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Olá!
A aprendizagem contínua é um requisito no mundo profissional atual.
Segundo o World Economic Forum, existe uma urgência de requalificação, uma
vez que o mundo enfrenta mais de mil milhões de postos de trabalho,
transformados pela tecnologia.
No entanto, os objetivos de requalificação são muitas vezes difíceis de cumprir,
e muitas são as pessoas que precisam de se esforçar para aprender mais
sobre novos temas de forma eficaz.
Sente que isto acontece consigo?
Segundo a McKinsey & Company, o facto de tão poucos adultos
terem sido treinados nas
competências e mentalidades fundamentais dos alunos eficazes, está na origem desta
incapacidade de aprendizagem continua.
Existem muitas pessoas a querer aprender mais continuamente, mas a grande parte
não tem as ferramentas que permitem que este trabalho de evolução seja eficiente.
É que entra o poder da intenção.
As formações, os cursos, ou seja, as oportunidades formais de aprendizagem
representam uma parte pequena do potencial de aprendizagem que conseguimos ter.
No dia a dia, todas as pequenas experiências são potenciais aprendizagens
para a vida, mas tudo depende das lentes que usamos para olhar para o que acontece.
A McKinsey defende que as pessoas que dominam estas ferramentas e têm estas
competências de aprendizagem tornam-se naquilo que chamam alunos intencionais.
São pessoas que tem aquela que é a capacidade mais cobiçada pelas
empresas, fundamental para o
desenvolvimento bem sucedido de qualquer projeto.
Aprender é o modo e a mentalidade em que os alunos intencionais operam a toda hora.
Apesar de estarem a viver todos os mesmos momentos diários que qualquer pessoa,
eles obtêm mais dessas oportunidades porque tudo, cada experiência,
conversa, reunião, traz consigo uma oportunidade de desenvolver e crescer.
Na Full Fill, por exemplo, todas as pessoas que já trabalharam
e estagiaram conosco ao longo
destes oito anos, as melhores experiências foram sem dúvida, com as pessoas que
tinham esta característica desenvolvida.
Aquelas pessoas que sabem, gostam e tem vontade de aprender.
E damos-lhe outro exemplo, Julie Sweet, CEO da Accenture, afirma que
uma das perguntas que obrigatoriamente faz a quem se candidata a postos de
trabalho na organização é: "O que é que aprendeu nos últimos seis meses?".
A capacidade de aprendizagem é tão valorizada que este
pode ser um fator decisivo
no recrutamento de novos colaboradores.
Assim sendo, quer saber o que fazer para se tornar um aluno intencional?
Existem duas mentalidades essenciais para ser um aluno intencional.
Estas mentalidades são poderosas e exercem uma tremenda influência no comportamento.
Aqui temos uma mentalidade de crescimento e uma mentalidade de curiosidade.
Embora estas mentalidades sejam inatas em algumas pessoas, todos
podem trabalhar para as desenvolver.
Comecemos pela mentalidade crescimento.
Segundo a psicóloga de Stanford, Carol Dweck, as pessoas
têm um de dois conjuntos de
crenças sobre as suas próprias capacidades.
Uma mentalidade fixa, ou uma mentalidade de crescimento.
A mentalidade fixa é a crença de que as características de uma pessoa, os seus
talentos e capacidades são recursos fixos, que não podem ser alterados, nem
melhorados, cada um é simplesmente como é.
É aquilo que gostamos de chamar a síndrome da Gabriela, recorda-se?
Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim.
Conhece a música?
A mentalidade de crescimento sugere que qualquer pessoa pode
crescer, expandir, evoluir e mudar.
Inteligência e capacidade não são pontos fixos, mas sim,
traços que podemos desenvolver.
Isso liberta nos da expectativa de sermos perfeitos.
Falhas e erros não indicam os limites do seu intelecto, mas sim ferramentas
que informam como se desenvolve.
Uma mentalidade de crescimento é libertadora e permite-lhe encontrar
valor, alegria e sucesso no processo independentemente do resultado.
Esta é uma das mentalidades que deve ser cultivada.
Passando agora para a mentalidade de curiosidade, esta é o motor
da aprendizagem intencional.
Tal como a mentalidade de crescimento, a mentalidade de curiosidade também
pode ser cultivada, mesmo em quem não se considera naturalmente curioso.
Estudos dizem que a curiosidade importa por três razões principais.
Primeira, a inspiração está fortemente correlacionada com um desejo intrínseco
de aprender e a curiosidade gera inspiração, ou seja, aprende-se
cada vez mais porque se é curioso.
Segundo, a curiosidade marca o início de um ciclo que alimenta a sua
capacidade como aprendiz, ou seja, a
curiosidade aumenta a sua capacidade de aprender.
Terceiro, os estudos indicam que a curiosidade não diminui com
a idade, por isso, ela tem um
papel ativo em qualquer momento da sua carreira.
Embora os métodos de aprendizagem mudem ao longo do tempo,
a curiosidade manterá viva a sua motivação.
Quer saber como trabalhar estas mentalidades?
Acompanhe o nosso trabalho e fique atento aos próximos vídeos.
Até lá, pense: "O que é que aprendeu nos últimos seis meses?".
Se gostou deste vídeo partilhe-o com os restantes elementos da
sua equipa e inspire-os também
a investir numa aprendizagem contínua e eficiente.
Até ao próximo vídeo.
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