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A �pera � amanh� � noite e ainda n�o acabou?
Pelo contr�rio, estou acabado.
Esta � minha filha, Odette.
Tenho uma hist�ria, Chevalier.
Eu a roubei enquanto a criada dormia.
- Vou lev�-la de volta � sua m�e. - Valmont!
Quando mais precisamos, n�o podemos contar com ele.
O cirurgi�o com quem falei achou a mesma linha em outra mulher.
Conhece o mito do labirinto?
Exploro a infidelidade quando a encontro.
Se ela est� tentando destru�-lo,
vai descobrir que n�o conhece o significado da palavra!
"Valmont."
Quero que toda Paris saiba quem eu sou...
Uma das mulheres mais poderosas daqui.
N�o farei mais nada.
Far� tudo que lhe pedirem. Encontre uma garota que n�o deixe rastros.
Fique longe de mim.
QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL | loschulosteam@gmail.com
Majordome, o que � isso?
Onde est�o os criados?
Seu marido n�o lhe avisou, Marquesa?
N�o h� mais criados. Voc�s v�o para Saint-Domingue.
O marqu�s decidiu que morar�o l� juntos permanentemente.
N�o posso sair de Paris.
Preciso ir � �pera hoje. N�o posso partir!
- � o desejo do seu marido. - N�o � o meu.
Se n�o coincidirem com os dele,
seus desejos s�o irrelevantes,
Marquesa.
Eu lhe desejo...
boa sorte.
INSPIRADO NO LIVRO LIGA��ES PERIGOSAS
LIGA��ES PERIGOSAS
N�o podem me deter aqui.
Podemos fazer o que quisermos.
Senhor?
Ora, ora.
Um criado.
Mas onde est� a criatura vil a quem serve?
N�o sei, viscondessa.
- Ele saiu. - Quero que entregue uma mensagem.
Diga que a alian�a com Camille
ser� sua ru�na.
Caso seja poss�vel afundar mais.
E mande que me procure.
Tenho uma proposta para ele.
Onde est� Odette?
- Onde est�? - A salvo.
Sendo criada por mulheres de moral ilibada.
Eu a alertei, Jacqueline, depois do baile.
Mas, dias depois, voc� planeja fugir com aquele homem e minha filha?
O que imagina que um esc�ndalo dessa magnitude
faria com a minha carreira, minha vida?
Sua vida?
O que vai fazer com Lucienne?
Vou faz�-lo desaparecer.
E, se algu�m souber algo a respeito...
um boato que seja...
Vou declar�-la louca e mand�-la para o hosp�cio.
Voc� estar� morta para qualquer homem ou crian�a com que tenha afeto.
Fez tudo que pedimos, marqu�s?
Fiz.
Diga ao duque que uma Ariadne o aguarda no lugar de sempre.
Ele ficar� feliz em ouvir a not�cia.
Tem�amos que seu entusiasmo por este trabalho tivesse diminu�do.
Isto acaba hoje, Edouard.
Ent�o eu digo "adieu".
At� precisarmos novamente dos seus servi�os.
Marqu�s.
Victoire!
Victoire!
Victoire!
Victoire!
Victoire, por Deus...
- O que est� fazendo? - Que lugar � este?
- � um t�nel antigo. - Algu�m esteve aqui.
Victoire!
Precisamos sair.
Camille!
- Victoire! - Volte aqui!
Victoire!
Victoire!
- N�o. - Ajude-me.
- Deixe-a! - O que fez com ela?
Ela � uma Ariadne agora.
- N�o! - Jean...
Esque�a a criada.
Vou lhe dar uma nova, melhor. Essa n�o � nada!
Foi isso que minha esposa viu em voc�!
Ela � tudo.
Como ousa me julgar?
Voc� mentiu para entrar na minha casa.
Sua vadia mentirosa, chantagista, destruidora!
Victoire, voc� est� bem?
Ele morreu.
Ele morreu.
Foi isso que ela viu em mim.
- N�o pode entrar, senhora. - Sil�ncio.
