All language subtitles for La Grande Guerra (1959) Mario Monicelli

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Original subtitles

Oi, Pasquale.

O que acontece? Você tem medo que a guerra acabe?

Olhe para eles, estão com pressa! Idiotas!

- Bom. - Que droga!

- Bom!

Você está bom!

Êi, você trabalha aqui?

É o que parece.

- Você é romano, certo? - Por que?

Os italianos ficam na infantaria. Os romanos, na sala de comando.

Eu não escolhi esta posição.

"Eu obedeço sem questionar as ordens, do mesmo jeito que eu morrerei."

Isso não importa.

Tem alguém aqui que,com todo respeito,

apesar da aparência, tem problemas de saúde e não devia estar alistado.

Uma prorrogação, sem me prejudicar, é claro,

seria um ato de bondade.

O que eu diria? O habilidoso e alistado romano, e o milanês aposentado.

- Ok, com licença. - Volte aqui, espere.

Eu não quero que você diga que somos sangue ruim.

- Você já disse que está doente? - Sim.

Isso é o que deve ser feito.

Se você não foi alistado antes, por que vem agora?

Eu estava em uma "faculdade" até alguns dias. Você compreende?

Mas aí veio a anistia.Este governo é muito bonzinho!

30 liras.

20.

Eu ajudo, e você pechincha?

Eu não faço isso pelo dinheiro, mas porque tenho pena.

Tudo bem, 30 liras!

Ok, cara, me responde uma pergunta.

Você entendeu que eu estava na "faculdade"?

Talvez não tenha ficado claro. Primeiro dê, depois receba.

- Primeiro dê, depois receba? - Sim.

Não prometo nada.

Meu nome é Busacca Giovanni, da classe N.N. '88, província de Milano.

- Volte para a linha. - Faça o que puder.

- O que você disse? Fala logo.

- Posso fechar a janela? - Aquela?

- Sim, aquela ao lado do cara alto. Dá para ver? - Sim.

Ssshh. Bom.

- E aí, o que ele disse? - "Ele está a cavalo".

Vamos lá, corra!

- Sargento, o que ele está fazendo? - Busacca, volta aqui!

Cavalheiros, marchar!

Sempre por último, bunda mole!

Pelotão, alto!

Em fila! Marchar!

Droga, que sistema é esse!

- Romano, você não é tão durão! - Eu sou da província de Catânia.

Muito bem, de Parma para baixo, todos são romanos e camorristas.

- Cigarro? - Larga o cigarro, não pode fumar!

Atenção, partimos em dois dias.

Amanhã teremos treino de marcha. 40 quilômetros com mochila.

Você também está carregando a mochila, ou sua despensa veio do Papa?

Nós nunca jantamos juntos, então não me trate por "você".

Nos reunimos às 4 da manhã. Quem se atrasar, vai ter o cabelo cortado.

- Está claro? - Sim.

"Sim"! Que cacete!

Vocês não são nem animais, são objetos, pedras.

Dá o isqueiro. Quando cortarem seu cabelo, você vai dizer: "Sim, senhor"!

E amanhã, quando te cortarem um braço ou uma perna, você vai dizer : "Sim, senhor".

Você pode até morrer no front.

Uma arma não diferencia o inteligente do idiota.

Se abrir a boca... qualquer um pode te matar.

Não dá para fazer nada.

Vocês, sulistas subdesenvolvidos, são sempre trapaceados

pelo próprio fatalismo

Uma guerra justa é uma guerra de privilégios.

Você já leu Bakunin?

Quando ouvem um primeiro nome complicado, vocês já se assustam.

Se você é tão esperto, por que veio parar aqui?

Por cause de um gaiato com cara de peixe.

Se eu o encontrar, lhe quebro a coluna.

- Amanhã você vai quebrar a sua. 30 quilos de bagagem! - 30 quilos?

Segure.

Mas está leve!

Está cheia de palha!

- Se o sargento souber, ele vai cortar seu cabelo. - Ele não vai cortar nada!

Leiam Bakunin, e tomem Busacca Giovanni como exemplo.

Palha ou jornal, ninguém vai notar.

O provérbio diz:

"Se você não consegue entender nada, ou você é um advogado ou é um sargento".

"vocês não se lembram do mês de abril, aquele longo trem rumo à fronteira."

- Catânia! - Nós estamos num trem.

O que você está fazendo? Você parece um arenque.

Eu tenho que voltar para a casa, para minha mãe.

- Cuidado! - Com licença. - Que educação!

- E você, de onde vem? - De vários lugares.

Nos recintos e depósitos, eles alocaram aqueles que não conseguem andar.

Houve um "reordenamento".

Você não se lembra de ter visto um comandante

com cara de peixe, olhos de batata,

que parecia um malandro ou um ladrão? - Sim, ele.

Sem brincadeira.

- Basta! - Com licença, eu não consegui abrir...

Droga!

- Ah! - Sem vergonha, covarde!

30 liras, hein? Eu vou te matar!

- Socorro! - Desce daí!

- Não! - Está certo, eu poderia quebrar seu braço ou sua perna.

- Claro. - E daí você poderia voltar para casa.

Se eu vou lutar na guerra, você também vai.

Todos devem lutar, todos devemos lutar pela causa nobre.

Você seguiu a causa nobre quando se escondeu daquela vez.

Eu sou um voluntário.

Cara, seu discurso patriótico não funciona comigo.

- Essa guerra não é minha. - Não? - Não.

Minha guerra é contra os malandros filhos da mãe.

Eles não são só da Alemanha ou da Austria, mas de todo lugar.

e eu não tenho vontade de morrer por eles.

Claro, este país precisa de trabalhadores, não de cadáveres.

Eu quero fazer coisas boas para o meu país.

- No que você trabalha? - Eu sou barbeiro. - Sai daqui, barbeiro!

O que aconteceu?

- O que aconteceu! - Que cheiro ruim!

Em pouco tempo você se acostuma, porque o seu cheiro vai piorar.

Silêncio!

Silêncio!

Quem daqui é o mais velho?

Eu. Soldado Iacovacci Oreste.

- Você será o representante. - Sim, Senhor.

Atenção!

Em dez minutos eu quero todos aos seus lugares.

- Com os sapatos brilhando e bagagem arrumada!

- Quem falou isso? - Eu!

Pare! Já chega! Silêncio!

- Iacovacci, você é o mais velho, e também o mais idiota! - Sargento...

- Eu revogo o comando! - Me falta aprendizado. - Silêncio!

- Os prisioneiros estão chegando. - Nós já temos prisioneiros?

Onde eles estão? Eu vou ver.

Como são feios!

Seus feiosos, nós te pegamos! Muito bem!

O que você disse? Eles são nossos soldados voltando do front.

- Dos nossos? - Droga!

Se eles estão voltando por que eles vêm para cá?

- Para serem espionados. - Vieram para serem complementados.

E depois eles voltam para o front.

Felizmente. Não?

Mas quem são os complementos?

Somos nós. Idiota.

Nós?

- Que beleza! - Eu vou descansar!

Eu vou até lá.

Que bonita! Francesca Bertini, né? Gostei.

Não é permito que você aprecie.

Vocês mostrou o inferno para eles, certo?

Você mostrou para eles quem são os italianos!

Que frio! Eu vou pegar uma pneumonia.

- Quer mudar de lugar? - Deixa para lá, obrigado.

- Não tem problema,é só me dar dois francos. - Tudo bem.

