All language subtitles for SPA-1956 - Randolph Scott O Fantasma do General Custer - 7th Cavalry 2

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Original subtitles

A SETIMA CAVALARIA ou

O FANTASMA DO GENERAL CUSTER

O capit�o Benson estava retornando com a sua futura

noiva para seu posto avan�ado, comandado

pelo grande Coronel Custer.

O combatente de �ndios que tinha preparado a famosa 7a. Cavalaria

para uma poss�vel guerra com os Sioux.

Poderemos ver o forte da pr�xima colina.

L� est� ele.

Fort Lincoln.

Base dos melhores regimentos de cavalaria do pa�s.

E a nossa casa.

O que aconteceu, Tom?

N�o estou vendo a bandeira e � cedo para a retirada.

O que ser� que aconteceu?

N�o sei.

Ta vendo aquela pequena ravina?

- Sim. - Fique l� montada no cavalo

e esconda-se bem, at� eu voltar.

- Mas Tom... - N�o se preocupe.

Voltarei logo. Basta manter-se escondida.

Bates! Calhoun!

V� em frente. Chame-os mais alto.

Chame-os entre os mortos.

Charlotte!

Mas voc� n�o est� morto, est�, Capit�o Benson?

Voc� est� em p� a� e vivo, porque um outro

homem morreu em seu lugar. O meu homem!

Charlotte fique calma. O que aconteceu aqui?

Voc� era o favorito de Custer.

Por que voc� n�o vai a Little Bighorn,

e pergunta-lhe o que aconteceu?

Pergunte-lhe porque � que ele p�s o Capit�o Jim Reynolds,

meu marido, no comando da tropa C, a sua tropa

quando ele sabia que Jim n�o

estava apto para o servi�o no campo.

Voc� sabia, tamb�m!

Voc� sabia que o Jim n�o tinha se recuperado da

ferida que arranjou o ano passado, combatendo os Sioux.

Mas o seu grande general o levou!

E ele morreu, em seu lugar.

Diga-me do que � que voc� est� falando!

Voc� trouxe de volta a sua noiva, Capit�o Benson?

Olha, para mim! Eu era uma noiva, tamb�m!

Uma noiva do ex�rcito.

Charlotte, o que aconteceu aqui?

Mortos. Todos mortos.

Todos aqueles homens que estavam com Custer.

Massacrados. Torturados.

Sitting Bull fazia grandes dan�as

com os Sioux ao redor do fogo.

E os Sioux com facas em suas m�os.

Entre os corpos de nossos mortos e feridos!

E o meu Jim!

Um dos mortos.

Bates!

Sim, Capit�o Benson!

Se voc� tem uma desculpa, � melhor que seja uma boa.

N�s perdemos o controle.

Capit�o Benson, fez uma boa lua-de-mel?

Kruger!

Sim, senhor. � o sargento Kruger.

Eu s� perguntar uma vez.

Eu fui colocado como guarda do regimento.

Para evitar que esses presos e b�bados se rebelassem.

Ent�o que eu soube da not�cia, e como aconteceu.

Decidi deix�-los ir.

Eu n�o queria v�-los mortos, como ratos em uma armadilha.

Especialmente se o chefe Crazy Horse decidiu assaltar o forte.

Sim, o senhor Bates aqui � um pouco Napole�o

dando ordens tal como o general.

Eu tinha que libert�-los.

Eram os �nicos capaz de defender o forte.

Mas eles estavam na cantina, onde tinha muito licor.

- Ent�o, que fiquem em p� e aptos para o servi�o.

Sim, senhor.

Tudo bem, ascens�o e brilho.

A esteira � longa.

Apresentar armas!

Descansar, armas!

Bates, Kruger, venham comigo!

O resto de voc�s, assumam as suas posi��es!

L� v�m eles.

Tudo o que resta das muitas tropas da 7� Cavalaria.

Parece que n�o foi s� os que ca�ram com Custer

que n�o tiveram tempo dif�cil em Little Bighorn.

Quando... eu...

� Vick, o cavalo de Custer, n�o �?

N�o, senhor. Este � Dandy.

A segunda montaria do General.

� sempre dif�cil distinguir. O general cavalgava a Vick.

Mas voc� estava com Custer, tamb�m.

Voc� era o seu ordenan�a e corneteiro.

Eu estava com ele, senhor,

n�s and�vamos no meio de toda a Na��o Sioux.

O General Custer me mandou de

volta com ordem ao Capit�o Benteen.

Eu fui o �nico sortudo, senhor.

Se o general n�o podia faz�-lo, me mandou de volta com esse fim.

Morrison � verdade que toda a tropa C foi exterminada?

Eles n�o tiveram uma chance, senhor.

Eles estavam em desvantagem, pelo quinze ou vinte contra um.

Os Sioux tinham Winchester repetidoras

contra os nossos rifles simples.

E mais muni��o.

Sabe aquela regi�o, Capit�o. N�s a exploramos juntos.

� ruim.

Parece que � tudo plano, mas n�o �.

Com todas suas subidas e descidas, ela pode ocultar

dez mil at� que voc� esteja bem no meio deles.

Sioux e Cheyennes pareciam brotar do ch�o.

Eu vi tudo do topo da colina.

Cinco minutos depois eu fui embora de l�.

N�o vi mais nada desde ent�o.

Eu acho que vejo tudo isso, toda hora. Uma e outra e outra vez.

At� minha morte um dia.

Vou pedir uma transfer�ncia e sair desta

roupa assim que eu puder fazer o pedido.