Meu marido pretende puni-lo.
Eu n�o poderia salv�-lo, nem se quisesse, mas posso ajud�-lo a salvar sua alma.
Ajoelhe-se, monsieur Lucienne.
Pe�a perd�o a Deus.
Meu marido mandou Odette para longe e me amea�a com o hosp�cio.
A confiss�o do monsieur Lucienne � algo particular. Saia.
Sim, madame.
Eu posso salvar voc�.
Como? Ele pretende mat�-lo.
Ir�o � �pera da rainha esta noite?
Sim.
Escreva tudo que me contou, tudo que fez.
Encontrarei um jeito de encontr�-la antes do �ltimo ato.
E deixarei claro para ele o que farei se n�o nos deixar partir em paz.
Vou ler a carta para todo o p�blico.
- Voc� me destruiria! - N�o.
N�o chegar� a esse ponto.
Ele vai escolher salvar a si mesmo.
Jacqueline...
Deus sempre nos salvar�.
Que o Senhor o perdoe.
Eu deveria chamar a Guarda.
Deveria?
Se um homem como aquele merece justi�a, chame.
Ele tomou o meu nome.
Vinte anos atr�s, quando fui trazido a esta casa.
Fiquei conhecido apenas como Majordome.
Meu nome � Ettiene Joubert.
Esque�a a Guarda.
Deixe isso comigo.
Obrigada.
Obrigada, Etienne.
"Escrevo esta carta a voc�, meu marido,"
porque n�o posso mais carregar na minha alma
"o fardo do que fez h� tantos anos atr�s."
Ele fez algo a voc�?
Ele n�o me tocou.
Sinto muito.
Por tudo.
Por coloc�-la em risco.
Pelas coisas que eu disse.
Voc� � minha amiga.
� minha melhor amiga.
E voc� � a minha.
Podemos ter essa vida agora.
Ele se foi.
- Seremos s� n�s duas... - Camille.
- Juntas. Compraremos a casa... - Camille.
- Com que sonhamos. - Camille.
� hora de eu partir.
- Tudo mudar� depois de hoje. - N�o.
N�o, Camille.
Perdoe-me, Victoire.
Eu perdoo.
Perdoo.
Mas decidi que preciso ir para o Novo Mundo,
descobrir quem eu sou, quem posso ser sem voc�.
Consegue entender?
N�o sei se posso ficar sem voc�.
Encontre paz, Camille.
Por favor. Por mim.
Ap�s esta noite.
Vou ajud�-la a se vestir para a batalha.
N�o posso aceitar.
- � o que acaba de fazer. - N�o fiz nada para merecer.
N�o levei o assassino � justi�a e achei o Clube Labirinto fechado.
N�o vencemos todas as batalhas, mas seguimos na guerra.
Que guerra?
Para proteger as estruturas do poder.
Esque�a a quest�o do clube.
Concentre-se na seguran�a dos homens de bem.
Como vai sobreviver?
Como eu fazia antes de voc�.
Na armadilha de caranguejos?
- Era de lagosta, e eu estava... - Consertando-a.
Eu sei.
Prometa que vamos nos reencontrar.
Quando formos diferentes.
Melhores.
N�o vou me despedir.
N�o consigo.
Talvez, se eu n�o disser "adeus",
voc� n�o partir�.
Talvez mude de ideia.
Para a viagem.
Ela vai dizer que n�o precisa que cuidem dela, mas n�o � verdade.
Ela precisa de voc�.
E pode nem sempre agradecer.
Espero ver a pessoa que voc� se tornar�.
Eu sou a Victoire.
Voc� � vitoriosa.
Onde est� meu marido?
Eu devo acompanh�-la � �pera.
Ele disse para n�o nos atrasarmos.
Pare! Pare.
Parou!
- Devemos ir � �pera. - Ainda � a minha criada.
O pobre rapaz depende da minha caridade.
- Azolan, gra�as a Deus. - Onde est� o mestre?
Na minha casa, seguro. Logo o encontrar�.
Espere por ele e entregue isto.
