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Fuja ou voc� vai morrer.
ANTERIORMENTE
A lua cheia est� chegando. Foram mordidos na rodovia.
- Precisam de n�s. - N�o vi arranh�o.
Porque eles curaram!
Quer contar todos os segredos que podem nos matar?
Agora � o segredo deles tamb�m.
PERIGO
Por aqui.
D� para ver os c�nions deste lado.
Quantas vezes esteve aqui?
- Uma ou duas vezes. - Isso � seguro?
N�o. Por que acha que h� placas dizendo para n�o entrar?
Parem de ser maricas.
N�o pode mais dizer "marica", idiota. � sexista.
Mas eu sou gay e pode falar do meu cu?
Puta merda.
Olhem.
� a porra do apocalipse.
� uma linha de fogo.
Eles contiveram essa parte. V� os cumes de pedra?
� onde dizem que � o ponto de origem.
Onde um de n�s come�ou o fogo.
Voc�s acham mesmo que foi um de n�s?
Est�o dizendo que foi algu�m da escola.
Algu�m que estava no �nibus.
Eu n�o estava no �nibus.
Mas voc� sabe muito sobre fogo, n�o �, Cyrus?
Meu pai era bombeiro, caralho.
Eu sei quem foi.
Sabe quem ateou fogo?
Eu tenho uma teoria.
Se foi mesmo algu�m no �nibus.
N�o fui eu.
Ningu�m falou de voc�, Tia. Ningu�m fala sobre voc�.
Quem � seu suspeito?
Blake Navarro.
Lembram como ela era no ano passado?
Totalmente normal.
E a� os pais dela se divorciaram
e ela ficou toda anti-tecnologia
e simplesmente abandonou cada um dos amigos.
Quer dizer voc�?
Ent�o, voc�s ficariam totalmente chocados
ao v�-la no notici�rio algemada?
At� gosto que ela n�o tenha celular.
Ela n�o d� a m�nima.
Continuem me dando raz�o, por favor. Obrigada.
Quem mais estar� no notici�rio?
Voc�, como um daqueles idiotas que morreram tirando selfie.
Espera.
- Ouviram isso? - O qu�?
Galera, tem algu�m abaixo de n�s.
Merda. Droga.
Quem ativou o GPS?
Se n�o ativo, meus pais chamam a pol�cia.
Que merda!
S� viemos ver o inc�ndio.
E agora vir�o conosco.
Pegamos quatro deles.
Epis�dio 03 Ponto de Origem
Tradu��o e Sincronia por Tati Saaresto
- Por que eles est�o aqui? - N�o sei. N�o importa.
- Estavam no hospital. - Por favor, cale a boca.
O que eles faziam l�?
Everett, cala a boca.
Pare de falar, pare de se mexer, pare tudo.
Cala a boca, porra.
Chega de conversa.
Ainda � lua cheia.
Qual � o problema dele?
Acho que � ansiedade.
Ele tem alguma coisa.
E se ainda estiverem tentando nos matar?
E se mataram Connor? Ele tamb�m foi mordido.
Quem � Connor?
Sussurrar � falar.
Desculpa, mas estamos presos?
- N�o diga isso. - Por que n�o?
Porque a� eles v�o nos prender.
S�o s� algumas perguntas, pessoal.
S� queremos esclarecer a cronologia e coisas assim.
Ningu�m vai ser preso.
Que tal ligar para nossos pais?
Merda, meus pais. Essa n�o.
Quando chegarmos l�, que tal ligarem?
- Eles v�o me matar. - Everett, pegue isso.
� um comprimido?
N�o. Tente.
N�o, n�o, n�o.
N�o. Assim.
Chegamos.
Moradores de Altadena, fa�am check-in na mesa azul.
La Ca�ada Flintridge, na mesa vermelha.
Se voc� � de North Glendale, ainda n�o temos check-in.
Fa�am fila na cal�ada.
Repetindo, moradores de Altadena,
fa�am check-in na mesa azul.
La Ca�ada Flintridge, na mesa vermelha.
Se voc� � de North Glendale, fa�a fila na cal�ada.
Calma.
Calma. Se acalme, garoto.
� Luna, certo?
Vamos acabar com isso.
O que a Tia faz aqui?
Sabe o que n�o pega bem na faculdade, Tia?
- Ficha criminal. - N�o foi ideia minha.
Nem sabia que �amos.
Se ainda n�o tem um check-in, fa�a fila na cal�ada.
Ela precisa dos rem�dios.
Devo lev�-la a algum hospital?
Me sigam.
