All language subtitles for The Tin Star (1957) PORTUGUÊS

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Original subtitles

palanca Brasil Grupo CST

O Homem dos Olhos Frios

Estava me acostumando a estas armas.

E o xerife?

Xerife!

-O que houve, senhor King? -Quem � esse homem?

-N�o sei.

-Hickman, Morgan Hickman.

tire a sua arma, � um assassino.

N�o precisa tomar minha arma.

Nem tampouco necessitar� disto.

Luke Jameson. Assassinato e ataque: 500 d�lares de recompensa.

-Um ca�ador de recompensas. -Sim.

Encontrei o Jameson. Voc� tentou provocar um tiroteio.

Foi uma briga justa, n�o atirei pelas costas.

N�o querem os foragidos mortos?

Nossos homens entregam os prisioneiros vivos.

Seus homens n�o conseguiram apanhar o Jameson.

Eu n�o sou a lei, mas trabalho para ela por dinheiro.

igual a voc� se trabalhar em algum neg�cio legal.

Acredito que o neg�cio dos bancos � legal e al�m disso sou o prefeito.

Meus amigos s�o negociantes,

exceto o Juiz Thatcher e o Dr. McCord.

Arrumem suas contas com a compania de transportes, n�o comigo.

Eles ofereceram a recompensa pela cabe�a do Jameson.

Atacou seu escrit�rio e matou a um empregado.

Queriam-no vivo ou morto, o que me parece uma indireta.

N�o queremos discutir, Hickman. Esta � uma cidade honrada.

- pega o seu dinheiro e se manda. - Por mim, tudo bem.

-Quando poderei cobrar? -Assim que possa aprontar

Tenho que enviar sua solicita��o e comprovar que realmente � Jameson.

Eu n�o o conhecia.

H� um homem na cidade

que poderia identificar o cad�ver: Bart Bogardus.

Jameson � seu primo ou melhor,era.

Consegue uma declara��o juramentada do Bogardus.

Terei que assinar a peti��o

e voc� tamb�m.

-Quando estar� pronta?

- Na primeira hora da manh�.

Podem descarregar meus cavalos?

Tenho que procurar um alojamento .

-Quero um quarto.

-N�o h� nenhum livre.

N�o resta nenhum?

Lhe disse que n�o h� quarto.

-H� outro hotel na cidade?

-N�o.

E para meu cavalo?

As cocheiras est�o por a�,

as ver� quando sair da cidade.

N�o se assuste, n�o lhe farei mal.

Levarei para casa, tenho umas gaiolas muito bonitas.

Ol�. Ol�.

-O que faz a�, filho? - Pegando as pombas .

se mande desse palheiro!

J� avisei que n�o viesse por aqui. se manda e n�o volte.

N�o quero pessoas de sua �ndole por aqui.

-E voc� o que quer? -Descanso para meus cavalos.

-Sabe quem sou eu? -N�o sei.

Bogardus de sobrenome, Bart Bogardus.

Jameson era meu parente.

Todas as fam�lias t�m uma ovelha negra.

-Algumas inclusive duas.

- Pega seus cavalos e se manda.

Voc� manda.

-Senhor, me deixa montar?

- Acha que poder� subir?

-Ser� melhor que des�a ou ficar� longe.

-Vivo aqui. Onde?

-Onde estava? -Nas cocheiras.

-Prometeu n�o voltar l�. -N�o tenho medo.

Eu sei. Obrigado por lhe trazer para casa.

Sabe de algum lugar onde possa me hospedar?

Se importaria dividir o quarto com meu filho?

-N�o. E a ele? - Eu tampouco, vamos.

-Mais caf�?

-Se n�o se importar.

Kip, termine j�.

-Vive aqui sozinha? -Tenho meu filho.

por que n�o fica conosco?

Assim poderei montar seu cavalo.

Kip.

O fato �... que ficarei uns

quantos dias, se sua m�e quiser.

Ficar� encantada. Verdade, mam�e?

Se o senhor Hickman deseja ficar, pode faz�-lo.

-Quer ver minhas pombas?

-Esta noite n�o, o deixe tranq�ilo.

S� perguntava. peguei todos nas cocheiras.

-J� tem pombas suficientes. - ainda n�o.

Eu as crio. Duas j� puseram ovos.

-Quer ver minhas pombas?

-Kip, se comporte.

Vou ver os cavalos antes de me deitar.

Vou com voc�.

Sinto muito.

Verei suas pombas.

-Quer ver minhas pombas?

-me mostre o caminho.

- est� vendo? -O que vai fazer com elas?

Quando tiver muitas, venderei para comprar um cavalo...

-...e possivelmente tamb�m um c�o.

-vai demorar muito, verdade? Sim, mas vou conseguir.

-Mam�e. -J� � hora de dormir.

Tem um filho maravilhoso.

Espero que n�o se incomode, n�o p�ra de falar.

_ Gosto do garoto. - E ele de voc�.

Tive um garoto.

Perdeu?

A ele e a minha esposa. Ao mesmo tempo.

Suponho que o que me fez record�-la foi...

...v�-la costurar esse vestido.

Estava acostumado a observ�-la assim.

Era agrad�vel.

N�o costuro para mim, � para uma senhora da cidade.