Tenho que ir agora.
Ele n�o pode ser encontrado aqui.
Etienne...
por favor, ajude-me.
Ningu�m vai encontr�-lo.
Vou lev�-lo de charrete para longe de Paris.
Vai apodrecer em uma vala.
Mas, se meu marido est� morto...
eu sou a vi�va.
E, como vi�va,
eu conservo o status que veio com o casamento
e o poder do meu falecido marido.
O corpo deve ser encontrado.
Sim.
Veja.
O qu�?
A ascens�o mais mete�rica desde Cristo no terceiro dia.
Ficou sabendo?
O qu�?
Ela se casou com o maldito marqu�s.
Majestade, senhoras e senhores,
eu lhes ofere�o algo que vemos raramente.
A verdade.
Tudo que ver�o esta noite aconteceu.
E todos nesta hist�ria est�o neste teatro.
Eu lhes apresento a �pera de Paris.
H� um poder
Nos segredos dos outros
Encontre-os, guarde-os, use-os
Pois segredos s�o o poder Do nosso sexo
Os segredos s�o o poder Do nosso sexo
Eu sou a garota
Que voc� n�o v�
- Senhor! - Azolan!
O que fizeram?
Temos que ir.
Vamos para a �pera. Precisa ajudar Camille.
Eu desejava
Uma m�e
Eu serei uma m�e
E voc� ser� uma filha
Eu serei uma filha
E voc� ser� uma m�e
Encontramos um ref�gio precioso
Encontramos
Um ref�gio precioso
Sou a Madame de Montrachet,
mas serei uma m�e para voc�.
- Ela diz que est� gr�vida. - Jacqueline...
- Que a violentou. - Ela mentiu!
Ela quer o que voc� tem.
Tudo o que perder� se acreditar nela.
Este deve ser o nosso segredo
Agora sabe por que agi daquela forma.
Faria tudo para vingar Camille.
Agora estou em uma situa��o imposs�vel.
Se eu n�o lhe entregar a carta, ela vai achar que falhei com ela.
Se entregar, ela vai descobrir que a filha n�o morreu...
Ele me chamou para dan�ar
mas pertence a outra.
Eu n�o sabia O que ele queria dizer
Ao destru�-los, vou destruir Camille.
Eu era
Uma inocente
Voc� nos causou vergonha
Perdoe-me, perdoe-me
A culpa n�o � minha
Nem Deus perdoa
Por favor, n�o me expulse
Nem Deus perdoa.
Por favor, n�o me expulse
Nem Deus perdoa
Saia, saia, saia
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Nem Deus perdoa
Camille.
Minha nossa!
Exalta uma camponesa e nos condena?
N�s somos os nobres!
N�s somos superiores!
Sim, apoiado!
Voc� nos desrespeita, Chevalier! Vergonha!
- Vergonha! - Vergonha!
Vergonha!
- Vergonha! - Vergonha!
Madame.
N�o fuja de mim, Jacqueline de Montrachet.
Tudo aquilo... A �pera. Foi voc�?
Por qu�, Camille?
Voc� sabia o que ele fez comigo.
E o defendeu.
- N�o me deixou enterrar minha filha! - N�o podia enfrent�-lo.
Escolheu n�o enfrentar.
N�o queria perder o que tinha com ele.
Seu status,
sua seguran�a.
Acha que tenho seguran�a?
Deixou que ele me ferisse.
Que ele me arruinasse.
Eu vivo com isso desde ent�o.
As consequ�ncias eram graves demais.
Graves demais.
Mas, se eu pudesse...
Se eu pudesse voltar atr�s e mudar, eu...
Eu a protegeria.
Eu a amava.
Ent�o ajude-me.
Volte � �pera.
Conte �quelas pessoas que viram a verdade.
Que � ele, na hist�ria.
Que um homem como aquele n�o pode servir ao rei.
Camille, eu preciso partir.
Antes que seja tarde demais para mim.
- Ainda o protege? - N�o estou protegendo.
Estou fugindo hoje.