Miller.
N�o acredito que deixou nosso cachorro.
Preciso de uma nova receita.
N�o, n�o usei tudo. Pegou fogo, como a casa.
Eu disse cinco camas. Dois adultos, tr�s crian�as.
Precisamos de cinco.
Porque quatro adolescentes
foram vistos na origem do inc�ndio.
Certo. Pode ajudar, Nana?
Continue andando.
Tem algum problema?
S� voc�.
Senta.
Phoebe. Phoebe.
- O que te perguntaram? - Sobre o inc�ndio.
Eles acham que � um de n�s.
O que disse a eles?
Que eu acho que foi voc�.
Harlan, andou roubando o namorado de algu�m?
S� o seu.
Ela estava me zoando, n�?
Vamos pedir um advogado.
Sabe o que acontece quando pedimos?
Eles nos prendem.
Eu n�o vou ser presa. Se for preciso,
contarei tudo que querem saber.
Tudo?
Precisamos de uma hist�ria.
Algo simples para seguirmos.
Est�vamos trabalhando em um projeto escolar?
N�o. Credo, Luna.
- Est�vamos fumando maconha. - Mas � crime.
O que faz parecer que estamos falando a verdade.
Ningu�m d� a m�nima para jovens fumando na floresta.
Eu n�o fumo maconha.
Eu tentei comest�veis uma vez e s� piorou minha ansiedade.
- Ent�o voc� � esse tipo? - Basicamente.
Contou a eles?
- Contei o que? - O que viu na rodovia.
N�o vi porra nenhuma.
Por que seu cora��o acelerou?
Aquele cara? Aquele � o seu tipo?
Vai � merda.
Everett Lang. Sua vez.
Vamos.
Obrigada, Miller. Assumimos a partir daqui.
� uma m�quina de ru�do branco.
Mant�m as distra��es l� fora.
Eu sei. Meu terapeuta usa uma.
O meu tamb�m.
Everett, seu amigo Connor est� desaparecido.
Parece que ele puxou a perna
para fora do gesso,
o que, imagino, n�o foi f�cil de fazer.
Devia estar com muita pressa.
Desaparecido?
Ningu�m consegue encontr�-lo e ele n�o atende o celular.
Em outras palavras, desaparecido.
Os pais dele est�o preocupados.
N�o fazem ideia porque ele saiu do hospital.
�. Parecido com o que voc� fez naquela noite.
Acha que o Connor teve algo a ver com o inc�ndio?
N�o. Ele nunca faria algo assim.
Conhece algu�m que faria algo assim?
Est�o procurando por ele, certo?
Para ver se ele est� bem?
Na verdade, Everett, vamos voltar para voc�.
Temos uma testemunha que pode colocar voc�,
Blake Navarro, Harlan e Luna Briggs
bem perto do ponto de origem do inc�ndio.
Hoje mais cedo. Neste cume de pedra aqui.
Pode me dizer o que faziam l�?
O mesmo que todo mundo faz l�.
Est�vamos fumando.
- Fumando o qu�? - Maconha.
- Com que frequ�ncia voc� fuma? - Tipo, quase nunca.
E o que exatamente voc�s estavam fumando?
- Maconha. - Sei.
Pipe? Baseado? Blunt?
Um comest�vel.
Estava fumando um comest�vel?
Everett, diga que n�s fumamos
e voc� pegou um comest�vel. Por favor, porra.
Eles fumaram. Eu peguei um comest�vel.
Voc� ouviu isso?
Everett, consegue me ouvir?
Sim.
Sim, o qu�?
Sim. S� fizemos isso.
Harlan...
- eu tamb�m te escuto. - Puta merda.
Consegue me ouvir agora?
- Eu tamb�m consigo. - Meu Deus.
Isso � muito foda.
Everett. Me escuta.
Eu vou te dizer exatamente o que dizer.
Everett, tudo bem?
Por que pergunta sobre mim?
Algo aconteceu com o Connor, precisam encontr�-lo.
Eu entendo sua preocupa��o. A pol�cia est� procurando.
Mas isso me faz pensar.
H� uma raz�o para o Connor ter sumido?
Everett, esque�a o Connor.
Responda �s perguntas para sairmos daqui.
Com quem est� falando?
Ningu�m.
Quer dizer "a ningu�m" do outro lado desta parede?
Quer conversar?
- Converse comigo. - Eu quero um advogado.
Merda, Everett.
Voc� n�o est� preso.
Ent�o quero falar com meus pais.
V� em frente. Ligue para eles.
N�o pode ser um advogado?