- Meu nome é Bordin. - Deconcini. Obrigado.

- Não é nada. O que você está fazendo? - A mala está vazia.

Você mostrou o inferno a eles! Mostrou que são os italianos!

- Atenção! - Atenção!

Descansar.

O batalhão que acabou de chegar, formado por bravos soldados,

corajosamente apoiados por abnegações

sacrificios e privações...

Este batalhão agora se juntará ao nosso.

- O comandante será o tenente Galinha.

Quem fez isso?

Jovens, meu nome é Galinha há 37 anos.

Sempre fizeram graça dele.

"galinha velha é que faz sopa boa",

"melhor ser ovo hoje, do que galinha amanhã", e por aí vai.

Após algum tempo, essas piadas perderam toda a graça.

Da mesma forma, a vontade de rir também vai passar.

- Atenção! - Descansar.

- Tenente.. - Aaaahh!

- Tenente. - Giacomazzi, não tenho tempo.

Teresa me escreveu há 5 dias, e agora preciso responder.

Encontre outra pessoa para escrever uma resposta.

Nós somos dois, o padre da vila escreve por Theresa, que ao todo dão quatro pessoas.

Eu não quero envolver mais gente, é um assunto intimo.

- Claro, com licença. - Não há razão para isso.

- Ok, venha até a sala de comando mais tarde. - Obrigado.

Eu posso estar enganado, mas acho que Nicotra Rosario

trairá Francesca Bertini.

Adminiração por uma artista é uma coisa, a necessidade masculina é outra.

"Dentro das calças está a absolvição imediata".

Me dá o espelho.

- Você cortou alto ou baixo? - Veja.

Os dois, alto e baixo.

Tem certeza de que é barbeiro?

Na verdade, é um corte de garoto!" Estou praticando neste cabeção.

Viu?

O senhor já foi atendido.

- Então?N- Quanto nós combinamos?

- Duas pratas. - Duas pratas?

- Amanhã eu vou rapar você. - Tudo bem.

Rapazes.

Quietos, rapazes.

É inútil se vestir, tenente Loquenzi

revogou a partida de todos.

Culpem o idiota que cacarejou.

Mas só o que cacarejou, não todos os camaradas.

Essa ordem não é minha, é do tenente Loquenzi.

Tchau, idiotas.

Mande um beijo para ela, e diga que minha vida está um tédio

e também que a noite é a parte mais triste do dia. Ponto.

E que eu mando um abraço. Você escreveu a frase?

Não se preocupe, Giacomazzi.

Eu estou cansado de escrever frases de amor para um padre!

A guarda mudou o sinal. Aqui?

- Presente. - E os outros? - Todos tiveram falta injustificada.

Sempre às ordens, senhor tenente.

- Descansar. - Ele foi se reportar?

Você está guardando rancor. Isso é imperdoável.

Punir aqueles que vieram à frente das trincheiras!

Eles não vêem uma mulher há meses!

- Você devia tê-los deixado comigo. - Mas senhor tenente....

Você os forçou a serem desobedientes com um oficial.

Agora é necessário puni-los de um modo que pareça injusto

porque ele foi provocado por seu mau humor e incapacidade.

Se você acha que deve ser assim, eu...

Por favor, saia.

Que cidade horrível, só tem militares aqui!

Com licença, onde eu posso encontrar uma mulher?

Com licença, padre.

Tente após a ponte, terceira porta à esquerda.

- Eu vi uma movimentação lá. - Obrigado, capelão.

Não empurra!

O que você quer? Vá embora!

- Que beleza! - Vá embora!

Vá embora! Eu não irei!

- Giovanni, olhe um pouco para mim também - Venha, anão!

Pegue isso!

Você ficou nervoso ou o que?

Nada mal!

Um oficial da seção de assalto está chegando.

Recolham suas bitucas de cigarro, lixo, tudo. Rápido!

O quartel deve estar brilhando como uma pista de dança!

Se tudo estiver em ordem, o tenente irá suspender o castigo.

- O que você está fazendo? - É um ovo.

- Encontre uma vassoura, rápido! - Onde estão as vassouras?

No depósito do regimento. Depressa!

Rápido!

Você tem que me dar um bilhete de retirada do "Carimbo".

- Por duas vassouras? - Ainda que fosse por um botão.

- Você conhece o capitão Castelli. - Quem é ele?

Ele é chamado "Carimbo", ele está no escritório do regimento.

- Não toque nestes sapatos! - Calma aí.

Ponha os sapatos no chão!

Bah!

Vamos.

- Não somos ladrões. - Fora!

Vai logo. Puxa vida!

Aqui virou o "escritório de reclamações"!

Você precisa de uma autorização com o selo vistado.

Sem autorização,

vocês não poderão praticar aqui ou em qualquer zona de guerra. Entendeu?

Entendi, mas eu não vim aqui para lutar nessas batalhas!

- Não posso fazer nada, e não gosto disso! - Do que você não gosta?

- Você gosta de ser capitão? - Não vou comentar sobre isso.

Entre os soldados há muitos safados e imundos.

- Ouça!

Você quer que eu os separe?

Apenas soldados limpos, bonitos, loiros, educados em Oxford.

Não, mas eu também tenho minhas preferências.

Eu não gosto que me tratem mal. Entendeu?

- Sabe o que eu vou fazer? Eu vou renunciar. - Como quiser.

- Dê-me algum, Costantina! - Não estou a trabalho.

Porcos!

O que você quer?

- Eu falarei, sou o mais velho. - Fale.

Um bilhete para a retirada de duas vassouras.

- Você trouxe as velhas com você? - Não.

Batalhão, companhia e razão.

Primeira companhia, terceiro batalhão. E a razão?

- Varredura. - Varredura.

O comandante da seção de assalto está chegando.

Eu gostaria que a seção de assalto viesse aqui.

Onde está o carimbo?

Você já se cansou da guerra, certo?

Como você, eu queria voltar para casa.

Mas se voltarmos para casa, você sabe o que pode acontecer?

- Você está vindo agora? - Trouxemos as vassouras. - Silêncio!

Na próxima marcha, vocês carregarão a bazuca.

Nós teríamos austríacos, bósnios e húngaros em nossas cozinhas!

Você! Tem família? Mãe, irmã?

Sim. Eu tenho mãe e uma irmã pequena.

Fale para seus amigos o que os austríacos fariam com elas.

Nós devemos dar uma lição a estes bastardos.

Nós devemos apertar os dentes, e lutar com garra!

Estou aqui para recrutar voluntários para o batalhão de assalto.

Nós queremos voluntários que dariam o coração nas trincheiras inimigas.

Eu quero dez homens, todo batalhão deve dar o melhor que eles têm.

- Terminei.N- Eu -Eu -Eu -Eu.

Obrigado. Eu os aguardo à noite, após retornarem do quartel general do regimento.

Atenção!

- Senhora, posso ajudá-la? - O que você está fazendo?

Eu não quero perturbar. Eu não estou te xavecando.

Uma mulher como você não devia andar por aqui.

- Com licença, eu estava à sua direita. - O que você quer?

Eu confesso, eu não queria apenas cortejar, mas também conversar com você.

Na minha divisão é dificil encontrar uma pessoa legal como você,

que não tem uma cara que dói de olhar.

O que você faz? Não responda, eu adivinho. Você é professora.

Uma professora primária que fica atrás para continuar seu trabalho.

