em nos envolver? - Quem mais ganharia algo com isso?

O que fazia l� embaixo?

Procurava provas de que Michael as matou.

- Que prova? - Olha isto.

Contas de milhares de d�lares pagas pela Sra. Stevens

para o hospital de psiquiatria infantil na Su��a.

Michael nunca me disse que esteve l� quando era crian�a.

Isto n�o � tudo.

- Olha isto. - O que?

� sangue, Diane.

Sim, eu me lembro, est�vamos pescando. � sangue de peixe.

- E isso � um olho de peixe, certo? - N�o seja rid�culo,

um peda�o de vidro pode estar em qualquer lugar.

Assim como este peda�o da TV, que encontramos ontem.

- Talvez seja. - Apenas Michael usava esses t�nis.

- E que? - Talvez nestes t�nis,

- ele teve que mat�-los. - N�o sei aonde chegar.

Deveria estar trabalhando para criar hist�rias.

Isso tamb�m deveria ser uma coincid�ncia?

Todo mundo tem uma arma. N�o significa nada.

- Diane, por que o est� protegendo? - N�o protejo ningu�m.

N�o acha que fui eu, n�o? Voc� estava com ele na hora dos assassinatos?

N�o, eu n�o estava quando voc� foi l�.

Ele me levou para casa e fui a escola, tive que rever alguns testes.

Ent�o ele voltou para me buscar.

Eu n�o pensaria em fazer algo assim.

Acha que foi ele?

N�o sei... talvez...

N�o o confronte. Ele � muito violento

- N�o tem medo dele? - As vezes.

Ent�o por que voc� est� com ele?

Esperei tanto... Por que devo desistir agora?

Acha que sou louca?

- Levo a arma comigo. - Jay!

N�o seja est�pido. Se for � pol�cia, ser� o suspeito, n�o Michael.

Preocupo-me com voc�.

Voc� foi o �ltimo l� antes do assassinato.

N�o posso viver com medo.

Me desculpe por t�-lo envolvido. Sei que fez isso por mim.

- Gosto de voc�, Jay. - Gostaria acreditar em voc�?

Confie em mim.

Sr. Jay Richard. Que bom que apareceu.

- Onde esteve? - Preso no tr�nsito.

- Muito para-choque. - Exatamente.

Ok, pare de mentir. Quero saber... Como ela �?

- T�o bom? - �.

- Ei, onde est� sua cerveja? - Quer a lata tamb�m?

Se houver coisa dentro.

- Onde voc� estava? - Assustou-me.

- Responda-me! - Eu estava com Jay.

Tentei impedi-lo de ir � pol�cia.

Eu disse que cuidaria disso. Eu o encontrei por acaso.

- Trepou com ele? - Est� b�bado!

E voc� gostou?

Poderia ser para afast�-lo da pol�cia?

Ele viu sangue no t�nis e um peda�o de vidro.

- O que ele fazia na cabine? - N�o sei. N�o estava no iate.

- Como entrou? - Estava nos espionando.

Ele encontrou uma arma. Est� na bolsa.

- O que mais encontrou? - N�o sei.

- Est� escondendo algo de mim? - Sabe tanto quanto eu.

Disse que tem provas contra voc�.

- Que provas? - N�o sei.

Mas ele n�o vai � pol�cia por enquanto.

Onde est�?

No campus, eu acho. Por que?

Filho da puta...

N�o olhe. Michael est� aqui.

Merda!

Eu quero falar com voc�.

Vamos l� fora.

Esta noite esteve com minha esposa.

Te aconselho uma coisa.

Fique longe dela.

Voc� n�o pode ir � pol�cia, Jay. N�o tem um �libi.

Se eu fosse voc�, n�o arriscaria.

Suas impress�es digitais...

Elas est�o por toda a casa.

Michael...

- Atirou em mim. Tentou me matar! - N�o pode ser Michael.

Ele voltou cedo ontem � noite. Ap�s sair do trabalho.