-Assim ganha a vida?

-Quando n�o tenho trabalho.

Bom, j� est� bem por esta noite.

� tarde.

Est� se levantando por mim? Oh, n�o,

vou dormir aqui no beliche.

Se deite quando quiser.

V�, se n�o quiser... por que n�o dorme em sua cama?

Porque me levantarei antes de voc�.

Necessitar� de uma vela para seu quarto.

Sinto muito, esqueci seu nome. -Nona Mayfield.

-Mayfield?

-Falaram de mim na cidade?

-N�o, mas...

Mayfield?

� que seu filho parece mexicano.

-N�o tenho nada contra eles. -E dos �ndios?

O pai do Kip era um �ndio

Parta amanh� se o desejar.

N�o h� nada que discutir, Ben.

Quando aceitou essa ins�gnia

disse que seria algo provis�rio.

Escuta, Millie, ser� melhor que lhe diga isso.

O que espero �...

Quero lhes demonstrar que posso faz�-lo bem.

O far� bem, mas no cemit�rio.

Que prefere, Ben? A mim ou a essa ins�gnia?

N�o posso deix�-la at� que me pe�am isso.

n�o estarei at� l�.

OK, cuidado.

Bom dia, Millie.

Qual problema?

Quer que devolva minha ins�gnia, doutor. Que lhe parece?

Millie, essa ins�gnia era de seu pai.

Ele odiaria v�-la em um homem...

...que n�o a mantivera limpa e reluzente como ele.

Quanto ao Ben, embora seja jovem � o �nico que a pode levar.

Voc� gostaria de v�-la em um homem como Bogardus?

Eu n�o me importo.

S� sei que n�o quero ver outra

estrela em minha vida, nunca mais.

Onde estaria se sua m�e houvesse dito isso?

Eu vi pelo que passou minha m�e:

temendo o que poderia ocorrer e que finalmente ocorreu.

Quero ser esposa, n�o vi�va.

Uma vez li algo que me h� ficado gravado na mente:

"Desta perigosa urtiga mantemos esta flor a salvo".

Seu pai pegou essa flor por n�s, Millie.

Est�vamos a salvo para criar nossos filhos sem nenhum medo.

Mas algu�m teve que fazer pelo campo de urtigas.

Que o outro fa�a.

Ningu�m quer faz�-lo.

Algumas pessoas se aproveitam disso.

Hei aqui um homem que atravessa o campo de urtigas...

...e pega flores para si.

Eu n�o gosto dos ca�adores

de recompensas.

Todo mundo acha isso.

O pai da senhorita Parker foi xerife durante 20 anos.

Se o ambiente lhe parecer frio, pode esperar l� fora.

N�o me importa o frio, quero meu dinheiro.

Ah, me esquecia.

O certificado do legista, aqui se testemunha

que Jameson morreu repentinamente, e de um s� atiro.

Vou cavalgar para um ninho de p�ssaros.

Abe Pickett j� tem 11 filhas...

...e Annie volta a estar prenhe novamente

Essa � a classe de mulher

que necessitamos neste pa�s.

-Fique, Millie, como testemunha.

-J� est� preparada?

Sim, pode assin�-la.

N�o serve se voc� n�o a assinar tamb�m.

Sei qual � meu trabalho,

antes tenho que checar primeiro.

Bom, esperarei at� que a tenha assinado.

Ben, j� assinou minha peti��o? Assinou-a?

-� Bogardus, lhe matar�. -me solte.

-O que vai fazer, Ben?

-Tenho que o prender, Bogardus.

-Voc� n�o vai prender a ningu�m.

-Tenho que fazer cumprir a lei.

A lei fala de poder nos defender.

Esse mesti�o teve seu castigo.

J� se aproximou demais, espera.

Est� bem, vamos conversar.

Antes tenho que o desarmar. Primeiro me escute.

atirei em auto defesa tenho testemunhas.

Mas ainda assim, um xerife n�o vai desarmar um homem branco...

...por atirar num �ndio.

Defende aos �ndios?

-Devo cumprir... -Alto!

N�o volte tentar novamente.

Entra. Convidarei a um gole,

e falaremos disto como dois homens.

Hei, testemunhas:

o xerife tenta me acertar. S� quero suas armas, isso � tudo.

Ningu�m saca uma arma sem inten��o de matar.

Todos adivinham suas inten��es.

se acalme um pouco e irei contigo.

cometeu um erro ao apontar para um homem como eu.

N�o havia raz�o para faz�-lo.

Eu n�o gosto que ningu�m me aponte com sua arma.

N�o, senhor, n�o deveria hav�-lo feito.

Nenhum homem na cidade vai por a m�o em cima...

Desculpe-me por me entremeter,

mas esquecimento assinar minha peti��o.

- prendam-no. -me d� o chap�u.

Vamos andando.

-Antes n�o pude lhe agradecer. - Assine minha peti��o.

- se n�o fosse por voc� estaria...

-S� me preocupava minha recompensa.

Sim.

Sabe o que? Acho que se visse ele sacar...

...tivesse atirado.

-Ben, por pouco lhe matam. -Cometeu um grave erro.

-O que fiz errado? -Tudo.

