All language subtitles for Monamour (2006) BRRip Oldies

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Original subtitles

Beije-me D�rio, por favor!

Beije-me no pesco�o.

Como fazia antes...

S� um beijo, mas sensual, apaixonado.

26 de Agosto.

N�o sei porque estou escrevendo isto � uma da manh�.

S� sei que se n�o fizer, Vou gritar.

D�rio � um marido extraordin�rio e eu o amo,

mas desde que estamos casados n�o consigo atingir o orgasmo.

Porqu�? O que se passa?

S� passaram seis meses desde o nosso casamento

e as coisas est�o ficando mais aborrecidas, ins�pidas e banais todos os dias.

O que aconteceu ao entusiasmo, surpresa, divertimento

e as loucuras que antes havia?

Se eu te pegar, eu mato voc�!

Estou de olho em voc�, sua malandra!

Oh sim... sim... D�rio, me lambe! A minha boceta est� ardendo.

As encruzilhadas da s�tira... os ap�stolos seguem para Gomorra...

ou o profano dirige-se para Sodoma?

Oh n�o! Isto n�o! S� quando formos marido e mulher.

Oh sim! Me d� tudo!

Nunca gozei tanto na minha vida!

Eles me jogaram isso, ontem no Festival de Literatura.

Porque n�o v� isso? Voc� sabe, acredito no seu julgamento. D�rio.

Estava dormindo t�o sossegada, n�o quis Ihe acordar!

"Encontrei-me pressionada contra ele sem conseguir me soltar.

A sua boca colou-se � minha, a sua l�ngua sugou com avidez,

pressionando-me at� � minha sequiosa garganta.

N�o conseguia respirar, mas n�o cedi.

Senti os seus m�sculos a pressionar os meus seios. Eu inalei o seu cheiro.

O gemido dos dan�arinos encheu os meus ouvidos

e algu�m sussurrou que eu era uma puta.

Mas tudo pareceu t�o insignificante para mim.

Uma estranha m�o sob a minha blusa

e no meu rabo era o que me interessava.

Aquelas fortes, atrevidas m�os que me pressionaram ao seu est�mago

e comprimiu-me a esfregar-me contra o seu pau,

que parecia estar pronto para rebentar das suas cal�as.

Essas mesmas m�os que invadiram a minha calcinha

e arrebataram a minha buceta.

O seu dedo entrou como uma seta entre os l�bios da minha buceta.

Eu estava �mida, aberta, cedendo, ele n�o encontrou qualquer resist�ncia

Ainda consigo sentir agora, o seu dedo atrevido na minha buceta

e o arrepio frio que desceu pela minha espinha.

Desabotoei suas cal�as

e joguei fora os meus sapatos.

A minha respira��o era fraca e a minha buceta estava molhada.

Senti-me livre para mostrar a minha avidez

e o meu desejo sem vergonha.

Aqui est�!

O livro te deu sono? N�o te culpo por dormir.

O Festival de Literatura � uma chatice total!

Porque n�o visita o Palazzo Te?

Como se atreve!?

Que est� fazendo? Deixe-me em paz!

Gosta dos afrescos, hum?

Est� vendo aqueles dois ali?

Garotos? Olhem para os quadros!

Estamos aqui para estudar Giulio Romano, prestem aten��o.

Ele � bonito!

Essas encantadoras maminhas!

Essa encantadora bucetinha!

Depressa, estamos atrasados!

O que � que voc� est� esperando?

Tenho que te contar uma coisa...

Passou o limite do meu cart�o de cr�dito?

Bem... Eu...

Ol�? Claro que sim, n�o estou ocupado!

Como posso dizer � ele?

Hoje eu te tra�, meu amor.

Querido... tenho sido infiel!

D�rio... Eu sou uma adultera.

E ent�o? Voc� estava dizendo...

Eu quero te contar...

N�s temos que ir mesmo a essa festa?

� a grande abertura, voc� quer que eles me despe�am?

Vai ter muitos convidados, escritores famosos, voc� vai se divertir.

Que chatice!

Como se diz no Noroeste, "Neg�cios s�o neg�cios. "

Vamos, depressa!

Hoje quase fui violentada!

Eu disse que esta linda bucetinha

foi Ian�ada como uma ave para um espeto.

Voc� ouviu, querido?

Eu disse que fui violentada!