- Quem ent�o? O sangue sumiu. - Como assim?

- Algu�m o limpou. - Tinha que ser o assassino.

Como entrou l�?

Com exce��o de Michael e eu, apenas o jardineiro tem as chaves.

Por que iria querer me matar? Eu nem o conhe�o?

Houve algumas conversas estranhas entre ele e a fam�lia de Michael.

Acho que ele era primo da m�e dele.

Ele me d� calafrios.

Voc� acha que Michael o pagou para se livrar de mim?

Talvez.

- Temos que ter cuidado - Como nos encontramos.

- Quero estar com voc�. - N�o, meu colega de quarto estar� l�.

- Talvez desta vez na minha casa? - Ligo pra voc�.

- Eu avisei ele. - C�ntia, acabou.

- Por que est� seguindo ele? - N�o � sua propriedade.

- Estou dispon�vel. - Deem um tempo!

- Afinal, ela � uma professora. - Deixa ela em paz.

- Puta... - Vou te dizer isso.

- N�o quero estragar a reuni�o - Est� chovendo e estou faminto!

- Tenho uma consulta m�dica. - Achei que ir�amos estudar juntos!

- Vamos. - Eu n�o quero cerveja.

- Quero comer pizza! - At� logo.

- N�o precisamos estudar. - Por que?

- Tenho as respostas do teste. - Deixe-me ver.

Primeiro0 tenho que fazer uma coisa. Vou ver o professor Stevens.

- Vejo voc� no pub. - Certo.

Quero uma pizza com mostarda e anchovas.

Ol�?

Stevens?

Professor?

Tem algu�m aqui?

Stevens?

Vamos fazer uma pausa e se algu�m n�o gostar da...

nossa m�sica, tem a chance... de me enforcar.

Que mulher m�...

- Ligue para ela, j� est� em casa. - Ela prometeu vir.

Pizza Jerszcze, algu�m quer?

Estou amaldi�oado. S� vim aqui por um motivo.

Encontro?

- Voc� sabia... - Eu sei, Cynthia. Ela n�o vir�.

- N�o responde. - Ligue para aquelas velhinhas.

Ainda poderia estar l� e gritando com Diane Stevens.

- Ela n�o iria. - Vamos fazer isso n�s mesmos.

- Finalmente consegui esses resultados. - Boa ideia.

- Estou indo para casa. - Ligue-me quando a encontrar.

- Vamos l�. - N�o. At� mais tarde.

N�o seja chato.

- Esque�a. - Vamos.

Por favor.

N�s iremos.

Seu carro n�o est� aqui.

Vamos.

Tenha uma casa assim. Linda!

Primeiro voc� tem que ter dinheiro!

- E isso � muito. - Por que essas velhas moram sozinhas...

- ... nesta tal casa? - Quem sabe.

Elas devem ser estranhas.

Eu garanto que Diane e Michael ter�o tudo...

no dia que essas velhinhas baterem as botas.

Repugnante!

Voc� moraria sozinho em uma casa assim?

Acho que eu me borraria todo.

Vamos estudar l� em casa.

Espere, tenho que fazer xixi.

V� mijar!

Coisas boas geralmente v�m em pacotes pequenos.

Vamos a minha casa.

Ei! Espere por mim.

- Al�? Al� Diane. - Voc� vir�?

N�o. Michael desapareceu. Como assim?

Eu n�o estava em casa. Procurei por ele a noite toda.

- Verificou no campus? - N�o estava l�.

- Voc� quer me ver? - Primeiro, quero encontr�-lo.

- Te ligo mais tarde. - Certo.

O que �?

- Nada. - Voc� est� horr�vel.

Obrigado.

Voc� parece meu m�dico.

Espero que esteja bem. N�o posso manter este lugar sozinho.

� bom saber que algu�m se importa comigo.

- Achei que tinha um encontro hoje. - Cancelado,

- todos se foram. - O que aconteceu?

