All language subtitles for The.Story.of.Dr.Wassell.DVDRip.Xvid.AC3.AlliedForce

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Original subtitles

PELO VALE DAS SOMBRAS

O m�dico rural

sempre foi s�mbolo de coragem,

da entrega e da abnega��o.

Todos gostam dele, mas poucos lhe retribuem.

Sim senhora, � um menino.

De uns quatro quilos, eu acho.

Ele traz seus pacientes ao mundo

e os ajuda quando o abandonam.

� um homem calmo e filos�fico.

Seu trabalho, na paz ou na guerra � salvar vidas.

Ent�o � t�pico

que o Dr. Corydon M. Wassell do Arkansas

se encontrasse na perigosa �rea das �ndias Orientais Holandesas

quando a poderosa Armada Japonesa se lan�ou sobre Java.

L�, um punhado de navios de guerra Holandeses e Americanos

presos no Mar de Java, resistiram desesperadamente

contra a frota japonesa.

Destro�ado e em chamas um navio atingido pelas bombas

derivava pela costa sul de Java.

Com o leme destru�do, o radar inoperante

e seu duplo conv�s em ru�nas,

o fogo e a �gua disputavam o barco.

As brigadas anti-inc�ndios e as equipes de bombas

lutavam sem descanso durante dois dias por suas vidas.

Desprezando o perigo, as equipes de manuten��o

encharcados de petr�leo e cegos pelo vapor quente

arriscaram suas vida para tentar obstruir

as entradas abertas nos costados do barco.

A Radio T�quio informou que fora destru�do em batalha.

Mas as incr�veis fa�anhas dos que o mantiveram � tona

imortalizaram o nome

do cruzador americanos Marblehead.

Dois dias depois, em 6 de fevereiro de 1942,

Um trem hospital fretado pelos holandeses

e comandado pelo Dr. Wassell

parava diante do Marblehead em Tjilatjap

para recolher os feridos.

- Levanta. - Cuidado, a� em baixo.

Cuidado, ou acabar� com ele.

Cuidado, vai derrub�-lo.

- Segurem as passarelas. - Sim, senhor.

Vamos.

- Logo estar� em casa. - N�o me fa�a rir, doutor.

H� outros treze no conv�s que tamb�m voltar�o logo para casa.

Mas o que � isso aqui? Deixe-me no ch�o.

Algu�m diga aonde me levam. Que buraco � esse?

Est� em Java, marinheiro. Teve um probleminha, nada mais.

- Aonde, doutor? - Com os meus amigos, por favor.

Estar� por sua conta. Ao terceiro vag�o.

Dr. Wassell, aqui tem um sem placa.

As holandesas s�o t�o eficazes quanto lindas.

- Est� muito ruim. - Sim.

Algu�m conhece esse rapaz?

� o Hopkins, senhor. Do Arkansas.

Nossa, um conterr�neo meu.

Para a emerg�ncia, doutor?

- Sim, preparem uma transfus�o. - Sim, doutor.

Parece completamente morto.

Cuide dele.

Cuidado, cuidado.

J� chega. Tire as m�os de cima de mim.

Vou reclamar com o capit�o.

Quero sair daqui. Voc� vai ver quem est� saud�vel.

Tudo bem agora, calma, rapaz.

O Marblehead volta para casa. Vou com ele.

N�o poder� me impedir.

Vai voltar quando tirarmos esse estilha�o de obus japon�s.

Ningu�m vai me separar do meu barco.

Seu barco est� destru�do, rapaz.

Como eu, suponho.

- Est� dif�cil com os alterados. - Sim, senhor.

Vejo que continua lidando com os desenganados, Dr. Wassell.

Ping!

Mas como chegou aqui?

Tive a honra de servir no Marblehead.

Voc� se alistou na Marinha? O que o trouxe � China?

Segui sua pista, doutor.

Mas acho que j� n�o posso seguir.

Acho que eu tinha mais saudades do que voc� pensa.

Isso � muito lisonjeiro, Dr. Wassell.

Falaremos sobre tudo isso no trem, Ping.

Vou te escolher uma.

Ei boneca, preciso de um servi�o.

- Vou te pegar no trem. - J� me pegaram no Marblehead.

Sabe? Me lembra a luz do luar

sobre o rio Harlem.

N�o falamos do que voc� se lembra.

S�o meus ouvidos, doutor. Est� tudo confuso.

- Sim, j�. Enfermeira, cuide dele. - Sim.

Maqueiros, venham aqui.

Continue deitado e quieto.

- N�o levantarei um dedo, senhorita. - Levem-no.

Um momento! O da ins�gnia de m�dico, venha aqui!

Meus homens est�o esmagados e n�o para de mov�-los por a�.

O que espera? N�o o vejo. O que arrebentam na ponte?

E para come�ar, quem est� no comando do trem?

- Sou eu. - E ent�o por qu�?

Me pergunto como � que continua vivo e gritando.

Da parte do capit�o Hudson, que os translade imediatamente, senhor.

Tem que recolh�-los. Quem �?

Bill Goggins, comandante do navio.

Devem ter passado muito mal. Cumprimente o capit�o Hudson.

Pronto para ir, doutor?

Acho que est� tudo pronto. Em marcha.

Adeus e obrigado por ajudar com os rapazes.

Aos que v�o para a Austr�lia, boa viagem.

Cory!

- Ol�. - Ol�.

Ent�o, se alistou na Marinha.

Eu. . . sim. Ping est� aqui, voc� sabe?

Sim, me perguntou se eu tinha te perdoado.

E?

Descobri que mentiu para mim, Cory.

Ah, isso.

O Dr. Wayne estava com voc� quando a guerra come�ou.

Estavamos todos em Hong Kong.

Pois se sairam bem parados.

Muitas felicidades para os dois.

Cory, o trem!

Agimos como tolos na China, Cory.

Sim, especialmente eu.

Desculpe, este n�o era o Dr. Wassell, de Jiangxi?

Sim.

Por que teve que ir embora?

Porque terminou o seu trabalho.

Sim claro, naturalmente.

- Ainda assim, teve algo estranho. - Sim.

- Esqueceu alguma coisa, doutor? - Oxal� fosse poss�vel.

Come�aremos com os casos cr�ticos, enfermeira. . .

Sou a enfermeira Bettina.

Francis, de Idaho.

- Um cowboy aventureiro, n�o? - Isso era de crian�a, doutor.

Ser� em alguns meses.

Kraus. Peda�os de destro�os.

- De onde voc� �, amigo? - De Fond du Lac.

- Haver� boa pescaria. - Sim senhor, para fritar.

Na minha cidade s� h� peixe de lama. Precisa de algo?

Sim, alguns ovos com bacon, uma doutora

e me levar para outro japon�s.

N�o acredito que tenha nenhum no trem, mas pedirei para lhe guardarem um.

- Morgetti. Fraturas expostas. - Ol�, doutor.

Quando se come, aqui?

Antes terei que te consertar algo para voc� poder comer.

Este � Anderson, doutor. De Massa. . .

Massach. . . usetts?

Por favor, repita. Eu gosto.

Parece que voc� o agrada, Bettina.

- � perfeita, doutor. - Obrigada, Massachusetts.

Ei, tem plano para depois do trabalho?

Este n�s podemos pular.

Ver� Dr. Vranken, n�s chineses entendemos este inimigo.

Acredite, � mais perigoso do que o mundo pensa.

A base naval de Singapura vai det�-los.

N�o temos doadores para o Hopkins, doutor.

O �nico sangue compat�vel � o da enfermeira javanesa.

- Est� pronta? - Sim, doutor.

- Bem, volte para os outros. - Sim, senhor.

Enquanto Cingapura amea�a seu flanco, Java est� segura.

Mas se cair, seu belo hospital se tornar� uma armadilha.

Cada balan�o do trem aproxima esses rapazes de uma selva

da qual nem Deus os tiraria.

Bem, no meu pa�s sempre dizemos: "Isso n�o acontecer� comigo."

Suponho que n�o vai desmaiar, certo?

Doutor! Sou enfermeira formada.

N�o a incomodaria, mas estamos com falta de plasma.

- Como se chama? - Se eu disser voc� vai rir.

Claro que n�o.

Meu chamo Trimartini.

Tr�s Martinis?

Para ele, esses tr�s martinis v�o parecer de p�rolas,

porque lhe salvar� a vida.

Fico muito feliz que vai viver gra�as a mim.

N�o se preocupe, doutor.

Vai ser duro ter que morrer.

Mas ser� muito pior se ficar vivo.

Acha que ficou aleijado.

Quer morrer.

� do Arkansas, n�o?

Ei conterr�neo, o que isso te lembra?

Isso � um porco do Arkansas.

J� voltar� a comer bacon.

Quase tinha esquecido do Arkansas.

E para mim, at� que vi um fantasma esta manh�.

O fantasma de um porco?

N�o, mas s� os porcos me fizeram sair do Arkansas.

Como assim?

Bem, eu era um m�dico rural itinerante no Arkansas.

O problema era que todo o mundo me pagava com porcos.

Cory, tem mais paci�ncia que um santo por receber sempre em porcos.

A verdade � que estes porcos que me d�o n�o pesam muito.

Quase me arrependo de ter pendurado essa placa.

VENDE-SE PORCOS BARATO

Olha esse, como parece bobo.

Me deram por cuidar do reumatismo do tio Henry.

A verdade � que parece ele.

E aquele me deram por trazer ao mundo seis beb�s.

Assim recebe as contas, Cory? Um porco por seis beb�s?

Bem, a colheita de beb�s tem sido melhor que dos porcos, ultimamente.

