All language subtitles for Viol+ςncia de Bandido Legendado (1952) Por

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Original subtitles

VIOL�NCIA DE BANDIDO (1952)

ACAUTELEM-SE COM O ROUBO DE TERRAS POR CONROY...

Me compreende agora, Sr. Conroy?

Preciso me livrar deste importuno.

Sossegue, chefe, cuidaremos dele.

Parece um cidade agrad�vel.

- Aonde vai? - Tomar informa��es no bar.

Com as mo�as, n�o obter� nada.

Conseguiremos informa��es no hotel.

Socorro! Socorro!

Assim o matam!

Parem!

N�o sei do que se trata, mas v�o saindo.

Esperem a�!

� sopa, meu amigo da conta do recado.

Agora � a vez de voc�s.

Sou grato � voc�s, me salvaram a vida.

- Quem eram aqueles? - N�o conhecem?

S�o homens de Conroy.

Somos forasteiros, viemos procurar um tal de Bailey.

Meu nome � Tim Holt e meu parceiro � Chito Rafferty.

Prazer. Me chamo Carson.

- Ent�o � meu conterr�neo. - O qu�?

Claro, meu pai era irland�s.

Parece que passou um furac�o por aqui.

Ajudaremos o Sr. Carson a arrumar isto.

Quem eram aqueles mesmo?

Pistoleiros de Conroy.

Ele veio comprar terras para a E.F. Texas e Golfo.

Quem lhe recusa os pre�os � maltratado e roubado.

Acho que a Cia. n�o aprovar� isso.

Eu j� apresentei queixa.

Me consultaram por ser Presidente do Conselho.

Escrevi ao Presidente da E.F., n�o recebi resposta.

Talvez ele n�o recebeu a carta.

� poss�vel, Conroy controla tudo.

- Nem os correios escapam. - Por que n�o o prendem?

E quem o prender�? Pecos n�o tem xerife.

Ningu�m se candidata ao posto.

Pena n�o estar aqui o homem que colocaria ordem nisso.

- Deixe me lembrar o nome dele... - Terry Moran.

O xerife de El Paso.

Ele � muito famoso. N�o � para n�s.

N�o � s� o dinheiro que atrai certa gente.

�s vezes duvido.

Ou�a, como Presidente do Conselho, por que n�o o convida?

- Telegrafe. - Nada tem a perder, tente.

N�o transmitem a mensagem. Conroy controla os telegrafistas.

Escreva, vamos transmiti-la.

- Qual o tel�grafo mais pr�ximo? - Red Bluff, 20 milhas � oeste.

- Por que fez isso? - J� decorei.

- � melhor procurarmos o Bailey. - � perto daqui.

- Ter� que passar por l�. - Obrigado.

- At� logo, Sr. Carson. - At� logo.

Apanharam de dois vaqueiros como esses?

Simples vaqueiros n�o lutam assim.

Talvez sejam agentes secretos.

Informe-se. Que sejam seguidos.

- Espere. - O que foi?

- Ouviu alguma coisa? - N�o.

Pois j� vai ouvir.

Vamos sair da estrada.

Por que est�o nos seguindo?

N�o esqueceram a surra. Todos nos viram partir.

Me parece que tem olhos atr�s da cabe�a.

Estamos atr�s deles, demorar�o a perceber.

Ol�, Bailey.

Quem foi que lhe fechou os olhos?

- N�o � de sua conta. - N�o perguntei por mal.

Dois cavaleiros passaram por aqui h� uns dez minutos?

N�o reparei, n�o estou aqui para isso.

N�o disfarce e responda.

N�o me agrada seu modo de falar, seu cafajeste.

Soubesse que os perseguia, at� os ajudaria. Sumam daqui!

Bom dia, Sr. Bailey.

- H� uma semana os esperava. - Partimos ao receber sua carta.

A enchente no Rio Grande nos atrasou.

Aqueles caras nos procuravam.

Ent�o essa quadrilha persegue voc�s?

Sim.

Venham, tenho muito trabalho para voc�s na fazenda.

N�o podiam sumir, volte e averigue onde se desviaram.

Por que depredaram o escrit�rio? A hist�ria do Carson n�o convence.

� verdade, tamb�m me marcaram.

Por isso eu os chamei.

A E.F. quer esse local para esta��o de carga.

Rejeitei v�rias ofertas de Conroy.

- N�o quer a estrada? - Quero.

Resolveria o transporte do gado do Texas.

Mas tenho direito a um pre�o justo e eu o obterei.

Se me mostrarem, voc�s me garantir�o.