Antes que as coisas piorem com os Sioux?

Farei novas coisas em outro regimento.

Este est� acabado, tanto que n�o estou interessado.

Quero saber por que aconteceu, Bob.

Pode ler tudo sobre isso nos relat�rios oficiais, Capit�o.

Voc�s estavam l�. Voc�s devem saber.

N�o estou preparado para arriscar uma opini�o, senhor.

Se voc� tem uma opini�o, eu quero.

O que � isto, um tribunal de inqu�rito?

Tenho uma raz�o para querer saber a verdade.

Preocupado com a reputa��o da seu general?

Vou lhe dizer uma coisa,

pouco me importa esse detalhe,

uma vez que a verdade seja conhecida.

Vamos l�, bote tudo pra fora, seja o que for.

Tudo bem, eu vou te dar o meu parecer.

Little Bighorn s� provou o que eu pensava, sobre Custer.

Ele pensava que era Deus Todo Poderoso

e n�o podia perder, em qualquer situa��o.

- Quero os fatos. - Muito bem, vou lhe dar fatos.

Desobedeceu ordens.

Deliberadamente definiu o ataque para que se houvesse

alguma gl�ria, ele estaria l� para a agarrar.

Custer foi o respons�vel pelo abate de cinco tropas

da 7� Cavalaria, como se ele cortasse suas cabe�as.

Sinto muito, Bob. Perdoe-me.

Parece que voc� fez o seu melhor combate dentro deste dormit�rio.

- Sra. Kellogg? - Sim?

Onde est� o Capit�o Benson?

N�o sei Sra. Reynolds, cumprindo provavelmente suas fun��es.

Fun��es. Que conveniente!

Como j� foi tudo muito conveniente para ele!

Voc� est� sugerindo que Capit�o Benson

abandonou o seu posto para ir me buscar

sabendo o que estava acontecendo um

ataque enquanto ele estivesse ausente?

Capit�o Benson era bem pr�ximo

do General Custer do que ningu�m.

Ele tinha conhecimento do seu plano!

Poder� algu�m realmente acreditar nisso?

Eu acredito, Ms. Kellogg.

Por que voc� acredita, tenente?

Por raz�es pessoais, voc� compreende Ms. Kellogg,

que todos n�s temos o maior respeito por voc� e seu pai.

Creio que est�vamos discutindo sobre o Capit�o Benson.

Muito bem. Por mim, nunca considerei que Benson pertencia.

Ele estava em West Point.

Nunca entendi realmente onde exatamente ele estava.

Voc� est� insinuando que o

Capit�o Benson n�o � um cavalheiro?

Sendo a noiva do capit�o Benson, Ms. Kellogg, voc�

certamente deve estar bem familiarizada com o seu passado.

Diga-me voc�.

Ele era um jogador de um barco de rio.

Depenava os clientes antes de ser militar.

Acho que ele sabia o que estava a caminho, e decidiu

n�o arriscar sua vida numa dessas loucas jogatinas.

Assim, ele recorreu ao sentimental

Custer que lhe deu toda cobertura.

E ele foi levado ao Forte Supply.

Se eu fosse um homem, Tenente Fitch,

eu saberia como te responder.

Pense muito bem. N�o se esque�a.

O pai dela � coronel Kellogg.

O pai partilha a minha opini�o sobre o galante capit�o Benson.

Porque n�o v�o at� o capit�o Benteen?

N�o estou exatamente com disposi��o para coisas sociais.

Dificilmente seria um encontro social.

Tom, por que n�o me disse sobre o Riverboat?

Sobre ser um jogador.

Eu queria. N�s j� conversamos

sobre isso, inclusive com o general.

N�s decidimos que era um neg�cio,

e que eu j� tinha abandonado.

Voc� podia ter-me dito!

Estava tudo morto no passado.

N�o que queira me desculpar por isso.

Ser� que voc�s pensam ou acham que ia mudar as coisas?

Eu conhe�o o teu pai.

Um cavalheiro da velha escola do exercito.

Ele n�o gosta muito de mim, voc�s sabem.

Voc� n�o vai se casar com o meu pai.

N�o era certo que eu pudesse me casar. Se n�o me impusesse.

Desculpe eu tinha que ouvir isso de algu�m.

- Fitch? - Se n�o tivesse sido Fitch,

ela teria ouvido isso de algu�m, algum dia.

Ele fez uma viagem uma vez, no Prata Queen, barco do meu pai.

- Eu n�o me importo o que... - Espere.

Eu quero ouvir tudo, de voc�.

Eu cuidava do Silver Queen e fiz um monte de outras coisas.

Eu era traineiro, um dia, quebrou o motor.

Boa e m� sorte. Fiz explora��o para o ex�rcito.

Foi assim que eu conheci o General Custer.

Ele convenceu-me sobre o ex�rcito,

e me trouxe para a 7 �. Cavalaria.

Mas estou satisfeito por ter cuidado do

Prata Rainha porque me trouxe experi�ncia

para eu fazer alguma coisa mais do que devo fazer.

Voltando ao Forte Supply.

- Quando partimos? - Eu n�o vou, voc� ir�.

Eu n�o vou a nenhum lugar sem voc�.

N�o entendeu?

A filha do Coronel Kellogg, que se casou com um algu�m

que ser� lembrado como o homem que n�o estava l�?

Oh, Tom.

A coisa que est� matando voc� � o pensamento que...

Quando seus homens achassem necess�rio que

tivesse com eles, voc� n�o estava com eles.

- O meu lugar era com eles. - E o meu lugar � com voc�!