Vou deixar Paris hoje com um homem que ouviu minha confiss�o
e ainda me ama.
Est� partindo porque est� apaixonada, n�o por causa do que ele fez?
Preciso ir,
mas vou orar para que encontre algu�m que a fa�a esquecer tudo.
Algu�m como Lucienne?
Conhece Lucienne?
Eu o criei.
Eu o paguei, de v�rias formas,
para faz�-la am�-lo.
E ele fez tudo por algumas roupas e um lugar na minha cama.
Est� mentindo.
Quando estava coberta de sangue na igreja de Saint-Sauveur,
caiu nos bra�os de quem?
Tudo que ele j� lhe disse foi uma mentira que eu o mandei contar...
para obter uma carta sua.
N�o deposite sua f� em Lucienne.
Diga ao seu marido...
que, quanto mais alto subir,
mais alto eu vou escalar...
at� derrub�-lo.
At� faz�-lo pagar.
At� que ele sofra como eu sofri.
Quando isso termina, Camille?
Quando isso termina?
N�o termina.
Ol�!
Quanto voc� custa?
Veio para nos julgar, madame?
Eu sei o que � preciso para sobreviver aqui.
Eu vim exalt�-las.
Obrigada, senhora!
Voc� veio.
� claro que vim.
Tudo que tenho tentado fazer � voltar para voc�.
Eu te amo, Camille.
Eu te amo.
- O que houve com voc�? - Preciso lhe contar sobre Jacqueline.
- N�o quero falar sobre ela. - Deixe-me explicar.
N�o.
Ela se foi.
E eu sou sua.
Agora quero voltar a viver.
Eu avisei.
E voc� n�o me ouviu.
O seu dia vai chegar.
Onde quer que eu esteja, vou sentir!
E, se eu for o pre�o da sua destrui��o, vou pag�-lo!
"Tudo � um mapa."
- Cada ruga." - "Cada ruga."
- "Cada cicatriz." - "Cada cicatriz."
"Os caminhos que tomamos."
"Os caminhos que tomamos."
- "As coisas que fizemos." - "As coisas que fizemos."
- "As coisas que faremos." - "As coisas que faremos."
- "N�s somos mapas." - "N�s somos mapas."
E, de alguma forma, conseguimos chegar...
�s coisas que queremos.
Procure outra mulher. N�o trabalho aqui, monsieur.
Voc� tem cara de que nunca vai sair daqui.
Eu mere�o mais.
O dono do Clube Labirinto foi encontrado morto,
atropelado por uma carruagem ontem.
O Marqu�s de Merteuil.
Ent�o o caso est� encerrado.
A fam�lia foi informada.
Eu vi Camille partir.
Ela parecia feliz.
N�o pude contar.
O que faremos?
Vamos encontrar Odette.
E, quando encontrarmos...
� quando contarei a ela.
At� l�, vamos ter que carregar o segredo no cora��o.
Eu...
esqueci de lhe dar isto.
Sua madrasta veio aqui ontem. Ela sabe tudo sobre voc� e Camille.
Ela quer a sua ajuda e tem uma proposta para voc�.
O corpo foi encontrado. Um acidente de carruagem.
Voc� est� de luto.
Fomos informados ontem � noite.
Um oficial est� aqui.
Diga a ele que saiu para caminhar,
tamanha � a sua tristeza.
Perdoe-me, marquesa,
mas � uma quest�o urgente.
Minha visita ser� breve.
Creio que seu marido foi assassinado.
Meu marido foi atropelado por uma carruagem.
H� uma marca de corda no pesco�o.
N�o poderia resultar de tal acidente.
Quando ficou sabendo da morte do seu marido, marquesa?
Antes ou depois da �pera.
Eu jamais iria � �pera depois de receber tal not�cia.
Mas n�o est� vestida para luto.
Marcas de corda.
- Erga o v�u. - Estou de luto.
Mandei erguer o v�u.
Camille?
- A minha Camille? - N�o.
Pensei que estava morta.
Eu enterrei voc�.
E estava aqui o tempo todo?