Ou talvez seja Senhorita lrma, a filha do coronel?

- Eu? - Que bom, felizmente!

- O que você está fazendo? - Abrindo. - Deixa comigo.

Eu abrirei, você tem dedos tão delicados!

Por favor.

Está é a realidade cruel da guerra;

Ela incita o homem a trocar pensamentos, emoções,

musica, poesia, dança... Flores?

- Não, casca de alcachofra. - Você cozinha? - Sim.

Muito bem! Está é a sua casa?

Senhor! Que belo quarto.

É aconchegante, agradável. Meus parabéns.

- Uh, Eu devo ir! - Espere, eu vou ajudar.

- Eu serei útil. Droga! - O que está fazendo?

Perdão, um palavrão escapou...

- Não, aqui. - Sim.

Eu sou um pouco atrapalhado, mas eu sempre faço o meu melhor.

Um pouco de água fria e estará tudo bem.

Dedos femininos!

VocÊ não se queima, parece uma salamandra!

- Você quer batata cozida? - Com prazer.

- Vamos acender algumas velas. - Aqui estão os fósforos!

Pronto, um pouco de clima.

- Aqui estão as batatas. Eu adoro. - Eu também.

- Posso ajudar? - Não obrigado, eu já terminei.

Não, eu não posso deixar.

Fique sentado, acho que não esquecemos de nada.

Ah, o sal.

- É sal de cozinha. - Então eu vou esmagá-lo. Nós o refinamos.

- Você está me provocando com todo essa conversa fiada, não é? - Eu?

Por que?

Você tem que acreditar em mim, depois que me tornei soldado,

está é a primeira vez que meus...sentimentos

são tão nobres.

- Querida... Qual é o seu nome? - Costantina. - Belo nome.

- Muito bem. Sal? - Sim. - Obrigada.

Agradecido.

Que dedos pequenos, como duas borboletinhas.

Delicioso.

- Você tem um emprego civil? - Bem...

E se esse for o caso?

Costantina, eu quero lhe dizer uma coisa.

Quando estou com você, eu me sinto como um homem.

- Desculpe.N- De nada.

- O que você quer? - O que você quer dizer com "o que eu quero"? - Saia daqui!

- Minha amiga da Cruz Vermelha. - Entendo.

- O sinal de retirada. - Não importa, eu tenho que ir.

Então...

- Mas eu não lhe dei permissão. - É só algo que deve dizer. Vamos lá!

Sim senhor. Certamente, entendido.

- Partida adiantada. - Para onde, Major?

Pontevarco.

- Me dê um cigarro, por favor. - Sim, Senhor.

Obrigado.

Amanhã de manhã.

Hoje devemos trabalhar até tarde.

- Uma boa surpresa. - Não há nada melhor.

- Sem artilharia. - É luxo demais.

E nós nem podemos servi-los, é a infantaria.

Este fogão! Quando não deve cozinhar, ele cozinha

- e quando deve cozinhar, não cozinha. - Momentos inesquecíveis!

Em uma semana nós partimos para as trincheiras.

- Não, a partida é amanhã. - O que?

- Mas você não é do décimo sétimo? - Sim - Então sua partida é amanhã.

Em três dias a tropa de Bersagliere, e em uma semana a 16th.

Amanhã? Eles estão loucos!

E sem aviso!

- Como você não se tornou um oficial? - É uma longa história.

Eu não quero seguir este rumo, por questões democráticas.

Por motivos pessoais.

Eu sou um homem de pensamentos, não de ação.

- Você já leu Bakunin? - Não, eu não leio novelas.

- Minha mãe disse que não são reais. - Talvez ela esteja certa.

Como você sabe de todas as partidas?

Dos capitães do departamento de assaltos. Somos amigos.

- É isso, eles são amigos do meu pai - Qual capitão?

Ah, eu sei, aquele com o chapéu preto.

Ele usa para esconder uma cicatriz. Coitado.

Coitado? Você está louca.

Todo dia ele ataca. Não precisa mais limpar o casaco, obrigado.

Ele não ataca todo dia. Agora ele está indo para Mantova

- para treinar voluntários. - Para Mantova?

Sim, por dois ou três meses. Talvez até lá a guerra já tenha acabado.

Em dois ou três meses, pode até ser.

Folgado, porco romano covarde!

- Quem? - Iacovacci Oreste.

Se eu o vir, vou quebrar suas pernas.

Eu tenho que ir, adeus.

Com licença, Costantina, Estou sendo um bruto.

Adeus. Covarde, eu te mato!

Volte depressa, você vai ver!

- Aye! - Com licença , onde está o capitão Ferri, aquele com os voluntários?

- Você chegou nesta hora? - Eu tenho uma autorização assinada por Galinha.

Mostre.

Droga, minha carteira!

Costantina! Por isso que ela estava limpando meu casaco!

- Não brinque comigo. - Você é uma figura!

Você cometeu as seguintes infrações: Você retornou sem sua autorização de retirada

e continua se reportando a mim de maneira imprópria.

Durante a marcha, você carregará a bazuca!

Ok?

Ouça, sargento, você terá que encontrar outro cara para carregar a bazuca

porque o soldado Busacca Giovanni vai para Mantova amanhã.

A suas ordens!

- Você, para onde vai? - Me deixa em paz!

- Não pode ser! - Eu não disse que podia entrar. O que você quer?

- Me alistar. - A convocação já está fechada.

Eu não posso mudar. Só há uma posição vaga.

- Me inclua. - Eu cheguei primeiro.

Capitão, antes de escolher, pense bem.

Médicos são importantes.

- Altura 1 metro e 89, envergadura 98. - Meus pés são tamanho 45.

- E o que o pé tem a ver com isso? - Eu não sou um fenômeno físico.

Mas tenho raciocínio rápido, amor pelo meu país e coragem.

Essas coisas não podem ser medidas com uma trena.

Se a gente tiver que comparar amor pelo país e coragem,

- Eu sou imbatível. Você entendeu? - Mas...

- Basta! - Sim, senhor.

A bomba explodirá daqui a alguns segundos.

Vamos ver quem é mais corajoso que você.

O terceiro dia foi apressado e o batalhão teve que partir.

Andem logo, seus folgados!

Droga! A uma hora dessas eu já estaria em Mantova.

Ao invés disso você chegou e começou a ser um patriota.

- Você já viu um verdadeiro patriota? - Você pode parar com isso!

Você é um verdadeiro Pietro Micca, mas o capitão não percebeu.

- O capitão percebeu sim! - Bordin! - Você é o tenente.

Meu Deus, o que é isso?

Você nunca os ouviu antes? Deve ter pelo menos uns 210.

- Eles sempre caem perto? - É o que eu espero!

Alto!

Descansar! pelotão, descansar. Malas ao chão!

Malas ao chão.

Se alguém tirar os sapatos dele, eu vou dar um tiro de bazuca.

Eu não vou permitir, Francesca Bertini é uma artista exemplar!

Você se lembra de "O banho da luxúria"?

Ela tinha um marido e dois amantes!

E você se lembra de "Sangue cigano"? Ela se sacrifica para virar freira.

Sim, nos filmas, e não na vida real.

Então quando ela vira freira não é real, mas quando ela tem dois amantes sim?

- Quem são vocês?N- Tropas recém chegadas!

O general!N- O general!

Quem é o seu comandante?

- Tenente Galinha a suas ordens. - Há uma sentença para ser cumprida.