Luta contra uma ansiedade muito grave, n�o �?
Sim, pode-se dizer que sim.
A minha ficava pior antes de dormir.
Sabe por que isso acontece?
Algo a ver com a sobreviv�ncia.
� uma resposta � amea�a.
Antes de dormir,
nosso c�rebro entra em estado de hipervigil�ncia
porque, quando viv�amos em cavernas,
dormir era o momento com maior probabilidade
de sermos comidos por um tigre dente-de-sabre.
Agora deitamos na cama olhando para o teto,
sentindo essa ansiedade correr por nossos corpos
porque esperamos ser atacados por um predador
que n�o existe h� 10.000 anos.
Eu n�o estou preocupado com um tigre dente-de-sabre.
Ent�o com o que, Everett?
O que te mant�m acordado � noite?
N�o vou falar com nenhum de voc�s.
- Quero um advogado. - Tudo bem.
Vamos conseguir um advogado.
Levanta esse cu.
- Vamos. - Tire suas...
E voc� acabou de agredir um policial.
N�o foi o que eu vi.
Tire as m�os do meu filho, policial,
ou teremos uma conversa sobre agress�o.
Sim, � claro.
Eu disse a eles que meu pai � advogado.
Eu quero nomes e distintivos.
Vou ligar para o promotor.
N�o podem se safar dessa merda.
Est� vindo para casa, certo?
� fim de semana, pai. N�o. Claro que n�o estou.
Se cuide, querida.
Merda. Espera. Pai, espera.
Inacredit�vel.
Pai, um pneu furou. Acho que algu�m cortou.
Estou indo te buscar.
- Que merda � essa? - Phoebe?
Phoebe!
Phoebe, o que foi?
Pai, os pneus est�o furados.
Quais?
Todos eles.
Sr. Briggs.
Sr. Briggs.
- Voc� � a respons�vel? - Kristin Ramsey.
Que bom que est� bem.
N�o vai falar com meus filhos sem um advogado.
- Meu advogado. - Tudo bem.
- Ligue para ele. - Ela.
E a menos que esteja acusando,
eles est�o livres para ir, certo?
N�o se prendermos eles.
Sr. Briggs, n�s s� est�vamos fazendo umas perguntas.
Eles se voluntariaram.
Eu n�o.
N�o me voluntariei para merda nenhuma.
Pai.
O que foi?
Pai, eles precisam vir conosco.
- Por qu�? - Sr. Briggs.
- Porque... - Sr. Briggs.
Porque eles s�o como n�s.
Mas a mordida curou, a dela tamb�m,
mas a do Connor n�o parecia a mesma
e n�o curou.
- Quem � Connor? - Meu amigo.
Ele ligou do hospital, algo queria mat�-lo,
como a voz no telefone. E agora ele sumiu.
N�o faz ideia de quem ligou?
Ele sabia meu nome. Me disse para sair do hospital.
Disse que algo ia me matar antes da pr�xima lua cheia.
- Onde estamos indo? - V�o para nossa casa.
Tenho que voltar para o motel.
Vamos conversar primeiro.
Levarei os dois aonde precisarem ir,
mas preciso ouvir a hist�ria toda.
Seja o que for que viram na rodovia
e mordido voc�s...
tamb�m veio atr�s de mim.
Voc� viu?
N�o sei o que vi.
Algo atingiu a caminhonete e eu corri.
Foi isso que te empurrou para a linha de fogo.
Era ele?
Nosso verdadeiro pai?
Algu�m pode me dizer
por que n�o prendemos aqueles merdinhas?
Porque n�o acho que eles atearam o fogo.
Ent�o, como cada palavra que sai da boca deles
parece uma maldita mentira?
Primeiro, eles s�o adolescentes.
Tudo o que fazem � mentir.
Segundo, est�o escondendo alguma coisa.
Talvez n�o tenha nada a ver com o inc�ndio.
Talvez devesse ter pressionado mais.
Cinco minutos em uma sala com eles,
eu teria uma confiss�o.
Miller, seu turno acabou.
Vejo voc� no bar. Vamos.
Policial, falando em pressionar,
se eu o vir colocar a m�o em algum deles de novo,
estar� fora da for�a-tarefa.
�.
N�s tamb�m temos perguntas.
Gostaria de ter as respostas.
Para ser sincero,
n�o sabemos muito mais sobre isso do que voc�s.
E quanto a eles?
Eles n�o s�o...
Pode dizer.
- Eu n�o vou dizer. - Vai ter que dizer uma hora.
Voc� � como n�s agora.
