All language subtitles for 3rd.Calhau.A.Contar.Do.Sol.S03E11.Jailhouse.Dick

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Original subtitles

"� t�o terr�vel ser pobre, suspirou a Meg,

olhando para o seu velho vestido.

Eu acho que n�o � justo para algumas raparigas

terem montes de coisas bonitas e outras raparigas n�o terem nada,

acrescentou a pequena Amy com uma fungadela ferida."

Harry, tu tens que estar a fazer isso agora?

Sim. Eu tenho um relat�rio de livro de 500 palavras para a escola nocturna.

- "� t�o terr�vel ser pobre, suspirou..." - Chega!

Ouve, a chave para estudar, � encontrar atalhos, est� bem?

Olha, logo vamos sair, iremos comprar-te algumas notas.

� como uma sinopse. Vai levar-te 10 minutos.

Oh, que al�vio. N�o me importo de ler.

� ler livros que eu detesto.

- Harry, porque � que n�o est�s a estudar? - Oh, n�o te preocupes, Dick.

O Tommy e eu vamos sair logo e vamos comprar um relat�rio do livro.

Bonito homem. Faz-me orgulhoso.

- Dick, n�o te esque�as do teu almo�o. - N�o, desculpa.

Vou-me encontrar com o agente Don na esquadra da pol�cia para o almo�o.

- Diz-lhe para te mostrar o tanque. - O tanque?

Sim, mas n�o te aproximes muito,

caso contr�rio, os presos v�o come�ar a vaiar e gritar e a dizer que te amam.

� melhor eu p�r a minha gravata nova.

Bem, Dick, � isto.

O tanque!

Olha para eles,

os olhos fundos deles a lan�arem-se com o brilho maligno.

O que � que eles fizeram, Don?

Bem, aquele � um vagabundo e aquele estava a gritar com um hidrante.

Tu, carne fresca, est�s dentro porqu�?

- Vai para o inferno. - N�o os irrites.

Eles s�o muito maus.

Oh, este lugar � t�o arrepiante, Don.

Eu sabia que as pris�es tinham grades, n�o sabia que eram t�o fechadas.

- A ideia � essa. - Don, n�o consigo sair.

Don, ajuda-me. Tira-me daqui! Don!

Dick, vira a cabe�a!

3� Calhau a Contar do Sol S03E11 - Jailhouse Dick

Ent�o, se ele n�o consegue pagar a multa dele, ele apenas...

Bem, ele ir� apenas sentar-se durante alguns dias e pensar no que fez.

E isso vai-lhe ensinar que a pris�o � lugar sujo e horr�vel

- E n�o quer voltar? - Exatamente.

Na verdade, esta � a quinta vez que ele aprendeu essa mesma li��o.

A quinta vez? Porque � que ele continua a regressar?

� apenas a maneira que eles s�o.

Ent�o qual � o objectivo deste lugar?

� apenas uma porta girat�ria, um hotel sem esperan�a

cujos moradores fazem check-in e check-out entre os crimes.

E tu, Don, n�o �s mais do que um mensageiro com um distintivo.

N�o sou nada!

Ei, posso ter uma toalha limpa e o jornal Wall Street?

Podes-te calar?

Agora ouve, Dick,

este sistema � a �nica maneira que temos de ensinar uma li��o a estes homens.

- Que tal dar-lhes uma bela orienta��o? - N�o queremos fazer isso aqui.

Talvez devessem. Ao contr�rio de ti,

eu tenho f� na ra�a humana.

Eu posso levar qualquer um destes homens, reabilit�-lo e

tornar-se um membro produtivo da sociedade.

- Tu est�s maluco, Solomon! - Estou?

V� l�, tu, tu vens comigo para casa.

- O que est�s a fazer? - Vou pagar a fian�a dele e

e faz�-lo um homem novo. Como Deus � minha testemunha,

nada me vai deter de salvar este homem.

Ok. A fian�a dele � de $1,500.

- Quanto � pelo magro? - $750.

E o de cabelo curto no canto?

Eddie? 100 d�lares.

Embrulha-o. Vou lev�-lo.

Bem, eu li numa revista que era uma pr�tese.

Oh, meu Deus, que confus�o. Foste assaltada.

N�o, � apenas o Pimenta a entrar em ac��o.

- Ele detesta quando eu saio de casa. - E tu toleras?

Bem, eu realmente n�o saio muito.

Tudo o que este c�o faz � saltar para cima de ti e estragar a mob�lia.

- Porque � que continuas com ele? - O Dick deu-mo.

E?

- E n�s acabamos. - E...

Por isso, n�o h� nenhuma raz�o para eu continuar com este c�o et�pido.

- Muito bem. - Vamos, Pimenta.

Vamos ver o pap�.