N�o se preocupe, pode contar conosco.

Se o Sr. Carson contratar o Terry Moran,

pode dispensar os guarda-costas.

Mas eu preciso garantir o meu lado.

Sossegue, n�o o abandonaremos.

Isso me tranquiliza.

V�o ter a ajuda de Moran.

Nosso contato come�ar� logo que voltem.

Vamos, Chito.

Atr�s do meu celeiro h� um atalho para Red Bluff.

- At� amanh�. - Deixo com voc�s.

Certo.

Alto!

Desmontem.

Joguem os cintur�es.

- Chama- se Tim Holt, certo? - Sim.

E voc�?

Chito Jos� Gonzales Bustamante Rafferty.

- De onde vem? - Loredo.

- O que fazem aqui? - Procuramos emprego.

- Conhece Latimore? - N�o.

- O que faziam no Bailey. - J� disse, procurando emprego.

Mostre as m�os.

S�o mesmo m�os de vaqueiros.

- Para onde v�o? - Para Loredo.

� por isso. Uma lembran�a nossa.

E que n�o voltem mais � Pecos.

Com olho preto, ter� aspecto de valent�o.

� olho por olho.

Por que se interessam tanto pelos bolsos?

Procuram distintivos.

Posto de xerife n�o me interessa.

Distintivo � alvo para pistoleiros.

- Quer saber de uma coisa? - O qu�?

As balas n�o rebatem.

Tenho m�s not�cias.

Pecos contratou um novo funcion�rio.

Novo? N�o � a primeira vez.

Mas desta vez � um homem que sabe manejar uma arma.

A fama desse bamba no gatilho n�o me assusta.

Se n�o conseguir suborn�-lo...

Como chamava o xerife que o expulsou de El Paso h� 2 anos?

Terry Moran.

Terry Moran?

Por que o telegrafista n�o nos informou?

Ele afirmou que n�o foi por aqui.

- Que dia � hoje? - Vinte e cinco.

N�o quero Moran por aqui.

A dilig�ncia tem que passar por Payo Rocks.

- Faremos uma emboscada. - Espere.

� um caso pessoal meu.

Ainda tenho marcas deixadas por Moran.

Trataremos disso. Traga os cavalos.

S� come biscoitos? Precisamos de uma cozinheira.

Uma bonita senhorita.

Por que n�o gosta da comida do Sr. Bailey?

Eu n�o me queixo, os biscoitos s�o �timos.

S�o bons.

- Ol�, Bailey. - Ol�.

Ol�, amigos, chegou o telegrama.

Terry Moran. �timo.

Enfim, ter� um xerife de fato.

Conroy sabe que ele vem.

Por que avisou?

N�o avisei! Eu queria at� fazer surpresa.

O povo quer dar as boas vindas ao Moran.

A dilig�ncia deve ter escolta.

Vamos providenciar.

- Se o senhor aprovar. - Claro.

Volte a cidade para receb�-lo.

Crive de balas o cocheiro ao se aproximar.

- N�o acertou os dois. - N�o tem problema.

Temos tempo de chegar � cidade primeiro.

- Est� bem? - Acho que sim.

- S� assustada. - � a �nica passageira?

Sim. Pensei que isto ia virar.

- Est� ferida! - Ligeiramente. Nem percebi.

- Foi por causa dos trancos. - � um ferimento leve.

-Vou lev�-la ao m�dico. -Sorte ter aparecido.

O primeiro tiro me apavorou.

Me deitei no ch�o com o barulho assustador.

Foi isso que a salvou.

Nos emboscaram nas rochas para nos roubar.

- Quantos eram? - Preferi me salvar a cont�- los.

- Pronto. - Obrigada.

Tim! Ele est� bem ferido.

- Como vai, senhorita? - Chito, coloque-o l� dentro.

- A cidade est� longe? - H� 60 milhas.

Irei junto com ela.

- Para qu�? - Para proteg�-la.

- � preciso proteg�-la de voc�. - De mim?

- Saia para a rua. - Por que a pressa?

Ningu�m sair� da cidade ap�s chegar a dilig�ncia.

Preparem-se para conhecer o novo xerife.

Me ajudem aqui.

- Houve uma emboscada. - Mataram o Moran?

- Eu sou Terry Moran. - Com licen�a, mo�a.

- Disse alguma coisa? - Sou Terry Moran.

Imposs�vel. Deve haver um engano.

� o Sr. Carson? Eis o seu telegrama. Aceitei o posto.

Foi enviado ao famoso delegado de El Paso.

� meu pai. Posso lhe explicar em particular.