Calma a�. Para tr�s.

- Eu trouxe-lhe uma carta, Cory. - Uma carta?

- A carta chegou pelo correio? - Claro, n�o veio sozinha.

Deve ser um engano, nunca escrevi para ningu�m.

� outro folheto de propaganda.

UMA DAS NOSSAS ENFERMEIRAS NA CHINA

Uma chinesa muito bonita.

Como acha que pagam os m�dicos na China?

N�o sei. Talvez em chop suey.

At� mais, Cory.

Vamos, vamos, volte aqui.

Se alistou na Marinha para fugir dos porcos?

N�o, mas por causa deles estou na China.

E conheceu a enfermeira bonita?

Bem, isso � outra hist�ria.

Voc� deve dormir. Pode contar porquinhos.

� melhor ficar com ele.

Vou ficar com ele para sempre.

O seu sangue e o meu sangue se misturaram.

Ele � parte de mim e eu sou parte dele.

Para sempre. � algo bonito.

Eu gostaria de um bom prato de. . . O que foi?

Acabamos de saber pelo r�dio.

A grande base naval de Cingapura caiu.

Cingapura?

Meu Deus!

For�ando a garganta, Murdock?

� gargarejo, idiota.

Ei, o que � isso?

Uma bola de beisebol, Tresmartinis.

O que � beisebol?

Bem, tem que bater com um bast�o.

Como? Com uma bateia?

N�o, um bast�o. Um bast�o � um pau que. . .

Bem, chega. Bom linda, tira o resto.

S�o do meu tio.

Bem, acho que seu tio � uma mulher.

- Sua esposa, talvez? - N�o. Ainda n�o.

Esse � o meu amuleto. N�o deixe cair.

� s� um pouco de terra do Arkansas.

Um pedacinho dos Estados Unidos.

Ama muito esse lugar, Arkansas?

E muito.

O que significa "Arkansas"?

� o para�so.

Acho que gostaria de ir com voc� para

o Arkansas.

Faria muito sucesso nas associa��es femininas de ajuda.

N�o preciso de ver para dizer quem � quem.

Esta � minha irm�zinha de cinco anos.

- � uma crian�a bonita. - Sim.

Gostaria de v�-la novamente.

Bem, ouvi-la.

Sim, sim.

Agora esse polegar.

Vai bem. E agora os outros dedos.

Est�o �timos.

Logo poder� escrever com essa m�o.

Gostaria de escrever uma carta para. . .

Sua namorada, eu sei. Vamos ver a outra m�o.

Um dedo ap�s o outro.

- Bettina. - Sim.

- Est� paralisada. - Claro que n�o. Tente para ver.

� isso. Voc� viu?

� um milagre.

Vamos, n�o tem vergonha?

Estava brincando comigo!

Meu bem, h� algo em voc� que lembra o clar�o da lua

sobre o prateado do rio Harlem.

Tenho um presente para voc�.

Me lembra uma garota de Los Angeles.

O mesmo cabelo e o mesmo olho.

- Tem �gua no c�rebro. - N�o, n�o.

- Abra. - Primeiro temos que depenar.

O que precisa fazer � dar um bom golpe.

N�o � t�o forte como os javaneses.

N�o, heim?

Sessenta mil. E com equipamentos pesados.

Aqui o posto PLV4 em Java.

Vejam o que as holandesas mandam para os rapazes: Cigarros. . .

Ouviu as �ltimas noticias?

A cidade est� cheia de boatos. Inclusive disseram que

os japoneses desembarcaram em Java.

Em Java?

Sessenta mil nas �ltimas dez horas.

Nos superam em cinco para um.

Avan�am de ambos os extremos da ilha, Cory.

A menos que sejam detidos

nenhum dos seus quarenta e dois feridos poder� escapar.

Meu Deus!

De qualquer forma vou dar as coisas para os rapazes.

Isso.

� uma dan�a de loucos.

De loucos? � que n�o sabe rebolar?

- Quer dizer dan�ar. - Exatamente. Isso.

Bem, n�o dan�o como ele.

Mas sei umas bonitas dan�as javanesas.

Agora vai ver.

- Quando come�a? - Sim, quando?

Assim n�o. Rebola!

- Quer dizer, como nos filmes? - Sim!

Isso � outra coisa!

Todos aos seus postos!

Abaixem o perisc�pio, rapazes!

- Deixe a Tresmartinis em paz! - Todos para a cama!

Posso saber que arruma��o est� fazendo?

Estou fazendo esta cama.

O que faz � coloc�-los a mil.

N�o, n�o, foi minha culpa.

Pois seria mandada embora se a enfermeira chefe entrasse.

O que traz a�, doutor? Cigarros?

Sim e doces das senhoras holandesas.

Quem quer cigarro?

- Obrigado. - Obrigado, doutor.

Vai passando.

Tamb�m chegaram cartas da Austr�lia. Hoppy.

Alabama, esta para voc�.

N�o abra, doutor. Quero preserv�-la um tempo.

Johnny.

Onde est� o Johnny?

Acho que aprendendo javan�s, senhor.

Diga "ameixa" e j� ver�.

"Ameixa".

Espera meu bem, me chamam.

Lhe dei um coco e voc� nada!

Mas, doutor!

Vamos Johnny, tire as cal�as.

� que sou son�mbulo, doutor.

Sonhou que era um vaso?

Vamos, tire.

Mas doutor, as cal�as s�o sagradas.

Voc� n�o me ouviu?

- Sim, senhor. - Enfermeira.

Onde vai colocar?

- Coloque no cofre. - Sim, doutor.

Bom truque.

Obrigado, doutor.

Doutor! Desculpe, senhor, pode abrir a minha carta?

Claro, Hoppy.

Leio para voc�?

Eu agrade�o, para mim � meio dif�cil.

Vem de Saint-Charles.

Sim, � da Alice. O que diz?

"Querido Hoppy". Bonita letra.

"Faz um m�s que n�o escrevo, mas tenho motivo.

Primeiro, mam�e pegou resfriado, mas este n�o � o motivo.

Hoppy, tive tempo para pensar em n�s recentemente.

Ent�o eu tenho que dizer."

- Dizer o qu�? - Bem, est� um pouco confusa.

Confusa como? O que aconteceu?

- Conhece um Dick Lubbock? - N�o.

Ah, sim. Trabalhava comigo no armaz�m. O que tem ele?

Se casaram, Hoppy.

� hora do rem�dio.

Ei, veja, Hoppy. . .

essas coisas acontecem. Todos passamos por isso.

Esse � um canh�o de dezesseis mil�metros.

Se for da Marinha, como chegaram t�o perto? De patins?

Voc� aposta cinco d�lares, Andy?

Guarde o seu dinheiro, Johnny. S�o pr�ticas de tiro.

Pr�ticas de tiro?

Sim. S� que o alvo somos n�s.

- Todos para o abrigo. - �s ordens.

� um alerta. Um bombardeio a�reo.

N�o entrem em p�nico. V�o para o abrigo.

Convalescentes e feridos ao abrigo.

- Os outros, debaixo das camas. - �s ordens.

Aqueles que andam me sigam.

- Enfermeiras! - Bettina, ajude o Dr. Wassell.

Coloquem as camas vazias nas janelas.

As outras em c�rculo no centro, Bettina.

Coloquem as camas em c�rculo!

- Levante, Johnny. - E minhas cal�as?

Se cubra com o len�ol. Venha comigo, Ping.

Tire o Morgetti da cama e traga-o para c�.

Soltaremos uns fogos de artif�cio quando voltarmos para a China.

Espero que n�o tenham esse tamanho.

Obrigado, Dr. Wassell.

J� sabem o que Hirohito disse, rapazes:

- por que andar se pode te queimar? - Solta j�.

Oh, lua encantadora que n�o sabe de mim. . . ai!

- Fique debaixo da cama. - Sim, senhorita.

Johnny, nos ajude com essas camas.

- Francis, pare com esse barulho. - �s ordens.

- Por que fecha as portas? - Por seguran�a.

Deixe-as ou voc� pode encher o rosto de vidro.

Cuidado Hoppy. Devagar.

Eu teria que te ajudar.

Os que enxergam, podem ver alguma coisa?

V�em as molas da cama. N�o est� perdendo nada.

Se isso � um sonho, desliga o despertador.

Gostaria de estar sonhando.

Agora, senhor. Johnny, deixa isso e me d� uma m�o.

N�o vou me jogar debaixo de uma cama.

Lamento senhor, mas sou o m�dico e voc� o ferido.

Lhe recordo que sou o capit�o do Marblehead.

Mas n�o estamos a bordo. Johnny, agarre-o.

- Cuidado. - Tenho trabalho!

- � uma emerg�ncia! - � um hospital, n�o a sua ponte.

Maldito seja, Cory, isso � um motim, sabe?

Vamos, debaixo da cama.

E cale-se, est�o bem em cima.

E as metralhadoras?

- Johnny, se abrigue. - Sim, senhor.

Tem oito, n�o, nove bombardeiros.

A uns quinhentos metros de altitude.

Sim e o primeiro piloto usa um dente de ouro.

- Eu disse abrigado! - Sim, senhor.

Tina, se abrigue. Esses macacos amarelos v�m para n�s.

Tentando se livrar de mim, heim?

S�o de 150.

Essas sim nos far�o saltar, senhorita.

O que eu disse?

Est�o seguros. N�o acertaram nem Java com essa.

- Tem tanto medo quanto eu? - Sim, doutor.

Perfeito.

- Distribua as m�scaras de g�s. - Sim.

Vamos Francis, toque algo com essa coisa.

