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Original subtitles

A prefeitura segue em sil�ncio sobre o assunto,

s� disseram que um caminh�o foi abandonado na cidade

e que o esquadr�o antibombas foi chamado.

Veja isso. Disparadores de merc�rio.

N�o podemos mover essa coisa.

SALA DA SITUA��O - CASA BRANCA O nome dele � Rourke.

Ele � americano. Sim!

- � um cientista reconhecido... - O que temos?

O suspeito � Benjamin Rourke, um f�sico americano.

E n�o estava nas listas de vigil�ncia?

- Como n�o prevemos isso? - N�o � t�o simples, Roy.

Deve ter algo. Onde ele se radicou? Paquist�o?

- Eis o relat�rio. - Ele era um patriota.

Seu pai foi do Departamento de Estado por 48 anos.

Esse � o Rourke em 1989.

- Isso n�o � o... - Pr�mio Nobel.

N�s entrar�amos na lista de vigil�ncia antes dele.

Qual � o potencial de dano?

Baseado no que sabemos, Sr Presidente,

diria que uma detona��o...

Seria fatal.

Pelo menos 9 milh�es, fora as sequelas.

O que estamos fazendo?

Bater nesse cara n�o adiantar� nada.

Ele usava uma alian�a.

O qu�?

Sr, me deixe falar com ele.

Tarde demais. O cocktail j� est� vindo.

Se fizer isso, sua mente vai desaparecer.

N�o cabe a mim. Ordens superiores.

Veja, ele se entregou.

Ele tem uma raz�o pra isso. Deixe-me falar com ele.

Knox, n�o temos tempo.

Fale comigo, cara.

Seja l� o que estiver pensando, bote pra fora.

Est� me ouvindo?

Knox...

Knox.

O que diabos est� fazendo?

Knox! Abra essa porta!

Acho que precisamos conversar.

Por que est�o demorando tanto?

J� dev�amos ter a droga do c�digo.

Devagar. Devagar.

Abra essa porta!

O que est� procurando aqui, Senhor...

Sr Knox?

Sinceramente, Rourke, voc� n�o � terrorista.

Voc� veio aqui com inten��o de nos dar o c�digo.

Vejo um homem com um ideal em sua mente,

e ele n�o vai deixar passar.

Mas tamb�m vejo um homem

que ainda usa alian�a

37 anos ap�s a morte da esposa.

Talvez dev�ssemos falar sobre ela.

Ela � t�o bonita.

Ela n�o envelheceu, n�o �?

O tempo n�o passou pra ela.

O que � isso... Em sua mente?

� sobre algu�m que acredita

que explodir Nova York trar� sua esposa de volta?

Voc� tem algu�m, Sr Knox?

Uma esposa, talvez?

- Jess, � voc�? - Oi, Danny.

Desculpe, eu liguei para o Sean.

Sean est� interrogando um suspeito.

Ele me pediu para atender. Onde voc� est�?

Ainda em Nova York. Acabei de dep�r.

Por qu�?

Ou�a... Aconteceu uma coisa.

Voc� precisa sair da cidade agora.

Danny, o que est� havendo?

V�! N�o pergunte, Jess. V�.

Danny, preciso saber.

H� uma ame�a nuclear em Manhattan, Jess,

e � real.

- Quanto tempo? - Voc� s� tem alguns minutos.

Knox!

Abra essa porta!

Abra essa porta!

No seu di�rio, voc� fala sobre

um ato de destrui��o que cria vida.

Todo ato de cria��o, � antes um ato de destrui��o.

� de Picasso, na verdade. N�o posso ter os cr�ditos.

Ou�a, Rourke.

Se h� algo que precisemos saber, ent�o tem que dizer agora.

Por que Sylvia � importante?

Como espera traz�-la de volta?

- Eu n�o vou, Danny. - N�o, Jess.

- Danny, n�o... - Porei Sean no telefone.

N�o, por favor. N�o h� tempo

e n�o � a quest�o, certo?

Se ele est� fazendo o que acho que est�, precisar� de foco.

N�o.

Ou�a, n�o importa o que houve entre voc�s,

mas...

Isso nunca mudou o que ele sente.

Prometa que cuidar� dele.

Sabe, comecei a me desesperar.

Antes de cruzar aquela porta,

ningu�m estava me ouvindo.

Rourke, me ajude a entender.

Voc� me ouviu, n�o foi, Sr Knox?

Voc� entendeu por que eu vim.

N�o, eu n�o entendi!

Diga-me o que preciso saber.

Knox, n�o sou eu quem vai trazer minha esposa de volta.

� voc�.

- Entrem! - Esperem!

Tirem ele daqui.

Voc� � o �nico que pode salv�-la,

mas n�o pode acontecer aqui.

Esperem! Ele est� tentando me dizer algo!

N�o!

At� onde eles conseguiram?

Cutters.

Sinto muito, Sr Presidente.

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Tradu��o, Revis�o & Sincronia lhenrique

N�o sou eu quem vai trazer minha esposa de volta.

� voc�.

UM M�S DEPOIS

Descansar.

Oi, Sean.

General.

Acho que n�o preciso perguntar como est�.

Nunca estive melhor.

Soube que pediu o computador do Rourke.

H� pouca luz pra ler.

Achou alguma coisa?

Sean, sei que nem todos apoiam esta opini�o,

mas n�o acredito que foi sua culpa.

9 milh�es de pessoas, General.

Eu sei.

Sabe, ela n�o devia...

Estar l�.

Ela me deu mais uma chance depois da L�bia, ano passado.

Disse que se me alistasse para outra miss�o...

Ela iria embora.

Mas n�o acreditei nela.

O grande juri dar� seu veredito semana que vem.

- N�o facilitar�o pra voc�. - Bem...

Quando tomarem a decis�o, sabem onde me encontrar.

Eu... Entrei l� achando que tinha...

Algum tipo de resposta!

Passei semanas analisando isso,

cada... cada pensamento, cada...

cada pedacinho de informa��o.