Permitiu que o parasse,

o deixou falar e lhe escutou em vez de observar o que fazia.

-N�o devia sacar sua arma.

-N�o, ele teria feito primeiro.

Se se aproximar de um homem,

o mais prov�vel � que n�o atire.

A um metro de dist�ncia sabe que sair� ferido

ou talvez morto,

embora saque primeiro.

Ao sacar sua arma, o provocou para que atirasse.

Melhor que tire essa estrela de lata se quer continuar vivo.

-Ouviu, Bem? -Escuta, Millie, n�o penso deix�-lo.

As mulheres sempre fazem o mesmo: d�o uma portada.

Mas tem raz�o, sabe o mau dessa ins�gnia.

Se um homem a coloca, j� n�o pode tirar

Ter� um bonito funeral.

Assine minha peti��o.

Um ca�ador de recompensas n�o pode apreciar esta ins�gnia.

Eu levei uma mais tempo do que voc� a levar�.

-Boa tarde, senhora. -Boa tarde.

-Poderia ver o senhor Hickman? - Entra, Owens.

-Queria falar com voc� l� fora.

-De que se trata?

Quero falar a s�s.

N�o h� nada que ela n�o possa escutar. Do que se trata?

Tenho...um quarto para voc�.

-J� tenho um.

Me refiro a que consegui um quarto no hotel.

Falei com o Buck Henderson,

e lhe dar� a melhor quarto.

Gosto daqui.

-Queria algo mais? -N�o.

Bom, sim.

� verdade o que disse de que foi xerife como eu?

-Como voc� n�o.

-Bem, e por que o deixou?

� assunto meu.

Ou�a, poder�amos sair?

N�o tem nada que ver com ela.

-O que h� com Morg?

-Nada.

-E bem?

- estou com problemas.

-Bogardus fugiu? - Foi absolvido, tinha testemunhas.

Devolveram suas armas?

S� lhe deram uma multa de 50 d�lares por resistir a pris�o.

-Quanto faz que leva a ins�gnia?

-Desde que o xerife Parker... ...foi assassinado.

-Ningu�m a queria?

Sim, Bogardus.

Como licen�a para matar. Por isso n�o a conseguiu.

A cidade n�o quer os prisioneiros mortos.

�, mas em troca querem os xerifes mortos.

-por que lhe escolheram? -� algo temporal.

-Ser� mais temporario do que acredita.

-Sei que tenho muito que aprender.

-N�o ter� tempo de faz�-lo.

Pois me ensine.

- tire essa ins�gnia e se demita. -N�o posso.

-dentro de uns dias me terei ido.

-Uns dias marcam a diferen�a, n�o �?

N�o. N�o engatilhe a arma com o polegar,

poderia escorregar.

Levanta a culatra pressionando com o polegar, assim.

Sua arma sair� engatilhada ao sacar.

Lembra que um tiroteio implica

muito mais que acertar um alvo.

Tem que se manter calmo e ter confian�a,

que � o que lhe falta. -Por isso Bogardus o parou.

-Sim. Para isso ter� que ter...

...uma mente fria.

N�o corra nenhum risco desnecess�rio.

Mas bem espera...

...e acaba a briga de um tiro.

Esperar? Esse d�cimo de segundo...

...significa a diferen�a entre falhar o tiro ou lhe matar.

-Eu n�o quero matar a ningu�m.

-Deixa as armas.

A lei diz que se deve dar antes

a oportunidade de se render.

Ou de brigar.

Enquanto leve essa ins�gnia, tem que se aproximar,...

...lhe dizer que levante os bra�os e vigiar em que dire��o os move.

Se os levantar, ter� um prisioneiro.

Se n�o, um morto, que pode ser voc�.

Um homem honrado n�o deseja matar,

mas se disparas, faz para matar.

-E se atiro no bra�o?

Estas tolices acabar�o contigo.

H� muitos que se gabam de haver

desarmado a algu�m de um tiro.

Mentem, dispararam para matar.

Um homem ferido ainda pode lhe matar.

-Voc� o fez.

Com o Bogardus, atirou na arma.

N�o era minha briga, era sua. me poderia jogar isso

-E se chegasse a falhar?

-O teria matado e eu a ele.

tenta novamente

Contra que disparo?

-V� aquele tronco que se sobressai?

-Sim.

Saca r�pido mas n�o atire, pega esse d�cimo de segundo a mais.

- se fosse um homem, estaria morto. - restam mais balas.

-N�o est� pegando seu tempo.

-Me matariam se fosse mais devagar. -N�o lhe disse isso.

Sou r�pido ao entrar em a��o...

...e com os m�sculos, mas usa a cabe�a.

pega esse segundo e apura o gatilho.

Isso � o que conta, o primeiro tiro.

Assim saber� que a briga terminou.

N�o esperava que acertasse, verdade?

Verdade?

Tenta voc�.

Est� muito longe.

� s� uma quest�o de sorte.

Quem s�o?

-Ol�, xerife. -Ol�.

- Ocorreu algo? -N�o, s� trein�vamos. Aonde vai?

� cidade. Zeke e eu vamos buscar comida.

S�o os irm�os McGaffy: Zeke e Ed.

T�m um rancho perto de Rede Canyon.

T�m sangue ind�gena, n�o?