Eu percebi!

Quase ou foi?

N�o acredita?

Claro que sim, querida. Quem violentou? O criado Marroquino do hotel?

N�o, por um estranho.

No Palazzo Te.

As fantasias de uma mulher adultera?

Saiba que eu ainda gostei disso!

Oh, s�rio?

Vendo voc� assim t�o escandalosa, n�o use nenhuma calcinha na festa.

Diz isso como se eu nunca fosse capaz!

Vem, voc� est� me atrasando!

Vai se foder!

Eu gostava de colocar um amante em frente do outro e dizer:

� esta a atual tend�ncia?

O cora��o n�o pode por mais tempo disparar a sua for�a

O rabo � um grande nivelador.

A buceta � o olho da mente.

Que vulgar!

Nem tanto! O significante � o real significado!

Assim o erotismo perde todo o valor cultural, e transforma-se em pornografia.

Isso � verdade, maestro, o que a pornografia � para o erotismo

O que � a chupeta � para o sexo oral?

Exato, � s� uma forma de sem�ntica e linguagem.

De l�nguas!

E a arte n�o se torna pornografia ou vice versa?

Sexo � a �nica coisa que p�e a sua ind�stria editorial flutuando.

E a B�blia, � sempre o n�mero em vendas.

Religi�o, sexo, excesso, a receita do sucesso! Sa�de!

P�ra!

Eles podem nos ver.

"Putas Apaixonadas". 200,000 copias num m�s!

- Quem? - Max Zanouk.

Um dos nossos autores mais promissor.

Ah, parab�ns.

Esperava me ver aqui...

- Por favor, aqui n�o. - Por que n�o? Est� sem calcinha!

� que... � s� para provocar o meu marido.

- � por isso que est� tamb�m toda molhada? - Deixe-me em paz.

Foi todo o vinho que bebi.

Marta Bortoluzzi.

Silvia!

Que bom te ver outra vez!

- Vai ficar no Festival todo? - Sim, at� domingo.

Maravilhoso!

- E D�rio? - Tamb�m est� aqui.

E o teu marido?

Infelizmente Henry teve que ficar em Paris...

Sabe como �... trabalho, a editora.

Estou aqui com o Fran�ois,

- Seu secret�rio, lembra? - Claro.

Ele estava no Torcello no dia do teu casamento.

Mas... interrompemos alguma coisa?

N�o, nada. Estava indo ao banheiro.

- Quer vir comigo? - Com prazer!

Temos tanto que falar.

Parab�ns!

- Quando come�ou a sair sem calcinha? - N�o � o que est� pensando.

- Oh, n�o? - N�o!

- A culpa � do D�rio. - Tem sorte em jogar esses jogos!

Eu te disse. N�o � bem assim.

Na verdade, as coisas n�o est�o indo t�o bem entre n�s.

- Eu digo na cama? - N�o consigo ter mais orgasmos com ele.

Mas � normal, querida!

Mais tarde ou mais cedo acontece pra qualquer uma!

- Tamb�m j� aconteceu comigo. - E o que voc� fez?

Porque � que voc� acha que vim ao festival com o Fran�ois?

Ele n�o � s� o secret�rio do Henry,

� um garanh�o incr�vel!

Mas n�o se sente culpada por trair o teu marido?

Que culpa nada. Me sinto muito bem.

Na verdade, tantas coisas boas que improvisei com o Henry.

- Em que sentido? - Em tudo. Mesmo na cama.

Ci�mes, minha querida Martina, � o afrodis�aco mais forte.

N�o h� nada melhor que a suspeita

para atear o desejo do teu parceiro, acredita em mim!

Encontre algu�m que te d� uma boa foda.

� o melhor presente que pode dar ao D�rio.

Algu�m... como aquele homem com quem voc� est�, por exemplo.

Mas s� o conheci esta noite, Nem sei o nome dele!

As vezes n�o precisa de nomes ou de muito tempo.

Precisa de algo � mais do que um longo...

Mas... ser infiel com D�rio, trepar com qualquer um...

- N�o sei se consigo. - Consegue, querida.

Consegue. A conhecida "rapidinha"!

S� tem que fazer isso bem feito.

- Que quer dizer? - Procura bem as tuas prioridades.

- Que prioridades? - As legitimas.

Eu s� deixo que o Fran�ois use a minha entrada traseira.