N�o h� nada aqui.

Ele era louco.

E se ele n�o fosse louco?

E se Benjamin Rourke tivesse um prop�sito

quando se entregou naquele dia?

E voc� foi o �nico a ver isso?

General, por que acho

que n�o est� aqui s� para aliviar minha consci�ncia?

Queria te trazer uma coisa.

Esta � uma libera��o de 48 horas.

� secreto... Estar� sob minha supervis�o.

Est� de brincadeira.

O Presidente me autorizou

a reunir os recursos necess�rios.

Recursos?

Que recursos, General?

Acha mesmo que qualquer coisa que fa�amos agora

vai melhorar a situa��o?

As coisas n�o v�o melhorar, General.

Tive minha chance.

E estraguei tudo.

N�o posso traz�-la de volta.

E n�o importa o que o j�ri diga,

nada ser� pior do que saber disso.

Olha...

Nos conhecemos h� tempo demais para perder tempo com isso.

Eis como vai ser.

Amanh�, um dos meus homens vir�

para lev�-lo a um local secreto.

� muito simples. Voc� tem uma escolha.

Fique aqui se lamentando,

e nada muda.

Ou v� com ele, limpe essa cara,

se recomponha, e fa�a parte desta opera��o.

Voc� nem me disse que opera��o � essa, General.

� uma segunda chance, Sean...

Uma oportunidade de fazer a coisa certa.

Voc� tem autoriza��o pra me dizer por que estamos aqui?

Danny, sei tanto quanto voc�.

Mas estamos prestes a descobrir.

Sean, � bom ver voc�.

Lembra do meu parceiro, Danny Gates.

Claro.

Fico feliz por estarem aqui.

Bem vindo � bordo, Knox.

Fico feliz que decidiu se juntar � esta miss�o.

Parece que tem andado bem ocupado por aqui.

�, parece a bat caverna.

Vai me dizer do que se trata, Sr?

Talvez seja melhor eu te mostrar.

Venham.

Por favor n�o se aproxime.

Esta linha existe por um motivo.

Dra Bryce, que lhe apresentar Sean Knox

e Daniel Gates. Os designei para sua equipe.

Knox era um dos meus homens de confian�a.

Sim, estou certa de que ambos s�o qualificados.

N�o vamos recome�ar, est� bem?

General, sem querer ofender,

mas soldados especializados em situa��es de alto estress...

H� v�rios estudos que mostram terem baixa atividade cerebral.

N�o vejo como isso seja pertinente.

N�o est�o qualificados para esta miss�o.

Ela est� falando sobre a redu��o do fluxo neural.

� uma coisa da adrenalina.

Tem o efeito de reduzir a acuidade mental.

Tomar menos decis�es diminui a possibilidade

de paralisia cognitiva.

N�o que eu j� tenha lido os estudos.

Algu�m vai me dizer o que � isso?

Estamos diante do n�cleo

do colisor de part�culas mais poderoso j� constru�do.

A maioria deles para a 27%. Uma quest�o de estabilidade.

Encontramos uma maneira de ultrapassar isso.

No in�cio do ano, nosso sistema funcionava

a 82% da capacidade...

Foi quando essa janela apareceu.

Ent�o isso �... Algum tipo de holograma?

Uma proje��o de um campo gramado?

N�o, � um pouco mais complicado que isso.

A janela � uma ruptura na fun��o onda do universo.

� inst�vel, propensa a mudar rapidamente

e de um modo irregular.

Toda vez que uma nova janela abre,

enviamos uma sonda para darmos uma olhada.

Isto foi o que conseguimos do local atual.

Espere. Esse � um Morris s�rie 8.

N�o foram fabricados antes de...

- 1934. - Exato.

Este � um campo em Gloucester, Inglaterra,

em julho de 1934.

Conseguimos a data em uma transmiss�o de r�dio.

Viagem no tempo.

Foi o que constru�ram aqui.

- Isso mesmo, Sean. - E esta � a miss�o, certo?

Quer que a gente salve Nova York.

Knox, voc� lidera a equipe atrav�s da janela.

Queremos que conduza uma opera��o secreta,

para ajustar o passado e alterar o presente.

Este � o seu alvo: Dr Benjamin Rourke.

Estou certo de que est� familiarizado com ele.

Seu objetivo � prevenir que ele

destrua Nova York.

Estes s�o os locais onde esta coisa esteve.

Sim, cada hor�rio e local

desde que apareceu h� 6 meses.

2 horas, China central, 1748?

28 horas em Madrid, 1897.

- Como prev� onde essa coisa vai? - N�o sabemos.

� radia��o natural.

Est� em fluxo livre entre passado e presente.

Quando acumula,

a janela desestabiliza e salta.

Por enquanto n�o podemos dizer pra onde vai,

e s� podemos estimar quanto tempo ficar� aberta.

E quanto a efeitos colaterias?

F�sico, psicol�gico?

- N�o sabemos. - Desculpe, doutora.

O que sabem at� agora?

Muito pouco.

� o que venho dizendo ao General.

- Doutora... - Esta instala��o

est� a 3 anos de se tornar operacional.

N�o temos ideia das consequencias que podem haver.

Doutora, eu entendo,

mas talvez n�o tenha visto as �ltimas not�cias.

N�o temos escolha.

Perder Nova York derrubou a economia mundial

e conflitos militares est�o por todo lugar.

O mundo caminha pro fim a menos que fa�amos algo.

Este � John Malcolm. Sua liga��o com o Pent�gono.

Knox e Gates far�o uma opera��o de dois homens.

Desculpe... o qu�? N�o!

General, precisa de mim na janela.

N�o. Voc� n�o vai, Bryce. � uma opera��o militar.

Estes homens trabalharam pelo mundo todo.

Quando dirigi as Opera��es Especiais, eles eram os melhores.

Eles n�o sabem nada sobre isto.

General, ela tem raz�o. Sejamos honestos.

Danny e eu estamos por fora disso.