Observa tudo, verdade?

Leva as cartucheiras muito baixas.

-Assim as levava o xerife Parker.

-Parker est� morto.

-Como lhe mataram? -Quando assaltaram a dilig�ncia.

Suspeitava de algu�m mas n�o dizia.

Um dia seu cavalo voltou sem ele.

O encontraram aqui mesmo, com uma bala na cabe�a.

-Melhor? -Sim. Quer v�-lo?

-Amanh�. -As armas n�o s�o tudo.

H� coisas que aprender na cidade.

-J� � seu segundo u�sque.

-Ag�ento bem o �lcool.

Claro. Lhe d� confian�a, uma falsa confian�a.

rir�o de mim se beber cerveja.

Algu�m ri de mim? Faz o que quer.

Que mais tenho que aprender?

Deixa j� de uma vez essa express�o mal-humorada.

Eu sei por que o faz: lhe faz parecer maior e mais duro.

Se n�o gostar �s pessoas decentes,

olhar�o para outro lado quando precisar delas.

Toma isto!

-Sente-se. -Mas...

-Sente-se.

O primeiro que deveria haver

visto � que n�o est�o armados.

Aprende o que n�o deve fazer.

Se se meter em uma briga, se assegure de ser o mais forte.

Procura que sua velha encontre um lugar melhor onde dormir!

brigou com algu�m mais forte?

Se for viver o suficiente para cont�-lo, coisa que n�o acontecer�,...

...poderia ser o mais forte.

S� quero s�-lo para conservar esta ins�gnia.

Estuda aos homens e...

...escuta o que vou dizer.

Pode chegar a dominar uma arma se aprender a dirigi-la.

A um homem � mais dif�cil.

Ali tem a um que ter� que dominar.

Deixemos por esta noite.

- Lhe verei pela manh�? - Temo que sim.

Obrigado, Morg.

N�o sei se estou lhe ajudando.

-por que o Morg demora tanto?

-Faz uma hora que deveria dormir.

- V� se deitar agora.

N�o posso ir at� que o Morg, � falta de educa��o.

N�o acredito que se importe.

-Morg! -Ol�.

-Olhe, Morg, sou um xerife.

-Sim, com abas. -N�o pare�o um xerife?

-Mais que o pr�prio xerife. -Xerife, para cama.

-Venha.

-Poderei montar seu cavalo amanh�?

Claro!.

-N�o estar� levanmtada por mim?

-N�o, n�o se preocupe.

Queria lhe dizer uma coisa:

ontem � noite me equivoquei com voc�.

Tem certeza?

Bom, possivelmente ontem

� noite tivesse raz�o,

mas n�o hoje. Nem agora tampouco.

N�o devia me zangar, mas � que

todo mundo odeia os �ndios.

-Educaram-nos assim.

-Pois a mim n�o.

Meu pai comercializava com os �ndios:

respeitavam-lhe e lhe apreciavam.

Igual a eu. Cresci com alguns

que eram umas pessoas estupendas.

Quando cresce lhes odiando, n�o � facil mudar.

Sei.

Dizem que �ndio bom � �ndio morto.

E quando encontram a um

com o orgulho e o valor de

se comportar como um branco,...

...matam-lhe.

N�o chamam "assassinato",...

...a n�o ser "convertido em um �ndio bom".

Nem sequer se conformam,...

...sempre h� um menino que odeiam

e uma mulher com a que se cevam.

-N�o sei o que ser� do Kip.

-Vale a pena lutar por ele.

por que ficou em uma cidade como esta?

Por um amigo, um bom amigo.

Kip estava doente quando chegamos

e eu n�o tinha nem um centavo.

O m�dico lhe salvou. E n�o s� isso,

nos encontrou esta casa...

...e conseguiu que algumas mulheres

da cidade com as que falou...

-...permitissem que costurasse para elas.

-O velho McCord?

O doutor Joe.

N�o me importa o que digam.

quanto mais me ataquem, mais defenderei o Kip.

Pode entend�-lo?

me ocorre o mesmo,

embora n�o � por um filho.

� algo interior, orgulho possivelmente.

Quando tentam me expulsar, fico.

-Quanto pensa ficar?

-At� que me tenham pago.

Talvez as coisas piore para voc�

ficando aqui.

Pode ficar o tempo que deseje.

Kip � um menino de sorte.

-Algu�m viu o Ben Owens?

-Sim, ali. Vem com o Morg Hickman.

Acreditei que teria mais bom senso,

leva quatro dias com ele.

lhes vigiem, vou comprovar o correio.

-Xerife. Ben.

Quero falar contigo.

me espere em meu escrit�rio.

-O que acontece, doutor?

-Vamos l� dentro, quero lhe falar.

-O que ocorreu?

- mantenha na boca, Millie.

-Lhe disse que n�o quero ter...! -isso, mantenha a boca.

-Tem febre. -Sim?

-Passava por aqui quando me disse que...

-Quem � o m�dico aqui, voc� ou eu?

Assim ponha isso para saber quanta febre tem.

Sabe que dia � amanh�?

Claro, seu anivers�rio. Ser� a maior

festa que tenha tido jamais.

Estar� toda a cidade.