Creio que o comandante n�o acha gra�a.

Isso est� muito tranquilo.

N�o discuta.

Doutor, neste artigo dizem que os japoneses n�o entrar�o em guerra.

Toma, d� umas tragadas nisto.

Obrigado, almirante.

- Est� com medo? - S� por voc�.

� muito simp�tica, Tresmartinis.

Voc� gosta?

Se tiver um filho, voc� chamar� de "Ummartini"?

Isso � muito engra�ado, mas a� vem o bom.

Parece que saiu o nosso n�mero! Ao solo!

Deixe-me sair, v�o nos enterrar vivos.

- Calma. - Chega de bobagem!

Eu sei tudo de voc�. Na China deu no p�.

- Murdock! - Cale-se.

Deu no p� na China e dar� no p� daqui tamb�m!

- Murdock! - O enforcar�o por isso.

N�o enforcar�o ningu�m. Talvez seja verdade.

- Com certeza. Foi ele quem. . . - Agora cale-se, Murdock!

Mais uma palavra e terminar� a guerra atr�s das grades.

E da�? Estamos preparados, de qualquer forma.

Nada disso. Se n�o podem nem com um gatinho.

Dr. Wassell, tem feridos por vidros na outra sala.

O Dr. Vranken pede ajuda.

Claro. Bettina, fique com o Murdock.

Sim, doutor.

- Bill, fique no comando. - Certo doutor, eu assumo.

Pode me ouvir, Murdock?

N�o sou surdo.

N�o devia falar do que n�o sabe.

O Ping estava com o doutor na China. Como ele saiu, Ping?

Ele n�o queria. Por nada do mundo.

N�o � isso que me disseram.

Trabalhei com ele dia e noite.

Buscando a cura de uma doen�a terr�vel.

Ele insistia em busc�-la no f�gado de um caracol.

No f�gado de um caracol? � para rir?

N�o, n�o era engra�ado.

Disso dependiam nossas vidas e as de muitos outros.

Coletando conchas nas praias do Yangtze, conheceu Madeline.

Eu j� sabia que sua foto tinha trazido ele para a China.

Eu tinha estudado na escola da miss�o.

Ela era enfermeira no hospital.

Naquele dia acompanhava algumas crian�as

cujos pais tinham sucumbiu com a epidemia.

Muito bom, mas n�o parece nos ajudar com nossa investiga��o.

Ping! Mas que diabos?

- Senhorita Madeline! - Ei, ei, ei!

Ei, Ping! Mas que diabos?

Volta aqui e me d� uma m�o!

Seu assistente pede desculpas. Minha estupidez � profunda.

N�o quero discutir isso.

Desculpe, foi minha culpa.

- Mas voc� � a do folheto! - S�rio?

E voc� quase o do rio.

Posso apresent�-los?

N�o precisa, nos conhecemos no Arkansas. Mais ou menos.

- Nunca fui l�. - Ent�o lhes apresentarei.

J� ouvi falar dele. Deve ser o Dr. Wassell.

Sim, o ca�ador de carac�is.

- Posso pegar isso? - N�o, n�o � nosso.

Tomar� o ch� conosco, senhorita?

Madeline Arnold.

Senhorita Madeline, trouxemos alguns sandu�ches.

- Essa foto do rel�gio parece. . . - Sim.

Parece voc�, certo?

- N�o fica? - Eu n�o posso.

- As crian�as est�o com fome. - Ping, d� comida para eles.

- Foi muito simp�tico. - N�o quer se sentar?

- Eu perdi o caracol. - Ent�o toma o ch�.

O Dr. Wayne me falou da sua teoria do caracol.

Falou realmente?

Bem, � apenas uma teoria, n�o tenho provas.

Ser� o maioral da China se conseguir.

Para voc�? N�o, acho que n�o.

- Por qu�? - Se interessa por carac�is?

N�o para comer.

Mas me interessa tudo o que possa livrar a China da epidemia.

Sim. J� est� matando muita gente.

E me interessa o seu rel�gio.

Sim. Afinal.

Com o tempo, Madeline come�ou ajud�-lo.

Ela esterilizava os tubos de ensaio e limpava o microsc�pio.

N�o percebiam o qu�o �ntimos estavam trabalhando juntos.

Acho que a lente tem uma fissura.

N�o. Agora est� bem.

Veja esses flagelos.

Queria comentar que tem a mais bela

t�cnica de esteriliza��o que j� vi.

Isso � bobagem, Cory.

Eu sei algo muito mais interessante que isso.

O Conselho se reuniu ontem � noite.

- Sabe os novos destinos? - N�o.

Mas tenho certeza de um deles.

- N�o v�o envi�-la por a�? - N�o.

V�o nomear um novo chefe de laborat�rio.

Madeline, n�o quer dizer que?

Todos est�o impressionados com o seu trabalho. Principalmente o Dr. Wayne.

Desculpe interromper.

O Dr. Holmes quer v�-lo imediatamente.

- O Dr. Holmes? - Eu lhe disse, Cory.

Coloque seu jaleco. Veja sua gravata, toda torcida.

Eu pego suas anotac�es.

O Conselho aprecia muito a sua abnega��o, Dr. Wassell.

Obrigado, Dr. Holmes.

Por isso lhe propomos um posto muito delicado.

Queremos que dirija uma cl�nica avan�ada no cora��o de Jiangxi.

Em Jiangxi?

� uma tarefa ingrata e dif�cil.

E com algum perigo.

Mas eu tinha pensado. . .

Naturalmente, pode rejeitar.

- N�o, n�o. Eu vou. - Esperavamos que aceitasse.

O Dr. Wayne, o novo chefe de laborat�rio, o atender� em tudo.

Foi colocado na linha de frente, Dr. Wassell.

E creio que sou a cabeceira da linha.

Parab�ns, Dr. Wayne.

Me apresento para ajudar o Dr. Wassell em Jiangxi.

Olha, doutor,

os dois homens que foram para Jiangxi antes de voc� n�o voltaram.

Um morreu de esquistossomose e outro de mal�ria.

N�o se preocupe, sou do Arkansas.

Tomar� todas as precau��es poss�veis quanto a Madeline.

Ela n�o deve ir.

Eu tamb�m me interesso por ela, Dr. Wassell.

Profundamente.

Continuo dizendo para n�o ir.

Ent�o a cl�nica est� em primeiro lugar.

Mas n�o me tratem como uma bola de borracha.

Sou auxiliar do Dr. Wassell e vou para Jiangxi com ele.

Imposs�vel. Ele j� foi.

Madeline ficou trabalhando com o Dr. Wayne.

O Dr. Wassell subiu mil quil�metros pelo Yangtze

para a maior aventura que um homem pode encarar.

Teve que enfrentar quest�es de vida ou morte.

Perto delas, uma bomba � pouca coisa.

Mas ningu�m podia prever o que aconteceria.

N�o ou�o nada. N�o podem falar?

Est�o todos mortos?

Francis, como voc� est�?

Bem, eu acho.

E os outros? Podem me ouvir?

- N�o estou morto, eu acho. - Eu ainda estou aqui.

Johnny, d� uma olhada l� atr�s.

E voc�, Ping, certo? Ping!

Bettina, venha, o Ping est� ferido.

Sim. Sim, comandante.

- Est� bem, Murdock? - Sim.

- Santo Deus! - Pega da�, Dr. Wassell.

Cory, venha ver, depressa.

- Coloque compressas. - Sim, doutor.

N�o vai precisar

doutor.

posso ouvir os sinos

na China.

Anunciam o crep�sculo.

Quando. . .

Algum dia esses sinos tocar�o novamente.

Eu prometo, Ping.

Mesmo que nunca voltar a v�-la

nunca vou esquecer

qu�o bela e doce voc� �.

Transformou a pior �poca da minha vida

na mais bela.

Algum dia em Massachusetts

- se eu voltar. . . - Claro que voltar�.

- Ent�o apaga isso. - Bem.

E ponha: Sempre que fecho os olhos

vejo o seu rosto.

"o seu rosto."

Bem, vamos ver.

O que mais posso dizer?

Pode dizer que a ama.

Sim, porque

"Porque" eu te amo

muito.

Sabe? � uma bela carta.

Vai faz�-la muito feliz.

- Para quem �? - Voc� n�o sabe?

N�o sei.

Dirk!

- Minha pequena Bettina. - Oh, meu amor.

Estou t�o feliz!

Est� de licen�a?

N�o, Betti. Trago uma mensagem para o comandante Wassell.

Ah, sim. Vou procur�-lo.

Bem, poderia levar a carta

daquele garoto simp�tico? Seu nome � Andy.

� �timo v�-lo novamente.

Ol�. Meu nome � Dirk van Daal.

Sim.

Acho, que n�o � irm�o dela, certo?

N�o. N�o sou seu irm�o.

Foi o que pensei.

Para quem devo enviar?

Para Susie Glutz, Detroit.

� na Fl�rida.

- Gosta da Bettina, heim? - � muito simp�tica.

Eu tamb�m gosto.

N�o sabia que era sua garota.

Todavia n�o �, Andy.

Em tempos de guerra nada � certo, n�o �?

E da�?

Bem, se acontecer algo para um de n�s

o outro pode cuidar dela, n�o �?

No final da guerra, ganha quem tiver melhor sorte.

O que voc� acha?

Voc� � um cara simp�tico. Combinado.

- O doutor est� no escrit�rio. - Obrigado.

Como dizem os vaqueiros: Boa sorte, parceiro.

- N�o se preocupe. - O qu�?

- Os americanos v�o embora. - Como? Quando?

- Imediatamente. - N�o! Fico feliz por eles.