Olha, eu realmente agrade�o teres pago a minha fian�a

e a sopa e as 3 caixas de cuecas e tudo,

mas � melhor eu ir. - N�o, tu n�o tens que ir a lado nenhum.

- Vais ficar aqui connosco. - Obrigado, mas j� fizeste o suficiente.

Esse � o problema, Eddie, ningu�m faz o suficiente.

Ningu�m toma a responsabilidade por ti.

Mas eu vou tomar.

Esta casa, Eddie...

� uma casa de amor.

Mas ficas avisado que tamb�m � uma casa de disciplina.

Haver� regras, haver� hora de chegada.

Embora essa hora de chegada ser� �s 3h, para n�o estragar o teu estilo.

- O que aconteceu? - Sally, apresento-te o Eddie,

o nosso amigo comum e actual, Eddie.

- Ele estava na pris�o. - Ok, baixa-te!

Sally, ele � um amigo, um convidado, trata-o com respeito.

- Encontraste alguma coisa? - Ele est� limpo.

Eu sabia disso.

Que desperd�cio de tempo. A biblioteca n�o tem resumo

e passei duas horas a conversar com a menina na cabana da viseira.

Sim, ela tinha ouvido falar do livro Mulherzinhas.

Bem, isso ajudou.

Mas agora vou passar a noite a ler o livro.

Ouve, aqui vai o que vamos fazer. Vamos � loja de v�deos

e alugamos o filme, ok?

Em duas horas tu ficas a saber a hist�ria toda.

Harry, Tommy, quero apresentar o nosso novo amigo, Eddie.

� um criminoso.

Eddie, a casa de banho � aqui. Porque � que n�o tomas um banho quente

e limpas o fedor do encarceramento?

Ele quer dizer, matar-nos.

Como � que te atreves? Este homem � um ser humano.

e agora ele est�-me a dar alguma coisa para fazer.

Dick, esta n�o � uma grande falha de seguran�a?

Tolices, � uma experi�ncia magn�fica.

Pretendo provar que uma fam�lia acolhedora e um modelo s�lido

podem mudar a vida de um homem.

- E quem ser� esse modelo? - Est�s a olhar para ele, insolente.

- O que � que est�s a fazer aqui? - A devolver o teu c�o.

O Pimenta n�o � o meu c�o. Foi um presente!

Um presente que acho que n�o mere�o. Toma, fica com ele.

N�o pensaria em ficar com um presente que eu te tenha dado.

Levaste o r�dio que me deste.

Tinha o som surround.

O contrato diz claramente: "N�o s�o permitidos c�es."

Voc� � al�rgica?

N�o, fico apenas nervosa, porque eles gostam de escavar.

Eu tenho seis gatos enterrados no jardim.

� melhor dizer 5.

N�o � problema meu, n�o � mais o meu c�o.

- N�o o queremos. - N�o vou aceit�-lo de volta.

Naturalmente! Ningu�m quer assumir a responsabilidade.

Posso ver que, mais uma vez,

cabe a mim fazer a Sally assumir a responsabilidade.

�ptimo, eu n�o acredito que tenho que lidar com essa criatura miser�vel.

- Est�s a falar sobre mim, n�o est�s? - Ah, sim.

Est�s a chamar-te de c�o? Metes-me nojo!

Tira esse sorriso da tua cara!

De agora em diante, quando eu disser: "Ladra", tu dizes: "Qu�o alto, sir?"

Ou melhor, ladra como se dissesses: "Qu�o alto, sir?"

Est�s-me a perceber, soldado?

� vontade, soldado!

Acho que tu percebes.

� mostrar-lhes quem � que manda. Tu orientas, eles seguem.

Esse maldito esquilo outra vez.

Para baixo, Pimenta!

Sabes, Albright, � apenas uma quest�o de...

O que dizes de o mandarmos apenas embora?

- Parece �ptimo. - Ok.

Espero que estejas a gostar do teu filme, Tommy.

A culpa n�o � minha que eles n�o tenham o Mulherzinhas, est� bem?

Mas eu tenho A Mosca.

Que maravilhoso para ti. Entretanto, eu ainda nem sequer acabei...

Este homem � meio mosca.

- Algu�m j� ligou pelo Pimenta? - N�o.

Coloquei panfletos em todos os quadros de avisos da faculdade.

- Como � que o descreverias? - Grande, amarelo e livre.

- Sim! Lembra-te de mentir. - Eu n�o vou mentir.

Estou? Sim.

Ele chama-se Pimenta, � um labrador amarelo,

� muito carinhoso...

adora as pessoas...

� uma pergunta justa.

Vou ser sincera consigo: eu estou a morrer.

Obrigado por dar uma oportunidade ao Eddie, sr. Wexler.

Sem problema.