N�o me fa�a deixar voc�.

Quando o homem que eu amo

precisar de mim, eu estarei com ele.

N�o, n�o � bom, Martha. � melhor voc� voltar.

Boa noite, Morrison.

Acho que eu tenha jogado mais de mil vezes

desde que j� estou no ex�rcito, senhor.

Mas esta noite, de algum modo, � diferente.

Sim, esta noite, eu acho que realmente

ouviu e ele compreendeu, pela primeira vez.

� um triste apelo.

Um esp�cie de adeus aos velhos amigos.

- Rezem para o regimento. - Sim, senhor.

N�o o verei durante algum tempo, Capit�o.

Eu estou indo para o Fort Supply,

com uma expedi��o para o coronel Kellogg.

Coronel Kellogg? Ser� que a Sra. Martha sabe?

N�o, senhor. Acabei de receber as ordens.

Reno insiste em que o coronel Kellogg

venha aqui para realizar um inqu�rito.

Sobre o que aconteceu, l� fora.

Eu sei, senhor.

Voc� queria estar aqui.

Obrigado, Morrison.

Boa noite.

Boa tarde, Charlotte, Sra. Bremmer, Sra...

- Mandou me chamar, senhor? - Sim, eu mandei.

Relativamente ao pedido de uma escolta de

Ms. Kellogg para voltar a Fort Supply...

Foi recusada.

- Por que raz�o, senhor? - Um.

N�o temos homens dispon�veis para uma expedi��o.

Dois, Ms. Kellogg afirmou que n�o tem

qualquer inten��o de voltar a Fort Supply.

O que posso compreender, visto que seu pai est� vindo pra c�.

Lamento decepcionar a voc�.

Suponho que voc� pediu ao servi�o ativo, se

fosse a sua inten��o de comandar ou de escoltar.

Essa n�o foi minha inten��o.

Quando me pediram para servi�o ativo, perguntei

ao meu dever para com a minha patente de capit�o.

Muito bem, Benson. Vou ver o que posso achar para voc� fazer.

Pelot�o. Direita!

Bem, o poderoso caiu.

Imagine ter que trazer os pobres recrutas

para a carreira de fuzileiro. Ele pediu para uma miss�o.

O regimento estava atento.

N�o se preocupe com ele.

Ele est� cuidando de tudo.

Se deixarmos os outros oficiais, v�o enterr�-lo como lixo.

O capit�o n�o foi Benson o �nico a perder a expedi��o de Custer.

N�o havia nem mesmo voc�, eu acho.

Um, dois, um, dois.

Um, dois, um, dois.

Pelot�o, alto!

� vontade, Benson.

Boa tarde, coronel Kellogg.

O que � isto?

Exerc�cio dos recrutas � categoria de fuzileiro.

E voc� est� no comando, a p�?

Sim, senhor. � um dever especial, senhor.

Sua filha Martha ter� prazer em te ver.

Os dois ainda n�o se casaram?

- N�o, senhor. - Bem.

Em frente, marchem!

Senhores...

Como sabem, estou aqui para investigar

as causas dessa terr�vel derrota.

Por ordem direta do Presidente dos Estados Unidos.

� o meu dever estabelecer a verdade

sobre os elementos que levaram a esta cat�strofe.

Quem � o culpado?

Porque � que Custer dividiu o regimento?

Onde estavam os oficiais e os seus homens

quem poderia ter apoiado ele?

Por que certos oficiais abandonaram as suas fun��es?

No auge de sua carreira como um combatente de �ndios

um corajoso, experiente oficial levou

cinco tropas de cavalaria para a morte.

Onde estava o resto de seu regimento quando ele morreu?

Porque era Custer n�o recebeu apoio

na hora de sua maior necessidade?

Major Reno...

o apoio do seu Batalh�o podia ter salvado Custer.

N�o acha?

Eu... N�o sei, senhor.

Com certeza voc� sabia que ele

precisava de ajuda desesperadamente.

N�o, senhor.

Oh, n�o venha com isso, agora, Major Reno.

Voc� estava l�. Voc� sabia o que estava acontecendo.

Voc� tinha guias, escoteiros e mensageiros.

O comandante de Custer nunca

iria perder contato com seus oficiais.

Isso � exatamente o que ele fez senhor.

Est� dizendo que ele n�o pediu apoio?

Sim, senhor. De fato, foi ele quem tinha

que dar apoio ao meu Batalh�o.

Tinha ordens espec�ficas?

Minhas ordens eram para atravessar o rio Little

Bighorn e atacar a vila ind�gena, do outro lado.

Me foi dito pelo ajudante que eu

teria todo apoio por todo o trajeto.

E executou a ordem?

Tanto quanto eu pude, senhor.

At� que nos encontramos sob

forte ataque e sem nenhuma chance.

O Sioux tinham a vantagem, de dez para um.

Mandei um mensageiro, para o apoio que tinha sido prometido.

Nunca foi mando.

Meu Batalh�o foi obrigado a descer de volta para o rio.

� verdadeiro, ent�o, que a sua retirada causou

o ataque em massa dos �ndios contra Custer?

Era inevit�vel.

Eu tinha que salvar o que restou do meu batalh�o.

Mas suas ordens eram para engajar os �ndios.

Eles n�o eram civilizados.

Custer fez uma tolice ao dividir o regimentos, em tr�s,

em vez de mant�-lo unido.

Me oponho a essa declara��o, Major.

Voc� est� condenando a decis�o do general sem explicar

porque � que ele fez.

