All language subtitles for S03E23.Dick.And.The.Other.Guy

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Original subtitles

- Bom dia a todos. - Bom dia.

- Est�s a usar a tua gravata da sorte. - Qual � a ocasi�o?

Nada, na verdade. Um professor importante, Dr. Neesam, chega hoje.

O Reitor pediu-me para mostrar o s�tio, por isso, quero ter uma boa apar�ncia.

S� para que ele saiba que est� no meu territ�rio.

Porque � que n�o baixas as cal�as e urinas nas paredes?

- Os gatos fazem isso. - A s�rio?

- Vou pensar nisso. - Fa�as o que fizeres,

volta cedo. Preciso do carro, tenho um encontro.

Sobre isso, ele ligou, ele n�o vem.

O qu�? Porqu�?

Disse que tem medo de ti.

� por causa da chave da morte?

Como se ensina a chave da morte, se n�o fizer a chave da morte?

"Tenho medo da chave da morte."

Esta � a porta, o cabideiro, a lareira, os arquivos

e, por �ltimo mas n�o menos importante, a minha secret�ria.

Dr. Neesam?

D� para acreditar que deixam isto para que qualquer um pegue?

Sim, a quem o diz.

Sim?

Podias trazer ao Dr. Neesam e a mim uma ch�vena de caf�?

Claro, como gosta do seu, Dr. Neesam?

De qualquer maneira que me der.

O que acha de quente no seu colo?

Pare�o uma barman acad�mica? N�o vou trazer nada!

Ela estava a namoriscar comigo?

Nunca consigo saber, � melhor ignorar.

O que o trouxe a Pendleton?

Um avi�o. Foi horr�vel.

Concordo. O seu destino est� nas m�os de

dois porteiros e uma empregada de uniforme.

E as sinaliza��es intermin�veis!

Deus, sim, as sinaliza��es. Sinalizam onde est� a porta...

- E acaba de passar por ela. - Exactamente.

Ao meu entender, se o avi�o aterra na �gua,

o meu flutuador � a pessoa que est� ao meu lado.

Est� absolutamente certo.

Parece-me presun�oso, cr�tico e egoc�ntrico.

Quer ser meu amigo?

Vamos ver.

3� Calhau a Contar do Sol S03E23 - Dick and the Other Guy

Desculpe, estou � procura do Dr. Dick Solomon.

Dr. Neesam, ele vai voltar logo. Pode esperar aqui.

Obrigado. Poderia trazer-me um caf�?

N�o se lembra que j� nos conhecemos? Sou a Dra. Mary Albright.

Oh, Dra. Mary Albright. Poderia trazer-me um caf�?

N�o acho que o Dr. Solomon gostaria que mexesse na secret�ria dele.

Pensei que havia pedido para me trazer um caf�.

Sou a Dra. Mary Albright, professora doutorada de Antropologia!

As tuas bochechas ficam encantadoramente avermelhadas quando grita.

Isso complementa o cristalino dos teus olhos.

Gera um belo conjunto com a tua cara em forma torta.

Perd�o?

Tens cara de bolinho. Quero com�-lo!

- V�-se embora! - S� uma mordidela.

- Fique longe de mim! - S� uma mordidela.

Est�s aqui, que bom.

Vejo que voc�s os dois j� quebraram o gelo.

O que acham de sa�rmos hoje � noite para nos conhecermos melhor?

Boa ideia.

N�o gosto desse homem, n�o me reconheceu e perseguiu-me pelo escrit�rio.

A s�rio?

Tinha acabado de te conhecer quando te persegui pela primeira vez.

Tu disseste-me isso na cama.

- Sim? - Ela aceitou!

� a tua vez.

Tr�s vezes seguidos na mosca! Tu �s bom.

Na verdade, n�o estou muito preciso esta noite.

Gostaria de poder fazer isso.

- Tu jogas como uma rapariga. - N�o sejas tolo.

Qualquer um pode aprender. Vem c�.

Segura isto, vem para aqui, para tr�s, respira profundamente,

relaxa e atira.