Me prenda, por favor. Sou uma peste!

Que tipo de homens s�o? Ela est� ferida.

Ferida?

Por que n�o disse? Precisa de um m�dico.

Venha comigo.

Voc�s que passaram o telegrama, n�o �?

Sim. Pena que n�o domina em Red Bluff tamb�m.

Eu disse para n�o voltar � Pecos.

Eu me lembro disso.

Tim!

- Fique aqui na cidade. - Para qu�?

Vigiar a mo�a. Podem tentar mat�-la de novo.

- Ser� que foram eles? - Foram eles, mas preciso provar.

Vou procurar provas no local.

N�o perca a mo�a de vista.

Al�m da falsa apresenta��o, voc� cometeu fraude.

Fraude? Tenho aqui o telegrama.

Dirigido � Terence Moran!

N�o vou deixar que grite com a senhorita!

- N�o � da sua conta. - Cumpro ordens do Tim.

- Preciso de um emprego. - Isso � rid�culo.

N�o vou deixar Pecos cair no rid�culo.

Meu pai est� hospitalizado por causa de uma antiga ferida.

Xerife honesto, nunca enriquece.

Preciso cuidar dele, sempre o acompanhei.

Estou a par de tudo que se refere ao seu cargo.

Quando melhorar, retornar� ao posto.

Precisamos de um xerife que atire e depois pergunte.

S�o 15hs, pegue a dilig�ncia das 16hs, apanhe a passagem comigo.

O que faz aqui? Mande vigiar a mo�a.

Ela disse que o pai est� num hosp�cio.

Espere um momento...

Ouvi ela dizendo que ele est� num hosp�cio.

- Em um hospital? - Foi o que quis dizer.

E o Sr. Carson vai mand�-la de volta.

- Eis suas despesas. - N�o aceito.

E a passagem para El Paso.

- N�o sou covarde, n�o fujo. - N�o importa, tem que ir.

N�o vou. Passou o telegrama?

- Sim, eu... - Pois n�o recue.

Meu nome � Terry Moran.

- � legalmente respons�vel. - � uma impostora.

O telegrama menciona Sr. Terry Moran?

N�o.

Pois � contrato v�lido em qualquer tribunal.

O que me diz? Ali�s tenho tempo para resolver.

N�o adianta discutir comigo. Tentaram me matar!

- Como sabe? - Me enganaram.

- Preciso do posto para investigar. - Mas voc� � uma mulher!

Sou mais homem que os xerifes que j� tiveram.

Preciso provar ser competente.

Eles n�o respeitam ningu�m.

Meta-se com eles e levar� chumbo!

N�o diga. Me d� uma arma.

N�o fa�a isso!

Ei! Pensa que aqui � barraca de tiro ao alvo?

Estou contratada?

- O que se pode fazer? - Contrat�-la.

� melhor, ante que destrua este local.

- Coloque um em voc�. - Chito Rafferty � perito nisso.

Devolva isso.

Ouvi dizer que foi voc� quem passou o telegrama.

� um tanto respons�vel por mim.

- Isso mesmo, tem raz�o. - Quero-os como auxiliares.

E o Sr. Bailey?

Ele � mais importante que a comunidade?

N�o podemos deix�-lo sem a sua permiss�o.

Aguardarei sua volta no gabinete do xerife.

- Reuniu os homens? - Est�o a� fora.

V� buscar a assinatura de Bailey para a venda.

E se ele se recusar?

Ele � esperto. Ofere�a-lhe o que ele pedir.

Reviste-o.

- Desarmado. - � assalto?

� mais perito nisso do que n�s.

Chito, olho nele.

O que tem a�?

- Meu gabinete. - Vamos ver.

- Abra o cofre. - Me recuso a isso.

Vou come�ar a contar.

- Tira a arma da�! - � melhor para atirar na nuca.

- Come�o a contar. 1... - N�o. Vou abrir.

Quanto dinheiro! Dev�amos ser bandidos.

- Chito! - Por que n�o?

- O que tem a�? - Roupas e pertences.

- Vamos ver. - Conto de novo?

N�o.

Se soubesse o que procuram, podia ajud�-los.

Com quem estava em Payo?

Quer implicar-me no assalto da dilig�ncia?

Sabia da vinda do xerife e n�o o quer aqui.

Absurdo!

Interferiria em suas negociatas.

Meus neg�cios est�o no fim. Pouco me importo com xerifes.

� um covarde!

Acho que � um embusteiro.

Em espanhol quer dizer "mentiroso".

Isso � pouco.