N�o estou interessado em por que ele fez.

Eu s� sei que foi um convite para o massacre que houve.

� f�cil destruir a reputa��o de um homem morto,

n�o pode se defender. - Ordem. Ordem!

Eu n�o vou permitir que essa inquisi��o seja interrompida.

Especialmente por um oficial

que est� apenas aterozisando a batalha.

- � tudo que eles fazem. - Sente-se, Capit�o.

Tamb�m ignoro o fato de que os generais

precisassem do seu apoio, Capit�o Benteen?

N�o, senhor. Eu sabia que precisavam.

Enviei um oficial com ordens de aumentar as muni��es.

- Ele obedeceu essa ordem? - Eu tentei.

O que quer dizer com isso, capit�o?

Os �ndios estavam atacando quando vim para o rio.

Pensei que era o General Custer, que estava sendo atacado.

Mantivemos nosso batalh�o unido e subimos a montanha.

Mas quando chegamos perto o suficiente, eu vi que

era o batalh�o do Major Reno que estava em apuros.

Eu mandei meu Batalh�o para ajudar.

Mas suas ordens eram para ajudar Custer.

N�o havia sa�da.

N�s enfrentamos uma hora de

selvagens com rifles repetidores.

Em vez de pedir aos meus homens

para atacar essa parede de �ndios.

Eu uni as for�as com o batalh�o do Major Reno.

Juntos pod�amos ter atacado os �ndios.

Mas voc� desistiu. Por qu�?

Metade dos homens do Major Reno j� estavam

mortos ou feridos quando me juntei a ele.

Continuar, teria sido suic�dio para o resto de n�s.

Uma suposi��o, Capit�o. N�o necessariamente uma verdade.

Eu exercido o meu julgamento como um oficial.

Mas ao fazer isso, voc� sabia que sua decis�o

seria abandonar o seu comandante, a sua sorte.

Como eu poderia ter certeza, senhor?

Por que n�o, Capit�o?

Eu estava certo que era suic�dio para aderir.

- Agora, escute capit�o Benson. - Capit�o Benson!

Sou perfeitamente capaz de conduzir este inqu�rito.

Voc� vai ficar em sil�ncio ou eu vou ter que pedir para sair?

Parece que ambos tentaram executar as ordens.

Aparentemente n�o tentaram o suficiente.

Qualquer que fossem as ordens, senhor, elas eram prematuras.

Prematura?

De acordo com a ordem do campo que est� em sua mesa, senhor.

Custer foi instru�do a aguardar o general Gibbon

chegar com a 26�. infantaria.

Em vez disso, ele foi contra os indios,

utilizando somente a sua 25�.

Obviamente, foram para a batalha sem o sentimento de confian�a

em seu comandante.

Capit�o Benteen,

Teve confian�a em Custer e no seu plano de batalha?

Quanta confian�a se pode ter em um homem que se recusa

a acreditar nos relat�rios dos seus colaboradores

quando eles diziam que ele n�o ia s� enfrentar toda

a na��o Sioux mas milhares de Cheyennes, tamb�m.

Um homem que insiste que pode vencer todos os

selvagens nunca reuniu, um regimento de cavalaria.

O 7�., Capit�o. Sim, o 7�.

Coronel, estes oficiais est�o

tentando encobrir os pr�prios erros.

Fui muito paciente com voc�, Benson.

Mas agora eu... - Este n�o � um inqu�rito!

� um processo para absolver os danos do General Custer!

Capit�o Benson, ficar� confinado em seus aposentos.

At� amanh�, momento em que eu

vou inquirir sobre a sua conduta.

Parece ser muito aberto a quest�o.

Como n�s fomos, pai?

Palavras, palavras, palavras.

Perdoe-me, minha cara. N�o tive a chance de falar

tr�s palavras para voc� desde que eu cheguei aqui.

Nem sequer tive uma chance de dar uma boa olhada em voc�.

Um pouco macilento, mas isso era de se esperar.

Uma longa viagem do Forte Supply.

Ent�o o que voc� encontrou depois que voc� chegou aqui.

H� uma coisa que eu sou grato.

Voc� n�o est� casada com Benson.

Pai, eu quero conversar com voc� sobre Tom.

Receio de que h� pouco o que me importa

a discutir relativo ao Capit�o Benson.

E agora, menos do que nunca.

Poderia me escutar por um momento?

Tentaria esquecer a sua antipatia por Tom, por mim?

Eu o tolero por sua causa.

N�o me pe�a para mudar a minha opini�o.

Eu vou me casar com ele e voc� vai v�-lo comigo.

Casar com um homem que est�

praticamente exclu�do do servi�o?

Um homem que est� sendo

humilhado e punido, sem qualquer raz�o.

Ele se queixou a voc�, eu suponho.

Ele nem sequer se aproxima de mim.

Ele s� tem isso.

De pele grossa, n�?

N�o importa a forma como voc� o est� sendo tratando?

N�o me importo muito minha querida.

Foi pelos seus sentimentos que se op�s

contra meu interesse em Benson, desde o in�cio.

Eu sabia que seria um erro.

Um terr�vel engano, que voc� teria motivos para lamentar.

N�o tenho nenhum motivo para lamentar.

Benson � mais do que apenas um cavalheiro,

por ato do Congresso ou de nomea��o pelo presidente.

Quando ele veio para a Forte Supply,

para trazer de volta aqui a sua noiva

eu n�o poderia impedir-lhe ou confin�-lo na cadeia.

Mas eu te disse que eu nunca o aceitaria como um genro.