Acertei no tabuleiro, nunca havia feito isso!

- Boa menina! - Sim, boa menina!

A Sally e o Harry n�o me querem pagar uma cerveja.

Harry, Sally, n�o sejam t�o forretas!

Liam, quero apresentar a minha fam�lia.

Sim, o irm�o idiota e o adolescente mal educado.

Ele conhece-nos.

Esta � a minha irm�, Sally. Est�s com sorte, ela est� dispon�vel.

A s�rio?

Como � que uma bela mulher como tu est� dispon�vel?

Deves ter um s�rio transtorno de personalidade.

Este homem � incr�vel!

Dick, � a tua vez.

Transtorno de personalidade... Dou-lhe um pontap� no rabo!

O que se passa? O que est�s a fazer aqui?

Temos informa��es sobre alguns contrabandistas de armas sul-americanos

que trabalham nos fundos. - Mas n�o est�s de uniforme.

Oh, sim. Estou a trabalhar disfar�ado.

Isso faz a minha hist�ria mais convincente.

Fico contente que estejas aqui. Gostaria de companhia esta noite.

Podemos sentar, pedimos uma por��o de frango e dizes-me que sou bonita.

Tu foste maravilhoso ontem � noite.

- Quem � ela? - Tenho que ir.

Pela dist�ncia mais curta, comparada com o comprimento de onda conhecido

que EW � igual a 1 sobre o cubo e...

Ol�, Liam, posso ajudar?

N�o, mas posso-te ajudar, isto � interessante.

Tens cinco passos desnecess�rios.

- Dr. Neesam, esta � a minha aula. - Sim, mais vai ver...

Aqui e aqui, entre par�nteses e claro,

estes termos s�o todos iguais e aqui tamb�m.

- Voil�! - Mas isso n�o funciona.

- Claro que sim. - Claro que n�o.

Claro que sim.

Oh, meu Deus, agora eu percebo! Sim!

M�e de Deus, pela primeira vez, vejo como alguma coisa funciona!

Cala-te, Leo!

Ou�a-me, agente, preciso de falar com Don Orville.

Claro que n�o o viu, ele est� disfar�ado, seu idiota!

Sally, temos visitas.

Lembras-te do Larry da escola nocturna?

Como est�s?

N�o t�o mal.

Gostas de filmes?

Um pouco.

- Sabes, a Sally gosta de esparguete. - Eu tamb�m.

- O Larry tem um carro. - Eu gosto de carros.

Temos uma combina��o.

Desculpa, meu...

T�nhamos um acordo, seu desgra�ado!

Droga, faltou-me 70 cent�metros.

Isto significa que eu vou para o final.

O qu�?

- O que foi isso? - O qu�?

- Esse barulho. - Que barulho?

N�o ouvi nenhum barulho. Talvez um p�ssaro?

Um pequeno roedor?

Talvez tenhas um tumor cerebral.

- O que foi isto? - Ah, isto?

� uma experi�ncia, queria ver como reagirias.

Eu sou bi�logo, lembras-te?

Vais fazer isso outra vez?

Provavelmente n�o.

Que m� sorte!

Espero que te saias melhor no pr�ximo buraco.

J� sei, o que achas daquele homem da revista de neg�cios?

Frank Diggen. O que achas dele? Parece apresent�vel.

N�o.

V� l�, Sally, ele vive numa casa flutuante.

Est� no jardim da m�e dele!

N�o preciso de um encontro. Se quiserem ajudar,

ajudem-me a descobrir qual � o problema com o Don.

Vou dizer como resolver um problema amoroso.

Deves convid�-lo para um pequeno-almo�o informal.

Quando ele chegar, fritas os ovos nua.

- Gostaria de ver isso. - Mas voc�s n�o estar�o l�.

N�o nos v�o dar o pequeno-almo�o?

Comprem um donuts.

Espera, n�o espirra gordura para as mamas?

- Um donuts n�o � pequeno-almo�o. - Os ovos s�o.

- Sabes o que � um bom pequeno-almo�o? - Calem-se!