General, n�o acho que envolver um c�vil

em campo seja uma boa ideia.

- Eu acho. - Estamos votando isso?

Preferencialmente n�o.

Mas acho que cabe ao General.

Muito bem, Lindsay.

Parab�ns, ganhou sua passagem para entrar.

Acho que devo lhe agradecer.

Se me permite, General, tenho trabalho a fazer.

Ela � muito boa.

Dra Bryce, se deu conta de que lhe fiz um favor?

Desculpe, o que quer? Um obrigado?

Sim, sim. Sim, talvez.

Sr Knox, n�o precisava de sua ajuda.

N�o pense que sua presen�a aqui

ajuda em alguma coisa.

Me fez de turista numa miss�o que nenhum de n�s estava preparado.

- Te fiz minha conselheira. - Escutar� meus conselhos?

Quando for necess�rio.

- Doutora. - Boa noite.

Novo l�der da opera��o, presumo.

- N�o foi minha escolha. - N�o achei que fosse.

- Ellis. - Sean Knox.

O que acha do modelo de extra��o, Ellis?

Um pouco confuso.

Continuo achando que uma explos�o auxiliar � a melhor op��o.

Perdemos a janela por alguns segundos,

mas poderemos trazer nosso pessoal de volta.

Vivos?

Essa � uma boa pergunta.

Me mantenha informada.

- Ainda n�o terminou? - N�o.

Vou ser direto.

Voc�s nunca mandaram nada vivo ao passado

e o trouxeram de volta com sucesso?

Mandamos um gato, uma vez.

�? O que aconteceu?

Te aviso quando o encontrarmos.

Ei, o NASA est� me matando.

- Se acalme, Charlie. - N�o, voc� n�o entende.

� doloro ver o que est�o fazendo aqui.

Ele moveu algo aleatoriamente, provavelmente improvisando,

e n�o posso voltar ao trabalho.

Direi para o Ellis instalar seu software.

Precisamos da conex�o funcionando na pr�xima janela.

�, e eu preciso de alguns meses.

- O que n�o temos. - N�o tem gra�a.

Este rack � da Pr�ssia, n�o da Russia.

H� uma diferen�a. Ponha em 1870.

- Priya, s� isso do Smithsonian? - O resto est� no estoque.

N�o � tudo que esper�vamos.

Disse a eles que precis�vamos de todo artefato que tivessem.

Me mostre o pedido.

O que � tudo isso?

Priya � especialista em detalhes hist�ricos.

Costumes, tab�s...

Detalhes que os livros de hist�ria n�o contam.

Ent�o...

Isso �...

Lixo. De um aqueduto romano.

Esta amostra veio da Pomp�ia,

e custa US$90.000, ent�o tenha cuidado.

Desculpe, Voc� coleciona...

Lixo. De 79 A.C.

Os livros s� informam o que as pessoas querem lembrar,

mas o lixo nos mostra o verdadeiro passado.

N�o seja sutil com ele, Priya.

Eles n�o gostam de sutileza.

Dra Bryce, espere um segundo.

Sr Knox, n�o espero que entenda o que fazemos aqui,

mas pe�o que fique fora do meu caminho.

Dra, voc� n�o tem muitos amigos, n�o �?

Veja, entendo que se preocupe com a prepara��o da miss�o,

mas a decis�o n�o � sua, � deles.

Voc� convenceu o Pent�gono porque acharam que era maluca.

- Estou certo? - Sim. Obrigado, Sr Knox.

N�o estava muito a par da situa��o,

fico feliz por me esclarecer.

Bryce, vamos esclarecer. Qual o seu problema?

Meu problema � que ningu�m tem ideia do que fazemos aqui.

Esta janela n�o � um tipo de arma

de for�a bruta, est� bem?

Tudo no passado est� conectado.

Cada momento, cada evento.

� a soma disso tudo, que chamamos de presente.

Podemos usar esta janela para alterar a hist�ria?

Claro que sim.

Mas estamos manipulando a natureza em seu est�gio mais fr�gil.

E salvando 9 milh�es de vidas.

Se fizermos a coisa certa.

Vamos, precisamos ir.

Ei, o que est� havendo?

A janela est� mudando. Precisamos correr.

Bem, Doutora...

Parece que conseguiu uma nova janela.

Temos trabalho a fazer.

- O que � isso? - Uma c�mera.

Esta se chama Miles,

mas aqui temos a Coltrane, Roach, Krupa,

e esta �ltima se chama Sr Chet Baker.

Boa sorte, amiguinho.

Vamos l�, Danny.

A divers�o come�a agora.

Certo, Miles, fa�a sua m�gica.

Tubos de amianto.

Estamos no pr� 1978.

O que estamos procurando, exatamente?

Pistas. Algo que nos ajude a determinar

a hora e o lugar.

200 pratas que � 1950.

- Quando foi que acertou, Charlie? - Na guerra civil.

Era a guerra civil espanhola.

- Ainda assim. - Estou tentando fazer isso.

Olhem as roupas. Antes da guerra.

Era do Jazz.

Certo, Miles, passemos pela porta.

Definitivamente n�o � a depress�o, a julgar pelos carros.

- Estamos em 1920. - Podemos achar um jornal?

Me d� uma chance!

Al�! � isso!

� o monumento de Washington. Estamos na Capital!

� o National Mall no plano McMillan,

o Memorial � Jefferson ainda n�o existia.

O que ela disse?

� o National Mall no plano McMillan,

o Memorial � Jefferson ainda n�o existia.

Estamos no memorial pr�-guerra,

ent�o este � o Coolidge ou o Hoover?

Espere, tem um cara com um jornal.

Vamos l�, Miles.

A� est�. Conseguimos.

"8 de Mar�o de 1929."

Oh! Eu sabia que era o Hoover!

Sabia que foi o �ltimo presidente que fez seu juramento sob chuva?

- Ela � sempre assim? - Sim, � um saco.

Muito bem, Ellis, se despe�a do Miles.