O General Custer, o aceitou como o seu melhor amigo.

No momento, a prefer�ncia do General Custer

dificilmente constitui uma recomenda��o para algu�m.

E eu posso te implorar para ajudar

a p�r fim � esta persegui��o.

Tenho que fazer meu dever, minha querida.

E que esse dever inclui um inqu�rito sobre as

circunst�ncias envolvendo a aus�ncia de Thomas Benson

do seu comando, num momento de extrema necessidade.

Voc� sabe. Custer deu-lhe a sua permiss�o para vir buscar-me.

Que ainda tem que ser criada oficialmente.

Por que voc� n�o vai at� o fim?

Processe-o por covardia, ou por deser��o frente ao inimigo.

Sinto muito por voc�, Martha. Fico triste.

Por favor, n�o precisa.

Quanto mais voc� persegui-l�, mais eu estarei com ele.

Martha.

Registre o seu nome, seu valor, sua posi��o, para que conste.

Thomas Benson, Capit�o, Estados Unidos 7�. Cavalaria,

do comando C de tropas. - Agora inexistente.

Dentre todos os cavaleiros do regimento...

era o mais pr�ximo poss�vel do General Custer.

Acho que tive essa honra, senhor.

Ele alguma vez discutiu a campanha

que terminou em desastre com voc�?

Sim, senhor.

Ent�o voc� sabia o objetivo da a��o planejada.

Para reagrupar o inimigo na a reserva, e devolv�-los.

Custer pensava que esta era uma tarefa f�cil, eu suponho.

O General Custer, tinha tido muitas brigas

com os Sioux para crer assim, senhor.

E por que voc� solicitou uma licen�a,para

seus assuntos particulares, a tal hora?

Eu fui liberado por ordem direta do General Custer.

Mas mesmo ele estando ausente voc� saiu?

Sim, senhor.

Capit�o Benson, sabe que Custer terminou

em frente ao tribunal marcial

por estar ausente do comando para visitar a sua esposa?

Coronel Kellogg, esta declara��o � abusiva e prejudicial

ao presidente deste inqu�rito e

totalmente irrelevante para o processo.

Eu n�o preciso de instru��o quanto �

forma de conduzir essa investiga��o.

Ent�o deve saber a diferen�a entre boatos e ind�cios, senhor.

Tem uma c�pia da licen�a concedida?

- N�o, senhor. - Posso perguntar porqu�?

General Custer me deu permiss�o para me

ausentar verbalmente a mim mesmo, senhor.

O que o levou a autorizar verbalmente a sua aus�ncia?

A discuss�o dos meus assuntos particulares, senhor.

Num inqu�rito como este, nada pode ser privado.

Muito bem, senhor. Eu aceito a sua decis�o.

O General Custer estava ciente das dificuldades eu estava

tendo em persuadir uma certa mo�a a tornar-se minha mulher

devido �s obje��es ao nosso casamento,

em certos quadrantes, senhor.

Estou vendo.

O General Custer agiu como um cupido.

O General Custer era um grande homem, senhor.

E qual foi a natureza exata destas ordens verbais

concedendo-lhe licen�a para exercer um assunto do cora��o?

Deseja que diga as palavras exatas, senhor?

Sim.

Ele disse: "Benson, quero que me mostre bastante bom senso

para ir ao Fort Supply e trazer de volta aquela

garota e casar-se com ela. E, se algu�m tentar impedir a

felicidade de sua pr�pria filha...

... ent�o, por Deus, eu vou enforcar esse algu�m. "

N�o tive nada haver com as palavras dele!

Estava apenas citando o que disse o General Custer.

Ele mereceu.

Eu realmente n�o gosto de faz�-lo, mas ele pediu para ela.

Gostaria de saber a que conclus�es v�o chegar seu caso.

Bem, o bom e velho veredicto Ingl�s.

N�o pode conden�-lo em virtude da insufici�ncia de provas. "

Uma batalha.

Eu n�o posso provar que o General Custer

autorizou a minha aus�ncia e...

eles n�o podem provar que ele n�o o fez.

Mais uma coisa.

Vou at� seu pai para que me de a utilidade

de dever ativo ou me chute para fora.

Um ou outro.

Pare de se preocupar?!

- Aten��o! - Descansar.

Senhores acabo de receber uma ordem.

Uma ordem do Presidente dos Estados Unidos.

Ele diz: "Um pelot�o de sepultamento

ir� visitar o vale do Little Bighorn...

"... A fim de enterrar os corpos e relatar

os t�mulos dos cavaleiros da 7� cavalaria

devidamente enterrados. "

"Os corpos dos oficiais ser�o colocados em caix�es,

trazidos a Fort Lincoln, e enviados para as suas fam�lias."

- Um pelot�o de enterro? - Com certeza!

O presidente parece n�o se aperceber da impossibilidade.

A regi�o ainda est� em m�os dos Sioux e Cheyennes.

Crazy Horse e seus bravos ainda est�o euf�ricos com vit�ria.

Pior do que isso. Sitting Bull tem declarado que a

terra � um grande rem�dio para toda a Na��o Sioux.

Assim que essas tropas chegarem l�,

v�o cair em seus pesco�os como lobos.

Mas uma ordem direta do presidente

deve ser realizada, de algum modo.

Um assunto para v�rios regimentos...

Mas, senhor, eu gostaria de fazer sozinho.

Voc� est� ciente do risco envolvido?

Sim, senhor, mas n�o creio que incomode muita gente.

Muito bem. Neste caso leve pelo menos mais de dois soldados.