Cynthia n�o apareceu. Sabe...

Ela tinha as respostas para o teste, e eles foram procur�-la.

- Aonde foi? - Na casa de Stevens.

- Para que? - Olha, Jay...

ela vai causar problemas a voc� e Diane.

Voc� tem que fazer algo sobre isso.

Sim, o Sr. Stevens est� aqui.

� a Dra. Stevens, para voc�.

Sua esposa.

Ela liga a noite toda.

Sra. Stevens, pensei que fosse ele, mas me enganei.

- Tem certeza? - Sim.

Se ele aparecer aqui, direi para ligar para voc�.

Michael... onde voc� esteve a noite toda?

- Voc� est� me espionando? - Por que voc� n�o ligou?

- Estava ocupado. - Sobre o que voc�s estavam falando?

- De nada. - Michael, o que estava fazendo com ele?

Ele me perguntou sobre minha m�e e minha av�.

- O que havia no envelope que te deu? - Dinheiro para se livrar dele.

- � muito curioso. - Pare de enrolar.

- Voc�s fazem algo juntos. - Do que est� falando?

Jay disse que algu�m tentou mat�-lo ontem.

- E voc� acredita nele? - Por que mentiria?

- � uma pena que erraram. - Aquele que as matou,

- quer Jay tamb�m. - Insinua que matei minha m�e.

- Voc� ou algu�m que contratou. - Como eu sei que n�o � voc�?

Voc� se livrou das velhas e agora quer se livrar do garoto

porque � a �nica testemunha. Eu serei o pr�ximo.

- Voc� planejou tudo. - � rid�culo!

Voc� n�o me enganar Diane. Eu te conhe�o. Quer o dinheiro!

- N�o significa que posso matar. - Ent�o � o garoto!

- Ele n�o tem motivo. - Bom.

Voc� ainda o defende. S� quer transar com ele.

- Fica com ele. - O que espera de mim?

Sempre fui fiel a voc�? Voc� n�o me tocou em quase um ano.

Desde que brigou com sua m�e.

N�o me culpe. Voc� come�ou.

Voc� n�o vai me ver novamente.

- Parece nervosa. - Estou t�o brava, que n�o consigo falar.

- Encontrou Michael? - Brigamos feio.

- Onde ele est� agora? - Eu n�o quero saber.

- Ainda quer que eu v�? - Claro!

- Vou agora. - Tchau.

- Se eu fosse voc�, teria cuidado. - Ela precisa de mim.

- Seu marido pode ser perigoso. - Eles terminaram.

Seus horm�nios podem causar grandes problemas.

N�o s�o os horm�nios. Eu a amo.

Como quiser. Lavo minhas m�os.

Jay... Sabe onde fica a casa de Stevens?

N�o, por que?

Eles deveriam ir procurar Cynthia.

Para irmos estudar com Janice.

Ainda n�o ligaram. Disseram ficar perto da marina.

N�o sei. Mas � melhor ficar longe daquela casa.

Certo... Adeus Romeu.

Ligue-me antes de voltar.

Claro.

Est� bem? Estou feliz que voc� veio.

Michael e eu estamos nos divorciando.

Tem certeza que � isso que quer?

At� hoje n�o tinha certeza. Mas agora pode colocar o dinheiro.

Michael me culpa.

N�o � verdade. Nosso relacionamento acabou muito antes...

para conhec�-lo. Sua m�e cuidou disso.

Por favor, me abrace.

Abra a porta ou vou quebr�-la!

Abre a porta.! Sei que est� a�!

- Abra, Jay. - Quem �?

N�o me venha com essa. Voc� sabe muito bem quem �.

Um minuto.

Abra a porta ou vou quebr�-la!

- Onde ela est�? - N�o est� aqui.

Seu carro est� l� fora!

- Ela acabou de sair. - Sim?

J� disse que ela n�o est� aqui!

Eu vou encontr�-la.

Ele vai voltar... E eu n�o quero que ele me encontre aqui.