US$ 200.000 em impostos, adeus.

"Adios."

Sabemos que � a Am�rica. H� 80 anos.

Geograficamente, muito perto de Nova York.

Sim, � muita sorte.

Esta � a primeira janela que temos da Am�rica moderna.

Ellis, e a nossa zona vermelha?

A radia��o estabilizou em 20%.

A janela deve fechar em...

17 horas.

Podemos trabalhar com isso.

Muito bem, vou deix�-los.

- Me mantenha informado. - Sim, Sr.

N�o sei quanto a isso. S�o os anos 20.

Rourke s� nascer� em 15 anos.

Vamos garantir que isso n�o aconte�a.

Seu pai era professor na Universidade de Nova York em 1929.

Se o encontrarmos, podemos elimin�-lo, certo?

Antes de Rourke ser concebido.

Ent�o acha que matando este homem

- resolvemos o problema. - Sim.

Quero mostar algo aos nossos amigos.

Ainda n�o funciona.

N�o sei se � uma boa ideia.

E l� vai ela.

Deixe comigo. Esperemos que o NASA

tenha atualizado os servidores como eu pedi.

O que exatamente � isso, Dra Bryce?

Se chama pan�ptico.

Ele estuda ondas,

acumula dados dos sat�lites clim�ticos,

sinais de r�dio, internet...

Em ingl�s significa...

- Era em ingl�s. - Basicamente,

Charlie pode mostar como as a��es no passado

podem criar ondas no presente.

Desenvolvemos um programa...

Eu desenvolvi um programa anal�tico.

- Charlie desenvolveu. - Obrigado.

- Sem humildades. - Certo, carregue um cen�rio.

Mostre uma cidade pr�spera nos �ltimos 50 anos.

- Que tal Tokyo? - Perfeito.

Sr Malcolm, creio que sabe como � Tokyo atualmente?

Charlie mostrar� a vers�o de Tokyo

se Benjamin Rourke nunca nascer.

Rourke foi pr�mio Nobel de f�sica.

Seu trabalho sobre part�culas

desempenhou um papel importante na era moderna.

Se tir�-lo da equa��o,

tudo isso ser� apagado.

Sem Sony, sem Toyota...

Mais fome no mundo, doen�as...

Milh�es de vidas prejudicadas,

sem que ningu�m possa dizer nada.

Ent�o essa coisa pode testar o efeito

das mudan�as que fizermos no passado.

Com alta probabilidade, sim.

Desculpe, doutora, mas quem disse

que a miss�o era para salvar Tokyo?

Nossa miss�o � restaurar tudo como era antes.

N�o entendeu?

Todos estes eventos est�o conectados.

Voc� n�o tem o direito de mudar 20 milh�es de vidas.

- Algu�m tem uma ideia melhor? - Talvez possamos

ir ao passado e enviar uma mensagem ao futuro,

alertar Nova York do que acontecer�?

Charlie, j� discutimos isso, � arriscado.

N�o podemos assumir que ir�o acreditar.

Ela � t�o bonita.

Mostre Nova York hoje se a esposa do Rourke fosse viva.

Sylvia Hammond, nascida em 1945.

Ela conheceu Rourke no M.I.T. em 1964.

Em 1975, foi assassinada por um assaltante em Georgetown.

Sim, sim. J� tenho isso tudo.

Ent�o isso...

� Nova York atualmente.

E isso seria atualmente...

se a esposa do Rourke estivesse viva.

Funcionou.

Sim.

Alta probabilidade. Se a esposa do Rourke n�o morrer,

salvamos Nova York.

Sr Knox, como sabia disso?

Rourke me disse.

Ele disse que eu traria sua esposa de volta.

Eu disse que ele era o cara para se trabalhar.

Certo. Nosso foco � em Sylvia Rourke.

Precisamos saber tudo sobre como ela morreu.

A chave � n�o termos nenhuma outra onda.

Vamos impactar s� onde for preciso,

vamos descobrir como.

A Dra Bryce disse que est� trabalhando

num sistema de comunica��o,

entre o passado e o presente?

� esse?

Isso envia sinais de alta frequencia

atrav�s de um policarbonato de meia vida.

Como isso funciona?

Nada que enviarmos ao passado

pode ser deixado l�.

Isso cria ondas ruins.

E n�o gostamos de ondas ruins.

N�o, n�o gostamos de ondas ruins.

Digamos que um de voc�s esque�a uma pe�a da minha tecnologia.

Com meu controle remoto, eu posso...

- Voc� bolou isso? - Sim.

- Voce trabalhou na NASA. - Sim.

O que te trouxe aqui?

Parece um retrocesso ap�s ir ao espa�o.

Sabe, fiz a mesma pergunta � Dra Bryce

quando ela me convidou.

Eu disse: fomos ao espa�o e ao fundo do mar.

Onde mais o homem poderia ir?

- Sabe o que ela me disse? - O qu�?

Ao passado.

J� est� indo?

O Presidente me quer em Washington.

Sabe, problemas do mundo real.

Rourke sabia deste programa, n�o �?

Pode me dar um minuto?

Rourke n�o tinha motivos pra fazer o que fez

a menos que soubesse dele.

Veja, Rourke foi uma das melhores mentes

que este pa�s j� produziu.

� poss�vel que ao analisar os n�meros de Bryce

que algo tenha passado por sua mesa?

Claro que sim.

Tamb�m pensamos nisso. � uma preocupa��o.

Mas Sean, entendeu por que eu trouxe voc�?

Voc� tem v�rios inimigos com essa mesma preocupa��o.

Muitos acham que teriam impedido Rourke se n�o fosse por voc�.

Mas eu vi a fita, e acho que voc� tinha raz�o.

Rourke nunca daria aquele c�digo.

Tudo que ele queria era ser ouvido.

E � assim que vamos mudar isso.

Isso deve ser a �ltima coisa que lembrarei.

Bryce disse que uma distor��o vinda da janela

protege este local das mudan�as no tempo.