- Te dei $15.000. - Aqui tem s� $1.500.

- Quer me sacanear? - V� com calma.

Me devolva esse t�tulo!

- Conroy n�o mandou mat�- lo! - Vamos embora.

O que far�o quando acharem o Bailey?

Nada.

Voc� n�o tem mem�ria?

Se esqueceu da surra que levou?

O que houve?

- Onde se meteram? - Na cidade.

- Estavam atr�s de mulheres? - Apenas uma.

Eu sabia. Mandei escoltarem o xerife!

Fizemos isso. O xerife � uma mo�a.

- Uma mo�a? - Isso mesmo.

�amos voltar, mas os acontecimentos impediram.

Contratei voc�s por que preciso de prote��o!

Quando preciso, somem! Veem este dinheiro?

Deveriam ser $15.000 pela venda do rancho, s� tem $1.500.

- Aquele sujo! - Quem que te agrediu?

Conroy e seus capangas! Aqui est� seu sal�rio por...

servi�os n�o prestados. Agora saiam daqui!

N�o quero mais v�-los. Defenderei minhas terras sozinho!

Quando ele se acalmar, conversaremos.

O melhor � agirmos logo.

Muito bonito.

Nomeei-a xerife e as coisas pioraram.

- S� se o Bailey mentiu. - Ele n�o mente.

Eles tem os pap�is na m�o.

Conroy agora est� com tudo.

Entregar� tudo a E.F. e nada podemos fazer.

Chito, fique �s ordens de Terry at� eu voltar.

- Aonde vai? - A estrada de ferro � ben�fica.

Nunca foi preciso de viol�ncia para agir.

Latimore � correto e honesto. Vou lhe explicar a situa��o.

- Isso deve valer muito. - Apenas $13.000.

O 13 da sorte.

Tendo dado a Latimore mais de $100.000, isto � mis�ria.

$100.000? Um belo de um lucro.

Harris chegou. A E.F. aceitou as minhas condi��es.

� s� cobrar de Latimore.

Bailey n�o desimpediu o rancho.

N�o � legalmente nossa?

Os rapazes j� expulsaram os outros valent�es.

Bailey � o �ltimo que resta.

N�o percamos tempo. Tomaremos conta de tudo que � nosso.

N�o se aproximem!

Vamos tomar posse, Bailey!

- Esse danado! - Vamos afugent�-lo.

- Nada de viol�ncia! - E o que pretende?

V� at� a cidade e traga o xerife.

Temos direito de tomar posse disso protegidos pela lei.

Que prazer em v�-lo.

Tamb�m me alegra ter voltado.

Falei com Latimore.

Disseram que foi a Big Space.

Cobriu essa dist�ncia em 5 dias?

Foi f�cil localiz�-lo.

Est� furioso com o caso, mas quer provas contra Conroy.

Vem hoje � Red Bluff e quer v�-lo antes de falar com Conroy.

Saberei abrir os olhos dele.

H� desordens no rancho do Sr. Conroy.

- N�o seria o rancho do Bailey? - O Sr. Conroy o comprou, lembra-se?

E o Sr. Bailey nos recebeu � bala.

Tomaremos uma provid�ncia.

� melhor ficar.

N�o me esquivo de meu dever.

N�s resolveremos isso.

Podem feri-la. O Bailey bravo � perigoso.

Evitem novo atrito com Conroy.

Ele ter� bastante encrenca ao enfrentar Latimore.

Sr. Carson, n�o v� a Red Bluff sem escolta.

Prendam o Bailey. Ele feriu um dos meus.

- N�o � grave. - Quer que me exponha?

Dou-lhe cr�dito.

Chito, mantenha o Bailey ocupado.

- Atiro nele? - N�o, s� na casa, sem feri-lo.

Est� louco?

Tamb�m ficaria se fosse espoliado.

Por que n�o conferiu o dinheiro antes?

Ele agora � o dono legal e tenho que prend�-lo.

-Prender? Eu? - Sim, para proteg�-lo.

O que fiz por voc�s quando pequenos!

- Viver para ter que ver isso! - Vamos, ande!

Monte.

Estenda as m�os. Chito, traga os cavalos.

- Lamento o inc�modo. - S�o os ossos do of�cio.

Mas, Tim, o Sr. Bailey � meu amigo.

Preferia ajud�-lo a prend�-lo. Pe�o demiss�o.

Certo, devolva o distintivo.

Agora farei meu dever sozinho.

Tim!

- Est� tramando algo. - Como adivinhou?

Ajudaremos o Sr. Bailey.

Muito bonito isso! Prendem sem crit�rio.