Neste caso, � in�til.

O Major Reno afirma...

que se entrar nessa �rea aberta,

com uma for�a de qualquer resist�ncia,

seria um convite a outro massacre.

Talvez o capit�o pretenda pedir paz!

N�o, tenente Fitch, falarei com os volunt�rios.

Mas, Capit�o Benson, � l�gico que uma coisa

� certa e determinada...

- O que � sargento? - � suic�dio. Total suic�dio.

Esses �ndios acham que a regi�o � s� deles!

- Uma pequena unidade militar n�o teria uma chance.

- Voc� est� recusando cumprir seu dever?

Isso � para volunt�rios!

� isso que est� te incomodando, sargento?

- Se voc� tiver coragem de ir... - Voc� � volunt�rio, ent�o?

Como devo proceder, senhor?

Vou te explicar os detalhes mais tarde.

Basta ver que estes homens e suprimentos est�o

aptos e prontos para sair de um momento para outro.

Mas aqui est�o os nomes de cada cavaleiro,

b�bado e nada bons companheiros, nesta lista.

Porque voc� listou Bates. Eles s�o todos volunt�rios.

Mesmo que eles n�o saibam disso.

Ainda n�o.

Eles? Volunt�rios?

Muito bem, levantem-se, volunt�rios.

Seu capit�o espera por voc�s.

Queria consertar a carro�a do capit�o para eles.

Voc� n�o precisa fazer. J� foi consertada.

Pois, bem, continua sendo a

melhor tropa comandante de campo.

Bem, o que aconteceu com voc�, Kruger? Est� ficando religioso?

Voc� est� ficando de cabe�a mole, Kruger.

Por mim pode deixar Custer apodrecer onde est�.

Oh, n�o. N�s n�o podemos fazer isso.

N�s somos os homens escolhidos. O pr�prio capit�o nos escolheu.

Sim, voc�s sabem por qu�?

N�o ficamos com Custer quando dever�amos ter ficado.

Ah, tor�a o nariz, Dixon.

Acho que em breve estaremos solu�ando.

O caf� � bom.

N�o mude de assunto agora.

Ser� que o pai deu-lhe esta

atribui��o ou voc� pediu para ele?

Eu pedi para ele.

Ser� verdade?

Verdade.

Voc� voltaria, logo aqui?

Sobre o turno, com certo dom�nio, ho, ho!

Ficarei muito doente com essas marchas for�adas.

Voc� parece bastante saud�vel para mim, Bates.

Como para os outros homens, � um pouco dif�cil

andar no sol e n�o sentir mal-estar.

- Certo. Voc� � o chefe. - � isso mesmo, eu sou o chefe.

O capit�o est� no cavalo marinho

alimenta-nos a todos com milho e feij�o

Enquanto est� vivendo fora do seu meio

O capit�o est� no cavalo marinho

quando o inimigo vem, naturalmente, ele corre

a cavalaria n�o est� talhada!

a filha do coronel o ama, tamb�m

Para que ele seja o bichinho da cavalaria!

Bates!

- Sim, senhor. - Traga um machado.

Eu tentei avisar sobre o licor.

Ambos.

Um b�bado � um b�bado. Isso � rico.

Espere um minuto!

Precisamos do licor capit�o, � para manter

o fedor do trabalho fora do nosso nariz.

Pois bem, Bates.

Os dois de p�.

Alvorada �s 4 horas

�ndio!

N�o, Bates, eu quero ele vivo!

Bates e Vogel, venham comigo!

- No meio dos olhos. - Um tiro perfeito.

Voc� � um tolo! Eu disse que o queria vivo para interrog�-lo!

Bem, n�o sabia que voc� queria lev�-lo

como animal de estima��o, Capit�o.

Enterre-o.

Sim, senhor.

Acho que matou o homem errado, Dixon.

Talvez voc� esteja certo.

Bem, ele disse para enterr�-lo.

Maldito capit�o Benson.

Se eu n�o tivesse matado aquele �ndio

ter�amos sido cercados aqui em cima.

Bem, n�o vou deixar que Capit�o Benson queira me matar.

N�o, se eu tiver uma chance mato ele primeiro.

Sim, tudo bem, agora tem a sua chance.

Nos deixou uma advert�ncia.

Sitting Bull n�o quer nenhum homem branco

no vale de Little Bighorn.

Desta vez voc� est� certo, Bates.

Usam este espa�o para seus rituais.

E se n�s removermos os cad�veres, perturbaremos eles.

Little Bighorn � agora um lugar sagrado dos

Sioux, uma parte da sua cren�a religiosa.

A nossa presen�a aqui � como um tiroteio em uma igreja.

- � isso a�. - Ent�o vamos voltar para tr�s.

Eu n�o dei ordem para ir para a retirada.

Voc� n�o, mas eu sim! A unidade de enterro!

N�s vamos ser sepultados se n�o prestarmos aten��o no aviso.

Se quer aceitar ordens de �ndios, por que

n�o vai l� para cima e junta-se a eles?

O que ele est� tentando fazer? Matar a todos n�s?

Nervoso, Vogel? N�o h� perigo. Ainda.

- Isso � o que diz o capit�o. - Ele � louco.

Podemos ver os �ndios em cima das colinas.

Sim, todos n�s podemos v�-los.

Nos levar�o direto para outra emboscada.

Aqueles bravos est�o sentado l� em cima, enquanto

n�s estamos presos numa armadilha sem sa�da.

Eles ser�o os a�ougueiros.

Existe algu�m que pode ler as mentes dos �ndios?