Ver� todos qu�o pirralhos trouxe

ao mundo, inclu�dos Millie e eu.

N�o me importa se n�o me d� o

presente de anivers�rio que quero.

Qual?

Quero que fa�am as pazes.

-Assim era isso o que tramava!

-me escute, foi muito boa quando nasceu.

portanto, se comporte.

Em troca este xerife que v� aqui, era pior que um dem�nio.

Me mordia quando lhe dava uns tapas.

Agora que cresceu, n�o est� mau.

Assim quero ver os dois "meninos McCord"...

...casados e com filhos, como Deus manda.

-por que n�o quer se casar com ele?

-Sabe muito bem porqu�.

N�o pode fugir de seus compromissos,

nem voc� tampouco.

-Mulheres... -Odeia esta ins�gnia...

-...e quer que me tire isso, mas n�o.

-Ter� que faz�-lo se lhe retiram isso.

A cidade est� revolta porque est�

muito tempo com esse tal Hickman.

-Est�o juntos dia e noite. -Sei o que fa�o.

-� um busca-vidas e voc� um xerife.

-Ele tamb�m foi xerife.

-Quem lhe disse isso? -Ele.

E acreditou?

Ele n�o me mentiria, doutor.

50 anos de anota��es.

A hist�ria da cidade est� escrita aqui.

Vejamos.

N�o vou ler o ano e o dia, j� sabe.

"Caiu uma nevada. Tive que ir a cavalo at� casa dos Owens.

Assisti Elisabeth Owens no parto

de um menino s�o de quatro quilogramas."

Agora terei que acrescentar o seguinte p�s-escrito:

"O menino cresceu at� se converter em um bom xerife, mas com um defeito:

acreditava em tudo o que lhe contam."

-Acredita que me mentiu para mim?

-Digamos que sou c�tico.

O prefeito n�o � nenhum idiota.

Quero que conserve essa ins�gnia.

Obrigado, doutor.

-Morg, voc� me mentiu? -A respeito do que?

-Disse que tinha sido xerife.

-Assim �. -por que lhe tirou isso?

-N�o � teu assunto.

Quero sab�-lo. por que demitiu?

-Descobri que estava louco. -Acha que eu estou louco?

Qualquer homem que leve essa ins�gnia o est�.

Sei por que voc� gosta: todo mundo lhe d� palmadas nas costas...

...e lhe diz "Que importante �".

As pessoas decentes �s que cuida s�o seus amigos.

J� vi antes.

Conheci um xerife em Kansas que pensava como voc�.

Entregava a seus prisioneiros com

vida e estava orgulhoso disso.

Ent�o sua esposa teve um filho e adoeceram.

O m�dico disse que morreriam se n�o mudasse de clima.

Necessitavam 1.000 d�lares.

Assim que foi ver o seu amigo o banqueiro.

Parece que o dinheiro e a amizade n�o se d�o bem.

Seu amigo disse que osentia, mas que o neg�cio era o neg�cio.

Necessitava uma garantia.

Devia dinheiro, faturas do m�dico... Mas tinha muitos amigos,...

...homens de neg�cios. Pensou que eles lhe avalizariam.

A mesma hist�ria.

Como ia devolver o dinheiro se se mudasse para o oeste?

E o que � o que fez?

-Havia um...homem que procuravam,

sob uma grande recompensa, vivo ou morto. Assim foi atr�s dele.

Levou um tempo.

teve que ir muito longe de sua casa, mas deu com ele.

Atirou e portanto, matou-lhe. Ao entreg�-lo...

...cobrou os 1.000 d�lares.

Mas sua esposa e seu filho j� tinham morrido.

Do que lhe servia agora a estrela de lata?

Olhe, a� v�m.

-Preparado para cobrar sua recompensa? - certo.

A companhia de tel�grafos

autorizou ao banco para pag�-la.

- �timo.

-Ter� que assinar aqui. Leia-o.

Bom,... ...desta vez tive garantia.

-Sugiro que saia da cidade.

-Por nada do mundo ficaria.

Xerife, temos que falar. Amanh� o conselho se reunir�.

-Amanh� � o anivers�rio do McCord.

-Ah, sim.

ent�o, depois de amanh�.

Acredito que o doutor tinha raz�o,

v�o tirar me minha ins�gnia.

Tem sorte.

N�o me importa o que digam, n�o deixarei de lutar

-Obrigado por tudo, Morg.

-J� est� tendo aspecto de xerife.

-Sinto perder essa reuni�o.

-Eu tamb�m.

Xerife. Xerife.

-O que aconteceu? - Atiraram nele.

Chamem o m�dico. Com uma escopeta. Est� l� dentro.

-N�o lhe movam. - certo.

Venha rapazes, se afastem. me deixem passar.

o doutor chegou.

- O descemos, doutor? -Ainda n�o.

Por certo, onde ocorreu? Junto ao rancho do Abe Pickett,

dois homens com o rosto abafado.

Johnny atirou em um. O outro atirou quando fug�amos.

Como vai?

Est� morto.

Johnny era um homem valente.

Se eu fosse o xerife pegaria os dois de uma vez.

McCall.

Sloan.

Hardman.

-J� somos suficientes. -Quero um mais.

-Aqui o tem.

-Morg

perdeu sua escolta.