Eu definitivamente n�o sou como voc�.
Preciso falar com eles a s�s por um minuto.
N�o saiam daqui. Est� bem?
Pessoal.
N�o devia ter sa�do do hospital.
Eu estou bem.
Me escutem.
Blake est� certa. Eles n�o s�o como voc�s.
Eles foram mordidos.
As regras podem ser diferentes para eles.
Eu disse a mesma coisa.
N�o sabemos o que vai acontecer
em uma noite de lua cheia.
Mas nunca nos aconteceu nada na lua cheia.
Eu n�o diria nada.
Era lua cheia na noite em que encontrei voc�s.
O que est�o sentindo agora?
Algo diferente?
Quando interrogavam o Everett,
est�vamos em quartos separados, mas pod�amos nos ouvir.
Todos n�s pod�amos ouvir uns aos outros.
Igual o Harlan pode ouvir?
Como se compartilh�ssemos.
Somos um bando. Estamos conectados.
N�o estamos conectados.
- T�? N�s mal os conhecemos. - Foi s� a audi��o?
Viram alguma coisa
pressentiram mais alguma coisa sobre eles?
Nossos olhos.
Quando nos juntamos na floresta,
nossos olhos brilhavam.
Brilhavam? Jesus.
Certo. Mais alguma coisa?
Tipo o que?
N�o sei.
Est� tentando nos perguntar
se achamos que eles v�o virar lobisomens de verdade?
Tipo, crescer presas e pelos,
correr na floresta e matar alguns cervos?
Se matarem, que seja apenas cervos.
Nunca matamos nada.
Nunca tiveram um bando.
Ele n�o est� atendendo.
Ele n�o est� atendendo.
N�o posso esperar mais. Tenho que encontr�-lo.
Bom...
ainda � lua cheia.
Talvez dev�ssemos ficar.
Se est� mesmo vindo atr�s de n�s...
n�o quero estar perto do Danny.
Est� come�ando a acreditar em tudo isto agora?
N�o.
Mas...
O qu�?
Ele tamb�m me ligou. A voz ao telefone.
Ele deixou uma mensagem no telefone do motel.
O que ele disse?
Ele disse: "Voc� n�o est� segura".
Mas estive pensando,
e se a mensagem n�o era para mim?
E se era para o meu pai e Danny?
Que eles n�o est�o seguros?
Comigo.
Diga �quela vadia que dirigi 5 km em jantes.
Ela acha que pode cortar e ir embora?
Nem pensar. Eu vou acabar com ela.
Por que ela me ligou?
Porque ela n�o tem celular.
N�o cortou os pneus dela, n�?
Como? Ela esteve aqui o tempo todo.
Algu�m tem o endere�o da Phoebe?
- Eu tenho. - Me mande.
T�.
- N�o pergunte. - Dormiu com ele
- na casa dela? - Ele disse "n�o pergunte".
Everett, Blake, quero que liguem para seus pais
- e digam que v�o ficar aqui. - Mas...
- Estou de castigo. - Meu irm�o.
Ent�o, me deem 20 minutos.
Vou ver se a garota est� bem.
Tranquem tudo.
- Mas e o Connor? - E n�s?
Vinte minutos.
POL�CIA
Desculpe, mas tenho outra pergunta.
A voz disse que ia nos matar antes da pr�xima lua cheia.
Ent�o estamos bem agora?
Vai nos matar antes, durante a lua cheia
- ou quando o sol nascer? - Como vamos saber?
Porque voc�s s�o...
G�meos?
Nossos sentidos melhoram na lua cheia.
Pela manh� voltamos ao normal.
Ainda corremos perigo?
Ainda temos o resto da noite?
Para morrer.
Est� tudo bem. N�o h� nada l� fora.
Tem certeza?
Quanto voc� pode ouvir?
Depende. � melhor na lua cheia.
- O que mais pode fazer? - Como assim?
Tipo, sua audi��o.
Faz mais alguma coisa?
Ela corre r�pido. Tipo, muito r�pido.
Que bom para ela.
Ele � forte.
Qu�o forte?
Quebrei uma viga de suporte com o punho.
Era grande.
�. E voc�?
Olfato.
Isso � meio nojento.
�.
Pode ser.
� como se cada um de n�s tivesse uma habilidade?
Eu n�o entendo.
L� na delegacia, todos podiam ouvir como eu.
Talvez quando estamos juntos ficamos em sincronia.
� porque estamos conectados. Somos um bando.
Chega da merda de bando, Luna.
Ainda podem ouvir como eu?