Apresente-se ao capitão Marchi.

- Eu sabia! - O que aconteceu?

- Um espião austríaco. - Um espião? Ah, olha lá!

Você viu um rapaz loiro?

- Bordin! - Eu sabia! - Ginetto. Strucchi.

Mandi. Sallusti. Pernice. Cerioni.

Arborio.

Marche com o pelotão, eu tenho que ordenar uma execução.

- De pé, pelotão! - Você, me acompanhe.

Pelotão, marchar!

Atenção!

Preparar!

Carregar!

Apontar!

Fogo!

Chegamos a tempo. Mais dois minutos e tudo estaria acabado.

Uma mão!

De quem é?

Onde estamos?

Você já está acostumado com isso.

Vamos sair daqui.

Mas ela fingiu que não me viu. Ela sempre fica me evitando.

Depois, no dia que eu entrei para o exército,

ela estava na estação, em frente aos trens.

Ela me deu um envelope, e depois saiu correndo.

- Dentro estava uma foto dela. - Vamos ver!

Ah! Ela é bonita!

Rapazes, dois homens devem ir com o tenente Loquenzi

para colocar bombas nas cercas deles. Voluntários?

Você e você, lá embaixo!

- Êi! - Por que eu?

Como civil, Decuccini fabricava fogos de artifício,

então ele deve estar familiarizado com explosivos.

Eu só entendo de redes elétricas, eu não sirvo.

Às vezes as cercas estão eletrificadas. Você serve sim.

Sem malas e sem rifles!

Claro que ele tinha que me escolher!

Eu entendo por que ele foi escolhido, mas e o que eu tenho a ver com isso?

Quem tem um palito de fósforo?

- Eu fico no seu lugar. - O que você disse?

Por 10 liras.

Ele está brincando comigo, certo?

Não, é o preço de mercado. Eu não iria nem por 100 liras!

Em dinheiro!

Certo! Romano, dê a Bordin 10 liras.

- Por que eu? - Você me roubou 30 liras!

Você nunca se lembra disso! Vai lá, paga ele!

Tira fora!

- O que é isso? - O cofrinho!

- Você carrega em uma caixinha de "Valda"? - Sempre!

- E se te acertarem? - Eu vou... escondê-la!

O outro, rápido! - Vem de uma vez!

- Olá, padre. - Oi, Bordin.

Você pode me dar um pouco de óleo bento?

Obrigado... vai estar vazio quando eu voltar.

- Bordin, a esta hora? - É o que parece.

- Por que tem que ser tão idiota? - Eu tenho 5 filho, eu tenho que fazer o melhor por eles.

- Faça o pior! - É culpa do exército!

Quando eu estou na cama com minha mulher quando ela está dormindo,

Eu não consigo entender nada.

- Fique aqui, eu vou na frente. - Ok, tenente.

Não tenha medo nós sairemos vivos.

Venha rápido.

Me dê. Passe para frente.

Par.

Segure. Faça a ligação e vá embora!

Quando virem o fogo, eles começarão a atirar.

Venha! Meu Deus, ele ficou preso!

Onde você está indo? Já é tarde demais.

Eles estão procurando por ele.

- Pobre rapaz. - A gente não pode ficar aqui.

- Vamos sair daqui. - Você primeiro, tenente.

- Pule! - O atirador ainda tem dois tiros, e ele já apontou a arma.

Neste jogo, o primeiro a sair é o vencedor,

o segundo, a não ser que seja inteligente, morre.

Obrigado, mas eu não preciso de piedade. Me dá um cigarro.

Sim, eu mandei quatro grupos, a passagem pela cerca está aberta.

- Esperar por que? - O comando espera que o outro batalhão se reporte.

Os austríacos verão a passagem, e irão posicionar as armas.

Eu devo mandar meus homens para o matadouro sem artilharia?

Basta, major. Nós também esperávamos que houvesse uma artilharia,

mas não há, ainda assim é preciso tomar a ponte, e é por isso que estamos aqui.

Nós estamos aqui... com licença.

Eu não ouvi o que você disse, a ligação está ruim.

Espera pela ordem de ataque.

Eu não sei quem é louco: eu ou eles.

Se nós vencermos a guerra com este exército,

nós realmente somos grandes soldados.

O que eles esperam?

Aquele judeu louco quer massacrar nossas forças.

Fale quando a galinha urinar!

Tenente, pegue dois homens para religar a linha com o quartel.

- Eu sou eletricista! - Eu também!

É um trabalho duro, eu perdi três homens em meia hora!

Movam-se vocês dois!

Devemos ir?

Vamos! Ação!

O sol vai nascer daqui a pouco!

Vamos, retire os sacos de areia! Os outros batalhões irão seguir.

E o meu binóculo também!

Retiram os sacos de areia!

- O décimo sétimo atacou. - Quem deu a ordem? - Não sei.

- Ligue para o coronel Palazzi. - Sim.

Em frente!

Sigam em frente!

Aqui, depressa!

Aqui!

Em frente, rapazes!

Em direção da próxima trincheira!

Para onde estamos indo? Do jeito que eles estão atirando, vamos acabar morrendo!

Abaixe-se!

- Eles estão loucos! - Fique aqui com o contato!

A ligação!

Onde eles estão atacando?

Alô?

- Alô?

O que disse? Não entendi!

O que está fazendo? Tem um alemão aqui!

- Onde você conectou, idiota! - Eu fiz um erro.

Tente de novo!

Alô?

Alô? Alô?

- Alô? - Até que enfim! Deixa eu falar com major Segre.

No momento, ele não se encontra.

Imbecil! Chama logo o major!

- Qual o seu nome? - Soldado Iacovacci Oreste.

Ouça bem...

- Sem dúvida, general. - O que ele disse?

Se eu não falar com o major em três minutos, você será processado.

Minha mãe! O fim do mundo! Estão matando todo eles!

Onde está o major Segre? O general quer falar...

Ele deu meu nome!

- Tenente, o general.... - Saia daí!

O que é?

O general quer falar imediatamente com o major Segre.

O general, o major...

Tenente Galinha, sétimo batalhão.

Sim, general.. Não, general..

O major está morto, general.

Sim.

A ponte?

Nós tomamos a ponte... está completamente destruída.

Viu? Aqui estamos.

Dentro de uma casa pequena, todos estão felizes.

Ouve isso.

“Nossos soldados se reúnem ao redor de fogueiras no acampamento,

onde eles se divertem tocando música e cantando, durante as horas de espera

neste período de operações estagnadas."

Eles lamentam ser um período de estagnação!

As pessoas pensam que a guerra é ruim só quando atiram em você,

eles não sabem como é ruim sentar num chão molhado,

esperando uma comida que nunca chega.

Deixe-me entrar!

A guerra é apenas uma longa espra sem um minuto de descanso.

- Que horas são? - Bah!

A última vez que comemos comida quente foi quinta.

Eles deviam anotar isso!

Nós estamos aqui, os que podem escrever estão em casa.

Eles podem estar em casa, mas não precisam escrever mentiras.

Eu não falo por mim, mas pelos coitados que podem ler!

"É melhor viver um dia como alcoólatra, do que cem como leão."

- Giovanni, me passa aquele cigarro? - sim.

Se ao menos os mortos pudessem falar sobre a guerra... mas eles se calam!

Não dá para saber se eles estiveram ou não na guerra.

Cala a boca, África.