Se quiseres saber o que se passa com o Don, deves faz�-lo da maneira antiga.

Queres dizer, persegui-lo?

N�o.

Disfar�a-te e segue-o.

- Vou p�r a mesa. - Vou ajudar.

N�o, n�o, a Mary prefere que se fa�a bem.

N�o quero que o convides outra vez!

N�o �s meu dono, posso convidar quem eu quiser.

Bem, mas eu n�o gosto dele!

- N�o tens que gostar. - N�o gosto!

- O que � o jantar? - Torta de legumes e lagosta.

- Parece delicioso. - Foi o Liam que preparou.

Droga!

N�o toquem, eu pego.

- Como � que ele fez isso? - N�o est� quente?

Sim, muito.

- Gelo? - O que � isto?

Escargot, foie gras, champignons, salada grega, experimenta um.

Isto � a melhor coisa que j� pus na minha boca.

Fiquei em segundo lugar outra vez.

- Experimenta um. - N�o!

N�o tenho fome, mas... Cheira muito bem.

- N�o � magn�fico? - �.

- Podias levar a salada? - A salada parece perfeita.

Obrigado. Dick, ent�o nunca cozinhaste?

Sou um excelente cozinheiro. Mas n�o cozinho � frente da Mary

porque ela n�o gosta que fa�a... Como posso dizer?

...coisas de mulheres.

Gosto de cozinhar ao ar livre, � claro.

Junto com outros homens machos.

Mas acho que nos confins da cozinha,

sinto que os verdadeiros homens tendem a evitar tais

actividades femininas. - Claro.

Onde � que est� o Dick?

Fartou-se do jogo. Est� a dormir uma sesta.

- A concha caiu. - Eu apanho.

Gostaria que n�o fizesses isso.

Porqu�? N�o fiz direito?

Na verdade, foi perfeito.

Mas estou envolvida com algu�m. N�o oficialmente, mas...

A Mary est� com medo.

A Mary n�o quer agitar o barco da sua pequena vida.

N�o quer descontrolar-se e ser arrastada por uma torrente de prazer.

- Excelente! - Mary...

Onde est� o Don Orville? Vi-o entrar aqui.

Don Orville?

N�o brinques comigo, menina. Eu vi-o a falar contigo na outra noite.

Est�s a falar do Donny Orvellini?

- Dick, tu est�s bem? - Onde � que ele est�?

J� foi embora.

- Bem, expulsaste-o. - Bem, ele saiu.

Quanto tempo estive inconsciente?

- N�o sei. - Durante 10, 30 minutos?

N�o sei, tirei o rel�gio.

S� tiras o rel�gio quando n�s...

N�o!

- Desculpa. - Como foste capaz?

N�o sei porque o fiz. J� viste como ele �.

N�o aguento mais que me tenha ganho outra vez.

J� viste como ele � bom em tudo?

Oh, sim.

Quero dizer, sim.

Percebo porque � que n�o consegues resistir.

Ele � como eu, mas � d�cima pot�ncia.

Sim, por isso eu fiz! Ele � igual a ti!

Eu sei!

Somos ambos brilhantes, lind�ssimos, somos...

Meu Deus, � claro...

Somos ambos...!

Isso foi f�cil.

- Ele esteve bem? - Oh, ele foi �ptimo.

Foi bom ao n�vel de lhe atirarem as cuecas.

Porque � que te preocupas? Pelo menos n�o h� outra mulher.

N�o, mas devias ter visto aquelas mulheres todas a olharem para ele.

Ele � uma estrela do karaoke, Tommy!

N�o tem maior fama que essa.

Deixei uma mensagem, de certeza que me vai ligar.

N�o te preocupes, n�s seremos o teu encontro.

Sim, o Harry e eu, o que achas?

Vamos fritar alguns ovos para ti.

� o Don! J� chega, saiam.

- Recebi a tua mensagem. - Estou feliz que tenhas vindo, Don.

Ou deveria dizer... Donny Orvellini?

Ent�o tu sabes?