No pr�ximo pelot�o eu mandarei.

Ben, com tr�s h� suficiente. Quatro, contando contigo.

Est� bem, Jim, nos mostre onde est� o cruzamento.

Aqui � onde h� que lhes seguir a pista.

A gente estava ferido no ombro.

atirou com sua arma quando Johnny atirou.

Vamos.

Morg, onde esteve? Estava o esperando.

Bom, estive um pouco encalacrado na cidade.

O que � isto? -Um cavalinho.

chama-se Dinky. -� seu?

-Seu. -Meu?

Dinky! Mam�e, olhe!

J� tenho um cavalo! Tenho

um cavalo de verdade!

N�o agradeceu. -chama-se Dinky.

Meu pr�prio cavalo. N�o � uma beleza, m�e?

Espera, Kip! Espera! Kip, n�o lhe agradeceu.

-Nem sequer o agradeceu.

-� claro que sim, n�o viu sua cara?

-� voc� muito generoso.

-N�o se engane a si mesmo.

Quando um homem vive sozinho, como

� meu caso, se torna muito egoista.

Se der algo, sempre � em troca de algo com mais valor.

Se me quer dar algo, o que lhe parece uma ch�cara de caf�?

Claro.

-Ol�, doutor. -Ol�, Ben.

Teve sorte? Ainda n�o, mas ...

...encontramos um rastro de sangue. -Est� ferido?

N�o sei, o condutor disse que

Johnny lhe acertou no ombro direito.

-Aonde vai? -Cruzou com o Pickett?

-Ia a todo galope. -Sim, cavalgou assim at� a cidade.

Disse que Annie havia come�ado a gritar.

Conhe�o bem a Annie, � uma mulher independente

que teve 11 meninas.

Sempre fica a gritar 3 ou 4 horas antes do parto.

Essa � o tip� de mulher que devia

ter um homem que vive t�o longe.

Procure estar de volta amanh�.

N�o se preocupe, n�o vou

me perder minha festa de anivers�rio.

-At� manh�. -At� manh�.

Abe.

Abe!

- Estava dormido? -Durante umas duas horas.

-J� nasceu?

- Vou ler minhas anota��es:

"2:25 da madrugada, 16 de julho, meus 75� anivers�rios.

Assisti a Annie Pickett no nascimento de um menino de 4 quilogramas."

menino?

"Annie diz que lhe por� de nome Joseph-Jefferson-McCord,...

...como voc� J. J. McCord, doutor em medicina."

tem certeza que n�o � outra menina?

Bom, n�o sou t�o velho para n�o saber a diferen�a.

Melhor que entre em comprove.

Annie! Annie!

Annie.

Annie, meu bem.

Annie.

Besy,...

...� como Annie Pickett.

Tem muita paci�ncia com os homens assobiados.

Sim, agora vou dormir um pouco.

J� sabe o caminho de volta.

Doutor!

-Sou Ed McGaffey. -Sim?

-Pode ir a nosso rancho? -O que aconteceu?

-Meu irm�o Zeke.

-N�o estou certo de como chegar. -Pois me siga.

se afaste, c�o! Vamos!

se manda!

agora,...

...a ferida � grave.

lhe diga o que aconteceu.

Est�vamos ca�ando cervos no canyon. Um gamo deu um salto e...

...Zeke ficou no meio

justo quando apertei o gatilho. -Sinto muito, menino.

-Foi minha culpa.

Aproxime mais a luz.

Bom, isto vai doer.

Velha amiga,...

...que tal dormiu? Agora minha vez .

Ser� um formoso dia.

O "Dia do McCord", o que lhe parece?

O "Dia do McCord".

ficar� bem?

Deve me avisar antes.

- Acha que sabe?

-Soube assim que o viu.

N�o, Ed! Ed, n�o pode! N�o, Ed!

Ed! N�o!

Sil�ncio todo mundo!

O Dr. Joe est� a ponto de chegar!

Bem!

Lembra que o sargento Plamer tocar� a corneta ao come�ar...

...e o violinista marcar� o compasso, assim tentem seguir o ritmo.

Cantem bem forte para que o doutor Joe possa lhes ouvir.

Venha, preparados: "� um companheiro excelente".

-Doutor Joe? -Doutor.

-Onde esteve? -Em casa do Pickett.

Suponho que encontrar� aqui, sempre anotava suas visitas.

V�? H� algo mais anotado.

O �ltimo que escreveu.

"Ed McGaffey me parou de noite, seu irm�o estava doente.

� claro que sim que o estava: ferida de bala no ombro direito.

Recebeu um tiro."

-Ed McGaffey. -E tamb�m mataram o Jim.

-Quero formar parte da partida.

-Como todos os homens da cidade. Contem comigo.

-Bem, xerife, organize um pelot�o.

Volte para casa.

Temos provas irrefut�veis de quem matou ao doutor Joe.

Para assegurar a captura imediata

do Ed e Zeke McGaffey,...

...o conselho oferece recompensa:

-1.000 d�lares pela cabe�a de cada um.

-Vivos ou mortos?

-Queremos que sejam julgados.

-N�o s�o homens, s�o mesti�os.

-Isso n�o tem nada que ver.

-Lhe disse que n�o s�o homens.