Eu lhe dou dinheiro. Dou o que quiser.
Eu quero voc�!
N�o estou mais com Jericho.
Porque eu comprei voc�.
Paguei por voc�.
- N�o. - Voc� � minha.
N�o sou.
- N�o posso ser sua. - Porque ama Valmont?
N�o me prenda.
Vou fazer o que quiser.
Mas n�o me prenda.
Quero que me ame.
N�o posso am�-lo.
Eu n�o amo.
Jamais poderia.
Ent�o n�o vai am�-lo. N�o amar� nenhum outro homem.
E ent�o...
leve o tempo que levar...
quando finalmente souber o que � estar sozinha...
vai me amar.
E, se deseja salvar a vida de Valmont...
escreva a ele.
Diga a ele...
- que nunca mais o ver�. - N�o.
Sim.
Diga o que for necess�rio para encerrar isso.
� a carta...
ou a forca.
"Meu amado Valmont..."
tenho muito a confessar.
Cometi um pecado terr�vel contra voc�.
Um pecado pelo qual nunca me perdoar�.
Tudo que o acusei de fazer, eu mesma fiz.
Fiz um jogo com voc�.
Na verdade, eu nunca o perdoei
e nunca pretendi faz�-lo.
Eu o usei todos os dias desde ent�o.
Para que eu pudesse prosperar em um mundo no qual eu seria devorada.
Atrav�s de voc�, cheguei a Jacqueline.
Atrav�s de voc�, cheguei a Saint-Honor�.
Atrav�s de voc�, cheguei ao marqu�s.
E usei as mesmas ferramentas simpl�rias com ele.
Os homens acham que nos colhem quando estamos maduras e mais doces.
Nossa for�a est� em permitir que acreditem nisso.
Embora breve, meu casamento me deu tudo que eu poderia querer.
Riqueza,
um t�tulo
e a viuvez.
E, como vi�va,
n�o posso correr o risco
"de conviver com um homem de reputa��o como a sua."
Onde ela est�? Camille!
N�o acredito no que escreveu!
Sei o que sente por mim!
"Ent�o n�o h� um futuro para n�s, Valmont."
Monsieur!
Devo lhe dizer que � tudo verdade,
e que n�o deve voltar aqui.
Considere um alerta,
pela sua pr�pria seguran�a.
"N�o me procure mais.
N�o vou receb�-lo."
Maldita seja, Camille!
Maldito seja tudo que poder�amos ter juntos.
"Deixe-me simplesmente reconhecer o que n�s dois sempre soubemos."
Eu n�o sei como amar.
Est� al�m do meu controle.
"E agora estamos quites."
Soube que tem uma proposta para mim.
Eu tenho.
Mas depende.
A quem voc� pretende ser leal?
A esta fam�lia...
ou a mulher a quem se aliou?
Estes s�o meus termos.
Seus termos?
Essa proposta depende dos...
meus termos.
Sente-se, viscondessa.
E escute.
O Marqu�s de Merteuil,
um nobre da espada.
Sua fam�lia aliada � casa real por s�culos.
Sem herdeiros, ele deixa apenas sua vi�va.
Oremos pela vi�va de Merteuil.
Nova em Paris, antes de seu casamento com o marqu�s,
ela trouxe luz � escurid�o que consumia seu falecido marido.
E embora hoje se encontre na mesma escurid�o da perda,
deve se lembrar, nos dias vindouros,
que o Senhor n�o abandona os puros de cora��o,
mas envia seu mensageiro para olhar por eles.
Pe�amos ao Senhor que traga conforto e orienta��o,
para que, mesmo em seu luto,
a vi�va de Merteuil encontre seu caminho sem o homem que perdeu.
Am�m.
Am�m.
Sinto muito pela sua perda.
Nenhuma palavra para mim, vi�va de Merteuil?
Se me ama, v� embora, Valmont.
Am�-la?
Agora � guerra, entre n�s.
QUER SE JUNTAR A N�S? E-MAIL | loschulosteam@gmail.com
Legendas: Gustavo Sobral
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