Vogel venha comigo. Vamos na frente.

Vamos at� l� sozinhos?

Siga-me. Isso � uma ordem.

Deve ser um par de milhas at� o acampamento.

Desmonte, Vogel.

Voc� me ouviu. Saia desse cavalo.

Voc� n�o tem feito outra coisa a n�o ser

falar desde que come�amos esta miss�o.

Na frente da minha cara e nas minhas costas...

Eu acho que se n�s os pergarmos agora

vamos ter uma chance de sair daqui vivos.

Bates deve voltar para tr�s em um minuto se Benson permitir.

Claro, logo que tiver acabado, voltaremos para o campo.

Mantenha sobre desta forma, ou nunca iremos conseguir.

Pode ser tarde demais, mesmo agora.

N�o, n�o, n�o � tarde demais.

Os �ndios n�o v�o nos incomodar, desde que n�o invadamos

o lugar sagrado deles.

N�o utilizem nenhuma arma.

Um tiro iria despertar todo o acampamento.

N�o use nenhuma arma.

Lembrem-se do �ndio que deixei voltar para l�?

Tomei isto para uma lembran�a.

Vogel! Vogel!

- Ele era seu amigo. - N�o, senhor.

N�s nos encontramos apenas no mesmo campo.

Pegue uma p�. Enterre-os. - Sim, claro.

Pollock ajude-os.

Bem, sargento, eu n�o esperava, mas quero agradecer-lhe.

N�o havia nada pessoal no que fiz.

Faria a mesma coisa para qualquer homem.

Oh, Sra. Kellogg,...

Enviei o Capit�o Morrison numa miss�o ao Forte Supply.

Sim?

Eu acabo de chagar de Buford, e eu ouvi o Capit�o Benson.

Sobre o juiz de inqu�rito, quero dizer.

O inqu�rito est� a caminho, Cabo.

Sim, senhora, mas � verdade que o Capit�o

Benson n�o pode provar no inqu�rito que a ordem

do general fez com que voltasse para Fort Supply?

- Voltasse para voc�, menina? - � isso mesmo.

Mas podemos prov�-lo gra�as a mim.

Gra�as a voc�? Sim, Senhora.

Eu estava ao lado direito do General Custer

quando ele deu a ordem ao Capit�o Benson para ir.

- Ele disse: - Voc� estava l�,

ouviu ele dar a ordem?

Sim, e eu jurarei por isso.

Porque � que Tom n�o disse isto no inqu�rito?

Acho que voc� sabe melhor do que n�s.

Ele � um homem orgulhoso.

� uma not�cia maravilhosa que voc� me trouxe.

Gostaria de dar essa not�cia,

mas meu cavalo est� muito cansado...

Por isso, gostaria de pegar Dandy,

o segundo cavalo do General Custer.

E o mais r�pido do posto.

Poderia obter a permiss�o do coronel para mim, por favor?

Claro, Cabo. V� em frente.

Dandy comigo, eu vou fazer em pouco tempo.

Deus o aben�oe. Diga a Tom que eu o amo.

Sim Senhora, direi isso. Boa noite. - Boa noite!

Ei, � o cavalo de Morrison...

� Dandy?

Com certeza � o cavalo do General Custer.

O Vale do Little Bighorn.

Os homens que s�o para trazer para casa

est�o ali, esperando por n�s.

O presidente disse para trazer os corpos

dos oficiais para enterr�-los.

Mas o que ele n�o disse � como � que vamos reconhec�-los.

N�o tem marcas, nem nada.

N�s nem sequer sabemos onde est� o corpo de Custer.

Sim, sabemos, Bates. Eu o localizei esta manh�.

Oh, voc� consegue ver no subsolo, eu suponho.

N�o, Sitting Bull marcou para n�s.

Ali.

Kruger, Vogel, tragam uma p�!

Sitting Bull p�s sua sagrada marca

o que indica ser uma sepultura especial.

Uma homenagem de um grande l�der para outro.

- Sim, senhor. - Cavem aqui suavemente.

Capit�o Benson!

Bem, eles nos levaram onde queriam.

- Estamos encurralados. - Continuem a cavar.

Voc� � o homem que pode nos tirar disto Bates.

N�s vamos acompanhar voc�.

Eles v�m em paz, para recuperar os corpos de seus mortos.

- Como estamos fazendo. - Os mortos pertencem a n�s.

E a vit�ria nos pertence.

Se eu puder compartilhar em paz...

Podem levar eles, mas sem cabelos amarelos...

Se voc�s v�o em paz sem perturbar

os que dormem, vamos deix�-los sair.

Mas, se caso recusarem, voc�s devem morrer.

Ele est� fazendo o sinal da paz.

- Eu venho em paz. - Voc� � bem-vindo em paz.

Sou o jovem Hawk, o Subchefe dos Sioux.

Eu sou o Capit�o Benson da 7� Cavalaria.

Guerreiros Sioux e os nossos irm�os Cheyennes

pintaram seus rostos e v�o pegar as suas armas.

Voc� profanaram solo sagrado.

Viemos para homenagear os mortos segundo os

costumes do homem branco.

Mas � estranho ouvir falar um chefe Sioux a

linguagem do homem branco t�o fluentemente.

Desde o meu nascimento at� o meu d�cimo

segundo ano, fui criado por homens brancos.

E ensinado por homens brancos, em um posto do ex�rcito.

Portanto, eu sei o que est� no seu cora��o.

E no meu.

Mas voc� deve saber que n�o queremos

causar nenhum dano ao seu povo.