Sim, sei. Porque � que n�o me contaste?

Pensei que n�o perceberias. Os pol�cias n�o cantam.

Pensei que estavas com outra mulher.

A m�sica � a minha mulher.

Quero estar contigo... e com a tua outra mulher.

Cantas para mim?

Oh, meu amor, minha querida.

Eu estou esfomeado pelo teu toque.

Nesse tempo sozinho.

E o tempo passa t�o devagar.

E o tempo pode fazer tanto.

Tu ainda �s minha?

- O que est�s a fazer? - Estou a levar algumas coisas.

Essas s�o as minhas teorias sobre o alinhamento gravitacional da Terra.

Sim, algumas s�o boas, por isso, estou a levar.

Servir�o para provar alguma coisa aos meninos da casa.

N�o precisas dessas teorias.

Podes descobri-las. Podes descobrir tudo.

E acho que sei porqu�.

Bem, diz-me. Porqu�?

Tu �s um alien.

- Muito bem, Dick. - Eu sabia!

�s uma criatura humana not�vel.

Bem, concordo com o not�vel.

Depois de tudo, descobri quem tu �s.

Mas, meu amigo, deixaste passar algo muito �bvio sobre mim.

- Queres adivinhar? - N�o.

Vim a este planeta com um objectivo: destru�-lo.

- O qu�? - Oh, sim!

Uma explos�o grande, destro�os, coisas a voarem por toda parte,

logo, uma segunda explos�o mas n�o t�o grande quanto a primeira,

mas igualmente grande e cheia de fa�scas. Vai valer a pena assistir.

Mas tu n�o vais ver, porque vais ser vaporizado pela primeira.

- Porqu� a Terra? - Porque bloqueia-nos a vista!

N�o te vou permitir!

Quando cheguei, procurei algum sinal de intelig�ncia.

Mas encontrei uma coisa que me impedia de explodir o planeta.

Ent�o, Dick, eu conheci-te.

Sim, eu, h� uma raz�o por eu te ter impressionado.

- � que n�o sou de Ohio. - Est�s a ver, Dick,

provaste-me que os seres humanos podem ser brilhantes.

De uma maneira como seria um menino de dois anos.

- Sim, mas... - Isto �, se durante dois minutos

puder deixar de pensar em salva-vidas de peitos grandes,

bolos que n�o engordam e a Celine Dion.

Algu�m deveria dizer o termo: o barco afundou, j� chega.

Eu n�o percebo.

Tu e s� tu convenceste-me de poupar a vida da tua ra�a.

Eu?

Eu?

Estou a ver.

O que h� de t�o importante sobre ti que eu deveria saber?

O qu�?

Oh, sim, isso. Bem, eu...

Eu sou... canadiano...

Sinto muito.

No entanto, farei algo que preferia n�o fazer.

- O qu�? - N�o posso deixar que contes isto,

ent�o vou apagar a tua mem�ria.

Este dispositivo � muito eficiente, mas derrete metade do c�rebro humano.

No Canad� nunca far� a diferen�a.

Como n�o vou explodir o lugar, tenho tempo para comprar lembran�as.

Talvez uma massagem. � isso.

C�rebro humano...

Alguns de n�s n�o tem um c�rebro humano.

Voc�s est�o a ver? Eu, um alien, salvei a Terra,

sendo melhor humano do que um humano poderia ser.

Sim, Dick, percebemos a ironia. � bastante �bvio.

Eu gostaria de dizer �s pessoas que as salvei.

- Sim, mas n�o podes. - Eu sei.

Mary Albright e outro alien. Quais s�o as probabilidades?

- Cala-te. - N�o, a s�rio.

Quais as probabilidades de uma mulher terrestre ter uma rela��o

com um extraterrestre? Isso deve ser uma num bili�o.

- Mas com dois? - Cala-te!

E se todos os outros homens fossem aliens?

Que outros homens?

Tradu��o NUNO COBAIN

Sentem-se! Ningu�m vai sair at� que...

Wotan roube o anel de Alberich. Sentem-se!

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