N�o pode ser.

Seria horr�vel.

O que foi? Os japoneses chegaram?

- Pior. - Pior?

O pior de tudo: Voltam para casa.

Para casa?

Ah, essa � outra mentira.

Acabam de dizer para a Bettina. Todos os americanos se v�o.

Deus aben�oado!

Me levar� com voc� para o Arkansas?

Ei, rapazes. Rapazes! Johnny!

Whaley, Kraus, voc�s ouviram?

- N�o. - Nos enviam para casa.

- Est� brincando? - Nos mandam para casa.

Ah, est� delirando.

- Como voc� sabe? - N�o sabe o que diz.

- Bobagem. - N�o, isso � s�rio: para casa!

Eu n�o acredito.

Sabe o que farei primeiro ao chegar?

O que � isso, Johnny? A guerra terminou?

Para n�s, sim. Voltamos para casa.

De volta a Wall Street.

- � verdade. Meu Deus, � verdade. - O qu�?

"Retornem para Tjilatjap para serem evacuados."

Como? Mostre, ningu�m esperava isso.

E no outro envelope?

- O que �, doutor? - Uma contra-ordem.

"S� v�o embora os que podem andar."

"Os pacientes em macas devem ficar aqui."

Deixe-me ver.

Bem, isso vale para mim, n�o?

Deve escolher os que partir�o, doutor.

Tenho que preparar o trem.

As ordens s�o l�gicas, Cory.

Precisam de soldados nos barcos.

Pois vai ser dif�cil olhar na cara desses rapazes

e dizer que talvez nunca voltem.

Eu sei Cory, mas s�o as ordens.

Vai escolher os seus homens.

Ei, voc�s! Um momento!

Ei, voc�s! Querem se calar um momento!

Calados! Voltem para seus lugares um momento!

- O que est� fazendo, Johnny? - Sou a Est�tua da Liberdade!

Apontando o caminho do Brooklyn.

- Des�a da�, agora! - Sim, senhor.

N�o ouviram as m�s not�cias.

� a m� not�cia melhor que deram!

- N�o sabem tudo. - Ent�o diga, doutor.

- Vamos, fecha o bico. - Sil�ncio!

- Vamos ver, o que foi? - Estamos euf�ricos, doutor.

Claro, Francis. Mas n�o pode se arriscar com isso.

Quando chegarmos, j� poderei dan�ar.

J� estou embalado para a viagem, doutor.

Sim, bem.

Ent�o.

Como voc� disse, doutor: Vamos comer bacon.

Mas se n�o pode caminhar at� a mesa, Hoppy.

Quando chegar, doutor, n�o ter� quem me pegue. Nem com sapatos.

Ei doutor, quando levantamos �ncora?

Alabama, o m�dico chin�s daqui � muito bom.

N�o gosto que pare o tratamento.

N�o senhor. Mas prefiro sentar no meu jardim.

E ouvir as corujas � noite.

Sim.

Acho que muitos sentimos o mesmo.

Vejam, rapazes, tenho que decidir

- ou seja, n�o posso levar. . . - Doutor.

N�o vai me deixar aqui pelo que disse de voc�, certo?

Nunca o abandonaria, marinheiro.

N�o abandonarei ningu�m.

Vou levar todos voltaremos juntos.

Lhe fritar�o em �leo fervendo por isso.

- Que se preparem, Bill. - Certo.

Aten��o! Preparar para cumprir as ordens! Para as mochilas!

Doutor, por favor. Quero ir para o Arkansas com o Hoppy.

Isso � imposs�vel.

Seu sangue � meu sangue. N�o pode nos separar.

Lamento, senhorita.

Por favor, doutor. Fica ruim nos separar.

Ruim, muito ruim.

Talvez. Mas n�o temos escolha.

O mal o perseguir�.

O mal cair� em voc�. Em breve.

Levem essas caixas. Comecem com a muni��o.

Venha dar uma m�o aqui.

Tira tudo isso daqui. Temos pouco tempo.

- Subam este canh�o a bordo. - Sim, senhor.

- Estes documentos v�o no submarino. - Sim, senhor.

- O Pecos est� completo, senhor. - Carregue mais cem homens.

- Est� abarrotado. - Ficar� ainda mais.

�s ordens. Subam os pr�ximos no Pecos.

Subam mais tr�s na ponte.

- Mais tr�s. - Dutton, Easton, Edwards, a vez de voc�s.

Vamos, andem se querem ir para casa.

Vamos. Querem serem vistos como um bando de in�teis?

� o que somos.

Alabama, n�o deixa verem sua perna dura como um poste.

E voc� tamb�m, Whaley.

- Carreguem a muni��o. - Sim, senhor.

Levanta, Hoppy.

N�o deixa parecer que � dif�cil ficarem em p�.

Ele enlouqueceu?

Mais quatro, comandante.

Certo. Fowler, Fox, Gallo e Grossman.

Fowler, sua mochila.

Obrigado, doutor.

Esses podem andar, n�o, comandante?

Sim, s� est�o descansando nas macas.

J� sabe as ordens, senhor.

Por um cabelo.

N�o acredito que vamos embora. Com certeza s� nos vacinam.

Sim vamos embora, mas n�o seria mal a vacina.

Rapaz, quando ver o Golden Gate. . .

Mais tr�s, chefe.

Boa. Harnish.

- Kent. - Aqui!

Leinweb. Meu Deus! Onde est� o Johnny?

E naquele barco, tenente?

Quantos pode embarcar?

Podemos pegar os outros, tenente.

Est� certo, comandante. Boa sorte, senhor.

Obrigado. Bem, rapazes, fiquem atentos.

Aqueles que andam, ajudem com as macas.

Tragam as macas. E voc� sorria, Murdock.

- Ainda n�o saimos. - Erga-os um pouco.

- Voc�, vire-se. - Sim, senhor.

E eu? N�o vai me levar?

Ei, rapazes!

Sim, sim, aqui vamos meu bem. Pega da�.

Gra�as a Deus.

- Pronto? - Oxal� me deixasse em paz.

Vou dormir uma semana direto, a bordo.

Terminaremos em tr�s minutos.

- Poder�amos pegar outro tanque. - E os homens, o qu�?

Esgote a capacidade. N�o temos tempo.

- Entendido? - Sim, senhor.

Fora isso. . .

Diabos, o que � aquilo l�? De quem s�o estas macas?

Do Dr. Wassell. S�o os feridos do Marblehead.

Nada de inv�lidos a bordo. Pare-os e separe as macas.

Sim, senhor.

- N�o d� o seu lugar, Morgetti. - Sim, senhor.

Doutor, um momento. As macas n�o podem ir a bordo.

J� nos pegaram.

J� deu a ordem para embarcar, senhor.

Sinto muito, o capit�o deu a contra-ordem.

Deixe-me no ch�o, Cory.

Pare tudo.

- Vamos embora, n�o, senhor? - O barco zarpa, certo?

- Separem as macas. - Sim, senhor.

Mensagem do Alto Comando, senhor.

O material excedente ser� entregue aos holandeses.

Capit�o, meus feridos devem ser evacuados.

Pegue o que puder e o resto deixe no porto.

Sim, senhor .

Recebeu a ordem de trazer apenas os que pudessem andar.

Mas n�o teve coragem de dizer-lhes?

- Ei, por favor. . . - Os barcos est�o lotados.

- O Pecos. . . - Foi requisitado.

Deve recolher quatrocentos n�ufragos em alto mar.

Certamente o bombardear�o.

Meus homens lutaram at� o fim. N�o posso deix�-los numa praia.

Prefere v�-los morrer no mar?

Sim.

Mande-os de volta ao hospital de onde vieram. Bobbit!

Colocaremos eles no por�o do carv�o e. . .

D� mil florins ao doutor para os seus feridos.

Sim, senhor.

Desculpe, s� o Chefe do Estado Maior pode revogar essa ordem.

E j� partiu. Seus feridos ficar�o em Java.

- Para cair prisioneiros? - Essas s�o suas ordens.

Sua assinatura, senhor.

Mesmo que meu pr�prio filho estivesse a�, n�o teria escolha.

- Ent�o eu fico com eles. - Voc� ser� capturado.

Como eles. Precisar�o de mim mais do que nunca.

- Aqui est�o mil. - Muito bem.

Eu mudei suas ordens.

Aconte�a o que acontecer, permanecer� com seus feridos.

Obrigado.

Dentro de minutos ser� o �nico oficial americano em Java.

Que Deus o ajude.

Vamos, mexam-se! Carreguem tudo.

Esse � o nosso barco?

- Por que n�o nos recolhem? - Calma, Alabama.

Aqueles que podem andar, subam a bordo.

- E as macas? - N�o se preocupem. Subam j�.

- Fa�am logo, rapazes. - Vamos l�.

- Vamos, para cima. - Esse � o meu barco.

Vamos num submarino, doutor?

Nada disso, eu vou no Pecos.

- Para mim j� serve. - O que esperamos, doutor?

Voc�s n�o v�o.

S� voltam os que podem andar.

O que voc� disse, doutor?

S� os que podem andar.

Ent�o, n�o vamos?

Voc� j� me ouviu.

Eu posso andar.

N�o, Hoppy. Seus ferimentos abrir�o.

Eu posso andar.

Tenho que subir naquele barco, deixe-me.

Andarei como der.

Fique na maca ou ser� enviado para casa numa caixa de pinho.

Se pudesse me apoiar num ombro, ou numa bast�o

- ou em qualquer coisa. - Murdock!

Me ajude, por favor.

Posso conseguir, doutor.

Eu posso andar.