A frente est� reservada para o Henry.

Sempre uma grande puta!

Parab�ns, Senhora. O rabo n�o � s� para fazer coc�.

E como dizem na minha terra, n�o interessa nada

Estes saltos est�o matando meus p�s!

Mas...

- O que � isto? - E a tua calcinha?

- N�o estou usando nada. - Estou vendo, onde est�?

- N�o pus nada. - Mas como n�o colocou?

Foi voc� que me provocou, n�o lembra?

H� provoca��es e provoca��es. E se algu�m percebeu?

E se eu te disser que notaram?

- Que quer dizer com isso? - M�os podem passear durante a dan�a.

Pode sentir tudo atrav�s de um vestido de seda!

Aquele filho da puta que dan�ou com voc�!

- Voc� o conhece? - Eu n�o me misturo com pessoas assim!

Porque voc� se enoja tanto ent�o?

Porque se podia ver na sua cara que � um prostituto, um gigol�...

...um depravado, um perverso!

Deve ser por isso que as mulheres o acham atrativo.

N�o diga que gosta dele!

Bem, tamb�m sou uma mulher, n�o sou?

- Primeiro de tudo, � minha mulher. - N�o diga!

Vou esquecer.

Homens como aquele s� se interessam por putas.

Da forma como ele me olhou, tamb�m devo ser uma puta.

Mesmo assim, o que est� havendo contigo esta noite?

Nada, s� quero te contar o que aconteceu.

Eu vi voc� sorrir para ele e quero-te avisar.

Viu eu sorrir? Muito bem, n�o viu nada.

Que mais poderia ter visto?

Ele apalpou minha bunda, por exemplo.

- N�o est� indo longe demais? - Eu?

Ele foi muito longe, ele p�s a m�o por baixo da minha saia.

- Descobriu que n�o tinha calcinha? - Tocou na minha buceta.

- E o que voc� fez? - Deixei-o meter dois dedos dentro.

- Tenho a certeza que est�s toda �mida. - Como Veneza na mar� cheia.

- Ele ficou com tes�o? - Se ficou!

- Mais forte que o teu! - Voc� trepou?

Calma, n�o acha que est� indo longe demais?

Oh, Marta... voc� me deixa louco.

- Espera, vamos fazer aqui. - De p�? Isso � para os animais.

- Que mal h� nisso? - A cama � mais confort�vel.

Anda, estou desesperado.

Quem �?

Uma mensagem do Senhor Bortoluzzi.

S� um momento!

- Desculpe, n�o tenho moedas. - Tudo bem, senhora.

Ao meio-dia no "O Barco dos Porcos", Sem calcinha, � claro! Leon.

Que coragem! Mas...

Leon... bonito nome!

S�o onze!

Estarei todo o dia no Pavilh�o de Literatura Estrangeira.

Se ficar aborrecida, porque n�o aparece por l�? Te amo, Dario.

Desta vez usa calcinha!

Que vou fazer?

"O Barco dos Porcos" ou Literatura Estrangeira?

Leon ou D�rio?

Calcinha ou sem calcinha?

Que saco ter que escolher!

Bom dia!

Procura algu�m?

Bem... sim.

Um senhor franc�s, Senhor Leon.

- Ele deve ter uma reserva. - Claro, Senhora. Por aqui.

- Uma bebida enquanto espera? - N�o, obrigada.

Como quiser.

Esquece Puccini, Rossini e Bellini!

Verdi, s� Verdi. Verdi para sempre!

Mas n�o h� compara��o "O barbeiro... "!

Mudei de ideia. Um Martini.

- Vermute? Branco ou tinto? - Tinto.

Com certeza, senhora.

Outro!

- Tinto? - Branco!

Quando o seu Rossini escrever� qualquer coisa como...

Gar�om, a conta!

Outro! Tinto.

- Quer que eu coma sozinho? - Bastardo! Est� uma hora atrasado.

Desculpe...

Covardes idiotas com c�rebros de merda!

S� te desculpo se me disseres uma coisa.

Como � que sabe em que hotel estou?

Os Gerentes sempre v�o para aquele.

Onde est� o franc�s quente e de boas maneiras?

Entre as pernas da mulher do gestor.

Desculpe-me...

Pasta recheada e pato assado para dois.

E alguns vegetais?

Vamos para o banheiro.