Por séculos os homens se massacram em guerras, e nunca serviu de nada.

Ninguém tem o direito de mandar um homem à morte.

Se não, por que aboliram a sentença de morte?

Para você seria melhor que todas as leis fossem abolidas!

Para mostrar como a gente se vira neste período de estagnação,

eu mandarei este parasita em uma carta de oficio!

< Aos seus lugares!

Em formação! Não empurra!

- Você tem que esperar! - O general já provou?

Basta! O general fará uma inspeção!

Em vez de reclamar agora, espera quando ele chegar!

- Sem bater com as colheres. - Você também foi preso?

Alguém tem que falar por nós, talvez o mais velho. Bordin Giuseppe!

Isso merece uma sedição.

Faça o que quiser, eu não vi nada.

sargento, perdoe a minha ignorância,

mas "sedução" não tem nada a ver com isso.

Aqui está o dedo que será apontado para o general

porque este lixo de comida é uma droga.

Vamos contar quem está a favor de protestar contra o general.

Conte certo, eu te conheço!

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12! Você vai fazer isso!

Eu vou?

Então?

- O que eu digo? - Se ele falar, todos levam tiro!

- Verdade, você vai fazer. - Eu?

Silêncio, rapazes! O general!

Atenção!

- Descansar. Esta é uma visita informal, amigável. - Descansar.

- Distribua a comida. - sim, general.

Eu acho que nossos jovens companheiros estão com fome.

- Experimente sua comida e me diga o que você acha. - Sim, senhor.

Boa e suficiente!

Muito pelo contrário, é nojenta! Sem gordura e pouco macarrão!

Não é comida para soldados, tem que melhorar!

Covarde!

Eu disse o que acho! Prove e diga se é bom...!

Eu sei que a comida não pode ser melhor que isso,

mas é preciso dar aos rapazes um pouco de prazer.

Eles se satisfazem com pouco!

O correio chegou!

Iacovacci Oreste!

Um pulo para o velho!

Iacomacci Ernani.

Um pulo para o velho.

- Iacovacci Oreste! - Aqui.

- Um pulo para o velho. - De novo!

- Pascucci Mauro! - Estou aqui!

Quantas cartas você recebeu?

- Quem te escrever? - São as madrinhas da guerra.

Eu escrevo a carta, eu faço uma cópia... e depois vem a surpresa.

Você leu esta carta.

- Ninguém escreveu para você? - Me dá um fósforo.

Quem escreveria para mim?

> Busacca Giovanni! - Para mim?

Alguém afinal lembrou de você no Natal?

- Dê um belo pulo para o velho. - Sim, um belo pulo!

É uma citação do tribunal, Eu recebi uma nova apelação! Droga!

- Meu filho se alistou! - Seu filho foi convocado?

Ele foi "feito" em '96, então foi convocado.

Os ricos também têm os momentos de azar.

- Para mim nada? - Negus,

as cartas do seu país só chegam de camelo.

"Que Peperoni"! Vocês, comedores de polenta, sempre dizem a mesma coisa.

- Quem pode escrever para você? - Relacionamentos pessoais.

- Francesca Bertini! - Sim, Francesca Bertini.

Eu escrevi para ela pedindo uma foto do L'Elica.

Sim, com o elmo!

- Eu encontrei castanhas. - Vamos torrar as castanhas!

- A gente precisa de uma frigideira! - Eu vou procurar a frigideira.

Agora, vamos fazer como deve ser feito. Ali dá para fazer um buraco.

Atiradores imundos! Acerte aqui se puder!

Pronto! Vamos torrar algumas castanhas!

Quer um pouco?

Ali.

Mensageiro.

O que está fazendo?

Espera! Deixa eles terminarem a revista!

- Eu tenho uma ordem por escrito! - Não se mexa!

- Espere até escurecer. - Bordin, eu estou dando as ordens.

Talvez ele tenha uma mensagem importante.

- Você tem um envelope selado? - Sim.

- Pula, rápido! - Espera! - O que você está fazendo?

Com licença, Tenente.

Talvez porque eu tenha um filho como ele... não é por falta de...

Quieto Bordin, ou será advertido.

Pule, rápido!

Droga! Leve ele imediatamente para a enfermaria!

- Para o tenente Galinha. - Sim, senhor.

Tenente, uma mensagem.

O quartel general deseja feliz natal

e um comando para distribuir chocolate e grapa. Você, movendo!

Rapazes, grapa para aqueles que querem!

Preste mais atenção da próxima vez.

Agora nós vamos dividir.

Vocês dois ficam nesta área, Giacomazzi e eu vamos para lá.

Fiquem atentos, em 15 minutes nos encontramos aqui.

- Não se afastem muito! - Confie em nós, sargento.

- Então é assim que se faz? - Se você quiser, pode dar uma volta.

É melhor ficar todo mundo junto.

- Jogo de cartas? - Não.

Aquela nuvem parece uma mulher pelada.

Onde?

Olha, ali é a cabeça

e aqueles são os seios.

Ela também tem barba.

- Ouça o pássaro. - É um pardal.

Os pardais cantam bem por aqui.

Não é um pássaro!

Fica quieto, espera.

- Uau, nós estamos num lugar bom! - Ele está sozinho.

Dá para ele.

Eu? Eu sou um pouco míope, é capaz de eu errar.

Você é folgado, como todos os romanos, e não míope.

É isso, você atiraria num milanês.

Não é isso.

Nós somos todos irmãos, e eu sou contra a guerra.

- Ele não. - E o que você sabe sobre isso?

O que você sabe?

Você está certo.

Talvez amanhã ele esteja te matando.

Ou você.

Deixa ele terminar o café.

Você está esperando que ele te acerte e depois fuja? Vamos lá!

Loquenzi, deixe as ordens de repreensão, não é hora para isso.

- É a ordens deste serviço. - Eu disse para você deixar de lado.

Parece que os austríacos vão nos atacar.

Nós vamos formar um grupo armado.

Nós vamos mover nossa frente de dez metros.

Para a pequena posição número 7.

- Depois será necessário reforçar a cerca. - Como?

- Como? Com arame farpado! - Sim, senhor.

Viu, já faz algum tempo que você escreveu.

- Escreveu o que? - Ordens de repreensão.

- Você me chamou, tenente? - Sim.

Mande dois homens para o depósito.

Traga madeira e arame farpado no carrinho do pelotão.

- Nós vamos montá-la hoje à noite. - Sim.

As caixas de munição estão protegidas e acessíveis.

Traga três homens para carregar o cilindro, e outros para ficarem na terra, vai.

- Ah! Loquenzi! - Estou ouvindo!

- Dê o licor para o quartel general. - Sim, senhor

Rapazes. Rapazes!

- O que é? - Precisamos de alguém para ir até o armazém.

Eu!

Eu já acabei com os piolhos, não tenho mais o que fazer.

- Estamos sempre de vigia, nós conferimos as mudanças. - Está tudo limpo.

- Ok, vocês dois. - Vamos!

Oh, não!

- Tudo bem, mande a carta. - Obrigado, tenente.

Querido tenente, a namorada do jovem soldado

não é a santa que você pensa que é. Ela está noiva de um velho rico

viúvo na nossa cidade. Esperamos que mande este recado para nosso soldado.

- Más notícias? - Não, não.

- O que diz? - Um momento!

"Meu amor, eu estou bem e espero que você também esteja.