N�o sejam est�pidos. T�m ferimentos muito graves.

- Fa�a alguma coisa, doutor. - Hoppy!

Eu sei que posso. S� com um pouco de pr�tica.

Para mim, � s� algu�m dizer onde est� o barco.

Fiquem parados. Todos parados.

Levantam �ncoras. Adeus aos Estados Unidos.

Sabem como as serpentes andam no Arkansas?

Colocam o rabo na boca

e rolam pela colina abaixo.

Veja. D� uma olhada.

Ele pode andar. Podia ter ido.

Bem Johnny, ainda pode ir nadando.

Aquele que se vai � o Pecos, senhor?

Sim, Johnny, � o Pecos.

Diabos!

Por que se vai sem n�s, doutor?

Perdeu muito tempo atr�s daquela saia, Johnny.

- Est� preso. - Preso?

Aqui? Em Java? Por qu�?

Porque a hist�ria acabou.

Para isso lutamos como miser�veis? Para nos deixarem aqui?

E com japoneses por toda parte.

- At� no c�u. - Cale-se, Murdock.

Por que devo me calar?

Todos sabemos que estariamos melhor mortos.

- Cale-se. - Mas, doutor. . .

J� � hora de lembrarmos de uma coisa.

Estamos na Marinha Americana. E enquanto estivermos vivos

agiremos em conseq�encia, assim como eu.

Far�o o que ordenarem aonde mandarem, como eu.

Ser�o os �ltimos de Java, mas continuam marinheiros.

Agora voltaremos ao hospital e ter�o camas limpas.

- Descansamos uma ou duas semanas. . . - Ent�o os japoneses.

Desculpe, senhor. O trem est� pronto.

Ser� o �ltimo. Logo explodir�o as pontes.

O que importa em que lugar de Java nos enterram.

Disse para calar a boca.

- Vamos imediatamente. - Obrigado, senhor.

J� se foi, n�o?

E n�o h� nenhum outro barco?

N�o h� mais barcos.

Aquela � a minha cama, doutor?

Grande festa montaram aqui desde que sa�mos.

- Algu�m passou por aqui. - Se voc� diz, senhor.

� como uma praga de gafanhotos.

� s� varrer um pouco.

- Algo se moveu. - Quem est� a�?

Tresmartinis!

Sabia que voltariam. Por isso esperei.

Senhorita, � uma adivinha nata.

Hoppy. Hoppy!

Hoppy.

Deus � bom.

Garota, como fico feliz em v�-la.

Sabia que voltaria para mim.

- V� isso? - O qu�?

Mas que docinho voc� �!

E os outros? Foram mortos?

Foram com o ex�rcito holand�s para as montanhas. Muito longe.

Os japoneses est�o muito perto. Chegar�o a qualquer momento.

- Ent�o n�o estaremos sozinhos. - Tresmartinis

onde est� Bettina? Foi embora?

O tenente holand�s a levou para o barco.

Ent�o voc� � a enfermeira-chefe. Tem comida?

Eu sei como ordenhar uma cabra.

Se conseguirmos uma.

Sim, eu vi uma l� fora.

Todos para o abrigo antes que as bombas cheguem.

Johnny, ajude-os. Tresmartinis, vamos procurar essa cabra.

Sim, senhor.

E se cair uma bomba diretamente em n�s?

J� as vimos penetrar pela ponte do Marblehead.

Nos enterr�o vivos, � isso.

N�o deviam ter nos deixado aos cuidados do Cara Molenga.

- N�o se importa conosco. - Cale a boca, Murdock.

Algu�m sabe ordenhar uma cabra?

O pior � por o balde debaixo.

Tem quem a p�e em duas cadeiras.

Outros ordenham assim mesmo.

Pessoalmente, eu prefiro

segurar seu rabo com uma m�o enquanto. . .

N�o queria ouvir o acaba de dizer.

Quero que saiba que

no seu lugar eu pensaria o mesmo.

Sabemos que faz o que pode doutor, mas. . .

Mas o qu�?

Bem, j� � hora de parar de nos tourear.

Estamos num buraco do qual n�o vamos sair.

Podemos apenas esperar que algu�m o feche sobre n�s.

Acho que n�o fala s�rio, Hoppy.

Est� bem.

D�-lhes o que resta, sim?

Pai Nosso que estais nos c�us

por favor, n�o nos enterre ainda.

Enquanto estamos vivos, pelo menos.

Um cigarro, Cory?

O tabaco holand�s n�o � ruim.

O que faz aqui em cima?

O mesmo que voc�.

Vou lev�-lo de volta ao abrigo, Bill. Ainda � meu paciente.

Doutor, acho que voc� � o que est� mais ferido por aqui.

Eu? Por qu�?

N�o se engane, Bill. Vamos sair dessa.

O problema � que nem voc� mesmo acredita nisso.

Sabe por que? Lhe aconteceu alguma coisa.

Acho que foi na China, faz um tempo.

Quem lhe disse?

Bem, o Ping come�ou nos contar,

mas n�o teve chance de acabar.

O que aconteceu na China, Cory?

Aquilo? Nada importante.

E j� n�o devia ter esquecido?

O que foi? Uma garota? Ou a guerra?

Ambos.

Foi uma guerra com mortes diferentes.

Uma morte insidiosa oculta na concha de um caracol.

Sim, o Ping nos contou.

Depois dos porcos do Arkansas, os carac�is da China.

N�o sabia que os carac�is eram t�o importantes.

Onde foi? Em Shanghai?

N�o, a mil e poucos quil�metros subindo o Yangtze.

Numa linda aldeia chinesa.

Mas l� a morte espreitava sob todo teto, em toda cabana.

Tinha o povo numa m�o.

Eles tentavam espant�-la passeando com o seu drag�o.

Eu acreditava no meu p� de coelho e meu microsc�pio.

Costumava terminar o meu dia de consultas

atendendo uns e enterrando outros.

Meus pensamentos iam com o rio.

Meu trabalho n�o progredia sem a Madeline.

Ent�o chegou um barco governado por chineses.

Estavam preparando algo para jantar.

E vi algo que me fez dar um pulo.

Ping, pare esse barco!

Ei, me solte, vamos!

Ei, ei, onde conseguiram?

Por que subiu no meu barco?

Por que tenta tirar o colar da minha esposa? Por qu�?

N�o, n�o, eu n�o queria. . . s� me interesso por esses carac�is!

Ping, estas conchas s�o diferentes, preciso de uma.

Me venda uma, por favor, sim?

N�o, n�o vendo, aqui tem muitas.

Veja.

- Est� louco. - Sim, sim, louco.

Meu Deus! Obrigado por me mostrar.

Vamos, Ping. Ainda n�o tinhamos visto isso.

Doutor, deve descansar. Est� acordado a 30 horas.

Veja isso e n�o desmaie, Ping.

Encontramos, encontramos! O encontramos!

Seu nome acaba de entrar na hist�ria da ci�ncia.

Finalmente o cacei!

Quantas caudas tem, Ping?

Duas, como um drag�ozinho.

N�o, s� uma. Mas b�fida.

Este parasita � uma larva de cauda bifurcada.

� bom pensar nas vidas que ir� salvar.

Milhares de vidas.

Me saem mil duzentos e cinq�enta.

Ah, que pena que tenho do Dr. Wayne!

Anota mil quinhentos e vinte e cinco.

Anota mil e seiscentos. Mil e seiscentos.

Deixa a� e vai embora.

Saem mil seiscentos e cinq�enta.

Agora mil setecentos e cinq�enta.

Senhorita Madeline, que surpresa agrad�vel.

Ping, parece um drag�o. N�o me deixa cumpriment�-lo?

Ah sim, tem uma grande not�cia. Mas � melhor cont�-la l�.

Eu fiz mil e quinhentos quil�metros para v�-lo.

Por que todo esse mist�rio, Ping?

Ele vai querer dizer pessoalmente.

Ele esteve falando de mim?

S� fala de voc� e dos carac�is.

Quem vem primeiro?

- Leve a senhorita ao Templo de Kwan Yin. - Sim, j� vamos.

Vai para o Templo de Kwan Yin.

Fique no C�o Sagrado do Port�o da Lua.

Eu prometo que ir� imediatamente lhe contar.

Certo, Ping.

Mas saiba que n�o quero passar minhas f�rias com o C�o Sagrado.

Vai ver como vai gostar quando ouvi-lo.

- Bem, eu. . . - Voc� vai ver, acredite.

Ou seja, se voc� n�o. . .

se o Dr. Wayne n�o. . .

Voc� sim. . . ou n�o?

Qualquer coisa pode acontecer na China, Ping.

Ent�o o Dr. Wassell n�o deve perder tempo.

Devia te matar, Ping.

Ela arrisca sua vida neste buraco infecto.

A �nica pessoa que quero ver

e me deixa aqui com os micr�bios.

N�o queria interromper o s�bio.

N�o me venha com isso. Diabos!

H� uma semana s� pensava em casamento,

em convid�-la para um passeio de rickshaw.

- Mas agora � um grande homem. - Mas gra�as aos carac�is.

Com todo respeito lhe sugiro n�o dizer mais bobagens.

- E minhas abotoaduras? - Est� usando uma.

A outra est� com os carac�is.

O C�o Sagrado no Port�o da Lua. O C�o Sagrado. . .

Ei Ping, acha que vai aceitar?

� imposs�vel diagnosticar as emo��es.

Nem a poss�vel rea��o de uma mulher ocidental.

Portanto, qualquer que seja a decis�o tomada, � imposs�vel

aumentar ou diminuir as chances

de obter uma resposta positiva ao pr�prio desejo.