H� apenas algumas regras no Departamento de Audio-visual, Eddie.

Come�as �s 9h, tens 45 minutos para o almo�o

e todos os formul�rios de solicita��o de equipamentos v�o para aqui.

Nada...

Nada... sai sem um!

Mais uma regra, Eddie. Vais reparar que este equipamento est� marcado como

"Propriedade da Universidade Pendleton".

� para emprestar, sabes, n�o para roubar.

Eu percebo.

Eu vou sair.

� um momento glorioso para mim, Eddie.

Eu tirei-te da tua vida miser�vel de reincid�ncia,

dei-te orienta��o e socorro,

e fiz-te apreciar um dos presentes mais preciosos da vida...

a liberdade!

Hora de jantar.

Hora de jantar!

- Est�s a falar a s�rio? - Estou!

Depressa, o jantar est� a ficar frio.

Desde quando � que jantamos juntos?

Vamos sentar para partilhar a refei��o da noite

para mostrar ao Eddie um exemplo de uma fam�lia amorosa.

Eu j� comi, desculpa.

Tu vais-te sentar e comer outra vez se eu tiver que enfiar a comida na tua garganta.

Agora, vai para ali!

Cuidado, ele tem uma faca!

Eddie, pensa nisto.

Larga a faca. Tu n�o queres fazer isso.

N�o quero cortar frango?

N�o antes de darmos gra�as.

Quem quer dar gra�as? Tommy, que tal tu?

- Gra�as? - Diz.

Obrigado por este segundo jantar.

Certamente ser� uma experi�ncia feia e desconfort�vel...

Am�n. Obrigado, Tommy.

Quem roubou a minha colher?

N�o, n�o, eu esqueci-me. Est� no meu bolso.

- Como foi o teu dia, Sally? - O que te interessa?

Como um membro que se preocupa desta fam�lia amorosa,

� claro que eu estou interessado em saber como foi o teu dia.

O que te interessa?

Como foi o teu dia, Eddie?

Eu verifiquei alguns projectores.

E um pouco mais tarde, eu verifiquei-os de volta.

Fala sobre seres atirado para o fundo do po�o no teu primeiro dia.

A prop�sito, eu preciso do retroprojector para a minha aula de amanh� de manh�.

Eu ficaria feliz, mas n�o posso.

O professor Greewald reservou-o.

E o professor Greenwald serve-te frango? Acho que n�o.

N�o, mas ele preencheu o formul�rio.

- Regras s�o regras. - Isso � engra�ado,

vindo de um quebrador de regras profissional.

O que significa isso?

Acredito que � uma refer�ncia � tua vida criminosa.

Tu disseste-me para seguir as regras.

- O que � que queres? - Um pouco de gratid�o.

- Eu estou grato... - Ent�o, demonstra-me isso...

ao dares-me o projector! - N�o!

Seu desprez�vel bandido de dois bits!

J� chega, vou-me embora daqui!

Isso mesmo, foge! � nisso que �s bom! Boa viagem!

Temos que fazer isto com mais frequ�ncia.

Eu asseguro-te, ele cresce em ti!

Vamos l�, Albright. Diz adeus e vamos sair daqui.

Ent�o, vais d�-lo a algu�m simp�tico, certo?

- Bem, vamos d�-lo a algu�m. - Mas n�o a qualquer um.

N�o, n�o a qualquer um.

Eles t�m que vir aqui e ter 5 d�lares.

- Ele est� em boas m�os, n�o achas? - Sim, as melhores.

- O Eddie j� voltou? - N�o, n�o o vi.

Se ele aparecer, diz-lhe que ele est� perdoado e

d�-lhe um abra�o caloroso de apoio por mim.

Sim, Dick, eu irei fazer isso.

Esperem, eu deixei as minhas notas no outro quarto.

Estou em apuros, Tommy. O grupo de estudo est� aqui.

Eu n�o acabei o cap�tulo 1 e eu culpo-te.

Esta oportunidade � perfeita. Vai para ali, ouve o que eles dizem

e escreves. A� est�o as tuas 500 palavras.

Ouvir. Escrever. Percebido.

Ent�o, estas mulheres eram muito pequenas, n�o eram?

O que � que voc�s acham?

Quando a Jo foi para a cidade, o meu cora��o foi com ela.

Os sonhos dela eram t�o puros!

Sim, puramente ego�sta.

Ela foge para a cidade, deixa a sua irm� na rua enquanto festejava.

Bem, sim, eu li diferentemente, mas por favor, continua.

N�o o deixes continuar, ele � est�pido!

A literatura est� aberta para a interpreta��o.

Harry, desapareceu! Desapareceu!

- O que � que desapareceu? - O Rambler. Desapareceu.

E o Eddie tamb�m!