- � isso que d� xerife de saias. - N�o a culpe.

N�o queremos prejudicar o Bailey. � um velho amigo.

Velho amigo? Isso s�o modos de...

tratar um amigo? N�o tem desculpa.

Quanto a voc�, mocinha. Vou lhe comprar a passagem.

Acalme-se, agora n�o me mere�o ir embora com...

um crime para resolver.

Crime? Mataram algu�m?

Sim, o guarda da dilig�ncia.

Conroy � o respons�vel. Vamos, Chito.

S� um momento. J� atendo.

Me desculpem, mas lavava as m�os.

� bom limp�-las.

- O que desejam? - Onde est� o Conroy?

N�o sei, voltei agora.

Espere. Para qu� isso?

Parece novo.

Acabei de limp�-lo, por isso lavava as m�os.

- Como quebrou a coronha? - Nunca a teve quebrada?

Chito.

Oh, n�o! Nada de truques comigo.

A coisa est� ficando preta, n�o?

- Atacou a dilig�ncia, hein? - N�o.

- N�o tente mentir. - N�o fui eu!

Mas esteve l�.

Atirou, feriu o guarda e ele morreu.

Com quem estava?

Nada contarei e nada pode provar.

Veremos. Venha.

- Prenderam Garret. - Sim, n�o sei por que.

Podemos soltar o Bailey. Este que matou o guarda da dilig�ncia.

Tenho provas.

Parab�ns! Sabia que dariam conta do recado.

Que mudan�a t�o repentina, n�o?

N�s, Carsons, temos humor vari�vel.

Que bom poder sair daqui. Posso ir ent�o?

Ainda bem que n�o matou ningu�m.

Chito, devolva-lhe a arma e o cintur�o.

Quero o senhor e Carson l� em Red Bluff.

Para que contem tudo � Latimore.

Com prazer.

E podemos levar outros maltratados como eu.

- N�o ser� preciso. - Certo.

Posso ir tamb�m?

Carson n�o vai deixar Latimore falar.

� melhor ficar. Tenham cuidado, voc� e Terry.

Ele n�o soltaria Bailey sem motivo.

Sim.

Quem me preocupa � Garret. Se eles o for�arem a falar.

- Ele n�o ir� nos delatar. - Conv�m n�o arriscar.

Vigiem a cadeia.

Vamos, Garret, conte que Conroy esteve com voc� nas rochas.

Por que n�o me deixa ir em paz?

N�o demorarei muito aqui.

Conroy colocar� isso aqui abaixo.

Talvez lhe de essa oportunidade.

Vou ao rancho buscar Conroy. Acareados, eles falar�o.

Ningu�m gosta de forca.

Chito, v� com o Tim e cuide bem dele.

- E de mim, quem cuida? - Me preocupo com ambos.

- Aonde vai? - Ela mandou eu cuidar de voc�.

Nada disso. Fique vigiando Garret.

Ela tem arma, atirar� se preciso.

Carson tem raz�o.

Isso n�o � lugar para xerife de saias.

Tem raz�o. Eu ficarei.

Sa�ram ambos. Eis nossa oportunidade.

Certo.

- Te mandei ir com o Tim. - Mas ele n�o quis.

Conroy est� com o bando.

Tim pode domin�-los com uma m�o s�.

- A chave da cela. - Est� na mesa.

- Do que o acusam? - Homic�dio.

Sabem que estivemos juntos no assalto da dilig�ncia.

Temos que parar Bailey e Carson. Foram ver Latimore em Red Bluff.

Tranque-a.

Chito! Chito!

V�o det�-los! Pego as escrituras e vou alcan��-los.

Chito! Chito!

O que houve? E o Chito?

Soltaram o Garret e foram atr�s de Carson e Bailey.

Vamos.

Nem adianta tentar fugir.

Apareceram na hora certa.

Que tal o xerife de saias?

Escreverei um artigo elogiando as mulheres.

- Achei todas as escrituras. - Bom, entregue ao xerife.

V� buscar Latimore. A E.F. lhe ser� grata.

Monte.

Vamos, Chito, acorde, acorde!

Onde est�o? S� o que faltava!

Meu distintivo. Vou mat�-los!

O que faz aqui?

Pensei que o tivessem soltado.

Eu andei sonhando?

N�o aconteceu nada. Foi s� um sonho.

- E esse galo na cabe�a? - N�o sei.

Me lembro que estava sentado.

J� sei. Ca� e a cadeira me bateu na cabe�a. Simples n�o?

Sim, Chito. Foi bem simples.

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