Portanto, o que fazemos � irrelevante.

Ping, como casamenteiro � um desastre.

N�o senhor.

Um momento, doutor.

Vermelho � a cor do casamento.

Espero que sim.

Com Deus. Vou ao C�o Sagrado.

Alguns destes peixes parecem os bagres do Arkansas.

Os bagres s�o da cor do lodo, n�o �?

N�o, n�o, s�o dourados e prateados.

E tem alguns que chamamos de peixes gatos bigodudos.

T�m uma esp�cie de filamentos luminosos.

- Cory, adoro isso. - Isso � bom.

Peixes gato e uma flor na lapela.

- � para comemorar. - O qu�?

Algo que eu sei e voc� n�o.

Qual � o segredo, Cory?

Sei algo que mais ningu�m no mundo sabe.

Quando voc� souber saltar� acima daquelas est�tuas.

Mas eu a pegarei.

Nossa. Tem um penteado bonito.

Cory, deixe-me tomar o seu pulso.

Boa desculpa para passar a m�o.

Algu�m que voc� conhece me pediu.

Dr. Wassell!

Desculpa, � um telegrama urgente.

S� as pessoas agoniadas pensam na urg�ncia.

Quem te pediu essa m�o?

- O Dr. Wayne. - Aquele?

Quer que casemos.

Coitado, tenho pena.

- Por que podia aceitar? - Porque n�o aceitar�.

Vai dizer a ele que pode tirar. . .

Cory, o que foi? O que aconteceu?

Nada. N�o tem import�ncia.

Falavamos de peixe gato, n�o?

- Peixe gato? - Sim, exatamente.

Estava falando das suas escamas.

�s vezes parecem estrelas.

Eu dizia que um grande homem quer se casar comigo na China.

Bem, eu n�o sei muito bem como.

Mas n�o sei como uma boa garota poderia recusar.

Cory, h� algo que n�o est� me contando.

Sim, � verdade.

Vou me demitir.

Mas por qu�?

Por inquieta��o, eu acho. Vou me alistar na Marinha.

E a sua pesquisa?

Madeline, eu juro por Deus

que aqui n�o estou interessado em nada.

Nada mesmo, Cory?

N�o. Aceite o Dr. Wayne. Ele �

o mais indicado para esta tarefa.

Sair�o bem juntos.

- Est� falando s�rio! - Sim.

A senhorita Madeline gostou da descoberta?

- Eu n�o contei. - Mas quando foi. . .

Vai se casar com o Dr. Wayne.

N�o lhe contou nada?

N�o. Isso chegou antes.

"O Dr. Wayne descobriu

a larva de cauda bifurcada.

Essa conquista brilhante salvar� milhares de vidas na China.

Pedimos que envie todos os dados dispon�veis. Holmes."

Devia ter dito o que aconteceu.

Sabendo, teria ficado com voc� para sempre.

� claro. Por pura pena que sentiria de mim.

Homem nenhum aceitaria.

Acho que sou um imbecil, mas isso n�o � novidade.

E vai passar a vida toda pagando por isso?

� que agora n�o sou s� eu. Oxal�, fosse.

L� embaixo est� tudo o que resta da Marinha Americana em Java.

Dez homens indefesos e meio mortos. E agora. . .

Bombardeiros japoneses. V�m terminar o trabalho.

N�o pode ser.

Ningu�m se importa em salvar esses rapazes. . .

Por que n�o pode ser?

Porque soa na estrada. E os bombardeiros voam, homem.

Esses rapazes v�o pagar por todos.

- Pois n�o penso permitir. - O que vai fazer?

Tem certeza que � na estrada?

Claro. Ou n�o sei o meu trabalho? N�o, n�o responda.

Se forem os holandeses se retirando, que me emprestem um caminh�o.

Para de delirar, Cory. � a artilharia japonesa. Posso distinguir muito bem.

Vou ver essa coluna.

Como? Mas se est� a uns cinco quil�metros pela estrada.

N�o vou pela estrada. Vou cortar em linha reta.

N�o pode. Tem ordem para ficar aqui.

- De ficar com os homens. - Eu sei.

Se sairmos daqui vou para corte marcial, mas at� ent�o. . .

At� ent�o continua como oficial da Marinha.

Claro. E por isso sou eu que mando aqui.

- Cory. Cory! - Fique sentado, Bill.

Bem. O m�dico � voc�.

Buda

voc� e eu n�o nos conhecemos muito bem.

Mas se voc� quiser fazer algo por mim,

n�o deixe esses rapazes americanos morrerem, nesta ocasi�o.

Por favor, que a coluna n�o seja japonesa. Por favor.

Lhe pe�o.

Ingleses! Caminh�es ingleses!

Obrigado pela Marinha!

Desculpe. Sou o m�dico chefe Wassell.

Prazer.

Espere. � quest�o de vida ou morte.

Pois estou a sessenta horas sem piscar um olho.

- Voc� est� no comando? - Acho que sim.

Os outros oficiais bateram as botas, entende?

H� dez marinheiros americanos. Pode lev�-los?

- � claro. - Como? O que disse?

Se instalem onde quiserem.

Foi o melhor que ouvi hoje.

N�o poderiam dar-lhes uma m�o? Est�o feridos.

- Feridos? - Sim, senhor.

- Graves? - Bastante.

Ent�o n�o v�o aguentar. Tem que atravessar selva e rios.

Eu prometo que sim. S�o marinheiros americanos!

Marinheiros, heim? Ent�o sabem nadar e tudo mais.

Bainbridge. Bainbridge!

Ajuda este oficial pegar os seus homens.

- Sim, senhor. - Obrigado. Muito obrigado.

- Monte. - Certo, para onde vamos?

- Para a Austr�lia. - Austr�lia?

Sim, senhor. Um comboio nos espera em Tjilatjap.

Ent�o viva a Austr�lia!

Johnny, continua vendo o carro do Hoppy?

Sim. Vem atr�s de uns seis caminh�es.

O que foi Ianque? Est� confort�vel?

- Um cigarro? - Claro.

- Obrigada. - Est� tudo bem?

De luxo, "Tommy".

Exceto usar rodas quadradas.

Por que o Hoppy vai de jipe?

Porque est� pior que voc�. Se � poss�vel.

E ainda com a mo�a.

Nem sou t�o feio. O que ele tem que eu n�o?

Um jipe particular e uma mo�a.

Calem-se. O que foi isso?

Voc�s v�em alguma coisa?

Deve ser o toque para ir comer.

N�o sendo comida japonesa. . .

Comandante Wassell, senhor. Novas ordens.

- Algo vai mal? - Os japoneses v�m do norte.

Est�o bombardeando a ponte de Gambong.

Diabos! Isso � a� na frente.

Todos os caminh�es devem se separar cinq�enta metros

e manter uma velocidade constante.

A ponte � depois da aldeia. Passe a toda velocidade.

- Est� bem. - Boa sorte, senhor.

N�o vai acabar nossa gasolina, Cory?

Bom, � ladeira abaixo.

Cuidado!

� direita, doutor.

- Vamos parar para um lanche? - Cale a boca!

Ei, Johnny, cuide do Andy.

- Acertamos algo. - Quer voltar?

- Claro. - Me chame um t�xi!

Perdi o meu lugar.

- Por um triz! - Eu que o diga.

Johnny, continua vendo o Hoppy?

N�o mais, senhor.

Pare de freiar, vamos muito devagar.

No plano vamos bem, mas no morro. . .

Mais r�pido, l� est� a ponte.

- A enfermeira disse para freiar. - Pise no acelerador!

Ei, motorista. Motorista!

- Tresmartinis, est� bem? - Sim, Hoppy.

E o motorista?

- Est� morto. - Me ajude levantar.

- Tenho que andar. - Por favor, n�o.

- Fique quieto. - Minha perna!

Olha para ver o que foi.

Est� quebrada, n�o?

- Hoppy, n�o vejo. - Est� quebrada ou n�o?

Sim, Hoppy.

Corra at� a ponte, para ver se consegue trazer algu�m.

O jipe caiu pelo barranco!

O qu�? N�o te ou�o!

O Jeep saiu da estrada!

- O da garota? - Isso mesmo.

Ei doutor, o Hoppy n�o chegou na ponte.

Sairam da estrada.

Bill, tenho que ir procur�-lo.

- Vamos virar l� em cima. - Nada disso.

- Johnny, pegue o volante. - Sim, senhor.

Bill, quando estiver fora de alcance, me espere por uma hora.

E se n�o chegar?

Nos veremos depois da guerra.

Somos os �ltimos, senhor. Suba.

Me d� a sua arma e continue.

At� nunca, Arkansas.

Voc� viu algu�m?

N�o se preocupe. O doutor vir� nos buscar.

N�o voltar�.

Mas claro que sim.

A ponte. Ela se foi.

- A ponte. - Foi explodida.

Foi derrubada e n�o h� outro caminho.

Se importa de ficarmos aqui?

De alguma forma

sempre pensei que nunca sairia de Java.

Farei voc� esquecer o Arkansas.

Olha, agora mesmo trocaria voc� e mil como voc�

por um punhado de terra do Arkansas.

Ei, talvez possa me fazer

umas talas para a perna com aqueles bambus.

Vou buscar alguns.

H� algo na selva.

- Onde? - Olha.

L�, entre os bambus, no mato alto.

Est�o em toda parte.

Eles n�o fazem prisioneiros, Hoppy.

- N�o na selva. - N�o nos pegar�o, vai ver.

Traga-me a metralhadora do jipe.

- Hoppy. . . - Se abaixa. Espera.

Tira as bandagens. Vamos, tire!