Estou sempre pensando em você. Beijos e lembranças, Teresa."

- Pegue. - Obrigado.

Por que dois precisam ir ao armazém? Um já é suficiente, não é?

Por exemplo?

Por exemplo você. Eu tenho coisas a fazer na vila.

Verdade? Pobre "gorduchinha".

Muito justo, vamos jogar... Sem trapaças!

Eu disse sem trapaças, ok?

Como?

Se for uma coroa, eu vou. Se for cara, vai você.

Cara, você vai para o armazém.

- Você não confia no arremesso? - Não.

- Não? - Não.

- O que é isso? - Cara.

Então? Cético!

- Como você consegue? - Vai! - Eu quero aprender este jogo também.

Droga!

Droga.

- Estimada condessa. - Estimado Marques.

Como vai a garota, quem me fez suas mãos de borboletinhas!

Você acha que eu sou do Sul?

O cavalheiro pensa que sou de lá, não é?

Não, belo, trapaceiros não se aventuram por aqui.

- Devolva minha carteira, senão... - Seja gentil!

Não brinque comigo, moça! Entendido?

Meus olhos!

Eu te mato!

Cafajeste! Venha aqui!

Venha aqui! Venha!

- Venha! - Cuidado!

- Eu vou jogar na sua cara! - Não estou me mexendo.

Por que eles pegam cafajestes como você para o exército?

Se pelo menos gente decente fosse convocada para defender o país...

Eu te saúdo, terra natal!

- Leve isso - E desapareça!

E devolva minha carteira!

- Tome! - Judas traidor!

Condessa, sem ofensa, mas havia 25 liras aqui.

- Você quer completo?N - 25 liras é muita coisa para uma...

uma professora honesta e filha de coronel, certo?

Pode rir! Feioso, nojento, sujo, folgado colega!

- Você é uma figura! - Cala a boca.

- Cuidado! - Deixe estar!

Eu não estou me movendo.

Tem uma foto na minha carteira, é seu filho?

- Não, sou eu quando criança. - Idiota! Por que leva isso com você?

Sim, estou sozinha no mundo.

- Eu, eu tenho um filho. Veja. - Verdade? Deixa eu ver.

Ah! Que bonito!

Gordinho, não é? Ele deve comer bem, ele parece um frango.

Ele está com a babá em Ponte San Fedele. Eu faço muitos sacrifícios por ele!

Que horas são?

Quase oito horas.

Eu tenho que ir.

Você vai voltar?

Sim.

Qual o seu nome? Oh, sim, Giovanni.

Você se lembrou, não é?

Existem muitos Giovanni...

E o que tem a ver com isso?

Não sei.

Caramba! Eu tenho a ver!

E a madeira?

- O que? - A madeira. - A madeira?

Que idiota! Eu empacotei duas toneladas de arame farpado

e me esqueci da madeira, desculpe!

Ok, eu vou buscar a madeira.

- Não tem madeira, só vão chegar amanhã de manhã. - Sabia!

Não dá para esperar, devemos voltar para as trincheiras.

- Amanhã você pega! - Certo, "atirador"!

- Quem vai assinar a nota de retirada? - Eu vou.

- Êi! Você é do sexto batalhão? - Do sétimo.

Pegue, são as correspondências do sétimo.

- Veja isso. - O que é?

- Chegou. - A foto de L'Elica.

"Para Rosário Nicotra, com carinho. Francesca Bertini."

O que você está olhando? Rosário vai casar com ela!

Eu gosto mais delas...

- Chegou para nós. - Mãe do Céu!

- Minha mãe! - Com certeza chegaram para nós.

Depressa! Prioridade máxima! É um ataque!

- É um ataque. - É um ataque.

- O que o sargento disse? - O que ele disse?

- Ele disse: arame farpado e madeira. - e madeira.

Está até escrito no bilhete de retirada.

- Se voltarmos sem a madeira, seremos punidos. - Claro.

Vamos ter que esperar pela madeira até amanhã de manhã.

- Paciência. - Devemos esperar? - Sim, sim.

Nós precisamos de uma desculpa do marechal por escrito.

Claro, regras são a primeira prioridade de um soldado.

Rápido! Ajude os feridos!

- Êi! Primeiro pelotão. - Não sei.

Ali em cima.

Padre, venha!

Devolva para o remetente.

- Onde? - Ali em baixo.

- No carrinho? - Não, os mortos estão ali em baixo.

Que bolas!

O quartel general disse 10 dias de descanso.

Venha aqui.

Padre, alguém aqui precisa pedir o seu perdão.

Mesmo que estivéssemos aqui,

as coisas não poderiam estar melhores.

Bordin?

Ele arriscou a vida muitas vezes por pouco dinheiro

e dessa vez ele morre de graça. Cristo, onde está você?

Ele está aqui conosco, sargento.

Se for verdade que ele tem 33 anos, então ele é da geração de '84.

Cidadãos, nós temos o privilegio

de divertir nosso gloriosos soldados

que com o próprio sangue

derrotaram o inimigo.

Eu os convido a expressar aos nossos corajosos rapazes,

nossa gratidão, nosso carinho...

Venham soldados!

Pelotão... atenção!

Apresentar armas!

"Ouça os mortos de Bezecca e espere por eles.

Quando, grita Bronzetti, o fantasma surgir das nuvens.

Quando os velhos acharem necessário repetir, aquele dia, de cabelos negros,

o Trento dirá adeus a vocês.

Quando tremem os jovens; vendo os recrutas de San Giusto

rindo no Adriático azul-marinho.

Oh, no belo mar de Trieste, na colina,

as almas voam junto do ano novo..."

Êi, para onde nos mandaram?

Deviam ter nos mandado para Udine. Mulheres e vinho.

- O que é Udine? Paris? - Olha lá, garoto.

"Dança das mimosas."

- Coisa fina! - Então vamos até as mimosas.

- E o dinheiro para o trem? - A gente entra escondido.

A gente entra escondido quando chegar lá.

Sem dinheiro, as mimosas não vão olhar para você.

"...na face de um forasteiro que armou acampamento em nossa terra

canta: Itália! Itália! Itália! Itália!"

< Eu proponho um brinde!

Neste momento, nossos corações

e nossa gratidão

vão para todas aquelas figuras heróicas

de nosso glorioso e imbatível exercito.

Senhores, senhores, sua gratidão é simpática,

de fato, é muito simpática.

Mas não deveríamos refletir sobre

aqueles companheiros que não tiveram o prazer de estarem

nesta maravilhosa festa?

Amigos, cidadãos, irmãos italianos!

- Eu quero começar recolher. - Muito bem! Eu começo!

Sempre pronto!

Mãos para fora!

Obrigada, senhores.

Obrigada, obrigada...

Um para mim e um para você.

Um para mim e um para você.

Ah... que patriotas! Um botão!

Foi com o que eu contribuí.

Um para mim e um para você.

- Os dois últimos - Venham aqui. - Um para mim e um para você.

Não é muita coisa, mas para as mimosas deve ser suficiente.

- Com licença, você é o sétimo? - Sim, o sétimo.

Você conhece o soldado Bordin Giuseppe?

- Bordin Giuseppe? - Sim.

Sim.

Eu pensei que ele viria aqui para relaxar com os outros

Vai ver que marcaram sua folga para outro dia.

Desculpe, porque eu trouxe uma encomenda para ele, e agora...

Você parece ser gentil. Posso pedir um favor, se não for pedir muito?