- Aonde voc� vai? - N�o sei. Para o iate.

- E se ele for l�? - N�o me importo.

Vamos, meu carro est� nos fundos.

Abre a porta!

Est� bem? Te verei amanh�.

Por favor, fique comigo esta noite. Tenho medo...

- N�o me deixe sozinha. - N�o a deixarei.

Preciso de voc�. � meu amigo.

Eu te amo.

Ontem � noite, foi o mesmo que tentou me matar.

Est� morto!

- Jay, volte, vou chamar a pol�cia. - Ele vai fugir!

- Ele foi para a casa de Stevens. - Vamos l�.

� a camionete de George. N�o faz o jardim essa hora!

Onde voc� esteve?

O m�dico disse que minha doen�a � incur�vel,

- Sr. Johnson - Onde est�o sua m�e e sua av�?

- O que fez com elas? - N�o me disseram que morreriam.

Foi culpa dele. Mas n�o preciso me preocupar com elas.

Voc� as matou! Est�pido... sua m�e queria deixar tudo para voc�.

- A culpa tamb�m � sua. - Voc� mesmo � culpado.

E elas querem mandar voc� de volta para a Su��a.

Voc� receberia todo o dinheiro, n�o Michael e Diane?

O que voc� faria com o dinheiro? Organizar um belo funeral?

Eu n�o acho que eles se importavam com voc� tamb�m.

Deixe-o em paz, Martin! D�-me isso!

N�o me importa. Ningu�m se importa.

- Voc� queria dinheiro! - Pare com isso, Martin, me d�.

Voc� sabia que eu ia morrer... n�o �?

- Deve estar em algum lugar. - Temos que encontr�-lo.

Temos que chamar a pol�cia.

Estranho?

O telefone n�o funciona.

Vamos l�.

Este � o quarto de Lillian.

Nosso filho Martin, um ano de idade.

Segundo anivers�rio de Martin.

Martin no ber�o aos dois anos de idade.

Michael achava que ele era filho �nico.

No entanto, n�o foi.

Ent�o era isso que Lillian e seu primo George tinham em comum.

O filho que ela teve solteira. Agora ele deve ter uns 20 anos.

Se estiver vivo, herdar� tudo.

� do m�dico dele na Su��a.

Deixe-me ver.

Parecer m�dico de Martin Stevens.

Assinado por um psiquiatra, h� apenas 4 meses.

- Adiktum Fera... - O que � isso?

Eu acho que � algum tipo de doen�a heredit�ria.

O paciente � propenso � viol�ncia.

E forte paranoia. Ele �...

incur�vel.

Sai, Martin.

Meu Deus!

Mam�e, vov�, papai, Michael, Diane, Martin.

- Martin, abra a porta! - Martin... abra a porta!

Voc� quer me pegar, mam�e me disse

Se voc�s descobrissem, iam querer se livrar de mim.

Porque queriam o dinheiro.

Ent�o... me livrei de Michael.

Agora... vou me livrar de voc�s.

Martin, abra a porta!

Ele se foi.

O cachorro deve ter visto, por isso late.

Vamos tentar chegar � varanda.

Cuidado!

Meu Deus!

Bird...

Ol�!

Belo carro.

- Estou saindo por um tempo. - Para onde?

De f�rias. Me leva ao aeroporto.

- Meu carro quebrou novamente. - Acho seu carro fant�stico!

O que � isso?

- Est� de brincadeira! - N�o, n�o estou n�o.

- Diane... - Em que devo gastar o dinheiro?

Tem que me ajudar com isso. Se n�o fosse por voc�,

n�o teria tudo isso. Vamos, ou perderemos o avi�o.

- Aonde vamos? - Para o Hava�... �timo!

At� mais, Jimbo!

Jay! Onde pensa que vai?

Volte ou eu vou demiti-lo! Desta vez n�o estou brincando!

Legenda: LABOK Setembro / 2022

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