- O Toilet? - Por ali.

Desculpe! O Martini...

O meu relat�rio...

Que merda, onde est�?

20 de Julho, estamos casados � quatro meses. Alguma coisa mudou.

D�rio est� menos atencioso em rela��o a mim

e n�o me fode como costumava.

13 de Agosto.

D�rio n�o sabe deste di�rio.

� muito f�cil escrever nele mesmo debaixo do seu nariz.

Talvez seja t�o f�cil como ir para a cama com outro homem.

26 de Agosto.

N�o sei porque estou escrevendo isto � uma da manh�.

S� sei que se n�o fizer, vou gritar.

D�rio � um marido extraordin�rio e eu amo ele,

mas desde que estamos casados n�o consigo atingir o orgasmo.

Porqu�? O que se passa?

S� passaram seis meses desde o nosso casamento

e as coisas est�o a ficar mais aborrecidas, ins�pidas e banais

todos os dias.

O que aconteceu ao entusiasmo, surpresa, divertimento

e as loucuras que antes havia?

27 de Agosto.

D�rio quase me apanhou me masturbando.

Fingi que estava dormindo quando ouvi ele chegar.

Ele me viu nua e pronta na cama

mas nem me tocou. Estar� farto de mim?

N�o, eu sei que ele me ama, mas n�o me fode.

E quando o faz, preferia que n�o o fizesse!

28 de Agosto. Tenho que por a minha cabe�a em ordem.

Deve ser daqueles quadros no Palazzo Te, o pau duro de J�piter.

Sim, pau. Eu disse, pau!

� incr�vel dizer isto! Pau! Pau!

Eu quero gritar isto da varanda. Pau!

Seria engra�ado se o Dario descobrisse o que escrevo aqui!

Quase que admito ser apalpada por um estranho.

Ele apalpou o minha bunda

Enquanto estava olhando os quadros de Giulio Romano.

Se aquele grupo de estudantes n�o tem aparecido,

teria deixado aquele estranho me foder.

A sorte o quis, eu vi ele na festa do festival.

Ele agarrou-me pelo bra�o e me tirou pra dan�ar.

N�o quis saber da dan�ar e eu tamb�m n�o!

Ele queria encontrar um canto isolado

onde pudesse me foder sem que os outros e o meu marido vissem.

Que loucura fazer com Dario perto!

N�o me deu tempo para respirar.

Ele percebeu que eu n�o tinha calcinha e deslizou um dedo na minha buceta.

N�o consegui resistir quando empurrou a minha cabe�a sobre o seu pau.

Puta porca!

Ent�o ela n�o estava fantasiando no banheiro!

Dario tamb�m estava de pau duro quando voltamos para o hotel.

Estava estranho, agitado.

Parece que tinha visto alguma coisa e queria saber mais.

Segui o conselho da S�lvia:

n�o contar tudo, parecer honesta, mas deix�-lo na d�vida.

30 de Agosto.

Finalmente sei o seu nome.

Por um golpe de sorte, ele se chama Leon,

igual ao do homem do livro que Dario me deu para ler.

N�o deveria ter me dado aquele livro Dario.

Se brinca com o fogo, pode se queimar.

Leon convidou-me para jantar num restaurante perto do rio.

Sem calcinha! N�o as deveria usar de qualquer maneira.

N�o senti vergonha, com o Leon estou disposta a fazer qualquer coisa.

Acima de tudo, n�o me sinto culpada, Dario n�o perder� nada.

Com o Leon � como comer coisas que nunca provei antes.

Tenho que contar � S�lvia sobre isto,

Tenho que arranjar uma forma de ir para Abano com ela.

Cuidado, vais deixar uma marca!

- O que est� fazendo? - Deixando uma marca.

Estou doido pra comer o teu rabo!

Agora relaxem.

Voltaremos mais tarde com algumas pedras para a "Terapia de Pedras".

- Acredita que essa terapia funciona? - Como foder!

Eu acredito em p�nis n�o em pedras!

Imagine se tivesse algu�m aqui para nos deixar bonitas e molhadas!

Chega, S�lvia! Vai destruir minha m�scara!

Uma hora de cunnilingus no "r�ti de poulet!"

- No que? - R�ti de Poulet!

- Minha posi��o favorita. - Qual �?

Esta aqui...

Frango assado!

- Entendo! - Acho que n�o!