Você poderia entregar a ele? Você me faria um grande favor.

Diga que sua esposa manda lembranças.

Você vê... nós não vamos voltar para o front por uns dias, e...

- Verdade? - Claro.

Não é coisa que estraga!

Apenas uns pares de meias de lã.

Em breve vai esfriar.

E também tem roupa de baixo limpa.

Você já sabe o que dizer, certo? Eu confio mais em você do que nos correios.

Da última vez que eu mandei uma encomenda, ele nunca recebeu.

Me desculpe, porque eu até coloquei uns biscoitos.

São biscoitos... galletti!

Ele adora esses biscoitos!

Ele é tão bom! Sempre me manda um monte de dinheiro, sabia?

Nossa família é tão grande! Virgem Maria!

Eu esperava encontrá-lo por causa disso, por que...

Eu não sou daqui, eu sou da província de Padova.

Eu esperava que ele me desse algum dinheiro, eu preciso muito.

Paciência! Haverá outras oportunidades.

O que você está fazendo? Não, por Deus!

Eu não quero!

Aqui.

- Você pode emprestar para mim. - Por que? Nós pegamos de volta de Bordin.

- Civitella, Udine!

Venha, está ficando tarde.

Obrigada. Muito obrigada.

Vamos colocá-la a bordo.

- Adeus. - Obrigada, mande lembranças ao meu marido!

Muito obrigada!

- Adeus, mimosas! - Que inúteis nós somos!

Pare! Vamos ouvir música.

A suas ordens! Lá vem.

Giovanni, leve a velha!

- Me permite? - Você quer apanhar? Sai daqui!

Vem, vem dançar!

Ouça! Quietos!

Silêncio! A permissão para ausência foi retirada!

Todos os militares com autorização para se ausentar devem retornar para suas divisões.

- Por que? - Parece que o inimigo ainda está aqui,

e em alguns lugaresNsaiu-se vencedor.

- Quem é você? - Segundo tenente Loquenzi, sétimo regimento.

Você não são muitos.

Na Osteria Zanin tem uma fortaleza. Vá até lá, são 30 quilômetros.

- Lá tem uma artilharia, major? - Quem sabe?

Tudo que sabemos é que Osteria Zanin deve ser protegida a todo custo.

Vá até lá, e encontre capitão Castelli.

- Castelli? Aquele no comando em Tigliano? - Sim!

- Comandante "Carimbo"! É melhor morrer! - Silêncio.

- Onde estamos? - No rio Piave.

- Nos afastamos! - Estamos na ponte San Fedele.

- Ponte San Fedele? - Sim.

- Maldição! - O que você está fazendo? - O que está fazendo? - Eu volto logo.

O que você está fazendo, Giovanni?

- Você conhece Tommasino, filho da Costantina? - Lá em cima.

Obrigado.

- Com licença, aquele é o filho da Costantina? - Sim, por que?

- Eu quero saber se eu posso ajudar com alguma coisa. - Este aqui roubou meu lugar.

- Não é verdade, eu tenho o direito de... - Sai daqui.

Dê o lugar a ela, seu porco!

Obrigada!

- Como você está? - Como você está?

Giovanni, eles estão partindo!

Ok, venha aqui.

- Costantina! - Dê isto para a mulher com a criança.

Como você lembrou do nome da vila?

Porque... eu já tive um cachorro com esse nome.

- Ponte San Fedele? - Não, só Fedele.

Então... você se lembra do meu nome?

Sim... mas não do sobrenome.

Só a paternidade.

Eu li no documento quando estava com a carteira.

Então... é vergonhoso?

Não, eu sou como você.

Filha de N.N.?

Estamos aqui porque existe este carinho entre nós!

Nós somos um pouco próximos.

Por que eles estão te enviando?

Eu não sei.

E você, para onde está indo?

- Eu não sei, eu quero tirar o menino daqui. - É muito sábio.

- Você está confortável? - Sim.

Fru-fru!

- Quantas refeições ele tem por dia? - Por que você quer saber?

Ele é abençoado por nascer em 1916! Ele nunca irá lutar nessas guerras.

- Deixa eu... - Pode parar!

Êi, estou partindo! Quem não vier agora vai ficar aqui!

Ok... adeus.

- Adeus. - Eu...

Eu também.

- Adeus. - Até logo.

Eu escreverei para você!

- Você vai continuar no sétimo? - Não sei,

mas ainda assim escreva!

Pobre garoto, quem sabe se a gente vai se reencontrar.

Beije!

Adeus.

Você viu a babá?

O que aconteceu?

Eu fiquei preso lá.

Vocês dois, o que estão fazendo?

Sabia!

- Nós vamos para o caminhão. - Ali.

Vamos.

- Onde está o capitão Castelli? - Dentro!

- Capitão Castelli? - Diga. - A suas ordens.

- Eu tenho alguns homens lá dentro. - Deixem eles lá dentro.

São vinte, mais o tenente. Os outros levarei comigo.

Diga ao comandante para manter contato com o pelotão.

- Vocês tem sorte de ainda ter um telefone. - Sim, senhor.

O lado ruim é que vocês ainda vão ter que agüentar até amanhã de manhã.

Amanhã os engenheiros irão construir uma ponte até Pederobba.

Se o inimigo não descobrir nada, nós podemos trazer reforços.

Os austríacos serão obrigados a parar se se pudermos firmar um forte aqui.

Não tem nada aqui,só pão!

Vamos começar, os pegaremos trabalhando!

Pessoal, esta posição é de importância vital.

A alguns quilômetros daqui está Piave, e temos que agüentar,

pelos menos até amanhã de manhã. Espero que consigamos sobreviver.

Quem aqui tem qualificação?

- Ninguém. - De agora em diante, você é um cabo.

Você deve pegar o canhão enterrado atrás da Osteria.

Busacca, Pira, Iacovacci, vão.

Vocês cortem todas as árvores. Aquelas ali.

- Por que? - O que é, Zanin?

- Não está bem? - Aquelas árvores foram plantadas pelo meu pai.

E nós vamos tirá-las pela raiz, não vamos dar cobertura para os austríacos.

- Você, suba até o telhado e fique de vigia. - Sim, senhor.

- Está chovendo forte, capitão! - O que você quer de mim? Vá!

- Informe tudo o que vir! - Sim, senhor!

- As árvores já eram. - Agora quebrem as janelas.

Droga!

Irmãos Zanin, o que vocês querem? Estamos na guerra, não?

Temos que quebrar os vidros, por que à noite a lua estará do outro lado,

e não queremos ajudar os atiradores.

- Tudo bem! - Claro.

Ouça,

Precisamos encontrar tinta preta, para a fachada.

- Do jeito que está, parece mais o papelão que a gente usa de tiro ao alvo. - Tudo bem.

Puxe!

Puxe!

- Você também tem que puxar! - Eu sou um oficial!

Então seja um oficial que empurre, ou eu também não vou empurrar!

Ok, eu ajudo.

Rápido, temos que pintar esta parte também.

Êi! O que você está escrevendo?

Ali! Eu os avistei! Eles estão vindo! Vindo!

Ali, veja!

Eles estão fazendo sinais leves! Veja!

Pare de fazer barulho!

Aqui estamos.

Silêncio absoluto daqui em diante, apaguem todas as luzes e cigarros.

Pegue dois homens para levar a mensagem ao pelotão.

- Pegue os menos... eficientes. - Sim.