- Ent�o se tivermos sucesso... - Ser�o os �nicos

que saber�o que o presente foi diferente.

� melhor assim.

Para que lembrar, certo?

Boa sorte, Knox.

Se nos vermos novamente,

me d� uma piscada,

mesmo que eu n�o saiba o que signifique.

- Certeza ou 88% de certeza? - Certeza.

Ent�o estamos prontos pra ir.

Bom. Acho que temos algo para come�ar a trabalhar.

Certo. Diga o que conseguiu.

Pessoal, vamos lev�-los � Sylvia Rourke.

Certo, em junho de 1969,

Benjamin Rourke casa com Sylvia.

Filha de um Senador da Fl�rida.

Um feliz casamento de 6 anos.

Ent�o em 1975, Sylvia � assassinada

em um assalto que deu errado.

Baseado nos di�rios do Rourke,

foi o in�cio de sua decad�ncia e loucura.

Que � o ponto que tentamos mudar.

O objetivo � reconduzir a hist�ria de sua morte

sem alterar mais nada.

O que � uma droga, pois n�o estamos em 1975.

Consideramos deixar esta janela passar

at� que achamos isso. Mary, ponha a ficha policial.

Este � Ronald Marsden,

o homem que matou a esposa do Rourke.

Era um vagabundo que sempre viveu em abrigos.

Tinha 65 anos quando a matou.

E quando foi preso, confessou uma s�rie de roubos

desde 1920.

O que nos diz exatamente onde ele estar� esta noite.

Ou, melhor dizendo, em seis horas,

�s 19:07, em 8 de Mar�o de 1929.

Ele roubar� uma joalheria em Beacon County.

- Esta noite? - Sim, ele estava vigiando.

A pol�cia chegou 8 minutos depois que seus comparsas entraram,

houve um tiroteio, 2 caras morreram.

Ent�o assumimos que Marsden escapou.

N�o temos seu paradeiro, uma vez que a pol�cia chegou.

Siginifica que precisam estar l� antes da pol�cia chegar.

Beacon fica a apenas 60Km do Mall.

Tempo pra pegar um carro, ir l� e fazer o que for preciso.

Esta foto � melhor, ficha policial anterior.

E aqui est� a melhor parte.

Marsden tem um baixo �ndice de impacto.

Com base no que sabemos,

s� h� 17% de probabilidade de que mat�-lo em 1929

tenha efeitos secund�rios indesejados.

Ent�o matamos esse cara,

salvamos a esposa do Rourke, e trazemos Nova York de volta?

Exato.

Est� confort�vel com isso?

Se salvar 9 milh�es de vidas...

Tudo bem.

Ent�o vamos l�.

Se a situa��o � complicada, n�o digam que � complicada.

Digam que est� fora de sua al�ada.

Se vir um b�bado, ele n�o est� b�bado.

Ele est� "alegre".

Sua namorada � "gostosa". Seu namorado � um "galinha"...

Que tal n�o falarmos com ningu�m no passado?

- � a melhor coisa. - Sim, certamente.

Isto � de 1934, mas eu cortei a etiqueta.

N�o sou um cara de gravatas.

Ela n�o � negoci�vel.

Preciso me certificar que n�o levem...

- Pra qu� essa jaqueta? - nenhum eletr�nico...

Isso faz voc� se sentir bem?

- Sim, engra�adinho. - Perd�o.

- Nas verdade, � muito quente. - Ei!

N�o est�o me ouvindo.

Entrar�o em um mundo onde roupas e apar�ncia

s�o completamente diferentes.

Ent�o preciso que prestem aten��o.

Ou suas modernidades ir�o mat�-los.

Priya, pode me mostrar

o esquema dos primeiros motores 4 tempos?

Sure. Explico pra voc�.

- Voc� est� linda. - A Dra melhorou.

- Obrigada. - Priya, os esquemas.

- Ele � um babaca. - �, ele � um doce.

Ei, Dra.

Precisa saber que esta miss�o est� mexendo com ele.

Ele tem muita coisa na cabe�a.

Porque a esposa estava em Nova York.

- Eu li o dossi�, Sr Gates. - N�o � s� isso.

Ela o deixou h� 1 ano.

Ele prometeu que n�o se realistaria,

disse que trabalharia como analista para o Governo.

Mas precisa saber...

Dois radicais explodiram um gasoduto na Libia.

Eu disse a ele para n�o ir, mas...

Quando ele voltou, ela estava trabalhando em Nova York.

Ele se culpa por isso.

N�o, precisa obedecer a vov�, est� bem?

Podem escolher o pijama e assistir um filme.

Estarei de volta pela manh�.

Eu prometo.

Eu te amo, Moll.

- Certo, este era um Ford... - Oi, Ellis.

- E este � um Buick. - Preciso de espa�o, cara.

Ei, cara do Jazz!

Oi, eu nunca lancei um foguete

sem uma boa x�cara de caf�, Charlie.

- O qu�? - Agrade�o que seu c�rebro

trabalhe r�pido, mas o meu precisa de caf�.

Certo, acho que estamos prontos para partir.

Ellis, preciso da leitura dos n�veis de radia��o.

� pra j�, Dra.

Tenho uma pergunta, Doutora.

Sim?

O que acontece se n�o conseguirem voltar?

Seu protocolo diz para n�o deixar rastros...

Como, em nenhuma circust�ncia devem fazer, falar,

ou deixar nada pra tr�s

que possa impactar substancialmente o passado.

Isso mesmo.

Se for deixada pra tr�s, o que voc� vai fazer?

Neste caso,

temos um plano para nos remover

da linha do tempo.

Defina "nos remover."

N�o podemos continuar vivos no passado

sem riscos de prejudicar o continuum.

Isso � pancur�nio.

� r�pido e indolor.

Priya, tudo nessa bolsa foi verificado, certo?

- Ano atual, batom. - Batom pode levar.

- Certo, obrigado. - Sr Knox.

- A gravata. - Testando, testando.