N�o creio, tem que fazer para entender do que estou falando.

Talvez hoje � noite, com Dario...

Pudera! N�o existe nada pra se experimentar com ele!

Ahh... tinha esquecido!

Bem ent�o, faz com o teu amigo da festa.

- O L�on � o nome dele, n�o �? - Como � que sabe?

Voc� disse enquanto a massagista estava te massageando.

Estava pensando nas m�o dele, n�o?

N�o s� nas suas m�os!

Ent�o voc� fez!

Segui o teu conselho.

Bem feito, Martina!

- Como foi? - Tinha raz�o.

J� n�o tinha um orgasmo assim h� meses!

Viu!

Vem, quero saber todos os detalhes.

Fiz exatamente como voc� disse, Respeitei as minhas prioridades.

Fant�stico!

- E ele gostou? - Claro que sim!

- Foi ele quem quis isto! - Ah porco guloso!

Onde foi?

- O p�nis dele � lindo? - Porque todas estas perguntas?

Por acaso n�o est� interessada nele?

Porque n�o? Afinal de contas...

N�o seria nada mal fazer um pequeno trio.

Voc�, ele...

e eu...

Sou muito talentosa, sabe?

Bem melhor que a tua massagista.

N�o duvido, mas...

Posso trazer o Fran�ois se voc� quiser

Ele � maravilhoso como a l�ngua.

Que esta fazendo?

Tiraram as m�scaras de voc�s?

Deite-se!

Bem, a m�scara de S�lvia foi definitivamente tirada!

Mas falando com ela n�o serviu de muito.

Tudo o que pensa � sobre sexo. Ela � pior que eu.

Eu, o dela e L�on... Que caralho!

E se ele gostar mais dela do que de mim?

O que est� acontecendo, eu tenho ci�mes? Estou me apaixonando?

Supostamente deveria ser apenas garanh�o pra me servir?

Oh querido, estou numa grande confus�o!

Ol� amor, como chegou t�o cedo?

- Pra quem est� escrevendo? - Pra ningu�m.

Estou fazendo uma lista de coisas que preciso fazer.

- Que coisas? - Algumas coisas tolas.

Visitar o mausol�u de Virg�lio,

ir ao museu de Nuvolari, ver os quadros de Mantegna.

E n�o est� pensando em ir ao festival?

Voc� sabe que me aborrece!

- O que voc� fez hoje? - Eu sa�.

Onde?

Fui para Abano.

- Para que? - Porque perguntas?

Eu te fiz uma pergunta, responde, vaca puta!

- Fiz um tratamento de banho de lama... - Com quem?

Com S�lvia.

Tome cuidado com dela! Quem mais foi?

Ningu�m, s� n�s as duas.

Almo�amos em Montagnana e depois fomos para Abano.

Certamente... Montagnana...

Qual era o nome do restaurante?

Ou era uma confeitaria? A comida era boa?

N�o consigo me lembrar, comemos uma comida r�pida!

E antes?

- Antes de que? - Antes desta manh�.

O que fizeste antes de estar com a S�lvia?

Nada.

Dormi, tomei banho.

As mentiras habituais!

- Por que dizes isso? - Porque eu te conhe�o.

- N�o acredita? - N�o.

Voltei aqui para fazer o meu relat�rio e voc� n�o estava.

- Deveria estar no banho. - No banho um caralho!

- Era uma piada. - Caralho! N�o tem piada!

- N�o foi minha inten��o. - N�o?

E qual foi a tua inten��o? Ser fodida no rabo, talvez?

Est� furioso? Como pode dizer isso?

Esta festa subiu a cabe�a, que caralho voc� quer?

Saber com que caralho voc� trepou hoje!

Da maneira como est� agindo eu deveria ter outro!

Puta!

Corno!

Puta!

Puta... � uma puta!

Puta imunda!

Puta suja! � uma puta! Sai do carro!

- Que fiz? - Puta, sai da minha vista!

N�o Dario, por favor.

As coisas que tenho de aguentar, � uma vaca! � uma puta da rua!

Que est� fazendo?

H� uma festa para fechar o festival de hoje � noite.

Gostaria que estivesse l�. Sinto muito por ontem.

Sei que estive muito mal, n�o voltar� a acontecer. Dario.

Ele leu isto?

Sou eu Marta, preciso te ver.