- Meu Deus, não dá mais para suportar. Eu preciso parar! - Nós vamos parar!

- No vagão lá em baixo. - Onde? - Ali.

- Boa! - Vamos.

Veja ele dormindo!

Acorda!

Vamos, estamos lá.

- Quem está lá? - Primeiro atire, depois pergunte quem é?

Melhor um amigo morto que um inimigo vivo! Quem é?

- Somos "os fantasmas daqueles quem você mato"! - Passa.

Vamos.

Nós viemos da Osteria Zanin, capitão.

Eu sou o mais velho, eu falo.

Na Osteria Zanin tem uma fortaleza com uns 30 homens.

Outra fortaleza há em Borgo Prà.

Os austríacos vão atacar, temos que resistir até o amanhecer.

À noite, nosso pessoal irá montar uma ponte flutuante para contra ataque.

- Onde? - Em Pederobba.

Pederobba, Pederobba... Sim, está certo.

Talvez possamos derrotar aqueles austríacos!

É preciso, capitão. Faça o melhor!

Mensageiros! Mande lembranças ao capitão Castelli, deseje sorte.

- dê aos dois amigo uma garrafa de vinho. - Obrigado, capitão.

Observatório?

Captain Soligo falando, me ligue com o escritório do tenente Locatelli.

Locatelli, tente localizar Pederobba imediatamente,

e sinalize nossa posição com a lanterna elétrica.

Tente!

Não posso dizer,

mas se Pederobba responder, você vai entender porque.

Obrigado, até mais.

- Você não comeu? Você só bebe? - Só encontramos vinho.

O que aconteceu com sua mão?

- Não tenho mão. - E ainda está aqui? Eles têm que mandá-lo embora.

Para onde?

Olha como chove!

A chuva vai nos matar!

- Quanto falta para chegar à fortaleza? - Seis quilômetros.

- Eu penso o mesmo que você. Já cumprimos nossa missão. - Sim.

- Mais um dia e poderemos voltar. - Claro.

A outra cabine.

Feche o portão.

- Segure. - Me dê.

É tão bonito aqui!

General, do 22º observatório.

- Estamos em contato com uma pilha de feno? - Sim.

Dê ordens para pedir ajuda ao setor 28.

Precisamos deles para atirar entre o 31º e o 37º.

De qualquer modo, eles estão muito expostos, eles podem ser mortos.

Êi!

- O que acontece? - Você ouviu? Estão alcançando Zanin.

Que sorte! Podíamos estar lá! Bem na boca de "Cecco Peppe".

Eles são habitantes de Bergamo, eles são cidadãos aliados.

Um deles disse "commendatur".

"Commandantur", idiota!

Eles são austríacos?

E nosso pessoal?

Oreste, nós temos que sair daqui.

Estes não pegam prisioneiros.

Como faremos?

Aconteceu alguma coisa?

Não. Estes italianos escaparam na pressa mas não deixaram nada para trás... a não ser garrafas vazias...

Se continuarem assim, qualquer dia poderemos invadir Milão

Eu me contento de ter chegado até aqui

Eles são de quatro anos atrás... quando ainda éramos amigos

Se os italianos se reorganizarem, sim, tudo é possível.

De qualquer forma... estamos muito adiantados

Nossas tropas já estão em posição, e este é o risco que corremos

No entanto, capitão, a ofensiva é poderosa

Assim, no final o mérito será do Estado maior

O que aconteceu?

Vá até Verona, então

Mas quem são? Italianos aqui?

Os pegamos lá fora, comandante. Eles roubaram nossas capas. São italianos.

Estão vestidos como nossos soldados? Digam por que.

Você fala, você é o mais velho.

- Você são espiões, não? - Não, somos soldados Italianos.

Olhe por baixo. Vê? Olha por baixo.

Por baixo... não por cima.

Você está cometendo um engano... não quisemos ofender ninguém.

Antes, nosso pelotão estava aqui.

O capitão estava sentado no seu lugar.

Viemos entregar a mensagem do capitão "Carimbo",

aquele ponte flutuante estava sendo montada...

Ponte flutuante?

Vou repetir: Ponte flutuante?

Responda, por favor.

Ele está bêbado, ele queria ficar na ponte San Fedele.

Antes estávamos naquela vila, depois nos mandaram para cá.

E este capitão "Carimbo"... sabe por que o chamam assim?

Responda.

Sabe por que?

Romano bocudo idiota!

Por que falou da ponte flutuante? Idiota!

Se nosso pessoal souber, vão nos matar!

Por que, você acha que eles os soltarão?

Estes irão lutar num campo de prisioneiros,

nus, sem comida, com pás! Por que eu te segui!

Cara, quem teve a idéia de dormir aqui?

Você só me atrapalhou, desde o dia em que te conheci!

Cafajeste, romano asqueroso!

"Somos todos irmãos!" Estes são nossos irmãos para você!

Vão acabar com a gente do mesmo jeito que a vaca que estava aqui

- E agora eles são até canibais! - Talvez!

- Idiota! - O que você sabe? Você viu os olhos do capitão?

Todo branco... cheio de sangue.

- Ele parece um maníaco! - Ele olhou para os olhos do capitão!

Ele parecia um louco com aqueles olhos!

- Você tem tabaco para mascar? - Sim.

Me dê!

Vamos, me dê. Dê um fósforo.

Que azar!

Sabe por que eu ainda não te entendo?

Eu te entendo.

Aperto de mãos?

Por que?

- Não sei. - Então? - Talvez nos separemos.

Por que nos separariam?

Nada vai acontecer.

Ok, eles estão vindo.

Meu quartel quer saber onde esta ponte está localizada.

Fale.

Não desperdice palavras negando

Eu vou juntar isso se não disser onde está a ponte flutuante,

Terei que atirar em vocês imediatamente.

Seus uniformes falsos me obrigam a isso. Desculpe.

Fique firme!

Com licença, nos dão um momento?

Por favor.

Droga!

- Então? - Então? Então o que?

- Estão perguntando, certo? - Você quer ser morto?

- Eu irei responder. - Espere!

Vamos.

- Já decidimos... certo? - Sim, sim.

Vamos dizer.

Pensei que vocês fossem mais bravos, principalmente o mais alto

"Miolos"! Eles só conhecem figado, à veneziana, com cebolas!

Vamos ter algum em breve.

Bem? Onde?

Se eu disser...

o que tem para mim?

Como?

- Giovanni... - Agüente firme.

Então...ouça bem.

Já que você fala assim

eu não vou dizer nada.

Entendeu, cara de fezes?

O que, ficou louco?

Você mata pessoas assim?

- Então? - Quem vai falar onde está a ponte agora?

Só ele sabia! Eu não sei de nada!

- O que dirá ao quartel general? - Então?

Então o que?

Mas você acha que...

Com lincença, você acha que ele sabia?

Eu não sei de nada. Eu não sei de nada!

Capitão, eu estava na unidade médica.

Eu não sei de nada, eles não dizem nada aos soldados.

Eles não dizem essas coisas! Eu não sei de nada, capitão!

Não!

Não!

Giovanni, estou com medo.

Eu não sei de nada! Se soubesse, eu falaria!

Eu sou um covarde, todo mundo sabe disso!

Fogo!

Eles estão recuando!

- Eles estão vindo, sargento! - Sim, estão vindo!

Mesmo nestas situações, esses dois folgados saem numa boa.

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