- Est� bom. - Boa sorte.

Knox.

Testando, testando.

- Tudo bem. - Oh, Ellis,

e as reservas auxiliares? �s vezes conseguem pouco...

Doutora, est� tudo bem.

Parab�ns, Dra Bryce...

Por ser a primeira viajante do tempo da hist�ria.

- Oh. - Que saibamos.

- Cale a boca, Charlie. - Mesmo assim � bom.

Obrigado... Aos dois.

Muito bem. Vamos l�.

Vamos mesmo fazer isso, n�o �?

Quanto tempo esperou por isso, Doutora?

Certo.

Um pequeno passo para o homem...

Um passo gigante para tr�s da humanidade.

Depois de voc�, Doutora.

Voc� est� bem?

Cad� o Danny?

- Danny! - Danny?

Danny, voc� est� bem, amigo?

- Vamos l�. - Danny, Danny, Danny.

Voc� est� bem? Vamos l�.

Estou bem. Estou bem, Tommy.

Estou bem.

Tommy? Isso � normal?

N�o sei, Knox. Ainda n�o escrevi o manual de instru��es.

Danny, Danny, Danny. Olha pra mim, olha pra mim.

Ei, a� est� voc�.

Ei, em que ano estamos?

1929, certo?

Certo. Vamos levant�-lo.

- Ooh. Oh, caramba. - Ellis?

Est�o nos ouvindo?

Alto e claro, chefe. Est�o todos bem?

Sim. Como est� nosso ritmo card�aco?

Voc�s est�o um pouco acelerados.

Press�o sanguinea baixa, mas tudo bem.

- Voc� est� bem? - Sim, estou.

Pessoal, j� reconheceram o terreno?

Sim, mas acho que teremos que retir�-lo da janela.

Malcolm, estamos subindo. Falamos depois.

Espero que n�o tenha inten��o de acender isso aqui.

- Voc� est� bem? - Sim. Sim.

Estou bem.

As pessoas est�o nos olhando.

Tudo bem. Olhar n�o causar� uma onda.

S�o as intera��es que devem nos preocupar.

Continuem andando.

Caramba. Ar fresco.

J� estou me sentindo melhor.

Inacredit�vel.

O ar n�o tem... cheiro.

� diferente daquele que respiramos.

Varia��o da pele, mudan�as na camada de oz�nio.

- � quase como... - Precisamos de um carro.

Deve ser um que n�o far� falta por 8 horas.

Temos que ver os registros, verificar cuidadosamente.

- Danny. - Perfeito.

N�o, pessoal, n�o podemos assumir...

Pode me dar algo sobre a placa?

Distrito de Columbia.

Uniforme 8-0-3-2.

Sim. Vejamos.

Isso. Cara, voc� � bom.

O carro pertence a Edgar Ramone.

Ele � o Gerente da noite do Hotel.

Ainda n�o havia sindicatos.

O turno da noite � de 8 horas, talvez mais.

- Pode funcionar. - Como ele fez t�o r�pido?

Vamos tentar n�o pensar muito nisso.

Alguma ideia?

Ser� como usar um cortador de grama.

Eu fico de olho. N�o quebre nada.

Ei, quem � Tommy?

Voc� mencionou um Tommy quando chegamos.

Oh, n�o sei, � s�...

tudo estranho, eu acho.

Voc� viu alguma coisa quando atravessamos?

Olha...

Eu tinha 5 anos

e estava na piscina p�blica de Echo Park.

Pulei na parte funda, comecei a afogar,

bebendo �gua, at� que um garoto mais velho, Tommy,

me tirou de l�.

A quest�o �, n�o pensava nisso h� 15 anos.

Mas eu n�o estava recordando, Doutora.

Eu estava sentindo aquilo. Eu senti aquilo.

Eu tinha 5 anos e estava me afogando.

� loucura, n�o �?

Consegui. Vamos embora.

Foi mais complicado que um cortador de grama.

- Desde que nos tire daqui. - Priya, estamos indo.

- Pegue o mapa. - Eu dirijo.

N�o, j� vi voc� dirigir.

N�o, voc� n�o entendeu, cara.

Estamos em 1929.

Estamos ao sul da linha Mason-Dixon.

Eu sou o motorista.

- Certo. - Tudo bem.

Este � o Condado de Fairfax.

Minha m�e nasceu perto daqui.

Vai nascer.

Tem raz�o, nada disso nem...

Aconteceu ainda.

Ela ainda nem nasceu, e...

J� sei como ela vai morrer.

Acharam um tumor em sua coluna quando eu tinha 4 anos.

Sinto muito.

Tudo bem, Sr Knox.

S� que...

Quer saber algo incr�vel?

Eu poderia sussurrar...

A coisa certa no ouvido certo,

e poderia mudar tudo isso.

Eu poderia salv�-la.

Mas ent�o... Quem eu seria?

Perd�-la... fez de mim quem eu sou.

Eu seria... Diferente? Mais feliz?

Eu n�o sei.

O que voc� mudaria?

Doutora, nem saberia por onde come�ar.

Isso n�o � bom.

N�o, n�o � bom mesmo.

O que n�o � bom?

NASA, explique.

Pra onde ele vai?

H� algum problema, Ellis?

Isso � algum problema, Ellis?

Priya, est� vendo os n�meros que coloquei na m�o do Charlie?

Preciso que os insira no painel auxiliar...

E adicione o prefixo...

34.

Eu posso fazer.

NASA, precisa come�ar a falar as coisas com sentido, cara.

- A radia��o est� flutuando. - O que significa?

Dever�amos chegar nesse n�vel em 6 horas.

O que daria tempo de entrarem e sairem

com algumas horas de vantagem.

Sim, esse era o plano.

Os n�veis est�o mudando.

Algo que fizemos quando atravessaram causou isso.

Reduzi a potencia a m�ximo que pude

sem perder a janela.

Mas agora a radia��o chegar� ao limite em...

3 horas.

D� tempo apenas

para completarem a miss�o e sa�rem.