Espera, vou tentar algo.
Coloquei um tom de alta frequ�ncia.
Eu n�o ou�o nada. Voc�s?
Desligue, por favor.
- Espera. - Ouviu algo?
- N�o. - Sentiu cheiro de algo?
H� algo l� fora.
Eu tamb�m senti.
Tem um cheiro...
�cido.
O cheiro � exatamente esse.
Do qu�?
Raiva.
- N�o abra. - Por qu�?
Voc� n�o sabe quem est� l� fora.
O lobisomem n�o bateria antes de vir nos matar.
Voc� disse "lobisomem".
Vai se foder.
Aqui � o policial Trent Miller da pol�cia de Los Angeles.
Preciso fazer algumas perguntas.
N�o � o cara que voc� agrediu?
- Ele me agrediu. - O nome dele � Trent?
Eu sei que est�o a�.
D� para ver pelas janelas.
S� vim para conversar.
N�o precisa falar com ele.
- Ele sabe que estamos aqui. - N�o importa.
Se disser que n�o, legalmente n�o podem entrar.
Voc� n�o pode entrar.
Por mim tudo bem. Vamos conversar aqui fora.
Cinco minutos, pessoal. � s� o que preciso.
Vamos. Abram a porta.
V�o para o escrit�rio, final do corredor.
N�o quero que veja voc�s.
- O que vai fazer? - Estou pensando. Vai!
Estamos todos do mesmo lado.
Estamos tentando descobrir...
- Vai. - quem come�ou o inc�ndio.
Nunca mais vamos incomod�-los.
Eu prometo.
Ainda est� sentindo?
- A lua cheia? - Sim.
Definitivamente sim.
Voc� ateou o fogo?
Eu te disse. Eu n�o sei de nada.
Vamos tentar de novo.
Voc� ateou o fogo?
- Cara. Tire suas m�os... - Filho da m�e!
N�o, pai, ele est� l� fora.
Est� falando com ele agora.
Sim, � o mesmo policial.
Certo. Estou a caminho.
- O policial disse algo? - Que queria fazer perguntas.
Voc� ateou o fogo?
Me diga a verdade, porra!
O policial. Levou o policial.
- O qu�? - Est� l� fora.
Est� do lado de fora da casa.
Pai, ouviu isso?
- Harlan! - O que n�s fazemos?
Consegue chegar ao est�bulo?
O que tem no est�bulo?
Harlan, me escute,
fica a dez passos da porta da cozinha.
Voc� consegue.
Preciso que pegue o rifle.
- O rifle em seu escrit�rio? - Esse n�o. Est� no est�bulo.
Mas o rifle est� no escrit�rio.
Este � diferente.
Eu explico depois.
Est� no arm�rio dentro do est�bulo, certo?
Vamos.
Eu n�o os ou�o.
Luna?
- Temos que sair daqui. - Mas e o policial?
Vamos pelos fundos.
E Harlan e Luna?
Eles n�o parecem estar preocupados.
Mas e se ainda estiver l�?
N�o h� nada l� fora, Everett.
Se quiser ficar, tudo bem. Mas eu vou.
N�o saiam da casa.
- Quem � voc�? - Est�o quase seguros.
A lua j� passou do pico.
Est� nos observando?
Ainda quer nos matar?
N�o saiam da casa.
Certo, estojo t�tico. No arm�rio.
- Est�o vendo? - Harlan.
Qual � o c�digo?
Pai, como abre o estojo?
O c�digo!
S�o seis n�meros.
- Luna, est� ouvindo? - Sim.
34, 21...
16, 42,
26, 32.
- Luna. - Oi?
Qual � o c�digo?
- Luna. - Harlan, est� ouvindo?
Eu acho que ele disse para n�o sair da casa.
Acha que estamos seguros a� dentro?
N�o estamos seguros em lugar nenhum.
Blake.
Por que...
Por que n�o me matou?
Talvez n�o seja isso que quer.
N�o mais.
E que porra quer?
Por que tentaria nos matar na casa da Blake?
E agora foge?
Porque estamos conectados.
Somos parte do bando dele.
Voc�s est�o bem?
O que aconteceu?
S�o de prata.
Prata verdadeira.
Sim.
Voc� fez?
Sim.
Para matar lobisomens?
Sim.
Para nos matar?
Sim.
Quando encontrei voc�s dois, voc�s eram filhotes.
NO PR�XIMO EPIS�DIO
Eu vi aquela coisa de perto.
- N�o vai nos matar? - Est� nos protegendo.
Lobisomens!
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