Porque n�o me ligou antes?

- N�o pude. Preciso de falar contigo. - Fala.

- Assim n�o, cara a cara. - Onde?

No hotel.

Finge que estou a� contigo. Est� vestida?

- Estou em camisola, porque? - E por baixo?

Estou nua.

Que bom! Apalpe-se. Afaste as pernas, imagina as minhas m�os no teu corpo.

L�on, por favor!

Lembra do sabor do meu pau? Imagine ele na tua garganta.

Imaginar n�o chega, Quero carne.

- Como no banheiro? - Sim, como no banheiro.

- Est� a�? Preciso te ver, a s�rio.

Eu estou aqui.

- N�o antes das duas. - Est� bem, onde?

"Pens�o Rigoletto", 308, por Delle Bollette.

Ok, at� logo.

Bem, n�o preciso dela.

Esquece essa coisa pequena! Me d� uma grande!

Estava t�o ansiosa para te ver L�on que deixei cedo o hotel.

Estava como uma gata ardendo que quer se esfregar contra algo.

Tinha um vestido sensual, provocante.

Sentia-me forte, decidida, segura de mim, dona do meu destino.

Os meus seios estavam incandescentes.

Talvez eles pensaram que estava drogada.

N�o eram distantes.

...ao meu h�bito do sexo, mas..

...a minha droga chamasse L�on.

Tem algu�m a�?

Ignore-a, ela faz parte da mob�lia.

Vov�?

Viu?

Ela est� fora disto. Posso ajud�-la?

- Tenho um compromisso com o Sr. L�on. - O L�on qual?

Um Franc�s.

Sim, o que pinta mulheres nuas.

Sim, ele est� no quarto dele. N�mero nove, no segundo andar.

Por ali.

Obrigada.

Quem � a modelo?

Bonito...

Voc� quem fez?

E o homem?

Gostou?

Gosto de tudo o que voc� faz.

N�o podemos continuar assim.

Tenho marido.

� por isso que est� sem calcinha?

Le�n me come, por favor...

Minha "mona" sente, como est� ardendo.

Minha "mona"

Isto... � um dialeto veneziano.

E este � o "oseo"

N�o tem nenhuma inten��o de comportar-se como uma boa esposa.

Quer ser fodida todo o dia.

Quer um garanh�o que fique com a pica sempre dura.

Como voc�.

Abre as tuas pernas logo que sente o cheiro de uma pica dura...

Vem pra dentro!

Diz que sim quando te toco no rabo!

Sim...

Sou uma puta.

Minha garganta est� seca.

Vou buscar algo para beber.

Maravilhosamente.

Oh, L�on, obrigada!

- Porque? - Porque.

O que quer fazer?

Levanta a parte de tr�s.

Gostaria de te fotografar enquanto est� fodendo.

- O que � isso? - Ele trouxe algo para beber.

- Quem �? - N�o se preocupe.

Confie em mim.

Preciso disto.

Mas quem �?

- Ele � fotog�nico? - � querida, �.

Vai amar isto, vai ver.

Estou toda dorida.

Passa j�.

- N�o tem ci�mes? - De quem? Do porteiro?

Ele era como um "vibrador", uma ajuda no sexo para alimentar a nossa paix�o.

A festa � hoje � noite.

Meu marido quer que eu v� com ele.

Mas... eu n�o sei... N�o ser� f�cil voltar a Mil�o,

� vida quotidiana.

Isto, amor meu, ajudar�.

Est� bonito.

Voc� � bonita.

Passa esta noite comigo.

Falaremos disso em Mil�o.

Lembre-se, o Natal n�o est� assim t�o longe!

- Onde est� a Marta? - Voc� deveria saber!

- Por que est� me perguntando? - Pensei que estava com voc�.

O celular dela est� desligado.

Talvez ela n�o quer falar com voc�.

- E o teu marido? - O meu marido?

Est� em Paris, claro.

N�o entendo o que aconteceu com ela.

Mulheres, meu querido Dario, queria que os homens nos levem,

n�o que nos entendam!

- Viram? - Ela tem um rabo fant�stico.

Apostamos?

Mostra o rabo com compaix�o!

Que idiota!

- Toda mundo est� olhando. - Que caralho importa?

- Deixa tudo e vem comigo. - Sem levar nada?

Podes fazer compras em Paris.