Ei, h� uma coisa que devo dizer.

O que disse sobre voc� e o Arkansas n�o era s�rio.

N�o dou a m�nima de n�o voltar.

Aonde voc� est�

� onde eu quero ficar.

Estou muito feliz. E seja o que for.

- Estou feliz agora. - Esta � a minha garota.

Agora traga-me a metralhadora.

Agora mesmo, Hoppy.

- Pegue tamb�m as luvas. - Sim, Hoppy.

Perfeito. Me ponha.

Calma, n�o me machuca.

Hoppy, eu te amo.

E eu a voc�, menina.

Tente n�o machucar as m�os.

Alto. Mensagem para o Dr. Wassell.

Algum problema?

Tomamos posi��es nos p�ntanos de Kali.

O capit�o disse para virarem na estrada e continuar com o jipe.

Se ficarem aqui, perder�o o barco.

Acho que os transportes tiveram problemas.

Na verdade, foram a pique.

O �nico que passou foi um velho cargueiro reformado.

Pois esse mesmo nos servir� bem.

Zarpar� assim que reabastecer. � melhor se apressarem.

Somos muito agradecidos. Diga para o seu comandante.

Sim, senhor e boa sorte. Daremos lenha nos japoneses.

Dr. Wassell, que pena. Chegaram tarde.

Os destroyers japoneses est�o muito pr�ximos.

O barco n�o podia esperar, mesmo sabendo que estavam chegando.

Os japoneses desembarcar�o ao amanhecer.

Faz tempo que o barco zarpou?

De acordo com as ordens, uma meia hora.

Meia hora.

Levava seiscentas pessoas e � para quarenta.

O capit�o. . .

L� est� ele!

- Posso v�-lo. - Mas est� parado.

Por que n�o se move?

Os japoneses o veriam com os rel�mpagos.

Venha por aqui, doutor.

Posso lev�-los at� o barco, mas n�o os permitir�o a bordo.

Johnny, toca o caminh�o para tr�s.

Soldados nos ajudem com esses rapazes.

Sim, senhor.

J� sabem o nos espera, n�o?

Os japoneses nos esperam l� fora.

Agora, se algu�m quiser voltar, eu vou com ele.

Mas doutor, nos alistamos para ver o mundo.

J� vimos Java.

- Querem ir naquele barco? - Claro, nos afogaremos.

- Um banhinho. - J� estamos molhados mesmo.

Solte as amarras, tenente.

- Pronto, Bill? - Pronto!

Ei do barco! Nos espera!

Veja isso. De onde sairam?

Espere!

Johnny, n�o pode trazer uma mulher nativa.

- Eu sei, senhor. - Cale-se.

- Sim, senhor. - Voc�, fala ingl�s?

- N�o esconda a cabe�a. - N�o estou escondendo.

- Diabos! - � uma professora americana.

- Agora vamos, Bill. - Em marcha.

Cruzou Java a p�.

Bem, conosco n�o andar� muito.

- Sim, senhor. - Bem, vamos em frente.

Parem para que possa subir.

Quero agradecer em nome dos meus homens.

Boa sorte, senhor.

- Virem. - Vamos.

N�o insista, doutor.

Seria um crime coloc�-los a bordo.

� o �ltimo barco de evacuados. Nos atacar�o por mar e ar.

Seria horr�vel ver esses feridos se debatendo no mar.

Claro. Com certeza.

O que � isso, uma hidroterapia?

Ei, cuidado.

Levantem �ncoras. N�o podemos ficar aqui.

Levantar �ncoras!

Para seu pr�prio bem. N�o tenho escolha.

N�o, senhor. Sem d�vida.

Segure-se no corrim�o.

Me arrebentou algo dentro.

N�o vou conseguir.

Andy, olha l� em cima.

Bettina est� l�, no barco.

Vamos Andy, voc� consegue.

Um dos dois deve cuidar dela e agora cabe a voc�.

Deve subir a bordo.

Voc� n�o vem?

Esperamos umas visitas. Temos que receb�-las.

Voc� � um cara legal.

Cuidarei dela por voc�. De alguma forma.

- Em marcha, Benson. - �s ordens, capit�o.

Dobre as guardas e muito cuidado com as minas.

Guardas dobradas! Cuidado com as minas!

- Tr�s graus a estibordo. - Sim, senhor.

Nada de luz, homem!

Lamento ter rejeitado seus homens, mas o que est� feito, est� feito.

- Ent�o perfeito. - Como?

Isso � intoler�vel. Esses homens est�o feridos.

Sim senhor, eu sei.

Que se protejam.

- Mas n�o h� lugar. - Ent�o arranjem.

Os feridos v�o dentro.

Haver� um lugar no c�u para os holandeses, capit�o.

- Johnny, abrigue os rapazes. - �s ordens, doutor.

- Ajudem a enfermeira. - Sim, senhor.

- Chamem o nosso m�dico. - Sim, senhor.

- Tem uma hemorragia. - N�o o movam.

Procure bandagens, Bettina.

- Tenho uma lanterna, doutor. - Muita gentileza.

Voc�s, estendam uma lona para fazer uma barraca.

Sim, senhor.

N�o podemos mov�-lo.

Marinheiro, segure a lanterna.

N�o d� muita luz, marinheiro.

- Pulm�o perfurado? - Sofreu muito.

Me d� a. . .

Diabos! O doutor Wayne.

E voc� o doutor Wobble, n�o? Ou Wissell.

- Wassell. - Claro. Agora me lembro.

N�o o via desde que Madeline. . .

- Obrigado. Agora sim. - Sim, pesquisavamos os carac�is.

- Sua esposa est� segura? - Dez minutos atr�s, sim.

- Sulfa? - Est� a bordo?

Fico feliz que est� bem.

Obrigado. Eu tamb�m.

Distribuam os coletes salva-vidas.

Est�o bem encima.

Sim, s�o os Zeros. E voam muito baixo.

Se o nevoeiro levantar, estamos fritos.

Pincel. Navalha.

Ei, j� te disse que me lembra um?

- Ei, mas o que faz? - Fique quieto.

- Ei, minha orelha! - Para que quer ouvir. . .

Dizia que eu lembrava um. . .

Um luar sobre o rio.

Mas n�o � verdade. Voc� � diferente.

- Voc� tem algo que. . . - Ou�a!

Pararam as m�quinas.

- Um submarino, talvez. - O que foi?

Evidentemente, algum perigo.

Ele afunda. Por que n�o nos levaram no Pecos?

J� estariamos na Austr�lia.

- Distribua isso, Johnny. - Sim, senhor.

- Queria estar no Pecos? - Quem n�o queria?

Pois esta noite cruzamos com seus destro�os.

Foi afundado assim que partiu de Java.

Toma, Francis. Murdock, Bettina, coloca.

O Pecos?

Com todos os nossos amigos. Hunter e. . .

Certamente foram resgatados.

Acredita nisso, doutor?

Acho que um pouquinho de f� no Todo-Poderoso nos faria mal.

O que acontecer� conosco, doutor?

Agora vamos ver.

� um destroyer. Reconhe�o a sirene.

- Japon�s? - Ou um dos nossos?

- N�o nestas �guas. - Ainda n�o nos viram.

Doutor Wassell. Doutor Wassell.

Capturamos um sinal de r�dio surpreendente.

O capit�o me manda procurar voc� e Bettina.

- Eu? - Bem, ent�o vamos. Bettina.

Aqui o posto brit�nico dezessete. N�o podemos dar a nossa situa��o.

- R�pido, Bettina. - � Java, senhor.

- Java? - Podem me ouvir?

Estabele�am um repetidor. Podem me ouvir?

- � a voz do Dirk. - Claro que � ele.

Aonde est�?

Desocupem a freq��ncia. Cambio.

� o capit�o que nos tirou do porto.

Aqui o posto 61. Podem contatar o quartel general holand�s?

Onde est� o posto 61?

Posso tentar, amigo. Continue.

Os japoneses est�o desembarcando em Widara Payung.

Pode contar os barcos?

Vejo um comboio de sete transportes.

Dois cruzadores e seis destroyers.

Est�o bombardeando a praia maci�amente.

Est� debaixo de fogo.

Que tipo de cruzadores? R�pido.

Um ligeiro e um pesado.

O pesado da classe Suko, acho.

Cessou o fogo. Acabam de lan�ar as lanchas de desembarque.

A primeira se aproxima da costa.

N�o podem resistir, certo?

Est�o desembarcando.

T�m quatorze lanchas.

Uns cem homens em cada lancha.

Quatorze. Que armamento? Fala, r�pido.

Armamento ligeiro. N�o, armas de fogo r�pido.

Metralhadoras. S�o tropas de assalto.

Como v�o resistir? Quantos s�o?

- Estou sozinho, senhor. - Sozinho!

Pode informar o quartel general holand�s?

Precisam saber.

Cumpriu a sua miss�o. Retire-se.

- Sim, Dirk. - N�o recebi essa ordem, senhor.

Dirk, por favor, saia da�. Por favor, saia.

Agora se dispersam pela costa.

Vejo eles claramente. S�o soldados bem equipados.

Pelo amor de Deus, retire-se enquanto pode.

Acabam de me descobrir.

Meu Deus, ajude-o.

Transmitam, por favor. Transmitam a qualquer pre�o.

Adeus, senhor.

Deus salve a Rainha!

Devia ter ficado com ele.

Devia ter ficado com ele em Java.

Oh, Dirk!

Oxal� tivessem ca�ado eu e n�o ele.

Era um grande cara.

Movemo-nos novamente.

Despistamos os destroyers no nevoeiro.