Temos que avis�-los.

- � o suficiente. - Ela disse que � o suficiente.

� o suficiente para completarem a miss�o.

N�o quero ench�-los com detalhes agora.

Eu entendo que estamos falando da sua amiga,

mas ningu�m garantiu que seria uma viagem de ida e volta.

Se for pertinente, eu mesmo direi a eles,

mas at� l�, sugiro que todos n�s

nos conformemos com a possibilidade

de que talvez n�o voltem vivos.

N�o vi ningu�m por aqui.

Bom garoto, Marsden.

Fique aqui vigiando.

- Sim, Sr. - Isso n�o vai demorar.

J� dev�amos ter chegado. Faltam 20 minutos para o roubo.

Isso aqui parece uma estrada secund�ria.

N�o sei, talvez dev�ssemos voltar.

Pode descrever onde est�?

Vejo �rvores... Como uma floresta.

Pode ser mais espec�fico?

- Quer saber se s�o altas? - N�o h� sinaliza��o, Priya.

Eu ou�o um trem pr�ximo.

Um trem?

O que foi?

Talvez tenham errado ao entrar � esquerda na interestadual...

ou � direita.

Pare o carro. Pare o carro agora!

Doutora, n�o sei o que deu errado,

mas se est�o ouvindo um trem da estrada,

significa que est�o no Condado de Cooper.

Passaram 12 quil�metros da entrada correta.

No pr�ximo desvio, entre � esquerda.

Talvez � direita. Entre a direita.

Pode me dar um novo navegador, por favor?

Eu estou ouvindo, sabia?

Danny, cuidado!

- Oh, n�o, n�o. - Dra, o que houve?

Charlie, preciso que veja uma possibilidade no pan�ptico.

- Tivemos um acidente. - Isso n�o � bom, pessoal.

Certo, pode me dar algum dado para inserir no programa?

Pode me dar a placa?

Isto � um problema. At� uma pequena onda 80 anos depois...

Tem consequencias.

Pessoal, n�o vejo a placa.

Isso � estranho. Placas j� eram obrigat�rias nessa �poca.

- N�o haver� onda. - Como pode saber disso?

Mesmo que o motorista esteja bem, ele ainda pode ir � pol�cia.

Ele n�o ir� cham�-los.

Abaixem, abaixem, abaixem!

N�o pode atirar nele!

Vai, vai, vai! Vai!

Como voc� sabia?

Est� transportando bebidas em 1929.

N�o ir� � pol�cia porque � contrabandista.

Vamos l�.

Chegamos tarde. A pol�cia est� aqui.

- Bryce, fique no carro. - N�o, espere!

N�o pode se aproximar.

Vou me aproximar. Me d� cobertura.

Knox, isso tudo j� aconteceu. Entendeu? N�o podemos alterar.

Perdemos nossa chance.

Ela tem raz�o, cara.

Eu consigo.

Est� bem.

Vai, vai.

Parados!

Acho que Marsden n�o estava no carro.

N�o tenho vis�o limpa.

Knox, volte pro carro. Vamos ach�-lo.

N�o, eles n�o tem tempo para isso.

Malcolm, precisamos avis�-los.

Dra Bryce, me ou�a.

Temos um problema com a janela.

Se n�o voltarem agora, ficar�o presos.

- Mas ainda temos horas! - Me processe.

Est�vamos errados.

Seus corpos alteraram a massa cr�tica.

Pelos meus c�lculos voc�s tem 90 minutos.

� o tempo certo para voltarem.

Knox, n�o posso te dizer o que fazer.

Mas voc� sabe o que est� em jogo.

Podemos n�o ter outra oportunidade como essa.

� ele. Estou indo.

Chefe, preciso dizer, at� com o melhor progn�stico,

a menos que saiam agora,

voc�s n�o conseguir�o voltar.

Dra, por favor. Isso � suic�dio.

- N�o iremos embora. - N�o, n�o vamos.

Vamos embora. Vamos. Vai, vai!

- Onde ele est�? - Eu o perdi.

- Dra, volte pro carro. - N�o farei isso.

- Ele tem raz�o. - Se quisermos voltar

precisamos ach�-lo r�pido.

Vou descer pelos trilhos, fique de olho nela.

Ronnie.

Ronnie?

Oi, irm�. Eu disse que voltaria.

Ei, Knox.

Precisamos ir embora?

N�o. N�o, estamos seguros por esta noite.

Vamos.

Amanh� pegamos o primeiro trem e iremos embora daqui.

- O que voc� acha? - Tudo bem.

Tudo bem. Voc� est� bem? Est�o todos bem?

Emily, voc� est� bem?

Sim. Estamos todos bem.

Certo. Agora v� dormir, est� bem?

Boa noite.

Charlie.

Marsden tem uma irm�?

Sim, Jenny Marsden. Por qu�? O que tem ela?

Porque ele mora com ela.

Ele mora com a irm�? Como o mataremos sem afet�-la?

Esperem. Consegui.

O programa n�o a considerou porque tirou-a da equa��o.

Ela morrer� em... Dois anos.

Tuberculose. Ela foi deixada em um lar adotivo

quando o irm�o foi preso por roubo de carros.

Ent�o n�o h� ondas. � o que est� dizendo?

N�o importa. Se ela morrer� em 2 anos,

matar Marsden n�o mudar� nada.

Sim, de acordo com o programa, n�o haver� ondas negativas.

Est� errado.

Ele � a �nica pessoa que essa garotinha tem.

Deix�-lo escapar n�o a salvar�.

Ele ir� abandon�-la, e ela ainda ir� morrer,

e perderemos Nova York.

Sinto muito, mas � ssim que tem que ser.

- Vamos peg�-lo. - N�o.

Tem que haver outra maneira.

Ele est� cuidando dela.

Charlie, h� algum trem chegando?

- Sim. Por qu�? - O que est� fazendo, cara?

Fiquem aqui.

O que ele vai fazer?

Ronald Marsden.