Algu�m roubou o Rambler e o Eddie!

N�o, idiota, o Eddie roubou o Rambler!

Gra�as a Deus.

Tu estavas a dizer...?

Deixa-me ver se percebi. Salvaste este tipo da pris�o,

trouxeste-o para casa, deste-lhe as chaves da tua casa e do teu carro

e agora est�s surpreendido por ele os ter roubado?

Oh, claro, a retrospectiva � 20-20.

N�s ter�amos-te avisado, Dick, mas sabes, n�s avisamos!

Eu sei que avisaram. Eu estava cego pelo fervor pela f� na humanidade.

Droga para a minha falta de cinismo!

- Aqui est� o teu homem, Dick. - Gra�as a Deus, Don!

Ele pensou que conseguiria escapar, mas eu cacei-o como um c�o.

- Tu esbarraste comigo na mercearia. - Isso � boato.

Estou desiludido, Eddie.

Tu roubaste o meu carro, partiste o meu cora��o.

Mas sabes o que � o pior de tudo?

- O qu�? - Roubaste o meu carro!

- Quem disse? - Queres sentir a minha arma de choques?

Ent�o continua a falar.

- Tu vais para a cadeia. - N�o t�o r�pido.

Espero que tenhas aprendido uma li��o valiosa. Eu sei que aprendi.

Eu dei-te a minha confian�a, eu dei-te o benef�cio da d�vida.

E como � que me pagas?

Aproveitando-se da minha natureza confiante e tra�ndo-me.

Eu espero que te sintas muito, muito, muito mal.

- O que aconteceu? - O Eddie roubou o carro.

- Qual deles? - Este carro.

Eddie, por favor, n�o podes ir embora.

Um homem comete um erro e tu culpa-lo pelo resto da vida?

- Resulta para ti. - N�o � um altura para a ironia.

- Dick, onde est� a Sally? - Quem quer saber?

O Eddie vai-me deixar!

C�es, c�es, c�es! Eu sou a �nica que compreende

a frase: "N�o C�es?

Tenho que encontrar a Sally. Fui ao canil para ver o Pimenta, mas ele tinha ido embora.

De onde vieram esses dois?

Eles estavam numa gaiola fria, sem comida.

Vou-te dizer uma coisa. Vou-me esquecer da coisa do projector

e tu esqueces-te das deten��es falsas. - De maneira nenhuma!

- Olha, Eddie, come mais um pouco de sopa. - N�o haver� mais sopa!

N�o, � boa. Est� quente.

Como se soubesses alguma coisa sobre New England no s�culo 19!

Voc�m podem falar mais baixo? Estou a tentar acabar o meu relat�rio.

Cala-te, batoteiro!

- Bem, quantas palavras tens? - 498, preciso de mais duas.

- O fim. - Brilhante!

Batoteiro!

- Pensa em tudo o que passamos juntos! - � nisso que estou a pensar.

N�o � suficiente que um homem brilhante e compassivo

se sinta um idiota?

- Albright! - Sally!

- Albright, eu estava � tua procura. - Eu sinto-me t�o mal pelo que fizemos.

Eu tamb�m.

Fui ao canil para encontrar Pimenta, mas ele tinha ido embora!

N�o, n�o foi. Soldado!

Pimenta!

O meu c�o est� de volta!

Ele sentiu a minha falta.

Eddie, eu n�o fiz nenhuma diferen�a na tua vida?

N�o h� nada que te vais lembrar com carinho?

O frango n�o estava mau.

Eddie, se assinares apenas este formul�rio de liberta��o, estarei a caminho.

Para que �?

Absolve-nos de qualquer irregularidade em prender-te sem motivo

e sem provas. � comum.

Eu vou pedir ao meu advogado para ver isso.

Droga!

No entanto, acho que as coisas resultaram muito bem.

Concordo.

Preparamos o Eddie gentilmente para o regresso dele � sociedade.

Provamos que ele n�o roubou o carro. Ele vai-se sentir bem com isso.

N�s n�o temos nada com que nos envergonhar.

Que tal se n�s n�o falarmos mais sobre isso?

Eu concordo.

A menos, claro, que sejamos intimados.

- Nesse caso, n�s mentir�amos. - Sim!

Eu realmente sinto que realizei qualquer coisa.

N�o � f�cil mudar um homem.

Ou um c�o. Descobri que � quase imposs�vel

ensinar um c�o, principalmente um velho,

qualquer coisa nova. Sabem, como um truque.

Pessoal, tenho o meu relat�rio.

- O que � que conseguiste? - "Por favor, v�-me".

Ok, ela quer parabenizar-te em pessoa.

Muito bem.

Tradu��o NUNO COBAIN

Eddie, � engra�ado, mas deixa-me sair!

Luzes apagadas. Trancar!

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