Voc� n�o entende.

Tudo isso, agora pertence ao meu povo.

Uma parte de suas vidas, uma parte de sua f�.

Os esp�ritos dos mortos v�o renascer outra vez,

nos corpos e nas almas dos Sioux e dos bravos Cheyennes.

At� mesmo os esp�ritos de seus cavalos ser�o

migrados param os nossos pr�prios p�neis.

E Custer, o grande guerreiro do cabelo amarelo,

viver� nos cora��es e nas mentes dos Sioux.

Ele tem alimentado os nossos bravos

com o sua pr�pria coragem e sabedoria.

Que enviou o esp�rito que agora pertence a n�s.

Mas Young Hawk sabe que � uma

cren�a de apenas supersti��o.

O homem branco acredita nos miraculosos

poderes dos seus pr�prios santos

e na verdade da f� dentro dos ensinos pr�prios

nada mais � do que supersti��o?

Existe uma cren�a de meu povo,

que, se o corpo de cabelo amarelo for removido

seu esp�rito vai ir com ele.

E os frutos da nossa vit�ria ser�o perdidos.

O grande chefe do meu povo ordenou-me

que levasse cabelo amarelo para casa.

...para que descanse com honra entre os seus.

Meu povo, jamais o deixar� ir.

Basta!

Se h� uma escolha entre os mortos e os vivos,

vamos escolher a vida.

Capit�o,

eu e os homens j� decidimos o que � bom para n�s.

N�o est� apto para o comando e estou tomando-o.

Bates, voc� e seus homens ir�o � corte marcial.

Estamos aqui sentados e n�o vai conseguir que levemos Custer.

Vamos embora.

Estou com voc�, Sargento.

V�o ficar aqui e cumprir as ordens.

Voc� vai nos impedir Capit�o?

Sozinho?

� daqueles que considera que um homem

deve ter uma chance na a vida dele, lembra?

N�o desta vez. Ou voc�, ou n�s.

Se voc� puxar essa arma Bates, voc� est� morto.

Largue tua arma, Kruger. Isto � entre Bates e...

seu oficial superior.

Para o capit�o, Bates � louco quando �...

j� salvou duas tropas da 7�

e vem aqui com uma gangue como n�s a fazer o trabalho de homem.

Kruger, essa � uma ordem. Largue tua arma.

Pois bem Bates, dispare.

Ent�o voc� vai realmente ficar no comando.

Voc� n�o tem de se preocupar comigo.

Voc� s� tem que se preocupar com os �ndios.

Olhe para "eles"?

Est�o prontos para atacar Bates.

Voc� d� as ordens, sargento.

Diga a esses homens como salvar seus cabelos.

Bem, vamos l�, Bates. Fale mais com ele, tome o comando.

Qual � o problema? Voc� n�o tem coragem?

Acho que eu sou um louco.

Este solo � sagrado.

N�o devemos derramar mais sangue aqui.

Seu cora��o � um cora��o de valente Sioux.

Mas h� momentos em que voc� pensa

com a mente de um homem branco.

Tire seus cavalos daqui!

Use as carro�as como barricada! Movam-se!

Voc�s dois homens, j� vou indo!

Vamos l�, voc� guarda todos os tijolos de ouro!

Talvez voc� engane os �ndios pensando que esteja b�bado.

For�a! Voc� ouviu o que disse o capit�o!

Os fuzis ser�o poucos contra eles.

As lan�as ir�o perfurar seus cora��es.

A seta ir� queimar em seus corpos, mas eles v�o morrer.

Talvez mais devagar, mas apenas com certeza.

O que eles est�o esperando?

Sim. O que eles est�o esperando?

Refor�os?

Vou lhe dizer o que eles est�o esperando.

Que todos morram.

N�o s� pelas balas. Mas por sede.

Nossos l�bios inchados em nossas bocas

vamos sufocar at� � morte!

Estamos cercados... sem �gua, e tudo mais!

Benson queria estar com Custer?

Bem, deixe-os.

Vogel!

Proteja-se, j� idiota!

Voc� � idiota.

Com Benson agora, voc�s est�o

encurralados como ratos em uma armadilha!

Eu n�o. Estou dando o fora.

� Dandy, o cavalo do general!

Estamos nos retirando!

Os �ndios acham que � o esp�rito de cavalos

tamb�m � importante. Eles pensam que � Vick.

Kruger e seu cargo.

Ei olha os �ndios. Olha como eles est�o agindo.

Essa � a resposta. Eles acham que � Vick,

o cavalo que enterraram com o general.

Eles pensam que o esp�rito de Custer voltou para nos ajudar.

Ponham em a��o estas carro�as! Vamos montar e dar o fora!

Voc�s ouviram o capit�o! Vamos l�, estamos dando o fora!

Eu quero que v� daqui como se os �ndios n�o estivessem l�.

Dois a dois. Ho!

Tive a D.T.s no meu tempo, mas eles n�o podiam tocar isso.

Deixe-os ir em paz.

O esp�rito de cabelo amarelo tem falado.

Quero parabeniz�-lo pelo sucesso de sua miss�o.

Ser� relatado diretamente ao presidente.

Voc� pode perdoar um homem que por uma vez em sua vida

atuou como pai ansioso do que oficial do ex�rcito?

Sim, senhor. Se voc� pode perdoar um homem

que por uma vez na vida dele atuou mais como um noivo

do que como comandante das tropas da 7� Cavalaria.

Capit�o, volver!

FIM

FIM

FIM

Filme de ALTAIR.

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