Brigar�o e o far�o rastreramente,

como todos os mesti�os.

Se a condi��o n�o for vivos ou mortos,

morreremos muitos de n�s.

Est� bem, vivos ou mortos.

Organize a partida de busca.

Xerife, vamos de uma vez!

Lhe darei um conselho.

� um pelot�o de sujeitos duros,

est�o furiosos e s�o muitos.

lhes demonstre quem manda ou ter� problemas.

- vamos.

-Eu nunca "ca�o em manada".

Muito bem, Morg. Se n�o se unir a mim, n�o se meta nisto.

Agora seu prefeito o v� como eu,...

...h� um mont�o de dinheiro sobre suas cabe�as.

"Vivos ou mortos" significa "mortos".

-Pois eu os trarei vivos.

-Ser� dif�cil com esse ex�rcito, eles ouvir�o quil�metros.

-Vamos de uma vez!

-Melhor que o fa�a um homem sozinho. -A que esperamos!

-Venha, Ben! Vamos !

-O que pensa fazer? -Vou lhe dar uma �ltima li��o.

-Acredita que faz bem em ir sozinho?

-� mais seguro que ir em grupo,...

...acabaria pisoteado.

-Onde est� Kip? -L� fora.

-N�o estava quando cheguei.

-Deve estar, n�o deixaria seu cavalo.

Tampouco estava.

Kip! Kip!

Kip!

Kip!

-Estava aqui quando passou o pelot�o?

Tenho certeza.

Se acha xerife.

-Os seguiu. -Morg, v�o atirar nele, lhe far�o mal.

O encontrarei.

Seu cavalo � muito pequeno para seguir o pelot�o.

-Aqui n�o est�o! -Tampouco no abrigo!

Incendiemos o rancho!

Pelo McGaffey! Vamos!

Hei, me espere!

E seu pelot�o?

Deixei. E n�o � meu, todos seguem o Bogardus.

Lhe disseisso.

Se o xerife n�o ficar duro quando

lhe desobedece o primeiro homem,...

-...seu pelot�o se converte em turfa. -Isso s�o, uma massa.

- Voc� est� perdendo tempo por que?

-Estou procurando um menino.

Sim, a um par. chamam-se McGaffey.

-chama-se Kip, o viu? -N�o, n�o o vi.

Mas oaviso, Morg: n�o quero mortos.

Ter�o o que manda a lei: um julgamento justo.

N�o seja teimoso, cobro recompensas quando estou pronto.

Agora n�o me importa nem voc� nem os McGaffey,

estou procurando um menino.

-N�o procurava um menino? -Sim.

-Pois eu vou depois dos McGaffey.

-foram ao canyon, o menino tamb�m.

posso resolver isso sozinho, fique aqui.

Sim?

-Algu�m segue ao c�o.

- Atire com o rifle.

-Est� bem?

-Ia atr�s de um c�o e atiraram. -Quem foi?

-N�o sei, se esconde nessa gruta.

Leve meu cavalo, encontrar� o xerife. Fica com ele.

-Onde est� o menino?

-Guardando os cavalos.

-Fique aqui e me cubra. -N�o.

N�o pode lhes agarrar vivos.

-Poderei se voc� n�o intrometer.

-Conseguir� que lhe matem.

Ent�o ter� sua oportunidade.

S� h� um modo de lhe ensinar.

Em frente.

Ed!

Ed!

Sou Ben Owens, pode me ouvir?

Bom, Ed, n�o atire.

Juro que os dois tenr�o um julgamento justo.

Agora deixem suas armas porque vou subir a�.

Atirou em mim.

S� passou de rasp�o no cabelo, nada mais.

A bala ricocheteou em sua cabe�a dura. -Mas atirou em mim!

-Fique aqui e me cubra. -Espera.

- pega, Morg.

-� o homem mais teimoso que conheci em toda minha vida.

Meu nome � Hickman, meninos.

H� muito dinheiro por sua cabe�a e o cobrarei como preferem.

Voc� n�o cobrar� nada, matei o xerife e matarei a voc� tamb�m.

N�o mataram o xerife.

Est� l� embaixo me cobrindo com suas armas.

O est� fazendo do inferno, Lhe vimos cair.

Xerife, dispara um par de tiros!

Mas n�o para c� poderia acertar nuns ratos.

Ou a num ca�ador de ecompensas.

Tem m� pontaria, McGaffey.

Menos quando se aproxima de um anci�o indefeso.

Agora atirem as armas.

Deixa-os passar, xerife! Kip os deter�!

Se fossem sensatos como os cavalos,

jogariam suas armas e sairiam.

Ed, tenho que sair daqui! Tenho que sair!

Zeke, fique aqui.

Se abaixe. Calma.

Joga a arma, Zeke.

os vivos pegou vivos.

Sim.

Vamos.

Kip! OH, Kip!

Kip, est� bem? N�o estar� ferido, n�o �?

Leva-os para a cidade.

-Poderei ficar com ele?

-Claro, agora � seu c�o. - Que dia!.

Morg e eu pegamos os dois foragidos.

-confessaram seu crime? -Tem-no feito ao prefeito.

-Espero que os enforquem.

-Me d� pena do menor, Zeke.