Pelo menos me deixe apanhar algumas calcinhas no hotel.

Se encontrar com o teu marido, n�o voltar�s.

Mexe... mexe...

Mexe-te bem.

N�o, n�o lamento nada.

"Esfregar os dedos no p�nis dele, para p�r ele grande e grosso",

Cantava aquela rima com gozo espiando quando urinava.

Quantos paus...

Um homem velho co�ando suas bolas seguiu-me at� em casa.

"Tua bucetinha � peluda? " ele perguntou, com sua fala confusa.

Tremi de excita��o e medo...

Mas eu acariciei a minha buceta quando fui para a cama.

Voc� n�o � o primeiro que est� metendo no meu rabo.

Seja gentil, disse-Ihe, isso d�i.

� o lugar mais seguro pra gozar, disse ele,

empurrando tudo bem dentro.

Ele tirou coberto de merda.

Desflorado o rabo antes da buceta.

Que puta...

Assim somos todas.

Todas temos e fazemos os nossos valores.

� um assunto de tempo, lugar e tamanho.

Com um doutor numa manh� de domingo

quando a cl�nica estava fechada.

Ele quis meter na minha boca.

Era t�o grande. N�o pensei que seria capaz.

Com um fot�grafo numa barraca da praia,

com a desculpa de ver as fotografias.

Ele estava casado, mas era muito talentoso com os dedos.

Com um colega de escola no palco de um concerto.

Um pouco desajeitado, mas era bom com a l�ngua.

N�o s� na minha boca, mas no meu pesco�o e nos meus seios,

entre a minha bunda, na minha buceta.

Seis meses de matrim�nio para estar em cima de um estranho que me comia o rabo.

Que dir�o eles se n�o voltar para Mil�o?

Se eu fugir pra Paris com um franc�s que desenha mulheres nuas?

Voc� conhece aquela puta que trabalha como secret�ria dele.

"Lembra-se do compromisso com fulano de tal, senhor. "

Prostitutas que querem ser publicadas,

ansiosas pra chup�-lo debaixo da mesa, como estas mulheres aqui

que fingem estar escandalizadas mas na realidade queriam estar no meu lugar.

Dario tratava-me como um acess�rio.

Se ele pudesse me ver agora, talvez pensasse diferente.

Ficaria de pau duro.

sabendo que tenho uma pica na minha buceta e uma m�o no meu rabo.

A m�xima de S�lvia, os ci�mes excitam.

L�on deve ser t�o inteligente como sedento,

quanto duraria nosso relacionamento?

Dez centilitros, uma quantidade comum, que um p�nis pode Ian�ar.

Isso � o assunto do amor.

O festival terminou,

a festa tamb�m terminou.

Est� procurando por isto?

Fiz uma pergunta, responde!

- Estava procurando a minha camisola. - Mentirosa, sabe que est� aqui.

- Oh, claro que sim. - Sabes que horas s�o?

N�o. Perto das duas?

Duas uma merda, s�o cinco da manh�. Onde caralho voc� estava?

Onde estava? Fui dan�ar com a S�lvia.

S�lvia estava na festa, porque continua mentindo?

Se leu isso, sabe porqu�!

Sim, sei.

� uma real obra-prima!

Deveria ser publicado e Ian�ado no pr�ximo festival.

N�o omita nada, diga tudo.

Atr�s daquele fodilh�o de fraude e mod�stia � a prostituta mais puta do mundo!

Deixe eu te foder, puta. � isto que voc� quer?

Oh, sim! Eu vou te dar o "Monamour!"

Gosta, puta? Fodo toda minha puta imunda!

Sim, Dario, eu sou a tua puta! Sou sua puta imunda!

Diga que gostaria de ter algu�m na tua boca enquanto como o teu rabo!

Merda, sim!

Grita, Monamour!

Este � o presente de casamento que me prometeu!

S�lvia tinha raz�o, gra�as ao L�on, conquistei Dario novamente.

Depois de ler o meu di�rio ele comportou-se igual a ele.

Foram os ci�mes que Ihe reavivaram a paix�o?

Sempre tendo aquela pequena suspeita, isso excitava-o.

Antes de ele adormecer, acabou e est� satisfeito,

ele p�s a m�o no meu rabo e sussurrou suavemente:

"Quando vai dan�ar com Silvia outra vez? "

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