- Quem � voc�? - N�o importa.

Ronald, eu sei tudo sobre voc�.

Onde nasceu, onde cresceu.

Sei que nunca conheceu seu pai...

E sei por que roubou a joalheira esta noite.

Sei do seu plano de roubar um banco em 4 de junho...

E outro em 2 de julho.

- Posso ver seu futuro, Ronnie. - Como sabe disso?

Pense em mim como seu anjo da guarda.

Estou aqui para mudar sua vida.

Sua irm� est� l� dentro?

- Sim. - Voc� a ama?

- Por favor... - Voc� a ama?

Me escute. Me escute.

Em dois anos, sua irm� ir� morrer.

Se continuar nesse caminho, ir� perd�-la.

N�o v� isso agora, mas um dia, olhar� para tr�s,

e ver� que n�o tem nada.

- Acredite em mim. - N�o sei do que est� falando.

Ent�o por que n�o evitamos o problema?

Meu Deus! O que est� fazendo?

Nos poupando da dor. N�o tenho nada a perder.

Ent�o vamos conhecer Deus juntos.

- Quer morrer, Marsden? - Por favor, pare!

Quer morrer esta noite, Marsden?

Por favor, Deus, n�o!

Por favor, pare! Por favor, Deus, eu quero viver!

Ronnie?

Vem c�, vem c�.

N�o me fa�a voltar aqui.

N�o farei.

Ellis, quanto tempo n�s temos?

Restam 40 minutos. N�o ser� suficiente.

Funcionou?

Charlie, Ellis, vejam se deu certo.

Pessoal?

Acho que voc�s salvaram Nova York.

Quem diria.

Marsden ser� um her�i de guerra.

Dra Bryce, eu sinto muito,

mas h� coisas que precisamos nos preocupar.

J� falamos disso, mas sugiro que voltem para D.C.

Precisamos devolver o carro.

Pra onde ela vai?

- Contrabandistas! - O qu�?

- Contrabandistas! - N�o sei como deixei passar.

Estava na nossa frente o tempo todo.

Respire.

Aquele caminh�o, a alguns quil�metros,

transportava bebida ilegal.

Esses ve�culos se movem sem ser detectados.

Como acham que fazem isso?

Sei l�. Como?

O mapa de 1929 mentiu pra n�s. Vejam.

N�o h� estradas aqui.

Mas aqui... Em uma pesquisa de 1919,

h� uma rota que vai direto

- para a capital. - O qu�?

- Direto pra capital. - N�o entendi.

Como uma estrada desaparece do mapa?

Porque era ilegal.

Oficiais corruptos a removeram,

ent�o a pol�cia n�o sabia que existia.

E em 1950, esta estrada

se tornou a primeira rodovia estadual.

Uma estrada oculta direto para a capital.

Ellis, quanto tempo? Quanto tempo n�s temos?

Esta ser� perto. Corra, chefe.

Vai, vai, vai, vai!

Ellis, chegamos. Aumente a explos�o auxiliar em 200%.

Nos leve pra casa.

Funcionou?

Sabe de uma coisa...

Eu nunca mais vou fazer isso.

Bom trabalho.

Ei. Vejam isso.

Foi uma boa miss�o, Sr Gates.

Obrigado, cara.

Vai avisar ao General?

Sim, eu vou.

Ele n�o lembrar� nada do que houve antes, n�o �?

- N�o, n�o vai. - Caramba. Boa sorte com isso.

- Deixe eu fazer uma pergunta. - O que �?

Quando atravessou a janela, o que voc� viu?

Que tal me pagar um caf� e eu te conto sobre isso?

Tudo bem.

Fizemos um bom trabalho.

Preciso sair.

Tenho algo pra resolver.

Eu s� queria agradecer.

Sim, bem...

Voc� tinha raz�o.

Est� tudo conectado.

O que foi?

Nada.

Realmente foi um dia bom.

Mas...

Mas...

O que acontece agora?

Digo, quando voltamos no tempo

e mudamos a fonte de quem esse homem era.

Para onde vamos agora?

O que foi?

Quer um conselho de quem acaba de romper as leis da f�sica?

Claro.

Voc� se preocupa demais.

V� comemorar.

Voc� acabou de salvar Nova York.

Boa sorte com ela, Knox.

Faz tempo que n�o me liga.

Tem algo errado?

Jess, n�o tem ideia de como � bom te ouvir.

Se isso � sarcasmo, estou atrasada.

N�o, n�o �.

Apenas fale. Quero ouvir sua voz.

Sabe, pra ser honesto,

n�o tinha certeza se conseguir�amos.

Eu tinha.

- S�rio? O tempo todo? - A maior parte do tempo.

Voc� � uma mentirosa.

- Estava confiante o tempo todo? - Claro que sim.

Essa jovem est� sempre confiante, meu amigo.

Eu quero fazer um brinde.

� maior inven��o depois do Jazz.

- Diabos, sim. - Sa�de.

Sa�de, mentirosa.

Bem, pra constar,

quase tropecei nas suas merdas na sa�da.

Ainda vir� este fim de semana para sa�rmos?

Sim. Sim, irei.

Eu irei. Prometo.

Jess... Eu quero ver voc�.

- Por qu�? - N�o sei.

Te pagar um jantar... Te ver novamente,

- dizer o idiota que eu sou. - Acredite, Sean.

N�o preciso ouvir isso da sua boca.

�. �, eu sei.

Eu s� queria dizer mesmo assim.

Olha, n�o acho que seja boa ideia.

� uma ideia terr�vel. Na hist�ria das m�s ideias,

voc� e eu... estamos no topo.

Isso n�o vai mudar nada.

Eu sei.

Mas, Jess, honestamente, voc� n�o tem ideia

do quanto estou feliz por nada ter mudado.

Ei, pessoal, estamos comemorando.

- Aproveitem. - Obrigado Dra Bryce.

De nada.

Jess?

Algo est� acontecendo, precisamos de informa��es.

Jess?

Jess?

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