Espero que s� lhe condenem a uns quantos anos de c�rcere.

N�o fica par o julgamento?

N�o, me porei a caminho amanh� pela manh�.

Mas n�o pode...

-E as recompensas?

-Ser�o para o Kip. -Para o Kip?

-Claro, ele os encontrou.

Era o mais dif�cil, o resto foi f�cil.

Esteve acertado, Kip: um pelot�o de um s� homem.

N�o pode fazer isso, o dinheiro � seu. N�o pode...

-O que far� com o dinheiro? -Darei a m�e.

J� imaginava.

N�o lhe veremos mais?

Posso ir contigo?

E sua m�e?

N�o quer ficar aqu maisi.

Bogardus.

Parece que vai haver anima��o esta noite na cidade.

-Ben j� prendeu os McGaffey?

-Sim, esse � o problema.

Bart!Hei, Bart!

Bart, o xerife tem aos McGaffey. Encerrou-os.

Deseja algo, senhor Bogardus?

vamos celebrar uma festa esta noite,

toda a cidade est� convidada.

Prometi aos McGaffey um julgamento justo e v�o ter.

claro que sim.

O grande jurado do homem branco j� deu seu veredicto.

Bem,...imagino que Ed McGaffey ser� enforcado,

mas como manda a lei.

Se voc�s n�o acatarem a lei e a ordem, � que lhes importa um nada.

Quem me acompanha?

Se aproxime da balc�o, rapazes eu convido.

-N�o conseguiu lhes convencer.

-N�o o tentou.

Xerife! O que lhe disseram? Xerife!

-Quantos volunt�rios h�? -Nenhum.

Como juiz do tribunal, devo me manter � margem.

-Mas sugiro que fa�am o juramento.

-N�o podemos fazer isso.

S�o homens respeit�veis e sensatos.

Com sua presen�a aqui apoiando

ao xerife, evitar�o toda viol�ncia.

-O que ocorreu?

-Querem tir�-los para os enforcar.

Pois lhes desafiem. -� o que eu dizia, Hickman.

-Voc� pode ser ajudante do xerife.

-N�o.

N�o podemos nos envolver em algo assim.

N�o podemos enfrentar a toda a cidade.

Isso � trabalho do xerife.

-E se os tiramos da cidade? -Sim, pela porta de atr�s.

T�m um bom c�rcere no Galiford, que se fa�a l� o julgamento.

Alcan�ariam-lhes em seguida e lhes matariam.

Sim, isso mesmo

-Fizemos o quanto pudemos. -Sim.

Sei sensato, Ben.

Tira os detentos da cidade.

Acredito que terei que dar as costas e fugir.

Espero que o entenda.

-Sim, claro que o entendo.

-� um bom xerife.

Acreditei que n�o o conseguiria

quando lhe p�s a ins�gnia.

N�o se renda ante ningu�m, Ben.

Que n�o lhe fa�am mal, precisamos de voc�.

me ajude.

Alguma vez passou por algo assim?

Sim? lhes desafiem.

Com a escopeta, sou contundente com eles.

-E agora o que fa�o?

-Esperar.

Primeiro t�m que se esquentarem

precisam de tempo e muito �lcool.

S�o t�o fortes como o � seu chefe.

S� tem que vencer a um homem:

Bogardus.

por que se calaram?

Est�o prontos.

Tira seus presos, xerife. Estamos esperando.

Meus detentos ter�o um julgamento justo, Bogardus.

Justo e r�pido, a forca est� preparada.

Os tira voc� ou n�s?

� muito valente com tantos homens detr�s de voc�.

por que n�o vem voc� sozinho?

Vamos, Bogardus!

Vamos, Bogardus. Hoje tinha a todo um pelot�o,

e n�o os encontrou.

N�o � o bastante homem para vir sozinho.

-Vamos! O que lhe impede isso?

-Solta a arma e o farei em peda�os!

Briga com a boca e com o chap�u.

N�o mova nem um dedo,

esta intriga poderia lhe matar.

Segura isto, xerife?

Eu gostaria de falar com o Bogardus.

Est� bem, j� deixei a escopeta,

Bogardus. Agora me fa�a peda�os.

O que aconteceu? Est� paralisado? me fa�a peda�os.

Necessita um pouco de persuas�o?

Vamos.

Dinky! Dinky, vamos. Vamos, Dinky.

Morg!

- J� vai agora? -Sim.

E o que passa com o julgamento?

Ser� um julgamento justo. Prometeu-o, xerife.

Bem . -E a recompensa do Kip? -Escreverei para que a envie.

Morg, n�o se v�.

Fique e sendo xerife, ainda tenho muito que aprender.

N�o tem nada que aprender, possivelmente mas bem eu de ti.

-Um homem n�o pode deixar seu dever.

-Uma mulher tampouco, disse-me isso o doutor Joe.

-Correto.

Procurarei uma cidade que necessite um xerife, aqui j� t�m a um.

-lhe diga "sim", Millie e n�o se preocupe.

-e preocuparei o resto de minha vida.

Adeus.

-Adeus. -At� sempre.

-Adeus, amigos! -Adeus, Hickman!

-adeus, Hickman! -Boa sorte!

Palanca Brasil Grupo CST

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