Sim, mas o nevoeiro levantou.

Ele sabia. Por isso fez eu subir a bordo.

Bettina.

Os vivos v�o antes que os mortos. Temos trabalho.

- Volte com os rapazes. - Sim, doutor.

Continue deitado, Andy. Sen�o se abrir�.

Ponte, avi�o � vista!

Avi�es � vista a estibordo.

- Pode identific�-los? - Parecem japoneses.

S�o Zeros.

- Todos aos seus postos. - D� o alarme.

- Todos deitados. - Todos deitados.

- Alarme. - Alarme.

Coloquem os coletes.

- Pare de me empurrar. - S� tento ajustar o colete.

Ei, veja. Venha nos ajudar.

Ajuda o Dr. Wayne desocupar uma sala de opera��es.

O capit�o pergunta se precisa de ajuda, doutor?

- Nos arrumaremos. - Tamb�m h� capacetes de reserva.

Agrade�a o capit�o.

- Johnny, v� buscar os capacetes. - Sim, senhor.

- Fiquem a� embaixo e n�o se movam. - Para baixo pelas escotilhas!

- Achei, doutor. - Jogue-os por cima do corrim�o.

Coloca na cabe�a.

Mas olha, o que foi?

Olha, mam�e, olha.

Mam�e!

- Vamos, mam�e. - N�o d� querido, v� com os outros.

E n�o olhe para tr�s.

Minha mam�e caiu.

V� com aquela senhora, companheiro.

N�o queria servir na Marinha?

Vamos, entre nesta casinha.

- Mantenha-o entretido. - Sem problema, doutor.

- Eu me encarrego. - Voc� deixa comigo.

Toma, coloque isso.

- Voc�s s�o da Marinha? - Pode apostar, garoto.

Marinha dos Estados Unidos.

N�o h� o que fazer.

Dr. Wassell, feriram o Dr. Wayne.

Est� na enfermaria e sangra muito.

Vou imediatamente. procure a sua esposa.

Sim, doutor.

- V�o voltar. Ajude-os. - Sim, senhor.

Esta � a igreja e esta a torre. As portas se abrem e. . .

E as pessoas saem.

Vou mostrar para a mam�e o meu chap�u novo.

Desocupem a sala para os feridos e os ajudantes.

Por aqui, doutor.

Fechem essas janelas!

Corte suas cal�as. E o Dr. Wayne?

Est� ali. Calma, agora te atendo.

- Ol�, doutor. - Ah, Wassell.

- Mandei procurar sua esposa. - Minha esposa? Por qu�?

� a melhor enfermeira da China. �gua fervendo, por favor.

� a �ltima pessoa que quero aqui.

N�o discuta e segure isso.

Volto logo.

Prepare mais faixas.

N�o, n�o. Enrole assim.

Uma ajudinha, doutor?

- Veja como os outros est�o. - Sim, senhor.

- Minha perna, n�o cortem ela. - N�o se preocupe, marinheiro.

- Bettina, o clorof�rmio. - Sim, doutor.

Doutor, a senhora Wayne j� est� aqui.

Gra�as a Deus. Afrouxe um pouco o torniquete.

- Sim. - Voc�, ajude-a.

Calma, calma.

- Ralph. - Isso n�o � nada.

S� cruzei com uma bala japonesa.

Madeline, fico feliz em v�-la. Tem trabalho.

Doutor, � muito grave?

- Quem � voc�? - A Sra. Wayne. � muito grave?

Voc� � a senhora Wayne?

Diabos!

O que foi, Wassell?

Prazer em conhecer sua esposa, doutor.

� evidente.

Acho que a Madeline saiu de Java antes de n�s.

- Madeline? - J� sei a quem se refere.

Sabe se conseguiu embarcar?

Sim, eu a vi.

A Madeline saiu de Java no Pecos.

- O Pecos afundou. - Sim, doutor.

Seu paciente est� pronto, doutor.

Doutor Wassell.

Sim, sim, j� vou.

- Enfermeira, termine isso aqui. - Sim, senhor.

Querida, traga um pouco de conhaque.

- Acertou ele! - Grande tiro!

Cuidado, est�o voltando!

- Se esmeram mais que voc� ao se barbear. - Sim.

Ei rapazes, ou�am.

J� est� ouvindo harpas?

- Ou�o Fortalezas. - Fortalezas?

Est� louco. Isso s�o os Zeros.

Digo que ou�o Fortalezas. Fortalezas Voadoras.

Talvez. Ele pode estar certo.

Avi�es Americanos. Fortalezas Voadoras. Avise o conv�s imediatamente.

- Se v� agora? - Sim, a estibordo.

� um esquadr�o completo.

S�o americanos!

Muito bem, rapazes.

- Quantos s�o? - N�o sei, muitos.

Veja como os Zeros v�o embora.

Como corvos diante de uma �guia.

Suas asas cobrem todo o barco.

Que p�ssaros mais bonitos.

Sim, eles s�o. E cospem fogo.

Cumprimente-os.

Viva! Viva os Passarinhos.

Voc� n�o entende, doutor?

Avi�es americanos. Da Austr�lia.

�timo, �timo. Agora estamos seguros, acho.

- Sim, estamos salvos! - Os grampos.

REUNlI�O DOS L�DERES AUSTRALIANOS

Com licen�a, comandante Wassell?

- Entre. - J� entrei, senhor.

- Os rapazes v�o bem? - Sim, senhor.

O almirante quer v�-lo imediatamente.

Acho que sei que ele quer.

� urgente. Quer v�-lo imediatamente.

Tanta pressa para me enforcar?

Sabe quem preside a corte marcial?

Desculpe, mas ignoro completamente.

N�o que o reprove, � claro.

De fato eu entendi as ordens, mas as distorci um pouquinho.

At� me deram mil florins.

Acho que cairam do meu bolso.

- Parece bobagem, n�o? - Sim, senhor.

� o que eu acho.

O comandante acaba de chegar, senhor.

Caramba.

Eu acho que estou frito.

- �s suas ordens, almirante. - Vem atrasado, doutor Wassell.

Bem, isso n�o vai durar muito. Eu sou culpado.

Violei as ordens.

Acho que vamos ouvir algo sobre isso. De Washington.

De Washington? � t�o grave assim?

Por favor.

. . .relativamente a salvo de tais desastres.

� o Presidente.

Tamb�m sabe sobre os mil florins?

Nossos soldados lutam com muita coragem e habilidade.

Lutam em frentes muito distantes

para garantir que continuemos seguros.

Eu gostaria de contar as fa�anhas dos homens

que integram nossas for�as armadas.

� o caso, por exemplo

do doutor Corydon M. Wassell.

� um mission�rio muito conhecido por seu trabalho na China.

� um homem simples, modesto e discreto.

Mas se colocou a servi�o do seu pa�s

e foi nomeado comandante da Marinha.

O doutor Wassell foi mandado para Java.

L� ele cuidou dos oficiais e marinheiros

dos cruzadores Houston e Marblehead

que tinham sido atacados no Mar de Java.

Quando os japoneses come�aram a ocupa��o da ilha,

foi decidido a evacua��o

da maior quantia poss�vel de feridos para a Austr�lia.

Mas doze deles

tinham ferimentos t�o graves, que eram intransportaveis.

O doutor Wassell ficou com eles

sabendo que seria capturado pelo inimigo.

� o Presidente.

- E fala de mim. - Cale-se.

Fez um esfor�o desesperado para tirar esses homens de Java.

Perguntou para todos se queriam se arriscar

e todos eles aceitaram.

Primeiro tinha que lev�-los para a costa,

a 80 quil�metros. Aqueles homens sofreram muito.

Mas, com seu talento, o doutor Wassell os manteve vivos.

E mostrou seu pr�prio valor.

Bem. Conseguiu tir�-los.

Nossa tarefa � continuar em Java enquanto voltam.

Parece interessante.

- Algu�m tem um cigarro? - Toma.

Espera, cambio final.

H� not�cias dos outros?

Somos os �nicos sobreviventes?

N�o, n�o, um destroyer recolheu muitos outros.

Sim, e haviam mais derivando com seus coletes.

- Sil�ncio, o Presidente falando. - O Presidente?

Isto vai interessar aos do Pecos.

Fala de um m�dico que salvou uns feridos de Java.

Foi depois que zarparam. Um tal Wassell.

O doutor Wassell? Posso ouvir?

Claro. Conhece ele?

Me falava de bagres com bigodes.

Acho que precisa de um caf�. Joe.

Imediatamente.

O oficial a condecorar est� presente.

O Secret�rio da Marinha, Washington.

O Presidente tem o prazer de entregar a Cruz da Marinha

ao comandante m�dico naval Corydon M. Wassell

pelas a��es detalhadas abaixo.

Espere o final.

Por sua conduta exemplar e devo��o ao dever,

seu desprezo pela seguran�a pessoal, na presen�a do inimigo

e sob o fogo de seus avi�es.

E por evacuar com exito os feridos a seus cuidados em Java,

�ndias Orientais Holandesas em mar�o de 1942.

Pelo presidente, Frank Knox, Secret�rio da Marinha.

Agora est�o colocando-a.

Doutor, � um grande prazer condecorar um homem que salva vidas.

- Parab�ns, senhor. - Obrigado, almirante.

- O que acha? - Impec�vel.

LEGENDAS : Laercio GRUPO ALLIED FORCE Tradu��o da legenda em Espanhol

Senhoras e senhores, um momento por favor.

Depois de terminar a hist�ria do Doutor Wassell

soubemos que o Hoppy continua vivo

e � prisioneiro de guerra dos japoneses.

Obrigado.

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